Tag: Darius Garland

  • Garland quer multar árbitros da NBA – ideia genial ou loucura?

    Garland quer multar árbitros da NBA – ideia genial ou loucura?

    O Darius Garland simplesmente soltou uma bomba no podcast do Lonzo Ball que tá dando o que falar. O armador do Clippers foi direto ao ponto: árbitros da NBA deveriam dar coletiva de imprensa depois dos jogos E ainda por cima levar multa quando errarem feio.

    Cara, eu ri alto quando ouvi isso, mas depois parei pra pensar… será que não faz sentido?

    A proposta maluca (mas não tão maluca assim)

    “Eu acho que os árbitros precisam dar coletiva depois do jogo”, disparou o Garland no “Ball in the Family”. “Porque vocês erram muito. Voltando pro [Lonzo], eles são humanos, mas vocês erram MUITO.”

    E quando perguntaram se os juízes deveriam levar multa também, o garoto não piscou: “Com certeza deveriam levar multa. Não, são tipo 10 de vocês! Vocês têm os pontinhos no ouvido, o bluetooth agora.”

    Olha, na minha visão, o moleque tem um ponto. Jogadores são multados por tudo – reclamação, gesto, até pra respirar errado às vezes. Por que os árbitros ficam numa redoma?

    O que realmente rola nos bastidores

    O que o Garland talvez não saiba é que a NBA já tem alguns mecanismos. Existe o famoso Last 2 Minute Report que sai sempre que o jogo termina com cinco pontos ou menos de diferença. E tem também um repórter designado que pode questionar os árbitros depois de jogos polêmicos.

    Mas sinceramente? Isso é fichinha perto do circo que às vezes vira uma partida por conta de apitadas duvidosas.

    A NBPA (o sindicato dos jogadores) até divulgou a lista dos 26 árbitros “Tier 1” – os considerados elite. Nomes como Tony Brothers, Marc Davis e Zach Zarba estão lá. Mas convenhamos, mesmo os melhores cometem cada vacilo…

    Faz sentido ou é maluquice?

    Eu fico pensando: se técnicos e jogadores têm que explicar suas decisões na coletiva, por que os árbitros não? Imagina o Scott Foster tendo que explicar aquela apitada suspeita no último minuto de um Lakers x Celtics. Seria um show à parte!

    Claro que a ideia tem seus problemas. Árbitros já sofrem pressão suficiente, e coletivas poderiam virar um tribunal público. Mas essa transparência toda não seria benéfica pro jogo?

    E aí, vocês acham que o Garland tá certo ou viajou legal? Árbitros multados seria justo ou só aumentaria o drama? Uma coisa eu garanto: se isso virasse realidade, as coletivas pós-jogo seriam muito mais interessantes.

  • Garland desabafa: ‘Recuperei minha alegria’ nos Clippers

    Garland desabafa: ‘Recuperei minha alegria’ nos Clippers

    Cara, que alívio deve ter sido pra Darius Garland sair de Cleveland e chegar nos Clippers, né? O armador foi no podcast do Lonzo Ball essa semana e soltou o verbo sobre como tá se sentindo em LA. E olha, pelo que ele falou, parece que o cara renasceu pra vida.

    “Foi incrível, mano”, disse Garland sobre a troca que rolou no meio da temporada passada. “Chegar num sistema onde eu posso realmente ser eu mesmo. Ter a bola na minha mão na maior parte do jogo e ter controle do ritmo da partida. É como ser um segundo técnico em quadra, literalmente. Foi divertido quando eu estava jogando, com certeza. Recuperei minha alegria.”

    A dupla que não deu certo em Cleveland

    Vamos combinar uma coisa — a parceria entre Garland e Donovan Mitchell em Cleveland nunca funcionou direito. Na teoria parecia lindo: dois armadores talentosos, um mais distribuidor (Garland) e outro mais pontuador (Mitchell). Na prática? Foi uma bagunça.

    Sinceramente, eu já esperava isso. Dois caras que gostam de ter a bola na mão jogando juntos raramente dá certo na NBA. E quando você adiciona as lesões que o Garland teve, fica ainda mais complicado. O time dos Cavs tinha potencial, mas algo sempre faltava.

    A troca que mudou tudo

    Aí que em fevereiro do ano passado rolou aquela troca maluca: Garland foi pra LA em troca do James Harden. Na época, muita gente achou estranho — trocar um armador jovem por um veterano em fim de carreira?

