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  • Ayton pode reescrever sua história nos Lakers: ‘Muda nosso teto’

    Ayton pode reescrever sua história nos Lakers: ‘Muda nosso teto’

    Cara, essa pode ser a chance que o Deandre Ayton estava esperando pra mostrar que não é só mais um pivô perdido na liga. Depois de rolar por Phoenix e Portland como uma batata quente, o gigante chegou nos Lakers com uma última oportunidade de ouro — e olha, eu sinceramente acho que ele tá começando a sacar o recado.

    JJ Redick não tá brincando quando diz que “ele é a pessoa que mais muda nosso teto”. É isso aí mesmo. Com Anthony Davis machucado boa parte da temporada, Ayton virou peça-chave nos playoffs, e contra o Thunder na segunda rodada, a parada ficou séria.

    O monstro acordou nos playoffs

    Vamos ser justos: Ayton foi essencial pra passar do Houston na primeira rodada. 11.8 pontos e 10.8 rebotes em 31 minutos por jogo — números até modestos, mas a consistência que ele mostrou foi absurda. Principalmente no Jogo 5, quando os Lakers perderam mas ele meteu 18 pontos e 17 rebotes. No Jogo 6, que fechou a série, catou 16 rebotes. O cara tava voando na quadra.

    Mas aí chega o Thunder com Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein — dois caras que vivem bloqueando tudo que é arremesso no garrafão. No Jogo 1, Ayton até começou bem (10 pontos, 12 rebotes), mas na segunda metade simplesmente sumiu de quadra. Quatro faltas no terceiro quarto e praticamente inexistente no último período.

    As velhas manias voltaram?

    Olha, eu não vou mentir — sempre fico com um pé atrás com o Ayton. O cara tem talento de sobra, foi primeira escolha geral do draft por algum motivo, né? Mas essas oscilações de esforço que perseguem ele desde Phoenix me deixam maluco.

    Lembro quando ele falou no vestiário em fevereiro: “Eu não sou nenhum Clint Capela”. Cara, que desnecessário. Capela pode não ter o talento ofensivo dele, mas pelo menos joga com consistência todo santo jogo. Ayton às vezes parece que tá jogando videogame — quando tá inspirado, é imparável. Quando não tá, você nem lembra que ele existe em quadra.

    Vocês acham que ele consegue manter o foco pra essa série toda? Porque contra o Thunder, meio termo não vai rolar. Holmgren fez 24 pontos e 12 rebotes no Jogo 1, e o Oklahoma meteu 48 pontos no garrafão. Isso é inaceitável pra um cara do tamanho e da qualidade do Ayton.

    A última chance de redenção

    A real é que essa sequência de 16-2 dos Lakers na reta final da temporada mostrou o que acontece quando o Ayton compra a ideia. Ele parou de querer ser estrela e aceitou ser a estrela do seu papel. Faz toda a diferença.

    Mas agora vem o teste de fogo. O Thunder não é o Houston. Holmgren e Hartenstein não vão facilitar nada pra ele no garrafão. Precisa ser físico, disciplinado, e principalmente — precisa jogar os 48 minutos com a mesma intensidade.

    Se ele conseguir, os Lakers viram outro time. Se ele oscilar como sempre fez… bom, aí pode ser tchau pra temporada e talvez tchau pra última chance dele se consolidar como um pivô de elite na NBA. Sem pressão, né Ayton?

  • Ayton pode ser a chave pro Lakers surpreender o Thunder nos playoffs

    Ayton pode ser a chave pro Lakers surpreender o Thunder nos playoffs

    Cara, eu tô vendo muito otimismo em Los Angeles com o Deandre Ayton ultimamente. E olha, depois de ver o que ele fez contra o Houston na primeira rodada, até que dá pra entender o hype.

    O JJ Redick não tá brincando quando fala que o Ayton “muda completamente nosso teto” – traduzindo: é o cara que pode levar os Lakers além do que todo mundo espera. E sinceramente? Acho que ele tem razão.

    Os números não mentem

    Olha só o que o gigante de 2,13m fez contra os Rockets: duplo-duplo em três jogos, média de 11,8 pontos e 10,8 rebotes (terceiro melhor nos playoffs inteiros). Não é absurdo, mas pra quem tava sendo questionado o tempo todo, mostrou serviço.

