Tag: Cleveland Cavaliers

  • Mitchell vai ficar? Altman crrava que sim e aposta tudo no astro

    Mitchell vai ficar? Altman crrava que sim e aposta tudo no astro

    Olha, eu tô aqui vendo o Koby Altman, presidente dos Cavaliers, praticamente implorando pro Donovan Mitchell não sair de Cleveland. E sinceramente? Não é pra menos.

    O cara acabou de fazer uma temporada monstro — 27.9 pontos por jogo, jogou 70 partidas (recorde pessoal dele), e levou esse time dos Cavs até a final da Conferência Leste. Aí chega o Altman e fala: “Donovan é unicamente nosso, e ele é o nosso cara.”

    A extensão milionária que pode definir tudo

    Aqui que fica interessante, galera. O Mitchell pode assinar uma extensão já em julho, mas aí ele só consegue 30% do salary cap do time. Agora, se ele esperar até 2026-27, pode pegar um supermax de 35% porque vai completar 10 anos na liga.

    É uma decisão complicada, né? Menos dinheiro agora pra dar mais flexibilidade pro time montar um elenco melhor, ou esperar pela grana toda?

    O que mais me impressiona é a fala do próprio Mitchell depois daquela surra que tomaram dos Knicks: “Eu amo estar aqui. Não sei como mais dizer isso.” O cara tava visivelmente abalado com a eliminação, mas ainda assim reforçou que quer ficar.

    Cleveland merece um anel?

    A parte que mais me tocou foi quando o Mitchell falou sobre a cidade: “Cleveland merece um anel, e nós temos que continuar tentando.” Cara, isso é de arrepiar. Lembra muito a pressão que o LeBron sentia quando voltou pra casa.

    E o Altman não tá mentindo quando fala que tem jogador no elenco que só tá lá por causa do Mitchell. O cara virou o principal recrutador do time, mano. Isso é influência de superstar mesmo.

    Agora, vamos ser realistas aqui. O time tomou uma lavada dos Knicks depois de estar 22 pontos na frente. Isso dói, e o próprio Mitchell reconheceu que precisa melhorar nos momentos decisivos. Ele mesmo citou aquelas séries complicadas contra Raptors e Pistons.

    E aí, acham que ele fica?

    Na minha opinião, o Mitchell vai renovar sim. O cara tá na melhor fase da carreira aos 29 anos, se sente em casa em Cleveland, e tem uma conexão real com a torcida. Isso não tem preço.

    Claro que sempre tem o risco — principalmente se aparecer uma oferta tentadora de algum time grande. Mas pelo que tô vendo das declarações, tanto do jogador quanto da diretoria, parece que todo mundo quer que isso dê certo.

    O que vocês acham? Mitchell vai apostar todas as fichas em Cleveland ou vai procurar algo maior? Eu honestamente acho que ele fica, mas no basquete nunca se sabe, né?

  • Thunder de olho no Mobley? Essa troca pode dar muito ruim pro Cavs

    Thunder de olho no Mobley? Essa troca pode dar muito ruim pro Cavs

    Olha, eu sei que é meio cedo pra falar de trade season, mas essa rumor que saiu me deixou meio preocupado. Segundo o Sam Amick do The Athletic, o Oklahoma City Thunder tá interessado no Evan Mobley, do Cleveland Cavaliers.

    E cara, quando o Thunder demonstra interesse em alguém, eu fico com o pé atrás. Esses caras simplesmente não erram nas trocas desde aquela tragédia do James Harden há 14 anos. Se eles querem o Mobley, tem algo por trás que a gente não tá vendo.

    Por que o Thunder quer o pivô?

    A resposta é bem simples: Victor Wembanyama. O francês virou um monstro absoluto no San Antonio, e o Thunder sabe que vai ter que passar por ele pelos próximos 10, 15 anos. E se tem alguém que pode dar trabalho pro Wemby, é justamente o Mobley.

    Pensa comigo — Mobley tem 2,11m, é rápido, defende bem e tem um jogo ofensivo que só melhora a cada temporada. Teoricamente, ele seria a resposta perfeita pro pesadelo que é defender o Wemby. Sinceramente, faz todo sentido pro Thunder querer essa peça.

