Tag: Cleveland Cavaliers

  • A virada mais absurda: como os Knicks salvaram o jogo perdido

    A virada mais absurda: como os Knicks salvaram o jogo perdido

    Cara, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks perdendo por 93-71 faltando 7 minutos e 40 segundos? Jogo acabado. Ou pelo menos era isso que todo mundo pensava.

    Eu mesmo já estava mentalmente me preparando para o Jogo 2 — do mesmo jeito que fiz depois daquela derrota humilhante pro Indiana no ano passado. Dividir em casa não é o fim do mundo, né? Mas aí aconteceu algo que eu nunca vi na minha vida assistindo basquete.

    Brunson virou um monstro

    Jalen Brunson simplesmente passou por cima de um time inteiro nos últimos 14 minutos. O cara marcou mais pontos sozinho que Cleveland inteiro nesse período. É surreal demais.

    E olha que os Knicks já tinham feito umas corridas absurdas nesses playoffs, mas conseguiram se superar: 44-11 pra fechar o jogo. Quarenta e quatro a onze! Eu sei que tem gente que prefere aquela chuva de bolas de três que o Pacers fez no ano passado, mas sinceramente? Essa virada apagou completamente a vergonha que foi perder pro Aaron Nesmith e pro Tyrese Haliburton.

    Mas como diabos eles fizeram isso?

    Não foi só questão de “finalmente acertar as bolas de três”. Os Knicks fizeram alguns ajustes táticos fundamentais que mudaram o jogo completamente.

    A principal mudança? Pararam de fazer dupla marcação na bola. Nas séries anteriores contra Hawks e Sixers, essa estratégia funcionou perfeitamente — não deixar o cara principal do time adversário respirar, mostrar em toda tela, forçar ele a tomar decisão sob pressão.

    Contra James Harden funcionou no primeiro tempo. O cara estava tomando decisões ruins, Cleveland estava errando as bolas livres que apareciam quando a movimentação deixava os Knicks em 4×3. Mas aí veio aquela sequência de seis bolas de três em sete tentativas pra fechar o primeiro tempo, e a coisa ficou feia.

    No segundo tempo, os Knicks insistiram na dupla marcação e Cleveland continuou castigando. Era impressionante ver como o Harden achava o Jarrett Allen no centro da quadra, colapsava a defesa, e sempre sobrava alguém livre no perímetro. Dennis Schroder, Max Strus, Sam Merrill — não importava quem fosse, alguém ia ficar livre.

    E quando não era bola de três aberta, era bandeja fácil. Os fechamentos desesperados nos arremessadores criavam espaços pra Donovan Mitchell e os garrafões (Allen e Evan Mobley) chegarem no aro sem resistência.

    A virada de chave veio depois da bola de três do Merrill, faltando 3:05 no terceiro quarto. Os Knicks mudaram pra marcação individual direta, e Cleveland simplesmente travou. Vocês acham que foi coincidência? Eu acho que não.

    Essa mudança tática pode ser o diferencial da série toda. Mesmo se o Sam Merrill tivesse acertado aquela bola que quicou no aro nos segundos finais, os Knicks descobriram como parar Cleveland. E isso vale ouro nos próximos jogos.

  • Brunson vira monstro e arranca vitória épica dos Knicks sobre os Cavs

    Brunson vira monstro e arranca vitória épica dos Knicks sobre os Cavs

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu no Madison Square Garden. Os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último período contra os Cavaliers e eu já tinha mentalmente desligado a TV. Final das Conferências do Leste? Parecia mais um treino do time juvenil.

    Aí o Jalen Brunson resolveu que não ia aceitar essa humilhação em casa.

    O show de horror do Brunson

    Nos últimos 12 minutos e 39 segundos (incluindo a prorrogação), o cara simplesmente destruiu tudo que apareceu pela frente. Marcou 17 dos seus 38 pontos totais e liderou uma virada de 44-11 que deixou os Cavs sem entender o que aconteceu. Final: Knicks 115 x 104 Cavaliers.

    Olha, eu vi muita coisa absurda na NBA, mas essa foi uma das maiores viradas da história dos playoffs. Times que estão perdendo por 22+ no quarto período têm um histórico de 594-1 desde 1997. Agora é 594-2, porque os Cavs entraram pra galeria dos vexames.

    E o pior? Brunson fez isso cozinhando o James Harden na defesa. Literalmente. O cara virou churrasco do armador dos Knicks.

