Tag: Cleveland Cavaliers

  • Mitchell e Harden destroem Pacers – Cavs voando no Easter

    Mitchell e Harden destroem Pacers – Cavs voando no Easter

    Cara, o que foi esse jogo dos Cavaliers contra o Pacers no domingo de Páscoa? Mitchell e Harden simplesmente decidiram que não iam dar chance pro adversário. 38 pontos do Mitchell, 28 do Harden — essa dupla está virando um pesadelo pros adversários.

    Mitchell teve uma das melhores performances da carreira. O cara atacou o garrafão como se fosse dono da quadra, terminando com incríveis 28 pontos só na área pintada. Isso mesmo, 28 pontos no paint! Nunca tinha feito isso na carreira. Infelizmente torceu o tornozelo no finalzinho do jogo, e agora é torcer pra não ser nada sério.

    Harden fazendo escola com o step back

    E o James Harden? Meu amigo, o cara tava imparável com aquele step back dele. Os caras do Indiana pareciam perdidos tentando marcar ele — e quando conseguiam grudar, Harden usava a marcação dupla pra criar espaços pros companheiros. Converteu 5 de 11 tentativas do perímetro e deu show de armação com 7 assistências.

    Sinceramente, quando esse cara tá no mood, não tem jeito. É um dos movimentos mais difíceis de defender na liga.

    Cavs finalmente têm profundidade no garrafão

    Sabe o que mais me chamou atenção? Thomas Bryant fazendo double-double (14 pontos e 10 rebotes) contra o ex-time dele. Era exatamente isso que os Cavs precisavam quando contrataram ele no verão passado — alguém pra dar conta do recado quando Mobley e Allen não podem jogar.

    Óbvio que não dá pra contar com ele numa série de playoffs como titular, mas pra essas situações da temporada regular? Perfeito. Finalmente Cleveland tem opções no banco.

    Keon Ellis também merece destaque. O cara vinha sofrendo lá de três pontos (8 de 32 nos últimos 10 jogos — absurdo!), mas ontem acertou algumas bolas importantes e deu aquela respirada que o time precisava no perímetro.

    Max Strus teve uma noite pra esquecer — só 4 pontos em 1 de 7 do campo e ainda por cima se machucou no pulso. Craig Porter, que andava meio sumido da rotação, voltou bem com 20+ minutos em quadra pela primeira vez em mais de um mês.

    E aí, vocês acham que Mitchell vai ficar fora por muito tempo com essa torção no tornozelo? Com os playoffs se aproximando, qualquer lesão desse nível preocupa. Mas pelo menos mostra que quando saudável, essa dupla Mitchell-Harden pode levar os Cavs longe.

  • Cavs vão descansar meio time contra o Pacers — e tá certo!

    Cavs vão descansar meio time contra o Pacers — e tá certo!

    Olha, eu entendo perfeitamente a decisão do Cleveland. Com os playoffs começando em duas semanas e a vaga já garantida, por que arriscar? Os Cavs confirmaram que vão jogar sem vários titulares contra o Indiana Pacers neste domingo, e sinceramente, é a coisa mais sensata a fazer.

    Allen ainda sentindo dor

    Jarrett Allen vai ficar de fora por “gerenciamento de lesão no joelho direito”. O cara se machucou lá no dia 3 de março contra o Detroit e ficou 10 jogos parado. Voltou no dia 27 contra o Heat, mas pelo que o Chris Fedor do Cleveland.com reportou, ele ainda tá sentindo dor e não tá 100%.

    Cara, imagina forçar o pivô titular faltando duas semanas pros playoffs? Seria loucura total. O Allen é peça fundamental no esquema dos Cavs, então melhor ele chegar nos playoffs inteiro do que arriscar uma lesão mais séria agora.

    Mobley também fora, Thomas Bryant entra

    Evan Mobley também vai descansar por causa do gerenciamento da panturrilha esquerda. Ou seja, os dois gigantes titulares vão ficar de fora. Isso significa que o Thomas Bryant provavelmente vai ganhar minutos importantes, e quem sabe até os caras do two-way contract — Olivier Sarr e Riley Minix — apareçam por aí, já que a temporada do Cleveland Charge acabou na semana passada.

    O Sam Merrill também tá fora com “gerenciamento de lesão no posterior da coxa”. O cara vem jogando no sacrifício a temporada toda, então faz todo sentido dar um respiro pra ele também. Dean Wade (tornozelo) e Jaylon Tyson (dedo do pé) continuam no departamento médico.

