Tag: Cleveland Cavaliers

  • Cavs passaram sufoco contra o Jazz tankeando – vitória suada por 122-113

    Cavs passaram sufoco contra o Jazz tankeando – vitória suada por 122-113

    Olha, vou ser sincero com vocês: os Cavs ganharam do Jazz por 122-113, mas que susto desnecessário foi esse? Era pra ter sido um passeio no parque contra um time que tá claramente tankeando, mas quase viramos motivo de piada na NBA.

    O Utah Jazz chegou nesse jogo sem SEIS jogadores da rotação principal. Cara, eles perderam cinco seguidas e nove dos últimos dez jogos. Era literalmente impossível perder essa, né? Mas os Cavs conseguiram tornar tudo dramático no último período.

    Evan Mobley salvou a pátria

    Se não fosse o Evan Mobley no quarto período, eu não sei como seria o final dessa história. O cara simplesmente resolveu ser dominante quando mais precisávamos – 10 pontos nos últimos 12 minutos, incluindo uma sequência absurda que decidiu o jogo.

    Foram três possessões seguidas que mostraram porque ele é special: uma bandeja com falta, uma enterrada de alley-oop do Sam Merrill, e outro and-one no pick-and-roll com o Harden. Transformou uma vantagem de 3 pontos numa liderança de 11 e matou o jogo.

    No final das contas, Mobley fechou com 34 pontos, 17 rebotes, 3 assistências e 3 tocos. Monstro absurdo. E ainda acertou 15 dos 21 arremessos – isso é eficiência, pessoal.

    Mitchell e Harden fizeram a parte deles

    Donovan Mitchell também cravou 34 pontos com 10-18 nos arremessos. Nada de novo por aqui – o cara é uma máquina de pontos quando precisa ser.

    Mas quem me impressionou mesmo foi o James Harden. Olha, eu sei que muita gente torce o nariz pro Barbudo, mas 14 assistências pelo segundo jogo seguido? O cara ainda sabe orquestrar um ataque como poucos. E ainda contribuiu com 13 pontos e 6 rebotes.

    Sinceramente, com os três melhores jogadores jogando nesse nível, essa vitória deveria ter sido bem mais tranquila. Mas aí vem o problema…

    Defesa de perímetro continua preocupante

    Os Cavs erraram 26 das 32 tentativas de três pontos. Isso é 18,8% de aproveitamento, gente! Não dá pra ganhar jogo assim na NBA moderna.

    E do outro lado? O Jazz acertou 15 das 29 tentativas de longa distância – mais de 50%! Cody Williams fez 26 pontos e Kyle Filipowski contribuiu com um double-double de 20 pontos e 10 rebotes.

    Essa fragilidade defensiva no perímetro tá me preocupando seriamente. Contra times melhores que o Jazz, isso vai custar caro. E vocês acham que isso vai ser resolvido até os playoffs?

    Agora é foco total no próximo desafio: Lakers com Luka Doncic na terça-feira. Esse sim vai ser um teste de verdade pra ver se os Cavs aprenderam alguma coisa com esse susto desnecessário.

  • Mitchell volta pra casa: Cavs podem selar vaga contra Jazz jovem

    Mitchell volta pra casa: Cavs podem selar vaga contra Jazz jovem

    Cara, que jogo interessante temos hoje à noite! Os Cavaliers visitam o Utah Jazz no Delta Center, e olha, tem muito mais história nesse confronto do que pode parecer à primeira vista.

    Cleveland (46-28) está numa briga feroz pela terceira colocação no Leste — e sinceramente, depois daquela performance de 149 pontos contra o Miami, eu tô começando a acreditar que esse time pode incomodar qualquer um nos playoffs. Enquanto isso, o Jazz (21-54) está naquela fase de desenvolvimento, apostando forte nos jovens talentos.

    A volta do Mitchell

    O grande protagonista da noite é obviamente o Donovan Mitchell. Voltando pra casa onde começou tudo… imagina a emoção do cara pisando naquela quadra vestindo a camisa de Cleveland? E não é só nostalgia não — o homem tá voando nesta temporada, candidato a MVP mesmo, especialmente depois que o James Harden chegou pra completar essa dupla monstruosa de armação.

    A ofensiva dos Cavs virou uma máquina, terceira melhor da liga em pontuação. Mas cuidado: o Jazz pode não estar ganhando muito, mas esse ritmo alucinado que eles jogam (lideram a liga em posses por jogo) pode ser uma pegadinha pra qualquer time visitante que bobear.

