Tag: Denver Nuggets

  • Denver mantém técnico, mas pode mexer pesado no elenco

    Denver mantém técnico, mas pode mexer pesado no elenco

    Olha, eu não esperava que o David Adelman fosse demitido após a eliminação precoce do Denver, mas confesso que fiquei surpreso com a confiança que o Josh Kroenke demonstrou nele. “Tenho total confiança no técnico Adelman”, disse o presidente dos Nuggets na coletiva de sexta-feira. E olha, considerando o que aconteceu nos playoffs, essa declaração diz muito sobre como a direção enxerga a situação.

    Porque vamos combinar: sair na primeira rodada depois de fazer 54 vitórias na temporada regular e chegar embalado com 12 vitórias seguidas? Isso dói. E perder pro Minnesota, que era o sexto colocado, em seis jogos… Cara, isso não era pra acontecer com um time que tem o Jokic.

    As lesões que estragaram tudo

    Mas aí que tá — e aqui eu vou defender o Denver um pouco. O Aaron Gordon ficou fora quase toda a série com problema na panturrilha, e o Peyton Watson não jogou nem um minuto por causa de uma lesão no posterior da coxa. Vocês conseguem imaginar tentar parar o Anthony Edwards sem esses caras na defesa?

    E não foi só nos playoffs não. Segundo os números que saíram, os jogadores do Denver perderam DUZENTOS E QUARENTA E CINCO jogos combinados na temporada por causa de lesões. Isso é absurdo! É quase impossível criar entrosamento e ritmo com tanta gente machucada.

    O mais impressionante? Quando o Jokic ficou fora no começo da temporada, o time foi 10-6. Isso sim mostra o trabalho do Adelman, porque fazer um time funcionar sem o tricampeão de MVP não é pra qualquer um.

    Mexida no elenco pode rolar

    Agora, onde a coisa fica interessante é na questão do elenco. Kroenke foi bem claro: todo mundo pode sair, exceto o Jokic. E quando ele fala “todo mundo”, inclui o Jamal Murray — que seria o cara que mais traria retorno em uma troca.

    Eu sinceramente não sei se mexer tanto assim é a solução. O núcleo do Denver é bom, o problema foram as lesões mesmo. Mas entendo a pressão — o Jokic tá na melhor fase da carreira, e desperdiçar isso seria um crime.

    A situação financeira também tá complicada. Com $184 milhões só no quinteto titular para a próxima temporada, vai ser difícil renovar com o Peyton Watson, que pode pedir uns $20 milhões por ano. E olha que o Watson foi uma das poucas alegrias da temporada quando estava saudável.

    O Christian Braun, que assinou uma extensão gorda no ano passado, não correspondeu às expectativas. Isso complica ainda mais os planos financeiros do time.

    Vocês acham que o Denver deveria mexer pesado no elenco ou apostar na recuperação dos lesionados? Porque na minha visão, com todo mundo saudável, esse time ainda briga lá em cima. Mas será que dá pra contar com saúde na NBA hoje em dia?

  • Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Cara, quando você vê o presidente de um time dizendo que “tudo está em aberto” menos trocar o cara principal, já sabe que a coisa ficou feia mesmo. E foi exatamente isso que rolou com o Denver Nuggets após serem eliminados na primeira rodada dos playoffs pelos Timberwolves.

    Josh Kroenke, presidente dos Nuggets, não teve papas na língua na coletiva de sexta-feira. O time que se via como candidato ao título acabou caindo logo de cara nos playoffs, e agora todo mundo tá questionando o futuro da franquia.

    A temporada que nunca existiu

    “Eu achava que, se esse grupo estivesse saudável, poderia ser um time de 60, 65 vitórias”, disse Kroenke. E olha, ele não tava viajando não. O problema é que lesão pegou pesado no elenco.

    Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular. Christian Braun, 44. Peyton Watson e Cameron Johnson, 54 cada um. Mesmo assim, terminaram com 54-28 — nada mal para um time todo quebrado, né?

    Mas aí que tá o problema: mesmo com todas essas ausências, não dá para usar lesão como desculpa. Sabe por quê? Porque Minnesota tava ainda mais ferrado de lesionados e mesmo assim passou por cima do Denver. Os Wolves fecharam a série SEM Anthony Edwards, Donte DiVincenzo e Ayo Dosunmu. Imagina só.

    Jamal Murray pode ser negociado?

