Tag: Devin Booker

  • Por que os Suns não podem descartar Jalen Green ainda

    Por que os Suns não podem descartar Jalen Green ainda

    Olha, vou ser honesto com vocês: quando vi que os Suns estão pensando em se desfazer do Jalen Green, quase cuspi o café. Cara, eu entendo as frustrações com a temporada dele, mas trocar esse monstro agora seria um erro gigantesco.

    Vamos aos fatos: Green chegou no Arizona em junho passado naquela troca histórica que mandou o Kevin Durant para Houston. A expectativa era alta — um cara com esse atletismo ao lado do Devin Booker? Era pra dar liga.

    A temporada complicada que todo mundo viu

    Não vou passar pano: a primeira temporada dele no Valley foi uma montanha-russa. Lesão no posterior da coxa que tirou ele de dezembro inteiro e quase todo janeiro. Arremesso de 3 despencou pra 31,3%. Aproveitamento geral de 42,2%. Números que fazem qualquer GM perder o sono.

    Em 32 jogos na temporada regular, ele fez média de 17.8 pontos, 3.6 rebotes e 2.8 assistências. Mas aqui que a coisa fica interessante: nas vitórias dos Suns, ele acertava 45% dos arremessos e 33,6% das bolas de 3. Nas derrotas? Despencava pra 39% e 28,3%. Quando o Green não tá com a mão quente, ele meio que sequestra o ataque e atrapalha a movimentação de bola.

    Mas aí que tá — e vocês lembram daquele jogo decisivo contra o Warriors no play-in? O cara simplesmente resolveu salvar a temporada dos Suns. Foi um show à parte.

    Por que trocar seria loucura agora

    Sinceramente, acho que descartar o Green agora seria pânico. O cara tem 22 anos e um potencial físico absurdo. Aquela primeira passada dele é coisa de outro mundo, e quando ele resolve descer pro garrafão, é problema na certa pro adversário.

    Mesmo numa temporada ruim de arremesso, os times ainda respeitavam ele na linha de 3. Por quê? Porque todo mundo sabe que se der um espacinho, ele explode. E quando o Booker tá comandando o ataque, ter o Green na ala muda completamente a geometria da quadra.

    Olha, eu vi muito brasileiro promissor ser trocado cedo demais na NBA. O Green ainda tá se adaptando ao sistema, se recuperando de lesão, encontrando o ritmo. Trocar ele agora seria que nem o Vasco vendendo o Coutinho jovem — você sabe que vai se arrepender depois.

    E aí, o que vocês acham? Os Suns deviam dar mais uma chance pro Green ou partir pra uma troca grande? Na minha opinião, paciência é a palavra-chave aqui. Esse cara ainda vai dar muito trabalho na liga.

  • Booker cai menos do que você imagina (e os dados provam)

    Booker cai menos do que você imagina (e os dados provam)

    Olha, eu tô cansado dessa conversa sobre simulação na NBA. Todo mundo fica falando que o Devin Booker é um dos caras que mais apela pra arbitragem, que vive no chão tentando arrancar falta. Mas será que isso é verdade mesmo?

    Um cara lá do Yahoo Sports resolveu fazer o trabalho sujo e analisou quanto os astros da liga realmente caem durante os arremessos nos playoffs. E adivinha? O resultado sobre o Booker vai te surpreender.

    Os números não mentem

    Depois de assistir TODOS os 70 arremessos do Booker na primeira rodada contra o Thunder (sim, alguém teve essa paciência), os dados mostraram que ele caiu em apenas 10% das tentativas. Na primeira olhada, parece muito — você pensaria “cara, um a cada dez arremessos ele tá no chão”.

    Mas espera aí. A história fica interessante quando você separa os números. Nas jogadas onde ele realmente sofreu falta, a taxa sobe pra 30%. Faz sentido, né? Se você leva pancada, é natural ir pro chão. Agora, nas jogadas SEM falta? Apenas 6,7%.

