Tag: Cleveland Cavaliers

  • Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Posso chamar de casa’

    Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Posso chamar de casa’

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi o Donovan Mitchell falando que quer ficar em Cleveland “pelo maior tempo possível”, meu coração de fã de NBA bateu mais forte. Cara, é raro ver um astro desse nível genuinamente apaixonado por uma cidade que não seja LA ou Miami.

    “Eu amo Cleveland”, disse Mitchell ao The Athletic. “Já falei isso antes: quero jogar aqui pelo maior tempo que conseguir.” E não é papo furado não — dá pra ver nos olhos do cara quando ele joga lá.

    O amor é recíproco (e faz todo sentido)

    Sinceramente? Cleveland acertou em cheio quando trouxe o Mitchell. O cara chegou lá e simplesmente transformou a franquia. 27.9 pontos por jogo nesta temporada, mesmo com um monte de lesão no elenco. O resultado? 52 vitórias e o 4º lugar no Leste — algo que os Cavs conseguiram apenas nove vezes na história da franquia.

    Monstro demais, né?

    E o que mais me impressiona é que não é só sobre basquete. Mitchell disse que tanto ele quanto a noiva se sentem bem em Cleveland. “É um lugar que posso chamar de casa, entende?”, falou. Isso vale ouro no mundo da NBA, onde jogador muda de time como troca de camisa.

    Os playoffs vão definir tudo

    Agora vem a parte crucial. Mitchell tem contrato até 2027-28, com uma opção de jogador em 2027 que ele provavelmente vai exercer. Os Cavs querem estender o contrato dele o quanto antes — e quando chegar a hora, vai ser um max contract absurdo.

    Mas como o próprio Mitchell disse: “O objetivo é vencer — contanto que continuemos vencendo no mais alto nível.” Ou seja: se Cleveland não conseguir brigar por título nos próximos anos, essa história de amor pode esfriar rapidinho.

    Os playoffs começam no sábado contra o Toronto Raptors. É aqui que o bicho pega de verdade. Mitchell já provou que consegue elevar o nível da equipe na temporada regular, mas nos playoffs é outra história. Vocês acham que Cleveland tem time pra ir longe este ano? Eu tenho minhas dúvidas, mas torço pra que provem que estou errado.

    Uma coisa é certa: ver um superastro genuinamente feliz numa cidade pequena como Cleveland é refrescante. Oxalá dê certo essa união — a NBA fica mais interessante quando times históricos voltam a ser relevantes.

  • Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cara, chegou a hora da verdade para o Cleveland Cavaliers. Oito anos de altos e baixos, desde a saída do LeBron, passando pela chegada do Donovan Mitchell em 2022, aquele vexame contra o Pacers ano passado… e agora com o James Harden no lugar do Darius Garland desde fevereiro.

    Sinceramente? Nunca vi esse time tão completo quanto agora. É literalmente agora ou nunca para eles — e tudo começa contra o Toronto Raptors no sábado.

    O quinteto titular que pode dar certo

    Kenny Atkinson tem uma decisão difícil pela frente, mas na minha opinião ele deveria apostar em: Harden, Mitchell, Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Olha só que absurdo: nas 75 posses que esses cinco jogaram juntos, o Cavs teve um net rating de +38.9. É uma amostra pequena, mas cara… que números são esses?

    O Harden e o Mitchell já sabemos — dupla explosiva que pode resolver qualquer jogo. Mas é na defesa que esse quinteto fica monstruoso. Wade, Mobley e Allen formam uma muralha que ninguém passa fácil. Quando esses três estão em quadra juntos, a defesa do Cavs tem rating de 99.4. Para um time que patinou defensivamente durante boa parte da temporada, apostar nos seus melhores defensores faz todo sentido.

    O banco que pode fazer a diferença

    Saindo do banco, eu escalaria Sam Merrill, Max Strus, Keon Ellis e Jaylon Tyson. Pode parecer pouco conhecido para quem não acompanha de perto, mas esses caras são peças fundamentais.

    Merrill e Strus são especialistas no arremesso de 3 e trazem aquela pegada que todo time precisa nos playoffs. O Strus principalmente — o cara já passou por playoffs importantes e sabe fazer as jogadas certas na hora H.

