Tag: Darryn Peterson

  • AJ Dybantsa não é garantido como 1ª escolha no Draft 2026

    AJ Dybantsa não é garantido como 1ª escolha no Draft 2026

    Olha, eu sempre achei que o Draft de 2026 ia ser meio bagunçado, mas a situação tá mais confusa do que eu imaginava. AJ Dybantsa, que todo mundo colocava como certo pro número 1 dos Wizards, não é mais consenso entre as franquias da liga.

    Diferente de outros anos onde você tinha aquele prospecto que se destacava quilômetros dos demais, 2026 tá uma briga de foice. Dybantsa, Darryn Peterson, Cam Boozer e Caleb Wilson — qualquer um desses quatro pode ser argumentado como a primeira escolha. E isso deixa tudo muito mais interessante (e imprevisível).

    A temporada freshman mudou tudo

    Durante suas temporadas de freshman, Dybantsa acabou passando Peterson como a “escolha mais segura” para o topo do draft. Mas segura mesmo? Sinceramente, acho que essa palavra nem existe quando se trata de jovens de 18 anos.

    O que mais me chama atenção é como essa falta de consenso pode mexer com as trocas. Se não tem um cara óbvio pro número 1, as equipes vão ficar muito mais dispostas a negociar posições dentro desse top 4. E isso pode render umas movimentações bem interessantes na offseason.

    Utah Jazz na espreita

    A situação fica ainda mais tempestuosa com o Utah Jazz rondando. Ryan Smith, dono do Jazz, tem uma ligação forte com o programa de BYU, que é onde Dybantsa brilha. A conexão é óbvia demais pra ser ignorada.

    Os caras podem muito bem fazer uma proposta pros Wizards pra subir da 2ª posição pra primeira. Mas olha, eles também podem simplesmente ficar quietos na segunda posição e pegar either Dybantsa ou Peterson — qualquer um dos dois seria um baita negócio.

    E tem mais: Peterson encaixaria que nem luva no frontcourt atual do Utah, com Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler. Faz muito sentido do ponto de vista de fit.

    Vocês acham que Washington vai mesmo segurar a primeira escolha, ou vão acabar negociando? Porque na minha opinião, com tantas opções boas disponíveis, pode ser mais inteligente acumular assets do que apostar todas as fichas num prospecto só.

  • Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Cara, que bagunça que tá esse Draft 2026. Acabei de ver os números do Combine e sinceramente? Nunca vi nada igual. Dezoito jogadores do meu top 60 estão pensando seriamente em voltar pra faculdade. Dezoito!

    A culpa é toda desse NIL (Name, Image, Likeness) que mudou completamente as regras do jogo. Agora os caras sabem exatamente quantos milhões estão esperando eles de volta no campus — e pra muitos, essa grana supera tranquilamente o que rola nas picks do final da primeira rodada ou segunda rodada.

    Os nomes que podem dar o pé na jaca

    E olha, não são jogadores qualquer não. Estamos falando de gente como Morez Johnson (Michigan), Koa Peat (Arizona) e Meleek Thomas (Arkansas). Tem também Flory Bidunga (Louisville), Milan Momcilovic (Iowa State) e Matt Able (North Carolina).

    O prazo pra decidir é 27 de maio. Podem ser dois voltando, podem ser quinze. Ninguém sabe — e isso tá deixando os GMs malucos.

    Mas vamos ao que interessa: meu Mock Draft 6.0 baseado no que rolou em Chicago.

    Top 2: Washington e Utah definem o tom

    1. Washington Wizards – AJ Dybantsa (BYU, 2,06m, ala)
    Monstro. Simplesmente isso. O cara tem 2,06m e joga como um armador — entra no garrafão quando quer, cozinha no meio da quadra, arranca falta fácil. O presidente Michael Winger até falou em trocar a pick, mas olha… nos últimos 46 anos só três vezes alguém trocou a primeira escolha pra ficar na loteria. É muito raro mesmo.

    Em Washington ele vai ter menos pressão jogando com veteranos como Trae Young e Anthony Davis. E o futuro? Sarr já mostra que pode ser um pivô dos dois lados da quadra. Tem Kyshawn George, Tre Johnson, Will Riley, Bilal Coulibaly… mas nenhum deles tem teto de superestrela como o Dybantsa.

