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  • Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Cara, domingo rola mais uma Draft Lottery da NBA — a 42ª edição dessa rifa milionária que define o futuro dos times. E olha, se tem uma coisa que nunca muda nessa liga é o seguinte: sempre tem alguém reclamando do formato do draft. Sempre.

    É sério. Pessoal tava pistola em 2017, em 2014, em 1993, em 1984… Basicamente desde que a NBA existe, há 76 anos, a liga nunca conseguiu deixar todo mundo feliz com a forma de distribuir os rookies. E sinceramente? Não é à toa.

    Por que só a NBA tem essa paranoia toda?

    Pensa comigo: a NFL nunca precisou de loteria. A MLB só criou uma em 2022. A NHL tem uma versão menor desde 95 (curiosamente comandada pelo Gary Bettman, que era advogado da NBA antes). Mas é que no basquete a parada é diferente, né?

    Um único monstro pode virar completamente o destino de uma franquia. Imagina o Lakers sem Magic, o Bulls sem Jordan, o Heat sem LeBron. Um cara só muda TUDO. E é por isso que essa distribuição de picks é tão polêmica — porque todos sabem que tankar uma temporada pode garantir uma década de sucesso.

    Foi aí que nasceu a Draft Lottery em 1985. A ideia era simples: os piores times precisam ter mais chances de pegar os melhores calouros, mas não pode ser garantido. Senão vira uma corrida pra ver quem perde mais feio.

    O problema que nunca acaba

    Só que olha só — desde a reforma de 2019, o tanking virou praticamente uma epidemia na liga. Eu diria que umas nove das dez equipes que ficaram fora dos playoffs esse ano tankaram de alguma forma. E isso tá matando a qualidade da temporada regular, cara.

    A NBA tá mexendo nos pauzinhos de novo, preparando mais mudanças pra tentar resolver essa bagunça. Mas aqui entre nós: será que vai dar certo dessa vez? Porque toda vez que eles mudam alguma coisa, aparecem consequências que ninguém esperava.

    Vocês acham que dá pra resolver esse negócio do tanking ou é algo inerente ao sistema? Na minha visão, enquanto um único jogador puder mudar tudo, sempre vai ter time disposto a perder de propósito pra conseguir ele.

    Os anos pré-loteria eram ainda mais selvagens

    Antes de 1985, a coisa era ainda mais doida. Entre 1950 e 1983, tinha essa regra absurda dos “territorial picks” — times podiam furar a fila do draft pra pegar caras que jogaram num raio de 80km da cidade deles, só abrir mão da primeira escolha.

    O Warriors fez isso sete vezes nos anos 50, incluindo com ninguém menos que o Wilt Chamberlain. Imagina se isso existisse hoje? O Lakers pegaria todo mundo da UCLA, o Knicks dominaria os caras de Nova York… seria um caos total.

    Mas enfim, domingo tem mais uma edição dessa rifa. Pacers, Wizards, Jazz, Nets e outros vão torcer pros números saírem. E pode ter certeza: independente de quem ganhe, alguém vai reclamar do sistema. Porque é tradição na NBA — sempre tem como melhorar, sempre tem como piorar também.

  • Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Loteria do Draft 2026: Thunder pode ganhar mesmo sendo campeão!

    Cara, vocês acreditam que o Oklahoma City Thunder — atual campeão da NBA — pode ganhar a loteria do draft? Pois é, essa loucura é possível graças ao pick do Los Angeles Clippers que eles herdaram na troca do Paul George lá em 2019.

    A loteria acontece no domingo, dia 10 de maio, às 16h (horário de Brasília), e vai passar na ABC antes do jogo 4 entre Knicks e Sixers nos playoffs. Três times estão empatados com 14% de chance cada um para a primeira escolha: Washington Wizards (17-65), Indiana Pacers (19-63) e Brooklyn Nets (20-62).

    A ironia do Thunder na loteria

    Olha só que situação absurda: o Thunder teve a MELHOR campanha da temporada regular pelo segundo ano consecutivo, é o atual campeão, e ainda assim pode ganhar a loteria. Como? Simples — eles têm o pick do Clippers (42-40) por causa daquela negociação histórica do Paul George.