    Agora, o Keon Ellis virou uma revelação defensiva, monstro! O cara pressiona a bola o tempo todo, rouba um monte e ainda acerta 36% das bolas de 3. Já o Tyson foi uma das poucas coisas boas quando o Cavs estava patinando no início da temporada.

    A grande decisão: deixar Schroder de fora

    E aí, vocês concordam em deixar o Dennis Schroder fora da rotação principal? Eu sei que é polêmico, mas o alemão não tá bem desde que chegou — só 40% nos arremessos de quadra e 29% de 3.

    Claro que o Atkinson pode usar ele em momentos específicos (experiência de playoffs nunca é demais), mas como titular fixo? Acho que não rola.

    Olha, na minha visão esse Cavaliers tem tudo para fazer barulho nesses playoffs. Profundidade no elenco, estrelas no seu auge, experiência… só falta encaixar as peças certas. E começar bem contra os Raptors é fundamental — porque se bobear logo de cara, já era.

    Será que o Atkinson vai ter coragem de fazer essas escolhas? Playoffs é isso aí — hora de apostar nas cartas certas.

  • Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Allen admite que joelho ainda dói, mas garante: ‘Está melhor’

    Olha, eu vou ser sincero: quando vi o Jarrett Allen falando sobre o joelho dele após o treino de quinta, bateu uma preocupação. O cara é fundamental pro Cleveland e a gente sabe que ele vem sofrendo com lesões nesta temporada.

    “Está melhor”, foi a resposta dele quando perguntaram sobre o joelho machucado. Allen se lesionou no início de março durante a vitória contra o Detroit Pistons e, cara, deu pra perceber que ele voltou meio mancando mesmo. O pivot admitiu na época que estava jogando com dor — e quem acompanha NBA sabe que isso nunca é bom sinal.

    A real sobre as condições físicas

    Mas o que me chamou atenção foi a honestidade do Allen. Quando perguntaram se ele estaria limitado de alguma forma, o cara não enrolou:

    “Eu estaria mentindo se dissesse que espero estar 100%. Não acho que ninguém esteja 100% entrando nos playoffs. É assim mesmo.”

    Essa é a realidade crua da NBA, pessoal. Todo mundo joga machucado nos playoffs — mas tem diferença entre estar com uma fisgada e estar com o joelho pedindo arrego.

    Temporada complicada para o pivot

    E sinceramente? Foi uma temporada bem complicada pro Allen do ponto de vista físico. O cara jogou o menor número de jogos da temporada regular na carreira dele — apenas 56 partidas. Foram lesões nas mãos, nos joelhos… uma coisa atrás da outra.

    Mesmo assim, quando conseguiu jogar, mostrou serviço: 15.4 pontos e 8.5 rebotes por jogo, com impressionantes 63.8% de aproveitamento nos arremessos. Números de gente que sabe o que tá fazendo no garrafão.

    O Cleveland descobriu nesta temporada que é muito melhor time quando o Allen está em quadra e sendo protagonista. Agora a pergunta que fica é: ele vai conseguir manter esse nível nos playoffs mesmo mancando?

    Os Cavs estreiam na primeira rodada contra o Toronto Raptors no sábado à tarde. E aí, vocês acham que o Allen aguenta o tranco da pós-temporada com esse joelho machucado? Eu torço pra que sim, porque sem ele em alto nível, fica difícil pro Cleveland sonhar alto.

  • Mitchell deixa claro: quer ficar em Cleveland ‘pelo máximo de tempo possível’

    Mitchell deixa claro: quer ficar em Cleveland ‘pelo máximo de tempo possível’

    Donovan Mitchell não tá brincando em serviço quando fala sobre o futuro dele em Cleveland. O cara simplesmente deixou cristalino que não quer jogar em lugar nenhum além dos Cavaliers.

    “Eu amo Cleveland. Já falei isso antes: quero jogar aqui pelo máximo de tempo que eu conseguir. E o objetivo é ganhar — contanto que a gente continue vencendo no mais alto nível. Mas eu amo, cara. É um lugar que eu sinto que posso chamar de casa, sabe?”, disse Mitchell numa entrevista recente.

    Por que ninguém acredita nele?