    Pra você ter uma ideia, o Shai Gilgeous-Alexander (aquele monstro do Thunder) lidera a lista com 17,4%. O James Harden aparece com 11,9%. Ou seja, o Booker tá longe de ser o pior da turma.

    A verdade sobre o estilo do cara

    Sinceramente? Depois de ver todos esses arremessos, uma coisa me chamou atenção: o Booker tem um dos jumpers mais lindos da liga. Sério mesmo. É suave, equilibrado, uma beleza de se ver — mesmo quando não entra (e olha que ele tava meio frio nesses playoffs com 46/25/79).

    Mas o que mais me impressionou foi como ele se mantém em pé mesmo levando porrada. Claro que ele busca o contato — todo craque faz isso. Mas ele não fica se jogando no chão feito um saco de batata a cada respirada do defensor.

    As três quedas em jogadas com falta foram legítimas. Sem chutar as pernas, sem drama desnecessário. Levou pancada, foi pro chão. Ponto.

    E aí, mudou sua opinião?

    Olha, eu sempre achei essa história de que o Booker é um simulador meio exagerada. O cara joga duro, busca o contato (como qualquer pontuador de elite), mas não transforma cada arremesso numa peça de teatro.

    Vocês acham que esses números mudam alguma coisa na percepção sobre ele? Ou o preconceito já tá tão enraizado que nem dados concretos conseguem mudar a narrativa?

    Uma coisa é certa: da próxima vez que alguém vier falar que o Booker vive no chão, você já tem os números pra rebater. 6,7% em jogadas sem falta. Esse é o fato.

  • Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Cara, eu não consigo parar de pensar numa coisa: quando foi a última vez que você assistiu um jogo do Phoenix Suns e saiu satisfeito? Não estou falando de ganhar título nem nada do tipo — só de assistir um basquete gostoso, que faz sentido.

    Pois é, parece que em 2025-26 isso finalmente aconteceu.

    O boletim que os pais queriam ver

    Saiu agora o relatório completo da temporada dos Suns, e mano… que diferença. Olhando as notas individuais dos jogadores, a pior nota foi C- pro Ryan Dunn. Sem reprovação. Sem D. Sem F.

    Compare isso com a temporada passada, quando o time estava uma bagunça total. Bradley Beal levou F+, Bol Bol e companhia tiraram D… Era de dar dó mesmo.

    Devin Booker e Dillon Brooks tiraram A-, Jordan Goodwin foi o cara com A+ (e mereceu cada ponto dessa nota, na minha opinião). Até jogadores como Oso Ighodaro e Mark Williams mostraram evolução consistente. É o tipo de relatório que você mostraria orgulhoso pros seus pais — se ainda fizessem isso hoje em dia.

    Sensação de time, finalmente

    Sabe qual foi a grande mudança? Os Suns voltaram a parecer um TIME DE BASQUETE. Não aquela colagem maluca de ego e expectativa que a gente viu nos últimos anos, rezando pra que o talento individual resolvesse tudo.

    Eu mesmo comecei a sentir animação antes dos jogos, cara. Ao invés daquela preparação emocional pro desastre que virou rotina. Isso já é um baita progresso.

    A identidade estava se formando. Os caras mais novos evoluindo visivelmente. Dava pra sentir que a organização tinha uma direção, mesmo sabendo que ainda tá longe — bem longe — de brigar por título.

    Mas e aí, foi só sorte?

    A grande pergunta é: isso foi só um lampejo ou o começo de algo maior? Daqui uns anos, quando olharmos pra trás, essa temporada vai representar o que exatamente?

    Sinceramente, acho que foi o primeiro passo real rumo a algo sustentável. Depois de tanto caos e frustração, só restaurar o prazer de assistir já foi uma vitória. Ninguém vai pendurar faixa de “progresso encorajador” no teto, óbvio. Mas às vezes você precisa aprender a caminhar antes de correr, né?

    E vocês, sentiram essa diferença também? Ou acham que ainda é cedo pra ter esperança nos Suns?

  • The Athletic rankeou jogadores da NBA: e o Phoenix Suns?

    The Athletic rankeou jogadores da NBA: e o Phoenix Suns?

