Tag: Cleveland Cavaliers

  • Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Pistons empata série nos playoffs em jogo épico contra os Cavs

    Cara, que jogaço foi esse em Cleveland! Os Detroit Pistons simplesmente não quiseram ir embora de casa e empataram a série contra os Cavaliers em 3-3 com uma vitória dominante por 115-94. E olha, eu não esperava que eles conseguissem jogar assim fora de casa.

    O Cade Cunningham fez o que já virou rotina — liderou a pontuação com 21 pontos. Mas a grande sacada do técnico JB Bickerstaff foi apostar no banco de reservas. Paul Reed saiu do banco e meteu 13 pontos só no segundo tempo, empatando com Daniss Jenkins como maior pontuador dos Pistons nos dois quartos finais.

    O banco fez a diferença

    Sinceramente, quem esperava que o Paul Reed ia ser protagonista numa partida de playoff? O cara simplesmente apareceu na hora certa. E não foi só ele — Marcus Sasser teve um +27 absurdo em apenas 18 minutos, sendo uma dor de cabeça constante para a defesa dos Cavs.

    O mais impressionante é que Detroit conseguiu quebrar uma sequência histórica: Cleveland não havia perdido nenhum jogo em casa nos playoffs até ontem. Era literalmente uma fortaleza o Rocket Arena, mas os Pistons chegaram lá e fizeram a festa.

    Dominaram do garrafão às bolas de 3

    Foi uma aula de basquete completo. Os Pistons controlaram totalmente o garrafão — 48 pontos na pintura contra apenas 26 dos Cavs. Jalen Duren finalmente acordou e cravou um double-double com 15 pontos e 11 rebotes. Era disso que Detroit precisava do seu pivô.

    Nas bolas de três, então? Chuva total. 16 de 36 tentativas (44,4%), enquanto Cleveland ficou patinando com apenas 34,3% do perímetro. E ainda por cima, forçaram 20 turnovers dos donos da casa e converteram isso em 28 pontos. Basquete moderno na veia.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem fechar a série em casa no jogo 7? Porque na minha opinião, se jogarem assim de novo, os Cavs vão ter que suar muito para passar. Domingo vai ser guerra total em Detroit!

  • Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cade Cunningham arranca gritos de MVP em Cleveland!

    Cara, o que o Cade Cunningham fez ontem à noite em Cleveland foi simplesmente absurdo. O garoto chegou lá, em território hostil, com a temporada do Detroit Pistons na corda bamba e simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta.

    Olha só a situação: os Pistons vinham de uma derrota em casa no Jogo 5, praticamente com o pé na cova. Precisavam vencer fora de casa ou a temporada acabava ali mesmo. E o Cade? Simplesmente entrou em quadra como se fosse jogar no quintal de casa.

    Uma atuação de gente grande

    Em 42 minutos de jogo, o cara cravou 21 pontos, distribuiu 8 assistências e ainda pegou 2 rebotes. Mas o que mais me impressionou foi a frieza dele nos arremessos de três pontos — 5 de 10! Em um jogo decisivo, longe de casa, com a torcida contra. Isso é mentalidade de monstro.

    E a galera de Cleveland, que teoricamente deveria estar torcendo contra, começou a gritar “MVP! MVP!” pro garoto. Sinceramente, eu não esperava essa reação da torcida adversária, mas mostra o respeito que o Cade conquistou na liga.

    Time inteiro jogando junto

    O legal foi ver que não foi só o Cunningham carregando o piano. Seis jogadores fizeram duplo dígito! Paul Reed saiu do banco voando e cravou 17 pontos — esse cara tá sendo fundamental nos playoffs. Jalen Duren fez um double-double maneiro com 15 pontos e 11 rebotes, mostrando que a dupla de garrafão dos Pistons tá funcionando.

