Tag: defesa

  • D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    Olha só que papo interessante rolou: Dwyane Wade foi perguntado sobre quem foram os defensores mais difíceis que ele enfrentou na carreira, e a lista dele é de arrepiar qualquer atacante.

    O Flash montou seu Mount Rushmore dos marcadores mais cascudos: Ron Artest, Kirk Hinrich, Tony Allen e Avery Bradley. E sinceramente? Faz todo sentido essa seleção.

    A lista dos ‘pit bulls’ da NBA

    Ron Artest (que depois virou Metta World Peace) todo mundo já conhece a fama — o cara era simplesmente implacável na defesa. Lembro dele grudando nos melhores pontuadores da liga como se fosse vida ou morte.

    Kirk Hinrich pode até ter passado meio despercebido para quem não acompanhava de perto, mas quem jogou contra ele sabe o sufoco que era. O cara tinha uma intensidade absurda e nunca desistia de uma jogada.

    Tony Allen? Mano, esse aí foi apelidado de “Grindfather” não foi à toa. Primeiro Team All-Defense várias vezes, especialista em fazer a vida dos armadores e alas virar um inferno. E Avery Bradley fechando a lista — outro que fazia questão de grudar no adversário do primeiro ao último segundo.

    Wade sabia o que era sofrer na defesa

    Pra quem marcou mais de 23 mil pontos na carreira (média de 22 por jogo), Wade definitivamente sabia reconhecer quando estava sendo bem marcado. O cara passou por todos os tipos de defesa possíveis em 16 temporadas na NBA.

    Engraçado pensar que mesmo sendo um dos maiores pontuadores da história da posição, Wade sempre respeitou o trabalho dos defensores. Essa humildade de reconhecer quando o adversário fez um baita trabalho é algo que sempre admirei nele.

    E vocês, acham que essa lista está completa ou tem algum nome que ficou de fora? Eu lembro do Kobe sempre falando bem da marcação do Shane Battier também…

    No final das contas, foi justamente passando por esses “testes de fogo” que Wade se tornou o jogador Hall da Fama que conhecemos. Três títulos da NBA, rosto da franquia do Heat por mais de uma década, e agora imortalizado para sempre no basquete.

  • Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Cara, se você só olhar as estatísticas do Josh Hart no jogo 4, não vai entender nada. Os números não saltam aos olhos, mas o cara foi simplesmente FUNDAMENTAL para os Knicks empatarem a série contra os Hawks em 2-2.

    Olha, eu acompanho essa série desde o começo e posso falar: os Knicks finalmente acordaram na defesa. E quem estava no meio de tudo? O Hart. O técnico Mike Brown não economizou elogios depois da vitória por 114-98 em Atlanta.

    Canivete suíço na defesa

    “Josh estava realmente bom na marcação individual”, disse Brown. “Ele tem pés rápidos, é forte e quando se concentra, se concentra mesmo.” E cara, isso ficou mais do que claro no jogo.

    Os Hawks fizeram apenas 41% dos arremessos de quadra e uns ridículos 24,4% nas bolas de três. Nineteen turnovers que os Knicks converteram em 21 pontos. É ou não é defesa?

    O mais impressionante é como eles usaram o Hart. O cara marcou tanto o Jalen Johnson quanto o CJ McCollum durante o jogo – e foi efetivo nos dois. Sinceramente, achei genial essa estratégia de rodar ele pela quadra conforme a necessidade.

    Efeito dominó na defesa

    Sabe o que mais me chamou atenção? Como a intensidade defensiva do Hart contagiou o time inteiro. O OG Anunoby explicou perfeitamente: “Isso facilita, porque me dá mais tempo para rodar em direção ao aro e decidir se o armador vai parar o dribble ou partir pro garrafão”.

    E vocês viram como os Hawks gostam de correr? Pois é, no jogo 4 eles fizeram apenas SETE pontos de contra-ataque. Sete! A maioria ainda veio no lixo do final do jogo.

    O Hart mesmo admitiu que não estava acertando os arremessos: “Não tenho feito cestas. Então preciso encontrar uma forma de ser impactante”. Mission accomplished, my friend.

