Tag: Cleveland Cavaliers

  • Cavs destroem Memphis e chegam às 50 vitórias na temporada

    Cavs destroem Memphis e chegam às 50 vitórias na temporada

    Cinquenta vitórias. Cara, quando foi a última vez que vimos os Cavaliers chegarem nessa marca com tanta tranquilidade? Ontem à noite eles simplesmente atropelaram o Memphis por 142 a 126, e olha — fizeram isso descansando Mitchell e Harden!

    Evan Mobley foi o cara da noite com 24 pontos, mas quem me chamou atenção foi o Sam Merrill com 21. Esse menino tá crescendo no momento certo. E que bom ver o Jarrett Allen de volta ao quinteto titular depois de descansar contra o Indiana. 13 pontos, 2 tocos, e o mais importante: parecia estar se movimentando bem mesmo com essa preocupação no joelho.

    Banco em grande forma

    Sabe o que mais me impressionou? O banco dos Cavs. Quatro reservas em dois dígitos! Isso é profundidade, galera. Nae’Qwan Tomlin botou energia no primeiro quarto, Keon Ellis mandou uma bomba de 3 no finalzinho do segundo tempo, e até o veterano Larry Nance Jr. mostrou que ainda tem lenha pra queimar.

    Craig Porter Jr. (11 pontos, 8 rebotes, 6 assistências) e Tyrese Proctor aproveitaram os minutos extras sem Mitchell e Harden. E o Dennis Schroder? Monstro absoluto: 22 pontos e 11 assistências na armação. Quando você tem essa distribuição de pontuação, fica difícil de parar.

    Memphis sem estrutura, Cavs aproveitaram

    Olha, vamos ser justos — o Memphis estava jogando praticamente só com reservas e jogadores da G-League. Mas mesmo assim, era obrigação do Mobley dominar, e ele fez exatamente isso. 9/11 nos arremessos de quadra, com alguns movimentos no garrafão que mostraram evolução técnica. Se ele não jogasse bem contra esse time, aí sim seria preocupante.

    O mais legal é que, com os playoffs já garantidos e a quarta posição praticamente assegurada (principalmente depois do Hawks perder pros Knicks), dá pra ver que esse time tá encontrando o ritmo certo. Jogadores diferentes brilhando em momentos diferentes — isso é sinal de time bem treinado.

    Vocês acham que essa profundidade do banco vai fazer diferença nos playoffs? Porque sinceramente, eu tô começando a acreditar que esses Cavs podem incomodar muito mais gente do que o pessoal imagina. Próximo jogo é contra o Hawks em casa — pode ser prévia da primeira rodada dos playoffs. Vai ser interessante.

  • Schröder arrebenta com double-double e Cavs vencem mais uma

    Schröder arrebenta com double-double e Cavs vencem mais uma

    Olha, eu confesso que não esperava muito do Dennis Schröder quando ele chegou em Cleveland, mas o cara tá me fazendo engolir minhas palavras. Ontem contra o Memphis, o alemão mandou um double-double monstro — 22 pontos e 11 assistências — que ajudou os Cavs a emplacarem a terceira vitória seguida.

    E cara, que jogo foi esse! Cleveland saiu perdendo por 17 pontos (17!), mas conseguiu virar o placar numa recuperação épica. O time tá jogando um basquete coletivo absurdo, mesmo sem Mitchell e Harden em quadra.

    Schröder finalmente encontrou seu lugar

    Sinceramente, sempre achei que o Schröder funcionava melhor como armador titular do que saindo do banco. E ontem ele provou isso de novo — 8/12 nos arremessos e distribuindo bola como um maestro. O alemão não é o mais consistente do mundo, mas quando ele tá inspirado… nossa, que diferença faz.

    A questão é: será que ele consegue manter esse nível quando os titulares voltarem? Porque uma coisa é certa — os Cavs vão precisar de toda essa profundidade no playoffs.

