Tag: Darryn Peterson

  • Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Gente, o que diabos tá acontecendo em Washington? Sério mesmo.

    Enquanto todo mundo tá grudado nas Finais da NBA vendo os Knicks tentarem derrubar o reinado do Wembanyama, eu aqui não consigo parar de pensar no Draft de 2026. E olha, depois de 20 anos sofrendo com o Jazz, finalmente tenho motivos pra ficar empolgado.

    Jazz na pole position (quase)

    O Utah tem a segunda escolha num Draft que tá simplesmente monstro. AJ Dybantsa ou Darryn Peterson — um dos dois vai ser nosso, não importa o que Washington faça. São dois caras que podem facilmente virar All-Star, quem sabe até candidato a MVP no futuro.

    As regras são simples: Washington escolhe um, a gente fica com o outro. Easy.

    Mas aí que tá o problema — os Wizards tão criando um caos desnecessário. Primeiro disseram que não precisavam de um “salvador” no Draft. Depois o Cameron Boozer subiu nas projeções e todo mundo começou a falar dele. Agora ninguém sabe mais o que Washington vai fazer.

    A estratégia bizarra de Washington

    Cara, eu não entendo a estratégia deles. Se você quer aumentar o valor do seu ativo pra uma possível troca, não faz mais sentido mostrar o quanto você valoriza ele? Tipo, sai falando “cara, a gente AMA o Dybantsa” e vê os times desesperados oferecendo a casa toda por ele.

    É como tentar vender um carro falando que ele não presta. Não faz sentido nenhum.

    Mas sabe de uma coisa? Que se dane Washington.

    O Jazz tem uma diretoria inteligente que não vai se deixar levar por essa confusão toda. Danny Ainge e companhia sabem muito bem o que fazer — pegar o melhor jogador disponível na segunda posição e pronto.

    Não compliquem, por favor

    A única coisa que pode dar errado é se o Jazz resolver inventar moda e pegar alguém como Caleb Wilson. Pelo amor de tudo que é sagrado, NÃO FAÇAM ISSO.

    Vocês acham que Washington tá só criando smoke screen ou realmente não sabe o que fazer? Sinceramente, acho que é só teatro mesmo. No final das contas, tanto Dybantsa quanto Peterson são jogadores que podem mudar uma franquia.

    Depois de anos no deserto, finalmente temos uma chance real de pegar um craque. O Jazz só precisa não complicar o que é simples: escolher entre dois futuros astros da NBA. Qualquer um dos dois já tá de bom tamanho pra começar a sonhar com playoffs novamente em Salt Lake City.

  • Dybantsa na primeira escolha? Mock Draft 2026 esquenta discussões

    Dybantsa na primeira escolha? Mock Draft 2026 esquenta discussões

    Cara, o Draft da NBA de 2026 tá chegando (menos de três semanas!) e as especulações estão a todo vapor. E olha, tem uns debates bem interessantes rolando por aí.

    AJ Dybantsa, do BYU, continua sendo o favorito absoluto para ser a primeira escolha geral pelo Washington Wizards. Sinceramente? Faz todo sentido. O cara é um monstro de 2,06m que consegue criar arremesso do nada, pressiona o garrafão quando quer e tem um fadeaway impossível de bloquear. É esse tipo de ala versátil que Washington tá desesperadamente precisando.

    Jazz pescando um armador especial

    Na segunda escolha, o Utah Jazz deve ir atrás de Darryn Peterson, do Kansas. Esse menino de 1,96m é diferenciado — tem tudo que um armador da NBA moderna precisa: tamanho, arremesso (38,2% de três!), e o mais importante: aguenta pancada nos playoffs. Quantos calouros conseguem jogar naquela intensidade toda? Peterson consegue.

    Mas aí vem a pergunta: vocês acham que ele vai conseguir juntar aquela criatividade maluca que mostrava no high school com a consistência que exibiu em Kansas? Se conseguir, Utah vai ter um problemão bom nas mãos.

    A grande discussão da terceira escolha

    E é na terceira posição que a coisa fica interessante. Cameron Boozer, do Duke, aparece como favorito para o Memphis. O filho do Carlos Boozer (lembram dele?) é um QI basketball absurdo — processa o jogo de um jeito avançado que me lembra um pouco do Kevin Love nos tempos de Minnesota.