    Essa foi a bomba da coletiva. Quando Kroenke disse que “tudo está na mesa, exceto trocar o Nikola”, ele não estava brincando. Isso significa que até o Jamal Murray — que acabou de fazer sua primeira temporada All-Star e provavelmente All-NBA — pode ser trocado.

    Sinceramente? Eu não sei se concordo com isso. Murray é peça fundamental no esquema do Jokić, e os dois têm uma química absurda. Mas também entendo a pressão da diretoria — você não pode ficar parado depois de uma eliminação dessas.

    O Gordon também entra nessa lista de possíveis trocas. Cara que custou caro e não conseguiu ficar saudável quando mais precisavam dele.

    O dilema do Peyton Watson

    Agora vem a parte mais complicada da offseason. Watson foi a melhor descoberta da temporada — o moleque evoluiu demais e virou um criador de jogadas real. O problema? Ele não renovou antes da temporada e agora é agente livre restrito.

    Se Denver quiser manter o Watson, vai ter que desembolsar uma grana pesada e provavelmente passar do segundo limite salarial. Isso significa mais restrições, mais imposto, mais dor de cabeça financeira.

    “Peyton teve um ano fantástico”, disse Ben Tenzer, executivo do time. “Esperamos que ele seja um Nugget por muito tempo.” Mas entre querer e conseguir pagar, tem uma diferença enorme.

    E aí, vocês acham que vale a pena quebrar o banco pelo Watson? Ou será que é melhor focar em outras posições e deixar ele ir embora?

    Uma coisa é certa: essa offseason vai definir se o Denver ainda tem chance real de título com o Jokić no auge, ou se vão desperdiçar mais alguns anos da carreira do melhor pivô do mundo. A pressão tá toda em cima da diretoria agora.

  • Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Braun assume culpa da eliminação do Nuggets mesmo machucado

    Olha, eu sempre respeitei a postura do Christian Braun, mas o que ele falou depois da eliminação dos Nuggets me deixou meio dividido. O cara jogou toda a série contra os Wolves com uma torção séria no tornozelo esquerdo e ainda uma lesão na panturrilha que ninguém sabia — e mesmo assim botou a culpa toda nas costas dele.

    “É inaceitável. Especialmente com o talento que temos neste elenco”, disse Braun após Denver cair por 4-2 na primeira rodada. “Uma eliminação na primeira fase não é aceitável. Temos que nos recuperar. Vocês podem botar isso nas minhas costas.”

    Cara, que maturidade absurda. Mas será que não é maturidade demais?

    Os números contam a história

    Vamos aos fatos: Braun fez média de apenas 8.3 pontos e 3.5 rebotes nos playoffs, bem longe dos números que o fizeram ganhar aquela extensão de cinco anos por US$ 125 milhões. Na temporada passada, o monstro liderou todos os armadores da NBA em eficiência de arremesso (66.5%) e foi o cara que mais fez pontos em contra-ataques.

    Desta vez? A porcentagem de três caiu de 39.7% para 30.1%. Nos últimos quatro jogos da série, fez apenas 5.5 pontos por jogo com 6 acertos em 17 tentativas. O pior é que você via ele recuando nos ataques à cesta — justamente o que fazia dele especial.

    A lesão na panturrilha aconteceu logo no Jogo 1 contra Minnesota, e olha que o tornozelo esquerdo já tinha tirado ele de 38 jogos na temporada regular. Coincidência? O pé esquerdo é o de apoio dele pros saltos.

    Entre a responsabilidade e o bom senso

    “Eu poderia ficar aqui inventando todas as desculpas”, continuou Braun. “Poderia culpar meu tornozelo, poderia culpar lesões que as pessoas nem sabem que existem. Mas isso não importa realmente. Se vou estar em quadra, a expectativa é ganhar.”

    Sinceramente? Eu admiro a postura, mas acho que ele tá sendo duro demais consigo mesmo. Claro que Denver tinha que ir além da primeira rodada — era a primeira eliminação precoce em quatro anos. Mas jogar machucado desse jeito e ainda assim assumir toda a responsabilidade… não sei se é heroísmo ou falta de bom senso da comissão técnica.

    O problema maior é que agora os Nuggets estão numa situação complicada. Trocar Braun significaria mandar assets junto, já que eles não têm picks de primeira rodada disponíveis (usaram a escolha de 2032 pra se livrar do contrato do Michael Porter Jr. no ano passado).

    E aí, vocês acham que Braun consegue se recuperar e justificar aquele contratão na próxima temporada? Ou Denver deveria ter pensado duas vezes antes de apostar tanto num cara que já tinha histórico de lesões?

