Tag: Darryn Peterson

  • Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Gente, saíram as medidas oficiais dos três primeiros do Draft da NBA no Combine e cara… confirma tudo que a gente já imaginava sobre esses monstros. AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer não decepcionaram nem um pouco.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall lá em 2010. E olha, que sorte a deles, porque esse top 3 é de dar inveja em qualquer franquia.

    Dybantsa: o ala perfeito para a NBA

    O cara do BYU veio com 2,03m descalço e 98kg. Envergadura? 2,13m. Alcance em pé? Absurdos 2,69m. Na minha opinião, essas são exatamente as medidas que você quer ver num ala moderno da NBA. Não é à toa que todo mundo fala dele como consenso para primeira pick.

    Jonathan Givony, que é referência no Draft Express, falou que são “dimensões de elite para um ala da NBA”. E tá certo, né? Com esse físico, o garoto consegue jogar de 2 até 4 sem problema nenhum.

    Peterson e Boozer: complementos perfeitos

    O armador do Kansas, Darryn Peterson, veio com 1,94m e 90kg — mas olha só a envergadura: 2,06m! Cara, isso é coisa de maluco para um armador. Com esse alcance, ele consegue roubar bola e defender alas pequenos numa boa. Givony chamou de “ferramentas físicas de elite”, e eu concordo totalmente.

    Já o Cameron Boozer, que todo mundo conhece por causa do pai (Carlos Boozer era um monstro), chegou nos 2,03m e 115kg. A surpresa boa foi o alcance de 2,74m — isso abre possibilidade dele jogar até de pivô pequeno quando necessário. Duke sempre produz jogadores prontos para a NBA, e esse não vai ser exceção.

    Sinceramente? Qualquer um desses três vai dar certo na NBA. O físico tá ali, o talento todo mundo já viu na faculdade. Agora é só escolher quem encaixa melhor em cada sistema.

    E aí, quem vocês acham que os Wizards vão escolher? Na minha visão, tanto faz — qualquer um desses três vai ajudar muito Washington a sair dessa fase ruim.

  • Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Cara, finalmente aconteceu. Depois de três anos de sofrimento puro, o Utah Jazz conseguiu subir na loteria do Draft da NBA e vai draftar em segundo lugar em 2026. Três anos, gente! Três temporadas torcendo pro próprio time perder, vendo os caras principais praticamente aposentados no banco… foi de partir o coração, mas valeu a pena.

    Agora vem a parte boa: seja AJ Dybantsa ou Darryn Peterson, o Jazz vai pegar um monstro absoluto. Washington vai escolher um dos dois em primeiro, e Utah fica com o que sobrar — que sinceramente, tanto faz qual dos dois seja.

    Os dois são craques de verdade

    Olha, eu acompanho draft há anos e raramente vi duas opções tão equilibradas no topo assim. Dybantsa do BYU tem uma ligeira vantagem nas projeções, mas Peterson também é considerado material de primeira escolha. Os dois têm potencial All-NBA, podem disputar MVP no futuro… enfim, são jogadores de franquia mesmo.

    É aquela situação rara onde draftar em segundo é quase tão bom quanto draftar em primeiro. Você tem toda a emoção de pegar uma estrela, mas sem a pressão de “escolher o cara certo”. Washington escolhe um, Utah relaxa e pega o outro. Simples assim.

    Mas aí que começaram os rumores…

    Ryan Smith, não faça besteira!

    Jake Fischer soltou uma bomba: Michael Winger, presidente dos Wizards, disse que não descarta trocar a primeira escolha. O cara falou que não é um “momento salvador” pra Washington, que já tem Trae Young e Anthony Davis, e que se tiver 2-3 jogadores que eles gostam igualmente, podem negociar a pick.

    E claro, em questão de minutos já estavam especulando que o Jazz — que é fã declarado do Dybantsa — pode tentar subir pro primeiro lugar. Ryan Smith ainda jogou lenha na fogueira no programa do Pat McAfee, falando que “seria irresponsável se tudo não estivesse na mesa”.

    Gente, eu vou falar uma vez só: NÃO FAÇAM ISSO!

    Por que seria uma burrada

    Cara, vou ser bem direto: vocês não podem errar com nenhum dos dois. Peterson encaixa perfeitamente ao lado do Keyonte George — 1,98m, mentalidade de pontuador nato, joga duro pra caramba. O cara é um demônio em quadra e seria perfeito no Jazz.

