Tag: Doc Rivers

  • Era Giannis em Milwaukee acabou? Clima tóxico aponta para saída

    Era Giannis em Milwaukee acabou? Clima tóxico aponta para saída

    Cara, a situação em Milwaukee virou um verdadeiro caos. E olha que eu sempre torci pra que o Giannis ficasse com os Bucks pra sempre — aquele cara merecia construir um legado numa cidade só, sabe?

    Mas agora? Três frases de uma matéria da ESPN resumem o tamanho da bagunça que virou: “Esse é um dos times com a situação mais tóxica da liga”, “Quando seu melhor jogador está com um pé dentro e outro fora, você não vai ganhar nada” e “O cerne da questão é a sensação de que o Giannis não quer estar aqui em nenhum dia”.

    Monstro! Isso não é conversa pra brincar não.

    O pedido de troca que deu errado

    Segundo o que saiu, o Giannis tentou pedir uma troca de forma discreta lá em janeiro. O cara até tinha um acordo de cavalheiros com os donos do time — Jimmy Haslam e Wes Edens — que se ele chegasse e dissesse “é hora de partir”, eles trabalhariam juntos numa saída amigável.

    Inteligente da parte dele, né? Não queria ser visto como o vilão que abandona a cidade. Respeitei essa postura.

    O Miami Heat chegou a oferecer Tyler Herro, Kel’el Ware e várias picks do draft. Uma proposta interessante, convenhamos. Mas aí que mora o problema: a diretoria de Milwaukee resolveu enrolar, achando que esperando até o meio do ano conseguiriam ofertas melhores.

    E o Giannis? Ficou pistola, obviamente. O cara queria resolver logo a situação, mas a diretoria bancou o “deixa pra depois” e agora virou essa guerra.

    Doc Rivers na berlinda

    E não é só o Giannis que está com problemas em Milwaukee. O Doc Rivers, que chegou pra substituir o Adrian Griffin, simplesmente não encaixou com o elenco.

    Olha só o que ele disse numa reunião tática: “Eu levei times aos playoffs e ao título que não eram pra chegar lá. Achei que esse era um deles. Ou vocês estão conosco ou contra nós. Se não jogarem com intensidade, não vão mais jogar”.

    Cara, isso aí soa como desespero, não como liderança. E pelo jeito, até ele já está de saco cheio — quando perguntaram quanto tempo mais ele quer treinar, ele respondeu: “Tenho sete netos agora, todos com oito anos ou menos… Provavelmente é hora de vê-los mais, então deixo vocês tirarem suas conclusões”.

    Traduzindo: ele já está com um pé fora da porta também.

    O futuro incerto do Greek Freak

    A real é que agora ficou muito mais complicado. O Giannis tem uma opção de jogador para 2027-28, o que significa que ele tem todo o poder de decisão sobre seu futuro. Pode falar pra qualquer time interessado: “Olha, eu não vou renovar com vocês se me trocarem pra aí”.

    Milwaukee pode oferecer uma extensão de quatro anos por US$ 275 milhões este verão, mas sinceramente? Depois dessa confusão toda, duvido muito que ele aceite.

    E aí, galera, vocês acham que o Giannis deveria mesmo sair de Milwaukee? Eu sempre defendi que os superstars ficassem em suas cidades, mas essa situação tá insustentável. Às vezes é melhor partir antes que vire uma briga feia de verdade.

    Uma coisa é certa: esse verão vai ser quente em Milwaukee, e não por causa do clima.

  • Kevin Porter Jr. opera o joelho e acabou a temporada no Bucks

    Kevin Porter Jr. opera o joelho e acabou a temporada no Bucks

    Cara, que notícia triste para quem acompanha o Kevin Porter Jr. O armador do Milwaukee Bucks passou por uma cirurgia artroscópica no joelho direito ontem e já era — temporada encerrada para ele.

    A cirurgia rolou em Vail, no Colorado, com o Dr. Tom Hackett da The Steadman Clinic. E olha, a história por trás dessa lesão é de partir o coração.

    A lesão que perseguiu o KPJ o ano todo

    O técnico Doc Rivers contou uma parada que me deixou com dó do cara. A lesão começou logo nos primeiros 8 minutos do primeiro jogo da temporada. Imagina só — você tá empolgado pra começar o ano, vestindo a camisa de um time que briga pelo título, e aí PLAFT. Se machuca logo de cara.

