Tag: defesa

  • Isaac no mercado? Suns precisa correr atrás desse monstro defensivo

    Isaac no mercado? Suns precisa correr atrás desse monstro defensivo

    Olha, eu sei que todo mundo fica empolgado quando aparece um nome disponível no mercado — e geralmente eu sou mais cauteloso com essas coisas. Mas se o Jonathan Isaac realmente virar free agent, cara, os Suns precisam pelo menos dar uma ligada pro empresário dele.

    O Orlando Magic tá pensando seriamente em dispensar o pivô de 28 anos, segundo algumas fontes. E sinceramente? Seria uma oportunidade absurda pro Phoenix não deixar passar.

    Por que Isaac faz sentido pros Suns?

    Vamos ser realistas: Isaac não é mais aquele prospecto que foi draftado em 6º lugar em 2017. Mas o cara ainda tem 2,08m de altura e aquela defesa que pode mudar jogos quando tá no ritmo. Lembram quando ele e o Jalen Suggs saíam do banco juntos em Orlando? O Magic ficava praticamente impenetrável na defesa.

    Na temporada passada ele jogou apenas 10 minutos por jogo em 52 partidas — números bem modestos, admito. Mas às vezes é isso mesmo que você precisa: um cara experiente que pode entrar nos momentos certos e fazer a diferença com sua presença no garrafão.

    A grande questão com Isaac sempre foi a consistência. Tanto fisicamente quanto no ataque — o cara arremessa 31,6% de três na carreira, então esqueça o spacing. Mas vocês acham que isso importa quando você precisa de alguém que pode defender jogadores grandes e ainda pegar uns rebotes?

    O preço seria justo

    Aqui tá o pulo do gato: Phoenix não precisaria quebrar o banco. Com a taxpayer mid-level exception, eles poderiam oferecer uns $6 milhões por até dois anos. Claro, isso provavelmente significa que teriam que se desfazer de outro contrato pra ficar abaixo da luxury tax, mas olha… vale a pena explorar.

    Isaac tem aquele perfil físico e defensivo que combinou perfeitamente com a identidade que os Suns construíram na temporada passada. Cara que joga com intensidade, não tem medo do contato e pode incomodar muito no lado defensivo.

    Eu não vejo ele como titular — seríamos loucos de pensar isso. Mas como uma opção de rotação pro ala-pivô? Alguém que pode entrar em momentos específicos e dar aquela segurada na defesa? Faz todo sentido.

    E aí, vocês concordam que seria uma boa pros Suns? Ou acham que seria mais um jogador inconsistente ocupando espaço no elenco?

  • Chet Holmgren no All-NBA! O gigante magro tá voando mesmo

    Chet Holmgren no All-NBA! O gigante magro tá voando mesmo

    Gente, que temporada absurda do Chet Holmgren! O cara conseguiu uma vaga no All-NBA Third Team e, olha, por muito pouco não ficou de fora — foi literalmente o 15º colocado na votação com 87 votos. Mas conseguiu, e isso já diz muito sobre como esse garoto evoluiu.

    Sinceramente, eu lembro quando galera questionava se aquele corpo franzino de 2,16m ia aguentar a pancadaria da NBA. Hoje? O monstro tá aí no All-Star Game, All-Defensive First Team e agora All-NBA. É muita coisa pra um cara que ainda tá começando a carreira.

    Os números não mentem

    E os números do Chet na temporada foram de outro mundo mesmo. 17.1 pontos por jogo com 55.7% de aproveitamento nos arremessos de quadra — isso é eficiência pura. O maluco ainda acerta 36.2% das tentativas de três pontos. Pra um pivô daquele tamanho, é simplesmente surreal.

    Mas onde ele realmente brilha é na defesa. 8.9 rebotes por jogo (11º lugar na liga) e 1.9 tocos por partida (empatado em 2º lugar). O defensive rating de 104.1 mostra que quando ele tá em quadra, o time sofre bem menos. É esse tipo de impacto que separa os bons dos especiais.