    Harden virou tapete vermelho

    Sinceramente, deu até dó de ver. Brunson identificou que o Harden estava na defesa e simplesmente pediu pick-and-roll atrás de pick-and-roll pra atacar o cara. Foram 21 screens só no último período e prorrogação, resultando em nove isolações com média de 1.9 pontos por jogada.

    Isso é estatística de quem tá pegando doce de criança, gente.

    Enquanto Brunson acertou 8 dos últimos 10 arremessos, Harden e Donovan Mitchell juntos erraram 9 dos últimos 10. É brincadeira isso? O Mikal Bridges ainda ajudou com duas bolas de três decisivas, e o Landry Shamet empatou o jogo faltando 45 segundos com um arremesso que bateu em tudo que é parte do aro antes de cair.

    Kenny Atkinson dormiu no ponto?

    Olha, eu entendo que o James Harden tinha sido um dos melhores defensores dos Cavs nesses playoffs. Mas cara, quando tá claro que um jogador virou saco de pancada, você não tira ele de quadra?

    Kenny Atkinson disse depois do jogo: “Ele tem sido um dos nossos melhores defensores nesses playoffs. Eu confio nele. Inteligente. Boas mãos. Não pensei nisso.”

    Não pensei nisso? O cara estava sendo atacado em TODA jogada dos Knicks! (E vocês acham que o Atkinson vai conseguir ajustar isso pro Jogo 2?)

    Essa vitória vale mais que 1-0 na série. É o tipo de resultado que quebra psicológico de time. Os Cavs estavam com tudo controlado e viram 22 pontos de vantagem virarem pó em questão de minutos.

    Agora é esperar pra ver se os Knicks conseguem manter esse momentum ou se foi só uma noitada mágica do Brunson. Mas uma coisa eu garanto: ninguém vai esquecer dessa virada tão cedo.

  • Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Gente, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam mortos e enterrados — 22 pontos atrás no último quarto contra o Cleveland — e simplesmente ressuscitaram pra vencer por 115-104 na prorrogação. Foi uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs.

    O Jalen Brunson foi simplesmente monstruoso. 38 pontos no total, sendo que nos momentos mais tensos ele tomou as rédeas do time e liderou uma sequência absurda de 18-1 no quarto período. Cara empatou o jogo faltando 19 segundos. Dezenove segundos! E depois na prorrogação? Os Knicks abriram com 9-0. Cleveland nem viu a cor da bola.

    A mentalidade que fez a diferença

    Depois do jogo, Brunson falou uma coisa que me marcou: “Continue lutando. Continue roendo aos poucos. Não vamos recuperar tudo em uma posse só.” Essa mentalidade é exatamente o que separa os grandes dos medianos. E olha, eu sempre desconfiei um pouco do Brunson quando ele saiu de Dallas, mas o cara tá me provando que tem sangue de líder.

    O time todo contribuiu — Mikal Bridges com 18, Josh Hart, KAT e OG Anunoby com 13 cada. Mas foi a defesa que mudou o jogo. Como o próprio Towns disse depois: “Nossa defesa sempre foi especial nesses playoffs e foi ela que apareceu no quarto período e na prorrogação.”

    Cleveland sentiu o peso da pressão

    Do lado dos Cavaliers, dá até pena. Donovan Mitchell fez 29 pontos, jogou bem, mas não conseguiu segurar a onda. E o James Harden? Rapaz, 15 pontos com seis turnovers. Mais erros que cestas convertidas! Em jogo de playoffs das finais de conferência, isso não pode acontecer mesmo.

    Mitchell resumiu bem o sentimento: “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu.” Sinceramente, acho que o Cleveland vai sentir essa no jogo 2. Quando você tem 99.9% de chance de vitória (foi isso mesmo que mostraram as estatísticas) e perde assim, o baque psicológico é pesado.

    Vocês sabiam que essa foi a segunda maior virada de playoffs dos últimos 30 anos? Só perdeu pro Clippers que virou de 24 pontos contra o Memphis em 2012. Coisa de maluco mesmo.

    Agora é quinta-feira, jogo 2, e os Knicks são favoritos por 6.5 pontos. Com odds de -425, eles têm 81% de chance de chegar na primeira final desde 1999. E aí, acham que Cleveland consegue reagir ou os Knicks vão confirmar que essa virada não foi sorte?