    Indiana também decimado

    Agora, se vocês acham que só Cleveland tá poupando gente, olhem o lado do Pacers. Eles vão jogar sem Tyrese Haliburton (Aquiles), Pascal Siakam (tornozelo), T.J. McConnell (posterior), Andrew Nembhard (costas), Aaron Nesmith (pescoço) e Ivica Zubac (costela). Só faltou o Johnny Furphy com lesão no ligamento cruzado pra completar o hospital.

    Vai ser praticamente um jogo de preseason disfarçado, mas tá tudo bem. É assim mesmo no final da temporada regular quando os times já têm suas posições definidas. Melhor chegar nos playoffs com todo mundo saudável do que forçar a barra e se complicar depois.

    E aí, vocês acham que os Cavs estão certos em poupar ou deveriam manter o ritmo de jogo? Eu tô é ansioso pra ver como eles vão se comportar nos playoffs mesmo!

  • Cavs vencem Warriors sem graça, mas garantem playoffs na força

    Cavs vencem Warriors sem graça, mas garantem playoffs na força

    Olha, não foi bonito de ver, mas vitória é vitória, né? O Cleveland Cavaliers conseguiu bater o Golden State Warriors por 118-111 numa partida bem travada e cheia de erros dos dois lados. O negócio é que quando você está brigando por vaga nos playoffs, não importa se foi feio — o que vale são os dois pontos no final.

    Warriors sem peças principais facilitaram a vida

    Os Warriors entraram em quadra bem desfalcados, sem o Steph Curry e outros caras importantes, além de estar jogando no segundo jogo consecutivo. Sinceramente, era para os Cavs terem dominado muito mais do que dominaram. Mas aí que tá — basketball é isso mesmo, às vezes você não consegue finalizar o adversário quando deveria.

    O Cleveland controlou o jogo durante quase três quartos inteiros. Chegaram a abrir 13 pontos no segundo quarto e ainda tinham 12 de vantagem no meio do terceiro. Parecia que ia ser tranquilo, mas… aí veio o quarto período.

    Quarto período quase custou caro

    Cara, o que foi aquele último quarto? Os Cavs simplesmente pararam de defender e ainda tomaram umas marcações polêmicas dos árbitros. Teve uma sequência que eles levaram uma falta flagrante E duas técnicas numa jogada só. Absurdo! Os Warriors aproveitaram essa bagunça toda para virar o placar e chegaram a abrir 4 pontos.

    Mas é aí que se vê o caráter do time, né? Mesmo com tudo dando errado, conseguiram se reorganizar nos momentos decisivos. O Max Strus foi monstro no clutch time, acertando duas bolas de 3 fundamentais — a última praticamente selou o jogo faltando menos de um minuto.

    E vocês viram como o Jarrett Allen e o James Harden apareceram na hora H? Esses caras sabem o que é responsabilidade em momento de pressão.

    Problemas que preocupam

    Agora, não dá para passar pano para alguns problemas gritantes. Os Cavs perderam 15 bolas de ataque — quinze! O Harden e o Donovan Mitchell sozinhos perderam 9. Muitas dessas foram por pura falta de concentração, coisa básica mesmo.

    A defesa também está sofrendo com a falta de tamanho nas alas. Com Dean Wade (tornozelo) e Jaylon Tyson (dedo do pé) machucados, o técnico Kenny Atkinson tem sido obrigado a escalar quatro armadores juntos. Isso naturalmente deixa o time mais vulnerável na defesa.

    Falando em números individuais: Mitchell liderou com 25 pontos, Strus meteu 24 (sendo 6 de 10 do perímetro — que pancada!), e Harden contribuiu com 19. Do lado dos big men, Mobley fez um double-double discreto com 12 pontos e 10 rebotes, enquanto Allen pegou 13 rebotes mas teve problemas nos lances livres de novo.

    Pelo lado dos Warriors, Gui Santos e Brandon Podziemski fizeram 25 pontos cada um. Kristaps Porzingis ajudou com 16 pontos e 7 rebotes. O Draymond Green teve uma noite apagada no ataque (8 pontos em 3-11 arremessos), mas quase fez um triple-double com 9 rebotes e 9 assistências.