    E o Dybantsa? Meu amigo, o cara é um fenômeno também. Qualquer um dos dois vai resolver os problemas de Utah pros próximos 10-15 anos.

    Então por que diabos vocês iriam trocar assets preciosos pra subir uma posição? Vocês já estão garantidos com uma das duas estrelas! É como trocar um Fusca e mais uma grana pra comprar uma Ferrari vermelha em vez de aceitar uma Ferrari azul de graça.

    E aí, pessoal do Jazz, vocês acham que vale a pena arriscar? Ou vão fazer a coisa sensata e ficar quietinhos na segunda posição esperando o presente cair no colo? Eu sei o que eu faria…

  • Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Galera, o Draft Lottery já passou e — vamos ser honestos — eu queria que tivesse sido diferente pra alguns times. Mas fazer o quê, né? Agora é hora de especular quem vai onde nesse Draft que promete ser insano.

    Vou compartilhar aqui minha visão de como os primeiros picks vão rolar, porque sinceramente? Esse Draft tem cara de ser histórico.

    Washington pega o queridinho geral

    Com a primeira escolha, Washington vai de AJ Dybantsa. Olha, pode ter argumento pra outros caras irem em primeiro, mas o Dybantsa é o que tem menos pontos de interrogação. O moleque de BYU é simplesmente completo.

    E faz todo sentido pros Wizards. O Bilal Coulibaly não evoluiu no ataque como esperavam, então o Dybantsa pode pegar a vaga de titular na ala desde o primeiro dia. Com Trae Young e Anthony Davis chegando também, Washington tá montando algo interessante ali.

    Imagina quando o Tre Johnson e o Alex Sarr também estiverem prontos? Os Wizards podem finalmente ganhar 50 jogos depois de mais de 50 anos. Isso se não for zikar falando, né?

    Utah pega o artilheiro

    No segundo pick, Utah vai de Darryn Peterson. Cara, esse moleque é pura habilidade ofensiva — um bucket ambulante mesmo. O único problema foi as cãimbras que ele teve em Kansas, mas descobriram que era por causa de creatina em excesso. Bizarro, mas pelo menos já resolveram.

    Peterson com Keyonte George no backcourt? Meu Deus, vai ser um show de pontuação. Só espero que o físico aguente agora.

    Memphis aposta no poste moderno

    Memphis tá numa situação complicada — trocaram o Jaren Jackson Jr., vão trocar o Ja Morant… precisam urgente de uma estrela. Por isso vão de Cam Boozer na terceira posição.

    O garoto foi Player of the Year na faculdade com 22/10/4 de média. Absurdo. E olhando o que o Jokic fez com a liga, é difícil não ver o Boozer tendo sucesso também. Não tô dizendo que vai ser MVP três vezes, mas All-Star? Com certeza.

    E vocês, o que acham?

    Chicago provavelmente vai de Caleb Wilson — um cara com upside defensivo monstro, meio Kevin Garnett style. Já os Clippers podem pegar Mikel Brown Jr. pra ajudar na defesa, já que Kawhi Leonard tá com um pé na porta.

    Esse Draft tá com uma cara diferente, galera. Que jogador vocês acham que vai surpreender mais? E quem vai ser o maior steal da primeira rodada?

  • Dybantsa no 1º pick pro Wizards? Esse draft de 2026 vai ser insano

    Dybantsa no 1º pick pro Wizards? Esse draft de 2026 vai ser insano

    Galera, o Draft Lottery de 2026 acabou de definir uma das ordens mais empolgantes que já vimos nos últimos anos. E cara, que distribuição maluca! O Washington Wizards levou a primeira pick, seguido pelo Utah Jazz em segundo e Memphis Grizzlies em terceiro.

    Olha só: todas as apostas apontam pra AJ Dybantsa ser o cara escolhido em primeiro. O ex-BYU é uma máquina de fazer pontos — 25.5 por jogo, galera! — e tem tudo pra ser aquele jogador franchise que o Wizards tanto precisa. Com 2,06m de altura e uma versatilidade absurda, o moleque sabe criar jogadas do nada e tem atletismo de sobra.

    Peterson pode roubar a cena

    Mas vou te falar uma coisa: Darryn Peterson do Kansas pode muito bem ser o melhor jogador desse draft a longo prazo. Sério, esse cara era o número 1 saindo do ensino médio e já mostrou que consegue superar o próprio Dybantsa nos confrontos diretos — tanto na base quanto na faculdade.