  • Mitchell Robinson tem só um trabalho nas finais do Leste: ‘ser um monstro’

    Mitchell Robinson tem só um trabalho nas finais do Leste: ‘ser um monstro’

    Olha, eu confesso que estava esperando muito por essa final do Leste entre Knicks e Cavaliers. E quando a Chiney Ogwumike falou na ESPN que o Mitchell Robinson tem “só um trabalho” contra os Cavs, eu ri alto aqui em casa. Porque ela mandou a real: o cara tem que “ser um monstro nos rebotes”.

    E mano, faz todo sentido. Se você lembra da série de 2023 entre esses times, o Robinson simplesmente destroçou Cleveland no garrafão. No jogo 5 que fechou a série (vitória por 106-95), o cara pegou 18 rebotes. Dezoito! Além de 2 roubos e 3 tocos em 36 minutos. Foi um massacre completo.

    A matemática é simples demais

    A estratégia dos Knicks é bem óbvia quando você para pra pensar. Do lado de Cleveland, você tem Jarrett Allen e Evan Mobley formando uma dupla de torres que, no papel, deveria dominar o garrafão. Mas aí que tá o problema — o Mitchell Robinson é justamente o tipo de jogador que vive pra incomodar essa galera.

    Só nesta temporada, em dois jogos contra os Cavs, Robinson pegou 29 rebotes em apenas 36 minutos totais. Dezesseis desses rebotes foram ofensivos. Cara, isso é coisa de maluco. É como se ele tivesse um ímã na mão pra bola quicada.

    E o mais interessante é que, três anos depois, a narrativa continua a mesma. O Allen até evoluiu bastante — nasceu até esse apelido de “Game 7 Jarrett Allen” por causa das atuações recentes dele. Mas eu lembro que em 2023 ele mesmo admitiu que “as luzes ficaram muito brilhantes” pra ele. Será que os Knicks ainda têm essa vantagem psicológica?

    O confronto que vai decidir tudo

    Na minha opinião, essa batalha no garrafão vai ser o fator decisivo da série inteira. Porque olha só: os Knicks mudaram muito desde 2023. Trouxeram OG Anunoby, Mikal Bridges, Karl-Anthony Towns… Já os Cavs trocaram Darius Garland pelo James Harden pra completar o trio com Mitchell e Mobley.

    Mas sabe o que não mudou? Mitchell Robinson continua sendo aquele cara irritante que pega rebote em bola que nem deveria existir. E contra um time que depende tanto do Allen e Mobley pra controlar o garrafão, isso pode ser o diferencial que ninguém tá calculando direito.

    Sinceramente, eu acho que a Chiney acertou em cheio. Robinson tem mesmo só um trabalho: ser um monstro nos rebotes. Se ele conseguir repetir o que fez em 2023, os Knicks largam com uma baita vantagem nessa final. E vocês, acham que ele consegue incomodar a dupla de Cleveland de novo?

  • Mike Brown vs Kenny Atkinson: ex-colegas do Warriors vão se enfrentar

    Mike Brown vs Kenny Atkinson: ex-colegas do Warriors vão se enfrentar

    Cara, que loucura que vai ser esse confronto! Mike Brown (Knicks) e Kenny Atkinson (Cavaliers) vão se enfrentar na final da Conferência Leste, mas há apenas quatro anos eles estavam no mesmo lado da quadra, conquistando um anel juntos no Golden State Warriors.

    É surreal quando você para pra pensar. Em 2022, os dois eram assistentes técnicos do Steve Kerr e comemoraram o título dos Warriors. Agora? Estão nos bancos opostos brigando por uma vaga na final da NBA.

    Do banco do Warriors para técnicos do ano

    Desde que saíram de Golden State, os dois simplesmente decolaram. Brown foi pro Sacramento Kings e transformou um time que não via playoffs há 18 anos numa máquina — foi eleito Técnico do Ano em 2023. Atkinson pegou o Cleveland e levou os Caras para 64 vitórias na temporada passada, também ganhando o prêmio de melhor técnico.

    Mas olha só que reviravolta cruel: Cleveland era o primeiro colocado da conferência ano passado e tomou uma surra do Indiana Pacers na segunda rodada. Imagina a frustração! Um time de 64 vitórias eliminado antes de chegar na final de conferência.

    “Nós nos conhecemos bem do tempo juntos em Golden State”, disse Brown após o treino de segunda. “Ele é uma pessoa incrível e obviamente um técnico muito bom.”