    Daniss Jenkins também contribuiu com 15 pontos, Duncan Robinson acertou suas bolas de três como sempre, e o Ausar Thompson… cara, que jogador completo! 10 pontos, 9 rebotes, 4 assistências e 4 roubos de bola. É ou não é um sexto homem de luxo?

    No primeiro tempo, o jogo tava parelho — Detroit ganhando só por 54-51. Mas no segundo tempo os Pistons simplesmente atropelaram: 61 a 43 nos últimos 24 minutos. Cleveland não teve resposta.

    Jogo 7 em casa — agora é tudo ou nada

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Jogo 7 em Detroit! Os Pistons estão 4-0 em jogos de eliminação nestes playoffs (que número louco, né?), então a confiança tá lá em cima.

    Do outro lado, tem os Cavaliers querendo não desperdiçar a vantagem de casa que tiveram a série toda. Vai ser um jogaço! Quem ganhar pega o Knicks na final do Leste — imaginem só a loucura que vai ser.

    E aí, vocês acham que o Cade consegue repetir essa atuação em casa e levar os Pistons pra final? Eu tô começando a acreditar que esse menino pode chegar longe mesmo.

  • Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Cavs entregam tudo no pior momento possível

    Olha, eu sempre falo que basquete é um esporte de detalhes. E quando você tem a chance de ir pras finais de conferência pela primeira vez desde 2018, não pode vacilar. Mas foi exatamente isso que o Cleveland Cavaliers fez ontem à noite — vacilou feio numa derrota de 115 a 94 pro Detroit Pistons.

    Agora é jogo 7 em Detroit. Do jeito mais difícil possível.

    A mesma novela de sempre

    Cara, quantas vezes eu já vi essa história? Cavs começam mal, tomam susto, acordam no segundo tempo… só que dessa vez não acordaram de verdade. Foram 21 turnovers! Vinte e um! É muita bola perdida pra um jogo eliminatório contra um time que ganhou 60 jogos na temporada.

    O mais irritante? Eles chegaram no intervalo perdendo só de 3, tinham todo o momentum. Aí no terceiro quarto… bum. Detroit abriu 14-4 logo de cara e matou o jogo. Foi doloroso de assistir.

    James Harden perdeu OITO bolas sozinho. Oito! Mesmo marcando 23 pontos arremessando bem, você não pode dar presente assim numa semifinal de conferência. E Donovan Mitchell, que deveria ser o cara da equipe, fez só 18 pontos com 6-20 nos arremessos. Quando seu melhor jogador não consegue terminar as jogadas no garrafão (3-12 lá dentro), é sinal de problema.

    Detroit jogou como campeão

    Do outro lado, Cade Cunningham mostrou por que é considerado um dos jovens mais promissores da liga. 21 pontos, 8 assistências, controlando o ritmo do jogo como veterano. E o mais impressionante: todo mundo contribuiu.

    Paul Reed com 17 pontos, Daniss Jenkins com 15, até Duncan Robinson jogando lesionado marcou 14. Jalen Duren dominou o garrafão com double-double (15 pontos, 11 rebotes) enquanto Jarrett Allen e Evan Mobley simplesmente sumiram de quadra.

    Sinceramente? Detroit mereceu essa vitória. Jogaram com a intensidade e atenção aos detalhes que Cleveland não conseguiu ter.

    Agora é matar ou morrer

    A real é que eu queria acreditar nos Cavs, mas eles sempre fazem isso comigo. Toda vez que penso “cara, esse time pode ir longe”, eles entregam numa situação decisiva.

    Jogo 7 domingo à noite em Detroit. Ambiente hostil, pressão total, temporada na linha. Vocês acham que Cleveland consegue se recuperar dessa pancada? Ou será que Detroit vai completar a virada histórica?

    Uma coisa eu garanto: vai ser um jogaço. Só espero que os Cavs acordem dessa vez, porque oportunidades assim não aparecem todo ano.

  • Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Duren torce o tornozelo mas volta pra decidir contra os Cavs

    Cara, que susto foi esse no Jalen Duren ontem! O pivô dos Pistons estava fazendo sua melhor partida nos playoffs quando torceu o tornozelo esquerdo no terceiro quarto contra os Cavaliers. E olha, o timing não podia ser pior — o Detroit estava construindo uma vantagem importante no jogo 6.

    A jogada foi bizarra. Duren foi disputar posição com o James Harden, que tava claramente pescando uma falta ofensiva (vocês sabem como é o Barbudo, né?). Quando o Harden caiu no chão, o Duren deu um passo pra frente e pisou torto. Na hora você via que tinha machucado — ele foi direto pro chão segurando a perna.

    Do túnel de volta pra quadra

    O que mais me impressionou foi a determinação do garoto. Saiu de quadra, foi pro vestiário, mas voltou pro banco alguns minutos depois. Ficou lá o resto do terceiro quarto torcendo pelos companheiros, e quando começou o último período? Lá estava ele de volta, com uma proteção extra no tornozelo.

    Sinceramente, achei que ele não voltava mais. Essas torções em playoff são sempre perigosas — você força demais e pode piorar tudo. Mas o Duren mostrou por que virou All-Star pela primeira vez na carreira.

    Jogo decisivo em momento crucial

    E o mais louco? Ele tava tendo uma das melhores atuações da série. 9 pontos em 4 de 7 arremessos, 7 rebotes, 1 roubo de bola e 2 tocos. Nada espetacular nos números, mas a presença dele em quadra fez toda diferença pro ritmo do Detroit.

    Vocês lembram que no jogo 5 o técnico J.B. Bickerstaff deixou o Duren no banco o quarto período inteiro E a prorrogação? O garoto estava muito passivo, sem aquela agressividade característica. Ontem foi completamente diferente — mais intenso, buscando o jogo, impondo presença no garrafão.

    Com 75-68 no placar quando ele se machucou, os Pistons tinham tudo pra fechar a série. E aí, acham que o Duren aguenta o tranco se a série for pro jogo 7? Porque se ele não conseguir jogar 100%, vai ser muito difícil parar o ataque dos Cavaliers no garrafão.

  • Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Cavs têm botão secreto pro Jogo 6 – mas quando vão apertar?

    Os Cleveland Cavaliers chegaram num ponto da série contra o Detroit Pistons onde todas as cartas já estão na mesa. Dificilmente algum dos times vai fazer algo muito surpreendente no Jogo 6. Vai ser mais do mesmo, com pequenos ajustes e execução variada.

    Mas tem um truque que os Cavs ainda guardam na manga: quando e onde escolher fazer a marcação dupla no Cade Cunningham.

    O fardo de Cade

    Olha, o Cunningham talvez carregue a maior responsabilidade individual de toda a liga. O sucesso ofensivo do Detroit depende quase que inteiramente dos ombros dele. Por isso a utilização dele tá nas alturas – Cade tenta mais arremessos por jogo nos playoffs (21.6) que qualquer outro cara.

    Isso pode dar muito certo. Cunningham foi um monstro na maior parte do Jogo 5, fazendo 39 pontos e quase colocando o time dele numa vantagem de 3-2. Mas algo mudou nos minutos finais, e o peso de tudo que o Cade tinha carregado até ali finalmente cobrou o preço.

    Os Cavs começaram a mandar dois na bola. Cunningham via múltiplos defensores na frente dele, com pressão assim que cruzava o meio da quadra. Isso forçou o garoto a se desfazer da bola e trabalhar mais pra ficar livre. É muito pra pedir de alguém que jogou 48 minutos no Jogo 5.

    A armadilha perfeita

    E os resultados falam por si só. Cunningham patinou contra a marcação dupla. Fez apenas 2 pontos nos últimos 10 minutos da partida regular e prorrogação, acertando 1 de 4 arremessos e perdendo bola num momento crucial do jogo.