    O problema é que Cleveland disse que não tá interessado em trocar o pivô. Koby Altman, o GM dos Cavs, foi bem claro na entrevista coletiva de fim de temporada: Mobley não sai.

    Mas será que dá pra confiar?

    Vamos combinar uma coisa — na NBA, palavra de GM vale tanto quanto promessa de político em ano de eleição. Lembro que todo mundo “sabia” que o Donovan Mitchell ia ficar, até ele ser trocado do Jazz. As coisas mudam rápido demais nessa liga.

    E o Thunder tem munição de sobra pra fazer uma oferta irrecusável. Eles têm picks de primeira rodada pelos próximos seis anos, incluindo alguns do Clippers, Nuggets e até do próprio Spurs. Imagina a ironia — usar picks do San Antonio pra conseguir a peça que vai defender contra eles.

    Além dos picks, tem jogadores interessantes como Jaylen Williams e o próprio Chet Holmgren que poderiam interessar Cleveland. Embora eu ache meio difícil o Thunder abrir mão do Chet.

    E aí, vocês acham que o Cavs aguenta a pressão se vier uma proposta dessas? Porque olhando friamente, talvez o Mobley valha mais pra um time do Oeste que precisa enfrentar o Wemby do que pros próprios Cavaliers no momento.

    Vou ficar de olho nessa história. Quando o Thunder começa a rondar um jogador, as coisas tendem a esquentar rapidinho.

  • Cavs negam interesse no Giannis e defendem Evan Mobley

    Cavs negam interesse no Giannis e defendem Evan Mobley

    Olha só que pergunta foi feita pro Koby Altman, presidente dos Cavaliers: se o Evan Mobley vai continuar no time na próxima temporada. O cara ficou meio sem jeito, hesitou, e quando o repórter insistiu sobre os rumores envolvendo o Giannis Antetokounmpo dos Bucks… aí a coisa ficou interessante.

    “Ele faz parte do nosso futuro”, disse Altman numa coletiva na sexta-feira. “Não vamos especular sobre jogadores de fora. Desde que o Evan chegou aqui, temos o terceiro melhor retrospecto da liga.”

    Mobley é intocável em Cleveland

    Sinceramente? Acho que o Altman mandou bem na resposta. O Mobley tá evoluindo absurdamente – chegou nas finais de conferência antes de qualquer outro da draft de 2021, incluindo o Cade Cunningham e o Scottie Barnes. Isso não é pouca coisa.

    E o cara foi monstro nos playoffs. Lembram do Jogo 5 contra Detroit? Os últimos sete pontos foram dele, incluindo uma bomba de três que deu esperança pro time todo. “Não víamos isso dele dois, três anos atrás”, admitiu Altman.

    O pivô de 24 anos reconhece que ainda tem muito pra melhorar: “Estou tentando descobrir quais são meus movimentos de confiança. Sei que sou versátil e tenho várias habilidades, mas preciso definir o que vou conseguir fazer 9 em cada 10 vezes.”

    A dupla de garrafão que funciona

    A parceria Mobley-Jarrett Allen virou um “código de trapaça” (palavras do próprio Altman) dos dois lados da quadra. E olha, eu concordo – essa dupla no garrafão é diferenciada mesmo.

    Claro que os Cavs sabem que precisam melhorar o elenco também. Estão no segundo apron salarial, mas Altman deixou claro: “Quando você tem o Dan Gilbert como dono querendo outro título pro nordeste de Ohio, a pressão é boa. A pergunta não é como economizar dinheiro, mas como melhorar.”

    E vocês, acham que Cleveland deveria mesmo ir atrás do Giannis ou apostar no crescimento interno? Mobley tem potencial pra ser um dos melhores da liga, mas será que isso vai ser suficiente pra bater Boston e Denver?

  • Koby Altman rasga elogios a Kenny Atkinson e descarta demissão

    Koby Altman rasga elogios a Kenny Atkinson e descarta demissão

    Olha, depois de levar aquela varredura do Knicks nas finais do Leste, eu imaginei que ia rolar uma limpa geral no Cleveland. Mas não, pessoal. O presidente dos Cavs, Koby Altman, veio público e falou uma parada que me surpreendeu: Kenny Atkinson tá mais seguro que nunca no cargo.