    2. Utah Jazz – Darryn Peterson (Kansas, 1,96m, armador)
    Desde que o Jazz conseguiu a segunda pick, todo mundo fala se eles vão tentar trocar com Washington pelo Dybantsa — que jogou no Utah Prep e depois BYU, universidade que tem ligação histórica com a franquia. Mas talvez prefiram ficar com Peterson mesmo.

    E cara, Peterson é pura elegância. Controle corporal absurdo, tamanho ideal pra posição, consegue penetrar e criar pra todo mundo. No ensino médio era um show de criatividade.

    Vocês acham que esses caras todos vão mesmo voltar pra faculdade? Porque se voltarem, vai ser uma reviravolta histórica nesse Draft. E olha que a loteria ainda tá recheada de talento até a pick 18, 19… Depois disso que vai sentir o baque.

    Enfim, ainda tem mais de uma semana pra galera decidir. Mas uma coisa é certa: esse Draft 2026 vai entrar pra história, seja pelo talento ou pela quantidade de gente que deu meia volta.

  • Jazz não deveria trocar a 2ª pick — já tem tudo na mão

    Jazz não deveria trocar a 2ª pick — já tem tudo na mão

    Olha só que situação absurda o Utah Jazz se meteu. Depois de anos apanhando e reconstruindo, os caras saltaram para a segunda posição do draft 2026. E agora tem gente falando se eles deveriam trocar por a primeira pick? Sinceramente? Acho uma burrada.

    Vamos contextualizar essa história toda. O Jazz fez uma reconstrução que parecia impossível — mantiveram Lauri Markkanen (que muita gente achava que iam trocar), pescaram Keyonte George na 16ª posição e transformaram o moleque numa estrela em ascensão. Sem contar que conseguiram Jaren Jackson Jr. numa troca esperta e ainda draftaram Ace Bailey na quinta posição no ano passado.

    Peterson vale a primeira pick mesmo?

    Darryn Peterson era consenso entre os especialistas como a primeira escolha antes da temporada começar. Mesmo depois de altos e baixos em Kansas, o Jonathan Givony ainda coloca ele no topo. Mas aí que tá — se Washington pegar AJ Dybantsa com a primeira, Peterson cai direto no colo do Jazz.

    Por que diabos eles iriam trocar Ace Bailey MAIS a segunda pick só para subir uma posição? Não faz o menor sentido. Se você tem a chance de pescar um cara com talento de primeira pick sem abrir mão de nada, você vai e pega.

    Washington quer trocar? Red flag na certa

    Aqui entre nós — se Washington tá disposto a trocar a primeira pick por a segunda do Jazz, isso já diz tudo, né? Ninguém sonharia em trocar a primeira posição se não achasse que a segunda é praticamente igual em valor.

    O Jazz construiu algo especial. Eles têm Markkanen estabelecido, George explodindo, Jackson Jr. chegando forte, Kessler crescendo no garrafão e Bailey mostrando potencial absurdo. Agora vão adicionar mais um talento de elite? Cara, esse pode ser o núcleo de um time campeão.

    Na minha visão, Utah já fez o trabalho pesado. Não precisa de firula nem de tentar ser esperto demais. Pega quem sobrar na segunda posição e segue construindo uma das melhores bases jovens da liga.

    E aí, vocês acham que o Jazz deveria mexer no que tá dando certo? Porque eu tô achando que eles já ganharam essa parada antes mesmo do draft começar.

  • Gilbert Arenas bate o martelo: quer Peterson no Draft, não Dybantsa

    Gilbert Arenas bate o martelo: quer Peterson no Draft, não Dybantsa

    Olha só que bomba que rolou! Gilbert Arenas, o lendário Agent Zero, saiu da toca pra dar sua opinião sobre quem os Washington Wizards deveriam escolher na primeira pick do Draft. E pasmem — ele não quer AJ Dybantsa, que todo mundo tá cotando como número 1.

    O cara quer Darryn Peterson.

    Agent Zero tem suas razões

    “Vamos lá Wizards! Eu aprovo! Esse é o cara! Tô observando ele há três anos. Profissional profissional. Só basquete, nada de brincadeira”, postou Arenas nas redes sociais. E vocês sabem que quando o Gilbert fala, a galera escuta né?

    Sinceramente, essa escolha me surpreendeu um pouco. Dybantsa vem sendo tratado como consenso absoluto — 25.5 pontos por jogo em BYU, aproveitamento de 51% nos arremessos. O moleque é um fenômeno de 2,06m que joga em qualquer posição do garrafão pra frente.