    Olha, se os Knicks querem ter alguma chance nessa série (e olha que eu tô torcendo), precisam que o Hart mantenha esse nível defensivo. Porque quando ele pressiona a bola assim, o time todo fica mais confiante. O Jalen Brunson resumiu bem: “Ele faz o que pedem dele 9,5 vezes em 10”.

    Agora é ver se conseguem manter essa consistência defensiva. Porque até aqui, essa foi de longe a melhor atuação defensiva dos Knicks nos playoffs. E o Hart foi o cara que fez tudo acontecer.

  • Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Cara, o Josh Hart foi direto ao ponto depois da vitória dos Knicks sobre os Hawks por 114-98 no sábado. Sem papas na língua, o cara admitiu que o time estava com “senso de urgência” — e olha, quando um jogador fala isso abertamente, você sabe que a coisa estava feia mesmo.

    “Havia um senso de urgência ali, perdendo por 2-1. Entregamos dois jogos que deveríamos ter vencido”, disse Hart para os repórteres. E sinceramente? Ele tem razão total. Os Knicks tinham tudo para estar na frente nessa série, mas se complicaram sozinhos.

    Hart comandou a reação defensiva

    O que mais me impressionou foi como o Hart liderou pelo exemplo na defesa. O cara estava em todo lugar no State Farm Arena — roubou duas bolas, forçou 10 turnovers logo no início, e deixou o técnico dos Hawks, Quin Snyder, achando que ele estava marcando o time inteiro ao mesmo tempo.

    Mike Brown, técnico dos Knicks, não economizou nos elogios: “Quando ele se concentra, ele se concentra. Sua atividade defensiva, especialmente na pressão na bola, foi fabulosa esta noite”.

    E vocês viram aquelas jogadas? O Hart roubando a bola e convertendo do outro lado da quadra. É esse tipo de energia que faz a diferença nos playoffs.

    Agora é manter a pressão no jogo 5

    Mas o Hart foi esperto — ele sabe que ganhar um jogo não resolve nada. “Tivemos esse senso de urgência desde o começo e agora temos que estar prontos para ter esse senso de urgência desde o começo no jogo 5”, falou.

    E é isso mesmo. Voltar para o Madison Square Garden com a série empatada em 2-2 é uma coisa, mas manter essa mesma intensidade é outra completamente diferente. Os Knicks não podem relaxar agora.

    Hart marcou 10 pontos e ficou a apenas um rebote do double-double, mas o que realmente importou foi sua liderança nos dois lados da quadra. Foi um dos cinco jogadores dos Knicks a marcar dois dígitos — quando o time todo contribui assim, fica difícil parar.

    Agora é ver se os Knicks conseguem levar essa mesma sede de vitória para casa. O que vocês acham? Eles conseguem fechar a série no MSG ou vão deixar escapar de novo?

  • Lakers sufocam os Rockets e abrem 2-0 nos playoffs

    Lakers sufocam os Rockets e abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, o que os Lakers estão fazendo com os Rockets é de dar pena. E olha que eu não esperava isso não — achei que com o Kevin Durant voltando pro jogo 2, a coisa ia ficar mais complicada pros caras de Los Angeles.

    Mas não. Os Lakers simplesmente decidiram que ia ser defesa, defesa e mais defesa. E está funcionando absurdamente bem.

    Durant falou, mas não acertou tudo

    Lembra que há um mês o KD disse que aquela versão da defesa dos Lakers que ele enfrentou na temporada regular era o melhor que eles tinham? Pois é, o cara errou feio. Porque nos playoffs eles subiram ainda mais o nível.

    Os números não mentem: os Rockets estão arremessando apenas 39% dos chutos do campo e 29% das bolas de 3. Isso é pior que os Nets, que tiveram o PIOR ataque da liga na temporada regular. É muita humilhação, gente.

    Durant voltou no jogo 2 depois de perder o primeiro por causa de uma contusão no joelho, e até que jogou bem — 23 pontos com 7/12 nos arremessos. Mas aqui está o detalhe: o cara cometeu 9 turnovers! Nove! E no segundo tempo praticamente sumiu, fazendo apenas 3 pontos.

