Tag: Doc Rivers

  • Doc Rivers mete o pau nos executives da NBA sem citar nomes

    Doc Rivers mete o pau nos executives da NBA sem citar nomes

    Cara, o Doc Rivers tá com o sangue no olho. O veterano técnico foi no podcast do Bill Simmons e aproveitou pra mandar umas indiretas bem diretas pros executivos da NBA — só que sem ter coragem de falar nome, né?

    Tudo começou quando ele tava elogiando como os Knicks montaram o time que acabou de ganhar o Jogo 1 das Finais contra os Spurs. Aí o Doc soltou: “Não quero atacar ninguém, mas vou falar uma coisa. Tem muito cara de front office por aí que sabe buscar as estrelas, mas pouquíssimos sabem como montar um time campeão de verdade.”

    As indiretas que todo mundo entendeu

    Olha, eu não sei vocês, mas pra mim ficou óbvio que ele tava se referindo aos chefões dos times onde trabalhou recentemente. O cara passou pelos Bucks, Sixers e Clippers — e curiosamente não citou NENHUM dos executivos desses times na lista dos “bons” que ele mencionou.

    Ele elogiou Danny Ainge, Brad Stevens, Sam Presti… mas Jon Horst (Bucks), Daryl Morey (ex-Sixers) e Lawrence Frank (Clippers)? Silêncio total. Coincidência? Eu acho que não.

    “Você consegue ir lá e pegar esses nomes famosos. Mas consegue fazer as outras jogadas necessárias?”, provocou o Doc. Sinceramente, depois de ver como ele saiu dos Bucks com campanha de 32-50, dá pra entender a frustração.

    Elogiando quem faz direito

    O que mais me chamou atenção foi ele elogiar como os Knicks preencheram o elenco com “coadjuvantes” de qualidade como Josh Hart e Mikal Bridges. E olha, faz sentido mesmo — no Jogo 1, enquanto Brunson e Towns combinaram 48 pontos, OG Anunoby meteu 17 pontos com arremessos decisivos no último quarto.

    Hart pegou 15 rebotes e deu 6 assistências, Bridges foi +11 com 9 pontos. Isso que é basquete coletivo, meus amigos.

    Agora, quando perguntaram sobre os coadjuvantes dos Spurs, o Doc disse que nem sabia quem eram. Meio desrespeitoso com o time jovem de San Antonio, não acham? Mas enfim, cada um com suas opiniões.

    O veterano de 64 anos já disse que tá pensando em parar de técnico depois de passar por cinco times diferentes. E pelo jeito que tá falando dos ex-chefes, acho que alguns executivos não vão sentir saudades não, hein?

  • Turner entrega o circo dos Bucks: ‘Giannis chegava na hora que queria’

    Turner entrega o circo dos Bucks: ‘Giannis chegava na hora que queria’

    Cara, quando você acha que já viu de tudo na NBA, aparece uma história dessas pra te lembrar que o basquete às vezes é mais drama que esporte mesmo. Myles Turner simplesmente resolveu contar os podres do Milwaukee Bucks no podcast dele, e sinceramente? Eu não sei se rio ou choro com o que rolou lá na temporada passada.

    No episódio do “Game Recognize Game”, Turner abriu o jogo sobre como era a dinâmica do time sob o comando do Doc Rivers. E olha, segundo ele, era uma bagunça monstra. “Os caras chegavam atrasados o tempo todo. Apareciam pra assistir filme quando queriam. Faltavam nas reuniões. Foi uma das coisas mais loucas que já vivi pessoalmente”, desabafou o pivô.

    O voo que nunca saía no horário

    A parte mais bizarra? Os voos da equipe. Turner contou que se o avião estava marcado pra decolar às 14h, eles só saíam lá pelas 16h30. “Caras chegavam HORAS atrasados no avião. Chegou num ponto que eu já sabia que não precisava aparecer até uma hora depois do horário marcado para a decolagem. Era loucura”, revelou.

    E quando a Breanna Stewart perguntou quem era o pior, Turner não teve papas na língua: “Giannis”.

    Gente, imagina só. O cara que deveria ser o líder do time sendo o primeiro a chegar na hora que bem entende? “Giannis vai aparecer quando ele quiser, sabe? Acho que isso meio que vem com o território dele. Uma vez que eu vi o que estava rolando, pensei… mais poder pra você. Eles não vão te multar mesmo. Faça o que quiser”.