    Cleveland aprendeu com a pancada

    Essa temporada foi meio conturbada pros Cavs, não vou mentir. Começaram 17-16 — uma ressaca daquela eliminação humilhante do ano passado era bem visível. Mas, cara, eles se recuperaram e chegaram na final de conferência pela primeira vez em oito anos!

    O que me impressiona é como os dois times chegaram aqui pegando jogos de sete partidas. Cleveland levou tanto o Boston quanto o Miami pro limite máximo e conseguiu virar os jogos quando tudo parecia perdido. Isso mostra o tanto que esse grupo amadureceu.

    “Kenny fez um trabalho fenomenal”, elogiou Brown. “Ele tem esses caras jogando em alto nível. Ver eles levarem ambas as séries pro jogo 7 e encontrarem força pra vencer mostra o quanto esse time tem experiência nos playoffs.”

    Sinceramente, eu não esperava que Cleveland chegasse até aqui depois daquele início ruim de temporada. Mas Atkinson — que é de Long Island e já foi assistente nos próprios Knicks — conseguiu fazer a magia acontecer.

    E aí, pessoal? Acham que esse conhecimento mútuo vai influenciar a série, ou cada técnico evoluiu tanto que não faz diferença? Uma coisa eu garanto: vai ser um jogaço ver esses dois cara a cara.

  • Knicks querem apagar trauma dos Pacers na nova final do Leste

    Knicks querem apagar trauma dos Pacers na nova final do Leste

    Cara, eu ainda lembro como se fosse ontem. Game 1 da final do Leste do ano passado, Knicks com 17 pontos de vantagem no último quarto contra os Pacers e… bom, vocês sabem como terminou essa história. Uma das maiores zebras que eu já vi na vida.

    Agora os Knicks estão de volta à final da Conferência Leste, dessa vez contra os Cavaliers, e aquele trauma de 2025 voltou à tona. E olha, sinceramente? Ainda bem que voltou. Porque esse time precisa lembrar da dor pra não repetir os mesmos erros.

    O pesadelo que mudou tudo

    Vamos relembrar rapidinho o que aconteceu: 17 pontos de vantagem no quarto período, os Pacers fizeram 23 pontos nos últimos 3:14 do tempo regulamentar, aquela bomba do Tyrese Haliburton pra empatar no finalzinho e depois mais um colapso na prorrogação. Monstro, foi de partir o coração.

    O Jalen Brunson foi direto ao ponto na coletiva: “A experiência sempre ensina muitas lições. Obviamente sabemos o que temos que fazer. Fechar jogos e fechar quartos vai ser muito importante pra gente.”

    E é verdade. Aquele Game 1 definiu toda a série. Os Knicks entraram como favoritos e saíram com a confiança destroçada. Levaram até o Game 3 pra se recuperar, mas já estavam 2-0 pra baixo.

    O problema voltou neste ano

    O mais bizarro é que eles quase repetiram a mesma coisa contra os Hawks na primeira rodada. Liderando por 18 no Game 1, deixaram Atlanta fazer 11 pontos seguidos. No Game 2? Perderam uma vantagem de 12 pontos no último quarto.

    Josh Hart falou uma coisa que eu acho que resume tudo: “Nos playoffs você nunca pode relaxar, especialmente no estilo que a NBA é jogada hoje. Você vê vantagens de 10, 15, 20 pontos desaparecerem em quatro, cinco minutos.”

    É exatamente isso. O jogo mudou, cara. Qualquer time pode fazer 15 pontos em três minutos se pegar fogo do perímetro. E os Knicks aprenderam isso da pior forma possível.

    Desde aquele susto contra os Hawks, eles mudaram completamente. Tem sido uma máquina de destruição, não dando moleza pra ninguém até o adversário levantar a bandeira branca.

    Hora da redenção

    Mais uma vez os Knicks chegam como favoritos à final do Leste. E mais uma vez eles têm tudo pra não dar bobeira — principalmente depois de tudo que passaram.

    Brunson foi honesto: “Aconteceu de novo este ano contra Atlanta. Tiramos o pé do acelerador. É algo que precisamos continuar melhorando e acho que temos melhorado, mas não podemos ficar satisfeitos.”

    Essa mentalidade é tudo. Porque uma coisa eu aprendi acompanhando NBA: trauma pode tanto destruir quanto fortalecer um time. No caso dos Knicks, parece que escolheram o segundo caminho.

    Vocês acham que eles conseguem exorcizar de vez o fantasma dos Pacers? Porque eu tô com uma boa sensação sobre esse time. Eles aprenderam na dor que na NBA, 17 pontos de vantagem não significam absolutamente nada se você relaxar por dois minutos.

