Tag: defesa

  • Wemby faz história: é o primeiro a ganhar DPOY por unanimidade

    Wemby faz história: é o primeiro a ganhar DPOY por unanimidade

    Mano, eu sabia que o Victor Wembanyama era monstro na defesa, mas isso aqui passou de todos os limites. O francês de 2,24m acaba de se tornar o primeiro jogador da história da NBA a ganhar o prêmio de Melhor Defensor do Ano de forma UNÂNIME. Todos os votantes. Literalmente todos.

    E olha só que loucura: aos 22 anos, ele também virou o mais jovem da história a levar o troféu pra casa. Sinceramente, quando você pensa que já viu de tudo no basquete, aparece um cara desses pra quebrar todos os paradigmas.

    A temporada que quase não aconteceu

    O mais impressionante é que Wemby estava voando pra ganhar esse prêmio na temporada passada também, mas aí veio aquele problema sério de trombose venosa profunda em fevereiro que derrubou ele pro resto da temporada. Imagina a frustração do moleque? Mas ele voltou ainda mais forte.

    Liderando a liga em tocos pelo terceiro ano seguido — 3.1 por jogo, 197 no total — o cara simplesmente transformou a defesa do San Antonio Spurs numa muralha. Os números não mentem: com ele em quadra, o time sofre apenas 103.6 pontos por 100 posses. Sem ele? Sobe pra 113.7. É um impacto absurdo.

    Uma votação histórica

    Chet Holmgren ficou em segundo (e merecia estar ali mesmo, o Thunder tem a melhor defesa da liga), seguido por Ausar Thompson. Rudy Gobert e Scottie Barnes completaram o top-5. Cara, ver Draymond Green ainda recebendo votos aos 35 anos me deixa emocionado — veterano que não desiste nunca.

    Wemby se junta a uma galeria ilustre dos Spurs: Alvin Robertson, David Robinson e Kawhi Leonard (que ganhou duas vezes). E é bizarro pensar que Tim Duncan, com toda aquela excelência defensiva, nunca ganhou esse prêmio. Às vezes o timing não ajuda mesmo.

    E tem mais: o francês ainda está no top-3 pra MVP da temporada. Se rolar, vai ser um negócio histórico mesmo. Vocês acham que ele consegue levar os dois? Eu, particularmente, acho que seria justo demais.

  • Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Spoelstra explode após Heat permitir 149 pontos: ‘Inaceitável’

    Cara, o Erik Spoelstra tava PISTOLA depois do que aconteceu ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o cara.

    O Miami Heat tomou uma surra histórica do Cleveland Cavaliers — 149 a 128. Sim, você leu certo: 149 pontos. Isso é o RECORDE de pontos que o Heat permitiu em toda a história da franquia. Absurdo total.

    A defesa que sumiu do mapa

    O mais revoltante pra Spoelstra (e pra qualquer um que torce pro Heat) é que essa mesma defesa estava entre as TOP-4 da liga há apenas duas semanas. Duas semanas! Agora estão em 9º lugar e tomando vareio de todo mundo.

    “É extremamente decepcionante”, disparou o técnico na coletiva. “Os caras colocaram sangue, suor e lágrimas pra desenvolver uma defesa top-4 há duas semanas. E quando mais precisamos dela é quando ela desaparece. Isso é inaceitável nesse momento.”

    Mano, eu fico pensando: como um time que tinha uma identidade defensiva tão sólida consegue desmoronar assim? Os Cavs fizeram QUARENTA pontos em dois quartos seguidos no primeiro tempo. Quarenta!

    Cinco meses de trabalho pelo ralo

    O que mais me chamou atenção foi a frustração real do Spoelstra. O cara deixou bem claro que não tá inventando moda — eles tinham cinco meses de bons hábitos defensivos.

    “Não é como se estivéssemos tentando fabricar algo do nada”, continuou ele. “Temos cinco meses de ótimos hábitos defensivos, colocamos muito trabalho pra desenvolver esses hábitos, e você desenvolve orgulho na sua defesa.”

    E aí vem a parte que mais dói: “Seria uma coisa se tivéssemos a 20ª defesa da liga por meses. Mas literalmente há duas semanas, ou menos, tínhamos a 4ª melhor defesa.”