    “Quando ganhamos como organização, ganhamos como organização. Quando perdemos, todos nós assumimos a responsabilidade, e nem sempre tem que ter um bode expiatório”, disse Altman. Cara, isso é maturidade organizacional ou o que?

    Os números não mentem

    E sinceramente, olhando friamente os números, é difícil questionar o trabalho do Atkinson. Campanha regular de 116-48 em duas temporadas — isso é mais de 70% de aproveitamento, galera. Tá, nos playoffs a coisa fica 13-14, mas convenhamos: o cara tirou esse time de uma situação complicada e botou nas finais de conferência.

    “Do ponto de vista do coaching, normalmente você diria: ‘Em termos de jogadores, do elenco, eu gostaria de ter isso aqui.’ Não posso dizer isso”, comentou Atkinson. “A diretoria nos deu um elenco maravilhoso, talentoso.”

    Monstro de humildade, né? Assumir que o problema não foi falta de peças é coisa de técnico experiente.

    A temporada da ressurreição

    Agora vem a parte que eu acho mais impressionante: essa temporada foi uma loucura para o Cleveland. Começaram 17-16, um monte de lesionado, 41 formações iniciais diferentes — quarenta e uma, gente! — e ainda assim terminaram com 52 vitórias.

    “Para ele estabilizar isso tudo foi incrível”, disse Altman. E aí chegaram as trocas: James Harden, Dennis Schröder, Keon Ellis… O cara teve que reinventar o sistema do zero em dois meses e meio. E funcionou.

    Vocês acham que qualquer técnico conseguiria fazer isso? Eu tenho minhas dúvidas. Atkinson mostrou uma capacidade de adaptação que poucos têm na liga.

    Pipeline de desenvolvimento

    Uma coisa que me chama atenção é como Altman destacou o desenvolvimento de jogadores jovens. Jaylon Tyson, Tyrese Proctor, Craig Porter Jr. — caras que talvez nem existissem no radar de outros times, mas que em Cleveland viraram peças importantes.

    “É fácil apontar para a derrota barulhenta e dizer: ‘Cara, todos nós queremos algumas dessas posses de volta’”, admitiu Altman. “Eu quero aquela série de volta. Mas temos que assumir isso como organização.”

    Olha, eu gosto dessa transparência. Nada de jogar a culpa só no técnico. É o time inteiro que tem que evoluir para quebrar essa barreira das finais de conferência. O Knicks mostrou que é possível — eles chegaram lá ano passado também.

    Na minha visão, Cleveland tá no caminho certo. Dois anos, duas campanhas sólidas, evolução clara do grupo. Agora é ver se conseguem dar o próximo passo em 2025.

  • Cavs querem renovar com Harden por US$ 30 mi anuais

    Cavs querem renovar com Harden por US$ 30 mi anuais

    Olha, eu confesso que não estava esperando essa. O Cleveland Cavaliers tá confiante que vai conseguir renovar com James Harden por uma extensão de vários anos girando em torno de US$ 30 milhões por temporada, segundo fontes do Marc Stein e Jake Fischer.

    Sinceramente? Acho que faz todo sentido. O Barba mostrou que ainda tem muito basquete na perna e se encaixou perfeitamente no sistema dos Cavs. Claro que não é mais aquele monstro que fazia 40 pontos toda noite em Houston, mas cara, o veterano ainda sabe jogar.

    Harden quer ficar em Cleveland

    E o mais interessante: o próprio Harden já expressou o desejo de continuar em Cleveland na próxima temporada. Isso é um baita sinal, considerando toda a novela que foi a saída dele do Philadelphia 76ers. Parece que finalmente encontrou um lugar onde se sente confortável.

    US$ 30 milhões por temporada pra um cara de 35 anos pode parecer muito, mas vamos ser honestos — quantos caras conseguem dar aquele passe açucarado que o Harden dá? O maluco ainda tem uma das melhores visões de quadra da liga.

    Sem Giannis nos planos

    Ah, e tem mais uma coisa interessante. Os Cavs aparentemente não têm interesse nenhum nos rumores de troca do Giannis Antetokounmpo porque não querem mexer no Evan Mobley. E olha, eu concordo totalmente com isso.