    Olha, eu sempre fui viciado em rankings. Sabe aqueles tier lists que fazem pros jogadores da NBA? Pois então, o pessoal do The Athletic soltou uma análise completa dividindo todos os caras da liga em categorias, e claro que fui correndo ver onde os nossos Suns se encaixaram.

    E cara, que exercício interessante eles fizeram.

    Como funciona essa classificação?

    O Law Murray, que é o jornalista responsável por essa loucura, dividiu os jogadores em cinco tiers principais. No topo (Tier 1) estão os 10 melhores da liga — aqueles caras que disputam o First Team All-NBA. No Tier 2, os outros 20 que completam os 30 melhores, jogadores All-Star que podem liderar um time decente.

    Daí pra baixo vai descendo: Tier 3 são os considerados “stars” mas que idealmente não deveriam ser a primeira opção do time. Tier 4 são bons titulares, e Tier 5 são jogadores de rotação de qualidade.

    Basicamente, é o que qualquer um que joga fantasy já sabe — organizar por categorias facilita muito a vida na hora de avaliar.

    E onde ficaram nossos Suns?

    Bom, prepare-se porque a lista não é das mais animadoras:

    Devin Booker apareceu no Tier 2D. Ou seja, ainda está entre os 30 melhores da liga, mas numa subcategoria mais baixa dentro do grupo All-Star. Sinceramente? Não discordo muito não. O Book é craque, mas ainda precisa provar que consegue ser O cara de um time campeão.

    Dillon Brooks ficou no Tier 4C — um bom titular, não exatamente um astro. E olha, considerando como ele jogou desde que chegou em Phoenix, até que faz sentido.

    Jalen Green também no Tier 4, só que no 4E. Cara, eu ainda tenho fé no Green, mas ele realmente precisa dar o salto que todo mundo esperava quando saiu de Houston.

    Completando a lista: Collin Gillespie no Tier 5A e Grayson Allen no 5B. Ambos como peças de rotação, o que é justo.

    Minha opinião sobre tudo isso

    Não vou mentir, ver só cinco jogadores dos Suns nessa lista me deixou meio dividido. Por um lado, mostra que o time realmente não tem aquela profundidade que os grandes contenders têm. Por outro, talvez seja um sinal de que alguns caras estão sendo subestimados.

    O que vocês acham? Booker merecia estar mais alto? Green tem potencial pra subir alguns degraus essa temporada? E mais importante: dá pra brigar por playoff com esse elenco aí?

    Uma coisa é certa — se os Suns quiserem voltar a ser relevantes, vão precisar que pelo menos dois ou três desses jogadores elevem o nível. Não dá pra depender só do Book pra sempre.

  • Booker fez o que precisava, mesmo sem brilhar nas estatísticas

    Booker fez o que precisava, mesmo sem brilhar nas estatísticas

    Cara, vou ser sincero: quando a temporada começou, todo mundo já sabia que o Devin Booker ia ter que carregar os Suns nas costas. O time estava numa transição danada, galera jovem chegando, e o Book ali como o veterano que tinha que segurar a bronca.

    E olha, ele fez exatamente isso. Só que não do jeito que a gente esperava.

    Os números contam uma história estranha

    Booker teve 26.1 pontos por jogo, 6.0 assistências e 3.9 rebotes. Números sólidos, mas se você olhar mais de perto, vai ver que a eficiência dele caiu um pouco. O arremesso de 3 foi pra 33%, o aproveitamento de quadra pra 45.6% – nada absurdo, mas não é aquele Booker cirúrgico que a gente conhece.

    Só que aí que tá a pegada: ele sacrificou a própria eficiência pelo bem do time. Sabe quando você joga bola e deixa de fazer a jogada mais fácil pra dar uma chance pro parceiro crescer? Foi isso que o Book fez o ano todo.

    A prova tá nos números do time. Com ele em quadra, os Suns tinham rating ofensivo de 115.9 e fizeram 37-27. Sem ele? 110.0 de rating e só 8-10. Uma diferença monstruosa.