    Mas olha só como as coisas mudaram. Cleveland até chegou nas finais da Conferência Leste (foram varridos pelo Knicks, mas chegaram). E Garland? Pelo que ele tá falando, parece que encontrou seu lugar ideal.

    “Ter controle do ritmo do jogo” — isso aí é música pros ouvidos de qualquer armador, né? E faz sentido. Nos Clippers, ele pode ser o cara que organiza tudo, sem ter que dividir protagonismo com outro armador do mesmo nível.

    E vocês, o que acham? Será que os Clippers fizeram o negócio do século ou Cleveland que saiu ganhando no final? Porque uma coisa é certa: quando um jogador fala que “recuperou a alegria”, é porque a situação anterior estava bem ruim mesmo.

  • Garland desabafa sobre eliminação dos Cavs: ‘Foi difícil assistir’

    Garland desabafa sobre eliminação dos Cavs: ‘Foi difícil assistir’

    Cara, quando você vê seu ex-time sendo varrido nos playoffs, o coração aperta mesmo. E foi exatamente isso que aconteceu com Darius Garland ao assistir os Cleveland Cavaliers tomando uma saraivada de 4-0 dos New York Knicks na final da Conferência Leste.

    O armador, que foi negociado no meio da temporada para o Los Angeles Clippers, não escondeu a decepção em participação no podcast Ball In The Family. “Foi meio difícil de assistir”, disse Garland. E olha, eu entendo perfeitamente o cara.

    A queda livre de Cleveland

    Os Cavaliers começaram a temporada voando, né? Garland lembrou exatamente disso: “Vendo como a gente estava jogando no começo do ano, e depois essa mudança total de 180 graus, algo completamente diferente em quadra”.

    E realmente foi de cair o queixo. O time que passou por Toronto Raptors e Detroit Pistons sem grandes problemas simplesmente derreteu contra os Knicks. Zero resistência. O ataque equilibrado de Nova York foi um tsunami que Cleveland não conseguiu segurar.

    Sinceramente? Dá pra sentir a frustração na voz do Garland. Sete anos vestindo a camisa dos Cavs, vendo aquele potencial todo indo por água abaixo logo depois que ele saiu…

    O renascimento em Los Angeles

    Mas nem tudo são flores ruins na vida do armador. Desde que chegou aos Clippers (em troca do James Harden e uma escolha de segunda rodada), o cara parece ter encontrado sua casa.

    “Tem sido incrível, mano”, comentou Garland. “Chegar em um sistema onde posso realmente ser eu mesmo. Ter a bola na mão na maior parte do jogo e controlar o ritmo da partida. É como ser um segundo técnico em quadra.”

    E essa é a diferença, galera. Às vezes um jogador só precisa do ambiente certo pra mostrar seu valor. Em Cleveland, Garland estava meio perdido no sistema. Em LA, virou o maestro que sempre soube que podia ser.

    “Recuperei minha alegria”, disse ele. E olha, dá pra ver isso em quadra mesmo. O cara tá jogando um basquete solto, criativo, que lembra o Garland que conhecíamos.

    Vocês acham que os Cavs se arrependeram da troca? Porque vendo o que aconteceu nos playoffs, parece que mandaram embora justamente quem poderia ter feito a diferença quando a coisa apertou.

  • Clippers têm a 5ª pick e já rola papo de troca no mercado

    Clippers têm a 5ª pick e já rola papo de troca no mercado

    Olha só que reviravolta na loteria do Draft! Os Clippers conseguiram a 5ª escolha geral depois que a sorte finalmente sorriu pra eles — e claro, pro azar do Indiana Pacers, que tinha mais de 53% de chance de ficar com essa pick no top 4.

    Essa escolha veio como parte da troca do Ivica Zubac lá atrás, e agora os Clippers estão com uma decisão importante nas mãos. E pelo que tô ouvindo por aí, já tem muito papo rolando nos bastidores sobre o que fazer com essa pick.

    Os top 4 já estão definidos, a festa começa no 5

    Todo mundo já sabe quem são os quatro primeiros: AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson. A ordem pode variar, mas esses caras vão sair nas primeiras quatro escolhas com certeza. É a partir da quinta que a coisa fica interessante mesmo.

    E os Clippers estão bem no meio dessa discussão. O time acabou de pegar o Darius Garland numa troca com Cleveland (trocaram o veterano James Harden de 36 anos pelo armador de 26), então surge a pergunta: será que eles precisam mesmo de outro armador?