    O que me chamou atenção foi quando Mitchell questionou por que o pessoal não acredita quando ele fala que curte estar em Cleveland. Cara, eu entendo a desconfiança — quantas vezes já vimos estrelas falarem isso e depois vazarem pro Lakers ou Miami? Mas olhando o contexto todo, faz sentido ele querer ficar.

    Cleveland não é exatamente um destino glamouroso como Los Angeles ou Nova York, mas os Cavs construíram algo sólido ali. Mitchell tá curtindo a parceria com James Harden no backcourt (que parceria, por sinal!) e genuinamente parece ter encontrado seu lugar na hierarquia do time.

    Os playoffs de 2026 no horizonte

    O astro dos Cavs tá animado com o potencial da equipe pra chegar nos playoffs de 2026 — e olha, se continuar nesse ritmo, dá pra sonhar alto mesmo. A química dele com Harden pode ser o combustível que Cleveland precisava pra fazer uma campanha profunda na pós-temporada.

    Sinceramente? Eu gosto de ver jogador falando assim. Mitchell parece ter abraçado Cleveland de verdade, não só de boca pra fora. E vocês, acreditam que ele realmente quer ficar por lá ou acham que é só conversa pra negociação?

    Uma coisa é certa: se os Cavs continuarem competitivos, Mitchell tem tudo pra se tornar uma lenda por lá. Cleveland merece ter uma estrela que genuinamente quer estar na cidade.

  • Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Kenny Atkinson não quer entregar quem vai ser o ala do Cavs

    Olha, eu adoro essa abordagem do Kenny Atkinson com o Cleveland Cavaliers. O cara simplesmente não quer entregar quem vai ser o titular na posição 3, e sinceramente? Acho genial.

    Os Cavs tiveram nada menos que 41 formações iniciais diferentes na temporada regular. Quarenta e uma! Isso por causa de lesões e aquelas trocas malucas no deadline que mexeram com todo mundo. E mesmo assim, com os playoffs começando no sábado, Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai completar o quinteto ao lado de James Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Estratégia ou indecisão?

    Quando perguntaram de novo na quarta-feira quem seria o ala titular, o técnico foi esperto: “Não quero falar algo agora e depois mudar”. Cara, isso é psicologia pura. Deixa todo mundo na expectativa, inclusive o adversário.

    A real é que vai depender do matchup. E olha que interessante — se o Immanuel Quickley, armador titular do Toronto Raptors, não jogar por causa da lesão no posterior, isso pode mudar completamente a estratégia dos Cavs para o jogo 1.

    Dean Wade, Max Strus, Sam Merrill e Jaylon Tyson já ganharam chances na posição durante a temporada. Cada um traz algo diferente pro jogo, e isso que é o mais legal dessa situação toda.

    Quem vocês acham que deveria começar?

    Na minha visão, essa flexibilidade pode ser a arma secreta do Cleveland nos playoffs. Imagina só — o adversário não sabe se vai enfrentar a defesa mais física do Wade, o arremesso mortal do Strus, ou a energia do Tyson?

    Como o próprio Atkinson falou: “Essa posição vai ser flexível tanto para começar quanto para terminar os jogos. Você tem que conquistar”.

    Monstro isso aí. Competição interna saudável e deixa o time sempre alerta. Só vamos descobrir mesmo quando a bola subir no sábado, e olha que nem assim tá garantido que vai ser o mesmo cara durante toda a série.

  • Mitchell e Cavaliers: tá na hora de decidir se são contenders mesmo

    Mitchell e Cavaliers: tá na hora de decidir se são contenders mesmo

    O Zach Lowe soltou uma real que tá me incomodando há um tempo: será que o Donovan Mitchell e os Cavaliers não estão virando aquele time “meio termo” que a gente vê todo ano? Sabe qual é…

    O cara foi no podcast do Bill Simmons e basicamente disse que Cleveland tá chegando naquele ponto perigoso. Não são mais uma promessa, mas também não conseguem dar o passo final pra briga pelo título. E olha, sinceramente? Ele pode estar certo.

    O exemplo que dói: os Clippers do Chris Paul

    Lowe comparou com os Clippers do Chris Paul e Blake Griffin — e essa comparação me arrepiou todo. Lembram daquele time? Sempre competitivo, sempre nas playoffs, mas sempre caindo antes da hora. Era frustrante demais acompanhar.