    Doc Rivers e a política do ‘deixa pra lá’

    Aqui que a coisa fica mais séria. Turner explicou que Rivers tinha uma política de não multar ninguém. NINGUÉM. Em plena NBA, onde disciplina é tudo, o técnico simplesmente decidiu que não ia cobrar multas dos jogadores. E o resultado? Um time completamente sem estrutura.

    “Qualquer outro time que eu joguei, os caras eram multados. Tinha ordem e entendimento. Atrasou pro voo? Multa. Atrasou pro tratamento? Multa. Atrasou pra ver filme? Multa. Mas eu pessoalmente nunca tinha vivenciado isso na minha carreira”, desabafou Turner.

    Na minha visão, isso explica MUITA coisa sobre aquela temporada desastrosa dos Bucks. Terminaram com 32-50, ficaram fora dos playoffs, e Rivers foi mandado embora. Agora contrataram o Taylor Jenkins e torcem pra conseguir organizar essa casa.

    E vocês, o que acham? Dá pra ganhar alguma coisa com essa falta de disciplina toda? Porque eu tô aqui pensando como um time com o Giannis conseguiu essa façanha de ser tão ruim assim. Será que o problema era só o Rivers ou tem mais coisa por trás?

    Uma coisa é certa: com o Giannis podendo sair do time e essa bomba do Turner explodindo agora, os Bucks vão ter que fazer uma limpa geral se quiserem voltar a ser relevantes no Leste.

  • Turner detona Giannis: ‘chegava na hora que queria’

    Turner detona Giannis: ‘chegava na hora que queria’

    Cara, que bomba o Myles Turner soltou no podcast! O pivô dos Bucks simplesmente detonou o ambiente da equipe na temporada passada e não poupou nem mesmo o Giannis Antetokounmpo. Segundo Turner, o Greek Freak tinha um sério problema com pontualidade — chegava na hora que queria e ninguém fazia nada.

    “Giannis vai aparecer quando ele quiser, na real”, disse Turner no podcast Game Recognize Game. E não parou por aí. O cara revelou que quando viu que o astro grego podia fazer o que quisesse sem ser multado, ele pensou: “Beleza, manda ver então. Se não vão te multar mesmo, faz o que quiser”.

    Ambiente de terra de ninguém

    Olha, eu já desconfiava que tinha coisa errada naqueles Bucks, mas isso aqui é de doer. Turner pintou um cenário de completa falta de organização: jogadores chegando atrasados o tempo todo, faltando reuniões, aparecendo para assistir vídeos quando bem entendiam. “Foi uma das coisas mais loucas que já vivi na minha carreira”, desabafou.

    E o pior? Isso se estendia até para as viagens. Os caras chegavam uma hora atrasados para os voos! Uma hora! Imagina o piloto esperando esses caras porque são “estrelas”. Turner acabou se adaptando e também começou a chegar mais tarde, porque fazer o quê né?

    Doc Rivers perdeu o controle total

    Sinceramente, isso explica muito sobre o fracasso daquela temporada. 32 vitórias e 50 derrotas para um time com Giannis e Damian Lillard? Absurdo. Turner deixou claro que em todos os outros times que jogou, tinha multa, tinha ordem, tinha respeito. Nos Bucks do Doc Rivers? Terra de ninguém.

    “Em qualquer outro time que joguei, os caras eram multados. Havia uma sensação de ordem e entendimento”, comparou Turner. E agora com o Taylor Jenkins assumindo como novo técnico, a pergunta que fica é: será que ele vai conseguir colocar ordem na casa?

    Vocês acham que o Jenkins vai ter coragem de multar o Giannis se ele chegar atrasado? Porque pelo jeito, o problema não era só do Doc Rivers — era da cultura permissiva que se criou ali. Com os rumores de que o Giannis pode até ser trocado, essa bomba do Turner só confirma que tem muita coisa podre naquele vestiário.

  • Doc Rivers deixou a coisa solta demais no Bucks, diz Myles Turner

    Doc Rivers deixou a coisa solta demais no Bucks, diz Myles Turner

    Cara, que bomba o Myles Turner soltou no podcast! O pivô revelou uma parada que explica MUITA coisa sobre a temporada catastrófica do Milwaukee Bucks: o Doc Rivers simplesmente não multava ninguém, mesmo com os caras chegando atrasado pra tudo.