    “Tudo tem estado sólido, só ficando no meu papel e fazendo mais dentro dele”, disse o Ayton. E essa mentalidade me chama atenção – o cara tá entendendo que nos playoffs todo mundo precisa subir um nível.

    O duelo dos gigantes

    Agora vem o teste de fogo mesmo. Do outro lado da quadra vai ter o Chet Holmgren (2,16m) e o Isaiah Hartenstein (2,13m). O Holmgren tá fazendo 17,3 pontos, 8,5 rebotes e 2,0 tocos por jogo nesses playoffs – números de monstro.

    Mas aqui entre nós: o Ayton tem a experiência que falta pro Chet. Lembram das Finais de 2021 com o Phoenix? O cara já jogou no maior palco que existe. Isso não se compra em loja.

    “Jogar maior… ser implacável no rebote, proteger o aro o máximo possível”, falou o Ayton sobre o plano de jogo. E faz sentido – o Thunder vive de atacar o garrafão. Se eles conseguirem 50+ pontos na área pintada como costumam fazer, era uma vez Lakers.

    A química com o Smart

    Uma parada que me chamou atenção foi a amizade que rolou entre o Ayton e o Marcus Smart. Os caras sentam lado a lado no vestiário e o Smart virou tipo um irmão mais velho, sempre cobrando, sempre incentivando.

    “Não sou irmão mais velho dele, mas sou alguém que ele respeita”, disse o Smart. E olha, essa liderança faz diferença. Quantas vezes não vimos jogadores talentosos que só precisavam de alguém pra acreditar neles?

    Vocês acham que o Ayton consegue dar conta do recado contra essa defesa monstruosa do Thunder? Porque se ele conseguir repetir os números de Houston (ou melhorar), os Lakers podem mesmo dar trabalho pro atual campeão.

    O jogo 1 é amanhã à noite em Oklahoma City, e eu tô curioso pra ver se todo esse papo vai virar realidade na quadra. Porque uma coisa é certa: se o Ayton não aparecer, pode esquecer qualquer chance de zebra.

  • Ayton virou o ‘grandão’ e massacrou Houston nos rebotes

    Ayton virou o ‘grandão’ e massacrou Houston nos rebotes

    Cara, o Deandre Ayton simplesmente resolveu virar o monstro que sempre soubemos que ele podia ser. E olha, foi na hora certa — literalmente eliminou os Rockets na base da pancadaria e dos rebotes.

    Os Lakers avançaram pros playoffs vencendo por 98-78 no Jogo 6, e sinceramente? O Ayton foi o grande diferencial. Enquanto todo mundo ficava olhando pro LeBron e pro AD, o pivô estava lá fazendo o trabalho sujo que decide jogo.

    A mentalidade do “grandão da quadra”

    Depois do jogo, o Ayton explicou qual foi a chave: “Você tem que ter algum tipo de sinal de pare onde basta é basta. Tem que igualar a fisicalidade de um jeito que seja contagioso pros seus companheiros também”.

    E aí vem a parte que eu achei sensacional: “Eu tentei jogar como eu sou, o cara maior da quadra, e simplesmente ir lá e pegar todos os malditos rebotes. Chegou num ponto que eu nem sabia que estava acertando os caras só de fazer o bloqueio”.

    Mano, isso é mentalidade de verdade. O cara assumiu que é o maior ali e partiu pro pau.

    Os números não mentem

    Tá, o Ayton fez só 7 pontos no Jogo 6. Mas sabe quantos rebotes? DEZESSEIS. Pra vocês terem noção, Alperen Sengun e Jabari Smith Jr. JUNTOS pegaram 23 rebotes. O Ayton sozinho pegou 16.

    No Jogo 5 (que eles perderam), tinha sido ainda melhor: 17 rebotes. Nenhum jogador dos Rockets chegou aos dois dígitos nos rebounds naquele jogo. Absurdo.

    Durante toda a série, o cara teve média de 10.8 rebotes — bem acima dos 8.0 da temporada regular. Quando importa, aparece.

    Agora vem o Thunder

    E vocês acham que vai ser fácil contra o Chet Holmgren? Eu tô curioso pra ver esse duelo. O Thunder tem um dos melhores ataques da liga, mas o Ayton mostrou que quando resolve impor fisicalidade, fica difícil pros adversários.