    Sinceramente, se isso acontecer, vai ser o negócio mais injusto da história da NBA. Imaginem só: time campeão ganhando mais um talento de primeira linha no draft. Os outros 29 times devem estar torcendo contra com todas as forças.

    Os favoritos e as surpresas possíveis

    Washington, Indiana e Brooklyn são os azarões que mais precisam dessa primeira escolha. O Wizards especialmente — 17 vitórias apenas! É de dar dó, mas pelo menos agora têm uma boa chance de conseguir um futuro astro.

    Mas cuidado com as surpresas. Ano passado o Dallas Mavericks (que também estava mal) ganhou a loteria e pegou o Cooper Flagg, que virou Rookie of the Year. Esses saltos de posição acontecem mais do que a gente imagina.

    Utah Jazz e Sacramento Kings também têm chances interessantes (11,5% cada), e olha que curioso: os Kings continuam nessa de nunca conseguir se organizar direito. Será que dessa vez dá certo?

    O fim de uma era

    Esta deve ser a última loteria no formato atual. A NBA tá planejando mudar o sistema para reduzir o famoso “tanking” — aquela estratégia nojenta de perder de propósito para ter melhores chances no draft.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que vai levar? Eu torço para não ser o Thunder, porque convenhamos, seria sacanagem demais. Os Wizards merecem uma alegria depois desse sofrimento todo.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 promete ser carregado de talentos, então quem conseguir uma escolha no top 5 vai estar muito bem servido.

  • Portland vai atrás do Giannis? Nova regra do Draft complica tudo

    Portland vai atrás do Giannis? Nova regra do Draft complica tudo

    Olha, eu não sei vocês, mas essa história do Giannis no Portland me deixou bem curioso. De acordo com o Jake Fischer, o Trail Blazers tá cotado como um dos principais interessados no Greek Freak caso Milwaukee resolva mesmo trocar ele. E sinceramente? Faz todo sentido.

    A situação é a seguinte: o dono dos Bucks, Wes Edens, já deixou claro que ou renovam com o Giannis ou trocam. Simples assim. E com o novo dono Tom Dundon assumindo Portland, parece que a franquia quer voltar a brigar por algo grande.

    Por que Portland faz sentido (e por que não faz)

    Os Blazers têm uma vantagem que muita gente não percebe: eles controlam as picks de primeira rodada dos Bucks de 2028, 2029 e 2030. Ou seja, qualquer time que quisesse negociar com Milwaukee teria que passar por Portland primeiro pra conseguir essas picks. É tipo ter a chave do cofre, saca?

    Mas aí que tá o problema — e ele é gigante. O contrato do Giannis expira, e ninguém sabe se ele toparia renovar com Portland. Imagina só: você abre mão de um monte de peças por um cara que pode vazar depois de um ano? É de dar dor de cabeça.

    E tem outra coisa que tá complicando tudo…

    A nova regra que mudou o jogo todo

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio frustrante). A NBA vai mudar as regras da loteria do Draft, e isso tá mexendo com todas as contas. Antes, se você tinha as piores campanhas, pelo menos tinha 25% de chance de pegar a primeira pick. Agora? O máximo vai ser 8,1%.

    Na prática, isso significa que aquelas picks dos Bucks que pareciam ouro puro perderam um pouco do brilho. Não dá mais pra fazer aquele tanking agressivo de antigamente, porque as odds ficaram muito baixas. Os três piores times vão entrar numa “zona de rebaixamento” com chances ainda piores.

    Pra vocês terem uma ideia: o time com pior campanha pode pegar até a 5ª pick (no sistema atual), mas no novo formato, os três piores só têm garantia de ficar entre as 12 primeiras. É uma diferença absurda.

    Na minha opinião, isso muda completamente a dinâmica das trocas. Aquelas picks que eram consideradas super valiosas agora valem bem menos. E isso pode complicar qualquer negociação envolvendo o Giannis.

    Portland ainda tem chances?

    Claro que sim! Os Blazers ainda podem montar um pacote interessante. Além daquelas picks dos Bucks, eles têm a pick de 2028 do Orlando Magic — que, olhando como o Leste tá competitivo, pode valer bastante coisa.

