Tag: contratos NBA

  • Trae Young vai ganhar uma FORTUNA nos Wizards

    Trae Young vai ganhar uma FORTUNA nos Wizards

    Mano, o Trae Young vai embolsar uma grana absurda em Washington. Segundo as informações que estão rolando, o armador deve assinar um contrato de três anos por cerca de 120 milhões de dólares com os Wizards nesta offseason. Isso mesmo — 120 MILHÕES.

    A situação é a seguinte: o Young tem uma opção de jogador de 49 milhões para a próxima temporada, mas pode assinar um acordo ainda mais gordo. Até o dia 30 de junho, ele estava elegível para um contrato de três anos por 160 milhões, mas aparentemente vai ficar com algo em torno dos 120.

    E aí, vale a pena?

    Olha, eu entendo a estratégia dos Wizards. O cara tem apenas 27 anos e já provou que sabe distribuir assistências e marcar pontos. Mas sinceramente? Me preocupa um pouco essa aposta toda em cima de apenas cinco jogos em Washington.

    Porque vamos ser realistas aqui — Young jogou só cinco partidas pelos Wizards na temporada passada, com médias de 15.2 pontos e 6.2 assistências. É uma amostra bem pequena pra definir um investimento desse tamanho, não acham?

    O futuro em Washington

    Por outro lado, os Wizards estão claramente apostando no potencial do armador pra liderar o projeto de reconstrução. E cara, 40 milhões por ano não é pouco dinheiro não — é salário de superstar mesmo.

    A grande questão agora é: será que o Young consegue voltar ao nível que mostrou em Atlanta? Lá ele já teve temporadas com mais de 25 pontos de média e quase 10 assistências. Se ele conseguir repetir algo próximo disso em Washington, aí sim o investimento faz todo sentido.

    Vocês acham que os Wizards estão fazendo a escolha certa ou é muito risco pra pouco tempo de observação? Eu tô na dúvida, mas torço pra dar certo — sempre gosto de ver armadores talentosos brilhando na liga.

  • Curry fecha com Li-Ning por US$ 400 milhões – que loucura!

    Curry fecha com Li-Ning por US$ 400 milhões – que loucura!

    Gente, vocês viram o que o Steph Curry acabou de aprontar? O cara fechou um contrato de tênis com a Li-Ning que deixa qualquer um de queixo caído: US$ 400 milhões por 10 anos. Isso mesmo, quatrocentos milhões de dólares americanos.

    Olha, eu confesso que não esperava essa. Todo mundo achava que ele ia renovar com alguma marca americana tradicional, mas o Chef decidiu apostar pesado na gigante chinesa. E que aposta, né?

    Um negócio histórico que muda tudo

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Curry tinha ofertas similares de outras marcas — algumas até mais generosas financeiramente. Mas mesmo assim escolheu a Li-Ning. Por quê? Simples: visão global.

    “Eu realmente acredito que a parceria com a Li-Ning vai permitir que a Curry Brand prospere”, disse o próprio Stephen. E cara, faz sentido. A Li-Ning é líder de mercado na China no basquete, e China é… bem, China né. Mercado gigantesco.

    O mais interessante é que isso não é só sobre dinheiro (embora 400 milhões ajudem bastante). É sobre expandir a marca dele globalmente de uma forma que talvez não rolasse com Nike ou Adidas.

    Curry pensando além da quadra

    Vocês acham que foi uma jogada inteligente? Na minha visão, foi genial. O cara já provou tudo que tinha que provar na NBA — dois MVPs, quatro títulos, mudou o jogo pra sempre com os arremessos de 3. Agora ele tá jogando o jogo dos negócios.

    A Li-Ning não é brincadeira não. É uma empresa global que entende de esporte e tem recursos absurdos para investir. E com Curry como garoto-propaganda principal, imagina o alcance que a Curry Brand pode ter.

    Sinceramente, acho que daqui a alguns anos vamos olhar pra trás e ver isso como um dos movimentos mais espertos da carreira dele fora de quadra. US$ 40 milhões por ano até 2036… o monstro vai estar ganhando mais com tênis do que muito jogador ganha de salário na NBA!