    Os jovens do Utah querem mostrar serviço

    Do lado do Jazz, o Kyle Filipowski tá sendo uma grata surpresa na temporada de rookie. O garoto tá fazendo 18.2 pontos e quase 9 rebotes por jogo — números absurdos pra um calouro. E o Cody Williams também tá crescendo na ala, mostrando que o futuro de Utah pode ser bem promissor.

    Olha, eu sei que o Jazz tá numa sequência de cinco derrotas, mas eles têm esse lance de manter os jogos competitivos até o final por causa do ritmo frenético. Vocês acham que os veteranos de Cleveland vão conseguir controlar essa loucura toda?

    Com Evan Mobley segurando o garrafão defensivamente e essa dupla Mitchell-Harden comandando o ataque, os Cavs entram como favoritos pesados (-17.5 pontos). Mas eu sempre fico com um pé atrás nesses jogos — times jovens jogando em casa podem surpreender.

    O jogo começa às 21h (horário de Brasília) e promete ser um festival de cestas. O total de pontos tá em 243.5 — ou seja, os bookmakers também esperam um jogaço de muito basquete ofensivo.

    Na minha opinião? Cleveland leva, mas Utah vai dar trabalho no primeiro tempo com esse ritmo maluco deles. No final, a experiência dos veteranos deve fazer a diferença.

  • Cavs perdem dois jogadores pra viagem final da Costa Oeste

    Cavs perdem dois jogadores pra viagem final da Costa Oeste

    Cara, parece que o Cleveland nunca vai ter paz com lesão essa temporada. Agora na reta final, os Cavaliers anunciaram que Jaylon Tyson e Dean Wade vão ficar em casa enquanto o time viaja pra última sequência na Costa Oeste.

    O Tyson tá fora desde 19 de março por causa de uma contusão óssea no dedão do pé esquerdo. Aconteceu contra o Chicago Bulls e ele não pisou mais em quadra desde então. Kenny Atkinson até deu uma esperança antes do jogo contra o Miami na sexta: “Ele ainda não tá pronto, mas jogou um pouquinho hoje de manhã, três contra três, então é uma boa notícia.”

    Wade se machuca de forma bizarra

    Já o Dean Wade… olha, a dele foi no mínimo inusitada. O cara se machucou no aquecimento na quarta-feira pisando em cima de um ball boy. Sério mesmo. Torceu o tornozelo dessa forma absurda.

    Não tem prazo pra volta dele ainda, e sinceramente, com o histórico de lesões do Wade, a gente sabe que pode demorar mesmo.

    Sequência pesada pela frente

    A viagem não é moleza não. Três jogos seguidos no Oeste: amanhã contra o Utah Jazz às 21h, depois vão pra Hollywood enfrentar o LeBron e os Lakers no último jogo da temporada regular entre esses dois times, e fecham quinta-feira contra o Golden State Warriors às 22h.

    Pelo menos voltam pra casa no domingo contra o Indiana Pacers. Daí restam só quatro jogos pra acabar a temporada regular.

    Na moral, o Cleveland tá numa situação confortável na classificação. Quarto lugar no Leste, dois jogos atrás do Knicks em terceiro e com 4.5 jogos de vantagem sobre Raptors e Hawks que brigam pelo quinto lugar.

    Vocês acham que essas lesões podem complicar a preparação pros playoffs? Com a fase que o time vinha, essas baixas chegam em má hora…

  • Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Cara, o Erik Spoelstra tava PISTOLA depois do que aconteceu ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o cara.

    O Miami Heat tomou uma surra histórica do Cleveland Cavaliers — 149 a 128. Sim, você leu certo: 149 pontos. Isso é o RECORDE de pontos que o Heat permitiu em toda a história da franquia. Absurdo total.

    A defesa que sumiu do mapa

    O mais revoltante pra Spoelstra (e pra qualquer um que torce pro Heat) é que essa mesma defesa estava entre as TOP-4 da liga há apenas duas semanas. Duas semanas! Agora estão em 9º lugar e tomando vareio de todo mundo.

    “É extremamente decepcionante”, disparou o técnico na coletiva. “Os caras colocaram sangue, suor e lágrimas pra desenvolver uma defesa top-4 há duas semanas. E quando mais precisamos dela é quando ela desaparece. Isso é inaceitável nesse momento.”

    Mano, eu fico pensando: como um time que tinha uma identidade defensiva tão sólida consegue desmoronar assim? Os Cavs fizeram QUARENTA pontos em dois quartos seguidos no primeiro tempo. Quarenta!