    Mas Peterson… cara, os números do garoto em Kansas são de outro mundo também. 20.2 pontos, 38.2% nas bolas de três em 24 jogos. E Arenas destacou exatamente o que eu acho que mais importa: a mentalidade profissional.

    Contexto que muda tudo

    Os Wizards não são mais aquele time perdido de anos atrás. Eles trouxeram Trae Young do Hawks numa troca que envolveu CJ McCollum, e ainda pescaram Anthony Davis no deadline. Quando todo mundo estiver saudável na próxima temporada, esse time pode brigar por playoffs no Leste tranquilamente.

    Com esse contexto, a escolha fica ainda mais interessante. Você pega o talento bruto maior (Dybantsa) ou vai no cara que parece mais NBA-ready desde o primeiro dia (Peterson)? E aí, o que vocês acham que faz mais sentido pros Wizards?

    Gilbert jogou oito temporadas em Washington e conhece a pressão que é vestir essa camisa. Quando ele fala que Peterson é “all hoop no play”, tá valorizando algo que todo técnico da NBA ama: jogador que não dá dor de cabeça e só quer trabalhar.

    Draft de luxo chegando

    O Draft vai ser nos dias 23 e 24 de junho no Barclays Center, e essa primeira pick dos Wizards promete ser uma das mais debatidas dos últimos anos. Duas opções sensacionais, estilos diferentes, mas ambos com potencial All-Star.

    Na minha opinião, Arenas pode ter um ponto válido aqui. Às vezes é melhor pegar o cara que vai render desde o primeiro ano do que apostar no teto mais alto mas que pode demorar pra desenvolver. Especialmente com um time que já tem peças prontas pra competir agora.

    Mas e vocês? Time Dybantsa ou time Peterson? A torcida dos Wizards deve estar dividida — e que problema bom de se ter, né?

  • Peterson não faz drama: ‘Se me quiserem de ala, eu jogo de ala’

    Peterson não faz drama: ‘Se me quiserem de ala, eu jogo de ala’

    Mano, que maturidade do Darryn Peterson! O cara tava sendo questionado se ia fazer frescura com posição na NBA, e ele mandou a real: ‘Quem me quiser, eu jogo onde precisar.’

    Rolou uma especulação de que o garoto do Kansas só toparia times que deixassem ele jogar de armador titular. Aí na Combine, os repórteres foram direto no ponto: ‘E aí, Peterson, vai riscar time da lista se te virem como ala-armador?’

    A resposta dele foi cirúrgica: ‘Não, cara. No final das contas, quem quer te escolher vai te escolher. Se chegarem e disserem que sou ala-armador, beleza — já me acostumei jogando assim no Kansas.’

    Versatilidade que impressiona

    Olha, eu curto demais essa mentalidade. Na minha visão, jogador que não se adapta não sobrevive na liga. E o Peterson claramente entendeu isso.

    Até meio-dia de quarta, ele já tinha conversado com uns 10 times — Washington Wizards, Utah Jazz, Memphis Grizzlies… A agenda tá corrida, e o moleque tá aproveitando cada oportunidade.

    O que mais me chamou atenção foi como ele se vendeu: ‘Posso me encaixar em qualquer time porque sei jogar com e sem a bola.’ Cara esperto. Essa versatilidade é ouro puro no basquete moderno.

    Kansas preparou bem o garoto

    E tem que dar créditos pro Kansas também. Jogar lá te prepara pra NBA de verdade — não é à toa que tantos caras do programa se dão bem na liga.

    Peterson entende que na NBA atual, principalmente pros calouros, é sobre se adaptar e ajudar onde o time precisar. Ninguém vai te dar as chaves do ataque de cara (bom, quase ninguém).

    Sinceramente acho que essa postura vai ajudar muito ele no Draft. Times gostam de jogador que não vem com frescura, que aceita o role e trabalha pra crescer. E vocês, acham que essa flexibilidade vai fazer diferença na escolha dele?

  • Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Cara, que Draft vai ser esse de 2026! Estamos falando de quatro caras que são simplesmente absurdos: Darryn Peterson, AJ Dybantsa, Cameron Boozer e Caleb Wilson. E o mais louco? Qualquer um deles pode ser o primeiro pick.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall em 2010. Imagina a pressão? O time fez uma temporada horrorosa (17-65), mas pode estar prestes a mudar completamente de patamar.