    Os números não mentem: 39,1% de aproveitamento de três pontos e 10,2 rebotes por jogo. É consistência pura. Pode não ser o cara que vai carregar um time nas costas, mas é daqueles jogadores que impactam vitórias por uma década inteira.

    Logo atrás, Caleb Wilson (North Carolina) pro Chicago Bulls na quarta posição. Outro ala-pivô interessante, mas com perfil mais atlético que técnico por enquanto.

    Uma coisa que me chamou atenção: o final da primeira rodada tá bem fraco mesmo. Vários calouros que poderiam ser escolhidos no primeiro round decidiram ficar no college por causa desses contratos de NIL gordos. É a nova realidade da NBA — não dá mais pra contar só com calouros desesperados pra sair da faculdade.

    Ah, e tem uma incógnita gigante: Luigi Suigo, um pivô italiano de 2,21m (!). Se ele mantiver o nome no Draft até 13 de junho, pode facilmente ser primeira rodada. Se sair, vai direto pro Villanova. Imaginem esse gigante jogando college basketball…

    E aí, quem vocês acham que realmente vai com a primeira escolha? Dybantsa tá fichado mesmo ou algum GM vai resolver apostar numa surpresa?

  • Dybantsa e Peterson brigam pela primeira escolha no Draft 2025

    Dybantsa e Peterson brigam pela primeira escolha no Draft 2025

    Olha só que situação interessante se formando no Draft da NBA de 2025. Segundo fontes do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, AJ Dybantsa (BYU) e Darryn Peterson (Kansas) estão na briga pela primeira escolha dos Washington Wizards.

    E antes que alguém pergunte: sim, ainda tem espaço pro Cam Boozer (Duke) na conversa. O cara não tá fora da jogada, não.

    O que mudou na corrida pelo topo

    Sinceramente? Eu achava que o Dybantsa seria escolha óbvia. O moleque tem 2,06m, joga em várias posições e tem um talento absurdo. Mas aparentemente não é tão simples assim. Mês passado já rolaram rumores de que ele não era garantia absoluta para a primeira posição.

    Peterson tá fazendo uma temporada monstro em Kansas e mostrando que merece estar nessa conversa. O garoto tem apenas 18 anos e já tá dominando no college. É impressionante como esses jovens chegam preparados hoje em dia.

    Wizards podem fazer surpresa

    Aqui que a coisa fica interessante. Michael Winger, presidente dos Wizards, já deixou claro que eles podem trocar a primeira escolha pra acumular assets. Imagina só – você tem a chance de pegar um futuro craque e resolve trocar por várias escolhas?

    Na minha visão, faz sentido. Os Wizards tão numa reconstrução total e talvez seja mais esperto pegar dois ou três jogadores bons do que apostar todas as fichas em um só. Mas cara, se eu fosse torcedor deles, ia ficar meio nervoso com essa ideia.

    O que vocês acham? Vale a pena os Wizards arriscarem trocar a primeira escolha, ou é melhor ir no garantido e escolher entre esses três talentos? Porque olhando de fora, qualquer um dos três pode ser uma estrela na liga.

  • Mock Draft 3.0: Wizards podem surpreender com 1ª escolha?

    Mock Draft 3.0: Wizards podem surpreender com 1ª escolha?

    Galera, o Draft da NBA 2026 tá chegando (só mais 3 semanas!) e finalmente saiu o primeiro mock draft completo depois da loteria definir a ordem. E cara, tem umas escolhas aí que vão fazer muito barulho.

    A bomba mesmo tá logo na primeira pick. Os Wizards com Darryn Peterson ao invés do AJ Dybantsa? Olha, eu sei que o Dybantsa é visto como o “cara” dessa classe, mas o Peterson jogando ao lado do Trae Young faz muito sentido. O moleque tem um jogo dinâmico que pode acelerar a volta dos Wizards aos playoffs.

    Jazz pega a joia que queria

    Aí que vem o plot twist perfeito: AJ Dybantsa caindo pros Jazz na segunda posição. Sinceramente, acho que essa seria a dupla ideal. O Utah já vinha flertando com a ideia de subir no draft pra pegar o garoto, mas se ele vier de graça assim… monstro demais.