    Sinceramente, dá pra sentir a dor do técnico. Imagina trabalhar o ano todo pra construir algo e ver tudo desmoronar bem na reta final da temporada?

    O Heat tem uma chance de se redimir domingo contra o Indiana Pacers. Vocês acham que eles conseguem voltar ao nível defensivo que conhecemos, ou essa queda é definitiva? Porque se continuar assim, nem playoffs eles pegam.

  • Pistons atropela Wolves com defesa absurda: 109 a 87

    Pistons atropela Wolves com defesa absurda: 109 a 87

    Mano, o que foi esse massacre defensivo do Detroit ontem? Os Pistons simplesmente destruíram os Timberwolves por 109 a 87, e olha que o ataque deles não tava nada inspirado. Mas quando a defesa resolve aparecer desse jeito, não tem conversa.

    Foi a SEXTA vez na temporada que Detroit segurou o adversário abaixo dos 90 pontos. Sexta! Nenhum outro time na liga conseguiu isso tantas vezes. E os coitados dos Wolves? Apenas 31% de aproveitamento nos arremessos. Trinta e um por cento, cara. Isso é quase desumano.

    Todo mundo machucado, mas a pancadaria continuou

    O negócio tava feio pros dois lados em questão de elenco. Detroit sem Cade Cunningham e Isaiah Stewart. Minnesota sem Anthony Edwards, Jaden McDaniels e Ayo Dosunmu. Basicamente os caras principais de cada time assistindo de casa.

    Daniss Jenkins, que vinha numa sequência boa substituindo o Cade, simplesmente sumiu do mapa. Até os cinco minutos finais (quando o jogo já tava decidido), o cara tava 2/12 nos arremessos. Dois de doze! E ainda por cima com três assistências e três turnovers. No garbage time conseguiu melhorar os números, mas foi só maquiagem mesmo.

    Jalen Duren também teve dificuldades contra o paredão que é o Rudy Gobert – apenas 10 pontos e 13 rebotes, tentando só sete arremessos. O Gobert tava fazendo sua vida um inferno no garrafão.

    Os coadjuvantes viraram protagonistas

    Aqui que a coisa ficou interessante. Detroit teve SETE caras em dois dígitos de pontuação, com Tobias Harris liderando com 18. Ron Holland acertou duas bolas de três (cada arremesso dele de longa distância é uma benção, vamos combinar) e ainda jogou uma defesa monstruosa.

    Kevin Huerter tá me lembrando muito do Dennis Schröder do ano passado – um cara que você confia de olhos fechados pra tomar a decisão certa. Fez 11 pontos e várias jogadas inteligentes cortando pro cesto e organizando as jogadas.

    Do lado dos Wolves, só Donte DiVincenzo conseguiu fazer alguma coisa. O cara fez 22 pontos e acertou cinco bolas de três, mas olha só: Julius Randle, Naz Reid, Bones Hyland e Mike Conley JUNTOS fizeram 8/38 nos arremessos. Vinte e um por cento de aproveitamento. É de chorar.

    Defesa que dá orgulho

    Ausar Thompson e Ron Holland foram simplesmente implacáveis na marcação. Thompson conseguiu quatro roubos de bola, Holland dois. Mas foi trabalho de equipe mesmo – a defesa dos Pistons tá num nível que dá até arrepio.

    O mais louco? Detroit cometeu 19 turnovers (aquela especialidade deles de entregar a bola de graça), mas Minnesota só conseguiu transformar essas 19 posses extras em… sete pontos. SETE! Isso mostra como a defesa de Detroit tava sufocante.

    Sinceramente, acho que essa é a cara do Detroit quando todo mundo voltar de lesão. Se eles conseguirem manter esse nível defensivo com Cade e Stewart de volta, podem incomodar muito na conferência leste. E aí, vocês acham que os Pistons conseguem manter esse padrão defensivo elite?

  • Cavs entregam mais uma na defesa e levam vareio do Heat

    Cavs entregam mais uma na defesa e levam vareio do Heat

    Cara, eu não aguento mais ver isso. Os Cavaliers foram simplesmente atropelados pelo Heat ontem, perdendo por 120-103, e adivinha qual foi o problema? A defesa. De novo.

