Tag: dallas mavericks

  • Bucks atropela Mavs por 24 pontos e quebra sequência negativa

    Bucks atropela Mavs por 24 pontos e quebra sequência negativa

    Cara, que alívio deve ter sido para a torcida de Milwaukee! Depois de perder quatro jogos seguidos (e 14 dos últimos 17 — absurdo!), os Bucks finalmente voltaram a sorrir com uma vitória convincente sobre os Mavericks por 123-99.

    O grande nome da noite foi Ryan Rollins, que simplesmente resolveu fazer de tudo: 24 pontos, sete rebotes e nove assistências. Quase um triple-double! Kyle Kuzma também deu sua contribuição com 20 pontos numa performance sólida.

    Milwaukee dominou desde o primeiro tempo

    Os Bucks não deram moleza e foram para o intervalo já com 14 pontos de vantagem (65-51). Rollins tinha 17 no primeiro tempo e Kuzma 16. Mas o show mesmo ficou para o segundo tempo.

    Milwaukee acertou 11 das primeiras 22 tentativas de três pontos na segunda metade — um aproveitamento monstro que literalmente quebrou o jogo. Quando Rollins converteu um jumper faltando 6:26 para o fim, a vantagem já era de 31 pontos (115-84). Game over.

    AJ Green saiu do banco para contribuir com 17 pontos, enquanto Gary Trent Jr. (13), Pete Nance (11) e Myles Turner (10) completaram um ataque bem distribuído.

    Mavs tentaram, mas não conseguiram

    Do lado de Dallas, Cooper Flagg — que vinha numa média de 22,5 pontos nos últimos nove jogos — fez 19 pontos e 10 rebotes para seu 12º double-double da temporada. Brandon Williams ajudou com 18 pontos (12 no primeiro tempo), mas não foi suficiente para segurar a avalanche dos Bucks.

    O jogo ainda teve um susto quando Daniel Gafford se machucou no cotovelo direito tentando bloquear uma enterrada do Rollins no terceiro quarto. Sinceramente, esse tipo de lesão sempre preocupa, ainda mais quando o time já não está bem na temporada.

    Milwaukee (30-45) quebrou uma sequência negativa importante e manteve seu domínio sobre Dallas — essa foi a oitava vitória consecutiva dos Bucks contra os Mavs. Os texanos (24-52) perderam as últimas quatro visitas a Milwaukee.

    Curiosidade: esse jogo estava originalmente marcado para 25 de janeiro, mas foi adiado por causa de uma nevasca que impediu Dallas de viajar. Valeu a pena esperar pelo show dos Bucks?

  • Mavs x Bucks hoje: Flagg pode brilhar em jogo sem pressão

    Mavs x Bucks hoje: Flagg pode brilhar em jogo sem pressão

    Olha, vou ser sincero com vocês: não esperava estar falando sobre um Mavs x Bucks em março com os dois times praticamente eliminados dos playoffs. Mas é isso aí que temos hoje às 22h (horário de Brasília), no Fiserv Forum.

    Dallas está com 24-51 na temporada, Milwaukee com 29-45. Números que doem no coração de qualquer fã, mas calma — tem coisa interessante pra acompanhar nesse jogo.

    A ascensão meteórica de Cooper Flagg

    O grande destaque da noite é Cooper Flagg, o rookie dos Mavs que virou sensação depois da saída do Luka. Cara, esse moleque está fazendo números absurdos: 20.3 pontos, 6.5 rebotes e 4.3 assistências por jogo. Com 46.8% nos arremessos de quadra, ele está disparado na corrida pelo Rookie of the Year.

    Não vou mentir — quando soube que o Luka tinha saído de Dallas, pensei que seria um desastre total. Mas esse Flagg chegou chegando, sabe? É daqueles jogadores que você vê e já pensa: “esse vai longe”.

