Tag: Cleveland Cavaliers

  • Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cara, tem coisa mais frustrante no basquete do que um time que erra tudo e fica falando que “o processo estava certo”? Porque é exatamente isso que tá rolando com o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste.

    Olha só a situação: depois de entregar uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo e perder o segundo por 109-93 (errando 26 de 35 arremessos de três!), TODO MUNDO do Cavs saiu repetindo a mesma ladainha sobre “processo”.

    O mantra do “processo”

    Técnico Kenny Atkinson? “Nosso processo estava certo, só não foi uma boa noite de arremesso.” James Harden? “Apenas não acertamos os chutes.” Donovan Mitchell? “Nosso processo estava certo.” Jarrett Allen? “Vocês vão ouvir isso várias vezes: o processo estava certo.”

    Mano, até parece disco riscado! E o mais engraçado é que os Knicks colocaram um outdoor gigante no Madison Square Garden zoando exatamente isso — uma propaganda do Nike com o Jalen Brunson e a frase “TOO MUCH TO PROCESS” (processo demais).

    Sinceramente, eu entendo a lógica deles. No segundo jogo, Cleveland teve 2 de 12 em arremessos “abertos” de três pontos e 6 de 19 nos “completamente abertos”. São chutes que normalmente eles acertam, né? Sam Merrill e Max Strus são atiradores elite que não devem repetir esse 1 de 11 de três tão cedo.

    Mas será que é só isso mesmo?

    O problema é que existe uma linha tênue entre confiar no processo e ser teimoso demais. O próprio Atkinson admitiu que “existe um ponto onde você tem que dizer ‘ok, os números não significam tanto agora, precisamos fazer algo diferente’”.

    Josh Hart, dos Knicks, mandou uma frase que eu achei genial sobre análises: “Em certo ponto, elas são como um poste para um bêbado: você pode se apoiar nelas, mas elas não vão te levar pra casa.”

    E aí, vocês acham que Cleveland tá certo em manter a fé no processo ou deveria mudar alguma coisa? Porque olhando de fora, parece que os Knicks encontraram a receita para parar esse ataque. Brunson tá comandando o show em Nova York, e se o Cavs continuar errando chutes abertos, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imaginou.

    Jogo 3 é em Cleveland no sábado. Vamos ver se o “processo” finalmente funciona ou se os Knicks vão pra cima de 3-0.

  • Channing Frye quer LeBron de volta: ‘Vai pra casa, Cleveland!’

    Channing Frye quer LeBron de volta: ‘Vai pra casa, Cleveland!’

    Olha só que ideia louca (mas que faz todo sentido): Channing Frye quer ver LeBron James voltando pra Cleveland pra encerrar a carreira onde tudo começou. E cara, eu tô aqui pensando… será que não seria épico mesmo?

    Durante o podcast The Road Trippin’ Show, o Frye soltou essa bomba quando perguntaram onde ele gostaria de ver o King jogando se rolar uma 24ª temporada na NBA. A resposta? “Volta pra Cleveland. É isso que eu quero ver. Vai pra casa. Último ano, vamos fazer isso acontecer.”

    O argumento do ex-companheiro de título

    Frye, que foi campeão junto com LeBron em 2016 naquela virada histórica contra o Warriors, tem argumentos interessantes. Na visão dele, Cleveland poderia se livrar do James Harden (que tá meio perdido mesmo) e ganhar um armador que joga em quatro posições diferentes.

    “Ele vai deixar eles mais casca grossa ou vai zoar todo mundo até serem trocados. De qualquer forma, são fatos”, disse Frye. E mano, ele tá certo – quem conhece LeBron sabe que o cara não tem paciência pra mediocridade.

    Sinceramente? Faz sentido. Os Cavs tão aí numa semifinal de conferência contra o Knicks (perdendo por 2-0, aliás), mas imagine ter LeBron de volta pra uma última dança em casa. O cara que trouxe o primeiro título da história da franquia.