    Olha, eu tentei ser otimista com esse time depois das últimas partidas, mas sinceramente está difícil. Kenny Atkinson já tinha chamado atenção do grupo depois de tomar 131 pontos do Orlando Magic, e os caras simplesmente ignoraram. É como se estivessem jogando com os olhos fechados na marcação.

    O buraco é mais embaixo

    E não é só preguiça não, viu? Claro que esforço conta, mas tem algo estruturalmente quebrado nessa defesa dos Cavs. Eles ficaram sem Dean Wade (tornozelo), Jarrett Allen (joelho), Jaylon Tyson (dedão do pé) e Max Strus (gestão de carga) – ou seja, sem peças importantes no esquema defensivo.

    O que mais me incomoda é essa proteção exagerada do garrafão. Os caras do Heat nem precisavam forçar a penetração pra conseguir arremessos abertos de 3. Foi só jogar a bola pro lado e tchau. Resultado? Heat acertando 7 de 16 do perímetro só no primeiro quarto (43,9%). Absurdo.

    No segundo quarto ficou pior ainda. 35 pontos do Miami acertando metade das tentativas de 3 (6-12). Enquanto isso, o ataque dos Cavs – que vinha salvando a pátria – simplesmente sumiu. Apenas 19 pontos no primeiro período e 3-15 de longe no primeiro tempo. Déficit de 17 no intervalo.

    A reação que quase foi

    No terceiro quarto, finalmente acordaram. Donovan Mitchell fez 13 pontos no período, o time acertou 7 de 11 do perímetro (63,6%) e conseguiram 37 pontos. Chegaram a virar o placar no começo do último quarto!

    Mas aí vem a parte frustrante: quando mais precisavam, o ataque travou. Mitchell – que estava comandando a reação – foi expulso faltando pouco mais de 3 minutos. O time fez apenas 5-19 nos arremessos e 2-11 de 3 no quarto final.

    Enquanto os Cavs pipocavam, o Heat fez 37 pontos no último período acertando 14 de 18 arremessos (77,8%). Foi passeio. Eles acabaram com uma sequência de 5 derrotas sem nem suar muito.

    Números individuais

    Mitchell liderou Cleveland com 28 pontos (12-22 nos arremessos), mas as 6 faltas pesaram. James Harden teve uma noite irregular: 18 pontos, mas 5 turnovers e apenas 3-9 do perímetro. Sam Merrill e Keon Ellis ajudaram com 18 e 17 pontos respectivamente.

    Evan Mobley? Praticamente sumiu no ataque. Só 8 pontos em 3-8 arremessos. Para um cara do tamanho dele, isso é pouco demais.

    Do lado do Heat, oito caras terminaram em dois dígitos. Norman Powell com 19, Tyler Herro com 18, e Bam Adebayo fazendo um double-double de 17 pontos e 10 rebotes.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar no jogo de sexta, novamente contra o Heat? Porque do jeito que a defesa está, vai ser difícil…

  • Wemby mete a real: ‘Defesa é 50% do jogo e isso é subestimado’

    Wemby mete a real: ‘Defesa é 50% do jogo e isso é subestimado’

    Gente, o Wembanyama simplesmente meteu o louco e saiu falando umas verdades sobre o prêmio de MVP que me deixaram aqui pensando. O cara tem razão demais, não vou mentir.

    A corrida pelo MVP tá insana esse ano — praticamente empatada entre Jokic, Shai Gilgeous-Alexander, Luka Dončić e nosso alienígena favorito dos Spurs. Sinceramente, nunca vi uma disputa tão acirrada assim. E o Wemby, que muita gente considera o ‘azarão’ (que loucura falar isso de um monstro desses), resolveu dar as cartas na mesa.

    Os três argumentos que fazem sentido total

    Quando perguntaram pro francês quais eram seus três argumentos pra levar o troféu, o cara mandou umas que eu fiquei: nossa, é isso mesmo.

    Primeiro argumento: “Defesa é 50% do jogo, e isso é subestimado na corrida pelo MVP. Eu acredito que sou o jogador mais impactante defensivamente da liga.” Cara, essa doeu. O Wemby tem razão — a galera só olha pro lado ofensivo e esquece que o basquete tem dois lados da quadra.