    Na minha visão, esse Ayton “modo grandão” pode ser a chave pros Lakers irem longe nestes playoffs. O cara tem 2,11m e pesava mais de 110kg — quando resolve usar isso a favor, vira problema sério.

    Vocês acham que ele consegue manter essa intensidade contra OKC? Porque se conseguir, essa série vai ser bem mais disputada do que muita gente imagina.

  • Ayton expulso por cotovelada violenta em Sengun nos playoffs

    Ayton expulso por cotovelada violenta em Sengun nos playoffs

    Cara, que situação bizarra aconteceu ontem à noite em Houston. O Deandre Ayton dos Lakers simplesmente perdeu a cabeça e acertou uma cotovelada desnecessária no Alperen Sengun durante o Jogo 4 contra os Rockets. Resultado? Expulsão direta com falta flagrante 2.

    Olha, eu tava assistindo e quando vi o replay pensei: “Mano, que que tá passando na cabeça desse cara?”. A jogada aconteceu no terceiro quarto, com uns 5 minutos e meio restando. O Sengun tava com a bola, indo pro garrafão, e o Ayton simplesmente meteu o cotovelo e antebraço na cara do turco. Violento mesmo.

    Falta flagrante 2 na veia

    Os árbitros não tiveram nem o que pensar depois de rever o lance. O juiz ainda foi direto ao microfone e disse que o contato foi “desnecessário e excessivo”. Traduzindo: cotovelada suja mesmo, sem necessidade alguma.

    E o timing não poderia ser pior pro Lakers. Eles já tavam levando uma surra de 76-57 quando isso aconteceu — imagina perder seu pivô titular numa situação dessas? Ayton tava até bem no jogo, liderando o time com 19 pontos e 10 rebotes antes de ser expulso.

    Lakers dominam a série mesmo com confusão

    O mais louco é que os Lakers lideram a série por 3-0. Praticamente já tão classificados, né? Então por que diabos o Ayton foi fazer uma jogada dessas? Sinceramente não faz sentido nenhum. Você tá a um jogo de avançar nos playoffs e vai fazer besteira desse tipo?

    Eu fico pensando se isso não vai gerar uma suspensão adicional pra ele. A NBA não brinca com violência desnecessária nos playoffs, ainda mais uma cotovelada na cara. E aí, vocês acham que ele perde mais jogos ou só fica na expulsão mesmo?

    Uma coisa é certa: o Sengun não mereceu levar essa. O garoto dos Rockets tá fazendo uma temporada monstro e ainda tem que aguentar porrada gratuita. Enfim, espero que esteja tudo bem com ele e que o Ayton aprenda a controlar os nervos daqui pra frente.

  • Capela rebate provocação de Ayton: ‘Fiquei surpreso’

    Capela rebate provocação de Ayton: ‘Fiquei surpreso’

    Cara, essa história é muito boa. Lembram quando o Deandre Ayton soltou aquela provocação há uns dois meses falando “Eles querem me transformar no Clint Capela. Eu não sou o Capela”? Pois é, agora os dois estão cara a cara nos playoffs, Lakers contra Rockets, e o suíço finalmente respondeu.

    “Fiquei surpreso”, disse Capela para o The California Post. “Não sei por que estou na cabeça de alguém. Nem falo com o cara.”

    Olha, eu entendo a frustração do Ayton, mas mexer com o Capela foi meio desnecessário, não acham? O cara construiu uma carreira sólida sendo exatamente o que é: um trabalhador incansável no garrafão.

    A resposta nas redes foi cirúrgica

    Quando o comentário do Ayton viralizou, Capela respondeu no Instagram de forma inteligente, lembrando que o pivô dos Lakers joga ao lado do Luka Doncic e LeBron James: “Você tem dois dos melhores armadores do jogo, mano. Se concentra nisso.”

    E não é que ele tem razão? Capela, escolhido em 25º no draft de 2014, fez carreira sendo um especialista. Rebote, bloqueio, proteção do aro — o cara nunca tentou ser superstar, mas foi peça fundamental em dois times que chegaram às finais da Conferência Oeste (2015 e 2018).