    Mobley é o futuro da franquia, um cara de 2,11m que defende todas as posições e tem um potencial ofensivo absurdo. Por que diabos você trocaria isso? Mesmo sendo o Giannis, né.

    Vocês acham que os Cavs estão certos em apostar todas as fichas nesse núcleo atual com Harden, Mobley, Garland e companhia? Eu acho que sim. Às vezes é melhor dar continuidade a um projeto que tá funcionando do que ficar mexendo em time que tá ganhando.

    A temporada passada mostrou que esse time tem potencial. Agora é ver se conseguem dar o próximo passo nos playoffs.

  • Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Sixers contratam Mike Gansey: a aposta ousada que pode salvar Philly

    Olha, quando eu vi essa notícia do Mike Gansey indo pros Sixers, minha primeira reação foi: “Quem?” Mas depois de dar uma pesquisada no cara, confesso que fiquei animado com essa escolha. Philadelphia finalmente tem seu novo presidente de operações de basquete, e não é qualquer um não.

    Gansey vem direto de Cleveland, onde era o braço direito do Koby Altman e GM dos Cavaliers desde 2022. E cara, o currículo do homem impressiona — 13 anos na organização, começou lá embaixo cuidando do time da G-League (na época ainda chamava D-League) e chegou até ser executivo do ano em 2017.

    O que me deixa otimista com essa contratação

    Sabe o que mais me chama atenção no trabalho do Gansey? O cara não tem medo de fazer trade arriscado. Foi ele quem ajudou a trazer o Donovan Mitchell em 2022 — uma negociação que todo mundo duvidava mas que deu super certo. E este ano ainda conseguiram o James Harden (que tá sendo um monstro em Cleveland, diga-se de passagem).

    Isso é exatamente o que Philadelphia precisa neste momento. Porque, sejamos sinceros, a situação dos Sixers tá complicada pra caramba.

    A missão impossível que o espera em Philly

    Gansey assume o lugar do Daryl Morey, que foi mandado embora depois daquela varrida vergonhosa pros Knicks nos playoffs. E olha, o cenário que ele vai encontrar não é nada fácil.

    Joel Embiid com 32 anos, $188.3 milhões garantidos pelos próximos três anos e um histórico de lesões que dá dó — o cara não consegue jogar seis jogos seguidos desde dezembro de 2023. Imaginem só. Paul George com mais de 50 milhões por temporada e idade chegando. É muita grana presa em jogadores que você não sabe se vão estar em quadra quando mais precisar.

    A única luz no fim do túnel é o Tyrese Maxey, que tá se tornando uma estrela de verdade. O garoto tem tudo pra ser o futuro da franquia, mas será que consegue carregar esse time nas costas?

    Sinceramente? Acho que Gansey vai ter que fazer escolhas bem difíceis nos próximos meses. Vocês acham que ele vai tentar trocar o Embiid ou vai apostar numa última tentativa com esse núcleo? Porque uma coisa é certa: do jeito que tá, não dá pra continuar. Philadelphia merece coisa melhor que essas eliminações precoces.

    O cara mostrou que sabe trabalhar com orçamento apertado e fazer milagres acontecerem. Agora é torcer pra ele conseguir repetir a fórmula na Cidade do Amor Fraterno.

  • Cavs perdem Gansey pros 76ers — sucesso ou dor de cabeça?

    Cavs perdem Gansey pros 76ers — sucesso ou dor de cabeça?

    Cara, quando você vê um time perdendo gente do front office para outros times da NBA, pode significar duas coisas: ou você está fazendo algo muito certo, ou você vai ter uma baita dor de cabeça pela frente. No caso do Cleveland Cavaliers, acho que é um pouco dos dois.

    O GM Mike Gansey foi contratado pelo Philadelphia 76ers como novo Presidente de Operações de Basquete. Sim, o cara que subiu na hierarquia dos Cavs desde 2012 agora vai comandar todo o basketball operations de um dos times mais tradicionais da liga.