    Max Strus, que já tinha roubado o passe de reposição do Cunningham no quarto período do Jogo 3, aproveitou mais uma vez o cansaço do cara e arrancou a bola dele na prorrogação do Jogo 5. Quando você tá cansado, comete erros. Os Cavs esperaram o momento perfeito pra aumentar a pressão no Cunningham.

    A pergunta que fica é: eles conseguem a mesma sorte hoje à noite?

    “É uma questão de feeling”, disse Kenny Atkinson. “Você faz depois de um pedido de tempo? Você faz pra tirar eles do ritmo, então faz na primeira jogada? Pra terminar o jogo? Obviamente, você tem que saber quando fazer, ou quando não fazer.”

    Risco calculado

    Marcar duplo um jogador como Cunningham vem com riscos. Você tá entregando de bandeja uma vantagem numérica pro ataque do Pistons ao colocar dois na bola. Pode se queimar rapidinho se os coadjuvantes do Detroit converterem nessas situações.

    Por isso é importante usar essa estratégia na hora certa. Faz muito cedo, e você corre o risco de deixar os Pistons pegarem ritmo. Faz muito tarde, e bem… é tarde demais. Variar a cobertura e manter Cunningham sempre alerta é tudo que dá pra fazer.

    “Ele é um grande jogador, não podemos dar só uma marcação pra ele”, disse Atkinson. “Então vamos continuar variando, e houve jogos nessa série onde não fizemos marcação dupla, então é questão de feeling mesmo.”

    Os Cavs têm a chance de eliminar os Pistons de 60 vitórias e avançar pras Finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. Pra isso, vão ter que ativar sua melhor estratégia defensiva no momento certo e dar o golpe de misericórdia.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue apertar esse botão secreto na hora exata?

  • Strus responde elogios de Barkley: ‘Olha o que você começou’

    Strus responde elogios de Barkley: ‘Olha o que você começou’

    Gente, vocês viram a loucura que aconteceu no Inside the NBA? Charles Barkley simplesmente se apaixonou pelo Max Strus ao vivo na televisão nacional, e agora o ala do Cleveland Cavaliers resolveu quebrar o silêncio sobre toda essa confusão hilária.

    Pra quem perdeu: depois da vitória épica dos Cavs sobre o Detroit Pistons por 117-113 na prorrogação (Jogo 5 da semifinal da Conferência Leste), Chuck resolveu fazer uma declaração de amor não correspondida pro Strus. O Hall da Fama chamou o cara de “homem bonito” ao vivo, disse que estava “atraído” pelo rosto dele e que nem conseguia olhar nos olhos do jogador com medo de derreter.

    A reação de Strus que quebrou a internet

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas Barkley se declarando pra um jogador no meio do programa foi novidade até pra mim. E o Strus? Cara esperto, aproveitou toda essa zueira viral e postou no Instagram Stories: “Olha o que você começou” (Look what you started). Monstro!

    A internet virou do avesso com essa. Os memes não param de surgir, e sinceramente, Barkley virou piada nas redes sociais por essa “atração” confessa pelo Strus. O pessoal até começou a zoar que Chuck tem o mesmo tipo de crush pelo Tom Brady — imagina só!

    Strus muito além da beleza

    Mas vamos combinar uma coisa: por mais engraçada que seja toda essa situação, o Max Strus tá jogando um absurdo nestes playoffs. 20 pontos e 8 rebotes cruciais na vitória sobre os Pistons? O cara é um verdadeiro sexto homem que virou titular e tá provando seu valor quando mais importa.

    E o mais bizarro é que Barkley ainda reclamou do coque do Strus, mas mesmo assim continuou babando pelo jogador. Chuck disse que preferia o corte de cabelo que ele tinha nos playoffs de 2024, mas que mesmo com esse visual mais “selvagem” de agora, ainda acha o cara um galã. Rapaz, que situação!