    “Os caras chegavam atrasados o tempo todo”, disse Turner no “Game Recognize Game”. “Apareciam pra assistir filme quando queriam, faltavam em reuniões. Foi uma das coisas mais loucas que já vivi.”

    E olha, isso vindo de um cara que jogou 10 anos no Indiana Pacers não é pouca coisa. Turner disse que em qualquer outro time da carreira dele, atraso = multa na certa. Perdeu o voo? Paga. Chegou atrasado no tratamento? Paga. Faltou no filme? Paga também.

    Giannis era o campeão dos atrasos

    Agora vem a parte mais interessante: segundo Turner, o Giannis Antetokounmpo era quem mais chegava atrasado no time. Sim, o MVP, o cara que carrega o Bucks nas costas, aparentemente tinha uns problemas de pontualidade.

    Sinceramente, isso meio que explica o caos que foi a temporada do Bucks. 32 vitórias, fora dos playoffs pela primeira vez em 10 anos, briga entre Giannis e a organização sobre suas lesões… Foi um desastre completo.

    E vocês acham que isso é falta de liderança do Doc Rivers ou simplesmente ele tentou ser “amigão” demais com os jogadores? Na minha visão, tem hora que precisa apertar mesmo.

    Taylor Jenkins vai ter que meter ordem na casa

    Agora quem assume é o Taylor Jenkins, que foi demitido do Memphis Grizzlies no final da temporada passada. O cara vai ter que chegar metendo a rédea, porque pelo jeito o vestiário do Bucks virou terra de ninguém.

    Turner deixou bem claro que espera uma mudança: “Vamos ver o que o Taylor Jenkins faz como nosso novo técnico”. Traduzindo: esperamos que ele bote ordem nessa bagunça.

    O mais louco é que Doc Rivers vai ser introduzido no Hall of Fame em agosto. Cara com uma carreira brilhante – campeão em 2008 com os Celtics, técnico da era “Lob City” dos Clippers – mas parece que perdeu totalmente o controle em Milwaukee.

    A real é que quando você tem um astro do nível do Giannis chegando atrasado e não rola consequência nenhuma, o resto do time obviamente vai relaxar também. É psicologia básica de vestiário, pessoal.

  • Bucks contrata Taylor Jenkins – volta do técnico que conhece a casa

    Bucks contrata Taylor Jenkins – volta do técnico que conhece a casa

    Olha só que reviravolta interessante: o Milwaukee Bucks está fechando com Taylor Jenkins para ser o novo técnico da equipe. E cara, essa não é uma contratação qualquer — Jenkins já conhece muito bem a franquia.

    O cara foi assistente técnico dos Bucks na temporada 2018-19, justamente sob o comando do Mike Budenholzer. Depois saiu para ser técnico principal do Memphis Grizzlies, onde ficou até o final da temporada passada quando foi demitido.

    Uma temporada fora das quadras

    Jenkins passou esta temporada 2024-25 inteira longe do basquete, meio que recarregando as baterias depois da saída de Memphis. Mas na minha opinião, isso pode até ter sido bom para ele — às vezes um tempo fora ajuda a ver o jogo com outros olhos.

    Os Bucks foram até Memphis na semana passada para conversar com ele pessoalmente, e pelo visto ele era mesmo o alvo número um da diretoria. Faz sentido, né? O cara conhece a organização, sabe como as coisas funcionam lá.

    O elefante na sala: e o Giannis?

    Mas vamos falar do que realmente importa aqui. A grande questão é o que vai rolar com o Giannis Antetokounmpo. O Greek Freak está na berlinda, e a diretoria está avaliando se continua construindo o time em volta dele ou se parte para uma reconstrução total.

    Sinceramente, acho que contratar o Jenkins pode ser um sinal de que querem manter o Giannis. O cara teve experiência com jovens talentos em Memphis — trabalhou com Ja Morant, desenvolveu aquele time que chegou até as semifinais do Oeste.