  • Mitchell zoa Yankees antes da final do Leste – que monstro!

    Mitchell zoa Yankees antes da final do Leste – que monstro!

    Cara, o Donovan Mitchell é muito bom! O cara chegou na primeira final de conferência da carreira dele e ainda teve tempo de zoar o Yankees na coletiva. É esse tipo de personalidade que eu amo no basquete.

    Depois de eliminar o Detroit Pistons na segunda rodada — em mais um jogo 7, diga-se de passagem — o Mitchell tava lá falando sobre como o Cleveland ia se preparar pro Knicks na final do Leste. Normal, né? Só que quando ia saindo da coletiva, o cara soltou essa: “E meus Mets venceram o Yankees.”

    New York state of mind

    Olha, eu não sei se vocês sabem, mas o Mitchell é de Nova York e é fanático pelo Mets. O cara nunca escondeu isso, sempre falando que torce pro time azul e laranja mesmo. E convenhamos, depois dos Mets ganharem a série de quatro jogos por 3×1 contra os Yankees — com direito a walk-off em extra innings no último jogo —, o cara tinha que comemorar mesmo.

    É engraçado porque agora ele vai enfrentar justamente o Knicks, outro time de Nova York. Imagina a pressão? O cara vai jogar na casa onde cresceu torcendo, contra o time da cidade onde ele torce pro Mets. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.

    Primeira vez nas finais de conferência

    Sinceramente, acho que muita gente não dá o devido valor ao que o Mitchell conquistou. O cara foi draftado em 2017 e NUNCA tinha chegado numa final de conferência. Chegou perto algumas vezes no Utah Jazz, mas sempre dava alguma coisa errada.

    E agora? Cara, o Cleveland não chegava numa final de conferência desde a era LeBron. Dois jogos 7 nessa temporada pra chegar até aqui — isso mostra a garra desse time. Claro que são considerados azarões contra o Knicks, mas convenhamos: eles já passaram por coisa pior.

    Vocês acham que o Mitchell consegue levar o Cavs até a final da NBA? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir. O cara tem aquela mentalidade de craque que faz a diferença nos momentos decisivos.

  • Harden vai ficar? Windhorst revela a diferença dessa vez

    Harden vai ficar? Windhorst revela a diferença dessa vez

    Olha, desde que o James Harden chegou em Cleveland eu fico pensando: será que dessa vez vai dar certo? O cara já passou por Houston, Brooklyn, Filadélfia, Los Angeles… e agora tá nos Cavs tentando mais uma vez provar que ainda é aquele monstro que conhecemos.

    O Brian Windhorst, que conhece os bastidores da NBA como poucos, deu uma entrevista no rádio de Cleveland que me chamou atenção. Segundo ele, o Harden não só vai ficar — como já tem praticamente tudo acertado para renovar.

    A diferença crucial que mudou tudo

    “Eles fizeram esse negócio pensando na próxima temporada e meia, até duas temporadas. Mas os playoffs de 2026 foram uma grande parte do motivo pelo qual fizeram esse acordo”, explicou Windhorst. E aqui vem o ponto mais interessante: “Eu sei que o Harden tem seus altos e baixos, mas eles não dependem dele para ser o melhor jogador deles, e essa é a diferença entre agora e outras épocas da carreira dele.”

    Cara, isso faz TOTAL sentido. Em Houston, ele era literalmente o cara. Em Brooklyn, todo mundo esperava que ele fosse o salvador ao lado do KD e Kyrie. Agora? Ele pode ser o Harden sem a pressão absurda de carregar o time nas costas. O Donovan Mitchell que assuma essa responsabilidade.

    Renovação praticamente garantida

    Segundo Windhorst, não tem nem muito suspense. O analista afirma que “não tem como o Harden ter aprovado a trade sem ter garantias contratuais”. Faz sentido né? O cara não ia aceitar sair dos Clippers pra ficar no limbo em Cleveland.

    A situação financeira também é interessante: Harden tem uma player option de mais de 42 milhões para a próxima temporada. Sinceramente? Acho que ele aceita tranquilo, principalmente depois de chegar às finais do Leste pela primeira vez desde 2018 com os Cavs.

    E vocês, acham que o Harden finalmente encontrou seu lugar ideal? Ou será que é mais uma parada temporária na carreira dele? Game 1 contra os Knicks vai ser um bom teste para ver se essa parceria com Mitchell realmente funciona nos momentos decisivos.