    Cinco meses de trabalho pelo ralo

    O que mais me chamou atenção foi a frustração real do Spoelstra. O cara deixou bem claro que não tá inventando moda — eles tinham cinco meses de bons hábitos defensivos.

    “Não é como se estivéssemos tentando fabricar algo do nada”, continuou ele. “Temos cinco meses de ótimos hábitos defensivos, colocamos muito trabalho pra desenvolver esses hábitos, e você desenvolve orgulho na sua defesa.”

    E aí vem a parte que mais dói: “Seria uma coisa se tivéssemos a 20ª defesa da liga por meses. Mas literalmente há duas semanas, ou menos, tínhamos a 4ª melhor defesa.”

    Sinceramente, dá pra sentir a dor do técnico. Imagina trabalhar o ano todo pra construir algo e ver tudo desmoronar bem na reta final da temporada?

    O Heat tem uma chance de se redimir domingo contra o Indiana Pacers. Vocês acham que eles conseguem voltar ao nível defensivo que conhecemos, ou essa queda é definitiva? Porque se continuar assim, nem playoffs eles pegam.

  • Jazz recebe Cavs tentando quebrar jejum de derrotas em casa

    Jazz recebe Cavs tentando quebrar jejum de derrotas em casa

    Olha, vou ser sincero: o Utah Jazz tá vivendo um momento complicado na temporada. Com apenas 21 vitórias em 75 jogos, o time já pode até começar a sonhar com a loteria do Draft. Mas hoje à noite eles recebem o Cleveland Cavaliers em Salt Lake City, e toda partida é uma nova chance de mostrar serviço, né?

    O que mais me chama atenção é que o Jazz vem de três derrotas consecutivas jogando em casa. Cara, isso dói na alma de qualquer torcedor. Jogar mal fora de casa já é ruim, mas perder no seu próprio ginásio? Aí complica.

    Os números contam uma história interessante

    Mesmo com a campanha ruim, o Jazz tem alguns pontos positivos. Eles lideram a Conferência Oeste em assistências por jogo (29.4), com destaque para Isaiah Collier que distribui 7.2 por partida. Isso mostra que quando o time consegue movimentar bem a bola, as coisas fluem.

    Do lado dos Cavaliers, a situação é bem diferente. Com 46-28, eles ocupam a quarta posição no Leste e vêm jogando um basquete consistente longe de casa (22-14 como visitante). Jarrett Allen tem sido fundamental nos rebotes ofensivos, pegando 2.6 por jogo.

    Uma curiosidade que me chamou atenção: os times se enfrentaram em janeiro e o Jazz ganhou por 123-112, com Keyonte George fazendo um jogaço de 32 pontos. Será que conseguem repetir a dose? Até porque o George tá machucado agora…

    O departamento médico preocupa

    E por falar em lesões, olha só o tamanho do problema do Jazz: Lauri Markkanen (quadril), Keyonte George (perna), Walker Kessler (ombro, fora da temporada), Jusuf Nurkic (nariz, fora da temporada) e Jaren Jackson Jr. (joelho, fora da temporada). Meu Deus, é praticamente um time todo no departamento médico!

    Os Cavaliers também têm seus problemas, mas nada comparado. Craig Porter Jr., Dean Wade e Jaylon Tyson estão com status de “day to day”, mas nada que comprometa tanto quanto o que acontece em Utah.

    Com James Harden fazendo seus 24 pontos por jogo e Donovan Mitchell contribuindo com arremessos de 3 (2.0 por jogo nas últimas 10 partidas), Cleveland tem munição suficiente para continuar sua boa fase. Eles vêm de 7 vitórias em 10 jogos, enquanto o Jazz conseguiu apenas 1 vitória no mesmo período.

    Sinceramente, é difícil apostar no Jazz nessa. Mesmo jogando em casa, com tantos desfalques e vindo de três derrotas seguidas no próprio ginásio, fica complicado. Mas ei, é isso que torna o basquete especial – qualquer coisa pode acontecer em 48 minutos de jogo, não é mesmo?

  • Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Allen volta com tudo e os Cavs fazem 149 pontos num show absurdo

    Jarrett Allen ficou esperando o cumprimento do técnico antes do jogo, mas em vez do high-five tradicional, levou foi um abraço de urso. “Eu esqueci que ele estava no time”, brincou Kenny Atkinson. “Já me acostumei tanto com ele fora do quinteto titular que precisei abraçar pra dar as boas-vindas de volta.”