    Armadores de sobra ou oportunidade de ouro?

    Porque olha, esse draft tá recheado de guardas promissores depois do top 4. Tem nomes como Darius Acuff Jr., Kingston Flemings, Keaton Wagler, Mikel Brown Jr. — todos com potencial de estrela, mas todos pequenos.

    Na minha opinião, essa é uma daquelas situações onde executivos ficam com o pé atrás. Imagina escolher entre quatro guardas bons e acabar pegando justamente o “pior” dos quatro? Ninguém quer ser esse cara, né?

    Por isso que já tá rolando conversa sobre os Clippers explorarem uma troca. Talvez descer algumas posições, ganhar assets extras, deixar outro time fazer a escolha difícil. Sacramento, por exemplo, tá de olho no Darius Acuff e pode estar disposto a subir pra 5ª posição.

    A estratégia por trás da jogada

    Sinceramente? Faz sentido os Clippers pensarem em trocar. Eles acabaram de pegar o Garland, têm um time que quer competir agora, e essa pick poderia virar algo mais imediato ou mais picks futuras.

    Lembrem que essa quinta escolha só existe porque eles trocaram o Zubac pensando em recuperar assets perdidos na era Kawhi-PG-Harden. Agora podem continuar nessa linha, acumulando capital para moves futuros.

    Até 23 de junho eles têm pra decidir. E podem apostar que o telefone dos Clippers não vai parar de tocar até lá. Vocês acham que eles devem usar a pick ou trocar por algo mais tangível? Eu tô curioso pra ver como essa história vai acabar.

  • Clippers no caos: só Garland e Ty Lue garantidos na próxima temporada

    Clippers no caos: só Garland e Ty Lue garantidos na próxima temporada

    Olha, eu não sei se fico impressionado ou preocupado com a situação dos Clippers. Depois da eliminação dolorosa no play-in contra o Warriors, só duas pessoas têm vaga garantida em LA na próxima temporada: Ty Lue e Darius Garland. Isso mesmo, só eles dois num time que sonhava com título há poucos meses.

    Ty Lue tá tranquilo — tem contrato até 2029 como técnico. Garland também, assinado até 2028 depois daquela troca maluca que mandou James Harden embora no deadline de fevereiro. O resto? Tudo incerto, meu amigo.

    Kawhi Leonard no limbo total

    E aí que mora o perigo. Kawhi Leonard ainda tem um ano de contrato, mas os Clippers precisam decidir se estendem ou se mandam ele pro espaço numa troca. Tem até uma investigação da NBA rolando sobre uma possível violação do salary cap envolvendo o contrato do Leonard — coisa séria.

    “Acho que vamos ficar numa boa”, disse Kawhi depois da derrota. “Não tô estressado.” Cara, eu ficaria. A franquia acredita que não vai dar em nada, mas investigação da NBA nunca é brincadeira.

    O draft lottery no dia 10 de maio pode mudar tudo. Se a pick dos Pacers não cair no top 4, os Clippers pegam a quinta ou sexta escolha. E isso pode influenciar se o Kawhi e a diretoria decidem tentar mais uma vez juntos.

    Elenco inteiro na corda bamba

    John Collins vai virar agente livre irrestrito. Bennedict Mathurin quer ser titular (e quem não quer, né?). Bradley Beal deve voltar da cirurgia no quadril, mas tem opção de jogador no contrato.

    Veteranos como Nicolas Batum, Brook Lopez e Bogdan Bogdanovic? Todos com opções de time que os Clippers podem simplesmente não renovar. É praticamente um time novo sendo montado do zero.

    Sinceramente, eu não sei o que pensar dessa situação. Cinco temporadas consecutivas sem uma vitória sequer de série de playoffs desde que chegaram nas finais do Oeste em 2021. Isso dói, cara.

    Vocês acham que vale a pena os Clippers continuarem apostando no Kawhi, considerando o histórico de lesões e essa investigação? Ou é hora de recomeçar de vez?

  • Garland e Mathurin fazem papelão e Clippers despencam no Oeste

    Garland e Mathurin fazem papelão e Clippers despencam no Oeste

    Cara, que vexame foi esse dos Clippers ontem. Perder por 19 pontos pro Portland numa reta final de temporada é de doer o coração — e olha que eu nem sou fã do time de LA.