    LeBron ainda tá jogando bola pra caramba

    Antes de qualquer um falar que o King já era: o cara fez 20.9 pontos, 7.2 assistências e 6.1 rebotes na temporada regular, com 51.5% de aproveitamento nos arremessos. Nos playoffs subiu pra 23.2 pontos por jogo. Com 41 anos!

    Claro que foi eliminado pelo Thunder junto com os Lakers, mas convenhamos – não foi culpa dele. O problema é que LeBron já deixou claro que só volta se for pra brigar por título. E aí fica a pergunta: Cleveland consegue montar um time competitivo pra 2025?

    Eu acho que seria poético demais. O cara que saiu de Cleveland duas vezes (uma pro Miami, outra pros Lakers) voltando pra casa pra pendurar as chuteiras onde tudo começou. Imaginem a emoção da torcida, os arrepios na Rocket Mortgage FieldHouse…

    Por enquanto não tem nada oficial sobre LeBron sair de Los Angeles. Mas essa ideia do Frye plantou uma semente na minha cabeça. E vocês, acham que seria massa ver o King encerrando a carreira em Cleveland? Ou preferem ele ficando nos Lakers mesmo?

  • Cavs em apuros? Thunder empata série e WNBA esquenta

    Cavs em apuros? Thunder empata série e WNBA esquenta

    Olha, eu não esperava que os Cleveland Cavaliers fossem estar nessa situação complicada contra o New York Knicks nas finais de conferência. 2-0 para os Knicks? Sinceramente, achei que os Cavs teriam mais resistência em casa.

    O Donovan Mitchell tá carregando o piano nas costas, mas basquete é esporte coletivo — e os Knicks estão provando isso. A defesa nova-iorquina tá sufocando as opções de Cleveland, e quando o Mitchell não consegue criar sozinho, a coisa fica feia.

    Thunder mostra que não morreu na praia

    Já no Oeste, que jogaço do Oklahoma City Thunder para empatar a série contra o San Antonio Spurs! 1-1 agora, e eu tô sentindo que essa série vai longe.

    Os caras do Thunder fizeram os ajustes necessários depois daquela pancada no primeiro jogo. Shai Gilgeous-Alexander voltou a ser o monstro que conhecemos, e a defesa coletiva funcionou muito melhor. Os Spurs vão ter que encontrar uma resposta rápida, porque o Thunder pegou confiança.

    E vocês viram como o Chet Holmgren dominou o garrafão no segundo tempo? O cara é um absurdo de talento.

    WNBA também tá pegando fogo

    Mudando de assunto, a temporada da WNBA tá esquentando de verdade. O Indiana Fever com 3-2 tá mostrando que pode incomodar, especialmente com Caitlin Clark ditando o ritmo do jogo.

    Já o Toronto Tempo (3-3) ainda tá se encontrando, mas tem potencial. A liga feminina tá cada vez mais competitiva, e isso é ótimo para o basquete como um todo.

    Sinceramente, acho que quem não tá acompanhando a WNBA tá perdendo jogos incríveis. O nível técnico subiu muito nos últimos anos.

    E aí, pessoal — vocês acham que os Cavs conseguem virar essa série, ou os Knicks vão mesmo para as finais? E no Oeste, quem leva: Thunder ou Spurs?

  • Josh Hart explode no jogo 2 e Knicks abrem 2-0 nos playoffs

    Josh Hart explode no jogo 2 e Knicks abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, que pancada foi essa dos Knicks ontem! 109-93 nos Cavaliers e agora os caras tão com 2-0 na série. Mas o grande destaque mesmo foi o Josh Hart — o mano simplesmente resolveu acabar com o jogo.

    Hart fechou com 26 pontos e 7 assistências, acertando 5 das 11 tentativas de três pontos. E olha, começou mal, perdendo os três primeiros arremessos. Mas como ele mesmo disse: “Eu estava meio frustrado, tenho treinado muito. Não estava funcionando ainda, mas eu sabia que se continuasse atirando, ia dar certo.” É essa mentalidade que separa os jogadores normais dos especiais.