    E vocês, acham que essa é a escolha certa? Jenkins foi considerado o melhor técnico disponível no mercado agora, mas convenhamos — o desafio em Milwaukee não vai ser moleza. Principalmente se o Giannis realmente estiver pensando em vazar.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante ver como essa dupla Jenkins-Giannis vai funcionar. Ou se vai funcionar mesmo…

  • Bucks vão peneirar geral na busca pelo novo técnico

    Bucks vão peneirar geral na busca pelo novo técnico

    Olha, os Bucks estão numa situação bem complicada mesmo. Depois de mandarem o Doc Rivers embora no final da temporada, o GM Jon Horst vai ter que fazer a primeira busca séria por um técnico desde 2018. E por que primeira busca séria? Porque as duas últimas contratações foram meio que garantidas antes mesmo de começar o processo.

    O Adrian Griffin foi contratado basicamente porque o Giannis queria ele lá. Já o Rivers? Bom, quando demitiram o Griffin no meio da temporada, o Rivers era literalmente a única opção que eles consideraram. Agora é diferente — vai ser uma busca de verdade.

    Os candidatos que já estão no radar

    Taylor Jenkins e Darvin Ham, ambos ex-assistentes dos Bucks que viraram técnicos principais, já estão sendo cotados para a vaga. O Jenkins, inclusive, tá sendo cobiçado também por Washington e Orlando — então os Bucks vão ter concorrência.

    Mas aqui que fica interessante: o Horst vai «cast a wide net», como dizem por lá. Traduzindo: vai pescar em águas mais amplas mesmo. Sinceramente, acho que é a estratégia certa depois das últimas duas contratações não terem dado muito certo.

    O problema é vender o peixe

    Agora vem o desafio real do Horst — como convencer um técnico a aceitar o trabalho sem saber nem como vai ser o elenco na próxima temporada? Os Bucks têm várias indefinições sobre o futuro, e isso complica na hora de vender o projeto para os candidatos.

    É tipo tentar convencer alguém a ser técnico do seu time de pelada sem saber se os melhores jogadores vão continuar ou não. Complicado, né?

    E por falar em Jenkins, ele também tá na mira dos Wizards e do Magic. Washington disse que provavelmente vai manter o Brian Keefe, mas Orlando ainda não definiu o futuro do Jamahl Mosley — eles vão esperar terminar os playoffs primeiro. Aliás, o Magic acabou de vencer o Charlotte e garantiu vaga nos playoffs como 8° colocado do Leste.

    Vocês acham que os Bucks conseguem atrair um nome de peso mesmo com todas essas incertezas? Ou será que vão ter que se contentar com uma opção menos badalada?

  • Shams detona Doc Rivers: ‘A verdade dói às vezes’

    Shams detona Doc Rivers: ‘A verdade dói às vezes’

    Cara, que treta épica rolou entre Shams Charania e Doc Rivers! O insider da ESPN não engoliu as críticas do agora ex-técnico do Bucks e mandou a real no programa do Pat McAfee na segunda-feira.

    Pra quem perdeu o drama: Rivers tinha criticado pesado uma matéria do Shams sobre os problemas internos do Milwaukee, chamando ela de “tão imprecisa” que nem tinha tempo pra explicar todos os erros. Mas o Shams não é de ficar quieto, né?

    “Se eles focassem nos próprios problemas…”

    A resposta do jornalista foi cirúrgica: “A realidade de Milwaukee é essa — se eles gastassem tanto tempo lidando com seus próprios problemas internos quanto gastam respondendo a reportagens precisas, não estariam na bagunça que estão agora.”

    Mano, que pedrada foi essa? E não parou por aí. Shams ainda comparou a situação com o documentário do Fyre Festival, dizendo que todo mundo tá tentando fugir e fazer acobertamento. “Estou aqui só pra documentar e cobrir do jeito certo”, completou.

    Olha, eu acompanho a cobertura do Shams há anos e o cara raramente erra. Quando ele fala, geralmente tem fundamento.

    O que realmente aconteceu em Milwaukee

    A polêmica começou quando Charania reportou sobre os problemas internos do Bucks durante a temporada, incluindo aquela reunião de time em março onde Rivers supostamente mandou os jogadores “olharem seu currículo”. Imagina a cena: time perdendo, técnico puxando carteirada…

    Rivers tinha rebatido dizendo que foi só uma conversa normal de vestiário depois de perder pros Bulls jogando 20 pontos na frente. “Isso é o que acontece num vestiário”, disse o técnico. E ainda soltou aquela: “Cadê o Woj? Sinto tanta falta do Adrian Wojnarowski.”

    Sinceramente? Acho que Rivers tá tentando desviar o foco do fracasso da temporada. O Bucks tinha tudo pra brigar pelo título e acabou sendo eliminado pelos Sixers no primeiro round.