    E tem uma parada interessante: Carlos Boozer, pai do Cameron Boozer (que tá em Duke), é scout do Jazz e tem essa segunda pick nas mãos. Imagina a pressão! Ele vai entre Peterson, o próprio filho ou Caleb Wilson da North Carolina. Que decisão, hein?

    Clippers deram a sorte grande

    Agora, quem realmente se deu bem nessa história foram os Los Angeles Clippers. Lembram daquela troca do Ivica Zubac? Pois é, eles pegaram uma pick protegida top-4 do Pacers, mas que cairia pra eles se ficasse entre 5-9. E adivinha só? Caiu exatamente na quinta posição!

    Os Pacers se ferraram bonito — tinham 52% de chance de ficar no top-4 e saíram sem pick nenhuma na loteria. Com Tyrese Haliburton machucado a temporada toda, fizeram apenas 19-63 e agora ficaram no prejuízo total.

    Sinceramente? Esse draft tá com uma cara de ser histórico. A profundidade de talentos é absurda, e praticamente qualquer pick no top-10 pode mudar uma franquia completamente. Peterson arremessou 38.2% de três em Kansas (mesmo com toda a polêmica), Dybantsa é um criador nato, e Wilson tem um potencial que pode ser o maior de todos.

    E aí, vocês acham que Dybantsa realmente vai ser o primeiro ou Peterson pode dar a virada? O Draft acontece em 23-24 de junho no Barclays Center, e eu já tô contando os dias!

  • Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Cara, que história maluca essa do Darryn Peterson. O garoto que todo mundo esperava ser o número 1 do Draft de 2026 quase teve a temporada inteira arruinada por… creatina demais. Sim, você leu certo.

    Peterson finalmente abriu o jogo sobre o que aconteceu na temporada dele em Kansas. E olha, a parada foi séria mesmo. O moleque disse que “achou que ia morrer na maca naquele dia” depois de ter cãibras no corpo todo durante o treino físico de pré-temporada dos Jayhawks.

    A parada foi feia mesmo

    Imagina a cena: o cara que todo mundo tava esperando para dominar o college basketball de repente não consegue nem ficar em pé. Peterson contou que as cãibras começaram nas pernas e se espalharam pelo corpo todo – teve que ir pro hospital tomar soro na veia.

    “Consegui chegar na sala de fisioterapia e comecei a implorar pra eles ligarem pro 911”, disse ele. “Eles tentavam encontrar uma veia pra colocar o soro, me rehidratar. Mas eu tava com cãibra tão forte que não conseguiam achar veia nenhuma.”

    Monstro, né? E o pior: isso aconteceu 11 vezes durante a temporada. Onze! O garoto perdeu 11 jogos por causa disso.

    O mistério finalmente resolvido

    Durante a temporada toda, ninguém sabia direito o que tava rolando. Privacidade médica e tal, né? Mas agora Peterson revelou tudo: depois de fazer uns exames mais detalhados no final da temporada, descobriram que o nível de creatina dele no sangue tava nas alturas.

    O problema é que o Peterson nunca tinha usado creatina antes de chegar na faculdade. Mas quando chegou em Kansas, começou a tomar as doses que o pessoal indicava – só que o organismo dele já tinha creatina naturalmente elevada. Resultado? Overdose do suplemento.

    Sinceramente, isso me fez pensar: quantos talentos a gente não vê sendo desperdiçados por falta de um acompanhamento médico mais detalhado? O cara podia ter jogado a carreira fora por causa de um suplemento que metade da galera toma sem nem pestanejar.

    E agora, ainda vai ser número 1?

    A pergunta que não quer calar: depois de uma temporada tão conturbada, Peterson ainda tem chance de ser a primeira escolha do Draft?

    Olha, na minha opinião, tem sim. O talento continua lá, e agora que descobriram a causa do problema (e que aparentemente se resolve parando de tomar creatina), os times da NBA vão ficar bem mais tranquilos. Claro que o AJ Dybantsa do BYU tá na frente agora, mas basquete é imprevisível.

    Peterson voltou a treinar em Los Angeles se preparando pro Draft Combine e disse que não teve mais nenhum episódio de cãibra desde que parou com a creatina. Isso é um bom sinal, né?

