Tag: Cleveland Cavaliers

  • Knicks voltam após 9 dias parados: será que a ferrugem atrapalha?

    Knicks voltam após 9 dias parados: será que a ferrugem atrapalha?

    Cara, 9 dias sem jogar. NOVE! Os Knicks ficaram essa eternidade esperando os Cavaliers despacharem os Pistons para finalmente começar a Final do Leste, e agora a pergunta que não quer calar: será que essa parada toda vai atrapalhar ou ajudar?

    “É hora de ir”, disse Jalen Brunson na segunda-feira, mas dá pra sentir aquela tensão no ar. Mike Brown, técnico dos Knicks, foi bem direto quando perguntaram se ele tava preocupado com a equipe perdendo o ritmo: “Você se preocupa com todas essas coisas”.

    Mas olha, tem um lado positivo nisso tudo. Enquanto os Knicks descansavam, Cleveland jogou 14 partidas em 30 dias. É muita porrada, né? A questão é se o descanso vai compensar a possível ferrugem.

    OG Anunoby de volta — que alívio!

    A notícia boa é que OG Anunoby tá 100% recuperado da lesão no posterior da coxa e já treinou normalmente segunda-feira. O cara perdeu os dois últimos jogos da varredura contra o Philadelphia 76ers, então ter ele de volta é fundamental. Sinceramente, sem o OG a defesa dos Knicks fica bem mais vulnerável.

    Josh Hart comentou que obviamente eles preferiam uma parada de 3-4 dias, não 9. “Você tá num bom ritmo, aí tem que sentar e esperar”, reclamou. E eu entendo a frustração — momentum é tudo nos playoffs.

    O problema dos quatro All-Stars de Cleveland

    Agora vem a parte complicada. Brown foi cirúrgico na análise: “Eles têm quatro All-Stars no elenco”. Donovan Mitchell, Evan Mobley, Jarrett Allen, e o James Harden que chegou em fevereiro numa troca que mudou tudo.

    Mano, ter o Harden como QUARTO All-Star é sacanagem, né não? O cara ainda arma jogo e marca pontos mesmo aos 37 anos. E Mitchell jogando em casa no Madison Square Garden… isso pode ser inspirador ou pressão extra, vai saber.

    A estratégia dos Knicks é clara: fazer esses caras trabalharem em todas as fases do jogo. “Queremos que todos eles, especialmente os armadores, trabalhem o máximo possível”, explicou Brown. Mas ele foi esperto em dizer que o foco principal não é parar ninguém específico, e sim conseguir os melhores arremessos possíveis.

    O Garden vai pegar fogo

    Com vantagem de casa conquistada após Detroit ser eliminado, os Knicks vão poder contar com aquela energia única do MSG. Brunson foi emotivo falando sobre isso: “Significa tudo pra mim. Este lugar fez maravilhas por mim e minha família”.

    Josh Hart mandou a real sobre a torcida: “Os fãs dos Knicks sempre aparecem e mostram amor. Definitivamente é a melhor atmosfera da liga”. E olha, quem já viu um jogo decisivo no Garden sabe que não é exagero.

    Vocês acham que esses 9 dias de descanso vão ser mais prejudiciais que benéficos? Eu tô dividido, mas apostando que a energia da torcida vai compensar qualquer ferrugem inicial. Esse Cleveland tá monstro, mas os Knicks em casa são outro nível.

  • Mitchell e os Cavs dominam no Game 7 e vão pras finais do Leste

    Mitchell e os Cavs dominam no Game 7 e vão pras finais do Leste

    Cara, que noite foi essa em Detroit! Os Cavaliers simplesmente destroçaram os Pistons por 125 a 95 no Game 7 e garantiram vaga nas finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. E olha, eu não esperava uma goleada dessas no jogo mais importante da temporada.

    Donovan Mitchell foi simplesmente monstruoso. Não só pelos pontos, mas pela forma como ele distribuiu o jogo desde o início. Nos primeiros três minutos já tinha três assistências — e isso não é à toa. O técnico Kenny Atkinson pediu pro Mitchell “fazer jogadas simples” e distribuir mais a bola. Funcionou perfeitamente.

    A aposta no Harden valeu a pena?