    O placar foi 116 a 97 pra galera do Oregon, e o pior de tudo? As duas grandes contratações do deadline simplesmente desapareceram quando mais precisavam aparecer. Darius Garland acertou míseros 5 de 16 arremessos e ainda perdeu 3 bolas. Já o Bennedict Mathurin… mano, o cara jogou 5 minutos e saiu de quadra com 0 ponto, 0 rebote, 0 tudo.

    Trade que não funcionou

    Sinceramente, eu tinha expectativas com essas trocas que os Clippers fizeram em fevereiro. Garland chegou de Cleveland depois de trocar o James Harden, e no papel fazia todo sentido. Um armador jovem, talentoso, que podia dividir a responsabilidade com o Kawhi.

    Mas a real é que não tá rolando. Os números até que não são ruins — 20.2 pontos e 6.4 assistências por jogo. Só que eficiência? Rapaz, o cara tá errando muito. Contra o San Antonio foi 5 de 17, agora contra Portland foi 5 de 16. Não dá pra ganhar jogo importante assim.

    E o Mathurin então? Veio de Indiana como uma peça que podia render uns pontos saindo do banco, mas tá mais sumido que o Wally. Nas últimas quatro partidas, só conseguiu pontuar em dupla em UMA. Uma! E ainda por cima foram apenas 10 pontos contra o Thunder.

    Clippers na corda bamba

    Agora a situação ficou crítica mesmo. Com essa derrota, LA caiu pra 9ª posição no Oeste — empatado com Portland em 41-40, mas perdendo no confronto direto. Isso significa play-in obrigatório, e pior: vão ter que vencer DUAS partidas pra chegar nos playoffs de verdade.

    O time só tem uma chance remota de escapar disso: torcer pro Portland perder pro Sacramento enquanto eles vencem o Warriors no último jogo. Possível? Sim. Provável? Não muito, considerando como andam jogando.

    Enquanto isso, quem brilhou mesmo foi o Portland. Deni Avdija meteu 35 pontos — monstro absoluto. Donovan Clingan contribuiu com 18 pontos e 13 rebotes, e Robert Williams III saindo do banco fez 13 em apenas 18 minutos, acertando as duas tentativas de três que teve.

    E aí, vocês acham que os Clippers conseguem se recuperar a tempo? Porque do jeito que as coisas andam, essa temporada pode acabar mais cedo do que o esperado pra eles.

  • Kawhi e Garland: a dupla que pode salvar a temporada dos Clippers

    Kawhi e Garland: a dupla que pode salvar a temporada dos Clippers

    Cara, eu vou ser sincero com vocês: quando os Clippers trouxeram o Darius Garland, eu pensei “mais um jogador machucado chegando na reta final”. Mas, mano… que química absurda esses dois estão desenvolvendo!

    O Kawhi Leonard, que já é praticamente uma lenda em Los Angeles, tá elogiando pra caramba a parceria com o armador. E olha que o Leonard não é muito de falar, né? Quando ele abre a boca pra elogiar alguém, é porque a coisa tá funcionando mesmo.

    Os números não mentem

    Em apenas oito jogos juntos, os Clippers têm um cartel de 6-2. Isso mesmo: seis vitórias em oito jogos! E tem mais: quando os dois estão em quadra ao mesmo tempo, o time tá destruindo os adversários por quase 19 pontos a cada 100 posses. É um número monstruoso, galera.

    O Garland chegou voando. Nos primeiros 10 jogos com a camisa dos Clippers, o cara tá fazendo 20,8 pontos por jogo, acertando 50% dos arremessos de três. Cinquenta por cento! E o Kawhi? Bom, o Kawhi sendo Kawhi: 30,2 pontos por partida.

    “Nunca joguei com alguém assim”

    O que mais me chamou atenção foi o Kawhi falando que nunca jogou com um armador tão rápido e que consegue chutar de três no nível do Garland. Imagina só: o cara já jogou com Chris Paul, já teve grandes parceiros, mas tá genuinamente impressionado.

    “Quando ele pega o ritmo, principalmente naquele jogo contra Dallas, acertando as bolas de três… a capacidade dele de penetrar e enxergar a quadra toda faz o jogo ficar mais fácil pra mim”, disse o Leonard. Traduzindo: o Garland tá tirando marcação do Kawhi e criando arremessos limpos pra ele.

    E vocês viram aquele jogaço de 40 pontos do Garland? Que absurdo! O cara botou a torcida de pé e mostrou por que foi All-Star duas vezes.