    Cameron Boozer pros Grizzlies na terceira é o mais óbvio possível. O cara é uma máquina analítica, e Memphis é exatamente o tipo de time que valoriza isso. Zero surpresas aí.

    Bulls finalmente acertam uma?

    Caleb Wilson na quarta pick pros Bulls me chamou atenção. Olha, Chicago tá meio perdida faz tempo, mas o Wilson pode ser aquele cara que coloca ordem na casa. E na 15ª posição eles ainda pegam Hannes Steinbach – dupla de garrafão interessante.

    Uma coisa que me pegou foi o Keaton Wagler pros Clippers. Formar dupla com Darius Garland pode funcionar, mas será que o Wagler aguenta a pressão de LA logo de cara?

    Mavs caem mas se dão bem

    Os Mavericks caíram pra nona posição (que dor, né pessoal), mas Kingston Flemings nessa pick seria um presente dos céus. O garoto tem velocidade e visão de jogo que o Dallas precisa desesperadamente. E jogar ao lado do Cooper Flagg? Essa dupla pode ser absurda daqui uns anos.

    A trade dos Spurs subindo 9 posições pra pegar Yaxel Lendeborg também fez sentido. San Antonio sempre foi esperto no draft, e o Michigan forward pode contribuir desde o primeiro ano.

    E aí, galera? Vocês acham que o Wizards tem coragem mesmo de passar do Dybantsa? Porque se isso acontecer, vai ser uma das maiores surpresas da história recente do draft. O que vocês fariam no lugar deles?

  • Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Mock Draft 2026: Jazz surpreendem e preferem Wilson ao invés de Peterson

    Olha, eu não esperava essa! O Jazz com a segunda escolha geral do Draft 2026 e todo mundo achando que eles iam de Darryn Peterson… mas aí que tá o plot twist. Pelo jeito, Utah pode surpreender geral e ir de Caleb Wilson.

    Por que Wilson faz sentido pro Jazz?

    Sinceramente, quando você para pra pensar, faz todo sentido. O Jazz já tem Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr., Walker Kessler e Kyle Filipowski — ou seja, altura não é problema. Mas sabe o que tá faltando? Explosão atlética no garrafão.

    Wilson traz exatamente isso. O cara é um monstro de 2,06m que voa pela quadra, defende qualquer posição e ainda por cima tem potencial All-Star. E diferente do Peterson, que ia querer suas 15 tentativas por jogo desde o primeiro dia, Wilson pode crescer no próprio ritmo.

    Cara, imagina só: enquanto todo mundo espera que Utah pegue mais um armador (sendo que eles já têm Keyonte George, Cody Williams, Brice Sensabaugh…), eles vão e escolhem um ala-pivô que pode resolver o problema de atletismo deles de uma vez.

    Peterson escorrega até os Grizzlies

    Agora, ver o Peterson — que todo mundo considerava pick garantido no top 2 — caindo até a terceira posição com o Memphis… isso sim é interessante. Os Grizzlies tão precisando do armador do futuro mesmo, especialmente com as incertezas em torno do Ja Morant.

    Peterson tem 1,96m, arremessa melhor que o Ja (38% de 3 na faculdade) e ainda projeta defender melhor. Mas teve umas red flags na temporada dele em Kansas que podem ter assustado Utah.

    O Memphis, por outro lado, tá numa situação que não dá pra ser exigente. Time machucado, precisando de uma renovação… Peterson na terceira pick seria quase um presente dos céus.

    E aí, vocês acham que o Jazz realmente vai ter coragem de passar do Peterson? Eu tô aqui imaginando a cara dos torcedores se isso acontecer mesmo. Às vezes as franquias surpreendem — e não necessariamente pro mal.

    AJ Dybantsa continua sendo consenso pro Washington na primeira pick, isso ninguém discute. Mas essa segunda escolha pode ser bem mais interessante do que a gente imagina.

  • Jazz na bronca: quem vai perder espaço com o calouro chegando?

    Jazz na bronca: quem vai perder espaço com o calouro chegando?

    Galera, vamos ser sinceros aqui — o Jazz tem a #2 pick no draft e isso vai mexer COM TUDO na rotação do time. Eu sei que depois da temporada sofrível que eles tiveram, é difícil até imaginar como seria um time funcional, mas a realidade é que alguém vai se dar mal quando o calouro chegar.