    “Chega um ponto que você já perdeu tantas vezes cedo demais nas playoffs, considerando o pedigree que você deveria ter, que a coisa meio que começa a desandar”, falou o Lowe. E cara, os Cavs perderam pros Pacers do Indiana na segunda rodada ano passado. Indiana! Não tô desmerecendo o time do Pacers, mas convenhamos…

    Mitchell tá fazendo a parte dele, isso é inegável. Quase 28 pontos por jogo, 5.7 assistências, arremessando 48% dos chutes e 36% das bolas de três. O monstro tá jogando muita bola, mas basquete é esporte coletivo.

    A pressão tá aumentando

    Olha só a situação: quatro playoffs seguidos desde que Mitchell chegou, que é ótimo. Mas e daí? Se você não consegue passar das primeiras rodadas, qual é o propósito? Vocês acham que o Mitchell tá satisfeito só em “participar” das playoffs?

    Eu já vi essa história antes. Time bom, estrela consolidada, mas que não consegue dar o salto. E o pior é que o tempo não para. Mitchell já tá na oitava temporada dele, não é mais aquele jovem promissor que podemos esperar “mais uns anos”.

    Os Cavs terminaram com 52 vitórias, quarto colocado no Leste. É um recorde respeitável, mas será que é suficiente? Principalmente quando você vê os Celtics dominando lá em cima e até os Knicks fazendo barulho.

    Agora é a hora de provar

    A boa notícia é que eles começam em casa contra os Raptors — e sinceramente, se não passarem dos Raptors, aí sim a conversa fica séria. Mas não pode parar por aí. Cleveland precisa de uma campanha profunda, tipo chegar pelo menos na final da conferência.

    Porque se não… bem, a gente já viu esse filme antes. E geralmente não termina bem para ninguém. Mitchell merece estar brigando por título, os fãs de Cleveland merecem algo maior, e esse time tem potencial pra muito mais do que ser só “mais um” nas playoffs.

    O que vocês acham? Os Cavaliers conseguem quebrar essa maldição ou vão virar mais um caso do “e se”?

  • Quickley se machuca antes dos playoffs – Raptors preocupados

    Quickley se machuca antes dos playoffs – Raptors preocupados

    Olha, se tem algo que ninguém quer ver é jogador se machucando bem na reta final da temporada regular. E foi exatamente isso que rolou com Immanuel Quickley dos Toronto Raptors no último jogo antes dos playoffs.

    O cara saiu de quadra com uma lesão no tendão da coxa direita – aquela clássica que deixa qualquer fã de coração na mão. Quickley vai passar por uma ressonância magnética para ver a gravidade da parada. Sinceramente? Timing não podia ser pior.

    Toronto conseguiu o que queria, mas…

    Por um lado, os Raptors tiveram quase tudo que queriam nesse último dia da temporada regular. Conseguiram se classificar como 5º colocado na Conferência Leste – posição que garante mando de quadra na primeira rodada dos playoffs. Não é pouca coisa.

    Mas aí vem essa lesão do Quickley pra estragar um pouquinho a festa. O garoto tem sido peça importante no esquema do time, especialmente vindo do banco. É aquele tipo de jogador que pode decidir uma série quando está quente.

    Resta torcer pelo tempo de recuperação

    A única notícia boa nessa história toda é que Toronto vai ter quase uma semana de descanso antes do primeiro jogo dos playoffs contra o Cleveland Cavaliers, no sábado que vem. Isso pode ser crucial pra recuperação do Quickley.

    Vocês acham que uma semana é tempo suficiente pra ele voltar 100%? Lesão no tendão da coxa é daquelas chatinhas que podem incomodar por um bom tempo se não for bem cuidada. E convenhamos – playoffs não é hora pra estar jogando no limite físico.

    O time de Toronto precisa do Quickley funcionando bem se quiser fazer barulho nesses playoffs. Vamos torcer pra que seja só um susto e ele volte em plena forma pra primeira rodada.

  • Quickley machuca e deixa Raptors na bronca antes dos playoffs

    Quickley machuca e deixa Raptors na bronca antes dos playoffs

    Olha, se tem uma coisa que todo fã de NBA odeia é lesão na reta final da temporada. E foi exatamente isso que aconteceu com Immanuel Quickley, do Toronto Raptors. O cara machucou o posterior da coxa (hamstring strain leve, pra ser mais técnico) e agora tá day-to-day — aquela situação chata onde ninguém sabe direito quando volta.