    O negócio é que agora outras peças do Portland podem ter ficado mais valiosas justamente porque as picks perderam um pouco do valor. É meio irônico, mas faz sentido na lógica maluca da NBA.

    E aí, vocês acham que o Giannis toparia jogar em Portland? Eu acho que depende muito de como a franquia se posicionar no mercado e que outros nomes conseguir atrair. Porque vamos combinar: o Greek Freak não vai pra qualquer lugar só por ir.

    Uma coisa é certa: se essa troca rolar, vai ser uma das mais comentadas dos últimos anos. E podem apostar que vamos acompanhar cada detalhe aqui no Sexto Homem!

  • NBA quer acabar com tanking: novo sistema pune os piores times

    NBA quer acabar com tanking: novo sistema pune os piores times

    Olha, finalmente a NBA tá levando a sério essa história de acabar com o tanking descarado. A liga apresentou uma proposta revolucionária chamada “3-2-1 lottery” que vai fazer os times pensarem duas vezes antes de querer ser ruins de propósito.

    E cara, eu tô empolgado com essa ideia. Depois de décadas vendo times literalmente tentando perder jogos pra conseguir picks melhores no draft, chegou a hora de mudar isso.

    Como funciona o novo sistema

    A coisa funciona assim: ao invés de 14 times no lottery, seriam 16. Mas aqui vem o plot twist — os três piores times da liga teriam MENOS chances de pegar a primeira pick do que os outros times ruins. Isso mesmo, menos chances!

    Os três piores times ficam com apenas 5,4% de chance na primeira pick, enquanto os próximos sete times que perderam os playoffs têm 8,1%. É o que eles chamam de “relegação do draft” — você é tão ruim que perde uma bolinha no sorteio.

    Na minha visão, isso é genial. Imagina só: se esse sistema existisse hoje, times como Washington Wizards não estariam rezando pra perder todos os jogos em março e abril. Pelo contrário, estariam brigando pra sair desse buraco dos três piores.

    Por que isso faz sentido

    Sinceramente, eu cansei de ver torcida comemorando derrota do próprio time. Isso não é esporte, é teatro mal feito. O argumento de que os times ruins precisam de mais ajuda não cola mais — olha o Orlando Magic, saiu do fundo do poço rapidinho com uma gestão competente.

    O problema nunca foi falta de picks altas. Foi incompetência mesmo. Times como Sacramento Kings ficaram uma década fazendo merda no draft tendo picks excelentes. Dar mais chances pra essas diretorias ruins só incentiva mais tanking.

    Agora imagina a mudança de mentalidade: ao invés de torcer contra o próprio time, a torcida vai querer que o time ganhe pra sair da zona de “relegação”. Isso sim é basquete de verdade!

    Tem um probleminha, mas…

    Claro que não é perfeito. O sistema cria uns “degraus” meio estranhos — melhor ser um time mediano que perdeu os playoffs do que ser o 9º ou 10º colocado. Mas olha, qualquer coisa é melhor que esse circo que tá aí.

    Vocês acham que os donos dos times vão aprovar isso? Porque eu tenho certeza que alguns GMs que vivem de tanking não vão gostar nem um pouco dessa proposta. Mas Adam Silver parece empolgado com a ideia, e eu torço pra que role mesmo.

    No final das contas, basquete é sobre competir e ganhar. Se um time quer ser bom, tem que contratar gente competente e desenvolver jogadores direito — não ficar esperando milagre do draft eternamente.

  • NBA quer acabar com tanking: proposta pune os 3 piores times da liga

    NBA quer acabar com tanking: proposta pune os 3 piores times da liga

    Galera, a NBA finalmente decidiu botar ordem na casa! Depois de uma temporada completamente ridícula onde alguns times pareciam competir pra ver quem perdia mais, a liga está preparando uma proposta anti-tanking que promete mexer com tudo que a gente conhece sobre o Draft Lottery.

    A ideia é simples: punir quem faz corpo mole de propósito. E olha, era hora mesmo — cinco times terminaram com mais de 60 derrotas essa temporada. Cinco! É muita zona pra uma liga que se diz a melhor do mundo.