    Mobley aproveitou o matchup favorável

    Evan Mobley teve uma noite tranquila, convertendo 9 de 11 tentativas para 24 pontos. O garoto tá cada vez mais maduro no ataque, sabendo quando atacar e quando criar para os companheiros. Única crítica? Poderia ter forçado mais — com o jeito que estava jogando, facilmente chegaria aos 30.

    Jarrett Allen também fez a sua parte com 13 pontos e 9 rebotes, mesmo ainda sentindo o joelho. A enterrada com drible pelas costas que ele mandou foi de arrepiar. É isso que eu amo no basquete — esses momentos que te fazem levantar do sofá gritando.

    Banco em grande forma

    Keon Ellis tá numa fase impressionante — 19 pontos e 8 assistências, sendo que fez 16 só no primeiro tempo. O cara simplesmente resolveu o jogo na primeira metade, ajudando a virar aqueles 17 pontos de desvantagem.

    E não posso esquecer do Sam Merrill, que cravou 21 pontos sendo decisivo no terceiro quarto, quando Cleveland realmente disparou no placar. O contrato que ele assinou no meio da temporada tá se pagando sozinho.

    Craig Porter Jr. também merece destaque — 11 pontos, 8 rebotes, 6 assistências, 2 roubos e 2 tocos. Esse moleque faz de tudo um pouco e é exatamente o tipo de jogador que você quer ter no playoff: aquele que não aparece na ESPN mas ganha jogos.

    Vocês acham que esse Cleveland tem condições de incomodar no playoffs? Porque do jeito que o banco tá jogando, qualquer adversário vai ter que suar a camisa pra eliminar esses caras.

  • Grizzlies fazem história com 29 bolas de 3, mas Cavs vencem mesmo assim

    Grizzlies fazem história com 29 bolas de 3, mas Cavs vencem mesmo assim

    Gente, o que aconteceu em Memphis ontem à noite foi simplesmente surreal. Os Grizzlies IGUALARAM o recorde histórico da NBA com 29 cestas de três pontos em uma única partida. Vinte e nove! Mas mesmo assim perderam pros Cavaliers por 142-126. Como é que isso é possível?

    Olha, eu já vi muito basquete na minha vida, mas uma coisa dessas é de outro mundo. Todos os nove jogadores do Memphis que entraram em quadra acertaram pelo menos uma de três. TODOS. O cara que quebrou o recorde da franquia foi o Adama Bal, que cravou a 28ª bola de três faltando 3:25 para o fim e ainda mandou mais uma depois.

    Cavs mostraram por que são candidatos

    Mas os Cavaliers não estão brincando não. Evan Mobley comandou com 24 pontos, Dennis Schroder fez um double-double absurdo (22 pontos e 11 assistências) e Cleveland mostrou a maturidade de quem chegou nas 50 vitórias pela segunda temporada seguida.

    O mais impressionante? Cleveland estava perdendo por 17 pontos no primeiro tempo! Aí os caras fizeram uma virada de 31-12 e foram pro intervalo ganhando 68-64. Sam Merrill ainda deu uma cravada na moral com uma cesta sobre a linha de fundo com 0.3 segundos no terceiro quarto.

    Defesa importa mais que arremesso histórico

    Sinceramente, isso aí mostra o que eu sempre falo: basquete não é só fazer cesta. Memphis acertou 29 de 59 tentativas de três (49% de aproveitamento!), mas a defesa foi um queijo suíço. Não adianta fazer história no ataque se você não consegue parar ninguém do outro lado.

    O Olivier-Maxence Prosper fez 24 pontos pelos Grizzlies, Dariq Whitehead e o tal do Bal fizeram 20 cada um saindo do banco. Mas Cleveland respondeu na mesma moeda: Merrill com 21, Keon Ellis com 19…

    E olha a situação: Donovan Mitchell e James Harden nem jogaram! Era o segundo jogo seguido pros Cavs e o técnico poupou os principais. Imagina se esses dois monstros tivessem em quadra?

    Agora me diz uma coisa: vocês acham que esse recorde dos Grizzlies vai durar muito tempo? Com o jeito que o basquete moderno tá indo, não me surpreenderia se alguém fizesse 30 ou mais ainda nesta temporada. Que loucura é essa NBA de 2026!