    Vocês acham que essa pressão extra da fama vai ajudar ou atrapalhar o Strus no Jogo 6? Porque uma coisa é certa: amanhã à noite, às 19h (horário do Leste), quando os Cavs tentarem fechar a série em casa contra os Pistons, Barkley vai estar lá assistindo seu “crush” jogar. E eu vou estar aqui torcendo pra mais pérolas do Inside the NBA!

  • NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    Olha, quando eu vi essa jogada no final do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, já sabia que ia dar polêmica. E não é que deu mesmo?

    A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos ontem e confirmou: os árbitros acertaram ao não marcar falta do Jarrett Allen no Ausar Thompson naqueles segundos finais do tempo normal. O placar estava empatado 103 a 103, os dois foram atrás da bola solta e rolou um contato que fez o pessoal de Detroit sair do sério.

    A polêmica toda

    Sinceramente, eu assisti umas cinco vezes e ainda fico em dúvida se foi falta ou não. Os dois estavam correndo atrás da bola, se esbarraram, e o Thompson foi ao chão. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre com o jogo empatado — imagina a pressão.

    Mas não rolou. Cleveland ficou com a posse, levou pro overtime e ganhou de 117 a 113. Resultado? Cavs abriram 3-2 na série e praticamente selaram a vaga.

    O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, não engoliu. “Allen fez falta no Ausar — claramente. Ele derrubou ele quando estava indo atrás da bola solta”, reclamou depois do jogo. Cara, eu entendo a revolta dele. Perder assim, com uma jogada duvidosa nos segundos finais, deve doer pra caramba.

    O que a NBA falou

    No relatório oficial, a liga foi bem técnica: “Allen e Thompson legalmente ocuparam o mesmo espaço perseguindo a bola solta antes de qualquer jogador ter posse, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Marginal. Essa palavra fez toda a diferença. Na NBA, contato marginal entre jogadores que vão atrás da bola sem posse não é falta. É a regra.

    O árbitro principal Tony Brothers explicou que durante o lance ao vivo, os dois estavam indo pra bola e houve “contato incidental nas pernas sem nenhum jogador tendo posse da bola”.

    Minha opinião sobre tudo isso

    Olha, eu fico dividido nessas situações. Por um lado, entendo que os árbitros não podem marcar tudo — senão vira várzea. Por outro, o Thompson realmente foi derrubado numa jogada crucial.

    Mas pensando bem, se fosse o contrário — se fosse um jogador do Cleveland que tivesse caído — vocês acham que o Detroit reclamaria da não marcação? Difícil né?

    O fato é que essa decisão pode ter mudado completamente o rumo da série. Agora Cleveland tem match point e pode fechar em casa no Jogo 6. Detroit vai ter que fazer o impossível pra empatar de novo.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo? Ou os árbitros acertaram em não marcar?

  • Cavs destroem Cade na prorrogação e Wemby massacra no Oeste

    Cavs destroem Cade na prorrogação e Wemby massacra no Oeste

    Que noite maluca de playoffs, pessoal! Os Cavaliers simplesmente trancaram o jogo defensivamente contra os Pistons e levaram a melhor na prorrogação. E quando digo trancaram, é isso mesmo — Cade Cunningham, que vinha sendo o motor ofensivo de Detroit, praticamente sumiu de quadra quando a pressão apertou.

    Olha, eu já esperava que Cleveland tivesse uma defesa sólida, mas ver como eles conseguiram neutralizar completamente o ataque dos Pistons foi algo absurdo. Cade, que é um monstro no um-contra-um, simplesmente não conseguiu criar nada quando mais precisava. A intensidade defensiva dos Cavs foi de outro planeta.

    Wemby fazendo história no Oeste

    Enquanto isso, lá no Oeste, Victor Wembanyama tá mostrando por que todo mundo ficou maluco com esse garoto. A performance dele nos playoffs tá sendo algo que a gente não via há anos. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse dominar assim tão cedo na carreira.