    Como funciona o novo sistema “3-2-1”?

    Então, aqui vem a parte interessante (e meio confusa). Ao invés dos 14 times de sempre, agora serão 16 times no sorteio. E a coisa fica assim:

    Os três piores times da liga — que hoje têm as maiores chances — vão ter apenas DUAS bolinhas no sorteio (5,4% de chance). Já os times que ficaram entre o 4º e 10º piores vão ter TRÊS bolinhas cada (8,1%). Ou seja, é melhor ser ruim mas não TÃO ruim assim.

    Cara, isso é genial na minha opinião. Imagina só: um time que tá brigando pra não ser o pior absoluto tem mais chances de pegar uma pick alta do que quem simplesmente desistiu da temporada. É como se a liga tivesse falado: “Quer tankar? Então se prepara pra se ferrar.”

    Mudanças que vão impactar pra caramba

    E tem mais coisa louca: nenhum time pode ganhar a primeira pick em anos consecutivos, nem pegar três picks do top-5 seguidas. Sabe o que isso significa? Times como Spurs (que pegaram Wembanyama), Pistons e Rockets teriam sido impedidos de montar seus núcleos atuais.

    Sinceramente, eu tô dividido nisso. Por um lado, entendo a necessidade de dar mais competitividade. Por outro, será que não é meio cruel demais com times que estão genuinamente ruins e precisam se reconstruir?

    A liga também vai ter mais poder pra punir quem fizer tanking descarado — e não vai ser só aquelas multazinhas de 100 mil dólares que o Adam Silver dava antes. Agora pode rolar redução nas chances do sorteio ou até mudança na posição do draft.

    Vai dar certo ou é só mais uma tentativa?

    O mais interessante é que isso é um teste. O sistema expira depois do Draft de 2029, então a NBA pode voltar atrás se der muito errado. Esperto da parte deles — ninguém quer criar um monstro que não consegue controlar depois.

    Olha, eu acho que era necessário fazer alguma coisa. Essa temporada foi constrangedora em alguns momentos, com times claramente jogando pra perder. Os Washington Wizards terminaram como os piores e vão ter uma pick garantida no top-5 num draft que todo mundo fala que é histórico.

    E vocês, acham que essa mudança vai realmente acabar com o tanking ou os times vão dar um jeito de contornar o sistema? Eu tenho minhas dúvidas — quando tem muito dinheiro envolvido, sempre aparece alguém pra tentar burlar as regras.

    Se aprovada em 28 de maio, a mudança entra em vigor no Draft de 2027. Vai ser interessante acompanhar como os GMs vão reagir a isso tudo.

  • NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    NBA pode revolucionar o Draft Lottery – 18 times na disputa!

    Galera, parece que a NBA tá mesmo decidida a mexer no Draft Lottery de uma vez por todas. E olha, a proposta que tá ganhando força é bem maluca: 18 times na loteria em vez dos atuais 14, com as chances muito mais equilibradas.

    Segundo o que tá rolando nos bastidores, a ideia que mais tá pegando é essa: os 10 piores times da liga teriam 8% de chance cada um de pegar a primeira escolha. Os outros 8 times dividiriam os 20% restantes. Sinceramente? Acho meio bizarro.

    O que muda na prática

    Se isso for aprovado (e só vai rolar se o Board of Governors votar a favor mês que vem), não são só os times do play-in que vão pra loteria. Os 4 times com pior campanha que chegaram aos playoffs mas perderam na primeira rodada também entram na brincadeira.

    Imaginem se isso existisse essa temporada — Raptors e talvez até o Phoenix estariam na loteria! E aí? Vocês acham justo um time que chegou aos playoffs ganhar a primeira escolha do Draft?

    Na minha visão, isso vai gerar uma polêmica monstro no primeiro ano que acontecer. Porque vai acontecer, né? Com a sorte que a NBA tem pra essas coisas…

    Menos tanking, mais problemas?

    A lógica do Adam Silver é simples: se todo mundo tem chance parecida, ninguém vai querer perder de propósito. E até faz sentido — dar 8% igual pra todos os 10 piores diminui o incentivo de correr atrás do pior recorde da liga.