    Do G-League ao topo da NBA

    A história do Gansey é daquelas que você tem que respeitar. O cara é de Ohio mesmo — nascido em Olmstead Falls — e depois que parou de jogar profissionalmente na Europa, resolveu começar do zero no front office. Começou no Canton Charge, que era o time da G-League dos Cavs, lá em 2012.

    Cinco anos no Charge, aí em 2017 virou assistant GM dos Cavs quando o Koby Altman assumiu as operações. Em 2022, foi promovido a general manager. Olha, subir assim dentro de uma organização NBA não é mole não. O cara claramente sabe o que tá fazendo.

    O que isso significa pros Cavs?

    Sinceramente? É complicado avaliar o impacto exato que um GM tem nos resultados de um time. Às vezes é difícil saber se uma contratação boa foi ideia dele, do Altman, ou de todo mundo junto. Mas o que eu sei é que o Gansey era muito respeitado dentro da organização.

    A expectativa é que o Brandon Weems, que hoje é assistant GM e também é de Ohio (formado pela St. Vincent-St. Mary), seja promovido internamente. Faz sentido — os Cavs gostam de manter a tradição local.

    Ano passado os Cavs já tinham perdido o Jordan Ott, que era assistant coach e virou head coach do Phoenix Suns. Agora o Gansey. É o preço do sucesso, mas também é preocupante perder tanta gente experiente assim.

    Vocês acham que essa sangria de talentos do front office pode atrapalhar os Cavs na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: quando você está indo bem, todo mundo quer levar seus melhores executivos embora.

  • 76ers contrata Mike Gansey dos Cavs como novo presidente

    76ers contrata Mike Gansey dos Cavs como novo presidente

    Finalmente! Os Philadelphia 76ers acabaram de definir quem vai comandar o front office após a saída conturbada do Daryl Morey. O escolhido foi Mike Gansey, que estava como gerente-geral dos Cleveland Cavaliers.

    Cara, essa contratação já estava no ar há uns dias. Eu mesmo tava acompanhando os rumores e parecia bem certo que ia ser ele mesmo. O cara tem uma trajetória sólida em Cleveland — começou lá embaixo na organização em 2011 e foi subindo degrau por degrau até chegar ao topo.

    De onde veio esse Gansey?

    Mike Gansey não é nenhum desconhecido no meio. O cara construiu sua reputação na liga de desenvolvimento dos Cavs e foi reconhecido como Executivo do Ano da D-League em 2017. Isso aí não é pouca coisa não.

    Em 2017 mesmo ele virou assistente do gerente-geral, trabalhando lado a lado com Koby Altman. E quando Altman subiu para presidente em 2022, adivinha quem assumiu como GM? Exato, nosso Mike Gansey.

    Olha, sinceramente acho que foi uma boa escolha dos Sixers. O cara conhece o mercado, tem experiência em montar elencos e — mais importante ainda — sabe como trabalhar com orçamento apertado e ainda assim ser competitivo.

    E agora, qual o próximo passo?

    Os 76ers tiveram uma temporada meio frustrante, né? Começaram devagar, passaram sufoco contra os Celtics (mas que virada épica aquela!), só pra depois tomar uma varridinha humilhante dos Knicks. Nada que um bom planejamento de offseason não resolva.

    A grande pergunta é: será que Gansey vai conseguir convencer algumas estrelas a virem pra Filadélfia? Porque vamos combinar, aquele time precisa de peças novas se quiser brigar de igual pra igual com Celtics e Knicks no Leste.

    E vocês, o que acham dessa contratação? Será que Gansey é o cara certo pra levar os Sixers ao próximo nível? Eu tô curioso pra ver as primeiras movimentações dele no comando.

  • Donovan Mitchell virou meme por fala mal interpretada

    Donovan Mitchell virou meme por fala mal interpretada

    Cara, o que rolou com o Donovan Mitchell nas redes sociais essa semana foi de chorar. O cara deu uma entrevista de 12 minutos pro Andscape depois da eliminação dos Cavs, mas o que viralizou foi um clip de 10 segundos totalmente fora de contexto.

    A frase que todo mundo compartilhou foi: “Podemos ganhar um anel aqui. Podemos nunca ganhar um anel aqui. Mas eu venci na vida.”