    A dupla Hart-Brunson funcionando

    Jalen Brunson também fez a sua com 19 pontos, mas foram as 14 assistências dele que mais impressionaram. O cara tá distribuindo o jogo de uma forma absurda. Mikal Bridges completou o trio com mais 19 pontos.

    O técnico Mike Brown, que tinha deixado Hart no banco no jogo 1 (colocando Landry Shamet), não economizou nos elogios: “É assim que o Josh é. Ele é um gamer. Sabia o que precisava fazer para ser efetivo. Foi ótimo, decisivo.”

    Cavs não conseguiram resposta

    Do outro lado, Donovan Mitchell até tentou com seus 26 pontos, mas o time todo dos Cavs só acertou 38,8% dos arremessos de quadra. Tá complicado assim.

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavaliers, reconheceu que o problema foi não conseguir parar o Brunson: “Obviamente marcamos ele mais, mas ele achou os outros jogadores. Temos que encontrar o equilíbrio, mas 14 assistências… mérito dele.”

    Nove vitórias seguidas nos playoffs. NOVE! Os Knicks tão voando e agora são favoritos com -750 para chegar às Finais — isso dá 88% de probabilidade implícita. Sinceramente? Do jeito que Hart e Brunson tão jogando, eu não duvido nada.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem reagir jogando em casa no jogo 3? Porque do jeito que tá, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imaginava.

  • Celebridades lotam Madison Square Garden no jogo 2 Knicks x Cavs

    Celebridades lotam Madison Square Garden no jogo 2 Knicks x Cavs

    Gente, o Madison Square Garden virou praticamente um tapete vermelho ontem! Depois da vitória mágica no jogo 1, parecia que metade de Hollywood decidiu aparecer para o jogo 2 entre Knicks e Cavaliers.

    A famosa Celebrity Row estava bombando com uma galera pesada. Jason Sudeikis, Jason Bateman e Chris Rock marcaram presença, junto com os figurões de sempre: Timothée Chalamet, Ben Stiller, Tracy Morgan e o lendário Spike Lee. Cara, é isso que eu amo nos playoffs dos Knicks — não é só basquete, é um evento!

    Ben Stiller já acordou no hype

    O Ben Stiller tava tão animado que postou “LETS GO KNICKS” no X antes das 10h da manhã. Esse cara não brinca em serviço quando se trata do time dele. E olha, entendo perfeitamente — quando os Knicks tão bem, a cidade inteira vibra diferente.

    Mas o que mais me impressiona é ver as lendas do próprio time assistindo a nova geração. John Starks, Patrick Ewing, Stephon Marbury e o elegantíssimo Walt “Clyde” Frazier estavam lá, praticamente babando de orgulho. Aliás, o Starks e o Marbury quase invadiram a quadra de tanta empolgação no jogo 1 — imagina se eles entram em quadra pra comemorar? Seria épico!

    Lista VIP de dar inveja

    E não para por aí. No jogo 1, a festa já tinha sido absurda: Lenny Kravitz, Michael J. Fox com a esposa Tracy Pollan, galera de The Sopranos, Dustin Hoffman… Gente, é impressionante como os Knicks conseguem juntar essa multidão de famosos. Até o ex-prefeito Michael Bloomberg tava lá na primeira fila.

    Agora, tem uma história curiosa: o atual prefeito Zohran Mamdani preferiu sentar lá em cima — e olha, talvez tenha sido estratégico. O cara apareceu num jogo do Mets e o time emendou 11 derrotas seguidas. Coincidência? Talvez. Mas quando se trata de esporte, a gente não brinca com maldição, né não?

    Sinceramente, é isso que faz os playoffs de Nova York serem únicos. Não é só sobre basquete — é sobre toda a energia da cidade, as celebridades que cresceram torcendo pros Knicks, e essa mistura louca de esporte e entretenimento que só Manhattan consegue fazer. E vocês, acham que toda essa pressão e holofote ajuda ou atrapalha os jogadores?

  • Kenny Atkinson curva-se a Brunson: ‘Isso que grandes fazem’

    Kenny Atkinson curva-se a Brunson: ‘Isso que grandes fazem’

    Olha, eu não esperava isso do Cleveland. Depois de arrasar na temporada regular, os Cavs estão levando uma surra dos Knicks nos playoffs — e o técnico Kenny Atkinson já tá praticamente jogando a toalha.