    “Nunca se recuperou totalmente dessa primeira lesão”, disse Rivers. E é foda mesmo, porque o Porter Jr. tava jogando pra caramba mesmo machucado. 17.4 pontos, 7.4 assistências e 5.2 rebotes por jogo em 38 partidas. Esses números mostram o quanto ele é importante pro sistema do Bucks.

    Sinceramente, eu acho que esse cara tinha tudo pra explodir de vez nessa temporada em Milwaukee. Depois de toda aquela confusão no Houston e a passagem complicada, ele tava encontrando o lugar dele no basquete.

    A conversa que mostra o caráter do cara

    O que mais me marcou foi o que Rivers contou sobre a conversa que teve com o KPJ no domingo. O garoto chegou no técnico e falou: “cara, eu não consegui te ajudar”. Mano, isso é de um profissionalismo absurdo.

    E a resposta do Rivers foi perfeita: “Não, você tá bem. Você só se machucou. Faz parte do jogo e acontece”. Essa química entre técnico e jogador é linda de ver, principalmente depois de tudo que o Porter Jr. já passou na carreira.

    A última vez que ele jogou foi no dia 17 de março. Desde então, deve ter tentado de tudo pra voltar, mas às vezes o corpo não colabora mesmo. Com 25 anos, ele ainda tem muito basquete pela frente — espero que volte 100% na próxima temporada.

    E vocês, acham que os Bucks sentem muito a falta dele nos playoffs? O cara tinha virado uma peça fundamental no esquema do Rivers.

  • Porter Jr. vai operar o joelho e já era pra temporada dos Bucks

    Porter Jr. vai operar o joelho e já era pra temporada dos Bucks

    Cara, que azar desgraçado. Kevin Porter Jr., dos Milwaukee Bucks, vai passar por mais uma cirurgia no joelho e pode esquecer o resto da temporada 2025-26. É a segunda cirurgia dele no joelho só nesta temporada — imagina a frustração do cara.

    Porter estava fora há dez jogos por causa de uma sinovite (inflamação severa no joelho, pra quem não manjou o termo médico). E olha, quando o cara conseguia jogar, tava mandando muito bem. Médias de carreira em assistências (7.4 por jogo), roubadas de bola (2.2) e aproveitamento nos arremessos (.465). O problema? Só conseguiu disputar 38 jogos na temporada inteira.

    Uma temporada de altos e baixos (mais baixos que altos)

    A bad luck do Porter começou cedo. O maluco torceu o tornozelo nove minutos depois do início da temporada — nove minutos! Depois foi uma sequência de contusões que não acabava mais: menisco rompido, distensão no oblíquo… Uma coisa atrás da outra.

    E é frustrante porque quando estava em quadra, Porter mostrava uma evolução absurda. A distribuição de bola dele melhorou demais, a eficiência nos arremessos também. Dava pra ver que o cara tinha dado um salto no jogo. Mas aí o corpo não colaborou.

    Doc Rivers e o papo sincero

    O que mais me chamou atenção foi o que o técnico Doc Rivers contou na coletiva. Porter chegou pra ele domingo e falou: “Cara, eu não consegui te ajudar”. Rivers respondeu que era só azar mesmo, que faz parte do jogo.

    Sinceramente, acho que isso mostra o caráter do Porter. O moleque tava se cobrando mesmo sabendo que não tinha culpa das lesões. Isso é mentalidade de jogador que quer vencer.

    E agora? Fica ou sai?

    Aqui é que a coisa complica. Porter tem uma opção de jogador de US$ 5,3 milhões pros Bucks. Com essas lesões todas, será que ele aceita o dinheiro garantido ou arrisca na agência livre? Imagino que os times vão ficar meio receosos com o histórico dele agora.

    Na minha visão, Milwaukee perdeu uma peça importante. Com Porter saudável, eles estariam bem mais próximos dos playoffs. O cara tinha encontrado seu lugar no sistema, virou um facilitador de primeira. Agora é torcer pra que volte 100% na próxima temporada.

    E vocês, acham que Porter deveria aceitar a opção com os Bucks ou tentar a sorte no mercado?

  • Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Cara, o Doc Rivers praticamente já tem um pé fora do Milwaukee — e o motivo é dos mais nobres possíveis. O veterano técnico dos Bucks, que tá indo pro Hall da Fama esse ano, deu a entender que pode pendurar as chuteiras quando essa temporada desastrosa acabar.