    E aí, o que vocês acham? Curry fez certo apostando na Li-Ning ou vocês preferiam ver ele com alguma marca mais tradicional?

  • Curry assina com marca chinesa e choca o mundo das chuteiras

    Curry assina com marca chinesa e choca o mundo das chuteiras

    Gente, eu não acreditei quando vi essa notícia. Stephen Curry — isso mesmo, o STEPHEN CURRY — acabou de assinar um contrato de 10 anos com a Li-Ning, uma marca chinesa de tênis. E não é qualquer contratinho não: o cara disse que é “maior que um contrato de tênis” e “maior que uma linha assinatura”.

    Olha, sinceramente? Eu não esperava essa. Desde novembro que o Curry tava jogando sem patrocinador depois que se separou da Under Armour. Durante essa “agência livre de tênis” (que expressão mais doida), o cara foi testando chuteira de todo mundo — até leiloou mais de 70 pares na Sotheby’s e arrecadou 1,7 milhão de dólares para caridade. Monstro demais.

    A parceria que ninguém viu vindo

    “Esta é a parceria de uma vida. O futuro da Curry Brand é com a Li-Ning”, escreveu o Chef no site dele. Cara, ele tá falando sério mesmo. A ideia é abrir lojas da Curry Brand nos Estados Unidos E na China. Isso é pensamento global de verdade.

    E eu entendo a lógica dele. Durante essa temporada testando tênis de várias marcas, ele ficou impressionado com a qualidade da Li-Ning. “Foi quando joguei com os tênis do Dwyane Wade e do Jimmy Butler que soube que a Li-Ning poderia ser a parceira certa”, disse o Curry. Butler, aliás, que joga no Warriors com ele, também tem contrato com a marca.

    Li-Ning não é qualquer marca

    Pra quem não conhece (eu confesso que conhecia pouco), a Li-Ning foi fundada em 1990 pelo ginasta chinês Li Ning — o cara ganhou seis medalhas nas Olimpíadas de 84, incluindo três de ouro. Na NBA, eles já tiveram alguns nomes conhecidos: Shaquille O’Neal, Baron Davis, Dwyane Wade… E hoje têm CJ McCollum no Hawks e D’Angelo Russell no Wizards.

    O primeiro jogador da NBA a assinar com eles foi Damon Jones em 2006, quando tava no Cavaliers. Mas convenhamos: ter o Stephen Curry é outro patamar completamente. Estamos falando do cara que tem o RECORDE de cestas de três da NBA. O impacto vai ser absurdo.

    Curry começou a carreira com a Nike (2009-2013) antes de ir pra Under Armour, onde ficou mais de uma década. Agora, aos 38 anos e entrando na 18ª temporada, ele tá apostando alto nessa parceria chinesa.

    Vocês acham que essa mudança pode abalar o mercado americano de tênis de basquete? Porque uma coisa é certa: se tem alguém que pode tornar uma marca chinesa relevante nos EUA, esse alguém é o Stephen Curry. E olha que ele ainda quer expandir pro golf também — o cara não para mesmo.

    Uma coisa eu garanto: os próximos anos vão ser interessantes demais pra acompanhar essa história. E quem sabe a gente não vê uns modelos da Li-Ning chegando aqui no Brasil também?

  • Curry fecha com Li-Ning por US$ 400 milhões e recusou oferta maior

    Curry fecha com Li-Ning por US$ 400 milhões e recusou oferta maior

    Galera, saiu o valor do novo contrato do Stephen Curry e… caramba. US$ 400 milhões por 10 anos com a Li-Ning. Quatrocentos milhões de dólares! E olha só que loucura: segundo o Shams Charania da ESPN, o Chef ainda recusou uma proposta maior de outra empresa.

    Isso mesmo que vocês leram. O cara deixou mais dinheiro na mesa porque acreditou que a Li-Ning tinha a melhor visão de longo prazo pro negócio dele. Honestamente? Admiro essa mentalidade empresarial.

