Tag: Denver Nuggets

  • Nuggets em crise: tudo pode mudar, menos Jokic e o técnico

    Nuggets em crise: tudo pode mudar, menos Jokic e o técnico

    Cara, que fase complicada pros Nuggets. Um time que muita gente (inclusive eu) via chegando às Finais simplesmente caiu na primeira rodada pros Timberwolves. E agora? Josh Kroenke, presidente da franquia, foi bem claro: tudo tá na mesa pra mudança — menos trocar o Jokic ou demitir o técnico David Adelman.

    Olha, eu entendo a frustração do cara. “Qualquer coisa que um fã sinta, eu sinto mil vezes mais”, disse Kroenke na coletiva pós-temporada. E não é pra menos — Denver tinha tudo pra fazer barulho nos playoffs, mas Minnesota simplesmente mostrou mais versatilidade no ataque e igualou a intensidade física dos Nuggets.

    Jokic fica, óbvio

    A extensão do Jokic é moleza — ele pode assinar, vai receber o máximo, e já disse que quer ser um Nugget “para sempre”. Sinceramente, ainda bem, né? Imagina perder um cara que é candidato eterno ao MVP por bobeira.

    O técnico David Adelman também tá garantido pro ano que vem. “Tenho total confiança no Coach Adelman”, falou Kroenke. “Ele fez um trabalho do caramba na temporada toda, considerando tudo.” Bom, pelo menos a base técnica continua.

    O problema é o salary cap

    Agora vem a parte complicada. Peyton Watson teve uma temporada absurda — e justamente quando ele se machucou nos playoffs, deu pra ver o quanto faz falta. Só que ele é agente livre restrito e vários times estão de olho. Re-contratar ele provavelmente significa entrar no segundo nível do salary cap, coisa que Denver nunca fez.

    Por isso, tudo indica que vão ter que trocar um titular. Fontes da liga já especulam sobre Christian Braun ou Cameron Johnson saindo. É foda, mas o dinheiro aperta mesmo.

    E aí, vocês acham que os Nuggets conseguem se reestruturar mantendo a competitividade? Com Jokic no auge, cada ano perdido dói demais. A janela tá aberta, mas o salary cap não perdoa ninguém na NBA.

  • Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Olha, depois da eliminação precoce pros Timberwolves, o Denver Nuggets tá meio que prometendo fazer uma limpa no elenco. Mas calma aí — o Jokic não sai de jeito nenhum.

    Josh Kroenke, presidente do time, foi bem direto quando falou com a imprensa: “Tudo tá em aberto, exceto trocar o Nikola.” Cara, imagina se eles fossem loucos de trocar um tricampeão de MVP? Seria a maior burrice da história da NBA.

    A temporada que nunca aconteceu

    Sinceramente, esse ano foi complicado pro Nuggets. O Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular por causa de lesões. Christian Braun, Cam Johnson, Peyton Watson — todo mundo machucado em algum momento. Como que você monta uma química de time assim?

    E o pior é que mesmo com o Anthony Edwards dos Wolves perdendo dois jogos por lesão no playoff, eles ainda eliminaram Denver em seis. Isso dói, né?

    “Foi uma temporada que nunca existiu de verdade, porque esse grupo nunca teve a chance de mostrar ritmo de jogo”, falou o Kroenke. E ele não tá errado — é difícil desenvolver entrosamento quando metade do elenco tá no departamento médico.

    Murray pode ser o primeiro a vazar

    Agora, quem pode estar com os dias contados? Jamal Murray parece ser candidato número um. Cara fez uma baita temporada — 25.4 pontos de média, primeiro All-Star da carreira —, mas tá ganhando 50 milhões de dólares na próxima temporada. É muito dinheiro, mesmo pra NBA.

    Murray e Jokic são parceiros há 10 anos. Dez! Mas às vezes o negócio é assim mesmo: você precisa mexer pra não ficar parado no tempo. Aaron Gordon também pode entrar nessa dança — ele tá em Denver desde março de 2021 e pode render uma boa troca.

    E vocês acham que tá certo mesmo mexer no elenco? Porque o Jokic não jogou bem contra Minnesota, não vou mentir. 44.6% nos arremessos de quadra, 19.4% do perímetro. O Rudy Gobert fez um trabalho monstro na defesa, neutralizou bastante o sérvio.