    Com essa vitória, os Cavs garantiram pelo quarto ano seguido uma vaga no top-6 dos playoffs. Agora é focar no próximo jogo contra o Indiana Pacers em casa, no domingo de Páscoa às 18h. Será que conseguem resolver esses problemas de turnovers e lance livre até lá?

  • Mitchell e Strus comandam vitória dos Cavs sobre Warriors sem Curry

    Mitchell e Strus comandam vitória dos Cavs sobre Warriors sem Curry

    Os Cavaliers chegaram na Bay Area e fizeram o dever de casa. Donovan Mitchell com 25 pontos e Max Strus com 24 — sendo que o Strus ainda cravou uma bomba de três decisiva faltando 54 segundos pro final. Cleveland venceu Golden State por 118 a 111, e cara, que jogo tenso!

    Mitchell tá numa pegada absurda ultimamente. Seis rebotes também, fazendo de tudo em quadra. E o Strus? Rapaz, esse cara quando pega fogo não tem quem segure. Aquela bola de três nos momentos finais foi de gelar a espinha dos torcedores de Golden State.

    Cavs embalados e Warriors sem seu astro

    Sétima vitória em nove jogos pros Cavaliers — esse time tá pegando uma moral danada. James Harden contribuiu com 19 pontos e cinco assistências. Imagina só, o Barba ainda fazendo a diferença nessa altura do campeonato. Cleveland jogou cinco vezes em oito noites, e mesmo assim conseguiu manter o ritmo alto.

    Do lado de Golden State, a situação continua complicada. Stephen Curry fora pelo 27º jogo consecutivo por causa daquela lesão no joelho direito desde 30 de janeiro. O cara até treinou 5 contra 5 nos últimos três dias, testando como tá a situação. Steve Kerr falou que ele e o pessoal médico podem decidir até sexta se o Chef volta contra os Rockets no domingo.

    Pancadaria rolou solta no final

    Aí que a coisa ficou quente mesmo! Faltando 9:28, Dennis Schroder fez uma falta dura no LJ Cryer por trás, daquelas que você já sabe que vai dar confusão. Os árbitros revisaram e deram Flagrant 1 — e com razão, porque o cara voou mesmo.

    Draymond Green, obviamente, não ficou quieto. Empurrou o Schroder quando tava ajudando o Cryer a levantar e levou técnica na sequência. Schroder também ganhou sua técnica sete segundos depois, e pra completar o caos, Kenny Atkinson — que já foi assistente dos Warriors, ironia do destino — também levou técnica.

    Sinceramente? Essas confusões deixam o jogo mais emocionante, mas ninguém quer ver ninguém se machucando. O importante é que foi só empurra-empurra mesmo.

    Gui Santos e Brandin Podziemski marcaram 25 pontos cada um pelos Warriors. Pena que não foi suficiente. Vocês acham que os Warriors conseguem se manter competitivos até o Curry voltar? Porque sem ele, fica bem mais difícil mesmo.

    Gary Payton II voltou depois de descansar o joelho direito no jogo anterior e igualou seu recorde pessoal com 12 rebotes. E o Draymond passou Larry Smith na lista de rebotes históricos dos Warriors — agora é o terceiro colocado com mais de 6.440 rebotes.

  • Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Tristan Enaruna explode na G League e dobra média de pontos

    Cara, que evolução absurda! Tristan Enaruna, do Cleveland Charge, acabou de ser eleito o Jogador Que Mais Evoluiu da G League e, sinceramente, merecidíssimo. O cara simplesmente dobrou — DOBROU — sua média de pontos de uma temporada pra outra.

    Vamos aos números que deixam qualquer um de queixo caído: de 11.0 pontos por jogo na temporada passada, o ala saltou pra incríveis 20.3 pontos. E não foi só sorte de uma ou duas partidas não — foram 38 jogos mantendo esse nível monstro, com 54.8% de aproveitamento nos arremessos de quadra.

    A transformação completa do jogador

    Mas ó, não foi só nos pontos que o Tristan melhorou. O percentual geral de arremessos dele subiu de 51.8% pra absurdos 62.0%. Na linha dos três pontos? De 29.2% pra 37.2%. Nos lances livres então nem se fala — de 58.8% pra 75.0%. É uma evolução em todas as áreas do jogo, que coisa linda de se ver.

    E o mais legal? Todo esse trabalho rendeu uma call-up pros Cleveland Cavaliers no dia 28 de janeiro. Imagina a sensação do cara realizando o sonho de todo jogador de basquete — chegar na NBA.