    A rivalidade épica que virou lenda

    Olha, eu tenho que contar essa história porque é surreal. Peterson e Dybantsa já se enfrentaram no ensino médio num jogo que entrou pra história do basquete americano. O Peterson fez 58 pontos pelo Prolific Prep e acertou a bola de 3 da vitória nos segundos finais. O Dybantsa? 49 pontos pelo Utah Prep.

    “Se você estava nesse jogo, provavelmente é uma memória central de toda sua experiência assistindo basquete”, disse o próprio Dybantsa. E ele tá certo — imaginem presenciar isso ao vivo!

    O louco é que eles se reencontraram na faculdade quando Kansas bateu BYU. Peterson fez 18, Dybantsa 17. A rivalidade continua, né?

    Cameron Boozer: DNA de campeão

    Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Bulls?), Cameron foi eleito o melhor jogador universitário do país pela AP. Os números são de monstro: 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, empatado na liderança nacional com 22 double-doubles.

    “Para mim, é sobre encontrar a situação certa”, disse Boozer. E faz sentido — o cara entende que onde você é draftado pode definir toda sua carreira. Imaginem ele no Bulls como o pai? O próprio Carlos “adoraria” ver o filho em Chicago.

    Wilson e as lesões que assombram

    Caleb Wilson tava tendo uma temporada dominante (19.8 pontos, 9.4 rebotes) quando quebrou a mão esquerda. Voltou, treinou um pouco e… quebrou o polegar direito num treino sem contato. Que azar, bicho!

    Mas ele garante que tá 100%: “Vão ter um vencedor”, disse. “Alguém dedicado à franquia, que vai mudar a cidade para melhor.” Gosto dessa confiança.

    E Peterson? O cara foi hospitalizado por câimbras no corpo todo antes da temporada e perdeu 11 jogos por várias lesões. Mas quando jogou, foi absurdo: 20.2 pontos convertendo 38.2% das bolas de 3 em apenas 24 jogos.

    Sinceramente, qualquer um desses quatro pode revolucionar uma franquia. O Wizards tem uma decisão difícil pela frente — e nós vamos acompanhar cada segundo dessa escolha. Vocês acham que o Dybantsa vai mesmo em primeiro? Eu tenho minhas dúvidas…

  • Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Galera, eu tô aqui acompanhando o Combine da NBA em Chicago e vocês não vão acreditar no que tô ouvindo pelos corredores. Sabe aquela história de que o AJ Dybantsa seria primeira escolha absoluta do Washington? Pois é, não é bem assim.

    Quando saiu o resultado da loteria no domingo, todo mundo — e eu digo TODO MUNDO — botou o Dybantsa direto pro Wizards na posição #1. Parecia mais garantido que morte e imposto. Mas conversando aqui com scouts, a coisa não tá tão amarrada quanto parecia.

    A bomba que ninguém esperava

    Um scout de outro time da loteria foi direto ao ponto quando perguntei se considerava a escolha do Dybantsa pelo Washington uma certeza: “Absolutamente não. Ficamos surpresos que a transmissão fizesse parecer algo tão óbvio”.

    Cara, isso me pegou de jeito. E olha que não é qualquer pessoa falando — é gente que tá lá dentro, que sabe das coisas.

    O próprio Dybantsa deu uma cutucada na noite da loteria, falando que tava aberto pra fazer workout com mais times (dois, pra ser exato). E aqui que a coisa fica interessante…

    Utah no coração

    O papo que mais rola aqui em Chicago é que o Dybantsa quer mesmo é ficar em Utah. Faz sentido, né? O cara já tá lá há dois anos — um no Utah Prep, outro em Provo na BYU. A família dele se mudou pra lá e gostaram do lugar.

    Agora me diz: será que a gente vai ver aquelas “pegadinhas” de workout onde o jogador simplesmente se recusa a treinar pro time que tem a primeira escolha? O próprio Wizards já fez isso recentemente com Alex Sarr e — pasmem — com Ace Bailey, que ironicamente tá justamente em Utah agora.

    Sinceramente, eu acho que se rolar alguma troca entre as posições 1 e 2, vai ter que partir do pessoal do Dybantsa. Utah provavelmente não vai ser o primeiro a ligar pro Washington oferecendo troca.