    Segundo: “Nós quase varremos o Thunder na temporada. Dominamos eles três vezes com o time titular e quatro vezes com os reservas.” Olha só que argumento esperto. O Thunder do Shai tá voando, mas quando enfrenta San Antonio… bem, não voa tanto assim.

    Terceiro: “Impacto ofensivo não são só pontos.” Pronto, falou tudo. Quantas vezes o Wemby não facilita a vida dos companheiros só por estar ali no garrafão? O cara muda o jogo inteiro só de existir.

    E se rolar mesmo?

    Vocês acham que o Wemby tem chances reais? Porque olha, se ele levar esse MVP aos 22 anos, vai quebrar o recorde do Derrick Rose como mais jovem da história. E convenhamos, os Spurs voltaram pros playoffs depois de seis anos no deserto — não é pouca coisa não.

    O francês ainda soltou uma que me marcou: “Meu objetivo é garantir que não haja mais debate no final da temporada.” Que confiança, meu amigo. Que confiança.

    Na minha opinião? O cara tem argumentos sólidos demais. Principalmente essa história da defesa ser subestimada — é uma verdade que dói. Quantas vezes já vimos caras ganharem MVP só pelos números ofensivos, ignorando completamente o impacto do outro lado da quadra?

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que o alien dos Spurs consegue convencer os eleitores? Ou a magia do Jokic e os números do Shai são fortes demais pra derrubar?

  • Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Jazz renova com jovem armador: história inspiradora pode virar contrato

    Olha, tem histórias que a gente ama acompanhar na NBA, e a do Bez Mbeng no Utah Jazz é uma delas. O cara acabou de ganhar seu segundo contrato de 10 dias com a franquia — e sinceramente? Tô torcendo demais pra essa história dar certo.

    Mbeng tem sido uma surpresa boa pro Jazz. Defesa sólida, energia pra dar e vender, e aquela vontade de quem sabe que cada minuto em quadra pode ser decisivo na carreira. É exatamente o tipo de jogador que você quer ver se dando bem na liga.

    Defesa em primeiro lugar

    O que mais impressiona no garoto é a mentalidade defensiva. Num time que tá claramente em reconstrução como o Jazz, ter um cara que chega já pensando em parar o adversário é ouro. E a energia dele contagia — dá pra ver que os caras curtem jogar com ele.

    Na minha visão, esse segundo contrato de 10 dias não é só protocolo. O Utah tá claramente interessado em manter o Mbeng por perto. Não me surpreenderia nada se ele aparecesse na Summer League e até no training camp da próxima temporada.

    O sonho pode virar realidade

    A parada mais legal dessa história toda é ver um cara realizando o sonho de jogar na NBA e fazendo por merecer ficar. Se ele continuar evoluindo dessa forma, um contrato de two-way na próxima temporada não tá fora de cogitação.

    E aí, vocês acham que o Mbeng consegue se estabelecer de vez no Utah? Eu tô apostando que sim. Às vezes é isso que falta pro basquete — histórias de garra pura que te fazem lembrar por que a gente ama esse esporte.

    O moleque tá jogando como se a vida dependesse disso (e talvez dependa mesmo). Se não é isso que vocês querem ver na NBA, eu não sei mais o que é.

  • Senators fazem história defensiva com apenas 4 zagueiros em quadra

    Senators fazem história defensiva com apenas 4 zagueiros em quadra

    Cara, eu já vi muito jogo maluco de hockey na minha vida, mas o que rolou ontem à noite no Madison Square Garden foi simplesmente absurdo. Os Ottawa Senators conseguiram segurar os New York Rangers em apenas nove arremessos ao gol — o menor número registrado por qualquer time da NHL desde 2003. Nove arremessos, gente. Nove!

    E o mais impressionante? Fizeram isso jogando com apenas quatro defensores por mais da metade da partida. Thomas Chabot saiu no final do primeiro período depois de levar uma tacada no braço direito, e Lassi Thomson — que estava jogando seu primeiro jogo desde novembro de 2022 — se machucou no segundo tempo.