    O líder que Phoenix precisava

    Eu sempre falo que existem dois tipos de estrela: aquela que brilha sozinha e aquela que faz todo mundo brilhar junto. Booker virou do segundo tipo essa temporada. Ele liderou a liga toda em assistências secundárias com 1.2 por jogo – ou seja, ele fazia a jogada que gerava a jogada que virava ponto.

    E tem outro detalhe que poucos repararam: ele jogou só 33.5 minutos por jogo. Nas duas temporadas anteriores, eram mais de 36. Isso não é coincidência não – é gestão inteligente de um cara que entendeu que não precisava mais se matar em quadra toda noite.

    Os garotos como Khaman Maluach, Koby Brea e Rasheer Fleming cresceram na sombra dele. É impressionante como um veterano bem posicionado consegue acelerar o desenvolvimento de um time jovem.

    Booker, o estabilizador

    Sinceramente? Acho que essa foi uma das temporadas mais importantes da carreira do Booker, mesmo não sendo a mais vistosa. Ele provou que consegue ser algo além de um cestinha – virou um verdadeiro floor general.

    Claro que todo mundo queria ver ele quebrando recordes e fazendo 30+ por noite. Mas olhando o contexto todo, ele fez a escolha certa. Phoenix não precisava de um Booker heroico, precisava de um Booker líder.

    E aí, vocês acham que ele vai manter esse estilo mais facilitador ou volta a ser o protagonista total na próxima temporada? Porque com 29 anos e ainda no auge, as possibilidades são infinitas pra esse monstro.

  • Suns querem trocar jogador por pick da 1ª rodada – será que vale?

    Suns querem trocar jogador por pick da 1ª rodada – será que vale?

    Olha só que situação curiosa: o Phoenix Suns não tem pick de primeira rodada no draft deste ano, mas segundo o Kevin O’Connor do Yahoo Sports, eles vão “explorar” todas as possibilidades pra conseguir um. E sinceramente? Eu entendo a estratégia, mas o preço pode ser salgado.

    Nos últimos dois drafts, Phoenix pegou Ryan Dunn e Khaman Maluach na primeira rodada — dois caras que têm tudo pra ser peças importantes no futuro. Agora eles só têm a 47ª escolha (17ª da segunda rodada) depois de terem negociado o Jusuf Nurkic pro Charlotte na trade deadline do ano passado.

    O preço das estrelas

    Cara, a realidade tá batendo na porta dos Suns. Eles sacrificaram MUITO draft capital pra conseguir Bradley Beal e Kevin Durant, e até agora… cadê o anel? Enquanto isso, times como Oklahoma City Thunder e San Antonio Spurs — que todo mundo achava que iam demorar pra brigar — já tão voando na liga.

    O time até fez uma campanha de playoffs inesperada essa temporada, mas o Brian Gregory (presidente do time) tá numa sinuca: precisa construir um elenco ao redor do Devin Booker usando free agency e desenvolvimento de jogadores, quando o ideal seria usar o draft.

    Quem pode sair de Phoenix?

    Se os Suns realmente quiserem um pick de primeira, alguém vai ter que ir embora. Grayson Allen e Royce O’Neale aparecem como candidatos — ambos tiveram as melhores temporadas das carreiras e ainda têm dois anos de contrato. O problema é que esses caras foram importantes na temporada surpreendente do time.

    Olhando o plantel jovem, eles basicamente só têm Ryan Dunn, Khaman Maluach, Oso Ighodaro e Rasheer Fleming como apostas pro futuro. Não é exatamente uma base sólida pra reconstrução, né?

    O único pick não protegido que eles podem negociar é o de 2033 — e só podem fazer isso no dia do draft. Imagina a pressão de ter que decidir na hora!

    Na minha opinião, os Suns tão numa encruzilhada clássica: apostar no agora ou pensar no futuro. Com Booker ainda no auge, faz sentido tentar mais uma vez. Mas será que vale sacrificar mais peças por um draft pick, mesmo sendo uma classe considerada forte? Vocês fariam essa troca?