  • Aaron Gordon no Suns? Calma aí, galera

    Aaron Gordon no Suns? Calma aí, galera

    Olha, eu sei que o mercado da NBA é sempre uma loucura e todo mundo fica doido imaginando jogadores nos seus times preferidos. Mas essa história do Aaron Gordon no Phoenix Suns? Vou ser sincero com vocês: tá mais pra sonho de fã do que realidade.

    O Gordon é um baita jogador, não vou negar. Ex-Arizona, joga de ala-pivô, tem físico, defende bem… É exatamente o que o Suns precisa, né? O time sofre há tempos na posição 4, sempre parece pequeno demais, e isso aparece principalmente no garrafão. Os caras terminam sempre entre os piores da liga tanto pra finalizar quanto pra defender perto da cesta.

    Por que não vai rolar?

    A matemática é simples, galera. O que o Suns tem pra oferecer pro Denver que realmente faça diferença? Fora mandar alguns jovens promessores, não tem muito. E convenhamos, trocar os poucos prospectos que você tem por um veterano não é exatamente o movimento mais inteligente agora.

    Mas o que me chama atenção mesmo é essa classificação do Suns como time “win now”. Gente, com todo respeito, mas os Suns NÃO estão em modo “ganhar agora”. Modo “win now” é o que o próprio Nuggets vive – você tem um MVP (o Jokić), tem chances reais de título, cada movimento é pensado pra maximizar essa janela.

    O Phoenix não está nesse patamar. Dói falar isso? Dói. Mas é a realidade.

    O que os Suns deveriam fazer então?

    Na minha opinião? Continuidade, meu amigo. Esse time levou uma pancada das lesões na temporada passada e nunca conseguiu ter dados suficientes pra entender quem realmente é. Eu apostaria em manter o núcleo e ver o que rola com saúde.

    Pessoalmente, eu traria o Collin Gillespie de volta pro banco, colocaria o Rasheer Fleming no cinco titular e moveria o Dillon Brooks pra ala – onde ele pode ser o demônio defensivo que a gente sabe que ele é. Mas esses são movimentos de reconstrução, não de “win now”.

    Assistindo aquele documentário dos Jail Blazers na Netflix (recomendo, por sinal), fica claro como química é algo frágil. Aquele time de Portland quase eliminou os Lakers em 2000, mas bastou mexer nas peças certas pra tudo desabar.

    E aí, vocês acham que o Suns deveria mesmo ir atrás do Gordon ou focar em desenvolver o que já tem?

  • Jokic vai ganhar R$ 1,5 bilhão e Nuggets confirmam técnico

    Jokic vai ganhar R$ 1,5 bilhão e Nuggets confirmam técnico

    Cara, quando eu vi essa notícia quase engasguei com o café. O Denver Nuggets acabou de confirmar que David Adelman continua como técnico E que o Nikola Jokic vai assinar uma extensão de contrato que pode chegar a 290 milhões de dólares por quatro anos. Isso aí, 290 MILHÕES. Convertendo pro real, estamos falando de quase 1,5 bilhão de reais.

    Sinceramente? Era óbvio que isso ia acontecer. O Jokic é literalmente o cara mais importante da franquia desde… sempre? O sérvio monstro já ganhou dois MVPs e levou o time ao título em 2023. Mesmo com aquela eliminação dolorosa pro Timberwolves na primeira rodada, ninguém ia deixar o melhor pivô do planeta escapar.

    Adelman segue no comando (por enquanto)

    Segundo o Shams Charania da ESPN, o emprego do Adelman está “seguro”. Olha, eu entendo a decisão, mas não vou mentir – esperava pelo menos uma conversa mais séria sobre o futuro. O time fez 54-28 na temporada regular, foi o terceiro colocado no Oeste e… caiu na primeira rodada.

    Isso dói, cara. Principalmente porque o Jokic tá no auge da carreira. Quantas janelas de título esse cara ainda vai ter? Por outro lado, o Adelman assumiu no meio da temporada quando o Michael Malone saiu, então talvez mereça uma chance completa.

    Mudanças no elenco vão rolar

    Aqui que a coisa fica interessante. O Charania deixou claro que “mudanças reais no elenco” estão chegando. A pergunta é: quem sai e quem entra? O Aaron Gordon tem contrato caro, o Michael Porter Jr. também… E sinceramente, precisa mesmo de mexidas.