    E aí, vocês acham que essa explicação vai ser suficiente pra convencer os times da NBA? Ou será que a temporada irregular pesou demais na avaliação dele?

  • Peterson culpa creatina por lesões que arruinaram sua temporada

    Peterson culpa creatina por lesões que arruinaram sua temporada

    Cara, que situação mais bizarra essa do Darryn Peterson. O garoto passou a temporada inteira saindo de jogo por câimbras, e agora descobriu que foi culpa da creatina que ele tava tomando. Sinceramente? Nunca vi nada igual.

    Peterson perdeu 11 jogos na sua única temporada em Kansas — onze! — e ainda teve que sair mais cedo de vários outros por causa das câimbras. O problema? Ele começou a usar creatina quando chegou na faculdade, mas os médicos descobriram que o nível base dele já era naturalmente alto.

    O suplemento que virou vilão

    “Eu nunca tinha tomado antes de chegar na faculdade”, explicou Peterson. “Mas depois da temporada eu parei por duas semanas e fizeram exames que mostraram que meu nível básico já era alto. Então quando eu fiz a dosagem [processo de aumentar a dose gradualmente], deve ter deixado os níveis perigosos.”

    Olha, eu entendo a lógica do garoto. Creatina é praticamente padrão no basquete universitário hoje em dia — todo mundo usa pra ganhar força e manter a massa muscular. Mas no caso dele, o tiro saiu pela culatra de uma forma absurda.

    E o mais louco? Mesmo com todos esses problemas, Peterson ainda tá ranqueado como segunda escolha geral no Top 100 da ESPN pro Draft de 2026. Imaginem o que ele não poderia ter feito se tivesse 100% saudável a temporada toda.

    “Tinha outro nível que vocês não viram”

    Peterson mesmo admite que a situação toda mexeu com o psicológico dele. “Eu fiquei fora da bola na maior parte do ano, mas parte disso foi eu não sendo realmente eu mesmo”, disse. “O técnico tentava encontrar jeitos de me manter efetivo sem me esforçar demais.”

    O moleque tem 1,98m e joga de ala-armador — um perfil que a NBA ama. Agora ele tá focando no arremesso e na criação de jogadas pra chegar 100% pro Draft de 2026.

    “Fico pensando como as coisas poderiam ter sido diferentes em Kansas se eu não tivesse me machucado ou tido todos esses problemas”, refletiu Peterson. “Quando eu tava em quadra, sentia que ainda jogava bem. Mas tinha outro nível meu que as pessoas não conseguiram ver.”

    Vocês acham que ele consegue se recuperar totalmente? Porque se o Peterson resolver mesmo, pode ser uma das maiores surpresas positivas do Draft de 2026. O talento tá ali — só falta o corpo colaborar agora.

  • Dybantsa pode não ser pick 1? Especulações bombásticas do Draft 2026

    Dybantsa pode não ser pick 1? Especulações bombásticas do Draft 2026

    Mano, que reviravolta pode ter nesse Draft de 2026. Todo mundo achava que AJ Dybantsa era garantido como primeira escolha geral, mas agora tá rolando uns papos que podem mudar tudo. Darryn Peterson voltando às conversas? Cameron Boozer subindo? E o Caleb Wilson dando uma de surpresa? Olha, eu não esperava essa movimentação toda não.

    A real é que esse grupo de calouros foi absurdo mesmo. Dybantsa pode ter passado Peterson na corrida pela primeira posição, mas o Peterson continua sendo um monstro quando tá 100%. Lembram do confronto direto entre BYU e Kansas? Peterson meteu 18 pontos só no primeiro tempo contra o Dybantsa. Foi de dar calafrio.

    Peterson ainda pode surpreender

    Sinceramente, acho que o Peterson tá sendo subestimado por causa das lesões em Kansas. Mas quando o cara tava saudável? Destruía todo mundo. O problema é que disponibilidade também é habilidade, como dizem por aí. Mas imagina se ele tivesse jogado a temporada toda sem problemas — será que ainda estaríamos falando do Dybantsa como certeza?

    Brooklyn Nets e Sacramento Kings são os times que mais fazem sentido pra apostar no Peterson. Os dois estão numa reconstrução total e precisam de alguém com teto altíssimo. E convenhamos, um armador com o físico e arremesso do Peterson é coisa rara mesmo.