  • Suns campeão com Booker? Ishbia tá sonhando alto demais

    Suns campeão com Booker? Ishbia tá sonhando alto demais

    Olha, eu amo a confiança do Mat Ishbia quando ele fala que os Suns vão ser campeões com o Devin Booker. Mas cara, depois de assistir esses playoffs inteiros como um maníaco — e sim, eu sou desses doentes que assiste cada jogo como se fosse um scout — uma coisa fica bem clara: Phoenix tá muito, muito longe de um título.

    Ishbia falou com toda a convicção do mundo: “Vou entrar no fogo com Devin Booker, e farei isso com orgulho. Booker não vai ser trocado. Ele é nosso jogador franquia. Vamos ganhar um campeonato aqui com Devin Booker.” Bonito, né? Mas falar é fácil — fazer acontecer é outra história completamente.

    A realidade bateu forte nestes playoffs

    Mano, se você acompanhou os playoffs como eu, deve ter ficado chocado com o que rolou. O Oklahoma City Thunder simplesmente destroçou todo mundo pela frente. Fizeram picadinho dos Lakers, passaram por cima dos Suns como um trator. 8-0 direto pras finais do Oeste!

    E do outro lado? San Antonio Spurs eliminando Minnesota em seis jogos. Cara, os Spurs são praticamente bebês na NBA e já estão brigando por uma vaga nas Finais. Isso que é absurdo de ver.

    A verdade é crua: enquanto OKC e San Antonio combinam talento jovem com profundidade e flexibilidade financeira, os Suns estão carregando $23,2 milhões em dead money no salary cap. É como tentar correr uma maratona com uma pedra de 20 quilos amarrada no pé.

    Booker é monstro, mas não faz milagre sozinho

    Não me entendam mal — Devin Booker é um jogador fora de série. O cara pode facilmente dropar 40 pontos em qualquer noite. Mas basquete é esporte coletivo, e por melhor que seja, ele não consegue carregar essa franquia sozinho até o título.

    Olha só a situação: Thunder e Spurs têm núcleos jovens que vão dominar o Oeste pelos próximos anos. Shai Gilgeous-Alexander tem 26 anos, Chet Holmgren tem 22. Victor Wembanyama tem 22 também. Esses caras estão só começando!

    Enquanto isso, os Suns precisam encontrar uma fórmula mágica com um elenco caro, veterano e cheio de limitações financeiras. Sinceramente? O caminho pra uma final da NBA nos próximos cinco anos parece mais estreito que uma quadra de vôlei.

    Ishbia acertou em outras coisas

    Vou dar o braço a torcer: gosto muito do que Ishbia tem feito à frente da franquia. Ele valorizou a experiência do torcedor, tornou o time mais acessível, tentou corrigir os erros típicos de dono novato. Isso é importante demais.

    Mas uma coisa é melhorar a organização, outra é competir com esses monstros que estão surgindo no Oeste. OKC tem uma continuidade que Phoenix nunca vai ter com essa folha salarial. San Antonio tem o Wemby — um alienígena de 2,24m que defende como Mutombo e arremessa como Durant.

    E aí, vocês acham que dá pra sonhar com título tendo essa realidade pela frente? Eu quero muito que role, mas a matemática não tá fechando não.

    Na minha visão, Ishbia falou sobre continuidade e desenvolvimento na mesma entrevista — e é nisso que eu acredito mais. Construir aos poucos, desenvolver jovens, ser paciente. Porque forçar um título agora pode acabar destruindo o futuro da franquia.

    O negócio é torcer para que algum milagre aconteça. Ou que Booker vire o Michael Jordan da noite pro dia. Porque senão, esse papo de título vai ficar só no discurso mesmo.

  • Jalen Green em 2º? Os fãs do Suns rankaram todo o elenco

    Jalen Green em 2º? Os fãs do Suns rankaram todo o elenco

    Galera, finalmente saiu o ranking final dos jogadores do Suns na temporada 2025-26, e cara… as opiniões estão divididas mesmo! O pessoal da comunidade de fãs votou e o resultado mostra exatamente onde está a cabeça da torcida neste momento.