    O motivo? Os netos dele.

    “Não vou responder isso, mas eu tenho netos que quero ver”, disse Rivers pros repórteres quando perguntaram sobre o futuro dele. “Vou deixar vocês descobrirem o resto.”

    E olha, eu entendo perfeitamente o cara. Rivers tem 64 anos, é o técnico em atividade com mais vitórias na NBA (sexto de todos os tempos), já ganhou um título em 2008 com o Boston — tem mais o que provar não.

    Temporada de pesadelo em Milwaukee

    Sinceramente, depois do que foi essa temporada dos Bucks, eu também estaria pensando em aposentar. A equipe começou com sonhos de título, tinha o Giannis (quando não tava machucado), contrataram o Myles Turner… e deu no que deu.

    Começaram 8-5 e depois perderam sete seguidas. Desde novembro que não conseguem nem ficar no top 8 do Leste. O Giannis jogou apenas 36 partidas — de longe o menor número da carreira de 13 anos dele. E pra piorar, rolou até especulação sobre trocar o Greek Freak!

    “A parte difícil de tudo isso é que eu tô no meio quando não tenho nada a ver com isso”, desabafou Rivers na semana passada. “Técnicos não decidem nada disso. Mas o problema da nossa liga é que os técnicos ficam na frente e temos que responder essas perguntas.”

    “Sete netos, todos com 8 anos ou menos”

    Mas voltando ao que realmente importa pra ele agora. Rivers foi bem claro sobre suas prioridades: “Tenho seven netos agora e todos têm 8 anos ou menos. E me mata toda vez que perco o dia dos avós na escola de cada um deles. Provavelmente é hora de vê-los mais.”

    Mano, isso aí é muito real. Quem tem neto sabe — esses momentos não voltam. O cara já provou tudo o que tinha que provar no basquete. Rivers entrou no meio da temporada 2023-24 em Milwaukee tentando salvar o barco, mas às vezes não tem jeito mesmo.

    E se ele realmente aposentar, pode apostar que as emissoras vão brigar pra contratar ele como comentarista. O cara já trabalhou na TV antes e tem aquela personalidade que funciona bem nos estúdios.

    Vocês acham que ele realmente vai parar? Ou é só pressão do momento depois dessa temporada frustrante? Eu, particularmente, acho que depois de ir pro Hall da Fama, com sete netinhos esperando o vovô em casa… talvez seja mesmo hora de uma nova fase na vida do Doc Rivers.

  • Doc Rivers tem que sair se o Bucks quiser manter Giannis

    Doc Rivers tem que sair se o Bucks quiser manter Giannis

    Cara, o bagulho tá feio em Milwaukee. E quando digo feio, é FEIO mesmo.

    O Giannis mandou um recado que não dá pra ignorar — e olha, sinceramente, eu já tava esperando isso há um tempo. Em uma entrevista que foi praticamente uma indireta do tamanho de um prédio, o Greek Freak deixou bem claro o que ele quer: “Sem desculpas. Mexer como um grupo, mexer como uma unidade.”

    Sabe pra quem isso foi direcionado? Pro Doc Rivers. E não precisa ser gênio pra entender.

    O Problema Rivers

    Desde que o Doc chegou em janeiro de 2024 (demitindo o Adrian Griffin no meio da temporada), o Bucks tem um cartel de 95-100. Noventa e cinco vitórias, cem derrotas. Com GIANNIS no time. É de dar vergonha alheia.

    E o pior? O cara sempre tem uma desculpa na manga. Sempre. É tradição dele — já perdeu mais séries de 3-1 na história dos playoffs do que qualquer outro técnico e ainda acha que não recebe crédito suficiente pelas três vitórias que conseguiu.

    No Philadelphia, a desculpa era o Ben Simmons. Depois que trocaram o Ben, virou o James Harden que ficou “egoísta” depois de não ir pro All-Star Game. Agora em Milwaukee? “É difícil pegar um time no meio da temporada”, disse ele depois de perder 7 dos primeiros 10 jogos.

    Meu brother, qualquer técnico desempregado mataria pra treinar um time com Giannis e Damian Lillard!