    Thunder voando rumo ao bi

    E tem mais: o Thunder tá brigando pelo segundo título consecutivo contra o Spurs nas finais da Conferência Oeste, empatado em 2-2. Se conseguir esse bi, Holmgren vira apenas o quarto jogador de Gonzaga a conquistar um anel na NBA — companhia seleta ao lado de Adam Morrison, Ronny Turiaf e Austin Daye.

    Olha, eu não sei vocês, mas tô impressionado com a rapidez que esse garoto se estabeleceu como uma das forças defensivas da liga. Aquela habilidade de proteger o aro combinada com a capacidade de abrir a quadra no ataque… é raro ver um jogador tão completo assim logo de cara.

    Será que ele consegue levar Oklahoma City pro bi? Com essa defesa monstro e o ataque cada vez mais refinado, eu apostaria que sim. E vocês, acham que o Chet já tá entre os melhores pivôs da NBA?

  • Wemby é UNANIMIDADE no All-Defensive First Team da NBA

    Wemby é UNANIMIDADE no All-Defensive First Team da NBA

    Mano, o que esse francês está fazendo não é normal. Victor Wembanyama acabou de ser escolhido UNANIMEMENTE para o All-Defensive First Team da NBA na temporada 2025-26, e cara… quando eu digo unânime, é UNÂNIME mesmo. Todos os 100 votantes colocaram ele no time. Isso é coisa de monstro!

    O Gigante que Mudou a Defesa da NBA

    Sinceramente, eu já esperava que o Wemby fosse escolhido, mas essa unanimidade me surpreendeu positivamente. O cara liderou a liga inteira com 197 tocos (mais de 3 por jogo!), teve 66 roubadas de bola e terminou em segundo lugar no defensive rating com 110.4. Mas o mais absurdo mesmo é esse negócio do “nope” que eles inventaram pra descrever o que ele faz — literalmente os caras chegam perto da área, veem o Wemby ali e desistem do arremesso. É psicológico já!

    Essa é a segunda vez que ele ganha o prêmio (primeira foi no rookie year em 2024). Na temporada passada ele perdeu por pouco — teria feito fácil se não fosse aquele problema de trombose que cortou a temporada dele.

    Spurs com Duas Promessas na Defesa

    E olha que o San Antonio quase teve dois jogadores no time defensivo. Stephon Castle ficou a apenas dois pontos de entrar no segundo time! O garoto teve defensive rating de 112.6 e os Spurs tomaram 4.7 pontos a menos por 100 posses quando ele tava em quadra. Numbers de respeito.

    Vocês sabiam que se o Castle conseguir entrar junto com o Wemby numa próxima temporada, eles seriam a primeira dupla dos Spurs desde 2016-17 (Kawhi Leonard e Danny Green)? E pra fazer os dois no primeiro time, a última vez foi Tim Duncan e Bruce Bowen em 2007-08. Ou seja, estamos falando de companhia ilustre aqui.

    Um Time Defensivo de Qualidade

    O primeiro time ficou completamente maluco: Wemby, Chet Holmgren (que dupla de torres seria essa, hein?), Ausar Thompson, Rudy Gobert (esse cara não cansa de aparecer nesses times) e Derrick White — que inclusive já passou pelos Spurs.

    No segundo time temos Bam Adebayo, Cason Wallace, OG Anunoby, Scottie Barnes e Dyson Daniels. Lista boa também.

    O que mais me impressiona no Wemby é como ele conseguiu fazer esse impacto defensivo sendo tão novo. Com 22 anos, o cara já está redefinindo o que significa ser um defensor de elite na NBA. E o melhor de tudo? Ele ainda tá só começando. Imaginem quando ele pegar mais experiência e físico…

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível por mais alguns anos? Porque se conseguir, podemos estar vendo o início de uma era defensiva histórica em San Antonio.

  • Wemby massacra na defesa e lidera All-Defensive Team da NBA

    Wemby massacra na defesa e lidera All-Defensive Team da NBA

    Mano, quando eu falo que o Victor Wembanyama é um alienígena, não é exagero não. O cara simplesmente DOMINOU as votações do All-Defensive Team da temporada 2024-25 — recebeu 100 votos para o primeiro time. Cem! Todos os votantes olharam pra aquele garoto de 2,24m e falaram: “É ele mesmo”.