    Obviamente Devin Booker levou o primeiro lugar — isso nem precisa discutir, né? O cara é simplesmente o rosto da franquia e continua sendo o melhor jogador do time, disparado.

    A briga pelo segundo lugar foi insana

    Mas olha só que louco: Jalen Green ficou em segundo lugar no ranking da comunidade, mas por apenas cinco votos de diferença! Cinco! Isso mostra como a torcida tá dividida sobre ele. Os escritores especializados colocaram ele em terceiro, atrás do Dillon Brooks.

    Sinceramente? Eu entendo a hesitação. O Green tem um potencial absurdo, mas ainda é meio inconsistente. Às vezes ele mete 30 pontos numa noite e você pensa “esse cara vai ser All-Star”, aí no jogo seguinte ele some de quadra. É o típico dilema dos Suns nos últimos anos — entre a esperança e o ceticismo.

    E teve gente votando no Booker como “jogador de banco” só pra zoar mesmo. A natureza humana nunca falha, né? (risos)

    Outras surpresas no ranking

    Mark Williams apareceu em sétimo na votação popular, mas os especialistas colocaram ele em quinto. Faz sentido — o cara é sólido defensivamente e tem potencial pra ser um dos melhores pivôs da liga se conseguir se manter saudável.

    Khaman Maluach em décimo lugar pela torcida também chamou atenção. É uma aposta alta num cara que ainda tá se adaptando à NBA, mas o físico e a energia dele são inegáveis.

    O que mais me chama atenção é como esse ranking reflete exatamente o momento do time: meio perdido entre veteranos que já deram o que tinham que dar e jovens promessores que ainda não sabemos se vão explodir ou não.

    O retrato de uma franquia em transição

    Na real, esse SunsRank virou quase um termômetro do que a torcida pensa sobre o rumo da franquia. E olhando essa lista, dá pra ver que tem muita incerteza no ar.

    Vocês acham que o Green realmente tem potencial pra ser o segundo cara do time? Ou apostam mais no desenvolvimento dos caras mais novos como o Maluach?

    Uma coisa é certa: com mais uma offseason cheia de decisões importantes pela frente, esse ranking serve como um retrato bem honesto de onde os Suns estão agora. Entre a esperança de finalmente montar um time competitivo e o medo de mais uma temporada frustrante.

    E aí, concordam com esse ranking ou fariam diferente?

  • Zion nos Suns seria uma loucura… mas pode dar certo?

    Zion nos Suns seria uma loucura… mas pode dar certo?

    Pessoal, vocês viram que começaram a rolar uns papos INSANOS sobre uma possível troca do Zion Williamson pro Phoenix? Eu confesso que quando vi isso nas redes sociais dos Suns, quase cuspi o café. Zion no deserto do Arizona? Cara, isso seria absolutamente surreal.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi muita coisa maluca, mas essa possibilidade me deixou dividido. Por um lado, imaginem o Zion fazendo dupla com o Devin Booker — seria uma mistura explosiva de talento ofensivo que poderia dar muito certo. Por outro lado… bem, a gente sabe que o Zion vem colecionando mais machucados que jogos bons ultimamente.

    Como essa troca poderia rolar?

    Se os Suns realmente toparem essa aventura, existem algumas maneiras de fazer acontecer. A mais simples seria uma troca direta: Jalen Green pelo Zion. Green por Green, se é que me entendem (desculpem a piada ruim).

    Mas sinceramente? Acho que os Pelicans iam querer mais coisa no pacote. Talvez o Royce O’Neale entrasse junto pra equilibrar os salários. Ou até mesmo uma combinação mais maluca envolvendo Dillon Brooks e Grayson Allen — mas essa eu descarto na hora.

    Dillon Brooks virou queridinho da torcida dos Suns, e o cara tá tão integrado lá que até acompanha os jogos do Mercury (o time feminino de Phoenix). Não faz sentido nenhum trocar ele agora.

    Zion precisa mesmo de um recomeço?