    E olha, ainda não sabemos quem Washington vai escolher em primeiro, mas as opções mais prováveis pro Jazz são AJ Dybantsa (BYU) ou Darryn Peterson (Kansas). E cara, cada escolha dessas vai impactar diferente na rotação — vamos destrinchar isso.

    Peterson seria o cenário dos sonhos

    Sinceramente? Torço pra que seja Peterson. O cara resolve o maior problema do Jazz: shooting guard titular. Keyonte George já mostrou que é o futuro armador da franquia (desculpa aí, Isaiah Collier, te amo mas é a realidade), então falta só um 2 de qualidade.

    Peterson teve uma temporada estranha em Kansas — várias “lesões” que pareciam mais precaução mesmo. Mas se os relatos sobre ele ter resolvido os problemas de cãibra forem verdade… monstro, o garoto pode ser especial.

    Agora, o porém: Ace Bailey volta pro banco. E isso cria um efeito dominó terrível pra Cody Williams, Brice Sensabaugh e Elijah Harkless — todos perdem minutos.

    Bailey não merecia isso

    Olha, tenho que falar: Bailey começou a pegar o jeito da NBA nos últimos 20 jogos da temporada. O cara fez quase 19 pontos, 5 rebotes e 36% de três numa sequência absurda. Três jogos de 30 pontos! Parecia que finalmente tinha entendido o jogo.

    Mas é aquela coisa — Peterson parece ter um teto ofensivo maior, então Bailey provavelmente vira sexto homem. Não é o fim do mundo, mas dói ver um cara que estava evoluindo tanto voltar pro banco.

    A única saída seria trocar Lauri Markkanen (ai, meu coração), mas duvido que isso role antes do deadline. Sem isso, não dá pra Bailey e Peterson dividirem 30+ minutos cada um.

    E vocês, o que acham? Vale a pena sacrificar o desenvolvimento do Bailey por um calouro? Ou o Jazz deveria focar em outras posições no draft? Honestamente, acho que é uma escolha difícil mas necessária — às vezes você tem que quebrar alguns ovos pra fazer uma omelete campeã.

  • Draft 2026: Peterson pode ser #1, mas tem pegadinha no meio

    Draft 2026: Peterson pode ser #1, mas tem pegadinha no meio

    Olha, o prazo pra desistir do Draft da NBA 2026 acabou e agora a coisa ficou interessante de verdade. Darryn Peterson do Kansas sendo cotado como primeira escolha pelos Wizards? Cara, isso me surpreende zero — mas também tem muito mais história por trás disso.

    O que mais me chama atenção é que não tem aquele consenso óbvio de sempre. Diferente do ano passado com Cooper Flagg (que era óbvio que seria #1), agora temos pelo menos três caras brigando pelo topo: Peterson, AJ Dybantsa do BYU e Cameron Boozer do Duke.

    Peterson é realmente o cara?

    Peterson tem sido rankeado como #1 desde o começo do ciclo, mas sinceramente? O cara teve uma temporada meio estranha no Kansas. Problemas com câimbras atrapalharam bastante o ritmo dele, e isso me deixa com o pé atrás. Por outro lado, quando ele tá 100%, o moleque é um monstro. 1,96m de altura, 20.2 pontos por jogo e 38.2% nos três pontos. Esses números não mentem.

    O que me impressiona é a versatilidade dele. Pode jogar de armador ou ala-armador, e isso é ouro puro na NBA moderna. Mas será que os Wizards vão apostar todas as fichas nele? Washington tem várias opções na mesa, incluindo uma possível troca com o Utah.

    AJ Dybantsa não pode ser ignorado

    Se eu fosse o Utah Jazz, estaria rezando pra Peterson sair primeiro e Dybantsa cair no meu colo. O cara fez 25.5 pontos por jogo no BYU sendo calouro — isso é absurdo. E tem 2,06m de altura! É praticamente um Kevin Durant em potencial.

    A conexão local também é interessante. Dybantsa jogou no Utah Prep no ensino médio e depois foi pra BYU. Imagina a festa que seria se ele ficasse no Jazz? O cara seria ídolo instantâneo por lá.