    E olha, não é pra menos. Wemby virou uma muralha andante nos Spurs, bloqueando tudo que é tipo de arremesso e fazendo os caras pensarem duas vezes antes de entrar no garrafão. Junto com ele no First Team All-Defensive, temos Chet Holmgren (que teve 93 votos — quase unânime também), Ausar Thompson, o eterno Rudy Gobert e Derrick White.

    Thunder com dois no primeiro time

    Cara, que dupla defensiva absurda o OKC tem, hein? Holmgren e Cason Wallace (que ficou no segundo time) estão fazendo um trabalho monstro lá em Oklahoma. O Chet tá provando que não é só hype — o garoto defende de verdade e ainda por cima tem aquele alcance ridículo.

    Ausar Thompson no primeiro time também me deixou empolgado. O menino do Detroit tá fazendo um trampo silencioso mas muito eficiente. E o Gobert? Bom, o cara é máquina de bloquear — algumas coisas nunca mudam na NBA.

    Segundo time cheio de qualidade

    No segundo time, temos Scottie Barnes, que sinceramente eu acho que podia estar no primeiro (mas tudo bem, a concorrência tá insana). Bam Adebayo continua sendo aquela rocha no Heat, OG Anunoby levou sua defesa sólida pros Knicks, e Dyson Daniels — cara, esse garoto do Hawks tá me surpreendendo cada vez mais.

    O mais louco é que Stephon Castle e Amen Thompson ficaram só dois pontos atrás do Daniels pra conseguir uma vaga no segundo time. A defesa da liga tá num nível estratosférico mesmo.

    Vocês concordam com essas escolhas? Eu to achando que finalmente a NBA tá valorizando defesa de novo, e isso é lindo de se ver. Wemby no topo já era esperado, mas ver tantos jovens nessa lista me dá esperança pro futuro da liga.

  • OG Anunoby no 2º Time All-Defense: Reconhecimento merecido!

    OG Anunoby no 2º Time All-Defense: Reconhecimento merecido!

    Finalmente! OG Anunoby conseguiu o reconhecimento que merecia e foi selecionado para o Second Team All-Defense da NBA na temporada 2025-26. E olha, na minha opinião, esse cara merecia até mais.

    O ala dos Knicks ficou em 9º lugar na votação geral, somando 67 pontos (11 votos de primeiro time, 45 de segundo). Bateu Dyson Daniels do Hawks (50 pontos) e se juntou a nomes pesados como Scottie Barnes dos Raptors (130 pontos), Cason Wallace do Thunder (94) e Bam Adebayo do Heat (71) no segundo time.

    Wemby dominou, mas OG mostrou seu valor

    No primeiro time, obviamente Victor Wembanyama dos Spurs levou tudo — 200 pontos e DPOY unânime. Cara é um monstro mesmo. Junto com ele vieram Chet Holmgren (Thunder), Ausar Thompson (Pistons), Rudy Gobert (Wolves) e Derrick White (Celtics).

    Mas vamos falar do nosso OG. Essa é a segunda vez na carreira que ele entra em um All-Defensive Team — a primeira foi em 2022-23, quando ainda estava nos Raptors. Sinceramente, ele deveria ter mais reconhecimentos desses.

    Os números dele não gritam: 1.6 roubos de bola e 0.7 tocos por jogo. Mas quem acompanha NBA de verdade sabe que defesa vai muito além de estatística básica. O cara teve 3.2 Defensive Win Share (DWS) — a melhor marca desde 2021-22, quando fez 3.7.

    Mike Brown falou tudo

    O técnico dos Knicks, Mike Brown, não poupou palavras em abril quando defendeu seu jogador: “É besteira, e posso dizer isso com cara limpa porque ele é um grande defensor e faz muitas coisas que as pessoas não veem”.

    Brown ainda completou dizendo que OG merecia o primeiro time por causa da versatilidade absurda que ele tem. E eu concordo! O cara marca do 1 ao 4, às vezes até ajuda no 5 em situações específicas.

    Essa temporada foi realmente especial para Anunoby em Nova York. Nove anos de carreira e ele continua evoluindo na defesa. Vocês acham que ele consegue chegar no primeiro time ano que vem? Eu acho que se os Knicks fizerem uma boa campanha nos playoffs, o reconhecimento vem naturalmente.