    A estratégia que está matando Houston

    O que mais me impressiona é como o JJ Redick (técnico dos Lakers) está variando as marcações. Hora faz switch, hora manda dupla marcação no Durant, hora deixa a cobertura tradicional. E está funcionando porque eles estão forçando a bola a sair das mãos do KD.

    A aposta é simples: vamos deixar os outros caras de Houston tentarem resolver. E adivinha? Os “outros caras” não estão conseguindo. Sem o Durant, o resto do time dos Rockets chutou 37,7% no jogo 2. Patético.

    O Alperen Sengun, que é All-Star e deveria ser o segundo cara mais perigoso deles, simplesmente travou. Quando marcado pelo trio Ayton-Hayes-Hachimura, o turco acertou apenas 2 de 12 arremessos. Contra outros marcadores? 6 de 8. A diferença é gritante.

    Marcus Smart resumiu bem: “A palavra para nós é ‘elevar’, e é isso que estamos tentando fazer, elevar nosso jogo nos dois lados da quadra.” E olha, está dando certo.

    Sinceramente? Eu não via os Lakers como um time defensivo no início da temporada. Mas nos playoffs eles viraram uma muralha. E agora têm a chance de praticamente matar a série jogando em Houston. Quem diria, né?

  • Wemby faz história: é o primeiro a ganhar DPOY por unanimidade

    Wemby faz história: é o primeiro a ganhar DPOY por unanimidade

    Mano, eu sabia que o Victor Wembanyama era monstro na defesa, mas isso aqui passou de todos os limites. O francês de 2,24m acaba de se tornar o primeiro jogador da história da NBA a ganhar o prêmio de Melhor Defensor do Ano de forma UNÂNIME. Todos os votantes. Literalmente todos.

    E olha só que loucura: aos 22 anos, ele também virou o mais jovem da história a levar o troféu pra casa. Sinceramente, quando você pensa que já viu de tudo no basquete, aparece um cara desses pra quebrar todos os paradigmas.

    A temporada que quase não aconteceu

    O mais impressionante é que Wemby estava voando pra ganhar esse prêmio na temporada passada também, mas aí veio aquele problema sério de trombose venosa profunda em fevereiro que derrubou ele pro resto da temporada. Imagina a frustração do moleque? Mas ele voltou ainda mais forte.

    Liderando a liga em tocos pelo terceiro ano seguido — 3.1 por jogo, 197 no total — o cara simplesmente transformou a defesa do San Antonio Spurs numa muralha. Os números não mentem: com ele em quadra, o time sofre apenas 103.6 pontos por 100 posses. Sem ele? Sobe pra 113.7. É um impacto absurdo.

    Uma votação histórica

    Chet Holmgren ficou em segundo (e merecia estar ali mesmo, o Thunder tem a melhor defesa da liga), seguido por Ausar Thompson. Rudy Gobert e Scottie Barnes completaram o top-5. Cara, ver Draymond Green ainda recebendo votos aos 35 anos me deixa emocionado — veterano que não desiste nunca.

    Wemby se junta a uma galeria ilustre dos Spurs: Alvin Robertson, David Robinson e Kawhi Leonard (que ganhou duas vezes). E é bizarro pensar que Tim Duncan, com toda aquela excelência defensiva, nunca ganhou esse prêmio. Às vezes o timing não ajuda mesmo.

    E tem mais: o francês ainda está no top-3 pra MVP da temporada. Se rolar, vai ser um negócio histórico mesmo. Vocês acham que ele consegue levar os dois? Eu, particularmente, acho que seria justo demais.

  • Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Cara, o Erik Spoelstra tava PISTOLA depois do que aconteceu ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o cara.

    O Miami Heat tomou uma surra histórica do Cleveland Cavaliers — 149 a 128. Sim, você leu certo: 149 pontos. Isso é o RECORDE de pontos que o Heat permitiu em toda a história da franquia. Absurdo total.

    A defesa que sumiu do mapa

    O mais revoltante pra Spoelstra (e pra qualquer um que torce pro Heat) é que essa mesma defesa estava entre as TOP-4 da liga há apenas duas semanas. Duas semanas! Agora estão em 9º lugar e tomando vareio de todo mundo.