    Giannis Não Aguenta Mais

    A entrevista do Giannis foi cirúrgica. Ele falou que conversou com o Joe Mazzulla, do Celtics, e elogiou justamente o fato do cara não ficar arrumando desculpa. “Vocês tiveram tantas oportunidades de inventar desculpas, mas não fizeram”, disse o Giannis.

    É óbvio que o Celtics tem um elenco muito superior — isso é fato. Mas a questão é a mentalidade, né? E o Doc Rivers simplesmente NÃO tem essa mentalidade de accountability que o Giannis tá cobrando.

    O que me impressiona é como o Giannis foi direto ao ponto sem citar nomes. Classe pura. Mas a mensagem chegou: ou muda a postura ou muda o técnico.

    Milwaukee Tem Que Decidir

    Olha, na minha opinião, se eu fosse o front office do Bucks, já taria ligando pro agente do Giannis pra garantir que ele fica e procurando um novo técnico ao mesmo tempo. O cara é um two-time MVP, um dos melhores jogadores do planeta — você não deixa ele sair por causa de ego de técnico.

    E aí, vocês acham que o Doc aguenta essa pressão? Porque pelo histórico dele, sempre que a coisa aperta, ele arruma um culpado. Dessa vez não tem pra onde correr — o problema é ele mesmo.

    Se o Bucks quer manter o Greek Freak vestindo verde até o fim da carreira, a solução é simples: Doc Rivers tem que vazar. Não tem meio termo aqui.

  • Doc Rivers pode deixar o Bucks por causa dos netos

    Doc Rivers pode deixar o Bucks por causa dos netos

    Olha, eu não esperava essa. Doc Rivers praticamente sinalizou que pode pendurar as chuteiras de técnico quando a temporada dos Bucks acabar — e o motivo é dos mais humanos possíveis: ele quer passar mais tempo com os netos.

    “Eu não vou responder isso, mas eu tenho netos que eu quero ver”, disse Rivers aos repórteres antes do jogo contra o Brooklyn. “Vou deixar assim. Deixo vocês tirarem suas conclusões.”

    Cara, dá pra sentir o peso nas palavras dele. Rivers tem 64 anos, ainda tem mais um ano de contrato, mas a diretoria dos Bucks vai decidir sobre o futuro dele na próxima semana. E sinceramente? Depois da temporada que eles tiveram, eu não culparia ninguém por querer dar uma pausa.

    Uma temporada pra esquecer

    Milwaukee entrou na temporada sonhando com o título. Tinham o Giannis, contrataram o Myles Turner na free agency… parecia que ia dar tudo certo. Só que não deu.

    Começaram 8-5, aí perderam sete seguidas e nunca mais se recuperaram. Ficaram fora do playoff, rolaram rumores de trade do Giannis (imagina só), e ainda por cima o astro grego apareceu em apenas 36 jogos — o menor número da carreira dele.

    Rivers ficou no meio dessa confusão toda, tendo que responder sobre o futuro do Giannis sem ter poder de decisão sobre nada. “A parte difícil de tudo isso é que eu estou no meio quando não tenho nada a ver com isso”, desabafou o técnico.

    Mais que um técnico, um avô

    Mas o que mais me tocou foi quando Rivers falou dos netos. “Eu tenho sete netos agora e todos têm 8 anos ou menos. E me mata toda vez que eu perco o dia dos avós de cada um deles na escola.”

    Pô, isso aí é real. O cara é o sexto técnico com mais vitórias na história da NBA, vai entrar no Hall da Fama esse verão, ganhou um anel com o Celtics em 2008… mas no final das contas, família é família né?

    E vocês, acham que Rivers deveria mesmo dar uma pausa? Ou será que Milwaukee consegue convencer ele a ficar mais uma temporada?

    Se ele realmente sair, certeza que vira comentarista — o cara já fez TV antes e tem carisma de sobra. Mas sabe como é, tem hora que a gente tem que escolher entre a carreira e momentos que não voltam mais. E esses primeiros anos dos netos? Passam voando.

  • Porter Jr. operou o joelho e tá fora do resto da temporada

    Porter Jr. operou o joelho e tá fora do resto da temporada

    Cara, que temporada azarada pro Kevin Porter Jr. O armador do Milwaukee Bucks operou o joelho direito e já era — temporada acabou pra ele. E olha que ironia: a lesão começou logo nos primeiros 8 minutos do primeiro jogo da temporada. Oito minutos!