    Uma defesa de outro mundo

    Olha, eu acompanho NHL há anos e sinceramente nunca vi uma atuação defensiva tão dominante assim. Os Senators já estavam sem dois dos seus quatro principais defensores (Jake Sanderson e Nick Jensen), e ainda perderam mais dois durante o jogo. Mesmo assim, conseguiram fechar completamente o ataque dos Rangers.

    Jordan Spence patinou por incríveis 26 minutos e 44 segundos — recorde pessoal dele. Tyler Kleven jogou 24:30, Artem Zub 23:44 e Nikolas Matinpalo 18:19. Cara, esses caras literalmente não saíram do gelo!

    “Os garotos jogaram de forma fantástica”, disse James Reimer, o goleiro dos Senators. E olha, ele nem precisou trabalhar tanto — foram apenas oito defesas para garantir a vitória por 2-1.

    Números que fazem história

    Pra vocês terem noção do quão raro isso é: os Senators se tornaram o primeiro time desde o início da era do salary cap (2005-06) a segurar um adversário abaixo de 10 arremessos. A última vez que isso aconteceu foi em dezembro de 2003, quando New Jersey segurou Washington com apenas nove tentativas.

    E pros Rangers? Rapaz, foi o pior desempenho ofensivo deles desde 1955. Setenta anos, pessoal. O capitão J.T. Miller nem tentou enrolar: “Eles foram melhores que a gente. Não tínhamos nada. Fomos superados em tudo”.

    Na minha visão, essa é a prova de que hockey é muito mais que talento individual — é sobre sistema, disciplina e, principalmente, coração. Os Senators estão numa briga desesperada por uma vaga nos playoffs da Conferência Leste, e essa vitória mostra exatamente o tipo de mentalidade que pode levá-los longe.

    E aí, vocês acham que conseguem manter esse nível defensivo absurdo? Porque se continuarem assim, vão dar muito trabalho pra qualquer um na pós-temporada.

  • Alex Caruso bloqueou um arremesso com o tênis e virou lenda

    Alex Caruso bloqueou um arremesso com o tênis e virou lenda

    Gente, eu já vi muita coisa maluca na NBA, mas o que o Alex Caruso fez ontem contra o Magic foi de outro planeta. O cara literalmente bloqueou um arremesso COM O TÊNIS. Com o tênis mesmo!

    Vou explicar a loucura: final do segundo quarto, Thunder x Magic. Caruso perdeu o equilíbrio numa jogada defensiva e o tênis escorregou do pé. Normal, acontece. Mas aí que tá — a jogada continuou rolando e o maluco, ao invés de ficar parado esperando a bola sair, pegou o tênis na mão e continuou defendendo!

    A jogada mais absurda do ano

    O Wendell Carter Jr. tocou a bola pro Tristan da Silva, que tentou o arremesso. E o Caruso? Simplesmente deslizou e usou o próprio tênis pra bloquear a bola. Bloqueou limpo, hein! Pegou só na bola mesmo, técnica perfeita.

    Claro que os árbitros não deixaram passar batido — goaltending (interferência) e falta técnica na conta dele. Mas sinceramente? Todo mundo tá pouco se lixando pras faltas. Esse cara acabou de entrar pra história da liga com essa jogada.

    Caruso sendo Caruso

    Olha, quem acompanha o Caruso sabe que o cara é assim mesmo — faz de tudo pra ganhar. Já jogou no Lakers, sempre foi aquele sexto homem que dá o sangue em quadra, e agora no Thunder continua sendo o mesmo guerreiro de sempre.

    Mas isso aqui foi next level. Eu nunca tinha visto alguém usar um tênis como extensão da defesa. E olha que já assisto NBA há anos, já vi de tudo — desde enterradas absurdas até jogadas de QI 200. Mas bloquear com o calçado? Primeira vez.

    Vocês acham que vamos ver alguém mais tentando essa técnica inovadora do Caruso? Porque eu tenho certeza que os moleques nos playgrounds pelo Brasil inteiro já tão tentando replicar essa defesa revolucionária!

    O Thunder ganhou o jogo no final, então tá tudo certo. Mas o importante mesmo não foi o resultado — foi ver um cara que transformou a perda de um tênis numa das jogadas mais icônicas da temporada. Caruso, meu mano, você é um monstro!