    A ressonância magnética confirmou o que todo mundo já desconfiava: não é nada grave, mas também não é brincadeira. Sinceramente, eu acho que os Raptors deram sorte de não ser algo pior, porque o jeito que ele saiu de quadra deixou todo mundo preocupado.

    Numbers que impressionam

    Vamos falar dos números do Quickley nesta temporada, que foram absurdos mesmo. O cara teve média de 16.4 pontos, 5.9 assistências (recorde pessoal dele!) e 4.0 rebotes em 70 jogos — todos como titular. Detalhe importante: ele jogou mais de 31 minutos por partida, ou seja, é peça fundamental no esquema do técnico.

    Vinte jogos com 20 pontos ou mais e oito double-doubles. Pra um cara que chegou em Toronto meio na surdina, vindouro do banco do Knicks, se estabeleceu pra caramba como armador titular. E agora justo na hora que mais precisa dele…

    Timing horrível para os playoffs

    A situação fica ainda mais complicada quando a gente lembra que Toronto vai enfrentar o Cleveland Cavaliers na primeira rodada dos playoffs de 2026. Os Cavs não são moleza não — time físico, bem treinado, e que historicamente dá trabalho nos playoffs.

    Sem o Quickley 100%, fica difícil pros Raptors. O cara virou o cérebro do time, aquele jogador que faz as coisas acontecerem quando a defesa aperta. E playoffs é justamente quando essas diferenças aparecem mais.

    Vocês acham que ele consegue se recuperar a tempo do primeiro jogo? Eu tô na torcida, porque seria uma pena perder um playoff por causa de uma lesão boba dessas. Day-to-day significa que pode ser amanhã ou pode ser semana que vem. No basquete, a gente nunca sabe.

  • Cavs fecham temporada regular com vitória tranquila sobre Wizards

    Cavs fecham temporada regular com vitória tranquila sobre Wizards

    Olha, não tinha muito suspense no último jogo da temporada regular dos Cavs, mas foi gostoso de ver mesmo assim. Cleveland fechou a temporada com uma vitória por 130-117 sobre o Washington Wizards, em casa, numa partida que foi praticamente um treino oficial pro playoff que vem aí.

    Nae’Qwan Tomlin foi o destaque da noite com 26 pontos, enquanto Tyrese Proctor saiu do banco pra meter 22. Com praticamente todos os titulares poupados, a galera da G League e os reservas tomaram conta do show — e convenhamos, foi até melhor assim pra ver quem realmente quer brigar por uma vaga.

    Wizards na fossa, Cavs se preparando

    Do lado de Washington… cara, que temporada sofrida. Eles terminaram com mais uma sequência de 10 derrotas e garantiram o pior record da NBA. Pelo menos vão ter uma pick alta no draft que vem aí, né? Jamir Watkins, Bub Carrington e Sharife Cooper (ex-Cleveland Charge) fizeram mais de 20 pontos cada um, mas não adiantou nada.

    Pra Cleveland, que já tinha garantido a vantagem de casa pelo menos na primeira rodada, o importante era mesmo dar ritmo pro pessoal que vai jogar no playoff. Jaylon Tyson, que deve ter papel importante nos playoffs, fez 18 pontos e mostrou confiança depois de ficar um tempo parado por lesão. O cara tá com 44.7% nos arremessos de 3 na temporada — quarto melhor da liga inteira. Absurdo!

    Banco em ação e olhadas no futuro

    Max Strus teve seus 10 pontos em 17 minutos, nada demais mas também sem desastres. O cara voltou de uma fratura no pé e tá oscilando bastante, então qualquer coisa positiva já é lucro antes dos playoffs começarem.

    Mas quem me chamou atenção mesmo foi o Tyrese Proctor. O garoto quase fez um triple-double: 22 pontos, 11 rebounds (liderou o time) e 8 assistências. Claro que teve 7 turnovers também, mas é esperado de um armador jovem, né? O importante é que ele mostrou por que tem futuro nessa liga.