    Mas ó, até o final de terça-feira os boatos meio que esfriaram. O pessoal do Dybantsa indicou que não tão interessados nessa jogada política toda, mesmo preferindo Utah.

    E o que rola na segunda posição?

    Se o Dybantsa realmente for pro Washington, o Jazz pega quem na segunda? A maioria aqui fala do Darryn Peterson, armador do Kansas. E olha, tem uma coincidência interessante: Carlos Boozer (pai do Cameron Boozer que pode ser a terceira escolha) trabalha como scout pro Utah.

    Peterson faz todo sentido pro elenco atual do Jazz. E tem gente aqui sussurrando que alguns dentro da organização podem até considerar ele melhor jogador que o Dybantsa. Os Ainge (Danny e Austin) sempre acompanharam os principais prospects desde o colegial, então conhecem bem o jogo do Peterson antes dos problemas de disponibilidade dessa temporada.

    E aí, vocês acham que o Dybantsa vai mesmo tentar forçar uma troca pra Utah ou vai acabar no Wizards mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar.

  • Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Gente, saíram as medidas oficiais dos três primeiros do Draft da NBA no Combine e cara… confirma tudo que a gente já imaginava sobre esses monstros. AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer não decepcionaram nem um pouco.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall lá em 2010. E olha, que sorte a deles, porque esse top 3 é de dar inveja em qualquer franquia.

    Dybantsa: o ala perfeito para a NBA

    O cara do BYU veio com 2,03m descalço e 98kg. Envergadura? 2,13m. Alcance em pé? Absurdos 2,69m. Na minha opinião, essas são exatamente as medidas que você quer ver num ala moderno da NBA. Não é à toa que todo mundo fala dele como consenso para primeira pick.

    Jonathan Givony, que é referência no Draft Express, falou que são “dimensões de elite para um ala da NBA”. E tá certo, né? Com esse físico, o garoto consegue jogar de 2 até 4 sem problema nenhum.

    Peterson e Boozer: complementos perfeitos

    O armador do Kansas, Darryn Peterson, veio com 1,94m e 90kg — mas olha só a envergadura: 2,06m! Cara, isso é coisa de maluco para um armador. Com esse alcance, ele consegue roubar bola e defender alas pequenos numa boa. Givony chamou de “ferramentas físicas de elite”, e eu concordo totalmente.

    Já o Cameron Boozer, que todo mundo conhece por causa do pai (Carlos Boozer era um monstro), chegou nos 2,03m e 115kg. A surpresa boa foi o alcance de 2,74m — isso abre possibilidade dele jogar até de pivô pequeno quando necessário. Duke sempre produz jogadores prontos para a NBA, e esse não vai ser exceção.

    Sinceramente? Qualquer um desses três vai dar certo na NBA. O físico tá ali, o talento todo mundo já viu na faculdade. Agora é só escolher quem encaixa melhor em cada sistema.

    E aí, quem vocês acham que os Wizards vão escolher? Na minha visão, tanto faz — qualquer um desses três vai ajudar muito Washington a sair dessa fase ruim.

  • Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Cara, finalmente aconteceu. Depois de três anos de sofrimento puro, o Utah Jazz conseguiu subir na loteria do Draft da NBA e vai draftar em segundo lugar em 2026. Três anos, gente! Três temporadas torcendo pro próprio time perder, vendo os caras principais praticamente aposentados no banco… foi de partir o coração, mas valeu a pena.

    Agora vem a parte boa: seja AJ Dybantsa ou Darryn Peterson, o Jazz vai pegar um monstro absoluto. Washington vai escolher um dos dois em primeiro, e Utah fica com o que sobrar — que sinceramente, tanto faz qual dos dois seja.

    Os dois são craques de verdade

    Olha, eu acompanho draft há anos e raramente vi duas opções tão equilibradas no topo assim. Dybantsa do BYU tem uma ligeira vantagem nas projeções, mas Peterson também é considerado material de primeira escolha. Os dois têm potencial All-NBA, podem disputar MVP no futuro… enfim, são jogadores de franquia mesmo.

    É aquela situação rara onde draftar em segundo é quase tão bom quanto draftar em primeiro. Você tem toda a emoção de pegar uma estrela, mas sem a pressão de “escolher o cara certo”. Washington escolhe um, Utah relaxa e pega o outro. Simples assim.