    Minnesota? Cara, eles simplesmente não têm resposta para o francês. É como tentar parar uma força da natureza. O Wemby tá jogando num nível que me lembra os grandes centros dos anos 90, mas com um arsenal ofensivo completamente moderno. Absurdo mesmo.

    E aí, vocês acham que os Wolves ainda conseguem dar a volta nessa série? Na minha visão, tá difícil viu.

    Bomba na Filadélfia

    Mas a notícia que realmente pegou todo mundo de surpresa foi a demissão do Daryl Morey como GM dos 76ers. Cara, ninguém esperava essa. Morey sempre foi considerado um dos executivos mais inteligentes da liga.

    A situação na Filadélfia tá complicada mesmo. Com Embiid sempre machucado e as expectativas altíssimas, alguém tinha que pagar o pato. Mas demitir o Morey? Essa eu não vi vindo não.

    Enquanto isso, o Draft Combine tá rolando e já tem alguns nomes chamando atenção. Cameron Carr e Aday Mara são dois prospectos que podem surpreender na loteria. Sempre fico animado com essa época do ano — é quando a gente descobre as futuras estrelas da liga.

    O que vocês acharam dessas movimentações? Cavs favoritos agora contra Detroit? E esse Wemby, será que já pode ser considerado top 10 da liga?

  • Harden aprendendo ser Robin, mas levando Cleveland pro topo

    Harden aprendendo ser Robin, mas levando Cleveland pro topo

    Cara, o que o James Harden tá fazendo em Cleveland é simplesmente absurdo. Em 22 segundos na prorrogação do jogo 5 contra o Pistons, o barbudo fez uma enterrada, errou um lance livre, deu um toco, pegou rebote e perdeu a bola. Tudo isso em menos de meio minuto. E sabe o que é mais impressionante? Ele nem piscou.

    “Ele nunca vacila”, disse o técnico Kenny Atkinson. E olha, depois de 17 anos na liga, o cara já viu de tudo mesmo.

    Cleveland a um jogo das finais do Leste

    É por isso que Cleveland foi buscar o Harden há três meses. Eles queriam alguém cascudo, que já passou por mil guerras nos playoffs. E mano, tá funcionando. Os Cavs estão a uma vitória de chegar nas finais do Leste pela primeira vez desde 2018 — e sem LeBron, pela primeira vez desde 1992!

    Os números não mentem. Quando Harden faz pelo menos 22 pontos, Cleveland tá 5-1. Quando ele acerta pelo menos 44% dos arremessos, são 4-0. Coincidência? Eu acho que não.

    No jogo 5, mesmo errando sete dos últimos oito arremessos no último período e prorrogação, ele ainda foi o cestinha com 30 pontos. “Ele é um profissional dos profissionais”, disse Max Strus. E realmente é — você não vira Hall da Fama por acaso.

    O desafio de ser Robin depois de sempre ter sido Batman

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão difícil pra ele se adaptar. Mas pensa só: depois de anos sendo O cara nos Rockets e Nets, agora ele tem que dividir os holofotes com Donovan Mitchell. É como pedir pro Pelé jogar de meia-armador — tecnicamente funciona, mas mexe com o ego.

    “Isso é novo pra mim. Só tô aqui há dois meses e meio”, admitiu Harden. E olha, a honestidade dele me impressiona. Quantos superstars assumiriam isso publicamente?

    Claro que nem tudo são flores. O cara ainda perde muita bola — tá a uma assistência de empatar com Shaq entre os que mais perderam posse na história dos playoffs desde 1984. Mas ei, quem tem a bola na mão mais tempo também erra mais, né?

    O que me chama atenção é como ele tá evoluindo conforme a série avança. Os três melhores jogos dele foram justamente os três últimos — todos vitórias dos Cavs. Experiência pesando na reta final? Com certeza.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue fechar em casa no jogo 6? Eu tô começando a acreditar nesse time. Harden pode não ter anel ainda, mas tá provando que ainda tem muito basquete no tanque. E olha que ele já tem 37 anos!