    Por enquanto, é comemorar mesmo. OG Anunoby no All-Defensive Team é mais do que merecido!

  • Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Cara, chegou a hora da verdade pros Knicks. A defesa no perímetro deles, que foi uma montanha-russa durante a temporada, vai encarar o teste mais difícil até agora — com uma vaga nas finais em jogo.

    E olha só o tamanho do problema: tanto os Cavaliers quanto os Pistons (que decidem tudo no jogo 7 domingo em Detroit) têm guardas que são pesadelo puro pra qualquer defesa.

    Se for os Pistons, Cade é o bicho

    Sinceramente? Cade Cunningham é daqueles caras que você não consegue parar, só diminuir o estrago. O tamanho e a força dele são absurdos pra um armador — não é à toa que virou uma estrela. Tudo que os Pistons fazem no ataque passa por ele.

    Por outro lado, se os Cavs passarem, aí complica de outro jeito. Donovan Mitchell E James Harden? Dois monstros no perímetro. É tipo enfrentar duas cobras venenosas ao mesmo tempo.

    “É gigante”, falou Miles McBride. “Obviamente, cada fase fica mais difícil. Oponentes diferentes, desafios diferentes, então ter uma defesa sólida no perímetro é super importante.”

    A reviravolta defensiva que mudou tudo

    Aqui ó, uma coisa que muita gente não prestou atenção: os Knicks mudaram completamente o esquema defensivo no meio da temporada. Na primeira metade do ano, eles forçavam os armadores pro meio da quadra — e tava dando errado.

    Os caras estavam sendo quebrados toda hora, resultando em arremessos livres pro adversário. Aí mudaram pra um esquema mais tradicional: força o cara pra lateral e linha de fundo, não deixa entrar no garrafão.

    E funcionou pra caramba!

    Nas primeiras rodadas, Josh Hart virou o pesadelo do CJ McCollum depois que botaram ele na marcação. Mikal Bridges — junto com McBride às vezes — anulou Tyrese Maxey contra os 76ers. Foi um show à parte.

    “Temos que garantir que no ponto de ataque haja pressão na bola com um pouco de fisicalidade, mas sem cometer falta”, explicou o técnico Mike Brown. E cara, essa é a chave — ser duro sem mandar o cara pra linha de lance livre.

    Na minha opinião, se for enfrentar os Cavaliers, fica mais fácil de planejar. Bridges e Hart podem pegar Mitchell e Harden. Mas Cunningham e os Pistons? Aí complica. O tamanho do Cade incomoda o Bridges, que se vira melhor contra guardas menores e mais rápidos.

    Ano passado, quem marcava o Cunningham era o OG Anunoby. Será que vão repetir a fórmula?

    Uma coisa é certa: essa defesa dos Knicks tá numa sequência de sete vitórias consecutivas, com goleadas históricas. E aí, vocês acham que eles conseguem manter esse nível contra esses monstros aí?

  • D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    Olha só que papo interessante rolou: Dwyane Wade foi perguntado sobre quem foram os defensores mais difíceis que ele enfrentou na carreira, e a lista dele é de arrepiar qualquer atacante.

    O Flash montou seu Mount Rushmore dos marcadores mais cascudos: Ron Artest, Kirk Hinrich, Tony Allen e Avery Bradley. E sinceramente? Faz todo sentido essa seleção.

    A lista dos ‘pit bulls’ da NBA

    Ron Artest (que depois virou Metta World Peace) todo mundo já conhece a fama — o cara era simplesmente implacável na defesa. Lembro dele grudando nos melhores pontuadores da liga como se fosse vida ou morte.

    Kirk Hinrich pode até ter passado meio despercebido para quem não acompanhava de perto, mas quem jogou contra ele sabe o sufoco que era. O cara tinha uma intensidade absurda e nunca desistia de uma jogada.

    Tony Allen? Mano, esse aí foi apelidado de “Grindfather” não foi à toa. Primeiro Team All-Defense várias vezes, especialista em fazer a vida dos armadores e alas virar um inferno. E Avery Bradley fechando a lista — outro que fazia questão de grudar no adversário do primeiro ao último segundo.