    O que vocês acham? Dá pra montar um time campeão ao redor do Jokic com esse núcleo atual? Eu tenho minhas dúvidas. O cara é um gênio do basquete, faz jogadas que eu nem sabia que eram possíveis, mas basquete é esporte coletivo. Precisa de peças que se encaixem perfeitamente.

    A boa notícia é que com o Jokic garantido até 2029 (se assinar mesmo), o Denver tem tempo pra construir algo especial. E convenhamos – ter o melhor passador da liga, um cara que faz triple-double dormindo, é meio caminho andado pra qualquer título.

    Agora é torcer pra que essas “mudanças reais” sejam pra melhor. Porque desperdiçar os anos de pico do Jokic seria crime contra o basquete.

  • Nuggets no sufoco: time do Jokić está praticamente sem saída

    Nuggets no sufoco: time do Jokić está praticamente sem saída

    Olha, eu não acredito que estou escrevendo isso, mas o Denver Nuggets está numa sinuca de bico danada. Time que tem o melhor jogador do mundo — sim, Nikola Jokić é um monstro absoluto — e que viu Jamal Murray fazer a melhor temporada da carreira dele, acabou caindo logo na primeira rodada dos playoffs para os Timberwolves. Em seis jogos. Para um time machucado.

    Isso dói só de escrever.

    O cenário é bem complicado

    Vamos aos fatos: Jokić obviamente fica. Murray também deve ficar, especialmente depois de finalmente conseguir sua primeira convocação para o All-Star Game — 25.4 pontos e 7.1 assistências por jogo, números de respeito. A química entre os dois funciona, isso ninguém discute.

    Mas depois desses dois… cara, a situação complica rápido. Christian Braun ganhou uma extensão de 125 milhões de dólares que já está parecendo um problemão — o garoto teve uma temporada bem fraca. Aaron Gordon encaixa perfeitamente no sistema, mas está ficando mais velho e o contrato mais pesado.

    E o pior de tudo? Os Nuggets estão completamente sem flexibilidade financeira. O time está gastando 201 milhões de dólares só em salários e ainda vai passar do segundo limite salarial. Traduzindo: eles não têm praticamente nenhuma ferramenta para melhorar o elenco.

    A janela do Jokić está se fechando?

    Sinceramente, essa é a parte que mais me preocupa como fã de basquete. Jokić está no auge — o cara é um triple-double ambulante, faz jogadas que desafiam a física — mas está carregando um peso absurdo nas costas. Quantas temporadas mais ele vai conseguir fazer isso?

    O Denver tem apenas as picks 26 e 49 do Draft para trabalhar. É muito pouco para um time que precisa de profundidade urgentemente. Eles vão ter que fazer milagre ou trocar peças caras por jogadores mais baratos — o que nunca é garantia de melhora.

    Peyton Watson é agente livre restrito, então pelo menos eles podem manter ele se quiserem. Mas Bruce Brown, que foi importante no título de 2023, pode ir embora sem retorno nenhum.

    E agora, Denver?

    Na minha opinião, o Nuggets está numa daquelas situações que todo time teme: bom demais para reconstruir, mas sem recursos para dar o próximo passo. Eles são reféns dos próprios contratos.

    O que mais me incomoda é ver o melhor momento do Jokić sendo desperdiçado assim. O sérvio merece mais ajuda, mas o front office se amarrou com contratos questionáveis. E aí, vocês acham que o Denver consegue dar a volta por cima só com peças internas?

    Uma coisa é certa: se eles não resolverem isso logo, podem acabar vendo uma das gerações mais talentosas da franquia escorrer pelos dedos. E isso seria uma tragédia para qualquer fã de bom basquete.

  • MPJ confessa que odiou ser trocado pro Nets, mas mudou de ideia

    MPJ confessa que odiou ser trocado pro Nets, mas mudou de ideia

    Cara, o Michael Porter Jr. nunca decepciona quando resolve falar, né? O cara foi parar num podcast aí e soltou umas bombas sobre a troca dele do Denver pro Brooklyn no ano passado.

    Olha só a sinceridade do monstro: quando soube que tava sendo mandado pros Nets, ele ficou PISTOLA. “Minha primeira reação foi ficar doente”, admitiu ele. E o motivo? “Eu sabia que o Brooklyn não era um time bom na época e eu odiava Nova York”.

    Do ódio ao amor em Nova York

    MPJ explicou que sempre detestou NYC por ser muito claustrofóbico. Vindo do Missouri, no meio do nada americano, a diferença era brutal. “Nova York é o oposto de onde eu cresci”, falou ele.