    Uma coisa é certa: se chegarem nas finais do Leste, vai ser muito mérito desse cara que aceitou mudar seu jogo pelo bem do coletivo. Isso é maturidade, galera.

  • Mobley virou monstro e provou que os Cavs podem ganhar agora

    Mobley virou monstro e provou que os Cavs podem ganhar agora

    Cara, o que eu vi do Evan Mobley no Jogo 5 contra os Pistons foi simplesmente absurdo. O garoto literalmente carregou os Cavs nas costas quando mais precisavam dele — e olha que não foi fácil, não. Saiu de quadra com um corte perto do olho esquerdo, prova de que Detroit não facilitou nada pra ele.

    Sinceramente? Aquela troca do Darius Garland pelo James Harden sempre me pareceu uma aposta muito arriscada. Não no Harden — o cara é monstro. Mas era apostar que o Mobley já estava pronto pra ser protagonista nos playoffs AGORA, não daqui a 3 ou 4 anos. E cara, ele mostrou que tá pronto mesmo.

    Defesa e ataque: o show completo

    Quem acompanha a NBA desde que o Mobley chegou sabe que defesa sempre foi o ponto forte dele. Mas ontem foi além disso — o garoto simplesmente dominou a área defensiva. Intimidou tanta gente no garrafão que o Bickerstaff (técnico dos Pistons, que conhece bem esse time dos Cavs) teve que tirar o Jalen Duren — um All-Star, gente! — e fechar o jogo com o Paul Reed.

    E no ataque? Olha, os 7 pontos dele no final do quarto período vão ser manchete em todo lugar. Uma bomba de 3 decisiva e dois lances livres pra empatar o jogo no tempo normal. Duas coisas que ele vinha errando bastante na temporada regular. Mas o que mais me impressionou foi a tomada de decisão dele.

    Detroit tava fazendo de tudo pra parar o Mitchell e o Harden, então sobrou pro Mobley resolver. E ele resolveu.

    A evolução que todo mundo queria ver

    Vocês lembram dos playoffs de 2023 contra os Knicks? Cara, foi doloroso de assistir. O Mobley simplesmente não conseguia lidar com a pressão da marcação dupla. Ficava nervoso, tomava decisões ruins, não conseguia aproveitar quando o adversário mandava dois caras pra cima do armador.

    Três playoffs depois, é um jogador completamente diferente.

    O Bickerstaff (que inclusive era técnico dos Cavs naquela época traumática) tentou usar exatamente a mesma estratégia que o Thibodeau usou em 2023. Mandou pressão dupla nos armadores pra forçar o Mobley a decidir. Só que dessa vez não funcionou, não.

    O cara tava lendo a defesa como um veterano de 10 anos de NBA. Quando a ajuda vinha, ele achava o Jarrett Allen livre no garrafão — foram três assistências assim só no jogo. Quando a marcação vinha dos cantos, ele mandava a bola certinho pros arremessadores abertos.

    Oito assistências no total. Oito! Pro cara que começou a temporada dribblando demais e travando quando a pressão chegava.

    O Kenny Atkinson acertou a mão

    O técnico Kenny Atkinson falou uma coisa depois do jogo que fez muito sentido: “Ele tá encontrando o equilíbrio entre ser agressivo pra pontuar e ler a geografia da quadra. Quando eles fazem o ‘enxame’ — é assim que a gente chama —, ele consegue achar as janelas.”

    E aí, vocês acham que essa evolução do Mobley é suficiente pra levar os Cavs longe nos playoffs? Porque cara, se ele conseguir manter esse nível, esse time pode incomodar muito gente. A defesa sempre foi boa, agora com o ataque funcionando através dele…

    Não vou mentir: tô começando a acreditar nesse projeto de Cleveland. O Mobley finalmente virou o que todo mundo esperava que ele fosse.