    Mais que tênis de basquete

    O que mais me chamou atenção nesse acordo é que não é só sobre tênis de basquete, não. A Curry Brand vai se expandir pra lifestyle, roupas casuais, linha de golfe dedicada e — pasmem — o Steph vai poder assinar atletas homens E mulheres sob a marca dele.

    A Li-Ning ainda planeja abrir lojas físicas da Curry Brand nos Estados Unidos e na China. Monstro demais, né? O cara tá literalmente construindo um império global que vai muito além das quadras.

    Sinceramente, eu não esperava que ele saísse da Under Armour depois de 13 anos juntos, mas aparentemente rolou uma frustração interna com o que consideraram “subinvestimento” da empresa. Faz sentido — o Curry merece uma marca que aposte pesado nele.

    A temporada de testes

    Durante toda essa novela, o Curry virou praticamente um agente livre no mundo dos tênis. Lembram quando ele apareceu com o Kobe 6 “Mambacita” naquela viagem a San Antonio? Foi absurdo ver um dos maiores astros da NBA testando tênis de várias marcas em quadra.

    Segundo o Charania, o conforto foi fundamental na decisão final. O Curry testou modelos dos companheiros Jimmy Butler e Dwyane Wade — ambos atletas da Li-Ning — antes de bater o martelo.

    Vocês acham que ele fez a escolha certa? Deixar mais dinheiro na mesa por uma visão melhor de negócio é uma jogada arriscada, mas pode ser genial no longo prazo. Com US$ 400 milhões garantidos nos próximos 10 anos, a aposta é que a Li-Ning vai transformar a Curry Brand numa potência global de esportes e lifestyle.

    E aí, será que vamos ver o Chef dominando não só as quadras, mas também o mundo da moda esportiva? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa parceria.

  • Hornets cravam que Diabaté vale cada centavo e garantem contrato

    Hornets cravam que Diabaté vale cada centavo e garantem contrato

    Olha só que movimento inteligente dos Charlotte Hornets: acabaram de garantir totalmente o contrato do Moussa Diabaté para a temporada 2026-27. Antes estava só parcialmente garantido, mas agora o pivô francês de 2,08m pode dormir tranquilo.

    E faz todo sentido, cara. O moleque de 23 anos foi um dos principais motivos dos Hornets terem melhorado tanto defensivamente. Foram 73 jogos na temporada passada, sendo titular em 47 deles — números de quem virou peça fundamental no esquema.

    Os números não mentem

    Diabaté fechou a última temporada com médias de 7.9 pontos, 8.7 rebotes, 1.9 assistências e 1 toco por jogo. Ok, não são números de estrela, mas quem assiste sabe que o impacto vai muito além das estatísticas básicas.

    Tanto é que a própria NBA reconheceu isso e deu pra ele o Hustle Award de 2025-26 — um prêmio que homenageia jogadores que contribuem pra vitória de formas que não aparecem na súmula tradicional. Sabe aqueles caras que fazem o trabalho sujo? É exatamente isso.

    Aposta que pode dar muito certo

    Na minha visão, os Hornets estão fazendo a coisa certa. Diabaté ainda é novinho e tem margem gigante pra crescer. Além disso, pivô defensivo que trabalha duro está sempre em falta na liga.

    O contrato que antes só seria garantido por $250 mil na noite de abertura da temporada, e depois totalmente garantido apenas em 10 de janeiro de 2027, agora já tá carimbado. Charlotte não quis arriscar.

    Vocês acham que foi uma boa aposta dos Hornets? Sinceramente, eu acho que esse tipo de jogador — que faz as pequenas coisas certas — sempre tem espaço na NBA. E pelo jeito, a franquia de Charlotte pensa igual.

  • Edwards vai ter que esperar até 2027 pra ganhar os US$ 300 milhões

    Edwards vai ter que esperar até 2027 pra ganhar os US$ 300 milhões

    Olha, eu sinceramente não sei se fico com pena do Anthony Edwards ou se dou risada da situação. O cara perdeu a chance de assinar um contrato de 300 milhões de dólares por causa da maldita regra dos 65 jogos. É, você leu certo – trezentos milhões!