    Sinceramente, quando os Cavs trocaram o Darius Garland — que tava com o pé machucado mesmo — pelo James Harden, eu fiquei meio dividido. Trocar um jovem por um veterano de 37 anos é sempre arriscado. Mas olha só: eles chegaram onde queriam chegar no mínimo.

    Esse time mostrou uma maturidade que eu nunca tinha visto antes dos Cavs recentes. Depois de estar perdendo por 2-0 na série contra um time de 60 vitórias, eles encaixaram três vitórias seguidas impressionantes. E o mais importante: depois daquela derrota dolorosa no Game 6 (que me lembrou demais dos colapsos antigos), eles responderam com autoridade.

    Jarrett Allen resolveu aparecer na hora certa

    O Dan Gilbert — dono do time — jantou com o Atkinson no sábado e deu uma dica: “A chave é o Jarrett Allen”. Cara, que conselho certeiro.

    Allen jogou com uma intensidade absurda que eu não costumo ver nele. 23 pontos e 7 rebotes, mas o mais importante foi a energia que ele trouxe. Ele literalmente empurrou os pivôs dos Pistons pra fora de posição e atacou o garrafão sem dó.

    “Quando ele joga assim, somos um time totalmente diferente”, disse o Evan Mobley. E é verdade mesmo. Allen jogou como se tivesse algo a provar — e depois de dois Game 7s sendo protagonista, talvez seja hora de parar de duvidar dele nos playoffs.

    Mobley também apareceu forte. Esse cara tem evoluído muito nesta pós-temporada, atacando a cesta tanto no pick-and-roll quanto no um-contra-um. Quando os dois pivôs jogam assim, fica muito mais fácil pro Mitchell e pro Harden criarem.

    Vocês acham que esse time tem condições de ir além nas finais do Leste? Eu tô começando a acreditar que sim. Esse grupo mostrou uma mentalidade diferente, e isso pode levar eles longe.

  • Cade desabafa após eliminação dolorosa: ‘Esse jogo foi uma merda’

    Cade desabafa após eliminação dolorosa: ‘Esse jogo foi uma merda’

    Cara, que dor ver o Cade Cunningham assim. O garoto não conseguiu esconder a frustração depois da eliminação brutal do Detroit Pistons no jogo 7 contra o Cleveland Cavaliers. E quando digo brutal, é porque foi 125-94 mesmo — um massacre em casa, na frente da torcida.

    A franqueza dolorosa do Cade

    “Esse jogo foi uma merda”, disse Cade pros repórteres. Direto, sem rodeios. É isso que eu gosto no moleque — ele não vem com papinho de coach, fala o que tá sentindo mesmo.

    E olha, dá pra entender a revolta dele. Os Pistons tinham TODA a moral depois de forçar o jogo 7 com aquela vitória heroica no jogo 6. Estavam em casa, com a torcida empurrando… e aí acontece isso. O próprio Cade falou que lembrou da eliminação do ano passado, também em casa. Imagina que bad trip.

    Os números do Cade no jogo 7 foram bem frustrantes: apenas 13 pontos, com 5/16 nos arremessos e um terrível 0/7 do perímetro. Para um cara que vinha sendo o motor do time, deve ter doído muito não conseguir aparecer no momento mais importante.

    Cavaliers voando alto

    Do outro lado, os Cavs mostraram por que estão entre os favoritos no Leste. Donovan Mitchell comandou com 26 pontos antes de ser expulso por faltas, mas nem precisou mais — Jarrett Allen e Sam Merrill fizeram 23 cada, Evan Mobley contribuiu com 21. Foi um show coletivo.

    Agora Cleveland vai enfrentar o New York Knicks na final da conferência. E sinceramente? Depois de ver os Cavs destruírem Detroit dessa forma, eles chegam com uma confiança absurda.

    O que vem por aí

    O mais interessante foi ver a maturidade do Cade na reflexão pós-jogo. “Tinha uma grande oportunidade de seguir em frente e vivenciar coisas novas que não tínhamos experimentado. Ficamos próximos, mas falhamos. Essa dor vai ficar por um tempo.”

    E ele tem razão, né? Detroit chegou mais longe do que muita gente esperava, mas quando você prova o gostinho dos playoffs, quer mais. A pergunta que fica é: será que essa experiência vai fazer o time voltar mais forte ano que vem, ou vai ser mais um “quase” na carreira do Cade?