    “É extremamente decepcionante”, disparou o técnico na coletiva. “Os caras colocaram sangue, suor e lágrimas pra desenvolver uma defesa top-4 há duas semanas. E quando mais precisamos dela é quando ela desaparece. Isso é inaceitável nesse momento.”

    Mano, eu fico pensando: como um time que tinha uma identidade defensiva tão sólida consegue desmoronar assim? Os Cavs fizeram QUARENTA pontos em dois quartos seguidos no primeiro tempo. Quarenta!

    Cinco meses de trabalho pelo ralo

    O que mais me chamou atenção foi a frustração real do Spoelstra. O cara deixou bem claro que não tá inventando moda — eles tinham cinco meses de bons hábitos defensivos.

    “Não é como se estivéssemos tentando fabricar algo do nada”, continuou ele. “Temos cinco meses de ótimos hábitos defensivos, colocamos muito trabalho pra desenvolver esses hábitos, e você desenvolve orgulho na sua defesa.”

    E aí vem a parte que mais dói: “Seria uma coisa se tivéssemos a 20ª defesa da liga por meses. Mas literalmente há duas semanas, ou menos, tínhamos a 4ª melhor defesa.”

    Sinceramente, dá pra sentir a dor do técnico. Imagina trabalhar o ano todo pra construir algo e ver tudo desmoronar bem na reta final da temporada?

    O Heat tem uma chance de se redimir domingo contra o Indiana Pacers. Vocês acham que eles conseguem voltar ao nível defensivo que conhecemos, ou essa queda é definitiva? Porque se continuar assim, nem playoffs eles pegam.

  • Pistons atropela Wolves com defesa absurda: 109 a 87

    Pistons atropela Wolves com defesa absurda: 109 a 87

    Mano, o que foi esse massacre defensivo do Detroit ontem? Os Pistons simplesmente destruíram os Timberwolves por 109 a 87, e olha que o ataque deles não tava nada inspirado. Mas quando a defesa resolve aparecer desse jeito, não tem conversa.

    Foi a SEXTA vez na temporada que Detroit segurou o adversário abaixo dos 90 pontos. Sexta! Nenhum outro time na liga conseguiu isso tantas vezes. E os coitados dos Wolves? Apenas 31% de aproveitamento nos arremessos. Trinta e um por cento, cara. Isso é quase desumano.

    Todo mundo machucado, mas a pancadaria continuou

    O negócio tava feio pros dois lados em questão de elenco. Detroit sem Cade Cunningham e Isaiah Stewart. Minnesota sem Anthony Edwards, Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu. Basicamente os caras principais de cada time assistindo de casa.

    Daniss Jenkins, que vinha numa sequência boa substituindo o Cade, simplesmente sumiu do mapa. Até os cinco minutos finais (quando o jogo já tava decidido), o cara tava 2/12 nos arremessos. Dois de doze! E ainda por cima com três assistências e três turnovers. No garbage time conseguiu melhorar os números, mas foi só maquiagem mesmo.

    Jalen Duren também teve dificuldades contra o paredão que é o Rudy Gobert – apenas 10 pontos e 13 rebotes, tentando só sete arremessos. O Gobert tava fazendo sua vida um inferno no garrafão.

    Os coadjuvantes viraram protagonistas

    Aqui que a coisa ficou interessante. Detroit teve SETE caras em dois dígitos de pontuação, com Tobias Harris liderando com 18. Ron Holland acertou duas bolas de três (cada arremesso dele de longa distância é uma benção, vamos combinar) e ainda jogou uma defesa monstruosa.

    Kevin Huerter tá me lembrando muito do Dennis Schröder do ano passado – um cara que você confia de olhos fechados pra tomar a decisão certa. Fez 11 pontos e várias jogadas inteligentes cortando pro cesto e organizando as jogadas.

    Do lado dos Wolves, só Donte DiVincenzo conseguiu fazer alguma coisa. O cara fez 22 pontos e acertou cinco bolas de três, mas olha só: Julius Randle, Naz Reid, Bones Hyland e Mike Conley JUNTOS fizeram 8/38 nos arremessos. Vinte e um por cento de aproveitamento. É de chorar.