    Do outro lado, os Bucks estão se virando sem o Giannis (ainda machucado) e apostando na dupla Ryan Rollins e Kyle Kuzma. Rollins, inclusive, tem feito uma temporada interessante: 17 pontos e 5.6 assistências por jogo. Não são números de All-Star, mas pra um cara que muita gente nem conhecia direito…

    A batalha tática que pode definir tudo

    Aqui é onde fica interessante do ponto de vista tático. Milwaukee está arrebentando de três — são o 5º melhor time da liga nos arremessos do perímetro. E olha que isso é com um elenco meio bagunçado!

    Dallas vai tentar responder com Klay Thompson, que mesmo veterano ainda é um monstro de longe (41.5% nos três pontos). O problema é que a defesa perimetral dos Mavs anda inconsistente pra falar pouco.

    Myles Turner vai ser crucial defendendo o garrafão contra o ataque de transição de Dallas, que adora correr. E vocês sabem como é — quando os times não têm mais nada a perder, o jogo fica solto e os pontos aparecem.

    Vale a pena assistir?

    Sinceramente? Vale sim. Jogos assim, sem pressão de playoffs, às vezes rendem os melhores espetáculos. Os caras jogam mais relaxados, arriscam mais jogadas, e sempre tem alguma pérola escondida pra descobrir.

    Além disso, ver o Flagg jogando é praticamente obrigatório agora. O moleque pode facilmente fazer um triple-double hoje — e olha que não é papo furado não.

    As odds estão praticamente empatadas (Dallas -1), o que mostra que realmente pode dar zebra. Milwaukee em casa, com a torcida empurrando e um time que sabe atirar de três… eu não descarto uma surpresa.

    E aí, vocês acham que o Flagg consegue manter o ritmo de candidato a Rookie of the Year? Ou os Bucks vão dar o troco em casa mesmo desfalcados?

  • Cuban se arrepende: ‘Errei ao vender o Mavs pra essa galera’

    Cuban se arrepende: ‘Errei ao vender o Mavs pra essa galera’

    Mark Cuban falou o que todo mundo já desconfiava: se arrependeu amargamente de ter vendido o Dallas Mavericks. Não de ter vendido — mas pra quem vendeu.

    Em um podcast que saiu essa semana, o ex-dono foi direto ao ponto: “Não me arrependo de ter vendido. Me arrependo de pra quem vendi. Cometi muitos erros no processo”.

    O pesadelo começou com a venda de US$ 3,5 bi

    Cara, quando Cuban vendeu a maioria das ações pros grupos Adelson e Dumont em dezembro de 2023, ele jurava de pé junto que ia continuar mandando no basquete. “Nada muda, só minha conta bancária”, falou na época.

    Que inocência, né? Patrick Dumont assumiu como governador da franquia e Cuban — que ficou com 27% — foi sendo empurrado pra escanteio aos poucos. E o pior: não tinha nada no contrato garantindo que ele continuaria no comando do basquete.

    Na real, Cuban vendeu porque disse que era caro demais manter um time competitivo sendo um “bilionário classe média” (imagina ser pobre assim, né?). Mas agora admitiu que o peso emocional também contava: “Você ouve a paixão… agora imagina subir e descer assim a cada jogo. É difícil”.

    A catástrofe do trade do Luka

    Se Cuban já estava irritado sendo ignorado, imagina quando soube que trocaram o Luka Dončić pro Lakers — e só ficou sabendo depois que o negócio já estava fechado!

    Mano, esse trade é considerado um dos piores da história do esporte. Nico Harrison, o GM na época, mandou o cara que levou o Mavs até as Finais de 2024 embora em fevereiro de 2025. Cuban ficou pistola, obviamente.

    Harrison foi demitido em novembro quando o time estava 3-8 e Anthony Davis (que veio na troca) machucado. Cuban até fez lobby nos bastidores pra demissão acontecer. Achou que ia voltar a ter voz ativa no basquete — mas não rolou.

    E agora? Cooper Flagg não salva essa bagunça

    Olha só a ironia: o Mavs teve 1,8% de chance na loteria do draft e pescou a primeira escolha geral. Pegaram Cooper Flagg, que tá concorrendo a Calouro do Ano.