  • Cavs vence Grizzlies mas sofre RECORDE histórico de 3 pontos

    Cavs vence Grizzlies mas sofre RECORDE histórico de 3 pontos

    Cara, o Cleveland tá numa pegada estranha esse ano. Ganha o jogo contra o Memphis — terceira vitória seguida — mas toma um banho de bola de três que entrou pra história da NBA. Os Grizzlies acertaram 29 arremessos de 3 pontos em 59 tentativas. Vinte e nove! É empate do recorde histórico da liga.

    Sinceramente, eu não sei se rio ou choro com esse Cavs. O time tá jogando bem ofensivamente, tem jogadores aparecendo do nada pra salvar a pátria, mas a defesa de perímetro… meu amigo, tá um buraco.

    Keon Ellis simplesmente resolveu jogar basquete

    O grande destaque mesmo foi o Keon Ellis. O cara teve 48 horas absurdas — primeiro destruiu Indiana acertando 3 de 7 do perímetro, e ontem fez 16 pontos com mais três bombas só no primeiro tempo contra Memphis.

    Mas olha, o que mais me impressionou foi ver o Ellis atacando a cesta. Teve uma jogada que ele saiu da linha de fundo e mandou uma enterrada de lado que até eu fiquei de boca aberta. O técnico do Memphis pediu tempo na hora — eu faria a mesma coisa, não vou mentir.

    Esse cara tá mostrando um lado que a gente nem sabia que existia. Ele sempre foi bom no perímetro e roubando bola, mas agora tá usando essa envergadura toda pra atacar também. Multifacetado assim que é bom.

    Jarrett Allen com os dribles mais filthy do ano

    O Allen… cara, quando esse monstro tá em quadra tudo fica mais fácil. E ontem ele mostrou por que é o coração desse Cavs.

    A jogada da noite foi uma por trás das costas que terminou numa enterrada violenta. Um pivô de 2,08m fazendo isso. Absurdo demais. E não foi só essa — ele teve um toco sensacional no primeiro tempo que virou assistência pro próprio Allen fazer a cesta com falta sofrida.

    É isso que faz a diferença. Allen não é só o cara que pega rebote e faz a cesta fácil — ele consegue criar as próprias jogadas quando precisa.

    Os heróis improváveis voltaram

    Nae’Qwan Tomlin e Craig Porter Jr. foram fundamentais no começo da temporada quando o Cavs tava patinando. Depois meio que ficaram esquecidos no banco, mas ontem… voltaram com tudo.

    O Tomlin foi uma máquina no rebote — 4 ofensivos e 9 no total. Aquela energia que salvou o Cleveland nos primeiros meses. O cara simplesmente não aceita um não como resposta, vai atrás de toda bola.

    Já o Porter Jr. continua sendo esse fenômeno da natureza. O comentarista da ESPN chegou a chamar ele de “pequeno Wemby” — olha, é loucura falar isso, mas… será que tá tão errado assim? O cara tem 1,85m e pega rebote que nem um garrafão, teve 2 tocos e 2 roubadas ontem.

    Porter é tipo um pivô preso no corpo de armador. Diferentão, mas funciona.

    Agora me falem uma coisa: vocês acham que esse Cavs consegue manter esse ritmo ofensivo se não resolver a defesa de três pontos? Porque 29 bolas de três do adversário é coisa de maluco, gente. Memphis era apenas o 21º melhor time no perímetro da liga — e fez isso.

    É vitória, mas com gosto de preocupação. Esse buraco na defesa vai cobrar a conta nos playoffs, tenho certeza.

  • Cavs x Grizzlies: Quem sobra no banco vai decidir esse jogo

    Cavs x Grizzlies: Quem sobra no banco vai decidir esse jogo

    Olha só que situação interessante temos hoje: Cavaliers e Grizzlies se enfrentando pela segunda vez consecutiva, só que agora os dois times estão literalmente no osso. É aquele tipo de jogo que a gente adora ver — quando os caras que normalmente esquentam banco têm que mostrar serviço.