    Defesa que dá orgulho

    Ausar Thompson e Ron Holland foram simplesmente implacáveis na marcação. Thompson conseguiu quatro roubos de bola, Holland dois. Mas foi trabalho de equipe mesmo – a defesa dos Pistons tá num nível que dá até arrepio.

    O mais louco? Detroit cometeu 19 turnovers (aquela especialidade deles de entregar a bola de graça), mas Minnesota só conseguiu transformar essas 19 posses extras em… sete pontos. SETE! Isso mostra como a defesa de Detroit tava sufocante.

    Sinceramente, acho que essa é a cara do Detroit quando todo mundo voltar de lesão. Se eles conseguirem manter esse nível defensivo com Cade e Stewart de volta, podem incomodar muito na conferência leste. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse padrão defensivo elite?

  • Cavs entregam mais uma na defesa e levam vareio do Heat

    Cavs entregam mais uma na defesa e levam vareio do Heat

    Cara, eu não aguento mais ver isso. Os Cavaliers foram simplesmente atropelados pelo Heat ontem, perdendo por 120-103, e adivinha qual foi o problema? A defesa. De novo.

    Olha, eu tentei ser otimista com esse time depois das últimas partidas, mas sinceramente está difícil. Kenny Atkinson já tinha chamado atenção do grupo depois de tomar 131 pontos do Orlando Magic, e os caras simplesmente ignoraram. É como se estivessem jogando com os olhos fechados na marcação.

    O buraco é mais embaixo

    E não é só preguiça não, viu? Claro que esforço conta, mas tem algo estruturalmente quebrado nessa defesa dos Cavs. Eles ficaram sem Dean Wade (tornozelo), Jarrett Allen (joelho), Jaylon Tyson (dedão do pé) e Max Strus (gestão de carga) – ou seja, sem peças importantes no esquema defensivo.

    O que mais me incomoda é essa proteção exagerada do garrafão. Os caras do Heat nem precisavam forçar a penetração pra conseguir arremessos abertos de 3. Foi só jogar a bola pro lado e tchau. Resultado? Heat acertando 7 de 16 do perímetro só no primeiro quarto (43,9%). Absurdo.

    No segundo quarto ficou pior ainda. 35 pontos do Miami acertando metade das tentativas de 3 (6-12). Enquanto isso, o ataque dos Cavs – que vinha salvando a pátria – simplesmente sumiu. Apenas 19 pontos no primeiro período e 3-15 de longe no primeiro tempo. Déficit de 17 no intervalo.

    A reação que quase foi

    No terceiro quarto, finalmente acordaram. Donovan Mitchell fez 13 pontos no período, o time acertou 7 de 11 do perímetro (63,6%) e conseguiram 37 pontos. Chegaram a virar o placar no começo do último quarto!

    Mas aí vem a parte frustrante: quando mais precisavam, o ataque travou. Mitchell – que estava comandando a reação – foi expulso faltando pouco mais de 3 minutos. O time fez apenas 5-19 nos arremessos e 2-11 de 3 no quarto final.

    Enquanto os Cavs pipocavam, o Heat fez 37 pontos no último período acertando 14 de 18 arremessos (77,8%). Foi passeio. Eles acabaram com uma sequência de 5 derrotas sem nem suar muito.

    Números individuais

    Mitchell liderou Cleveland com 28 pontos (12-22 nos arremessos), mas as 6 faltas pesaram. James Harden teve uma noite irregular: 18 pontos, mas 5 turnovers e apenas 3-9 do perímetro. Sam Merrill e Keon Ellis ajudaram com 18 e 17 pontos respectivamente.

    Evan Mobley? Praticamente sumiu no ataque. Só 8 pontos em 3-8 arremessos. Para um cara do tamanho dele, isso é pouco demais.

    Do lado do Heat, oito caras terminaram em dois dígitos. Norman Powell com 19, Tyler Herro com 18, e Bam Adebayo fazendo um double-double de 17 pontos e 10 rebotes.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar no jogo de sexta, novamente contra o Heat? Porque do jeito que a defesa está, vai ser difícil…

  • Wemby mete a real: ‘Defesa é 50% do jogo e isso é subestimado’

    Wemby mete a real: ‘Defesa é 50% do jogo e isso é subestimado’

    Gente, o Wembanyama simplesmente meteu o louco e saiu falando umas verdades sobre o prêmio de MVP que me deixaram aqui pensando. O cara tem razão demais, não vou mentir.