    O reconhecimento merecido

    O técnico do Charge, Eli Kell-Abrams, não economizou nos elogios (e com razão): “Esse prêmio é um grande testemunho do trabalho diário que o Tristan coloca, de como ele foi intencional com seu desenvolvimento, e da confiança crescente com que ele continua jogando”.

    Vocês acham que ele consegue se firmar nos Cavs? Porque olhando esses números, o potencial tá aí. A G League tem sido cada vez mais uma vitrine real pra talentos que merecem uma chance — Gabe Vincent e Lester Qunones, que também ganharam esse prêmio antes, são exemplos perfeitos disso.

    Na minha visão, o Enaruna representa exatamente o que a G League deveria ser: um lugar onde caras dedicados podem trabalhar suas falhas, evoluir e mostrar que merecem estar no mais alto nível. Que venham mais histórias como essa!

  • LeBron passa Kareem e faz história: o recordista absoluto de vitórias!

    LeBron passa Kareem e faz história: o recordista absoluto de vitórias!

    Mano, o LeBron James simplesmente não para de quebrar recordes. Aos 41 anos — quarenta e um! — o cara passou o lendário Kareem Abdul-Jabbar e agora é oficialmente o jogador com mais vitórias TOTAIS na história da NBA (temporada regular + playoffs combinadas).

    A longevidade desse cara é de outro planeta. Desde 2003 na liga, quando foi a primeira escolha do draft, e olha só onde chegou. Quatro títulos, quatro MVPs, quatro Finals MVPs… e agora isso. Sinceramente, eu já perdi as contas de quantos recordes históricos o King já quebrou.

    O jogo que fez história

    A conquista veio justamente contra o Cleveland — time onde ele teve alguns dos seus melhores momentos, inclusive aquela final épica de 2016. Foi meio poético, não acham? Mesmo que o LeBron tenha tido uma noite mais discreta (14 pontos, 5 rebotes, 6 assistências), o que importa mesmo foi a vitória dos Lakers por mais uma.

    Quem brilhou mesmo foi o Luka Doncic com 42 pontos e 12 assistências — que performance monstruosa! Austin Reaves também contribuiu com 19 pontos. Todo mundo do quinteto inicial dos Lakers pontuou em dois dígitos, mostrando que esse time tá funcionando como uma máquina.

    O contexto impressionante

    Olha só esse dado absurdo: LeBron tem 21 seleções para o All-NBA Team ao longo da carreira. VINTE E UMA. Esse ano é apenas o segundo na carreira inteira dele que não vai estar no time ideal da liga. Isso mostra a consistência bizarra do cara.

    E o mais louco? Ele tá jogando 33.6 minutos por jogo essa temporada, com médias de 20.9 pontos, 6 rebotes e 7 assistências. Aos 41 anos! Eu conheço moleque de 20 que não aguenta essa minutagem.

    Os Lakers já garantiram vaga nos playoffs e estão com 50-27 na temporada. Agora é correr atrás do primeiro título desde 2020 — seria o presente de aposentadoria perfeito pro King, não é mesmo? Vocês acham que ele consegue mais um anel antes de pendurar as chuteiras?

    Uma coisa é certa: independente do que acontecer daqui pra frente, estamos vendo um dos maiores de todos os tempos ainda fazendo história. E que privilégio é acompanhar isso, cara!

  • Mobley virou monstro depois que Atkinson meteu o dedo na ferida

    Mobley virou monstro depois que Atkinson meteu o dedo na ferida

    Cara, 34 pontos e 17 rebotes. Evan Mobley simplesmente destruiu o Utah Jazz ontem à noite e tá provando que às vezes um puxão de orelha é exatamente o que um jogador precisa.

    O pivô do Cleveland Cavaliers teve sua melhor noite na temporada, acertando absurdos 15 de 21 arremessos — todos de dentro do garrafão. Nove enterradas e quatro bandejas. O cara virou uma máquina de destruição perto da cesta.

    A conversa que mudou tudo

    E a história por trás dessa explosão é até poética. Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, teve uma conversa bem direta com Mobley durante o All-Star break. Basicamente mandou o cara ir pra casa, trabalhar e voltar pistola por ter ficado de fora do jogo das estrelas.

    “Eu disse pra ele voltar do All-Star break com sede de vingança”, contou Atkinson. “Lesões, início ruim de temporada, não foi pro All-Star… cara, usa isso tudo como combustível.”