    Cameron Boozer completando o top 3 no Memphis faz sentido também. O filho do Carlos Boozer tá sendo meio subestimado na minha opinião. 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo no Duke? E ainda com 39.1% de três? Esse moleque sabe jogar bola.

    O meio do draft tá recheado

    Uma coisa que me chamou atenção é que vários jogadores decidiram ficar na faculdade em vez de arriscar no draft. Por um lado, isso deixou o final da primeira rodada e toda a segunda rodada meio fracas. Por outro, significa que a classe de 2027 pode vir ainda mais forte.

    Entre os que confirmaram entrada estão Koa Peat (Arizona), Meleek Thomas (Arkansas) e Allen Graves (Santa Clara). Peat em especial me deixa curioso — o cara meio que mudou a mecânica do arremesso inteira no Draft Combine. Isso ou é genial ou vai dar muito errado.

    E aí, pessoal — vocês acham que Peterson realmente merece ser #1? Ou Dybantsa deveria ir primeiro? Na minha humilde opinião, qualquer um dos três primeiros sendo a primeira escolha seria defensável. Só mostra como esse draft tá equilibrado lá em cima.

    Uma coisa é certa: June vai ser interessante. Especialmente se rolar essas trocas que estão sendo especuladas. Kings e Thunder tentando subir no draft? Isso pode bagunçar tudo.

  • Windhorst crrava: Peterson vai ser top 2 no Draft 2026

    Windhorst crrava: Peterson vai ser top 2 no Draft 2026

    Olha, quando o Brian Windhorst bate o pé em alguma coisa sobre Draft da NBA, a gente pelo menos para pra escutar, né? E o cara acabou de soltar uma bomba sobre Darryn Peterson, ex-Kansas: o garoto não passa do pick 2. Ou vai em primeiro, ou em segundo. Simples assim.

    “Darryn Peterson não vai passar do segundo pick. Ele vai em primeiro ou segundo, e eu acho que tá bem aberto quem pode ir na frente dele. Pode ser ele ou o AJ Dybantsa”, cravou Windhorst. E quando esse cara fala com essa convicção, geralmente não tá brincando.

    O que fez Peterson virar essa sensação?

    Cara, o garoto simplesmente meteu 20 pontos de média no Kansas. Vinte pontos. Em uma temporada apenas. Levou os Jayhawks de volta pro March Madness, mesmo perdendo pro St. John’s ali no Round of 32 — mas isso não tira o brilho do que ele fez na temporada regular.

    Sinceramente, eu não esperava que um calouro fosse causar tanto impacto assim no Kansas. O programa já é tradicionalmente forte, mas Peterson chegou e assumiu o protagonismo de cara. Isso não é qualquer um que faz.

    Mas tem um porém aí…

    Agora, nem tudo são flores. O Peterson perdeu vários jogos por lesão durante a temporada — e isso tá sendo questionado pra caramba no combine do Draft. Os times querem saber se ele aguenta o tranco de 82 jogos por temporada na NBA.

    Mas olha a resposta do garoto: “Eu não tinha o mesmo passo que tinha antes. Se uma coisa tá ruim, outra melhora. Meu arremesso melhorou por causa disso.” Gostei da mentalidade. Em vez de chorar, ele se adaptou e evoluiu em outras áreas.

    E vocês acham que essa mentalidade vai funcionar na NBA? Porque uma coisa é certa: na liga, todo mundo joga machucado em algum momento.

    O Draft Class de 2026 tá absolutamente recheado de talentos. Além do Peterson, tem o AJ Dybantsa (que muitos consideram o favorito pro primeiro pick), Caleb Wilson, Cameron Boozer e Darius Acuff Jr. É uma safra que promete ser histórica.

    Washington Wizards tem o primeiro pick, Utah Jazz fica com o segundo. Se o Windhorst tiver certo, um desses dois times vai levar o Peterson. Pessoalmente, acho que ele tem tudo pra dar certo — jogador que produz assim na faculdade geralmente se adapta bem na NBA.

    O Draft começa dia 23 de junho. Vamos ver se a previsão do Windhorst se confirma ou se ele vai ter que engolir as palavras depois.