    A corrida contra o tempo

    Agora vem a parte tensa: os Clippers têm apenas 10 jogos pra terminar a temporada regular, e tão com campanha de 36-36. Pra manter viva a sequência de 15 temporadas consecutivas com campanha positiva (a maior sequência ativa da NBA), precisam vencer pelo menos 6 dos últimos 10 jogos.

    Na minha opinião, essa parceria Kawhi-Garland chegou na hora certa. O time tava precisando de uma faísca, e o armador trouxe exatamente isso. Claro que ainda tão se ajustando – afinal, são apenas oito jogos juntos – mas a química já tá óbvia.

    “Se ele tá voando, eu saio da frente. Se eu tô voando, ele sai da frente”, resumiu o Kawhi. Simples assim. Dois craques que se respeitam e sabem dividir a bola.

    E aí, pessoal, vocês acham que essa dupla consegue levar os Clippers longe nos playoffs? Porque se continuarem jogando nesse nível, vai dar trabalho pra qualquer adversário no Oeste!

  • Kawhi Leonard manda o papo reto: ‘Não temos medo de ninguém’

    Kawhi Leonard manda o papo reto: ‘Não temos medo de ninguém’

    Cara, eu preciso falar uma coisa: o Kawhi Leonard tá tendo a temporada da vida dele. E olha que isso não é pouca coisa pro cara que já foi campeão com Spurs e Raptors, né?

    Os Clippers começaram essa temporada de um jeito que até eu, que sou acostumado com decepção, fiquei com dó. 6 vitórias em 27 jogos? Meu Deus do céu. Mas aí que tá — hoje eles estão em 36-36, empatados na temporada, e com uma mensagem clara pro resto da NBA.

    “Não temos medo de ninguém”

    Depois da vitória contra os Bucks, o Kawhi soltou uma frase que resume bem o que esse time virou: “Esse grupo gosta de jogar basquete. Eles amam se divertir lá dentro e competir. E não temos medo de ninguém. Mesmo se eles forem mais talentosos ou tiverem um retrospecto melhor, ainda queremos sair e competir e ter orgulho de jogar.”

    Sinceramente? Essa fala do Leonard me arrepiou. É isso que você quer ouvir do seu líder quando o time passou por um furacão de mudanças.

    E que furacão, hein! Os caras trocaram James Harden e Zubac (que era o veterano mais antigo do time), mandaram o Chris Paul embora no meio de uma viagem, receberam Darius Garland, Bennedict Mathurin e Isaiah Jackson. Ah, e ainda tiveram que lidar com lesões importantes. É muita coisa pra processar numa temporada só.

    Kawhi voando nas estatísticas

    Mas sabe o que mais me impressiona? O Leonard tá com médias de carreira. 28.3 pontos por jogo — nunca tinha feito isso antes. Além de 6.3 rebotes, 3.6 assistências e 2.0 roubos de bola. E acertando 50.4% dos arremessos de quadra!

    O cara tá com 32 anos e jogando como se fosse um moleque de 24. Absurdo.

    Claro que tem um porém (sempre tem, né?): ele já perdeu 16 jogos essa temporada e só pode ficar fora de mais um se quiser ser elegível pros prêmios de fim de ano, tipo All-NBA. Torcer pra ele se cuidar nessa reta final.

    Garland chegou voando

    E o Darius Garland? O cara chegou e já mostrou pra que veio. Fez 40 pontos numa partida recente e tá botando fogo na torcida com suas bolas de três. O próprio Kawhi elogiou: “É sempre ótimo receber ajuda. O Darius voltou pro lineup e continuou sendo a estrela que sempre foi.”

    Olha, eu não esperava que essa troca funcionasse tão rápido assim. Mas o Garland tá provando que pode ser a peça que faltava pros Clippers incomodarem na pós-temporada.

    E aí, vocês acham que esse time consegue fazer barulho nos playoffs? Com Kawhi jogando nesse nível e a garotada crescendo, eu tô começando a acreditar que pode rolar uma surpresa no Oeste…

  • Garland virando o jogo nos Clippers — Fantasy em alta!

    Garland virando o jogo nos Clippers — Fantasy em alta!

    Cara, quem diria que o Darius Garland ia dar essa guinada nos Clippers, né? O armador que passou perrengue em Cleveland agora tá sendo o grande destaque do fantasy basketball — e olha que estamos na reta final dos playoffs fantasy!