    A situação é a seguinte: como o Ant-Man não conseguiu jogar pelo menos 65 partidas na temporada passada, ele não pôde ser selecionado pro All-NBA. E sem All-NBA, não rola supermax. Matemática cruel da NBA.

    A tentativa que não deu certo

    Edwards até tentou apelar usando a regra de “circunstâncias extraordinárias” – que basicamente é quando você se machuca e não tem culpa de ter perdido jogos. Mas o árbitro negou o recurso dele. O mais engraçado (ou revoltante, dependendo do ponto de vista) é que o Luka Doncic e o Cade Cunningham fizeram o mesmo apelo e conseguiram aprovação.

    Cara, imagina a frustração. Seus colegas de profissão conseguem e você não? Eu ficaria pistola.

    O fato de ter entrado com o recurso já mostra que o Edwards tá interessado em ficar em Minnesota mesmo. E olha, quem não ficaria né? 300 milhões de razões pra continuar no frio de Minneapolis.

    Agora é esperar e torcer

    Como não rolou o supermax, Edwards só pode assinar uma extensão de dois anos por “apenas” 122 milhões de dólares nesta offseason. Apenas, né? A gente aqui brigando por um aumento de salário mínimo e o cara tá triste com 122 milhões.

    A expectativa agora é que ele espere até 2027 pra assinar o próximo contrato – assumindo que consiga entrar no All-NBA na próxima temporada. E convenhamos, se ele se manter saudável, é praticamente certeza que vai conseguir.

    Edwards já assinou uma extensão de cinco anos por 244 milhões em 2023, então não é como se ele tivesse passando necessidade. Mas quando você vê 300 milhões na sua frente e não consegue pegar… deve doer na alma.

    Vocês acham que ele consegue se manter saudável e pegar esse All-NBA ano que vem? Porque sinceramente, se eu fosse ele, estaria fazendo de tudo pra não perder nem um treino.

  • Jalen Duren vira candidato a contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA

    Jalen Duren vira candidato a contrato de R$ 1,5 bilhão após All-NBA

    Gente, vocês viram o que aconteceu com o Jalen Duren? O cara foi selecionado pro All-NBA Third Team e de uma hora pra outra virou candidato a um dos contratos mais gordos da história da NBA. Estamos falando de cinco anos e US$ 287 milhões com o Detroit Pistons. Isso mesmo que vocês leram — quase R$ 1,5 bilhão na cotação atual.

    Olha, eu sempre achei o Duren um jogador promissor desde que chegou em Detroit, mas sinceramente não esperava que ele desse esse salto tão rápido. O pivô de 22 anos simplesmente explodiu nesta temporada e agora tá colhendo os frutos.

    O pulo do gato financeiro

    Antes de entrar no All-NBA, o Duren só podia assinar um contrato de cinco anos por US$ 239 milhões (25% do salary cap). Com a seleção, ele passou a ter direito a 30% do teto salarial, o que significa US$ 49,5 milhões já na primeira temporada do novo contrato, em 2026-27.

    A diferença? Quase US$ 50 milhões a mais no total. É dinheiro pra comprar uns dois times da NBB inteiros, mano.

    E aqui vem a parte interessante: se ele sair de Detroit, o máximo que outro time pode oferecer são quatro anos e US$ 177,4 milhões. Ainda é uma grana absurda, mas US$ 110 milhões a menos que ficar com os Pistons. Matemática simples, né?

    Detroit finalmente acertou uma?

    Vocês se lembram quando Detroit pegou o Duren na troca que mandou o Jerami Grant pro Portland? Na época muita gente achou que foi meio aleatório, mas cara… que jogada genial isso se mostrou.

    O garoto chegou como uma aposta no futuro e agora tá se transformando no pilar da franquia. Triple-doubles, enterradas monstruosas, defesa sólida — o pacote completo que todo time quer no garrafão.

    A questão agora é: Detroit vai abrir o cofre? Porque vamos combinar, US$ 287 milhões é muita grana mesmo pra uma franquia que tá tentando se reconstruir há anos. Mas ao mesmo tempo, quando você encontra uma peça central jovem assim, você segura com unhas e dentes.