  • Knicks favoritos como nunca: odds históricos para chegar à final da NBA

    Knicks favoritos como nunca: odds históricos para chegar à final da NBA

    Cara, eu tô tremendo de expectativa aqui. Os Knicks estão nas finais da Conferência Leste pela segunda vez consecutiva e as casas de apostas estão praticamente entregando a vaga para eles. Favoritos com -270 de odds — isso significa 73% de probabilidade implícita de classificação.

    Pra vocês terem uma ideia do quanto isso é absurdo: desde 1988 que o time de Nova York não era favorito assim numa final de conferência. 1988, gente! Eu nem tinha nascido quando isso aconteceu pela última vez.

    Vantagem de descanso que é de outro planeta

    E olha, não é só o elenco monstro que eles têm. Os Cavaliers vêm de um jogo 7 durissimo contra o Detroit no domingo, e agora vão ter que entrar em quadra em menos de 48 horas. Enquanto isso, os Knicks tão descansadinhos desde 10 de maio — quando meteram 144 pontos no Philadelphia e fecharam a série em 4 jogos.

    Sério, que vantagem injusta é essa? Cleveland mal teve tempo de respirar e já tem que enfrentar o Madison Square Garden pegando fogo na terça.

    Sequência histórica dos Knicks

    A situação fica ainda mais impressionante quando você para pra analisar a fase do time. Sete vitórias consecutivas nos playoffs, com uma margem média de 26 pontos por jogo. Vinte e seis pontos! Isso depois de estar perdendo por 2-1 para o Atlanta na primeira rodada.

    Na minha visão, esse time encontrou algo especial depois daquele susto inicial. E agora tá jogando um basquete que eu, sinceramente, não lembro de ver há anos em Nova York. A confiança tá lá em cima, o ataque tá fluindo e a defesa… meu Deus, a defesa tá sufocante.

    Para o primeiro jogo, os Knicks são favoritos por 7.5 pontos em casa. Vocês acham que Cleveland consegue pelo menos manter o jogo competitivo? Porque eu tô achando que vai ser mais uma goleada histórica no Garden.

    Olha, eu não quero zicar, mas se os Knicks chegarem mesmo na final da NBA (a primeira desde 1999), vai ser uma das histórias mais incríveis desta década. Nova York merece, a torcida merece, e esse time parece que tá destinado a fazer história.

  • Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente soltou uma bomba que tá dividindo a galera da NBA. Quando perguntaram se o Jarrett Allen no jogo 7 era melhor que o famoso “Game 6 Klay”, o cara nem piscou: “Game 7 JA, né mano. Ele tá 2 por 2!”

    E olha, não vou mentir — o argumento faz sentido.

    O fenômeno “Game 6 Klay” vs “Game 7 JA”

    Todo mundo conhece a lenda do Klay Thompson no jogo 6 contra o Thunder em 2016. O maluco meteu 41 pontos e cravou 11 bolas de três (recorde na época) pra salvar os Warriors da eliminação. Foi épico, absurdo, um daqueles momentos que a gente nunca esquece.

    Mas o Allen? O cara tá construindo sua própria lenda nos jogos 7. Contra o Detroit agora: 23 pontos, 7 rebotes. Contra o Toronto na primeira rodada: 22 pontos, 19 rebotes. Sabe quantos caras conseguiram fazer 22 pontos e 19 rebotes num jogo 7 desde 1996? Seis. SEIS! Allen tá dividindo essa lista com monstros como Jokić, Giannis, Kevin Garnett, Dirk e Mutombo.

    Por que Mitchell tem razão

    Sinceramente? Eu tô com o Mitchell nessa. O Klay foi sensacional naquele jogo 6, mas fazer isso DUAS VEZES em jogos 7 — os mais tensos que existem — é de outro mundo. Game 7 não perdoa, mano. É tudo ou nada, e o Allen simplesmente aparece quando mais precisa.

    E o Cleveland tá voando! Depois de passar pelo Detroit de lavada (125-94), o time tá nas finais do Leste. Será que o “Game 7 JA” vai precisar aparecer de novo? Porque pelo jeito que as coisas andam, eu não duvidaria nada.

    Vocês acham que o Mitchell exagerou na comparação ou o Allen realmente merece esse hype todo? Uma coisa é certa: se rolar outro jogo 7 e ele entregar mais uma performance dessas, aí não vai ter discussão mesmo.