    A galera da G League — Riley Minix, Olivier Sarr (irmão do Alex que joga em Washington, imagina só) e Tristan Enaruna — jogaram com aquela fome típica de quem quer uma chance na NBA. Todos fizeram duplo dígito em pontos e mostraram intensidade. Cleveland tem fama de ser um bom pipeline da G League pra NBA, e deu pra ver por quê.

    Playoffs chegando com desafio

    Agora é oficial: Cavs vão enfrentar o Toronto Raptors na primeira rodada dos playoffs. A boa notícia é que eles têm a vantagem de casa. A ruim? Não ganharam nenhum jogo dos Raptors na temporada regular.

    Mas calma aí — playoff é outro campeonato. E principalmente: em nenhum desses jogos contra Toronto eles tinham James Harden no elenco. Vocês acham que isso faz diferença? Eu acho que sim. O barba pode ser velho, mas experiência em playoff não se compra em farmácia.

    Enfim, 52 vitórias na temporada regular e agora é hora do que importa de verdade. Será que Cleveland consegue fazer barulho nos playoffs este ano?

  • Rockets se salvaram e Cavaliers no paraíso: quem saiu ganhando

    Rockets se salvaram e Cavaliers no paraíso: quem saiu ganhando

    Cara, que final de temporada regular! A NBA fechou as cortinas no domingo e alguns times saíram rindo da vida enquanto outros… bem, digamos que não estão muito felizes com os cruzamentos dos playoffs.

    Vou ser sincero: tem equipe que se deu BEM demais nessa história.

    Os Rockets escaparam de uma encrenca monstra

    Três semanas atrás, todo mundo no Oeste queria pegar o Houston nos playoffs. O time parecia quebrado, os Lakers estavam voando… mas olha só como as coisas mudaram.

    Os Rockets entraram nos playoffs com nove vitórias nos últimos dez jogos — um absurdo. E o melhor de tudo? Vão enfrentar justamente os Lakers, que estarão sem Austin Reaves e provavelmente sem Luka Dončić (sim, você leu certo) durante toda a série.

    O negócio é que se os Spurs tivessem vencido o Denver no domingo, Houston teria que encarar os Nuggets na primeira rodada. Imagina a diferença? Lakers desfalcados versus Nuggets completos. Os deuses do basquete foram generosos com Houston, não dá pra negar.

    Enquanto isso, tem time se lamentando

    Do outro lado, os Knicks de Nova York não devem estar muito felizes. Não é culpa deles, mas iam preferir MIL vezes pegar o Toronto na primeira rodada. Em vez disso, vão ter que lidar com o Atlanta Hawks — e cara, esse time de Atlanta tá pegando fogo.

    Trae Young não está mais por lá, mas quem acompanha lembra da série de 2021. Desde o All-Star break, os Hawks estão acertando 15 bolas de três por jogo (quinta melhor marca da liga), enquanto os Knicks são um dos piores na defesa do perímetro. Vai ser tenso.

    Já o Cleveland Cavaliers deve estar comemorando. Enquanto os Knicks pegaram o Hawks, eles ficaram com o Toronto — sem desrespeitar os Raptors, mas sinceramente, são o time mais fraco entre os classificados no Leste. E o mais importante: ficaram do lado oposto do bracket em relação ao Boston Celtics.

    Se os favoritos confirmarem, Nova York e Boston vão se matar na segunda rodada enquanto Cleveland olha para Toronto-Detroit nas duas primeiras. É um caminho bem mais tranquilo até a final de conferência, não vou mentir.

    E os Spurs perderam uma grande chance

    Olha, essa doeu. Depois do Victor Wembanyama jogar na sexta, eu realmente achei que os Spurs iam colocar ele pra jogar contra o Denver no último jogo da temporada. Tinha muito em jogo.

    Se San Antonio tivesse vencido os Nuggets, Denver cairia para o 4º lugar no Oeste. Isso significaria uma possível semifinal contra o OKC Thunder. Para os Spurs, forçar esses dois gigantes a se digladiarem seria um presente. Em vez disso, pouparam o Wemby, perderam o jogo, e agora provavelmente vão ter que passar por Denver E OKC em rodadas consecutivas pra chegar às finais.

    E vocês, acham que os Rockets vão aproveitar essa sorte toda? Ou os Lakers desfalcados ainda podem dar trabalho?