    Na minha opinião, esse tipo de derrota dolorosa pode ser o combustível que o Pistons precisa. O Cade já mostrou que tem personalidade de estrela — agora é sobre transformar essa frustração em motivação para a próxima temporada. Vocês acham que Detroit consegue dar o próximo passo?

  • Duncan Robinson mete o louco: Pistons não tiveram atitude pra Game 7

    Duncan Robinson mete o louco: Pistons não tiveram atitude pra Game 7

    Olha, quando você perde um jogo 7 em casa, alguém tem que falar a verdade. E foi exatamente isso que o Duncan Robinson fez depois da derrota dos Pistons pro Cavaliers que encerrou a temporada de Detroit.

    O cara foi brutalmente honesto — e eu gosto disso. Não ficou com papinho de “foi um bom jogo”, não. Robinson chegou junto e disse que o time simplesmente não teve a disposição certa pra um jogo decisivo desses.

    A declaração que ninguém esperava

    “Não quero ser exagerado sem ter assistido ainda, mas não entramos com a postura certa pra um Game 7. E isso ficou claro em todas as áreas que nós nos orgulhávamos essa temporada, áreas onde achávamos que podíamos competir e vencer — nós não ganhamos”, disparou Robinson.

    Cara, eu admiro essa franqueza. Quantas vezes a gente vê jogador falando besteira depois de derrota importante? Robinson chegou, viu que deu ruim e falou. Simples assim.

    E olha que não foi qualquer derrota, né? Era um Game 7 em casa, depois de uma arrancada absurda. Os Pistons tavam perdendo por 3-1 pro Orlando na primeira rodada, viraram a série (coisa de maluco), e ainda levaram os Cavs até o sétimo jogo. Aí na hora H…

    O que deu errado no momento decisivo

    Pelo que Robinson falou, Detroit não conseguiu fazer o que fez de melhor durante toda a temporada. É aquela coisa: você chega no jogo mais importante e trava. Acontece até com os melhores.

    Robinson até que jogou bem individualmente — 13 pontos com 3 bolas de 3 em 5 tentativas. Daniss Jenkins foi o cestinha com 17, Cade Cunningham fez 13 também. Mas futebol (ops, basquete) é coletivo, né?

    Sinceramente? Eu acho que os Pistons já fizeram mais do que muita gente esperava. 60 vitórias na temporada regular, primeira série de playoffs ganha desde 2008… pra uma franquia que tava no buraco faz uns anos, já é um baita progresso.

    E agora, Detroit?

    A offseason vai ser interessante pros Pistons. Eles provaram que podem competir, mas championship é outro nível. Vão precisar de alguns ajustes no elenco se quiserem ir além do que fizeram esse ano.

    Vocês acham que Detroit consegue dar o próximo passo na próxima temporada? Com essa base que eles têm e talvez uma ou duas peças a mais, eu não duvidaria nada de uma campanha ainda melhor.

    No fim das contas, preferindo mil vezes um jogador como Robinson que fala a verdade do que esses que só sabem dar desculpa. Perdeu, analisa o que deu errado e parte pra próxima. É assim que se constrói uma cultura vencedora.

  • Mitchell finalmente quebra a maldição e leva Cavs à final do Leste

    Mitchell finalmente quebra a maldição e leva Cavs à final do Leste

    Cara, eu não acredito que finalmente aconteceu. Donovan Mitchell, depois de QUASE UMA DÉCADA batendo a cabeça nos playoffs, conseguiu levar os Cavaliers até a final de conferência pela primeira vez na carreira dele. E que forma de fazer isso, hein?

    O jogo 7 contra os Pistons em Detroit foi simplesmente um massacre. 125 a 94. Trinta e um pontos de diferença! Pra vocês terem noção, essa foi a segunda maior vitória fora de casa em um jogo 7 na história da NBA. Só os Mavericks em 2022 contra os Suns (33 pontos) fizeram algo mais absurdo.

    A jogada que definiu tudo

    Mitchell começou mostrando pra que veio logo no primeiro quarto. O Marcus Sasser tinha acabado de acertar uma bomba de três pra cortar a diferença pra seis pontos, o Detroit começando a sonhar… Aí o Spider (apelido do Mitchell) pegou a reposição do Mobley e simplesmente decidiu arremessar do MEIO DA QUADRA. A bola bateu no vidro e entrou. Nove pontos de diferença de novo. Fim de papo.