    Do lado de Cleveland, sem Donovan Mitchell, James Harden e Max Strus. Três peças importantes fora, mas pelo menos Sam Merrill, Jarrett Allen e Evan Mobley estarão em quadra. E sinceramente? Mobley sozinho já é capaz de resolver muita coisa no garrafão.

    O banco vai ser protagonista

    Memphis também tá numa situação parecida — time todo desfalcado. Isso significa uma coisa: os jogadores que raramente têm chance de brilhar vão ter que assumir a responsabilidade. Sabe aquele cara que você mal lembra o nome? Pois é, hoje pode ser a noite dele.

    Esse tipo de jogo sempre me deixa curioso. Às vezes rola cada surpresa que a gente fica de queixo caído. Um cara que mal jogava 10 minutos por jogo de repente faz 25 pontos e você pensa: “cara, onde esse monstro tava escondido?”

    Mobley pode dominar

    Se tem uma coisa que eu apostaria nesse confronto é no Evan Mobley assumindo o protagonismo. O garoto tem tudo pra destruir hoje — altura, técnica e aquela vontade de mostrar que merece mais destaque. Com tantos desfalques, ele vai ter liberdade total pra jogar o seu basquete.

    Jarrett Allen também não é brincadeira no garrafão. Os dois juntos podem criar uma muralha que vai dar trabalho pros Grizzlies, que já estão com problemas de elenco.

    E aí, o que vocês acham? Quem vai surpreender nesse jogo de “reservas”? Eu tô com uma sensação que vamos ver umas jogadas absurdas hoje. Às vezes é justamente nesses jogos meio esquecidos que rolam os melhores momentos da temporada.

    Uma coisa é certa: quem ganhar hoje vai ser na raça mesmo.

  • Cavs correndo contra o tempo: Wade e Tyson ainda machucados

    Cavs correndo contra o tempo: Wade e Tyson ainda machucados

    Olha, a situação tá ficando tensa em Cleveland. Com uma semana só pra acabar a temporada regular, os Cavs ainda tão esperando dois caras super importantes voltarem: Dean Wade e Jaylon Tyson. E sinceramente? Tá na hora de começar a se preocupar.

    O Wade machucou o tornozelo de uma forma que só ele mesmo — tropeçou em cima de um gandula durante o aquecimento contra o Miami Heat no dia 25 de março. Cara, imagina a cena. Você tá lá se preparando pro jogo e PAM, machuca no aquecimento pisando no pobre do garoto.

    Wade mostrando progresso, mas…

    Kenny Atkinson falou que o Wade tá melhorando: “Eu vi o Dean treinando ontem. Foi um treino um-contra-um, mas ele tava se movendo na velocidade de jogo, então é um progresso grande.” Mas o técnico também deixou claro que ainda precisa testar o cara num três-contra-três, quatro-contra-quatro. Ou seja, ainda não tá 100%.

    E olha, eu entendo a cautela. Wade é peça fundamental nesse time dos Cavs, especialmente na defesa. Mas com o tempo escorrendo assim, cada dia conta.

    Tyson – a revelação que não pode parar

    Agora o Jaylon Tyson… cara, esse moleque tá tendo uma temporada absurda. Contusão no dedão do pé esquerdo (bone bruise, pra ser mais preciso), mas vejam os números: 13.1 pontos e 5.1 rebotes por jogo. E pasmem — 45.5% do perímetro!

    Quarenta e cinco vírgula cinco por cento de três, gente. Pra um cara que ninguém via como ameaça de arremesso. Isso é eficiência de monstro. Por isso que ele não pode ficar de fora dos playoffs.

    “Jaylon tá na quadra, provavelmente ainda não na velocidade de jogo, então talvez um ou dois passos atrás do Dean”, disse o Atkinson. “Ainda tem uma dorzinha, mas eu adoraria pensar que ele vai estar pronto pros playoffs.”

    Tempo é tudo agora

    A matemática é simples: último jogo da temporada regular no dia 12 de abril. Depois disso, uma semana pra descansar e se recuperar antes dos playoffs começarem no fim de semana seguinte.