    Mas aí que tá o plot twist — depois que chegou lá e conheceu melhor a cidade, o cara mudou completamente de opinião. “Agora que conheço meu caminho por lá, é incrível! Nova York tá pegando fogo!”, disse empolgado.

    Sinceramente, adoro essa honestidade dele. Quantos jogadores admitiriam que odiaram uma troca no começo?

    Nets tem futuro, segundo MPJ

    Sobre o time, Porter tá bem otimista. Chamou a cultura do Nets de “ótima” e destacou que é uma equipe jovem — ele é só o terceiro mais velho do elenco aos 27 anos. Imaginem isso!

    “Mesmo não tendo ido bem essa temporada, consigo ver o futuro. Somos o time mais jovem da liga e temos muito dinheiro pra gastar”, falou ele sobre as perspectivas do Brooklyn.

    E vocês acham que ele tá certo? Porque olhando friamente, os Nets têm sim potencial pra crescer nos próximos anos.

    Denver se arrependeu?

    Agora vem a parte mais interessante. Quando perguntaram se o Denver teria ganhado o título com ele no elenco (lembrando que eles caíram na primeira rodada), MPJ foi direto: “Sim, eles nunca deveriam ter me trocado”.

    Cara, isso é pesado. O Nuggets trocou ele e um pick desprotegido de 2032 por Cam Johnson e espaço salarial. Bill Simmons até chamou de “uma das piores trocas da década” — e se ele tava falando do lado do Denver, pode ter razão mesmo.

    MPJ tá “vivendo sua melhor vida no Brooklyn”, nas palavras dele. E considerando como as coisas andaram em Denver depois, talvez a troca tenha sido boa pra todo mundo no final das contas. O que vocês acham — foi melhor pra ambos os lados?

  • Os 5 jogos mais marcantes da história dos Timberwolves

    Os 5 jogos mais marcantes da história dos Timberwolves

    Cara, os Wolves acabaram de fazer história de novo. Na última quinta-feira, eles eliminaram nada menos que o Denver Nuggets — sim, o time do Jokic — numa performance que sinceramente me deixou de queixo caído.

    E olha que essa série não fazia o menor sentido no papel. O Anthony Edwards machucou. O Donte DiVincenzo rompeu o tendão de Aquiles. O Ayo Dosunmu ficou fora por lesão na panturrilha. Kyle Anderson também não conseguiu jogar. No Jogo 6, o banco do Minnesota estava praticamente dizimado.

    Mesmo assim, eles bateram o Denver. Bateram o Jokic. Bateram o Jamal Murray.

    Uma vitória coletiva absurda

    Sabe o que mais me impressionou? Não foi um show individual do Ant. Foi basquete coletivo no seu melhor nível. Jaden McDaniels jogou 45 minutos, fez 32 pontos e literalmente trancou o Jamal Murray. O Rudy Gobert dominou o garrafão. Julius Randle apareceu nos momentos decisivos.

    O Terrence Shannon Jr., na sua primeira partida como titular nos playoffs, jogou sem medo nenhum. Mike Conley roubou alguns anos do Padre Tempo e deu a estabilidade que o time precisava. Naz Reid atacou a cesta. Jaylen Clark saiu do banco como um wolverine raivoso.

    Todo mundo contribuiu. Foi uma daquelas noites mágicas onde o todo ficou maior que a soma das partes machucadas.

    Onde essa vitória se encaixa na história?

    Isso me fez pensar: onde esse Jogo 6 contra o Denver se encaixa na história dos Timberwolves? Não estou falando do mais divertido ou mais maluco — estou falando do mais IMPORTANTE mesmo.

    Na minha visão, jogos de playoffs sempre pesam mais que temporada regular. Por mais que um jogo de janeiro possa ser épico, não tem o mesmo peso de uma eliminatória. E eu priorizo jogos decisivos, aqueles que realmente definem uma série ou quebram uma maldição.

    Esse critério me fez montar uma lista dos cinco jogos mais marcantes da franquia. E cara, que história rica os Wolves têm quando você para pra pensar. Desde aquela dança do Sam Cassell com as “big balls” em 2004 contra o Sacramento até essa eliminação do Denver agora em 2026.

    O mais louco é que esse time conseguiu algo que parecia impossível: eliminar o atual campeão sem seu elenco principal. E fizeram isso jogando aquele basquete bonito de se ver, onde cada jogador sabe exatamente seu papel.