    Guerra de egos ou jornalismo sério?

    Rivers ainda insinuou que Shams escreveu a matéria como “vingança” por uma piada que ele fez no All-Star Weekend, quando disse que Giannis deveria ter trocado o jornalista do time de celebridades dele. Cara, que nivel de paranoia é esse?

    “Eu só reporto as notícias”, rebateu Shams. “Eu documento as notícias e a verdade pode doer às vezes, 100%. Eu sustento minha reportagem até o décimo grau.”

    E vocês, o que acham? Shams tá certo em não engolir crítica ou Rivers tem razão em questionar as fontes? Uma coisa é certa: depois dessa temporada desastrosa, alguém tinha que assumir a responsabilidade em Milwaukee.

    No fim das contas, Rivers já era — foi demitido logo depois da eliminação. E o Shams? Continua por aí, fazendo o trabalho dele. A verdade realmente pode doer mesmo.

  • Doc Rivers foi mandado embora pelo Bucks – E o Giannis?

    Doc Rivers foi mandado embora pelo Bucks – E o Giannis?

    Cara, o que aconteceu em Milwaukee foi de chocar mesmo. Doc Rivers, técnico do Hall da Fama, acabou de ser demitido pelos Bucks depois de uma temporada desastrosa. E agora todo mundo tá se perguntando: será que o Giannis é o próximo a vazar?

    A temporada que ninguém esperava

    Olha, quando você ganha 16 jogos a menos que na temporada anterior, alguém vai pagar o pato. Os Bucks terminaram com 32 vitórias e 50 derrotas – um desastre total. E o principal motivo? Giannis jogou apenas 36 partidas por causa de lesões.

    Doc Rivers ainda tinha um ano de contrato (dos 40 milhões que assinou em 2024), mas vai receber tudo mesmo assim. Sinceramente, acho que todo mundo já sabia que isso ia acontecer.

    O que me chamou mais atenção foi a frustração do Giannis falando com a imprensa. O cara claramente não tá feliz com a situação toda, especialmente por não ter jogado os últimos 15 jogos da temporada mesmo se dizendo pronto.

    Lakers de olho no Greek Freak

    E aí que a coisa fica interessante. Os Lakers têm uns 60 milhões livres no salary cap e três picks de primeira rodada (2026, 2031 e 2033) pra tentar fazer negócio. Vocês acham que o Giannis toparia ir pra LA?

    Na minha opinião, faz todo sentido. Com LeBron James (52.6 milhões), Rui Hachimura (18 milhões) e Maxi Kleber (11 milhões) saindo de contrato, os Lakers teriam grana suficiente pra bancar o Greek Freak tranquilo.

    Giannis tem contrato até 2026-2027 e uma opção de jogador de 62.7 milhões para 2027-28. Aos 31 anos, ele ainda tem muito basquete pela frente.

    O fim de uma era em Milwaukee?

    Doc Rivers, de 64 anos, não tinha uma temporada perdedora desde 2006-2007. O cara tem 1.194 vitórias na carreira (sexto maior da história da NBA) e vai ser introduzido no Hall da Fama este ano.

    Mas o mais tocante foi quando ele falou sobre os netos. “Tenho sete netos, todos com 8 anos ou menos, e me mata toda vez que perco o dia dos avós na escola”, disse Rivers. Cara, isso mexe com qualquer um que é pai ou avô.

    Ele mencionou que quer ver mais os netos, então talvez seja realmente hora de uma pausa na carreira. Os Bucks até ofereceram um cargo consultivo, mas Rivers tá pensando no que fazer.

    E vocês, o que acham? Giannis vai ficar ou vai procurar um time que tenha mais chances de título? Porque uma coisa eu tenho certeza: depois dessa temporada, mudança é o que não vai faltar em Milwaukee.

  • Bucks demite Doc Rivers – e agora? Analisando as vagas de técnico

    Bucks demite Doc Rivers – e agora? Analisando as vagas de técnico

    Cara, quando eu vi a notícia de que o Milwaukee Bucks tinha demitido o Doc Rivers, não foi surpresa nenhuma. Temporada 32-50? Com o Giannis no elenco? Era questão de tempo mesmo.