    Mas né, o cara tem 31 anos e continua sendo um dos melhores do mundo. O problema não é ele — o problema é que desde o título em 2023, eles só chegaram numa final de conferência. Pra um time com esse talento todo, é pouco.

    Agora é esperar pra ver o que rola na offseason. Jokic vai continuar sendo o rei de Denver, mas o resto do castelo pode mudar bastante.

  • Ant Edwards é o maior fã de Jaden McDaniels: ‘Meu jogador favorito’

    Ant Edwards é o maior fã de Jaden McDaniels: ‘Meu jogador favorito’

    Cara, eu não esperava que Anthony Edwards fosse sair por aí falando que Jaden McDaniels é o jogador favorito dele na NBA inteira. Mas é exatamente isso que tá rolando em Minnesota.

    O Ant não tá conseguindo se segurar quando o assunto é o parceiro de equipe. Numa compilação de clipes que viralizou, ele simplesmente derreteu de elogios: “Duas palavras pra vocês: Jaden McDaniels. O Jaden é incrível. Olha só pra ele. Tá jogando um basquete fenomenal. Esse cara aqui, mano, ele foi o líder hoje à noite”.

    O show do McDaniels contra Denver

    E olha, não é só papo furado não. McDaniels realmente botou pra quebrar nos playoffs contra o Denver Nuggets na primeira rodada. Enquanto todo mundo esperava que o Edwards carregasse o time, foi o McDaniels quem apareceu como cestinha e ainda trancou as estrelas de Denver.

    “Jaden nunca parece cansado. Parece que consegue jogar os 48 minutos. Ele cresceu todo ano desde que chegou neste time”, continuou Edwards. Sinceramente, é raro ver um astro da liga elogiando tanto um companheiro assim.

    A química que faz a diferença

    Pro McDaniels, essa confiança que o Edwards deposita nele faz toda a diferença: “Meus companheiros confiam em mim, e o Ant é quem me dá mais confiança”.

    E cara, isso é fundamental porque agora com Edwards meio quebrado por causa de uma lesão no joelho (ele só jogou uns minutinhos limitados contra o San Antonio), Minnesota vai precisar muito que McDaniels continue nesse nível absurdo.

    Vocês acham que McDaniels consegue manter esse padrão sem o Ant 100%? Porque olha, se conseguir, esse Timberwolves pode ir longe mesmo nos playoffs. A parceria entre esses dois tá sendo um dos grandes prazeres de assistir nessa pós-temporada.

  • Nuggets vão mexer no elenco, mas Jokic é intocável

    Nuggets vão mexer no elenco, mas Jokic é intocável

    Olha, depois daquela eliminação vexatória na primeira rodada dos playoffs, o Denver Nuggets finalmente admitiu o óbvio: precisa mexer no time. Josh Kroenke, presidente da franquia, foi bem direto na coletiva de sexta-feira: “tudo está na mesa”, exceto uma coisa — trocar o Nikola Jokic.

    “Não quero disfarçar minha frustração com o fim da temporada”, disse Kroenke em uma coletiva de 45 minutos. E sinceramente, era sobre tempo alguém assumir que aquele vexame contra o Minnesota foi inaceitável para um time que tinha o melhor jogador do mundo.

    O núcleo intocável (quase)

    Segundo Kroenke, o núcleo do time são Jokic, Jamal Murray e Aaron Gordon. Interessante que Michael Porter Jr., que antes estava nesse grupo seleto, já virou moeda de troca e foi trocado pelo Cam Johnson no verão passado. Isso me faz pensar: será que o Murray também não está tão seguro assim?

    Fontes da liga já estão falando que pelo menos um titular vai ser negociado nesta offseason. E olha, faz todo sentido — o time precisa de uma reformulada depois daquela performance patética nos playoffs.

    A matemática cruel do salary cap

    Aqui que a coisa complica. Os Nuggets estão numa sinuca de bico com o teto salarial. Se renovarem com Peyton Watson (que é agente livre restrito), Aaron Gordon e Christian Braun, o time vai direto para o segundo nível da luxury tax. E isso traz restrições absurdas para montar o elenco.

    O time conseguiu evitar a luxury tax esta temporada trocando Hunter Tyson pro Brooklyn antes do deadline de fevereiro. Mas agora, com as renovações batendo na porta, vai ser difícil fugir dessa conta salgada.

    Se Murray e Gordon ficarem, pelo menos um entre Braun, Cam Johnson ou Watson vai ter que dar tchau. É matemática pura — alguém tem que sair para aliviar a folha salarial.