    Mas de que adianta? O time tem 24-51 de campanha — sexto pior da liga. Davis jogou só 29 partidas antes de ser trocado pro Washington Wizards numa operação pra livrar salário.

    Sinceramente, Cuban deve acordar todo dia se perguntando: “Por que raios vendi meu time pra essa galera?” A paixão dele pelo Mavs era real, mas agora só sobrou o gosto amargo de ter entregado seu bebê nas mãos erradas.

    E vocês, acham que Cuban tem razão de reclamar ou isso é só ego ferido de bilionário?

  • Mavs tomou sacode histórico dos Wolves: 30 pontos de diferença!

    Mavs tomou sacode histórico dos Wolves: 30 pontos de diferença!

    Olha, eu sabia que ia ser difícil, mas não esperava uma surra dessas. Os Dallas Mavericks simplesmente foram destruídos em casa pelos Minnesota Timberwolves por 124 a 94. Trinta pontos de diferença. Em casa. É de doer.

    Cooper Flagg teve uma das piores noites da sua jovem carreira na NBA. O garoto não conseguia acertar nem água no mar, errando praticamente tudo que tentava. E não foi só ele não — quase todo mundo dos Mavs estava perdido, com exceção do Brandon Williams que pelo menos tentou manter a dignidade.

    Flagg precisa perder o medo do arremesso de 3

    Sinceramente, o que mais me incomodou no jogo do Flagg foi a falta de confiança nos chutes de longa distância. O moleque tem 19 anos e já tá com medo de tentar arremessos de 3? Isso não pode.

    Teve uma jogada no segundo quarto que resume bem: ele teve um chute livre de 3 pontos e preferiu forçar um arremesso de média distância horrível. Os Timberwolves perceberam isso rapidinho e começaram a dar espaço pra ele do perímetro, sabendo que ele não ia punir.

    O Rudy Gobert também incomodou demais o garoto no garrafão. Flagg conseguiu uma enterrada bacana com assistência do Williams e até deu uma bela tocada no francesão, mas a confiança não veio. Se ele não resolver essa questão do arremesso de 3, o teto dele vai ser bem limitado na liga.

    A realidade doeu: Mavs ainda não chegaram lá

    Esse jogo mostrou a diferença brutal entre um time que briga pelo título e os Mavericks atuais. Mesmo sem Naji Marshall e P.J. Washington, não ia fazer diferença nenhuma. A diferença de intensidade, execução e talento foi gritante.

    Os Wolves jogaram com intensidade de playoffs desde o primeiro quarto. O Anthony Edwards nem precisou forçar — os coadjuvantes resolveram o pepino tranquilamente. Enquanto isso, Dallas sofria pra criar qualquer coisa no ataque.

    A transição ofensiva de Minnesota foi uma aula. Os armadores dos Wolves aproveitaram cada erro dos Mavs e transformaram em pontos fáceis. E aquela precisão de 3 pontos? Monstruosa. Enquanto Dallas continuava pecando no que sempre peca: falta de chutadores confiáveis do perímetro.

    Na minha visão, jogos assim são importantes pra mostrar onde os Mavs realmente estão. Ainda tem muito trabalho pela frente se quiserem brigar com os grandes. A defesa no perímetro e os arremessos de 3 continuam sendo problemas gigantescos que precisam ser resolvidos na offseason.

    E aí, vocês acham que Flagg vai conseguir desenvolver esse chute de 3? Porque sem isso, vai ser difícil ele se tornar o jogador que todos esperamos.

  • Edwards voltou, mas perdeu o início por causa do… banheiro!

    Edwards voltou, mas perdeu o início por causa do… banheiro!

    Gente, só o Anthony Edwards mesmo para fazer a volta dele dessa forma. O cara estava na escalação titular dos Timberwolves contra o Dallas, foi anunciado pro público e tudo mais, mas simplesmente sumiu na hora do tip off. Mike Conley teve que entrar no lugar dele.