    E que volta foi essa, pessoal! Allen voltou depois de 10 jogos parado por tendinite no joelho e simplesmente destruiu. Foram 18 pontos em apenas 18 minutos na goleada de 149 a 128 dos Cavs sobre o Miami Heat. Sim, você leu certo – 149 pontos em tempo regulamentar. Recorde da franquia!

    Começou certo e não parou mais

    O pivô de 2,11m marcou logo na primeira posse de bola com um ganchinho na área restritiva. Nos primeiros quatro minutos? Oito pontos. “Foi incrível”, disse Allen. “Valeu pro Kenny, ele desenhou a primeira jogada pra mim. Normalmente eu não recebo a primeira jogada, mas ele queria me colocar no ritmo das coisas.”

    Olha, eu não esperava essa explosão ofensiva logo de cara. Allen estava fora desde 3 de março quando se machucou contra o Detroit. O que parecia bobagem virou uma tendinite “severa” – palavra dos próprios Cavs – e eles foram cautelosos na recuperação do cara de 27 anos.

    Max Strus também pegou fogo

    Não foi só Allen que brilhou, não. Max Strus acertou OITO bolas de três e fez 29 pontos. Evan Mobley contribuiu com 23, e James Harden distribuiu 14 assistências – o maior número desde que chegou no deadline de trocas. Sinceramente, quando esse time está saudável, é assustador.

    A única gafe da noite? Atkinson esqueceu de cumprimentar Allen na apresentação dos jogadores. “Ele não estava acostumado comigo jogando e me perdeu no high-five”, riu Allen. “Isso é incrível.”

    Timing perfeito pra playoffs?

    Os Cavs têm lidado com lesões o ano todo, e a ausência do Allen foi especialmente chata – só oito jogos restam na temporada regular. Cleveland está na 4ª colocação do Leste, mas quase não jogaram com força máxima.

    Strus também voltou há pouco depois de mais de quatro meses fora por cirurgia no pé. E Allen só jogou algumas partidas com Harden, que chegou nas trocas e levantou as esperativas de título dos Cavs. Vocês acham que eles conseguem entrosar todo mundo a tempo dos playoffs?

    “É como ter um goleiro de 2,10m”, disse Atkinson sobre Allen. “Ele protege o garrafão e facilita nossa vida.” Paired com Mobley (atual DPOY), forma uma das duplas defensivas mais temidas da liga.

    Com médias de 15,3 pontos e 9,2 rebotes em 51 jogos como titular, Allen estava numa das melhores fases ofensivas da carreira antes da lesão. Em 1º de fevereiro, fez 40 pontos e 17 rebotes contra Portland – recorde pessoal.

    Os Cavs ainda estão sem Jaylon Tyson e Dean Wade, mas pelo que vi ontem… quando esse time engata, é monstro.

  • Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cavs metem 149 no Heat e Max Strus vira pesadelo do ex-time

    Cara, que diferença três dias fazem! Depois de tomar uma surra do Miami Heat na quarta-feira, o Cleveland Cavaliers resolveu devolver na mesma moeda — com juros. 149 a 128. Cento e quarenta e nove pontos!

    Max Strus simplesmente decidiu que ia destruir o ex-time dele. Oito bolas de três. OITO. O cara meteu 29 pontos e mostrou pro Heat o que eles perderam quando deixaram ele ir embora. Sinceramente? Deve ter sido uma das vinganças mais doces que eu já vi na NBA.

    Jarrett Allen de volta faz toda diferença

    Kenny Atkinson colocou o Jarrett Allen de volta no quinteto titular e — meu Deus — que diferença isso fez. O cara teve um double-double (18 pontos e rebotes suficientes) e mostrou porque a pintura dos Cavs fica muito mais protegida com ele e o Evan Mobley juntos.

    Os números não mentem: o Heat só conseguiu 24% dos arremessos dele na pintura. Isso é quase 8% abaixo da média deles na temporada. Quando você tem dois grandões intimidando no garrafão, fica difícil mesmo para qualquer time.

    E o James Harden? O cara tá jogando como se fosse moleza demais. 17 pontos e 14 assistências — um double-double que parecia fácil demais. A conexão dele com o Allen nos pick-and-rolls tava absurda. Uma bandejinha aqui, uma enterrada ali… era show de bola.

    Donovan Mitchell nem precisou forçar

    Olha que coisa linda: o Mitchell, que normalmente carrega o time nas costas, teve uma noite quieta no ataque e nem fez falta. Quando todo mundo tá acertando assim, o craque pode dar uma relaxada e focar em outras coisas — seis assistências e quatro roubadas de bola.