    Jokic blindado com supercontrato

    Enquanto isso, o sérvio monstro deve assinar uma extensão de quatro anos por US$ 278 milhões nesta offseason. E olha, é o mínimo que ele merece depois de carregar esse time nas costas por tanto tempo.

    A real é que Denver precisa urgentemente encontrar peças que complementem o Jokic de verdade. Porque ter o melhor centro do mundo e sair na primeira rodada dos playoffs é simplesmente inadmissível.

    Vocês acham que o Murray ainda tem espaço nesse time, ou chegou a hora dele também virar moeda de troca? Porque depois daquela série contra o Timberwolves, tenho minhas dúvidas se ele ainda é a resposta como armador titular ao lado do Jokic…

  • Denver mantém técnico, mas pode mexer pesado no elenco

    Denver mantém técnico, mas pode mexer pesado no elenco

    Olha, eu não esperava que o David Adelman fosse demitido após a eliminação precoce do Denver, mas confesso que fiquei surpreso com a confiança que o Josh Kroenke demonstrou nele. “Tenho total confiança no técnico Adelman”, disse o presidente dos Nuggets na coletiva de sexta-feira. E olha, considerando o que aconteceu nos playoffs, essa declaração diz muito sobre como a direção enxerga a situação.

    Porque vamos combinar: sair na primeira rodada depois de fazer 54 vitórias na temporada regular e chegar embalado com 12 vitórias seguidas? Isso dói. E perder pro Minnesota, que era o sexto colocado, em seis jogos… Cara, isso não era pra acontecer com um time que tem o Jokic.

    As lesões que estragaram tudo

    Mas aí que tá — e aqui eu vou defender o Denver um pouco. O Aaron Gordon ficou fora quase toda a série com problema na panturrilha, e o Peyton Watson não jogou nem um minuto por causa de uma lesão no posterior da coxa. Vocês conseguem imaginar tentar parar o Anthony Edwards sem esses caras na defesa?

    E não foi só nos playoffs não. Segundo os números que saíram, os jogadores do Denver perderam DUZENTOS E QUARENTA E CINCO jogos combinados na temporada por causa de lesões. Isso é absurdo! É quase impossível criar entrosamento e ritmo com tanta gente machucada.

    O mais impressionante? Quando o Jokic ficou fora no começo da temporada, o time foi 10-6. Isso sim mostra o trabalho do Adelman, porque fazer um time funcionar sem o tricampeão de MVP não é pra qualquer um.

    Mexida no elenco pode rolar

    Agora, onde a coisa fica interessante é na questão do elenco. Kroenke foi bem claro: todo mundo pode sair, exceto o Jokic. E quando ele fala “todo mundo”, inclui o Jamal Murray — que seria o cara que mais traria retorno em uma troca.

    Eu sinceramente não sei se mexer tanto assim é a solução. O núcleo do Denver é bom, o problema foram as lesões mesmo. Mas entendo a pressão — o Jokic tá na melhor fase da carreira, e desperdiçar isso seria um crime.

    A situação financeira também tá complicada. Com $184 milhões só no quinteto titular para a próxima temporada, vai ser difícil renovar com o Peyton Watson, que pode pedir uns $20 milhões por ano. E olha que o Watson foi uma das poucas alegrias da temporada quando estava saudável.

    O Christian Braun, que assinou uma extensão gorda no ano passado, não correspondeu às expectativas. Isso complica ainda mais os planos financeiros do time.

    Vocês acham que o Denver deveria mexer pesado no elenco ou apostar na recuperação dos lesionados? Porque na minha visão, com todo mundo saudável, esse time ainda briga lá em cima. Mas será que dá pra contar com saúde na NBA hoje em dia?

  • Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Cara, quando você vê o presidente de um time dizendo que “tudo está em aberto” menos trocar o cara principal, já sabe que a coisa ficou feia mesmo. E foi exatamente isso que rolou com o Denver Nuggets após serem eliminados na primeira rodada dos playoffs pelos Timberwolves.

    Josh Kroenke, presidente dos Nuggets, não teve papas na língua na coletiva de sexta-feira. O time que se via como candidato ao título acabou caindo logo de cara nos playoffs, e agora todo mundo tá questionando o futuro da franquia.

    A temporada que nunca existiu

    “Eu achava que, se esse grupo estivesse saudável, poderia ser um time de 60, 65 vitórias”, disse Kroenke. E olha, ele não tava viajando não. O problema é que lesão pegou pesado no elenco.

    Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular. Christian Braun, 44. Peyton Watson e Cameron Johnson, 54 cada um. Mesmo assim, terminaram com 54-28 — nada mal para um time todo quebrado, né?

    Mas aí que tá o problema: mesmo com todas essas ausências, não dá para usar lesão como desculpa. Sabe por quê? Porque Minnesota tava ainda mais ferrado de lesionados e mesmo assim passou por cima do Denver. Os Wolves fecharam a série SEM Anthony Edwards, Donte DiVincenzo e Ayo Dosunmu. Imagina só.

    Jamal Murray pode ser negociado?

    Essa foi a bomba da coletiva. Quando Kroenke disse que “tudo está na mesa, exceto trocar o Nikola”, ele não estava brincando. Isso significa que até o Jamal Murray — que acabou de fazer sua primeira temporada All-Star e provavelmente All-NBA — pode ser trocado.

    Sinceramente? Eu não sei se concordo com isso. Murray é peça fundamental no esquema do Jokić, e os dois têm uma química absurda. Mas também entendo a pressão da diretoria — você não pode ficar parado depois de uma eliminação dessas.

    O Gordon também entra nessa lista de possíveis trocas. Cara que custou caro e não conseguiu ficar saudável quando mais precisavam dele.

    O dilema do Peyton Watson

    Agora vem a parte mais complicada da offseason. Watson foi a melhor descoberta da temporada — o moleque evoluiu demais e virou um criador de jogadas real. O problema? Ele não renovou antes da temporada e agora é agente livre restrito.

    Se Denver quiser manter o Watson, vai ter que desembolsar uma grana pesada e provavelmente passar do segundo limite salarial. Isso significa mais restrições, mais imposto, mais dor de cabeça financeira.

    “Peyton teve um ano fantástico”, disse Ben Tenzer, executivo do time. “Esperamos que ele seja um Nugget por muito tempo.” Mas entre querer e conseguir pagar, tem uma diferença enorme.

    E aí, vocês acham que vale a pena quebrar o banco pelo Watson? Ou será que é melhor focar em outras posições e deixar ele ir embora?

    Uma coisa é certa: essa offseason vai definir se o Denver ainda tem chance real de título com o Jokić no auge, ou se vão desperdiçar mais alguns anos da carreira do melhor pivô do mundo. A pressão tá toda em cima da diretoria agora.

  • Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Olha, eu sempre respeitei a postura do Christian Braun, mas o que ele falou depois da eliminação dos Nuggets me deixou meio dividido. O cara jogou toda a série contra os Wolves com uma torção séria no tornozelo esquerdo e ainda uma lesão na panturrilha que ninguém sabia — e mesmo assim botou a culpa toda nas costas dele.

    “É inaceitável. Especialmente com o talento que temos neste elenco”, disse Braun após Denver cair por 4-2 na primeira rodada. “Uma eliminação na primeira fase não é aceitável. Temos que nos recuperar. Vocês podem botar isso nas minhas costas.”

    Cara, que maturidade absurda. Mas será que não é maturidade demais?

    Os números contam a história

    Vamos aos fatos: Braun fez média de apenas 8.3 pontos e 3.5 rebotes nos playoffs, bem longe dos números que o fizeram ganhar aquela extensão de cinco anos por US$ 125 milhões. Na temporada passada, o monstro liderou todos os armadores da NBA em eficiência de arremesso (66.5%) e foi o cara que mais fez pontos em contra-ataques.

    Desta vez? A porcentagem de três caiu de 39.7% para 30.1%. Nos últimos quatro jogos da série, fez apenas 5.5 pontos por jogo com 6 acertos em 17 tentativas. O pior é que você via ele recuando nos ataques à cesta — justamente o que fazia dele especial.

    A lesão na panturrilha aconteceu logo no Jogo 1 contra Minnesota, e olha que o tornozelo esquerdo já tinha tirado ele de 38 jogos na temporada regular. Coincidência? O pé esquerdo é o de apoio dele pros saltos.

    Entre a responsabilidade e o bom senso

    “Eu poderia ficar aqui inventando todas as desculpas”, continuou Braun. “Poderia culpar meu tornozelo, poderia culpar lesões que as pessoas nem sabem que existem. Mas isso não importa realmente. Se vou estar em quadra, a expectativa é ganhar.”