    Vocês acham que essa vitória contra o Denver vai entrar pra história como uma das mais importantes da franquia? Eu sinceramente acho que sim. Foi uma daquelas noites que você lembra pra sempre.

  • Jokic vai ganhar quase R$ 1,5 BILHÃO nos próximos 4 anos

    Jokic vai ganhar quase R$ 1,5 BILHÃO nos próximos 4 anos

    Gente, vocês viram o valor que o Nikola Jokic vai assinar com o Denver? 278 milhões de dólares em 4 anos. Isso é quase 1,5 bilhão de reais, pelo amor de Deus! O cara simplesmente vai se tornar um dos atletas mais bem pagos da história do esporte mundial.

    E olha que coisa interessante — ano passado ele RECUSOU uma extensão de 212 milhões por 3 anos. Na época eu pensei “será que ele tá querendo vazar de Denver?”. Que nada. O monstro só queria esperar pra ganhar ainda mais grana. Jogada de mestre.

    Fidelidade mesmo com time quebrado

    O que mais me impressiona é a lealdade do Jokic. Cara, os Nuggets foram eliminados na primeira rodada dos playoffs — uma decepção absurda pra um time que foi campeão há dois anos. E mesmo assim, segundo o Shams Charania, o sérvio tá 100% comprometido com Denver.

    “Ele não tá falando em sair, não tá olhando pra outros times. Ele simplesmente diz: ‘Eu tô aqui, não importa o que aconteça, vou renovar’”, disse o jornalista. Isso é coisa rara na NBA de hoje, pessoal. Jogador estrela que fica mesmo quando o time não tá funcionando.

    Mas o elenco vai mudar

    Agora, não pensem que vai ser tudo igual. O próprio Jokic admitiu que os Nuggets não estão nem perto de brigar pelo título no momento — uma realidade dura pra quem ganhou tudo em 2023.

    A diretoria de Denver vai ter que mexer no elenco, mas tá numa situação financeira complicadíssima. Com o salary cap da NBA cada vez mais restritivo e os Nuggets já gastando uma fortuna, vai ser difícil trazer peças de qualidade.

    Sinceramente? Acho que vai ser um quebra-cabeça e tanto. Como você monta um time competitivo quando seu melhor jogador ganha quase 70 milhões por ano e você não tem muito espaço no teto salarial?

    Vocês acham que o Jokic vai conseguir outro anel em Denver com essas limitações financeiras? Ou será que deveria ter considerado ir pra um time com mais recursos? Deixem aí nos comentários!

  • Nuggets querem blindar Peyton Watson – e o preço pode ser salgado

    Nuggets querem blindar Peyton Watson – e o preço pode ser salgado

    Olha, eu sabia que ia chegar essa hora. Peyton Watson tá virando uma das joias mais cobiçadas da offseason, e o Denver Nuggets já avisou que não vai deixar ele escapar de jeito nenhum.

    De acordo com o Jake Fischer, fontes dentro da organização deixaram claro: a prioridade número 1 dos Nuggets nessa offseason é renovar com o Watson. E faz todo sentido, né? O cara de 22 anos finalmente explodiu essa temporada e mostrou por que era considerado uma das maiores promessas do Draft de 2022.

    A briga pelos serviços do jovem ala

    Mas calma que a coisa não vai ser fácil. Watson vai ser agente livre irrestrito no verão, e já tem uma galera de olho nele. Bulls, Lakers e Nets estão todos na fila querendo conversar com o jovem ala.

    E aqui é onde a coisa fica interessante (e cara): executivos ao redor da liga acreditam que Watson pode arrancar um contrato ainda mais gordo que o do Christian Braun – que assinou por cinco anos e US$ 125 milhões. Mano, isso é MUITA grana pra um cara que há dois anos ainda tava tentando se firmar no banco.

    Vale a pena apostar tanto assim?

    Sinceramente? Eu acho que sim. Watson tem tudo pra ser uma peça fundamental no futuro dos Nuggets. A defesa dele é sólida, tem tamanho (1,98m) e velocidade pra marcar várias posições, e o arremesso de 3 melhorou muito essa temporada.

    O problema é que Denver já tem uma folha salarial pesada com Jokic, Murray e companhia. Mas se você tem um jovem talento que pode te ajudar a competir pelos próximos 5-7 anos, você não deixa ele ir embora, né?

    E aí, vocês acham que Watson vale esse investimento todo? Ou os Nuggets vão acabar pagando caro demais por um jogador que ainda tá se provando?