    Desde que chegou em LA, o moleque simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta. Em 10 jogos com a camisa dos Clippers, já fez pelo menos 20 pontos e 6 assistências em seis deles. Mas o show mesmo foi contra os Mavericks: 41 pontos e 11 assistências numa apresentação que acabou com uma sequência de quatro derrotas seguidas dos Clippers.

    O que mudou no jogo do Garland?

    Sinceramente, acho que o ambiente em LA deu uma energia diferente pro cara. O arremesso de 3 também tá em dia — acertou pelo menos quatro bolas de fora em metade dos jogos desde a troca. Pra quem acompanha fantasy, isso é ouro puro, principalmente agora nos playoffs.

    E não é só o Garland que tá bombando. O Quentin Grimes nos 76ers também virou uma máquina de pontuar com as ausências do Paul George, Tyrese Maxey e Joel Embiid. Média de 23 pontos nos últimos cinco jogos — absurdo!

    Outros nomes pra ficar de olho

    O Bones Hyland no Timberwolves é outro que tá aproveitando a lesão do Anthony Edwards. Média de 20 pontos em menos de 30 minutos? É produção de sobra pra quem precisa de pontos e bolas de 3 no fantasy.

    Já o Jonathan Kuminga nos Hawks começou bem mas esfriou depois da inflamação no joelho. Três jogos fora, voltou diferente. É aquela história: lesão no meio da temporada sempre complica o ritmo do jogador.

    Vocês acham que o Garland consegue manter esse nível até o final da temporada? Eu tô apostando que sim. O cara finalmente encontrou um time que combina com o estilo dele, e os Clippers precisam dessa produção pra brigar por uma vaga nos playoffs de verdade.

    No fantasy, se vocês ainda não pescaram o Garland ou esses outros caras que mencionei, é melhor correr atrás. Playoffs fantasy não perdoa vacilos — e esses monstros podem ser a diferença entre levar o troféu ou chorar em casa.

  • Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Garland meteu 41 pontos e agora os Clippers recebem Toronto

    Cara, o Darius Garland simplesmente resolveu virar o Michael Jordan ontem à noite. 41 pontos na vitória dos Clippers sobre Dallas na prorrogação por 138 a 131. Quarenta e um! Eu tô aqui ainda processando esse número.

    E o melhor? Agora os Clippers (35-36) recebem o Toronto Raptors (40-31) hoje à noite, em Inglewood, às 23h30 (horário de Brasília). Depois de uma performance dessas do Garland, dá pra imaginar que a confiança tá lá em cima.

    Clippers em casa são outros 50

    Os caras de LA têm feito um trabalho decente jogando em casa – 20 vitórias em 35 jogos. Não é espetacular, mas dá pro gasto. O problema é que eles não conseguem fechar jogos apertados: apenas 6-8 em partidas decididas por uma posse. Isso me incomoda, sinceramente.

    Do outro lado, Toronto tá bem melhor na estrada (21-15) do que eu esperava. Os Raptors são o oitavo melhor time da liga pontuando no garrafão – 51.9 pontos por jogo. Scottie Barnes é o cara que mais machuca lá dentro, com 10.5 de média. Esse moleque é um monstro mesmo.

    Guerra das bolas de três

    Olha só que interessante: os Clippers acertam 12.3 bolas de três por jogo, enquanto Toronto permite 12.8. Quase empatados! Já os Raptors fazem 11.5 de três por partida, contra 13.4 que LA costuma tomar. Ou seja, pode rolar um festival de arremessos de longa distância hoje.

    Os times já se enfrentaram essa temporada e foi aquele jogaço. Clippers ganharam na prorrogação por 121 a 117, lá em janeiro. Jordan Miller foi o cestinha com 19 pontos naquela noite.

    Os protagonistas

    Kawhi Leonard segue sendo o cara dos Clippers – 28.3 pontos, 6.3 rebotes e 3.7 assistências de média. E depois da explosão de ontem, Garland tá empolgado (16.9 pontos nos últimos dez jogos, mas esse número deve subir depois dos 41 de ontem).

    Pelo Toronto, Scottie Barnes continua mostrando por que foi uma das melhores escolhas do draft: 18.6 pontos, 7.8 rebotes, 5.4 assistências e 1.5 tocos. RJ Barrett também tá mandando ver – 22.7 pontos nos últimos dez.

    Vocês acham que os Clippers conseguem embalar depois dessa performance absurda do Garland? Ou Toronto vai estragar a festa?