    Mas aí que começaram os rumores…

    Ryan Smith, não faça besteira!

    Jake Fischer soltou uma bomba: Michael Winger, presidente dos Wizards, disse que não descarta trocar a primeira escolha. O cara falou que não é um “momento salvador” pra Washington, que já tem Trae Young e Anthony Davis, e que se tiver 2-3 jogadores que eles gostam igualmente, podem negociar a pick.

    E claro, em questão de minutos já estavam especulando que o Jazz — que é fã declarado do Dybantsa — pode tentar subir pro primeiro lugar. Ryan Smith ainda jogou lenha na fogueira no programa do Pat McAfee, falando que “seria irresponsável se tudo não estivesse na mesa”.

    Gente, eu vou falar uma vez só: NÃO FAÇAM ISSO!

    Por que seria uma burrada

    Cara, vou ser bem direto: vocês não podem errar com nenhum dos dois. Peterson encaixa perfeitamente ao lado do Keyonte George — 1,98m, mentalidade de pontuador nato, joga duro pra caramba. O cara é um demônio em quadra e seria perfeito no Jazz.

    E o Dybantsa? Meu amigo, o cara é um fenômeno também. Qualquer um dos dois vai resolver os problemas de Utah pros próximos 10-15 anos.

    Então por que diabos vocês iriam trocar assets preciosos pra subir uma posição? Vocês já estão garantidos com uma das duas estrelas! É como trocar um Fusca e mais uma grana pra comprar uma Ferrari vermelha em vez de aceitar uma Ferrari azul de graça.

    E aí, pessoal do Jazz, vocês acham que vale a pena arriscar? Ou vão fazer a coisa sensata e ficar quietinhos na segunda posição esperando o presente cair no colo? Eu sei o que eu faria…

  • Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Galera, o Draft Lottery já passou e — vamos ser honestos — eu queria que tivesse sido diferente pra alguns times. Mas fazer o quê, né? Agora é hora de especular quem vai onde nesse Draft que promete ser insano.

    Vou compartilhar aqui minha visão de como os primeiros picks vão rolar, porque sinceramente? Esse Draft tem cara de ser histórico.

    Washington pega o queridinho geral

    Com a primeira escolha, Washington vai de AJ Dybantsa. Olha, pode ter argumento pra outros caras irem em primeiro, mas o Dybantsa é o que tem menos pontos de interrogação. O moleque de BYU é simplesmente completo.

    E faz todo sentido pros Wizards. O Bilal Coulibaly não evoluiu no ataque como esperavam, então o Dybantsa pode pegar a vaga de titular na ala desde o primeiro dia. Com Trae Young e Anthony Davis chegando também, Washington tá montando algo interessante ali.

    Imagina quando o Tre Johnson e o Alex Sarr também estiverem prontos? Os Wizards podem finalmente ganhar 50 jogos depois de mais de 50 anos. Isso se não for zikar falando, né?

    Utah pega o artilheiro

    No segundo pick, Utah vai de Darryn Peterson. Cara, esse moleque é pura habilidade ofensiva — um bucket ambulante mesmo. O único problema foi as cãimbras que ele teve em Kansas, mas descobriram que era por causa de creatina em excesso. Bizarro, mas pelo menos já resolveram.

    Peterson com Keyonte George no backcourt? Meu Deus, vai ser um show de pontuação. Só espero que o físico aguente agora.

    Memphis aposta no poste moderno

    Memphis tá numa situação complicada — trocaram o Jaren Jackson Jr., vão trocar o Ja Morant… precisam urgente de uma estrela. Por isso vão de Cam Boozer na terceira posição.

    O garoto foi Player of the Year na faculdade com 22/10/4 de média. Absurdo. E olhando o que o Jokic fez com a liga, é difícil não ver o Boozer tendo sucesso também. Não tô dizendo que vai ser MVP três vezes, mas All-Star? Com certeza.

    E vocês, o que acham?

    Chicago provavelmente vai de Caleb Wilson — um cara com upside defensivo monstro, meio Kevin Garnett style. Já os Clippers podem pegar Mikel Brown Jr. pra ajudar na defesa, já que Kawhi Leonard tá com um pé na porta.

    Esse Draft tá com uma cara diferente, galera. Que jogador vocês acham que vai surpreender mais? E quem vai ser o maior steal da primeira rodada?