    E olha, depois disso os Pistons praticamente não se aproximaram mais. Mitchell terminou com 26 pontos, 6 rebotes, 8 assistências e – pasmem – ZERO turnovers. Zero erros em um jogo 7 decisivo. Que frieza é essa?

    Comparação histórica que arrepia

    Vocês sabem o que mais me impressionou? O Mitchell se tornou o primeiro armador desde Kobe Bryant em 2002 a fazer pelo menos 25 pontos, 5 rebotes e 5 assistências sem cometer nenhum turnover em um jogo 7. Estamos falando do KOBE, gente!

    “Foi como um sopro de ar fresco”, disse o Mitchell depois do jogo. Mas ele mesmo reconheceu – isso não era o objetivo final. “Quase uma década esbarrando no mesmo problema”, nas palavras dele. Sinceramente, dá até pra sentir o alívio na voz do cara.

    Primeira final do Leste sem LeBron desde… 1992

    Agora os Cavs vão enfrentar os Knicks na final de conferência. E aqui vem um dado que me deixou de queixo caído: é a primeira vez desde 1992 que Cleveland chega numa final do Leste sem o LeBron! Pra quem cresceu vendo o Rei carregando esse time nas costas, é surreal ver os Cavaliers chegando longe por conta própria.

    O técnico Kenny Atkinson não economizou nos elogios: “Ele estava melhor que o Donovan Mitchell. Isso é possível? Não sei, parece inglês errado”. Traduzindo a empolgação: o cara jogou num nível sobrenatural.

    E aí, vocês acham que os Cavaliers conseguem superar os Knicks? Mitchell vai jogar em casa (ele é de Nova York) e falou que vai ser especial. “Eu e minha noiva brincamos que estaríamos em casa de qualquer forma, então é melhor jogar um basquete enquanto estamos por aqui”.

    Uma coisa é certa: quando o Mitchell joga bem, os Cavs ganham. Eles estão 5-1 quando ele faz pelo menos 25 pontos. O homem é a chave de tudo, e depois de quebrar essa maldição dos playoffs, quem sabe ele não está preparado pra algo ainda maior?

  • Mitchell manda os Pistons pra casa com show no Jogo 7

    Mitchell manda os Pistons pra casa com show no Jogo 7

    Cara, que aula o Donovan Mitchell deu ontem à noite. Os Cavaliers precisavam responder depois daquela decepção no Jogo 6, e o Spida simplesmente resolveu acabar com a festa dos Pistons no Jogo 7. 125 a 94. Uma surra histórica.

    Mitchell cravou 26 pontos em apenas 31 minutos de quadra, ficou a duas assistências do double-double (terminou com 8 assistências e 7 rebotes) e praticamente carimbou a vaga dos Cavs na final do Leste. O momento que definiu tudo? Aquela bomba de 3 no step back que mandou a torcida de Detroit direto pro estacionamento. Cruel demais.

    Primeira final de conferência da carreira

    E olha só a ironia: depois de sete temporadas na NBA, Mitchell finalmente vai jogar uma final de conferência. O cara já foi All-Star várias vezes, já fez performances absurdas nos playoffs, mas nunca tinha chegado tão longe. Sinceramente, eu acho que Cleveland tem tudo pra incomodar muito.

    Ah, e teve até momento engraçado na partida. O Mitchell literalmente esbarrou na noiva dele, a cantora Coco Jones, durante o segundo tempo. Imagina a cena: você tá destruindo no Jogo 7 e trombada na sua futura esposa na lateral da quadra. Só acontece na NBA mesmo.

    Mobley e Allen também mandaram ver

    Mas não foi só show do Mitchell não. Jarrett Allen dropou 23 pontos e 7 rebotes, confirmando que é especialista em Jogos 7 — lembram da performance monstro contra os Raptors? 22 pontos e 19 rebotes. O cara simplesmente não treme em eliminatórias.

    Evan Mobley também fez a sua parte com 21 pontos e 12 rebotes, fechando um double-double importante. E quem diria que Sam Merrill ia ser um dos destaques? O cara meteu 23 pontos em 25 minutos, incluindo cinco bombas de 3. Quando o banco rende assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Uma coisa que chamou atenção foi a quantidade absurda de lances livres: 44 tentativas, convertendo 28. É o recorde dos playoffs de 2026 até agora. Os Pistons simplesmente não conseguiram parar Cleveland sem cometer faltas.