    Sinceramente? Eu admiro a postura, mas acho que ele tá sendo duro demais consigo mesmo. Claro que Denver tinha que ir além da primeira rodada — era a primeira eliminação precoce em quatro anos. Mas jogar machucado desse jeito e ainda assim assumir toda a responsabilidade… não sei se é heroísmo ou falta de bom senso da comissão técnica.

    O problema maior é que agora os Nuggets estão numa situação complicada. Trocar Braun significaria mandar assets junto, já que eles não têm picks de primeira rodada disponíveis (usaram a escolha de 2032 pra se livrar do contrato do Michael Porter Jr. no ano passado).

    E aí, vocês acham que Braun consegue se recuperar e justificar aquele contratão na próxima temporada? Ou Denver deveria ter pensado duas vezes antes de apostar tanto num cara que já tinha histórico de lesões?

  • Aaron Gordon no Suns? Calma aí, galera

    Aaron Gordon no Suns? Calma aí, galera

    Olha, eu sei que o mercado da NBA é sempre uma loucura e todo mundo fica doido imaginando jogadores nos seus times preferidos. Mas essa história do Aaron Gordon no Phoenix Suns? Vou ser sincero com vocês: tá mais pra sonho de fã do que realidade.

    O Gordon é um baita jogador, não vou negar. Ex-Arizona, joga de ala-pivô, tem físico, defende bem… É exatamente o que o Suns precisa, né? O time sofre há tempos na posição 4, sempre parece pequeno demais, e isso aparece principalmente no garrafão. Os caras terminam sempre entre os piores da liga tanto pra finalizar quanto pra defender perto da cesta.

    Por que não vai rolar?

    A matemática é simples, galera. O que o Suns tem pra oferecer pro Denver que realmente faça diferença? Fora mandar alguns jovens promessores, não tem muito. E convenhamos, trocar os poucos prospectos que você tem por um veterano não é exatamente o movimento mais inteligente agora.

    Mas o que me chama atenção mesmo é essa classificação do Suns como time “win now”. Gente, com todo respeito, mas os Suns NÃO estão em modo “ganhar agora”. Modo “win now” é o que o próprio Nuggets vive – você tem um MVP (o Jokić), tem chances reais de título, cada movimento é pensado pra maximizar essa janela.

    O Phoenix não está nesse patamar. Dói falar isso? Dói. Mas é a realidade.

    O que os Suns deveriam fazer então?

    Na minha opinião? Continuidade, meu amigo. Esse time levou uma pancada das lesões na temporada passada e nunca conseguiu ter dados suficientes pra entender quem realmente é. Eu apostaria em manter o núcleo e ver o que rola com saúde.

    Pessoalmente, eu traria o Collin Gillespie de volta pro banco, colocaria o Rasheer Fleming no cinco titular e moveria o Dillon Brooks pra ala – onde ele pode ser o demônio defensivo que a gente sabe que ele é. Mas esses são movimentos de reconstrução, não de “win now”.

    Assistindo aquele documentário dos Jail Blazers na Netflix (recomendo, por sinal), fica claro como química é algo frágil. Aquele time de Portland quase eliminou os Lakers em 2000, mas bastou mexer nas peças certas pra tudo desabar.

    E aí, vocês acham que o Suns deveria mesmo ir atrás do Gordon ou focar em desenvolver o que já tem?

  • Jokic vai ganhar R$ 1,5 bilhão e Nuggets confirmam técnico

    Jokic vai ganhar R$ 1,5 bilhão e Nuggets confirmam técnico

    Cara, quando eu vi essa notícia quase engasguei com o café. O Denver Nuggets acabou de confirmar que David Adelman continua como técnico E que o Nikola Jokic vai assinar uma extensão de contrato que pode chegar a 290 milhões de dólares por quatro anos. Isso aí, 290 MILHÕES. Convertendo pro real, estamos falando de quase 1,5 bilhão de reais.

    Sinceramente? Era óbvio que isso ia acontecer. O Jokic é literalmente o cara mais importante da franquia desde… sempre? O sérvio monstro já ganhou dois MVPs e levou o time ao título em 2023. Mesmo com aquela eliminação dolorosa pro Timberwolves na primeira rodada, ninguém ia deixar o melhor pivô do planeta escapar.

    Adelman segue no comando (por enquanto)

    Segundo o Shams Charania da ESPN, o emprego do Adelman está “seguro”. Olha, eu entendo a decisão, mas não vou mentir – esperava pelo menos uma conversa mais séria sobre o futuro. O time fez 54-28 na temporada regular, foi o terceiro colocado no Oeste e… caiu na primeira rodada.