    Onde estava o Ant? Bom, digamos que “a natureza chamou”, nas palavras do técnico Chris Finch. Edwards só apareceu na quadra depois de 2 minutos e 1 segundo de jogo já rolando. Pelo menos foi honesto: “O Mike me salvou”, disse ele sorrindo.

    Volta em grande estilo

    Mas olha, depois que entrou foi só alegria. Edwards fez 17 pontos em 23 minutos saindo do banco, e os Wolves atropelaram Dallas por 124 a 94. Na minha opinião, dá pra ver que ele estava com saudade mesmo — disse que estava “miserável” fora das quadras e se sentindo “como uma criança numa loja de doces” ao voltar.

    O técnico Chris Finch ficou babando: “Ant foi incrível, cara. A defesa dele foi excepcional. Deixou o jogo vir naturalmente para ele. Ficou agressivo. Tomou decisões mais rápidas. E as coisas pareceram meio fáceis para ele como resultado.”

    Corrida contra o tempo pelo All-NBA

    Agora vem a parte séria. Edwards ficou seis jogos fora por dores no joelho direito, e para conseguir uma vaga no All-NBA, ele precisa jogar TODOS os oito jogos restantes da temporada. É meio tenso, né?

    O cara tem média de 29.5 pontos por jogo (recorde na carreira) em 35.5 minutos, e já ficou em 7º lugar na votação de MVP nas duas últimas temporadas. Edwards já jogou 58 partidas, mas aqueles 3 minutos e 8 segundos contra Indiana em outubro nem contam para os registros da NBA.

    E pra complicar ainda mais a situação dos Wolves, Jaden McDaniels vai ficar semana-a-semana fora. Ressonância mostrou tendinopatia na patela do joelho esquerdo e contusão óssea. O cara estava numa temporada incrível com 14.8 pontos de média (também recorde pessoal).

    Vocês acham que Edwards consegue essa corrida contra o tempo para o All-NBA? Sinceramente, se ele conseguir se manter saudável, acho que rola. O talento tá ali, é só não fazer mais nenhuma “paradinha” no banheiro na hora do jogo!

  • Edwards volta e Wolves fazem massacre histórico nos Mavs

    Edwards volta e Wolves fazem massacre histórico nos Mavs

    Cara, que sacolejada foi essa? Os Timberwolves simplesmente destruíram os Mavericks ontem à noite em Dallas, 124-94. E olha que não foi nem apertado — foi um massacre mesmo.

    Julius Randle, que é de Dallas, chegou em casa e meteu 24 pontos. Imagina a sensação de voltar na sua cidade natal e fazer isso? O cara deve ter dormido sorrindo. Mas a grande notícia mesmo foi o retorno do Anthony Edwards após seis jogos fora.

    Ant voltou com tudo (mesmo saindo do banco)

    Edwards estava escalado como titular, mas chegou atrasado na quadra e acabou entrando só depois de dois minutos. Mike Conley assumiu o lugar dele no começo. Mesmo assim, Ant fez seus 17 pontos saindo do banco. Nada mal pra quem estava parado há um tempão, né?

    E tem um detalhe interessante: Edwards precisa jogar TODOS os jogos restantes da temporada pra bater o mínimo de 65 jogos e ser elegível pro All-NBA. Pressão zero, imagina.

    Ayo Dosunmu foi outro que brilhou. O cara que veio do Chicago fez seu primeiro triple-double como jogador dos Wolves: 16 pontos, 15 rebotes e 12 assistências. Triple-double completo, monstro!

    Mavs em crise total — situação tá feia mesmo

    Do outro lado, sinceramente, tá difícil ver os Mavericks assim. Eles perderam os últimos 13 jogos em casa. Treze! É o pior jejum da história do American Airlines Center, que já tem 25 anos.