    Boozer pode meter a quebrada no top 2

    Cameron Boozer, cara… O maluco foi jogador do ano no basquete universitário e tem o histórico de vitórias mais absurdo do basquete colegial moderno. Isso conta pra caramba na hora H. Executivos adoram jogadores que sabem vencer, e ninguém venceu mais que o Boozer.

    E aí, vocês acham que algum time tem coragem de deixar o Dybantsa passar? Porque na minha visão, se rolar uma surpresa no Draft, vai ser justamente por isso — tem executivo que valoriza mais experiência vencedora que potencial puro.

    Caleb Wilson também tá no radar dos primeiros picks. O moleque cresceu muito durante a temporada e pode ser aquela surpresa que todo ano acontece no top 3.

    Loteria vai definir tudo

    O mais louco é que tudo depende de quem ganha a loteria domingo. Cada franquia tem sua filosofia — umas preferem o potencial máximo, outras querem o cara mais seguro, e tem aquelas que valorizam fit cultural.

    Dybantsa continua sendo o favorito, mas essa ideia de que todos os 30 times o escolheriam em primeiro… sei não, viu. Basquete é muito mais complexo que isso. Tem medical, entrevista, workout, química com o técnico — um monte de variável que pode mudar tudo.

    Uma coisa é certa: esse Draft de 2026 vai ser eletrizante. Depois de anos meio mornos, finalmente temos uma classe com profundidade e talento de sobra. Quem vocês acham que vai com a primeira pick?

  • Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Olha, eu já estava esperando por essa. Darryn Peterson acabou de anunciar que vai pro Draft da NBA de 2026, deixando Kansas depois de apenas uma temporada. E cara, que temporada foi essa!

    O moleque de 19 anos postou no Instagram com aquele papo clássico de “depois de muita reflexão e oração” — mas convenhamos, com os números que ele botou, não tinha muito o que pensar mesmo. 20.2 pontos por jogo na sua primeira temporada universitária. Vinte e dois pontos! Isso é coisa de monstro.

    Os números não mentem

    Peterson jogou 24 partidas e teve médias absurdas: 20.2 pontos, 4.2 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubos de bola em 29 minutos por jogo. Sinceramente, dá pra ver por que ele era considerado o melhor prospecto da sua turma antes daquelas preocupações com lesão que rolaram.

    O próprio Peterson admitiu que só começou a jogar no seu nível real no final da temporada. Imagina se ele tivesse estado 100% o ano todo? Os caras do Kansas devem estar chorando vendo ele ir embora agora.

    Draft 2026 já tem favoritos

    Segundo as casas de apostas, Peterson tem a segunda melhor chance de ser a primeira escolha geral do Draft, perdendo apenas para AJ Dybantsa. Ou seja, estamos falando de um cara que deve ser escolhido entre os três primeiros, fácil.

    A real é que Peterson sempre teve esse potencial todo — o problema foram as lesões que atrapalharam um pouco a avaliação dos scouts. Mas agora que mostrou do que é capaz em Kansas, não tem mais dúvida: esse moleque vai ser uma estrela na NBA.

    E vocês, acham que ele fez certo saindo agora ou deveria ter ficado mais um ano pra se desenvolver? Eu acho que quando você tem talento assim e já provou que consegue dominar no universitário, é partir pra próxima mesmo. Rock chalk forever, como ele disse!

  • Draft 2026: Dybantsa na primeira, dupla de Michigan na loteria

    Draft 2026: Dybantsa na primeira, dupla de Michigan na loteria

    Cara, já posso sentir o cheiro da loucura que vai ser o Draft de 2026. A temporada regular acabou e agora é hora dos times que não conseguiram vaga nos playoffs torcerem pra que as bolinhas da loteria caiam do jeito certo no dia 10 de maio em Chicago.

    E olha, não é pra menos essa ansiedade toda. Esse Draft tá empilhado de talento lá em cima como eu não via há muito tempo. Não tem um cara que seja unanimidade pro primeiro pick — o que na verdade é uma coisa boa, mostra a qualidade da safra.

    O trio de ouro que tá mexendo com todo mundo

    Se você acompanha basquete universitário (e se não acompanha, tá perdendo tempo), já conhece os três nomes: AJ Dybantsa do BYU, Darryn Peterson do Kansas e Cameron Boozer de Duke. Peterson começou a temporada como favorito, mas o Dybantsa foi ganhando força e agora parece que vai ser o primeiro nome chamado.