    Agora vem o desafio real: Nova York na final do Leste. Os Knicks estão descansados depois de varrer os 76ers e vão receber os Cavs no Madison Square Garden na terça-feira. Vocês acham que Mitchell consegue manter esse nível contra uma defesa mais cascuda como a de NY?

  • Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cara, eu vou ser sincero: não esperava que o Cleveland ia demolir Detroit desse jeito no Jogo 7. 125 a 94. Trinta e um pontos de diferença. Na casa dos Pistons. Foi uma humilhação histórica.

    Vocês viram o Donovan Mitchell ontem? O cara simplesmente decidiu que não ia mais ficar tentando arremesso de 3 — foi direto pro garrafão, atacou a cesta o jogo todo. E olha que curioso: quando você vai pra cima com vontade, as coisas funcionam. Quem diria, né?

    Mitchell destruiu sozinho

    O maluco fez 26 pontos e literalmente marcou mais que Cade Cunningham, Jalen Duren e Tobias Harris somados. Isso mesmo, sozinho ele fez mais que três caras importantes dos Pistons juntos. Absurdo demais.

    E não foi só isso — 8 assistências e 7 rebotes. No terceiro quarto, quando Detroit ainda sonhava com uma reação, Mitchell veio e meteu 15 pontos no período. Game over. Fim de papo.

    A real é que Detroit pareceu um time jovem que não tava preparado pra pressão. E olha que eles fizeram 60 vitórias na temporada regular! Mas Jogo 7 é outro nível de pressão, meu amigo.

    Os torres fizeram a diferença

    Evan Mobley e Jarrett Allen foram monstruosos no garrafão. 44 pontos, 19 rebotes e 3 tocos entre os dois. Detroit queria jogar físico, dominar a tinta, mas os dois gigantes de Cleveland simplesmente engolharam Duren, Isaiah Stewart e Paul Reed.

    E tem mais: Sam Merrill saiu do banco pegando fogo. 23 pontos, 5 de 8 do perímetro. Quando o reserva tá assim, é sinal que vai dar ruim pro adversário mesmo.

    Cleveland executou o plano de jogo perfeitamente desde o primeiro minuto. No primeiro tempo foram 18 assistências em 22 cestas convertidas — isso é basquete de alto nível, movimento de bola que dá gosto de ver. Aproveitamento de 52.4% nos arremessos e 8 bolas de 3.

    ECF contra os Knicks

    Agora é partir pra semifinal do Leste contra o New York. E olha, se o Cleveland jogar assim que jogou no Jogo 7, pode dar trabalho sério pros Knicks no Madison Square Garden.

    Já Detroit… cara, que decepção. Um time que dominou a temporada regular, fez 60 vitórias, mas na hora H não conseguiu responder. Cunningham com 13 pontos em 16 tentativas, Harris 0 de 6 arremessos. Só Daniss Jenkins (17 pontos) e Duncan Robinson (13 pontos) apareceram, mas não foi suficiente nem de longe.

    Agora fica aquela pergunta: será que Detroit consegue encontrar um segundo armador/criador de jogadas pra temporada que vem? E quanto vão pagar no Duren, que foi brilhante na temporada mas sumiu nos jogos decisivos?

    Uma coisa é certa: Cleveland mostrou que quando quer, quando executa direito, tem talento pra brigar com qualquer um no Leste. Veremos se conseguem manter esse nível contra os Knicks.

  • Thunder vs Spurs e Knicks vs Cavs: que Final seria mais épica?

    Thunder vs Spurs e Knicks vs Cavs: que Final seria mais épica?

    Olha só que loucura chegou até nós! As finais de conferência de 2026 estão definidas e, cara, os matchups estão de tirar o fôlego. No Oeste, temos o confronto que todo mundo estava esperando há anos: Thunder (1º) contra Spurs (2º). No Leste, Knicks (3º) enfrentam os Cavaliers (4º).

    Eu sinceramente acho que essa final do Oeste pode ser a verdadeira decisão do título. Dois times absurdamente completos, com elencos profundos e qualidade técnica de outro mundo.