    Daniel Gafford foi o cestinha dos Mavs com 21 pontos, mas não deu nem pra disfarçar. Cooper Flagg, o rookie sensação, fez apenas 12 pontos com 5/19 nos arremessos. Começou 1/10 — deve ter sido frustrante demais.

    Os Wolves (46-29) assumiram sozinhos a quinta posição no Oeste, meio jogo à frente do Houston que não jogou. Já os Mavericks… bem, 24-51 e caminhando pro lottery. A diferença foi gritante.

    Minnesota abriu 23-10 ainda no primeiro quarto com uma sequência de 19-2 e nunca mais foi ameaçado. No último quarto chegaram a ter 33 pontos de vantagem. Foi humilhação mesmo.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem manter esse ritmo nos playoffs? Com Edwards voltando forte e Randle jogando assim, eles podem incomodar qualquer um no Oeste.

  • Cuban se arrepende: ‘Erro foi pra quem vendi os Mavs’

    Cuban se arrepende: ‘Erro foi pra quem vendi os Mavs’

    Cara, que situação bizarra essa dos Mavericks. Mark Cuban tá aí falando abertamente que se arrepende de ter vendido o time — não de vender, mas pra QUEM vendeu. E olha, depois do que rolou com o Luka sendo trocado, eu até entendo o desespero do cara.

    “Não me arrependo de vender. Me arrependo de pra quem vendi”, disse Cuban numa entrevista que saiu essa semana. Mano, imagina a dor no coração do cara vendo o que fizeram com o franchise que ele construiu durante décadas.

    A decisão mais polêmica da NBA recente

    Vamos contextualizar essa loucura: Cuban vendeu os Mavs pra família Adelson/Dumont há mais de dois anos. O time imediatamente chegou nas Finals de 2024 (que timing, né?). Aí do nada, em fevereiro de 2025, o Nico Harrison — que Cuban tinha deixado como GM — simplesmente TROCA o Luka Dončić.

    Luka Dončić, gente. O cara que pode ser o melhor jogador europeu da história da NBA. Foi embora porque o Harrison quis mostrar serviço pro novo dono.

    Cuban ficou de lado nessa história toda. O Patrick Dumont, que virou o governador do time, deu carta branca pro Harrison fazer o que quisesse. E olha no que deu.

    A sorte grande que pode salvar tudo

    Agora, a única coisa boa dessa bagunça toda foi os Mavs ganharem a loteria do Draft em maio passado. Cooper Flagg caiu no colo deles — e sinceramente, esse moleque pode ser especial mesmo. Mas cara, trocar um Luka estabelecido por uma promessa? Arriscado demais.

    O próprio Harrison já foi demitido em novembro (era óbvio que ia dar merda), e agora quem tá tocando o barco são Michael Finley e Matt Riccardi numa base interina. Ou seja: uma bagunça total.

    Cuban revelou algo que eu não sabia: quando vendeu, ele esperava continuar comandando as operações de basquete “para sempre”. Imagina a frustração de ver tudo desmoronar nas mãos de outros.

    O lado humano do Cuban

    Uma coisa que me chamou atenção foi ele falando sobre não querer passar o fardo pros filhos. “Não queria isso pra eles. Pode ser abusivo, muito”, disse Cuban. “Se os fãs não gostam do que você faz ou se o time não vai bem, você vira a pior pessoa do planeta.”

    Olha, sendo bem sincero aqui: Cuban pode ter seus defeitos, mas sempre foi apaixonado pelos Mavs. Ver o cara admitindo publicamente que errou na venda é de partir o coração.

    E vocês aí, acham que os Mavs conseguem se recuperar dessa? Cooper Flagg vai ser suficiente pra fazer o torcedor esquecer que trocaram o Luka? Porque sinceramente, eu tô achando que vai demorar MUITO pra Dallas voltar a ser relevante.