    Já o Evan Mobley começou devagar mas explodiu no último quarto. Seis pontos seguidos no começo do período final e terminou com 23 pontos e 10 rebotes. Quando ele resolve ser agressivo assim, fica impossível parar o cara.

    Heat frustrado até no final

    O jogo ficou meio tenso no final, com Tyler Herro levando técnica depois de atropelar o Sam Merrill numa tela e ainda reclamar da arbitragem. Depois rolou mais confusão com falta dura e mais técnicas voando. Mas convenhamos, quando você tá perdendo de mais de 20 pontos e sendo humilhado na casa do adversário, a frustração é natural.

    O Heat saiu perdendo 15 a 2 logo no começo e nunca mais conseguiu se recuperar. Foi uma daquelas noites que você só quer esquecer — se você torce pelo Miami, claro.

    Agora os Cavs têm uns dias para descansar antes de encarar uma viagem pela Costa Oeste, começando contra o Jazz na segunda-feira. E vocês acham que eles conseguem manter esse nível absurdo de basquete? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho nos playoffs.

  • Braylon Mullins pode ser pick 29 do Draft: UConn tem nova joia

    Braylon Mullins pode ser pick 29 do Draft: UConn tem nova joia

    Olha só quem tá chamando atenção no March Madness: Braylon Mullins, do UConn. O garoto de 19 anos está sendo projetado como pick 29 no Draft de 2026, indo parar no Cleveland Cavaliers. E cara, depois de ver o que ele aprontou nesta temporada, não dá pra dizer que é surpresa.

    A temporada complicada que virou sucesso

    O começo foi tenso, não vou mentir. Mullins perdeu o início da temporada por causa de uma lesão no tornozelo — daquelas que deixam qualquer fã de coração na mão. Mas quando voltou? Monstro. Simplesmente monstro.

    Nos primeiros 18 jogos como titular, o cara acertou 40,7% dos arremessos de 3 pontos. Quarenta vírgula sete por cento! Pra um calouro, isso é absurdo. Claro que teve aquele jogo no March Madness onde ele errou todos os 8 arremessos de três (ai, doeu até em mim), mas convenhamos — todo mundo tem um dia ruim, né?

    Na minha visão, o que mais impressiona no Mullins é como ele joga sem a bola. Não é só mais um arremessador parado no canto da quadra. O garoto se movimenta, acha espaços, entende o jogo. Isso é ouro puro na NBA atual.

    Os números que convencem

    Vamos aos dados: 12 pontos por jogo, 3,5 rebotes, 1,4 assistência. O aproveitamento geral de 43,5% nos arremessos de quadra tá bem sólido, e os 34,5% de três são mais do que respeitáveis para um novato na NCAA.

    Sinceramente? Eu acho que ele tem potencial pra ser mais que um especialista em três pontos. A movimentação dele lembra um pouco o que a gente via no Leandro Barbosa nos seus melhores momentos — não pela posição, mas pela inteligência de jogo.

    E vocês acham que Cleveland é um bom fit pra ele? Com Donovan Mitchell comandando o ataque, Mullins poderia ter tempo pra se desenvolver sem pressão absurda. O Cavs precisa de profundidade no perímetro, e um cara que pode entrar e acertar uns três logo de cara sempre é bem-vindo.

    O Draft de 2026 promete ser interessante, e Mullins definitivamente é um nome pra ficar de olho. Se conseguir manter essa consistência no restante do March Madness, pode até subir algumas posições. Quem sabe, né?

  • Max Strus meteora 8 bolas de 3 e destrói o ex-time no Cavs 149×128

    Max Strus meteora 8 bolas de 3 e destrói o ex-time no Cavs 149×128

    Cara, que noite foi essa do Max Strus! O cara simplesmente resolveu mostrar pro Miami Heat que saiu de lá por um motivo. Oito bolas de três em uma noite só — oito! — e 29 pontos no placar. Os Cavs passaram o rodo no Heat por 149 a 128, e sinceramente? Foi lindo de ver.

    Olha, eu já esperava que o Strus quisesse se vingar do antigo time, mas não imaginava que seria desse jeito. O maluco fez seis das oito tentativas de três só no primeiro tempo, ajudando Cleveland a abrir uns absurdos 35 pontos de vantagem. Uma enterrada de três bem na buzina do intervalo deixou o placar 81 a 46. Monstro demais.