    Durante seu auge, chegou a liderar a liga com 14.3 rebotes por jogo na temporada 2020-21. Nada mal para alguém que “não presta”, né Ayton?

    Dois caminhos, duas realidades

    A diferença entre os dois é gritante. Capela sempre soube seu papel e executou com perfeição. Já o Ayton… cara, o potencial é absurdo, mas a consistência ainda é um problema.

    Primeira escolha do draft de 2018 — selecionado na frente do próprio Luka e do Shai Gilgeous-Alexander, imaginem só — Ayton deveria ser uma estrela. Às vezes ele mostra isso (DominAyton, como chamam), outras vezes parece um poste de 2,13m ocupando espaço.

    Na primeira partida da série, pelo menos, Ayton respondeu: 19 pontos em 8 de 10 arremessos, 11 rebotes. Enquanto isso, Capela ficou com apenas 2 pontos e 2 rebotes em 11 minutos — mas convenhamos, os Rockets estavam sem o Kevin Durant por lesão.

    “Ninguém pode substituir o KD”, admitiu Capela. “Fizemos o que pudemos com o que tínhamos.”

    Sinceramente? Acho que essa provocação pode ter acordado os dois. Capela quer provar que continua sendo útil mesmo aos 31 anos, e Ayton precisa mostrar que merece mais respeito. Com Doncic e Austin Reaves machucados, é a chance perfeita do pivô dos Lakers brilhar.

    Vocês acham que o Ayton vai manter esse nível durante toda a série? Porque se conseguir, essa discussão sobre quem é melhor vai ficar bem mais interessante…

  • Smart e Ayton voltam aos playoffs: ‘Pronto pra dar cambalhotas’

    Smart e Ayton voltam aos playoffs: ‘Pronto pra dar cambalhotas’

    Cara, quando o Deandre Ayton falou que tava pronto pra dar cambalhotas de tanta empolgação, eu já sabia que o cara tava SENTINDO mesmo. E olha, eu entendo completamente.

    Três anos. Três anos longe dos playoffs. Pra quem acompanha NBA como eu, sabe que isso é uma eternidade no basquete. O último jogo do Ayton na pós-temporada foi em maio de 2023, quando o Suns caiu pro Denver — que depois levou o anel. 14 pontos e 9 rebotes numa derrota doída. Aí veio a troca pro Portland, duas temporadas frustrantes, e agora… Lakers.

    A volta dos veteranos experientes

    E não é só o Ayton que tá voltando, né. Marcus Smart também ficou dois anos vendo playoff de casa — depois daquela campanha histórica com o Celtics em 2023. Mano, o Smart jogou 108 jogos de playoff só pelos Celtics! Cinco finais de conferência, uma final da NBA em 2022. Esse cara respira basquete de abril e maio.

    ‘Significa tudo pra mim’, foi o que ele disse. E sinceramente, dá pra sentir na voz do cara que ele tava com saudade mesmo.

    Engraçado pensar que o Smart começou a carreira indo pros playoffs todos os anos — nove temporadas seguidas. Aí foi pro Memphis, depois Washington, e nada de playoffs. Deve ter sido frustrante pra caramba.

    Lakers com sede de vingança

    Agora os dois estão em LA, e o time fechou a temporada regular com 53 vitórias. Quarto lugar no Oeste, pegando o Houston na primeira rodada. O Ayton jogou 72 jogos — recorde na carreira dele — e converteu absurdos 67,1% dos arremessos. O Smart foi provavelmente o melhor defensor do time.

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Ayton lembrando de quando enfrentou os Lakers pelos Suns em 2021. Ganhou em seis jogos, mas agora tá do outro lado. ‘Este lugar pode ficar bem barulhento’, ele disse. Imagino mesmo — Crypto.com Arena em playoff deve ser uma loucura.

    Vocês acham que essa dupla veterana pode fazer a diferença pros Lakers? Porque, convenhamos, experiência em playoff não se compra em lugar nenhum. E depois de tanto tempo longe, esses caras devem tá com uma fome absurda de provar que ainda podem jogar no mais alto nível.

    O JJ Redick como técnico também é interessante — primeiro ano dele, mas o cara entende de basquete. E com Smart e Ayton trazendo essa bagagem toda… pode dar certo, hein.