    Uma semana. Será que dá tempo pros dois voltarem 100%? Na minha opinião, dá sim, mas vai ser no sufoco. E vocês, acham que os Cavs conseguem ir longe nos playoffs sem esses dois jogando no seu melhor?

    Porque uma coisa é certa: se querem brigar de verdade, precisam de todo mundo disponível. Não dá pra bancar de herói machucado em abril.

  • Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Cavs ainda não sabem quem será o ala titular nos playoffs

    Olha, se tem uma coisa que tá deixando todo mundo ansioso em Cleveland é essa indefinição no quinteto titular dos Cavaliers. A duas semanas dos playoffs, Kenny Atkinson ainda não bateu o martelo sobre quem vai ser o ala titular da equipe. E sinceramente? Isso me deixa um pouco preocupado.

    A situação é complicada mesmo. Depois de mexer tanto no elenco na trade deadline de fevereiro — incluindo a chegada bombástica do James Harden —, o time ainda tá tentando se entender em quadra. É como montar um quebra-cabeça gigante faltando pouquíssimo tempo.

    Cinco candidatos, uma vaga

    Atkinson foi bem direto quando perguntaram se Max Strus seria o titular fixo: “Não”. A posição vai ser flexível, e segundo o técnico, “você tem que conquistar a vaga”. Na minha opinião, isso tanto pode ser uma estratégia inteligente quanto um sinal de que ninguém realmente se destacou.

    Os candidatos são cinco: Max Strus, Dean Wade, Sam Merrill, Jaylon Tyson e Keon Ellis. Cada um com suas características, mas nenhum conseguiu cravar de vez a posição ao lado do quarteto base: Harden, Donovan Mitchell, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Os números até existem, mas são meio irrelevantes pela amostra ridiculamente pequena. Wade teve um net rating de +23.2, Merrill chegou aos absurdos +55.3, mas estamos falando de 56 e 38 posses respectivamente. É muito pouco pra tirar qualquer conclusão séria.

    O problema Harden

    E tem outro detalhe que me chama atenção: Atkinson ainda tá descobrindo como usar o Harden da melhor forma. O cara chegou há pouco tempo e domingo fez apenas seu 24º jogo pelos Cavs. O técnico até admitiu que anda estudando vídeos antigos do Barba — dos tempos de Houston, Clippers, até dos Nets.

    “Estou roubando jogadas pós-timeout de Houston, vendo como era o espaçamento nos Clippers”, disse Atkinson. Cara, isso é preocupante a duas semanas dos playoffs, não acham?

    É uma situação delicada. Cleveland apostou todas as fichas no talento individual para resolver os problemas, mas basquete é sobre química também. E química leva tempo pra desenvolver — tempo que eles meio que não têm mais.

    Apostando no talento

    Por outro lado, quando o quarteto base joga junto, os números são monstruosos: 121.2 pontos por 100 posses no ataque (88º percentil) e apenas 100.6 sofridos na defesa (100º percentil). O net rating de +20.6 é coisa de outro planeta.

    O problema é que foram só 165 posses juntos. Pra vocês terem uma ideia, isso é menos de 4 jogos completos de dados.

    Atkinson até tentou soar otimista, falando que “é um bom problema ter opções”, mas eu não sei se compro essa. Nos playoffs, você precisa de certezas, de um quinteto que se conhece de olhos fechados. E os Cavs claramente ainda não têm isso.

    Vai ser interessante ver como essa indefinição vai se resolver quando a pós-temporada começar de verdade. Torço pra que o talento individual realmente resolva, porque se não resolver, pode dar ruim pro lado de Cleveland.

  • Thomas Bryant salvou o Cavs — e a gente viu magia acontecer

    Thomas Bryant salvou o Cavs — e a gente viu magia acontecer

    Cara, que noite foi essa dos Cavaliers! 117-108 contra o Pacers, mas o placar meio que mentiu a história toda. O jogo foi bem mais complicado do que parece no papel.