    A corrida pelo MVP tá insana esse ano — praticamente empatada entre Jokic, Shai Gilgeous-Alexander, Luka Dončić e nosso alienígena favorito dos Spurs. Sinceramente, nunca vi uma disputa tão acirrada assim. E o Wemby, que muita gente considera o ‘azarão’ (que loucura falar isso de um monstro desses), resolveu dar as cartas na mesa.

    Os três argumentos que fazem sentido total

    Quando perguntaram pro francês quais eram seus três argumentos pra levar o troféu, o cara mandou umas que eu fiquei: nossa, é isso mesmo.

    Primeiro argumento: “Defesa é 50% do jogo, e isso é subestimado na corrida pelo MVP. Eu acredito que sou o jogador mais impactante defensivamente da liga.” Cara, essa doeu. O Wemby tem razão — a galera só olha pro lado ofensivo e esquece que o basquete tem dois lados da quadra.

    Segundo: “Nós quase varremos o Thunder na temporada. Dominamos eles três vezes com o time titular e quatro vezes com os reservas.” Olha só que argumento esperto. O Thunder do Shai tá voando, mas quando enfrenta San Antonio… bem, não voa tanto assim.

    Terceiro: “Impacto ofensivo não são só pontos.” Pronto, falou tudo. Quantas vezes o Wemby não facilita a vida dos companheiros só por estar ali no garrafão? O cara muda o jogo inteiro só de existir.

    E se rolar mesmo?

    Vocês acham que o Wemby tem chances reais? Porque olha, se ele levar esse MVP aos 22 anos, vai quebrar o recorde do Derrick Rose como mais jovem da história. E convenhamos, os Spurs voltaram pros playoffs depois de seis anos no deserto — não é pouca coisa não.

    O francês ainda soltou uma que me marcou: “Meu objetivo é garantir que não haja mais debate no final da temporada.” Que confiança, meu amigo. Que confiança.

    Na minha opinião? O cara tem argumentos sólidos demais. Principalmente essa história da defesa ser subestimada — é uma verdade que dói. Quantas vezes já vimos caras ganharem MVP só pelos números ofensivos, ignorando completamente o impacto do outro lado da quadra?

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que o alien dos Spurs consegue convencer os eleitores? Ou a magia do Jokic e os números do Shai são fortes demais pra derrubar?

  • Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Olha, tem histórias que a gente ama acompanhar na NBA, e a do Bez Mbeng no Utah Jazz é uma delas. O cara acabou de ganhar seu segundo contrato de 10 dias com a franquia — e sinceramente? Tô torcendo demais pra essa história dar certo.

    Mbeng tem sido uma surpresa boa pro Jazz. Defesa sólida, energia pra dar e vender, e aquela vontade de quem sabe que cada minuto em quadra pode ser decisivo na carreira. É exatamente o tipo de jogador que você quer ver se dando bem na liga.

    Defesa em primeiro lugar

    O que mais impressiona no garoto é a mentalidade defensiva. Num time que tá claramente em reconstrução como o Jazz, ter um cara que chega já pensando em parar o adversário é ouro. E a energia dele contagia — dá pra ver que os caras curtem jogar com ele.

    Na minha visão, esse segundo contrato de 10 dias não é só protocolo. O Utah tá claramente interessado em manter o Mbeng por perto. Não me surpreenderia nada se ele aparecesse na Summer League e até no training camp da próxima temporada.

    O sonho pode virar realidade

    A parada mais legal dessa história toda é ver um cara realizando o sonho de jogar na NBA e fazendo por merecer ficar. Se ele continuar evoluindo dessa forma, um contrato de two-way na próxima temporada não tá fora de cogitação.

    E aí, vocês acham que o Mbeng consegue se estabelecer de vez no Utah? Eu tô apostando que sim. Às vezes é isso que falta pro basquete — histórias de garra pura que te fazem lembrar por que a gente ama esse esporte.

    O moleque tá jogando como se a vida dependesse disso (e talvez dependa mesmo). Se não é isso que vocês querem ver na NBA, eu não sei mais o que é.