    E funcionou. Mobley não fez drama, entendeu o recado na hora. “Foi uma conversa simples sobre usar isso como motivação e saber o valor que eu trago pro time”, disse o pivô.

    Os números não mentem

    Desde que voltou do All-Star break, Mobley tá jogando em outro nível: 19,7 pontos por jogo com 62,2% de aproveitamento. Quase 10 rebotes e 1,5 toco por partida. Cleveland marca quase 7 pontos a mais a cada 100 posses quando ele tá em quadra.

    O mais legal? James Harden chegou há sete semanas e já é o cara que mais assiste Mobley nas jogadas. A química entre os dois tá funcionando perfeitamente.

    “Ele tem que ser um dos melhores pivôs da liga desde o All-Star break”, disse Atkinson. E olha, eu concordo totalmente com o técnico.

    Vocês acham que Mobley vai manter esse nível nos playoffs? Porque se continuar assim, Cleveland pode fazer barulho na pós-temporada mesmo.

  • LeBron pode deixar os Lakers: 5 times na briga pelo Rei

    LeBron pode deixar os Lakers: 5 times na briga pelo Rei

    Gente, vocês viram isso? A ESPN foi lá e conversou com mais de uma dúzia de fontes da liga pra entender onde o LeBron James pode parar na temporada 2026-27. E olha, as opções são bem interessantes.

    O cara vai fazer 42 anos e ainda tem pelo menos cinco times de olho nele. Cinco! Isso é LeBron James sendo LeBron James, né?

    Lakers: o óbvio nem sempre é certeza

    Os Lakers vão ter uns 50 milhões de dólares livres no salary cap quando o salário monstro de 52,6 milhões do LeBron sair dos livros. A franquia quer ele de volta — óbvio —, mas tudo vai depender de quanto o Rei vai pedir.

    Sinceramente, depois de tudo que rolou nesses últimos anos em LA, eu não ficaria surpreso se ele quisesse uma mudança de ares.

    Cleveland: a volta pra casa faz sentido mesmo?

    Os Cavaliers aparecem como o que um executivo da Conferência Leste chamou de “encaixe mais limpo”. Cara, imagina o LeBron voltando pra Cleveland pela TERCEIRA vez? Seria meio surreal, mas ao mesmo tempo… faz sentido.

    A ideia seria um sign-and-trade envolvendo o Jarrett Allen — o LeBron ganharia uma grana boa e os Lakers pegariam um pivô que eles precisam desesperadamente. Win-win.

    “Sempre achei que fazia mais sentido ele voltar pra casa”, disse um scout do Oeste. E olha, não tá errado não.

    Warriors e Nuggets: as opções mais interessantes

    Golden State é pura química. O LeBron e o Curry viraram melhores amigos nas Olimpíadas de Paris, e o próprio Steve Kerr chamou aquilo de “bromance”. Soma isso ao Draymond Green, que é parceiro do LeBron há anos, e você tem uma combinação explosiva.

    Mas os Nuggets, cara… os Nuggets podem ser a jogada mais inteligente. Um executivo do Oeste mandou essa: “Quem é o único cara no nível do LeBron em QI de basquete na liga? Vai lá e se junta com esse cara.” Tava falando do Jokic, obviamente.

    LeBron e Jokic juntos seria meio injusto, não acham? Dois gênios do basquete no mesmo time aos 42 e 32 anos respectivamente.

    Os Knicks também aparecem na lista — o LeBron sempre disse que o Madison Square Garden é sua arena favorita, e a diretoria tem conexões pessoais com ele. Leon Rose já foi agente do LeBron, e o William Wesley conhece o cara desde adolescente.

    Mas será que vale a pena os Knicks mexerem no time que tá funcionando só pra trazer o LeBron?

    O que vocês acham? Onde faz mais sentido ele ir? Eu tô curioso pra ver se ele realmente vai ter coragem de sair de Los Angeles depois de tudo isso.

  • Mobley e Mitchell fazem 34 cada um e Cavs viram no final

    Mobley e Mitchell fazem 34 cada um e Cavs viram no final

    Gente, que jogaço foi esse dos Cavs ontem! Evan Mobley e Donovan Mitchell decidiram fazer uma competição particular de quem fazia mais pontos e empataram em 34 cada um. O resultado? Uma virada espetacular contra o Jazz por 122 a 113.