    O que me impressiona no Dybantsa é a capacidade absurda dele de criar vantagem do nada. O cara é tipo um elástico — consegue se contorcer no meio da defesa e encontrar caminhos que nem existem. Com 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo, ele mostrou que não é só pontuação. Quando o armador titular Richie Saunders se machucou, o AJ assumiu mais responsabilidades e entregou.

    Peterson machucado ainda assim impressiona

    Agora o Peterson… cara, ele jogou a temporada toda meio quebrado por causa de cãibras constantes. Mesmo assim, nos últimos jogos que fez, deu uma amostra do que pode ser quando tá 100%. Os números dele no Kansas (20.2 pontos, 38.2% nos três pontos) nem mostram o potencial real.

    Quem viu ele jogar na Prolific Prep sabe do que tô falando — explosão, atletismo, capacidade de chegar na tinta quando queria. Na minha opinião? Se eu fosse GM, pegaria o Peterson no primeiro pick. Quando ele tá ligado, não tem ninguém que arremesse melhor nessa classe.

    Boozer, o mais consistente de todos

    E tem o Cameron Boozer. Meu deus, que jogador completo. 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências — números de veterano. O estilo dele é meio old school, sabe? Usa pump fake pra forçar falta, usa a força pra dominar defensor menor. O QI de basquete é fora da curva.

    A única preocupação com ele é a defesa. Não sabemos direito como vai se sair marcando caras mais rápidos na NBA. Mas cara, quando chegam duplas marcações no garrafão, ele faz aqueles passes de cruzada pro canto que dá gosto de ver.

    Vocês acham que algum desses três pode decepcionar na NBA? Eu tô achando difícil errar nessa safra, mas basquete é basquete — nunca se sabe.

  • Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Dybantsa é favorito pra 1ª escolha do Draft 2026, mas Peterson tá colado

    Olha, eu já tô de olho no Draft de 2026 e as odds estão pegando fogo! Depois do March Madness terminar com Michigan levando o título (que jogaço foi aquele contra UConn), as casas de apostas já começaram a cravar quem vai ser a primeira escolha do draft daqui a dois anos.

    E o favorito? A.J. Dybantsa, da BYU, com odds de -180.

    Cara, esse moleque é um monstro mesmo. 25.5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento nos arremessos — e olha que ele praticamente carregava o time da BYU nas costas quando os companheiros não conseguiam acertar nada. O problema é que a BYU não foi longe no torneio por causa da lesão do Richie Saunders, então Dybantsa não conseguiu mostrar todo seu potencial quando mais importava.

    Peterson não tá muito atrás

    Mas sinceramente? Eu acho que o Darryn Peterson, do Kansas, pode muito bem roubar a primeira posição. As odds dele estão em +240, ou seja, não tá tão distante assim. E tem muita gente que considera ele o melhor prospecto da turma — o cara é um armador nato, tem um arremesso de 3 mais consistente que o Dybantsa e sabe liderar um time.

    O único pepino é que Peterson perdeu alguns jogos na temporada por questões de condicionamento físico. E aí tem também a questão posicional, né? Times como Wizards já têm o Trae Young, Pacers têm o Haliburton voltando… Ala é sempre mais fácil de encaixar em qualquer elenco.

    Cameron Boozer completa o top 3

    E não dá pra esquecer do Cameron Boozer, de Duke. O moleque foi só o quinto calouro da história a ganhar o prêmio de Jogador do Ano! Duke teve uma temporada absurda (35-3) e foi o primeiro seed geral do torneio rodando o ataque pelo Boozer.

    Ele pode não ter o teto altíssimo do Dybantsa ou Peterson, mas tem o piso mais alto dos três. É um cara que você sabe que vai render, entende? Interior forte, consegue esticar a quadra… +700 pra primeira escolha não é uma bad não.

    Vocês acham que Michigan ganhar o título vai mudar alguma coisa nas odds? Porque o Yaxel Lendeborg jogou machucado na final (lesão no joelho desde a semifinal) e mesmo assim tá com +18000 pra primeira escolha. Longe, mas não impossível se ele se recuperar bem.

    Olha, ainda falta muito tempo e muita coisa pode mudar. Mas por enquanto, parece que vai ser uma briga boa entre Dybantsa e Peterson pelo topo. E vocês, em quem apostam?