  • Mavs seguem na busca por executivo sem ajuda externa

    Mavs seguem na busca por executivo sem ajuda externa

    Os Dallas Mavericks continuam procurando um novo chefe de operações de basquete por conta própria, sem contratar uma empresa de recrutamento para ajudar na busca. Olha, isso é bem interessante porque mostra que a franquia quer manter o controle total do processo.

    A ideia inicial era ter alguém definido até o Draft de junho, mas pelo jeito a coisa tá mais complicada do que o esperado. E sinceramente? Faz sentido eles quererem fazer essa escolha com muito cuidado, principalmente depois de toda a reformulação que rolou na organização.

    Candidatos internos ganham força

    Michael Finley e Matt Riccardi, que estão dividindo as responsabilidades como GMs interinos, continuam na briga para uma promoção definitiva. Cara, seria massa ver o Finley – que foi um baita jogador dos Mavs – assumindo esse papel. Ele conhece a casa como ninguém.

    O que chama atenção é que a direção já deixou claro que valoriza experiência prévia como executivo principal na NBA. Dennis Lindsey apareceu como possível candidato, e faz sentido – o cara tem um currículo respeitável na liga.

    De olho em Khris Middleton

    Agora, uma informação que me chamou atenção: os Mavs estão de olho em Khris Middleton, que vai ser agente livre irrestrito neste verão. Mano, imagina o Middleton jogando ao lado do Luka e do Kyrie? Seria um upgrade gigantesco no perímetro.

    O problema é que meio mundo vai querer o Middleton. Aos 32 anos, ele ainda é um dos melhores two-way players da liga quando saudável. A questão é justamente essa – as lesões têm atrapalhado bastante nos últimos anos.

    Vocês acham que os Mavs conseguem convencer o Middleton a vir pra Dallas? A janela de títulos com o Luka tá aberta, e movimentos como esse podem fazer toda a diferença. Só espero que eles não demorem demais para definir quem vai comandar essas decisões importantes.

  • Mark Cuban quer jogos de 40 minutos na NBA — genial ou loucura?

    Mark Cuban quer jogos de 40 minutos na NBA — genial ou loucura?

    Olha, o Mark Cuban sempre foi meio maluco (no bom sentido), mas dessa vez ele pode ter acertado em cheio. O ex-dono dos Mavericks soltou uma ideia que tá dando o que falar: que tal a NBA encurtar os jogos de 48 para 40 minutos?

    Tudo começou quando o Bill Simmons (aquele cara do The Ringer) tuitou sobre os problemas da NBA, e o Cuban não resistiu em dar pitaco. Enquanto técnicos como Steve Kerr e Rick Carlisle ficam batendo na tecla de reduzir a temporada de 82 jogos, o Cuban foi na contramão: “Por que não manter os 82 jogos mas encurtar cada partida?”

    A matemática faz sentido, cara

    Vamos fazer as contas aqui. Uma temporada normal tem 3.936 minutos totais por time. Se a gente cortar para 72 jogos (como o Simmons sugeriu), isso daria 3.456 minutos. Mas jogando 82 partidas de 40 minutos? São 3.280 minutos. Ou seja, os atletas jogariam MENOS ainda.

    E pensa bem: FIBA, WNBA e NCAA já fazem isso há anos. A própria NBA já testou — lembra daquele jogo entre Nets e Celtics de 44 minutos em 2014? Summer League também já usa 40 minutos. Não é nenhum bicho de sete cabeças.

    O argumento da audiência me pegou

    Cuban mandou uma que me fez pensar: “Quanto menos tempo de jogo na TV, maior a audiência”. Ele citou a NFL como exemplo — três horas de transmissão mas só 11 minutos de ação real. E cara, a NFL domina tudo nos EUA.

    Sinceramente? Acho que tem algo aí. Quantas vezes você não desligou a TV no terceiro quarto porque o jogo tava arrastado? Com 40 minutos, cada minuto pesa mais, a intensidade aumenta.

    Sem falar que zebras seriam mais comuns. É muito mais fácil um time fraco surpreender em 40 minutos do que em 48. E convenhamos: os playoffs da NBA precisam de mais upsets. Às vezes parece que já sabemos quem vai ganhar antes mesmo de começar.