    O Jalen Brunson simplesmente dominou o jogo 2 em Madison Square Garden. 19 pontos, 14 assistências. Quatorze! O cara leu a partida melhor que um professor de basquete. E o mais impressionante? Quando o Cleveland tentou pressionar ele, o monstro virou distribuidor.

    O elogio que dói

    Atkinson, que treinou o Brunson no passado, teve que engolir o orgulho: “Isso é o que grandes jogadores fazem, né? Eles leem o jogo, e o jogo ditou isso”. Cara, quando seu próprio técnico adversário te elogia publicamente, é porque você tá jogando MUITO.

    “Obviamente, estamos marcando mais ele, e ele achou outros caras. Temos que encontrar esse equilíbrio. Mas 14 assistências, mérito dele. Tiramos algumas opções de pontuação dele, fizemos blitz, demos diferentes marcações, e ele ainda fez as leituras certas.”

    Sinceramente? Achei meio fraco da parte do Atkinson. Tá certo que tem que reconhecer quando o adversário joga bem, mas públicamente assim… sei não.

    Josh Hart também destruiu

    Brunson não jogou sozinho. Josh Hart fez 26 pontos (recorde pessoal nos playoffs) e acertou 5 de 11 bolas de três. O cara tava numa noite inspirada — daquelas que você sabe que vai dar ruim pro time adversário.

    Os números do Cleveland foram constrangedores: 39% nos arremessos de quadra, 9 de 35 do perímetro. Nove! De trinta e cinco! É para fechar o livro e ir pra casa.

    O Madison Square Garden tava uma loucura, né? Aquela torcida é diferenciada. Quando os Knicks tão bem, o ginásio vira uma panela de pressão — e o Cleveland simplesmente não aguentou.

    E agora?

    Game 3 no sábado, em casa. Se o Cleveland não ganhar esse jogo, pode ir preparando as malas. Ninguém volta de 0-3 nos playoffs da NBA — bem, quase ninguém.

    Vocês acham que os Cavs conseguem reagir? Ou o Brunson vai continuar dando show e levando os Knicks pras Finais? Eu tô começando a acreditar que Nova York pode chegar longe mesmo.

  • Kenny Atkinson desabafa após vexame: ‘Sem energia pra acompanhar’

    Kenny Atkinson desabafa após vexame: ‘Sem energia pra acompanhar’

    Olha, eu não queria estar no lugar do Kenny Atkinson agora. O técnico do Cavs foi direto ao ponto depois de mais uma derrota pro Knicks: o time simplesmente não teve ‘juice’ suficiente pra competir. E sinceramente? Doeu ouvir isso, mas foi a mais pura verdade.

    Os Cavaliers estão numa situação que já virou marca registrada deles nos playoffs — 2 a 0 pra baixo jogando fora de casa. Só que dessa vez não é contra o Detroit mediano que depende só do Cade Cunningham. É contra um Knicks que tá voando, com nove vitórias seguidas desde a primeira fase dos playoffs. Completamente diferente.

    O colapso do terceiro quarto (de novo)

    A primeira metade até me deu esperança. O Cavs parecia ter acordado depois daquele vexame histórico no Jogo 1 — lembram? Perderam uma vantagem de 22 pontos. Estavam perdendo só por 53-49 no intervalo, totalmente no jogo.

    Aí veio o terceiro quarto e… cara, foi doloroso de assistir. Os Knicks simplesmente atropelaram, fizeram 11 pontos a mais e transformaram aquilo numa sauna. Final: 109 a 93, com direito a uma atuação coletiva absurda do time de Nova York.

    ‘Precisamos botar as pernas no lugar, pra ser sincero… definitivamente não tivemos a energia que precisávamos’, disse Atkinson na coletiva. Mano, quando o técnico fala assim, é porque a coisa tá feia mesmo.