    Jarrett Allen volta e faz a diferença

    E não foi só o show do Strus não. Jarrett Allen voltou de lesão depois de ficar 10 jogos parado por causa de uma tendinite no joelho. O pivô fez 18 pontos e mais importante que isso — deu aquela segurança defensiva que estava fazendo uma falta danada pro time.

    A volta do Allen é crucial principalmente pela química com o James Harden, que chegou na trade deadline e tá elevando o nível do time. Falando no Harden, o barbudo distribuiu 14 assistências (recorde dele com a camisa dos Cavs) e ainda fez 17 pontos. Evan Mobley também colaborou com 23 pontos.

    Agora, uma coisa que me chamou atenção: Donovan Mitchell praticamente não existiu no jogo. Só 6 pontos, acertando apenas 1 de 10 arremessos. Quando um cara do calibre dele tem uma noite dessas e o time ainda ganha por mais de 20, é sinal de que o elenco tá bem encorpado mesmo.

    Miami tenta, mas não consegue reagir

    O Heat até tentou uma reação no terceiro quarto. Chegaram a diminuir a diferença para 19 pontos (101 a 82) com uma bola de três do Jamie Jaquez Jr., que foi o melhor do time visitante com 20 pontos. Bam Adebayo fez um double-double modesto: 14 pontos e 16 rebotes.

    Mas aí que tá — quando o time de casa tá inspirado desse jeito, não tem muito o que fazer. Keon Ellis acertou uma bomba no final do terceiro quarto e selou a sorte: 109 a 87 entrando nos 12 minutos finais.

    Essa derrota foi pesada pro Miami, que caiu da disputa pelo 8º lugar do Leste e agora tá na 10ª colocação. Enquanto isso, Cleveland continua sonhando alto na temporada. E vocês, acham que os Cavs conseguem manter esse nível nos playoffs?

    Próximos jogos: Heat vai enfrentar o Indiana no domingo, enquanto os Cavs viajam pra Utah na segunda-feira.

  • Heat quebra sequência negativa e atropela Cavs com ataque coletivo

    Heat quebra sequência negativa e atropela Cavs com ataque coletivo

    Olha, eu não esperava que o Miami Heat fosse resolver tão bem assim contra Cleveland depois de cinco derrotas seguidas. Mas foi exatamente isso que rolou na noite de quarta: um atropelo de 120 a 103 nos Cavaliers, com todo mundo contribuindo.

    Norman Powell liderou a festa com 19 pontos, Tyler Herro colou com 18, e o mais impressionante? Oito jogadores do Heat terminaram com dois dígitos no placar. Isso é o que eu chamo de basquete coletivo de verdade.

    Quase entregaram, mas se recuperaram

    Agora, não vou mentir — o Heat quase fez aquela clássica entregada no terceiro quarto. Tinham 17 pontos de vantagem e viram os Cavs chegarem pertinho. Mas aí que entra a experiência dessa turma de Miami.

    Nos momentos decisivos do último quarto, Bam Adebayo converteu um and-one e Kel’el Ware marcou uma bandeja — tudo em 11 segundos. Pronto, jogo encerrado. Bam terminou com 17 pontos, enquanto Ware fez um double-double com 13 pontos e 11 rebotes.

    Do lado de Cleveland, Donovan Mitchell fez o que pôde com 28 pontos, mas acabou saindo de quadra por faltas nos minutos finais. James Harden e Sam Merrill ajudaram com 18 cada, mas não foi suficiente para segurar o temporal de Miami.

    Heat testou a defesa dos Cavs

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavaliers, já tinha reclamado da defesa do time depois de tomar 131 pontos do Orlando na terça. E olha, contra o Heat não foi muito diferente. Miami converteu 13 bolas de três e chegou a abrir 21 pontos no primeiro tempo.

    O que me chama atenção é que os Cavs estão lidando com lesões o tempo todo. Jarrett Allen já está fora há 10 jogos, e agora Dean Wade torceu o tornozelo no aquecimento pisando no pé de um gandula. Cara, que azar!

    Vocês acham que Miami consegue embalar agora ou foi só um alívio momentâneo? Os times se enfrentam novamente na sexta-feira, ainda em Cleveland. Vai ser interessante ver se o Heat consegue repetir a dose ou se os Cavaliers vão buscar a revanche em casa.

    Uma coisa é certa: quando o ataque do Heat funciona assim, com todo mundo envolvido, eles viram um problema sério para qualquer time da liga. E com os playoffs se aproximando, esse tipo de performance coletiva pode fazer toda a diferença.