    Mas e os problemas?

    Claro que não é só maravilha. Menos minutos significa menos comerciais, menos receita para as emissoras. Mas olha o baseball — eles encurtaram os jogos com o pitch clock e tá dando certo.

    E vocês, o que acham? Eu tô meio dividido aqui. Por um lado, amo basquete e queria ver mais, não menos. Por outro, se isso significa LeBron, Curry e companhia jogando com mais intensidade e menos load management, talvez valha a pena.

    Uma coisa é certa: Cuban sempre consegue mexer com a liga, mesmo sendo só dono minoritário agora. E dessa vez, não vou mentir, a ideia dele me interessou pra caramba. Seria uma revolução no nosso esporte favorito — mas será que a NBA tem coragem?

  • Mavs em parafuso: 12 derrotas seguidas em casa!

    Mavs em parafuso: 12 derrotas seguidas em casa!

    Gente, eu não sei mais o que falar dos Mavericks. Doze derrotas consecutivas jogando em casa. DOZE! É o tipo de sequência que faz qualquer torcedor questionar tudo na vida.

    Dallas recebe Minnesota hoje à noite, e sinceramente? Eu tô mais curioso pra ver se eles conseguem quebrar essa maldição do que propriamente animado com o jogo. Os Wolves estão com 45-29 no quinto lugar do Oeste, enquanto os Mavs… cara, 24-50 no 13º lugar. É deprimente.

    A realidade cruel dos números

    Olha só a situação: Dallas faz 113.9 pontos por jogo, Minnesota permite 114.4. Na teoria, deveria ser equilibrado. Mas quando você está numa sequência dessas, os números viram só papel — o psicológico pesa demais.

    E o pior é que os Mavs não são ruins defensivamente nos rebotes. Terceiro lugar na conferência com 34.2 rebotes defensivos por jogo, liderados pelo P.J. Washington pegando 5.5 por partida. Mas de que adianta pegar rebote se você não consegue ganhar em casa?

    Do lado de Minnesota, os caras estão com aquela confiança de quem briga por playoff. 6-4 em jogos decididos por 3 pontos ou menos — isso é clutch, é mentalidade vencedora. Coisa que Dallas perdeu faz tempo.

    Quando eles se enfrentaram antes…

    Lembra do último confronto em fevereiro? Anthony Edwards meteu 40 pontos e os Wolves ganharam por 122-111. Quarenta pontos! O moleque simplesmente resolveu destruir. Do lado dos Mavs, Khris Middleton fez seus 18 pontos, mas foi insuficiente — como tem sido a temporada toda.

    Agora Edwards está questionável com problema no joelho. Será que isso dá uma chance pros Mavs? Eu quero acreditar, mas com Kyrie Irving fora pela temporada toda (lesão no joelho) e Dereck Lively II também cortado (pé), fica difícil.

    Cooper Flagg tem sido o destaque de Dallas com 20.4 pontos, 6.6 rebotes e 4.6 assistências por jogo. O garoto joga bem, mas carregar um time inteiro nas costas é complicado. E vocês acham que ele aguenta essa pressão toda?

    O que esperar dessa partida

    Minnesota vem irregular — 5-5 nos últimos 10 jogos. Não é aquela máquina, mas ainda assim são infinitamente mais consistentes que Dallas (3-7 no mesmo período). Julius Randle fazendo seus 20.9 pontos e 6.8 rebotes, Bones Hyland contribuindo com 12.9 pontos…

    Eu vou assistir na esperança de ver Dallas finalmente vencer em casa. Doze jogos seguidos perdendo no próprio território é surreal. Tem que acabar uma hora, né? Mas sendo realista, Minnesota é favorito moleza.

    A única coisa que pode salvar os Mavs é se Edwards realmente não jogar e eles conseguirem explorar isso. Mas conhecendo a temporada deles… melhor nem criar expectativa.