  • Perkins compara possível 2ª pick do Draft com Kobe Bryant

    Perkins compara possível 2ª pick do Draft com Kobe Bryant

    Gente, o Kendrick Perkins acabou de soltar uma bomba no ar. O cara foi lá no “NBA Today” da ESPN e comparou Darryn Peterson – que deve ser a segunda escolha do Draft 2026 – nada mais, nada menos que com o Kobe Bryant. Isso mesmo, o Mamba.

    Olha, eu acompanho Draft há anos e raramente vejo alguém fazer uma comparação tão pesada assim. Perkins não tava brincando quando disse que o “teto” do Peterson é o Kobe, enquanto o “piso” seria o Bradley Beal. Entre você e eu, qualquer uma dessas duas opções já seria absurda pra um moleque que ainda tá na faculdade.

    O que faz Peterson ser tão especial?

    Segundo o ex-pivô da NBA, três coisas chamam atenção no garoto do Kansas: ritmo de jogo, arremesso e inteligência no pick-and-roll. “Ele sabe fazer as leituras certas”, disse Perkins. E cara, quando um cara que jogou contra os melhores fala isso, a gente tem que prestar atenção.

    O Peterson teve uma temporada complicada pelos Jayhawks – jogou apenas 24 partidas por causa de lesões. Mas Brian Windhorst, que tava no mesmo programa, deixou claro que os times da NBA já estão investigando tudo isso a fundo. “Os scouts acham que ele pode ser o cara mais talentoso de todo o Draft”, revelou o jornalista.

    Draft 2026 tá uma loucura

    Sinceramente? Esse Draft de 2026 tá prometendo ser histórico. AJ Dybantsa do BYU aparece como favorito pra primeira escolha, mas Peterson logo atrás com essa comparação com Kobe… Mano, imagina se os dois realmente virarem o que estão projetando?

    O Utah Jazz, que tem a segunda pick, deve estar babando. E vocês, acham que Peterson aguenta essa pressão toda de ser comparado com uma lenda? A primeira rodada do Draft acontece na terça-feira, dia 23 de junho, e eu já tô ansioso pra ver onde esse moleque vai parar.

    Uma coisa é certa: se o Perkins tá certo e o Peterson realmente tem esse potencial todo, a NBA vai ganhar mais um monstro. Agora é esperar pra ver se a realidade bate com a expectativa.

  • Peterson ainda sem liberação médica: times da NBA no escuro

    Peterson ainda sem liberação médica: times da NBA no escuro

    Olha, essa situação do Darryn Peterson tá ficando meio estranha, não acham? O cara que era considerado o maior prospecto da classe de 2026 ainda não teve seus exames médicos liberados para os times da NBA. E todo mundo tá de olho nisso porque, convenhamos, foi justamente por causa das cãibras que a temporada dele em Kansas virou uma bagunça.

    A questão é que Peterson botou a culpa na creatina — disse que tomou doses muito altas. Sinceramente, eu acho meio estranho um atleta de elite não saber dosar suplemento básico, mas enfim… O importante agora é saber se tem algo mais sério por trás disso.

    AJ Dybantsa aproveitou a deixa

    E enquanto Peterson lida com essa indefinição médica, o AJ Dybantsa da BYU simplesmente passou na frente dele na maioria das análises. Faz sentido, né? Os times preferem apostar no cara que não tem essas interrogações sobre a saúde.

    Mas aqui entre nós: se Peterson conseguir provar que tá 100%, ele ainda tem o maior potencial de toda a classe. O cara tem físico (envergadura de braços absurda, +5¼ polegadas), e quando tava bem em quadra, mostrava por que era o número 1.

    Entrevistas impressionaram

    Uma coisa boa: fontes da ESPN dizem que Peterson se saiu muito bem nas entrevistas da semana passada. Composto, focado, maduro — palavras que você quer ouvir sobre um prospecto que passou por perrengue.

    O moleque respondeu as perguntas difíceis sobre a temporada estranha dele sem fugir do assunto. Isso mostra personalidade, e convenhamos, na NBA você vai enfrentar muito mais pressão que isso.

    Agora é esperar os resultados dos exames. Vocês acham que os times vão ter coragem de apostar alto nele mesmo com essas dúvidas médicas? Porque talento ele tem de sobra — a questão é se o corpo vai aguentar a intensidade da liga.