    Os quatro cenários possíveis pra Final

    Vamos ranquear as quatro combinações possíveis, da menos emocionante para a mais épica:

    4º lugar: Thunder vs Cavaliers

    Seria legal de assistir, mas meio previsível demais. O Thunder com Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren, Jalen Williams, Alex Caruso e companhia seria favorito demais contra Cleveland. Por mais que Donovan Mitchell e James Harden (sim, o Harden ainda tá por aí!) possam fazer mágica, conseguir consistência suficiente pra derrubar OKC em quatro jogos? Complicado.

    3º lugar: Spurs vs Cavaliers

    Cenário parecido. Victor Wembanyama, De’Aaron Fox, e esse elenco dos Spurs seria pedreira demais pro Cleveland. É verdade que os Cavs ganharam os dois confrontos da temporada regular, mas um foi sem o Wemby em quadra. E convenhamos, os times mudaram muito desde dezembro.

    Os dois matchups dos sonhos

    2º lugar: Thunder vs Knicks

    Agora a coisa fica interessante! Jalen Brunson, Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges contra a máquina do Thunder. Na minha visão, isso seria uma guerra épica entre dois estilos diferentes. A série provavelmente se resumiria ao duelo Shai vs Brunson — e sendo honesto, o cara que ganhou dois MVPs seguidos (Shai) deveria levar a melhor.

    1º lugar: Spurs vs Knicks

    Meu Deus, que Final seria essa! Duas das franquias mais tradicionais da liga tentando quebrar jejuns históricos. Os Spurs não ganham desde 2014, mas os Knicks… cara, desde 1973! É de doer o coração.

    Imaginem só: Wembanyama aos 22 anos, na terceira temporada, tentando fazer história contra um time de Nova York desesperado pra voltar ao topo. Brunson e companhia teriam a chance de entrar pros livros de história, mas teriam que passar por cima de um dos jogadores mais dominantes que já vi.

    E aí, qual vocês preferem?

    Sinceramente, qualquer uma dessas Finais seria absurda de assistir. O Thunder parece imparável, mas nunca duvidem da magia dos playoffs. Cleveland mostrou personalidade ao eliminar Detroit no jogo 7, e os Knicks… bom, Nova York nos playoffs é sempre perigoso.

    O que vocês acham? Preferem ver novos campeões ou torcem pra algum desses gigantes quebrar o jejum? Uma coisa é certa: 2026 promete ser inesquecível!

  • Finais de 2026: qual seria o confronto mais insano?

    Finais de 2026: qual seria o confronto mais insano?

    Cara, que playoffs malucos estão rolando em 2026! Chegamos nas finais de conferência e, sinceramente, qualquer combinação pra final vai ser absurda. No Oeste temos Thunder vs Spurs — que duelo de monstros — e no Leste, Knicks contra Cavaliers numa briga que ninguém esperava.

    Olha, eu tô aqui imaginando os quatro cenários possíveis pra final da NBA e, não vou mentir, qualquer um deles me deixa maluco de empolgação. Mas vamos ranquear do “menos insano” pro “vai quebrar a internet”:

    Thunder vs Cavaliers — o menos provável de emocionar

    Por mais único que seja, essa final seria meio previsível demais pro meu gosto. O Thunder com Shai Gilgeous-Alexander (que tá voando), Chet Holmgren dominando o garrafão, Jalen Williams fazendo de tudo… é time demais pra Cleveland. Mitchell e Harden até podem fazer mágica de vez em quando, mas sustentar isso por quatro vitórias contra Oklahoma City? Complicado.

    Mobley e Allen são bons, mas não sei se conseguem segurar essa máquina do Thunder. E vocês, acham que Cleveland teria chance?

    Spurs vs Cavaliers — Victor vs o mundo

    Wembanyama mudou o jogo completamente. Aos 22 anos, o cara tá reescrevendo o que significa ser dominante. Com De’Aaron Fox, Stephon Castle e Dylan Harper dando suporte, San Antonio tá assustador.

    Cleveland até ganhou dos Spurs duas vezes na temporada regular, mas uma foi sem o Wemby. Times diferentes agora. Se San Antonio conseguir eliminar Oklahoma City — o que por si só seria épico — a momentum deve ser suficiente pra passar pelo Cavaliers. A menos que Mobley resolva virar o Dennis Rodman da vida e pare o francês…

    Thunder vs Knicks — o duelo dos MVPs

    Agora a coisa fica interessante! Na minha opinião, os Knicks são superiores no Leste e devem passar fácil pelos Cavaliers. Jalen Brunson tá jogando como um veterano de 10 anos de playoffs, KAT finalmente encontrou seu lugar, e esse quinteto com Mikal Bridges, Josh Hart e OG Anunoby é equilibrado pra caramba.