    A diferença entre energia e execução

    O que mais me chamou atenção foi a movimentação de bola do Knicks. Foram 32 assistências em 44 cestas convertidas — isso é basquete de alto nível, gente. Enquanto isso, o Cavs tava lá com 38,8% nos arremessos de quadra e uns catastróficos 25,7% do perímetro.

    É aquela situação clássica: quanto mais o adversário acerta, mais fácil fica pra defesa se posicionar. E quando você não consegue fazer suas cestas, vira uma bola de neve que só piora.

    Vocês acham que voltar pra casa vai resolver? Porque olhando esse Knicks jogando desse jeito, não sei se apenas o fator quadra vai ser suficiente. O Cleveland precisa de muito mais que ‘juice’ — precisa de um milagre ou de uma atuação histórica dos seus craques.

    Se tem uma coisa que aprendi acompanhando esse Cavs é que eles são resilientes pra caramba. Mas mano, tá difícil de enxergar de onde vai sair a reação contra esse furacão que é o Knicks agora.

  • Schröder posta no Instagram após derrota e torcida detona

    Schröder posta no Instagram após derrota e torcida detona

    Cara, vocês viram o que o Dennis Schröder fez? O Cleveland perdeu de lavada para o Knicks ontem à noite por 109 a 93, ficou em desvantagem por 2-0 na série dos playoffs, e o alemão foi lá e postou uma foto no Instagram com a legenda “0-2”. Não é brincadeira.

    Olha, eu entendo que cada jogador lida com a derrota do jeito que consegue, mas isso aí foi de lascar. O jogo mal tinha acabado e o cara já estava no celular atualizando o placar da série. Os fãs não perdoaram nem um pouco.

    A performance que ninguém quer lembrar

    Schröder entrou no jogo como sexto homem e fez… 4 pontos, 4 rebotes e 3 assistências em 18 minutinhos. A missão principal dele era incomodar o Jalen Brunson na defesa — e até que estava indo bem até o quarto período, quando o Brunson simplesmente resolveu acabar com a festa dos Cavs.

    Dez pontos no último quarto só do Brunson. Dez! Enquanto isso, o Schröder estava lá vendo a banda passar. E depois ainda teve coragem de postar foto? Na moral, tem timing pra tudo na vida, mano.

    A internet não perdoa

    Os comentários no Instagram foram impiedosos. Um cara escreveu: “Por que você tá postando quando o time está sofrendo?” Outro mandou: “CARA, O JOGO ACABOU DE TERMINAR!”. Tem um que falou que ele atualiza o placar mais rápido que a ESPN — essa foi boa, não vou mentir.

    O mais pesado foi: “É por isso que você é trocado toda temporada”. Eitaaa! Essa doeu até em mim lendo aqui.

    Sinceramente? Cleveland já estava numa situação complicada. Perdeu uma vantagem de 22 pontos no Jogo 1 e agora está 2-0 atrás contra um Knicks que está jogando em casa e com tudo funcionando. A última coisa que o time precisava era de distração nas redes sociais.

    Vocês acham que isso afeta o psicológico do time? Porque uma coisa é certa: se o Schröder não melhorar drasticamente nos próximos jogos, essa postagem vai envelhecer muito mal. E olha que já está envelhecendo mal desde ontem à noite.

  • Mitchell nega cansaço após vexame: ‘A gente não tá cansado’

    Mitchell nega cansaço após vexame: ‘A gente não tá cansado’

    Olha, eu não sei vocês, mas depois de ver os Cavs levando uma surra de 109-93 dos Knicks no Jogo 2, a última coisa que eu queria ouvir era Donovan Mitchell falando que não estão cansados. Cara, se não é cansaço, então o que é?

    O Cleveland cavou um buraco de 0-2 no Madison Square Garden, e a performance foi de dar vergonha alheia. 39% nos arremessos de quadra? Trailing por 19 pontos? Os Knicks com Jalen Brunson e Josh Hart mandando no jogo dos dois lados da quadra?