    Mobley tá simplesmente jogando o fino da bola nessa temporada. Cara fez 8 enterradas — OITO! — e ainda pegou 16 rebotes e deu 3 tocos. É mole? O pivô de 2,13m foi o cara que definiu tudo com uma jogada de três pontos que deixou o placar 117 a 106 faltando pouco mais de 3 minutos.

    Harden distribuindo jogo

    James Harden não tava no clima de pontuar muito (só 13 pontos), mas distribuiu assistências como ninguém: 14 passes para cesta. Sinceramente, essa versão “playmaker” do Barba tá funcionando demais pros Cavs. Cinco vitórias seguidas fora de casa e seis dos últimos sete jogos no geral.

    Do lado do Jazz… rapaz, que situação complicada. Cody Williams fez 26, Kyle Filipowski 20 e Ace Bailey 19, mas não adiantou nada. São seis derrotas consecutivas e 10 perdidas nos últimos 11 jogos. Tá feio a coisa em Utah.

    Jazz desfalcado de propósito?

    Olha, vou ser sincero: o Jazz só jogou com 8 caras ontem, sendo dois com contratos de 10 dias e um two-way player. Kevin Love e Svi Mykhailiuk ficaram no banco como “dispensas saudáveis”. Traduzindo: time tá claramente pensando no draft e não quer ganhar muito jogo não.

    Bailey até chegou a dar esperança pro Jazz quando fez uma bandeja acrobática que colocou o time na frente 105 a 103, mas aí o garoto foi pro banco e não voltou mais. Coincidência? Eu duvido…

    Os Cavs agora viajam pra Los Angeles enfrentar os Lakers na terça, enquanto o Jazz recebe o Denver na quarta. E aí, vocês acham que esse Jazz vai conseguir sair dessa sequência ruim ou vai continuar na fossa até o final da temporada?

  • Mitchell mete 34 no ex-time e Mobley explode: Cavs dominam Jazz

    Mitchell mete 34 no ex-time e Mobley explode: Cavs dominam Jazz

    Cara, que noite! O Donovan Mitchell simplesmente resolveu mostrar pro Utah Jazz o que eles perderam. 34 pontos contra o ex-time, jogando com uma autoridade absurda. Mas o mais impressionante? O Evan Mobley também fez 34 pontos na mesma partida. Cleveland ganhou por 122-113 e foi um show à parte.

    Mitchell e Mobley dividindo os holofotes

    Olha, eu já vi muito jogo do Mitchell, mas essa sintonia dele com o Mobley tá ficando assustadora. O cara fez 34 pontos sem atrapalhar o pivô, que também explodiu com seus 34 pontos e 17 rebounds. É o tipo de química que ganha títulos, não vou mentir.

    Mitchell acertou 10 de 18 arremessos e ainda distribuiu 5 assistências. O único problema? A defesa continua meio mole. Mas sinceramente, quando você tá fazendo mais de 30 pontos pela 32ª vez na temporada, dá pra relevar alguns furos defensivos.

    Harden fazendo escola na armação

    E o James Harden? 14 assistências! O cara distribuiu 28 passes para cesta nos últimos dois jogos. Tá virando uma máquina de criar jogadas para os outros. Vocês perceberam como ele focou em alimentar o Mobley no garrafão? Cleveland errou muito de três (só 6 em 32 tentativas), mas compensou na pintura justamente por causa da visão do Barba.

    O Mobley jogou com uma agressividade que eu não via há tempo. Pedindo a bola, selando posição, finalizando com autoridade. 17 rebounds e 3 tocos completaram uma das melhores performances da temporada dele. Se ele mantiver esse nível, os Cavs podem ir longe nos playoffs.

    O banco fez a sua parte

    Sam Merrill não acertou NADA de três (0 em 8!), mas mostrou que evoluiu como jogador completo. Quatro cestas dentro da linha dos três pontos, cortando bem e até tocando uma bola por cima pro Mobley. Isso é maturidade.

    Keon Ellis continua sendo aquele jogador de alto risco e alta recompensa na defesa. Faz umas roubadas de bola incríveis, mas também força algumas jogadas perigosas. Com 13 pontos e boa eficiência nos arremessos próximos à cesta, deu pra relevar.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter essa pegada nos playoffs? Com Mitchell e Mobley jogando nesse nível, e o Harden distribuindo o jogo, esse time tem cara de que pode incomodar qualquer um no Leste.