    E aí começou a paulada. Os fãs saíram chamando o Mitchell de “losers mentality”, falando que ele não tem fogo competitivo, que tá conformado com a derrota. Um cara no Twitter escreveu que se o astro do seu time falasse isso, ele ia “vomitar”. Outro disse que o Mitchell “é simplesmente um perdedor”.

    A verdade por trás da fala

    Só que — e aqui vem o plot twist — ninguém viu a entrevista completa. O Mitchell estava participando de uma série documental no YouTube chamada “Donovan Mitchell On Losing to New York”, onde ele abriu o coração sobre a temporada inteira.

    Na entrevista real, ele explicou que o objetivo da série era “dar às pessoas uma experiência única do Donovan” e mostrar que “somos seres humanos de verdade”. O cara falou sobre riqueza geracional, sobre inspirar a juventude, sobre como a NBA é um negócio.

    E olha, sinceramente? Eu entendo a frustração dele. Imagina perder pros Knicks sendo natural de Nova York. O próprio Mitchell disse que não vai conseguir escapar dessa por muito tempo — vai no açougue da esquina e o cara do balcão é torcedor dos Knicks zoando ele.

    O problema das redes sociais

    Esse episódio mostra como as redes sociais distorcem tudo hoje em dia. Pegam 10 segundos de uma conversa de 12 minutos e fazem parecer que o cara desistiu da vida competitiva.

    Na real, quando você assiste a entrevista completa, dá pra ver que o Mitchell tá machucado com a eliminação, mas também tem maturidade pra entender que basquete não é tudo na vida. Cara tem contrato de 9 dígitos, mudou a vida da família dele, realiza sonhos de criança todos os dias.

    Vocês acham que ele tá errado em ter essa perspectiva? Ou preferem jogador que só vive basquete 24/7?

    Eu acho que o pessoal exagerou na crítica. O Mitchell sempre foi competitivo — não é uma frase tirada de contexto que vai mudar isso. Mas é aquela né, na internet todo mundo é especialista em psicologia esportiva.

  • Cavs vão manter Mitchell e Harden? Altman parece convencido

    Cavs vão manter Mitchell e Harden? Altman parece convencido

    Olha, pelo jeito o Cleveland Cavaliers tá mesmo decidido a apostar todas as fichas na dupla Mitchell-Harden para a próxima temporada. E sinceramente? Eu entendo a lógica, mesmo com algumas ressalvas.

    O James Harden já disse que vai exercer sua opção de jogador e ficar 100% em Cleveland. O cara tá confortável lá, e depois de tantas mudanças de time na carreira, faz sentido ele querer estabilidade. Já o Donovan Mitchell só tem opção de jogador na temporada seguinte, então os Cavs podem estender o contrato dele agora no verão sem correr risco de perder.

    Altman confia cegamente no Mitchell

    O presidente de operações Koby Altman tá praticamente babando ovo do Mitchell. “Donovan tem sido firme em dizer o quanto ama estar aqui”, disse Altman. “Nunca houve questão se ele quer ficar ou não; a questão maior já foi respondida – ele quer ficar a longo prazo.”

    Cara, eu gosto do Mitchell, mas vamos ser realistas aqui. Quatro temporadas consecutivas nos playoffs é legal, mas será que ele realmente tem o que é preciso para ser a estrela principal de um time campeão? Quando perguntaram isso pro Altman, ele respondeu “sim” sem pestanejar. Confiança não tá faltando.

    A aposta no Harden veterano

    Sobre o Harden, Altman foi bem honesto. Eles não trocaram pelo “MVP Harden”, mas por um jogador complementar que pode estabilizar o time. “Ele ajudou a reagalvanizar o grupo; estávamos meio bambos… quando ele chegou, nos deu uma crença real e atitude”, explicou.

    E olha, os números não mentem. Os Cavs saíram 5-0 depois da chegada do Harden e chegaram às finais de conferência. Sem ele, provavelmente não teriam chegado tão longe.

    A estratégia agora é dar uma pré-temporada completa pra dupla se entrosar de vez. Pode frustrar alguns torcedores que queriam mudanças mais dramáticas, mas é a paciência que sempre marcou o trabalho do Altman.

    E vocês, acham que essa dupla tem potencial pra levar Cleveland ao título? Ou é mais do mesmo?