    “Não estamos cansados”

    Quando perguntaram se o cansaço estava pesando pro time, Mitchell foi direto ao ponto: “Não estamos cansados. Não estamos cansados. Estamos prontos pro Jogo 3.” Repetiu duas vezes pra ter certeza que a galera entendeu.

    Sinceramente? Eu queria ter a confiança desse cara. Mitchell fez 26 pontos (líder do time) e 4 rebotes, convertendo 8 de 18 arremessos. Números até que decentes individualmente, mas o time como um todo… nossa.

    James Harden colaborou com 18 pontos, 6 rebotes e 2 assistências, enquanto Jarrett Allen pegou um double-double com 13 pontos e 10 rebotes. Mas não adiantou nada.

    O fantasma do Jogo 1

    A real é que os Cavs ainda estão assombrados pelo que rolou no Jogo 1. Imagina só: você tem 22 pontos de vantagem no último quarto e consegue perder na prorrogação. Na prorrogação eles fizeram apenas UMA cesta. Uma! É de cortar o coração.

    Mitchell até tentou passar confiança antes do Jogo 2, falando sobre como esse grupo estava preparado pra qualquer desafio nos playoffs. “Este grupo é ótimo porque não viemos aqui só pra ficar tipo ‘Ei!’ Vocês sacam? Nós construímos pra chegar nesse ponto.”

    Mas olhando a performance de ontem… será que construíram mesmo? Ou será que bateu aquela pressão clássica de quem nunca esteve nesse palco?

    Agora é Game 3 no sábado, no Rocket Arena. Os Cavs precisam de um milagre — ou pelo menos jogar como se realmente não estivessem cansados. Porque do jeito que as coisas estão, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

    E aí, vocês acham que Mitchell tá certo ou é só pose mesmo?

  • Brunson revela qual é a grande vantagem dos Knicks nos playoffs

    Brunson revela qual é a grande vantagem dos Knicks nos playoffs

    Mano, os Knicks tão voando. Não tem outro jeito de descrever o que essa equipe tá fazendo nos playoffs. Nove vitórias consecutivas! E o mais impressionante? Eles tão aprendendo a ganhar de jeitos diferentes a cada jogo.

    A vitória por 109-93 sobre o Cleveland na segunda partida das finais da Conferência Leste foi mais uma demonstração disso. Os Cavs tentaram de tudo pra parar o Jalen Brunson — e conseguiram, de certa forma. Só que o cara simplesmente virou playmaker e distribuiu 14 assistências. Absurdo.

    O segredo que Brunson revelou

    Depois do jogo, o armador falou algo que me chamou muito a atenção. Pra ele, essa capacidade de se adaptar é exatamente a grande vantagem dos Knicks nessa caminhada:

    “Eu acho que isso é uma vantagem pra gente, aprender a jogar de forma diferente. Vai ter momentos que um plano de jogo vai ser diferente do próximo. Conseguir se ajustar, aprender e se ajustar durante o jogo é algo que a gente precisa continuar melhorando. Mas acho que temos feito um ótimo trabalho nisso.”

    E ele tá certo, cara. Nos playoffs, principalmente numa série de sete jogos, quem não consegue se adaptar acaba sendo eliminado. Lembra do que aconteceu com os Cavs na rodada anterior? Tomaram 2-0 do Detroit (que teve 60 vitórias na temporada regular) e conseguiram virar a série. Ou seja, os Knicks sabem que não podem relaxar.

    Por que isso é tão importante

    Sinceramente, acho que essa versatilidade dos Knicks é subestimada. Eles têm um elenco que permite diferentes abordagens táticas, e o Brunson tá sendo fundamental nisso. Quando não consegue marcar como de costume, ele vira distribuidor. Quando precisa ser o cestinha, ele assume essa responsabilidade.

    Olha, eu não esperava que os Knicks chegassem tão longe assim. Quebrar um jejum de 27 anos sem finais da NBA não é brincadeira. Mas do jeito que eles tão jogando, se adaptando e crescendo durante os playoffs, quem sabe a gente não vê Nova York de volta às finais?

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível e fechar a série contra Cleveland? Com essa versatilidade toda, eu tô começando a acreditar de verdade.