    E aí, vocês acham que vale a pena Detroit investir pesado no Duren? Ou será que algum time com mais tradição vai tentar roubar o pivô dos Pistons? As negociações começam depois das Finals de 2026, e eu já tô ansioso pra ver essa novela desenrolar.

  • Duren se complicou nos playoffs e agora não vai ganhar contrato máximo

    Duren se complicou nos playoffs e agora não vai ganhar contrato máximo

    Olha, eu sabia que os playoffs iam mostrar quem é quem de verdade, mas não esperava que o Jalen Duren ia desabar desse jeito. O garoto que brilhou na temporada regular simplesmente sumiu quando a coisa ficou séria nos Pistons.

    Da glória ao vexame em questão de semanas

    Durante a temporada regular, o cara estava monstruoso: 19.5 pontos, 10.5 rebotes e absurdos 65% de aproveitamento nos arremessos. Primeira convocação pro All-Star Game aos 22 anos. Eu tava pensando “esse moleque vai arrancar uma grana violenta do Detroit”.

    Aí chegaram os playoffs e… 10.2 pontos, 8.5 rebotes, 51% nos arremessos. Cara, que diferença brutal! O pior de tudo? Foi dominado pelos pivôs adversários nas duas séries. Primeiro levou um baile do Wendell Carter Jr., depois o Jarrett Allen fez o que quis com ele.

    O técnico J.B. Bickerstaff chegou ao ponto de tirar o Duren de quadra no quarto período inteiro e na prorrogação do Jogo 5, colocando o Paul Reed no lugar. Imagina a humilhação…

    Pistons ainda querem ficar com ele, mas…

    Apesar da decepção, Detroit não vai abrir mão do pivô. A diretoria ainda vê nele um jogador central pro futuro da franquia — afinal, tamanho, habilidade e idade (22 anos) não são coisas que você encontra em qualquer esquina.

    A diferença é que agora os Pistons não vão precisar quebrar o cofre pra mantê-lo. Antes dos playoffs, todo mundo falava em contrato máximo. Agora? Esquece. A própria liga não acredita que Duren tenha poder de barganha pra exigir valores astronômicos.

    Tecnicamente ele ainda poderia conseguir um contrato de cinco anos valendo 30% do teto salarial se fizesse o All-NBA Team, mas sejamos realistas: depois dessa performance nos playoffs, isso não vai rolar.

    Lição aprendida ou problema maior?

    A organização dos Pistons tá apostando que essa decepção nos playoffs vai servir como combustível pro Duren crescer. Eu torço pra que seja verdade, porque o potencial tá lá. Mas vocês acham que ele consegue superar esse trauma ou vai carregar isso na carreira?

    E não para por aí — Detroit também precisa decidir sobre a extensão do Ausar Thompson, que a diretoria considera outra peça fundamental. Ou seja, vai ser um verão bem movimentado em Michigan.

    Sinceramente, acho que o Duren ainda pode virar um jogador especial. Mas essa bomba nos playoffs mostrou que experiência não se improvisa. Agora é torcer pra ele usar isso como motivação e não como trauma.

  • Mitchell pode deixar Cavs em 2027 por contrato de R$ 1,8 bilhão

    Mitchell pode deixar Cavs em 2027 por contrato de R$ 1,8 bilhão

    Olha, vou ser direto com vocês: a situação do Donovan Mitchell em Cleveland tá ficando meio tensa. E não é por problema de relacionamento ou performance — é matemática pura.

    O cara tem até 2027 pra decidir se fica ou se vai, e sinceramente? Do ponto de vista financeiro, esperar é a jogada mais inteligente que ele pode fazer. Enquanto os Cavs tão suando frio aqui.

    A conta que não fecha pra Cleveland

    A situação é a seguinte: Mitchell tem contrato garantido até 2026-27 (ganhando 50 milhões de dólares) e uma opção de jogador por 54 milhões na temporada seguinte. Os Cavs queriam renovar JÁ, oferecendo 4 anos por até 272 milhões a partir de julho.