    Wade sabia o que era sofrer na defesa

    Pra quem marcou mais de 23 mil pontos na carreira (média de 22 por jogo), Wade definitivamente sabia reconhecer quando estava sendo bem marcado. O cara passou por todos os tipos de defesa possíveis em 16 temporadas na NBA.

    Engraçado pensar que mesmo sendo um dos maiores pontuadores da história da posição, Wade sempre respeitou o trabalho dos defensores. Essa humildade de reconhecer quando o adversário fez um baita trabalho é algo que sempre admirei nele.

    E vocês, acham que essa lista está completa ou tem algum nome que ficou de fora? Eu lembro do Kobe sempre falando bem da marcação do Shane Battier também…

    No final das contas, foi justamente passando por esses “testes de fogo” que Wade se tornou o jogador Hall da Fama que conhecemos. Três títulos da NBA, rosto da franquia do Heat por mais de uma década, e agora imortalizado para sempre no basquete.

  • Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Cara, se você só olhar as estatísticas do Josh Hart no jogo 4, não vai entender nada. Os números não saltam aos olhos, mas o cara foi simplesmente FUNDAMENTAL para os Knicks empatarem a série contra os Hawks em 2-2.

    Olha, eu acompanho essa série desde o começo e posso falar: os Knicks finalmente acordaram na defesa. E quem estava no meio de tudo? O Hart. O técnico Mike Brown não economizou elogios depois da vitória por 114-98 em Atlanta.

    Canivete suíço na defesa

    “Josh estava realmente bom na marcação individual”, disse Brown. “Ele tem pés rápidos, é forte e quando se concentra, se concentra mesmo.” E cara, isso ficou mais do que claro no jogo.

    Os Hawks fizeram apenas 41% dos arremessos de quadra e uns ridículos 24,4% nas bolas de três. Nineteen turnovers que os Knicks converteram em 21 pontos. É ou não é defesa?

    O mais impressionante é como eles usaram o Hart. O cara marcou tanto o Jalen Johnson quanto o CJ McCollum durante o jogo – e foi efetivo nos dois. Sinceramente, achei genial essa estratégia de rodar ele pela quadra conforme a necessidade.

    Efeito dominó na defesa

    Sabe o que mais me chamou atenção? Como a intensidade defensiva do Hart contagiou o time inteiro. O OG Anunoby explicou perfeitamente: “Isso facilita, porque me dá mais tempo para rodar em direção ao aro e decidir se o armador vai parar o dribble ou partir pro garrafão”.

    E vocês viram como os Hawks gostam de correr? Pois é, no jogo 4 eles fizeram apenas SETE pontos de contra-ataque. Sete! A maioria ainda veio no lixo do final do jogo.

    O Hart mesmo admitiu que não estava acertando os arremessos: “Não tenho feito cestas. Então preciso encontrar uma forma de ser impactante”. Mission accomplished, my friend.

    Olha, se os Knicks querem ter alguma chance nessa série (e olha que eu tô torcendo), precisam que o Hart mantenha esse nível defensivo. Porque quando ele pressiona a bola assim, o time todo fica mais confiante. O Jalen Brunson resumiu bem: “Ele faz o que pedem dele 9,5 vezes em 10”.

    Agora é ver se conseguem manter essa consistência defensiva. Porque até aqui, essa foi de longe a melhor atuação defensiva dos Knicks nos playoffs. E o Hart foi o cara que fez tudo acontecer.

  • Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Cara, o Josh Hart foi direto ao ponto depois da vitória dos Knicks sobre os Hawks por 114-98 no sábado. Sem papas na língua, o cara admitiu que o time estava com “senso de urgência” — e olha, quando um jogador fala isso abertamente, você sabe que a coisa estava feia mesmo.

    “Havia um senso de urgência ali, perdendo por 2-1. Entregamos dois jogos que deveríamos ter vencido”, disse Hart para os repórteres. E sinceramente? Ele tem razão total. Os Knicks tinham tudo para estar na frente nessa série, mas se complicaram sozinhos.