    Mas olha só que paradoxo absurdo: nos anos que aparecer um Wembanyama ou Cooper Flagg da vida, os times vão tankar do mesmo jeito pra garantir que ficam no bottom-10. E nos anos de Draft fraco (como deve ser o próximo), o Silver vai sair por aí falando que a solução dele funcionou perfeitamente.

    Cara, eu entendo a intenção, mas tô com os GMs que falaram pros caras do The Athletic: isso pode criar problemas novos que vão ter que resolver depois. O Draft existe justamente pra ajudar os times ruins a ficarem bons — é assim no futebol americano, hockey, baseball. Por que no basquete tem que ser complicado?

    Lembram do que rolou com Dallas? 11 times tinham recorde pior que eles, mas os caras ganharam na loteria com 1,8% de chance e pegaram o Cooper Flagg. Como isso ajuda um time que tá realmente sofrendo há anos?

    O que vocês acham dessa mudança? Comentem aí — na boa, tô curioso pra saber se eu tô sendo muito conservador ou se essa história de 18 times na loteria é furada mesmo.

  • Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Jazz garantem pick protegido no sorteio da NBA

    Olha só que loucura: a NBA fez o sorteio de desempate do draft de 2026 ontem, e o Utah Jazz saiu no lucro de uma forma que pode mudar tudo para a franquia. Eles conseguiram a 4ª melhor posição na loteria, enquanto o Sacramento Kings ficou com a 5ª. Parece pouco, mas fez TODA a diferença.

    Por que isso é tão importante? Simples: o pick do Jazz é protegido até a 8ª posição. Se eles caíssem para 9º lugar ou pior, o pick ia direto pro Oklahoma City Thunder. Mas agora? Garantiram que vão manter a escolha, não importa o que aconteça na loteria do dia 10 de maio.

    As chances continuam praticamente iguais

    Na prática, tanto Jazz quanto Kings têm 45,2% de chance de pular para o top 4 e 11,5% de chance de ganhar a primeira escolha geral. A diferença é que o Jazz tem essa garantia de não perder o pick – e isso vale ouro em uma temporada de reconstrução como a deles.

    Sinceramente? Acho que o Jazz deu sorte grande aqui. Imagina a decepção se perdessem um pick em um draft que pode ser histórico só por causa de um sorteio. Agora podem dormir tranquilos.

    Outros desempates que movimentaram o mercado

    O New Orleans Pelicans ficou com a 7ª posição na loteria, mas aqui vem o plot twist: eles não vão nem usar esse pick! Trocaram ele pro Atlanta Hawks no draft do ano passado. Os Hawks vão ficar com o melhor entre os picks dos Pelicans (7º) e do Milwaukee Bucks (10º).

    Já o Dallas Mavericks garantiu a 8ª posição. Com 29% de chance de subir na loteria, pode ser uma surpresa interessante – vocês acham que eles conseguem dar o salto?

    E olha que bagunça bonita: dos picks 16, 17 e 18, nenhum vai ser usado pelo time original. Oklahoma City pega o 16º (que era da Filadélfia), Memphis fica com o 17º (melhor entre Orlando e Phoenix), e Charlotte leva o 18º (o pior entre Orlando e Phoenix). É trade pra todo lado!

    O cronograma que todo fã tem que saber

    Agora é só aguardar: loteria dia 10 de maio em Chicago, combine de 10 a 17 de maio, e o draft em duas noites no Barclays Center – primeira rodada dia 23 de junho, segunda rodada no dia 24.

    Ah, e uma informação importante: a data limite para jogadores universitários confirmarem entrada no draft é na sexta-feira. Vai ter movimento nos próximos dias!

    O que vocês acham? O Jazz fez bem em manter esse pick protegido, ou deveriam ter arriscado tudo em uma troca maior?

  • Playoffs 2026: finalmente o que importa é o jogo em quadra

    Playoffs 2026: finalmente o que importa é o jogo em quadra

    Cara, que alívio. Depois de 173 dias de temporada regular — com uns 20 times literalmente entregando jogos pra pegar draft picks melhores — finalmente chegou a hora que realmente importa. Os playoffs de 2026.