    A cirurgia foi feita na terça-feira em Vail, Colorado, pelo Dr. Tom Hackett. Procedimento artroscópico no joelho direito, aquela coisa que a gente torce pra ser simples mas que acabou sendo mais complicada do que imaginavam.

    Doc Rivers conta os bastidores

    O técnico Doc Rivers foi bem honesto sobre a situação toda. “Começou oito minutos depois do primeiro jogo da temporada”, disse Rivers antes do jogo contra o Brooklyn Nets. “Quando você olha como ele jogou no geral, ele teve um ano do caramba e ia ter um ano ainda melhor, mas a lesão pegou ele nos primeiros oito minutos e ele nunca se recuperou totalmente.”

    E aqui que fica emocionante — Porter foi falar com Rivers no domingo e disse: “Cara, eu não consegui te ajudar”. Rivers respondeu na lata: “Não, você tá bem. Você só se machucou. Faz parte do jogo e acontece.”

    Números que mostram o que perdemos

    Olha só os números do Porter nessa temporada: 17.4 pontos, 7.4 assistências e 5.2 rebotes em 38 jogos. Pra um cara jogando machucado desde o começo da temporada, esses números são absurdos. Imagina se ele tivesse 100% saudável?

    O último jogo dele foi em 17 de março. Desde então, o Milwaukee teve que se virar sem um dos seus principais criadores de jogada. E agora é oficial: não volta mais essa temporada.

    Sinceramente, acho que essa história do Porter mostra como o basquete pode ser cruel às vezes. O cara com 25 anos, na força da idade, querendo mostrar serviço no Milwaukee, e uma lesão no joelho direito estraga tudo. Vocês acham que ele volta com força total na próxima temporada, ou essas lesões no joelho sempre deixam aquela pulga atrás da orelha?

  • Bucks podem demitir Doc Rivers e Taylor Jenkins surge como opção

    Bucks podem demitir Doc Rivers e Taylor Jenkins surge como opção

    Olha, eu não queria acreditar nisso mas parece que a situação do Doc Rivers no Milwaukee tá complicada mesmo. Segundo o Marc Stein, que é uma das fontes mais confiáveis da NBA, os Bucks podem dispensar ou realocar o técnico nesta offseason.

    E sinceramente? Não dá pra dizer que é uma surpresa total. O cara tem 95 vitórias e 100 derrotas em pouco mais de duas temporadas à frente do time. Com um elenco que tem Giannis Antetokounmpo e Damian Lillard, essa campanha é no mínimo decepcionante.

    A ironia do Hall da Fama

    O mais bizarro de tudo? Doc Rivers acabou de ser anunciado como membro do Basketball Hall of Fame para a classe de 2026. Imagina a situação: o cara entra pro Hall da Fama mas pode estar desempregado na mesma época. Só na NBA mesmo pra essas reviravoltas malucas acontecerem.

    Não vou mentir — Rivers tem um currículo respeitável. Campeão em 2008 com os Celtics, experiente, conhece a liga como poucos. Mas às vezes o timing não bate, né? E em Milwaukee, parece que a química nunca rolou de verdade.

    Taylor Jenkins como plano B

    Se os Bucks realmente decidirem partir pra outra, Taylor Jenkins aparece como um nome forte na corrida. Ex-técnico do Memphis Grizzlies, o cara fez um trabalho interessante por lá — principalmente desenvolvendo o Ja Morant e criando uma identidade defensiva sólida.

    Jenkins tem 39 anos e representa essa nova escola de técnicos da NBA. Será que ele conseguiria extrair o máximo desse elenco dos Bucks? Na minha opinião, vale a tentativa. O time precisa de uma nova energia, de alguém que consiga fazer os caras jogarem como um grupo unido.

    E vocês, acham que é hora de mudança mesmo em Milwaukee? Ou dão mais uma chance pro Doc Rivers mostrar serviço?

  • Hall da Fama 2026: Stoudemire e Doc Rivers finalmente lá!

    Hall da Fama 2026: Stoudemire e Doc Rivers finalmente lá!

    Galera, saiu a lista da classe de 2026 do Basketball Hall of Fame e, cara, que seleção sensacional! Finalmente o Amar’e Stoudemire vai entrar no lugar que sempre mereceu.

