Tag: Copa do Mundo FIBA

  • Matas Buzelis finalmente vai defender a Lituânia – e é sobre tempo!

    Matas Buzelis finalmente vai defender a Lituânia – e é sobre tempo!

    Cara, finalmente! Matas Buzelis vai estrear pela seleção da Lituânia nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2027. E olha, eu já estava esperando isso faz tempo — o garoto tem talento demais pra ficar de fora da seleção.

    O ala do Chicago Bulls confirmou que vai jogar pelas eliminatórias neste verão. “Tivemos uma boa conversa. Vou jogar pela seleção nacional neste verão. Vai ser muito divertido”, disse Buzelis sobre as conversas com a Federação Lituana de Basquete.

    Lituânia brigando por vaga

    A situação da Lituânia no grupo é interessante. Eles estão em segundo lugar, atrás só da Itália, num grupo de quatro times. Neste verão vão enfrentar a Grã-Bretanha e justamente a Itália — que vai ser um jogaço pra definir quem fica com a primeira colocação.

    Os três primeiros do grupo (que também tem a Islândia) avançam pra próxima fase das eliminatórias. Ou seja, a Lituânia tem boas chances, mas não pode vacilar.

    Reforços chegando

    E não é só o Buzelis que vai estrear. Kasparas Jakucionis, do Miami Heat, também deve jogar essas eliminatórias. Sinceramente acho que a Lituânia está montando uma geração interessante — não vai ter aquele time histórico dos anos 2000, mas pode incomodar.

    O Buzelis, cara, tem tudo pra ser uma peça importante. No Bulls ele ainda tá se adaptando à NBA, mas o talento tá lá. E jogar pela seleção sempre ajuda no desenvolvimento — você pega experiência internacional, joga um basquete diferente.

    Vocês acham que essa nova geração da Lituânia consegue chegar longe na Copa do Mundo de 2027? Porque olhando esse grupo das eliminatórias, eles têm chances reais de se classificar tranquilo.

  • SGA aceita desafio do Canadá: compromisso de 3 anos ou nada

    SGA aceita desafio do Canadá: compromisso de 3 anos ou nada

    Olha, essa notícia do Shai Gilgeous-Alexander me surpreendeu de forma positiva. O craque do Thunder acabou de se comprometer com a seleção canadense para um ciclo completo de três anos — Copa do Mundo de 2027 e Olimpíadas de 2028. E não é só ele não, galera.

    O técnico Gordie Herbert e o GM Rowan Barrett bolaram uma regra que eu acho genial: ou você se compromete com os três anos inteiros, ou simplesmente não joga. Chega de aparecer só quando dá vontade, né?

    A nova filosofia canadense

    “Antes a gente dizia: vamos pegar nossos melhores jogadores para jogar. Não é suficiente”, disse Herbert. Cara, que mudança de mentalidade! É isso que falta em muitas seleções — compromisso real, não só aparição pra foto.

    O SGA vai ter companhia boa: Lu Dort (que é uma máquina defensiva), RJ Barrett e Dillon Brooks também toparam o desafio. Agora imagina esse time com três anos pra se entender… Monstro!

    As ausências que doem

    Mas nem tudo são flores. Jamal Murray e Andrew Wiggins, dois nomes pesados, ficaram de fora. Murray principalmente me surpreendeu — o cara que foi fundamental no título do Denver não quis se comprometer? Complicado.

    Sinceramente, acho que o Canadá tá fazendo a coisa certa. Olha o que aconteceu com eles na última Copa do Mundo — bronze! E isso com um time que mal tinha tempo pra treinar junto. Agora imagina com três anos de preparação…

    Vocês acham que essa estratégia de “tudo ou nada” vai funcionar? Eu tô torcendo pra ver esse Canadá nas Olimpíadas de Los Angeles. Com SGA comandando, pode dar zebra!

  • Cotton vai defender a Austrália — e criar um problemão na seleção

    Cotton vai defender a Austrália — e criar um problemão na seleção

    Olha só que situação interessante rolando na Austrália. Bryce Cotton, aquele armador americano que virou uma lenda no basquete australiano, finalmente vai vestir a camisa verde e dourada da seleção nas eliminatórias da Copa do Mundo.

    O cara se naturalizou australiano no ano passado depois de anos jogando por lá profissionalmente. E sinceramente? Faz todo sentido. Cotton tem sido um monstro absoluto na NBL australiana, onde joga pelo Perth Wildcats e já ganhou praticamente tudo que tinha pra ganhar.

    “Não levo isso de forma leviana”

    A declaração do Cotton foi bem emocionante, não vou mentir: “Representar a seleção masculina de basquete da Austrália pela primeira vez é algo que não levo de forma leviana. Vindo de onde eu venho, essa oportunidade significa muito para mim e minha família. A Austrália me abraçou desde o primeiro dia”.

    Cara, você consegue sentir a gratidão nas palavras dele. É bonito de ver um jogador que realmente abraçou um país e agora tem a chance de retribuir.

    Mas aí que vem o pepino…

    Aqui é onde a coisa fica complicada — e interessante. Pelas regras da FIBA, cada país só pode ter UM jogador naturalizado no elenco em competições grandes. E advinha? A Austrália tem dois: Cotton e Matisse Thybulle.

    Sim, aquele mesmo Thybulle que já jogou na NBA pelo Philadelphia 76ers e Portland Trail Blazers. Dois americanos naturalizados, mas só uma vaga disponível para Copa do Mundo e futuras Olimpíadas.

    Na minha visão, essa é uma daquelas decisões que não tem resposta certa. Cotton é um scorer nato, um cara que pode resolver jogos sozinho — já vi ele fazendo isso várias vezes na NBL. Thybulle tem experiência NBA e é um defensor espetacular, desses que conseguem mudar o rumo de uma partida só com roubadas de bola.

    E aí, pessoal, quem vocês escolheriam? O veterano da NBA com defensive skills ou o fenômeno da NBL que sabe como ninguém colocar a bola na cesta? Vai ser uma decisão difícil para o técnico australiano, isso eu garanto.

    Uma coisa é certa: seja qual for a escolha, a Austrália vai ter um baita reforço naturalizado. Cotton já provou seu valor no basquete australiano, e agora terá a chance de mostrar isso também vestindo verde e dourada.