    E olha, eu tô empolgado pra caramba com algumas histórias que vão rolar. O Thunder de Oklahoma City, que na minha opinião é o favorito absoluto, volta pra defender o título. Esses caras construíram um monstro de time, pedra por pedra, e agora querem mostrar que todos os caminhos passam por eles.

    Os veteranos contra o tempo

    Mas aí você tem LeBron James e Kevin Durant ainda aí, cara. Sinceramente? Eu não sei como esses caras ainda conseguem jogar no mais alto nível aos 41 e 37 anos, respectivamente. É de outro planeta mesmo. KD especialmente — depois de toda aquela novela com o Nets, ver ele ainda brigando por mais um anel é inspirador pra quem acompanha a liga há anos.

    E tem Steph Curry e Kawhi Leonard também lutando contra o tempo. Os dois vão ter que passar pelo play-in, o que há uns anos atrás seria impensável. Curry, principalmente — lembro quando os Warriors dominavam tudo, e agora eles tão brigando só pra entrar nos playoffs. Como o basquete muda rápido, né?

    As surpresas que ninguém esperava

    Agora, o que mais me chamou atenção foi Detroit Pistons e San Antonio Spurs chegarem em 60 vitórias cada. Mano, SESSENTA! O Pistons que uns anos atrás tinha uma das piores campanhas da história da NBA. E os Spurs, que todo mundo sabia que iam ser bons com Wembanyama, mas ninguém esperava TÃO rápido assim.

    É isso que eu amo nos playoffs — essas histórias se desenvolvem de forma única. New York, Denver, Minnesota, Cleveland… todos esses times fizeram movimentações agressivas e agora vão ver se valeu a pena. O Nuggets especialmente, porque com Jokic no auge você tem que aproveitar essa janela.

    O lado sombrio que ninguém quer falar

    Mas vou ser sincero com vocês — essa temporada regular foi meio constrangedora pra NBA. Um terço dos times literalmente entregaram jogos de propósito só pra pegar draft picks melhores. Tanking virou modalidade esportiva, cara!

    O Adam Silver vai ter que resolver isso nas próximas semanas. A proposta é expandir a loteria do draft pra 18 times — os 10 que não chegaram nem no play-in e os 8 que ficaram entre 7º e 10º em cada conferência. Cada um dos 10 piores teria 8% de chance na primeira pick. Interessante, mas eu tenho minhas dúvidas se isso vai resolver. Time sem vergonha sempre dá um jeito de burlar o sistema.

    (E aí, vocês acham que essa mudança na loteria vai acabar com o tanking ou os times vão encontrar outras brechas?)

    Enfim, chega de falar dos problemas da liga. Agora é hora de curtir o que a NBA tem de melhor: playoff basketball. Intensidade máxima, cada posse importa, e finalmente vamos ver basquete de verdade sendo jogado. Preparado pra mais uma pós-temporada épica?

  • Mavs x Clippers hoje: será que vamos estragar a tanking?

    Mavs x Clippers hoje: será que vamos estragar a tanking?

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa é uma daquelas situações complicadas pra gente que torce pros Mavericks. O time tá com 25 vitórias e 53 derrotas — claramente numa temporada de reconstrução — e agora vai enfrentar os Clippers (40-38) que estão desesperados por uma vaga no play-in.

    O jogo é hoje à noite, 22h30 (horário de Brasília), no Crypto.com Arena, em Los Angeles. E cara, eu tô meio dividido aqui. Por um lado, sempre quero que o Dallas ganhe. Por outro… será que não é melhor perder pra garantir uma posição melhor no draft?

    O dilema da tanking season

    Depois de bater o Lakers no domingo — numa partida que foi divertida de assistir mas complicou nossas chances na loteria —, o Mavs tá nessa sinuca de bico clássica do final de temporada. Os Clippers PRECISAM ganhar pra tentar garantir a oitava colocação no Oeste e entrar no play-in. Já o Dallas… bem, se formos honestos sobre como funciona a tanking, não pode se dar ao luxo de ganhar esse jogo.