    Hart comandou a reação defensiva

    O que mais me impressionou foi como o Hart liderou pelo exemplo na defesa. O cara estava em todo lugar no State Farm Arena — roubou duas bolas, forçou 10 turnovers logo no início, e deixou o técnico dos Hawks, Quin Snyder, achando que ele estava marcando o time inteiro ao mesmo tempo.

    Mike Brown, técnico dos Knicks, não economizou nos elogios: “Quando ele se concentra, ele se concentra. Sua atividade defensiva, especialmente na pressão na bola, foi fabulosa esta noite”.

    E vocês viram aquelas jogadas? O Hart roubando a bola e convertendo do outro lado da quadra. É esse tipo de energia que faz a diferença nos playoffs.

    Agora é manter a pressão no jogo 5

    Mas o Hart foi esperto — ele sabe que ganhar um jogo não resolve nada. “Tivemos esse senso de urgência desde o começo e agora temos que estar prontos para ter esse senso de urgência desde o começo no jogo 5”, falou.

    E é isso mesmo. Voltar para o Madison Square Garden com a série empatada em 2-2 é uma coisa, mas manter essa mesma intensidade é outra completamente diferente. Os Knicks não podem relaxar agora.

    Hart marcou 10 pontos e ficou a apenas um rebote do double-double, mas o que realmente importou foi sua liderança nos dois lados da quadra. Foi um dos cinco jogadores dos Knicks a marcar dois dígitos — quando o time todo contribui assim, fica difícil parar.

    Agora é ver se os Knicks conseguem levar essa mesma sede de vitória para casa. O que vocês acham? Eles conseguem fechar a série no MSG ou vão deixar escapar de novo?

  • Lakers sufocam os Rockets e abrem 2-0 nos playoffs

    Lakers sufocam os Rockets e abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, o que os Lakers estão fazendo com os Rockets é de dar pena. E olha que eu não esperava isso não — achei que com o Kevin Durant voltando pro jogo 2, a coisa ia ficar mais complicada pros caras de Los Angeles.

    Mas não. Os Lakers simplesmente decidiram que ia ser defesa, defesa e mais defesa. E está funcionando absurdamente bem.

    Durant falou, mas não acertou tudo

    Lembra que há um mês o KD disse que aquela versão da defesa dos Lakers que ele enfrentou na temporada regular era o melhor que eles tinham? Pois é, o cara errou feio. Porque nos playoffs eles subiram ainda mais o nível.

    Os números não mentem: os Rockets estão arremessando apenas 39% dos chutos do campo e 29% das bolas de 3. Isso é pior que os Nets, que tiveram o PIOR ataque da liga na temporada regular. É muita humilhação, gente.

    Durant voltou no jogo 2 depois de perder o primeiro por causa de uma contusão no joelho, e até que jogou bem — 23 pontos com 7/12 nos arremessos. Mas aqui está o detalhe: o cara cometeu 9 turnovers! Nove! E no segundo tempo praticamente sumiu, fazendo apenas 3 pontos.

    A estratégia que está matando Houston

    O que mais me impressiona é como o JJ Redick (técnico dos Lakers) está variando as marcações. Hora faz switch, hora manda dupla marcação no Durant, hora deixa a cobertura tradicional. E está funcionando porque eles estão forçando a bola a sair das mãos do KD.

    A aposta é simples: vamos deixar os outros caras de Houston tentarem resolver. E adivinha? Os “outros caras” não estão conseguindo. Sem o Durant, o resto do time dos Rockets chutou 37,7% no jogo 2. Patético.

    O Alperen Sengun, que é All-Star e deveria ser o segundo cara mais perigoso deles, simplesmente travou. Quando marcado pelo trio Ayton-Hayes-Hachimura, o turco acertou apenas 2 de 12 arremessos. Contra outros marcadores? 6 de 8. A diferença é gritante.

    Marcus Smart resumiu bem: “A palavra para nós é ‘elevar’, e é isso que estamos tentando fazer, elevar nosso jogo nos dois lados da quadra.” E olha, está dando certo.

    Sinceramente? Eu não via os Lakers como um time defensivo no início da temporada. Mas nos playoffs eles viraram uma muralha. E agora têm a chance de praticamente matar a série jogando em Houston. Quem diria, né?