    Olha, eu até gosto do Doc como pessoa – cara acabou de ser eleito pro Hall da Fama mês passado. Mas sinceramente? Esse trabalho em Milwaukee foi um desastre total. Ver o Giannis sendo poupado por lesão e o time indo direto pro lottery pela primeira vez em uma década foi doloroso demais.

    Milwaukee: oportunidade de ouro ou cilada?

    A questão é: quem vai querer pegar esse abacaxi? Por um lado, você tem o Giannis – um dos melhores jogadores do planeta. Por outro, você tem um time completamente quebrado estruturalmente.

    A situação financeira é complicada pra caramba. Eles ainda vão pagar 20 milhões por ano pelos próximos quatro anos pro Damian Lillard (que foi dispensado e teve o contrato esticado). Sem falar que trocaram todas as picks de draft pra conseguir ele no ano passado. É tipo querer montar um puzzle sem metade das peças.

    E aí, vocês acham que vale a pena apostar num Giannis que pode estar com o pé na porta? Porque se ele for trocado, pelo menos vem um pacote de ativos que pode reshiflar completamente esse time.

    New Orleans também tá no mercado

    Não é só Milwaukee não. O Pelicans também tá procurando técnico depois de mandar o Willie Green embora lá em novembro. James Borrego assumiu interinamente e até que se saiu bem, mas parece que eles querem alguém novo mesmo.

    Nova Orleans tem talento – o Zion teve talvez sua melhor temporada (e mais saudável também). Trey Murphy III e Herb Jones são jogadores sólidos dos dois lados da quadra. Mas cara, que bagunça organizacional. A diretoria trocou picks de lottery por jogadores que nem conseguiram manter no starting five.

    Sem contar que tem aquelas questões de investimento da ownership que todo mundo comenta por baixo dos panos. Difícil competir no Oeste com essas limitações.

    Na minha visão, Milwaukee é mais atrativa pelo Giannis, mesmo com todos os problemas. Mas vai depender muito de quem tá disposto a abraçar um projeto de reconstrução completa – porque é isso que os dois times vão precisar fazer.

  • Doc Rivers deixa o Bucks após temporada desastrosa de 50 derrotas

    Doc Rivers deixa o Bucks após temporada desastrosa de 50 derrotas

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Bucks. Doc Rivers acabou de anunciar que tá saindo do comando da equipe após uma campanha simplesmente catastrófica de 32-50. Trinta e duas vitórias! Com Giannis no elenco!

    O mais surreal? O cara acabou de ser selecionado para o Hall da Fama do basquete e decide largar tudo. Sinceramente, eu entendo a decisão dele. Rivers chegou no meio da temporada 2023-24 pra salvar um time que deveria brigar pelo título, mas no final das contas presenciou o possível fim da era Giannis em Milwaukee.

    A derrocada completa

    Olha só a timeline: primeiro temporada com Rivers (17-19 no comando), eliminação no primeiro round pros Pacers. Segunda temporada? Mais uma eliminação pros mesmos Pacers, com o Lillard se machucando no meio da série. E agora essa temporada 2025-26 que foi um verdadeiro desastre — nem pros playoffs conseguiram ir.

    Bobby Portis chegou a comentar que Rivers não ia sair por causa dos 15-16 milhões que ainda tinha no contrato. Mas na reta final, o técnico deu uma declaração que me emocionou: “Eu tenho netos que quero ver. Tenho sete netos, todos com 8 anos ou menos, e me mata perder o Dia dos Avós na escola de cada um deles.”

    Mano, isso é real. O basquete é importante, mas família é família.

    E o futuro do Giannis?

    A grande questão agora é: o que vai acontecer com o Greek Freak? O time tentou de tudo — até dispensou o Lillard pra contratar o Myles Turner — mas nada funcionou. E olha que estamos falando de um dos três melhores jogadores do mundo!

    O governador do time, Wes Edens, já falou que o Giannis vai ser renovado ou trocado nesta offseason. Sinceramente acho que chegou a hora dele procurar outros ares. Milwaukee teve sua chance e não conseguiu construir um time campeão ao redor dele.

    Rivers encerra uma carreira histórica com 1.194 vitórias e 865 derrotas, um anel pelo Celtics em 2008 e agora um lugar garantido no Hall da Fama. Não é pouca coisa.

    E vocês, acham que o Giannis deveria ficar ou procurar um novo time? Porque sinceramente, depois dessa temporada, é difícil ver luz no fim do túnel em Milwaukee.