    E o mais engraçado? O relatório de lesões dos Mavs tá parecendo uma lista de Natal. Marvin Bagley vai jogar mesmo com problema no ombro, John Poulakidas e Tyler Smith também estão confirmados (mesmo sendo jogadores de two-way). Já Daniel Gafford tá como “duvidoso” — brincadeira que o cara “talvez não tenha mais um braço”. PJ Washington também é dúvida por “dores no corpo” (aquela clássica desculpa de final de temporada) e Brandon Williams tá doente.

    Clippers desesperados por uma vitória

    Do outro lado, os Clippers tão quase com o elenco completo, tirando o Bradley Beal que tá machucado — mas isso já é padrão dele, né? O time de LA não pode vacilar nesse momento da temporada.

    Sinceramente? Acho que vai ser um jogo estranho de assistir. Parte de mim quer ver os meninos jogarem bem e saírem com a vitória, porque é sempre bom ver o time competindo. Mas a parte racional sabe que uma derrota aqui seria melhor pro futuro da franquia.

    E aí, pessoal? Vocês tão torcendo pro que hoje? Uma vitória heroica ou uma “derrota estratégica”? Deixem aí nos comentários o que vocês acham que vai rolar nesse jogo!

    O jogo vai passar no NBA League Pass e nas plataformas de streaming habituais. Vamos torcer — ou não — juntos!

  • NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    Olha, eu não sei vocês, mas tô vendo a NBA se dividindo em duas competições completamente diferentes — e isso não é exagero meu não. Os números que saíram essa semana são simplesmente absurdos.

    A diferença entre o 10º e 11º colocados de cada conferência chegou a 20,5 jogos de diferença. Vinte e meio! Pra vocês terem noção, o recorde anterior deste século era de 11 jogos em 2018-19. Praticamente dobrou.

    No Leste, o Charlotte Hornets (que tá na 10ª posição) tem 9,5 jogos de vantagem sobre o Milwaukee Bucks. No Oeste, o Warriors lidera o Memphis Grizzlies por 11 jogos pela última vaga do play-in. Sinceramente, quando você vê o Bucks — time que foi campeão há poucos anos — lutando pra não ser lottery, você sabe que tem algo muito errado rolando.

    Play-in piorou tudo ao invés de resolver

    A maior ironia? O play-in foi criado justamente pra acabar com o tanking. Mas parece que teve o efeito contrário, cara.

    Na primeira temporada completa com play-in, a diferença era de 7 jogos. Desde então só subiu: 9 jogos em 2022-23, 9 de novo em 2023-24, 10 na temporada passada e agora esses 20,5 monstruosos. A média na era play-in é de 11 jogos, contra apenas 4,8 nos dez anos anteriores.

    E o pior: apenas UM dos dez times que ficaram em 10º lugar conseguiu passar do play-in pro playoff de verdade. Ou seja, brigar pela décima posição virou quase que perda de tempo.

    Os tankers assumiram que é melhor perder mesmo

    Nove times viraram literalmente não-competitivos. Eles têm um recorde combinado de 12-167 contra times de playoff. Em março sozinho, esses times fizeram 12-98 (.109 de aproveitamento) contra postseason contenders. É tipo ver um time de várzea jogando contra profissional.

    Washington Wizards perdeu 20 jogos seguidos contra times com campanha positiva. Brooklyn Nets tá 1-29 nos últimos 30 confrontos assim. Dallas (que pelo menos tem desculpa com as lesões) está 2-23 nos últimos 25.

    Na minha visão, dois fatores explicam essa bagunça toda. Primeiro: Dallas saltou da 11ª posição direto pro número 1 do draft 2025, e Atlanta conseguiu picks altos sendo 10º em drafts consecutivos. Quando você vê isso acontecer, fica óbvio que vale mais a pena apostar na loteria do que lutar por uma vaguinha no play-in.

    Segundo: o draft de 2026 promete ser forte, então os times ruins preferem garantir posição alta agora. Faz sentido? Do ponto de vista estratégico, faz. Do ponto de vista do espetáculo? Tá uma bosta.

    A NBA já tá propondo três reformas na loteria pra tentar resolver isso. Será que vai funcionar ou vamos continuar vendo essa separação bizarra? Eu sinceramente acho que precisa de mudança drástica, porque assistir esses jogos de tanking virou tortura.