    O destaque absoluto? Thomas Bryant. Bicho resolveu fazer a diferença logo na primeira como titular pelos Cavs. E olha, quando eu digo que ele fez a diferença, é porque realmente fez mesmo — 14 pontos, 10 rebotes, e uma energia que contagiou todo mundo em quadra.

    O discurso misterioso no vestiário

    Agora, a parte mais curiosa de toda essa história: o Bryant falou algo no vestiário antes do jogo que aparentemente botou todo mundo pra cima. Nem ele, nem o Harden, nem o Mitchell quiseram contar o que foi. “Não vou falar isso”, disse o Bryant quando perguntaram.

    Sinceramente, eu tô morrendo de curiosidade pra saber o que foi. Mas funcionou, né? Às vezes um discurso na hora certa vale mais que qualquer esquema tático.

    Kenny Atkinson, o técnico, até brincou dizendo que o Bryant joga assim até em treino recreativo. “Se a gente for jogar um rachão amanhã no CT, ele vai jogar do mesmo jeito. Vai falar, gritar…” E complementou: “Mas é bom ter um jogo assim contra o ex-time.”

    Cavs desfalcados, mas Mitchell monstro

    O Cleveland tava praticamente de cueca, gente. Sem Evan Mobley, sem Jarrett Allen (poupados no back-to-back), sem Sam Merrill, Dean Wade e Jaylon Tyson machucados. Cinco caras importantes fora — basicamente metade do time titular e a profundidade do banco.

    Donovan Mitchell decidiu que ia carregar o piano nas costas. 38 pontos de pura classe, sendo 14-18 nos arremessos na área pintada. O cara simplesmente não errava quando chegava perto da cesta: 10-12 no garrafão. Absurdo.

    O único susto foi uma torcida no tornozelo no final do jogo, mas ele garantiu que tá tudo certo. Espero que seja verdade, porque sem o Mitchell nesse nível, os Cavs não chegam onde querem nos playoffs.

    Defesa preocupante (de novo)

    Agora, vamos falar sério: tá me preocupando essa defesa dos Cavs. O Pacers tem um dos piores registros da liga e ainda por cima só trouxe nove jogadores — dois deles com contratos bidirecionais. Mesmo assim, conseguiram criar problemas pro Cleveland.

    Essa lentidão defensiva tá virando marca registrada, e não da boa. Comunicação falha, jogadores levantando as mãos frustrados depois que a bola já passou pelo aro… Já vi esse filme algumas vezes nas últimas semanas, independente de quem tá em quadra.

    Pelo menos no último período eles acordaram pra vida. Só 17 pontos concedidos no quarto final, com Larry Nance Jr., Tomlin e Craig Porter Jr. entrando pra mudar o ritmo do jogo. Atkinson mandou a real: “Foi esse grupo que mudou tudo.”

    E vocês aí, acham que esse Cavs consegue chegar longe nos playoffs com essas oscilações defensivas? Ou o Mitchell sozinho consegue carregar esse time?

  • Cavs dormem 3 quartos e acordam no final pra bater os Pacers

    Cavs dormem 3 quartos e acordam no final pra bater os Pacers

    Cara, eu já perdi a conta de quantas vezes os Cavaliers fizeram isso essa temporada. Dormir no jogo por três quartos e depois acordar como se fosse a final do mundo no último período. Ontem à noite não foi diferente — perdendo por 3 no intervalo, tomaram 33 pontos no terceiro quarto dos Pacers e aí… BAM! Seguraram Indiana em apenas 17 pontos no quarto final e ganharam de 117 a 108.

    E olha que dupla absurda no garrafão de trás: Donovan Mitchell com 38 pontos (16/27 do campo — uma eficiência monstruosa) e James Harden contribuindo com 28. Mitchell ainda pegou 6 rebotes e deu 6 assistências. Sinceramente? Performances assim me lembram por que ele tá entre os melhores da liga.

    O problema não é o Mitchell jogar demais

    Mas vamos combinar uma coisa — por que diabos o Cleveland precisa do Mitchell fazer quase 40 pontos pra bater um time dos Pacers que literalmente tá jogando com o banco todo? Indiana nem disfarça que quer ficar mal na fita pra pegar uma boa posição no draft. Obi Toppin e Micah Potter fizeram 21 cada um, mas convenhamos, não deveria ser páreo.