    Isso dói, cara. Principalmente porque o Jokic tá no auge da carreira. Quantas janelas de título esse cara ainda vai ter? Por outro lado, o Adelman assumiu no meio da temporada quando o Michael Malone saiu, então talvez mereça uma chance completa.

    Mudanças no elenco vão rolar

    Aqui que a coisa fica interessante. O Charania deixou claro que “mudanças reais no elenco” estão chegando. A pergunta é: quem sai e quem entra? O Aaron Gordon tem contrato caro, o Michael Porter Jr. também… E sinceramente, precisa mesmo de mexidas.

    O que vocês acham? Dá pra montar um time campeão ao redor do Jokic com esse núcleo atual? Eu tenho minhas dúvidas. O cara é um gênio do basquete, faz jogadas que eu nem sabia que eram possíveis, mas basquete é esporte coletivo. Precisa de peças que se encaixem perfeitamente.

    A boa notícia é que com o Jokic garantido até 2029 (se assinar mesmo), o Denver tem tempo pra construir algo especial. E convenhamos – ter o melhor passador da liga, um cara que faz triple-double dormindo, é meio caminho andado pra qualquer título.

    Agora é torcer pra que essas “mudanças reais” sejam pra melhor. Porque desperdiçar os anos de pico do Jokic seria crime contra o basquete.

  • Nuggets no sufoco: time do Jokić está praticamente sem saída

    Nuggets no sufoco: time do Jokić está praticamente sem saída

    Olha, eu não acredito que estou escrevendo isso, mas o Denver Nuggets está numa sinuca de bico danada. Time que tem o melhor jogador do mundo — sim, Nikola Jokić é um monstro absoluto — e que viu Jamal Murray fazer a melhor temporada da carreira dele, acabou caindo logo na primeira rodada dos playoffs para os Timberwolves. Em seis jogos. Para um time machucado.

    Isso dói só de escrever.

    O cenário é bem complicado

    Vamos aos fatos: Jokić obviamente fica. Murray também deve ficar, especialmente depois de finalmente conseguir sua primeira convocação para o All-Star Game — 25.4 pontos e 7.1 assistências por jogo, números de respeito. A química entre os dois funciona, isso ninguém discute.

    Mas depois desses dois… cara, a situação complica rápido. Christian Braun ganhou uma extensão de 125 milhões de dólares que já está parecendo um problemão — o garoto teve uma temporada bem fraca. Aaron Gordon encaixa perfeitamente no sistema, mas está ficando mais velho e o contrato mais pesado.

    E o pior de tudo? Os Nuggets estão completamente sem flexibilidade financeira. O time está gastando 201 milhões de dólares só em salários e ainda vai passar do segundo limite salarial. Traduzindo: eles não têm praticamente nenhuma ferramenta para melhorar o elenco.

    A janela do Jokić está se fechando?

    Sinceramente, essa é a parte que mais me preocupa como fã de basquete. Jokić está no auge — o cara é um triple-double ambulante, faz jogadas que desafiam a física — mas está carregando um peso absurdo nas costas. Quantas temporadas mais ele vai conseguir fazer isso?

    O Denver tem apenas as picks 26 e 49 do Draft para trabalhar. É muito pouco para um time que precisa de profundidade urgentemente. Eles vão ter que fazer milagre ou trocar peças caras por jogadores mais baratos — o que nunca é garantia de melhora.

    Peyton Watson é agente livre restrito, então pelo menos eles podem manter ele se quiserem. Mas Bruce Brown, que foi importante no título de 2023, pode ir embora sem retorno nenhum.

    E agora, Denver?

    Na minha opinião, o Nuggets está numa daquelas situações que todo time teme: bom demais para reconstruir, mas sem recursos para dar o próximo passo. Eles são reféns dos próprios contratos.

    O que mais me incomoda é ver o melhor momento do Jokić sendo desperdiçado assim. O sérvio merece mais ajuda, mas o front office se amarrou com contratos questionáveis. E aí, vocês acham que o Denver consegue dar a volta por cima só com peças internas?

    Uma coisa é certa: se eles não resolverem isso logo, podem acabar vendo uma das gerações mais talentosas da franquia escorrer pelos dedos. E isso seria uma tragédia para qualquer fã de bom basquete.