    Seria basicamente Gilgeous-Alexander contra Brunson — dois caras que sabem decidir jogo. O bi-campeão de MVP (SGA) deveria levar a melhor, dando o bicampeonato consecutivo pro Thunder. Mas Brunson em Nova York é diferente, véi.

    Spurs vs Knicks — a final dos sonhos

    Cara, ESSA seria a final perfeita! Duas das franquias mais tradicionais da NBA, ambas querendo quebrar jejuns longos. San Antonio não ganha desde 2014, mas Nova York… 1973, gente. CINQUENTA E TRÊS ANOS!

    Imagina o Wembanyama, com apenas 22 anos e na terceira temporada, tentando fazer história contra Brunson e cia querendo colocar o nome deles pro resto da vida nos livros de história do basquete. Fox precisaria manter a consistência pelos Spurs, mas cara… o interesse nessa final seria através do teto.

    Os Knicks carregando o peso de meio século sem título contra um prodígio francês que quer dominar a liga pelos próximos 15 anos. Seria épico demais.

    E vocês, qual final gostariam de ver? Eu tô torcendo pela quarta opção — seria um negócio histórico mesmo!

  • Cavs massacram em Jogo 7 e voltam às Finais do Leste após 8 anos!

    Cavs massacram em Jogo 7 e voltam às Finais do Leste após 8 anos!

    Meu Deus, que noite foi essa! Os Cleveland Cavaliers simplesmente destruíram o Detroit Pistons no Jogo 7 e estão de volta às Finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. Cara, eu não sei vocês, mas eu tava nervoso pra caramba antes desse jogo — e os Cavs responderam da melhor forma possível.

    Donovan Mitchell finalmente mostrou por que foi contratado. 26 pontos, 8 assistências e ZERO turnovers. Zero! Em um Jogo 7! O cara que vinha sendo criticado a série inteira simplesmente resolveu aparecer na hora mais importante.

    A Máquina Ofensiva Funcionou Perfeitamente

    O que mais me impressionou foi como a bola circulou. Mitchell distribuiu 5 assistências só no primeiro tempo, e os Cavs tiveram 10 assistências nos primeiros 13 arremessos convertidos. É assim que se joga basquete coletivo!

    E o Sam Merrill? Cara saiu do banco e meteu 4 bolas de três só no primeiro tempo. Vinte e três pontos no total. Quando o banco funciona assim, é game over. O técnico ainda botou Max Strus no lugar do Dean Wade no quinteto titular — jogada certeira.

    Mas não foi só o perímetro não. Jarrett Allen e Evan Mobley dominaram o garrafão completamente. Allen com 23 pontos e umas enterradas absurdas no terceiro quarto que deixaram a torcida em delírio. Mobley contribuiu com 21. A dupla de torres simplesmente não deu chance pros Pistons respirarem.

    Defesa Que Virou Show

    Uma estatística que me chamou atenção: em determinado momento do segundo quarto, os Cavs tinham mais assistências (17) do que os Pistons tinham cestas de quadra convertidas (14). Isso é massacre tático, pessoal.

    A defesa de Cleveland foi impecável. Mesmo com 20+ pontos de vantagem, continuaram pressionando como se o jogo estivesse empatado. Essa mentalidade de killer que separa os times grandes dos medianos.

    Sinceramente, depois de todas as críticas que o Mitchell vinha recebendo (e algumas eram merecidas, vamos combinar), ver ele jogar assim quando mais importava foi emocionante. O cara carregou uma pressão danada nas costas e entregou possivelmente o melhor jogo dele nos playoffs, pelo menos do ponto de vista tático.

    Agora vem o verdadeiro teste. Na terça-feira, os Cavs enfrentam justamente o time que deu aquela surra histórica neles em 2023. Vai ser interessante ver se esse crescimento todo que eles mostraram nas últimas duas séries vai se sustentar contra um adversário de peso real.

    E aí, vocês acham que os Cavs têm chance de chegar nas Finais mesmo? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.