    E ainda teve aquele susto no final quando o Mitchell pisou meio torto depois de um arremesso de 3. Ele disse que tava tudo certo depois, mas com os playoffs chegando em 13 dias e Cleveland praticamente garantido em quarto no Leste… será que não é hora de poupar o cara?

    Sem Mobley e Allen, improvisação total

    Os Cavs jogaram sem Evan Mobley e Jarrett Allen — duas peças fundamentais do garrafão. No lugar deles, Max Strus e Thomas Bryant se viraram como puderam: 18 pontos, 17 rebotes e 7 assistências combinados. Não é ruim, mas o Strus passou longe do seu melhor dia (1/10 do campo, -8 no +/-).

    Kenny Atkinson já avisou que não tá decidido se o Strus vai continuar como titular. E depois dessa performance, faz sentido. A boa notícia é que Jaylon Tyson deve voltar pros playoffs, embora ainda esteja “atrás” do Dean Wade na recuperação.

    O banco até que funcionou legal — Craig Porter, Larry Nance Jr. e Dennis Schroder jogaram pelo menos 20 minutos cada. O +/- combinado deles foi de +27, que não é brincadeira. Destaque pro Nance, que teve 22 minutos em quadra — o maior tempo dele desde novembro.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse ritmo maluco de ‘dormir e acordar’ nos playoffs? Porque contra Atlanta (que deve ser o adversário na primeira rodada) pode não rolar essa moleza toda…

  • Mitchell explode com 38 pontos e Cavs garantem vantagem em casa

    Mitchell explode com 38 pontos e Cavs garantem vantagem em casa

    Gente, o Donovan Mitchell simplesmente resolveu o jogo ontem à noite. 38 pontos numa performance absolutamente monstruosa contra os Pacers, com direito a 23 pontos só no segundo tempo. O cara literalmente pegou o time nas costas quando mais precisava.

    Os Cavaliers venceram por 117-108 e praticamente selaram a vantagem de mando de quadra nos playoffs. Sinceramente? Não esperava uma atuação tão dominante assim, ainda mais considerando que Cleveland poupou praticamente todo o quinteto titular — Jarrett Allen, Evan Mobley e Sam Merrill ficaram no banco.

    Harden também mandou ver

    E não foi só o Mitchell que brilhou não. James Harden contribuiu com 28 pontos e 7 assistências, mostrando que ainda tem muito basquete pra dar. Thomas Bryant, no primeiro jogo como titular na temporada, fez um double-double bacana: 14 pontos e 10 rebotes.

    O mais impressionante é que os Cavs só tomaram a liderança no terceiro quarto. Ficaram atrás no placar a partida toda, mas quando resolveram acelerar no último período… cara, foi um show à parte. Mitchell acertou 16 de 27 arremessos — eficiência de All-Star mesmo.

    Pacers desfalcados, mas deram trabalho

    Do lado de Indiana, a situação tá complicada. Pascal Siakam e Ben Sheppard machucados, time com apenas 9 jogadores em uniforme e sem seus cinco principais pontuadores. Mesmo assim, Obi Toppin fez 21 pontos (recorde na temporada) e Micah Potter contribuiu com 21 e 12 rebotes.

    O destaque ficou pra Jalen Slawson, que fez carreira-high com 19 pontos. Maluco acertou 4 bolas de três só no primeiro tempo e ajudou Indiana a abrir 47-35 no segundo quarto. Por um momento pensei: “será que os Pacers vão surpreender?”

    Mas aí que tá — Cleveland tem 49-29 de campanha e está a apenas uma vitória de garantir a vantagem de jogar em casa na primeira rodada dos playoffs. Com quatro jogos restantes, eles têm 4 vitórias de vantagem sobre o Atlanta Hawks.

    E vocês, acham que esse Cavaliers tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com Mitchell jogando nesse nível e Harden ainda produzindo, eu tô começando a acreditar nesse time.