    O ex-pivô/ala-pivô dos Suns foi um dos destaques anunciados no Final Four da NCAA, em Indianapolis. Seis vezes All-Star, o cara foi um monstro absoluto nos seus tempos de Phoenix ao lado do Nash. Quem acompanhou a NBA nos anos 2000 sabe o show que ele dava — aquelas enterradas eram de outro mundo.

    Doc Rivers também na lista

    Junto com Stoudemire, Doc Rivers finalmente recebe o reconhecimento que merece. Mais de 1.190 vitórias na carreira (Orlando, Boston, Clippers, Sixers e agora Milwaukee), campeão da NBA em 2008 com os Celtics. Técnico do Ano em 2000.

    Sinceramente, demorou. O cara construiu uma carreira sólida e sempre foi respeitado pelos jogadores. Lembram daquela final de 2008 contra o Lakers? Que trabalho espetacular ele fez com aquele time do Big Three.

    As surpresas e outras seleções

    Mike D’Antoni também entrou — e aqui eu fico dividido. O ‘Seven Seconds or Less’ revolucionou o basquete moderno, isso é fato. Mas será que uma carreira sem títulos da NBA merece o Hall? Enfim, a contribuição tática dele foi enorme.

    Do lado feminino, Elena Delle Donne e Chamique Holdsclaw vão ser exaltadas, junto com o time olímpico feminino de 1996 que ganhou ouro em Atlanta. Esse time foi histórico — primeiro de oito ouros consecutivos para as americanas.

    Mark Few (Gonzaga), Joey Crawford (aquele árbitro que expulsava todo mundo) e vários outros técnicos completam a lista. Crawford apitou por 39 temporadas — imaginem quantas discussões esse cara viu na carreira!

    E aí, o que vocês acham dessa seleção? Stoudemire mereceu mesmo ou demorou demais para entrar? A cerimônia vai rolar em agosto, em Springfield. Vai ser emocionante ver esses caras recebendo o reconhecimento.

  • Amar’e no Hall da Fama! Classe de 2026 é confirmada

    Amar’e no Hall da Fama! Classe de 2026 é confirmada

    Gente, que notícia sensacional! A NBA acabou de anunciar a turma de 2026 do Hall da Fama e tem umas lendas absurdas na lista. O destaque brasileiro vai todo pro Amar’e Stoudemire — sim, aquele monstro que destruía os garrafões nos anos 2000.

    Cara, eu lembro perfeitamente do Amar’e nos Suns. Aquelas enterradas dele com o Steve Nash dando as assistências eram de outro mundo. Seis vezes All-Star, cinco seleções pro All-NBA e Novato do Ano em 2003. O maluco merecia demais essa homenagem.

    Uma turma de peso

    Mas não é só o Amar’e não. A Candace Parker também tá lá — três títulos da WNBA e duas vezes MVP da liga. Sinceramente, ela revolucionou o basquete feminino. E o Doc Rivers? Cara que ganhou o título de 2008 com os Celtics e é o sexto técnico com mais vitórias na história da NBA.

    O que mais me impressiona é a diversidade dessa classe. Tem desde o Joey Crawford (aquele árbitro que todo mundo conhece) até o Mike D’Antoni — o cara que inventou o “seven seconds or less” nos Suns. Apitou mais de 2.500 jogos na temporada regular e 374 nos playoffs. Imagina a pressão que esse homem já passou!

    E aquela emoção toda?

    A declaração do Amar’e me pegou no coração: “Significa tudo do ponto de vista do basquete. Você joga porque ama, trabalha pra ser o melhor possível, e agora estar no Hall da Fama mostra que os eleitores reconhecem isso. Agora estamos eternizados.”

    Poxa, que palavras! É isso que o basquete representa — paixão, dedicação e o reconhecimento de uma carreira inteira dedicada ao esporte.

    O Mark Few do Gonzaga também tá na lista (773 vitórias como técnico, duas finais do March Madness) e a Elena Delle Donne, que foi duas vezes MVP da WNBA. Ah, e não posso esquecer do time feminino americano de 1996 — aquele que levou ouro nas Olimpíadas com dez futuras integrantes do Hall da Fama.

    E aí, pessoal? Acham que essa turma tá completa ou tinha alguém mais que merecia estar junto? A cerimônia vai ser em agosto e eu já tô ansioso pra ver os discursos!