    Mas aí que tá — se Mitchell esperar até 2027, quando vai completar 10 anos de NBA, ele pode assinar um contrato de 5 anos por aproximadamente 350 milhões de dólares. Isso mesmo, quase 80 milhões a mais! E ainda vem com cláusula de não-troca, que é basicamente um super poder no basquete.

    Pensa assim: você trocaria 78 milhões de dólares por “tranquilidade” da franquia? Eu não trocaria nem por todo o churrasco do mundo.

    Cleveland na corda bamba

    O problema é que essa espera deixa os Cavs numa situação complicadíssima. Imagina gerenciar um time sabendo que seu melhor jogador pode simplesmente vazar como agente livre em 2027? É como construir uma casa em terreno que pode não ser seu.

    E olha que Mitchell nunca deu motivo pra desconfiança. Desde que chegou do Jazz em 2022, o cara tem sido profissional exemplar. Até renovou em 2024! Nunca falou em sair publicamente. Mas quando dinheiro tá na mesa…

    A franquia sabia que esse momento ia chegar quando aceitaram aquela extensão. Era o preço de manter o Mitchell por mais tempo.

    O precedente assombra

    Depois que o Bradley Beal conseguiu aquele contrato monstro de 5 anos e 251 milhões com os Wizards (incluindo cláusula de não-troca), muita gente na liga começou a questionar se algum jogador conseguiria esse tipo de acordo de novo.

    A não ser que você seja candidato perene ao MVP — e Mitchell, por mais que seja craque, não tá nesse nível ainda.

    Vocês acham que Mitchell vai mesmo esperar até 2027? Na minha visão, é a jogada mais esperta financeiramente, mas esportivamente pode ser arriscado. E se ele se machucar? E se o nível cair?

    Uma coisa é certa: os próximos anos em Cleveland vão ser uma montanha-russa emocional. Tanto pro torcedor quanto pra diretoria.

  • Reaves vai ganhar R$ 200 milhões por ano? Lakers na bronca!

    Reaves vai ganhar R$ 200 milhões por ano? Lakers na bronca!

    Gente, eu sabia que o Austin Reaves estava jogando demais, mas R$ 200 milhões por ano (uns $40 milhões)? Esse moleque que veio do nada, undrafted, agora vai ganhar mais que muito craque por aí. E olha, eu não tô nem reclamando — ele merece cada centavo.

    Vamos aos fatos: quinta temporada consecutiva melhorando os números. Este ano saltou para 23.3 pontos por jogo. O cara simplesmente não para de evoluir, é absurdo. E aconteceu justamente no ano do contrato — timing perfeito ou pressão que funciona?

    Por que $40 milhões faz sentido (infelizmente)

    Segundo o pessoal do The Athletic, executivos da liga acham que ele vai conseguir essa grana toda mesmo. E a explicação é simples: idade boa, produção alta e — aqui que pega — uma classe de agentes livres completamente sem graça. Quando você é o melhor peixe num aquário pequeno, o preço sobe.

    Na nova NBA, esses valores estão virando padrão. Lembram quando $20 milhões era muito dinheiro? Pois é, essa época passou. O problema é que poucos times têm espaço no salary cap pra bancar isso. Bulls e Nets são os únicos com grana limpa, enquanto Jazz e Hawks precisariam mexer no elenco todo.

    Lakers conseguem segurar?

    Aqui que fica interessante (e eu confesso que não entendi direito até pesquisar): como o Reaves não foi draftado, o cap hold dele é só 150% do salário atual. Traduzindo: os Lakers podem fazer outras contratações E ainda dar o aumento pro garoto. Matemática da NBA é coisa de doido mesmo.

    O Dončić já fez campanha pra ele ficar, o próprio Austin deixou claro que quer continuar, e a franquia obviamente quer manter. Sinceramente, acho que ele fica. Mas e vocês, acham que vale a pena pagar tanto assim pro Reaves?

    Uma coisa é certa: de um cara que ninguém conhecia para potencial contrato de $200 milhões, essa é uma das histórias mais legais da liga recente. Prova que talento sempre encontra um jeito de aparecer.