    Vou ser honesto com vocês: acho que o Zion tá meio perdido em Nova Orleans. O cara chegou com aquele hype todo, era pra ser a salvação da franquia, mas entre lesões e performances inconsistentes, a coisa não fluiu como esperado.

    Uma mudança de ares poderia ser exatamente o que ele precisa. Phoenix tem uma estrutura boa, um clima que talvez ajude na recuperação física, e principalmente: um time que já tem uma base sólida. O Zion não precisaria carregar o time nas costas desde o primeiro dia.

    E vocês já imaginaram os highlights? Zion enterrando em transição depois de um passe do Booker? Seria de arrepiar.

    Mas será que vale o risco?

    Aqui é onde a coisa fica complicada. Os Suns já apostaram alto algumas vezes no passado recente e nem sempre deu certo. Será que eles tão prontos pra mais uma aposta arriscada?

    O histórico de lesões do Zion é preocupante, não vou mentir. E tem também a questão do fit no sistema de jogo. Ele conseguiria se adaptar ao estilo dos Suns? Conseguiria dividir protagonismo com outros astros?

    Na minha opinião, se o preço fosse baixo — tipo, só o Jalen Green mesmo — eu toparia a parada. Green tá meio irregular mesmo, e trocar por um cara com o potencial do Zion (mesmo com os riscos) pode valer a pena.

    E aí, galera? Vocês acham que os Suns deviam arriscar nessa? Ou é melhor ficar na zona de conforto e procurar opções mais seguras? Porque olhando de fora, essa seria uma das trocas mais interessantes da próxima offseason.

  • Ishbia derruba rumores: ‘Booker não vai ser trocado nunca’

    Ishbia derruba rumores: ‘Booker não vai ser trocado nunca’

    Cara, o Mat Ishbia foi direto ao ponto ontem. Na coletiva de imprensa do Phoenix Suns, o dono simplesmente metralhou qualquer especulação sobre uma possível troca do Devin Booker. E quando digo metralhou, é porque ele repetiu o nome do cara umas cinco vezes numa resposta só — parecia até estratégia de SEO, não vou mentir.

    “Devin Booker é nosso jogador franquia. Eu amo o Devin Booker. Devin Booker ama estar aqui”, disse Ishbia, praticamente gritando pros jornalistas que parem de inventar moda. E olha, depois da temporada que eles tiveram — sendo eliminados mas superando todas as expectativas — fez sentido ele querer deixar as coisas bem claras.

    O Suns surpreendeu todo mundo (inclusive eu)

    Vamos ser honestos aqui: quem apostava alguma coisa no Phoenix depois que eles trocaram um dos maiores cestinhas da história? Eu certamente não. As expectativas estavam lá embaixo, e o Ishbia sabe disso. Por isso ele tava todo orgulhoso na coletiva, e com razão.

    “Isso é só o começo”, foi a frase que mais ouvi do cara. E sinceramente? Começando a acreditar. Mesmo com a eliminação meio amarga (levaram uma varredinha), o time mostrou evolução clara ao longo dos playoffs contra o Thunder. Perderam o primeiro jogo feio, mas foram melhorando a cada partida.

    Gregory tá confiante no trio Booker-Brooks-Green

    O GM Brian Gregory também subiu no palco pra defender o trabalho da temporada. Primeira temporada dele no cargo e o cara tá falando que “superaram todas as situações” que enfrentaram. Meio ousado, mas considerando de onde vieram, até que faz sentido.

    A pergunta que não quer calar é se o trio Booker, Dillon Brooks e Jalen Green realmente funciona junto. Gregory disse que tem “100% de certeza” que conseguem equilibrar melhor as coisas na próxima temporada. Eu tenho minhas dúvidas, especialmente com o Green — o encaixe dele no sistema ainda tá meio forçado, na minha opinião.

    Mas vai saber, né? Se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que química de time às vezes demora pra aparecer. E com mais uma offseason pra trabalhar, quem sabe eles não conseguem fazer essa combinação dar certo?

    O que vocês acham? O Suns tá no caminho certo ou ainda tem peça que não encaixa nesse quebra-cabeça?