Tag: Draymond Green

  • Draymond detona hipocrisia após Wemby escapar de suspensão

    Draymond detona hipocrisia após Wemby escapar de suspensão

    Cara, o Draymond Green não aguentou e foi às redes sociais mandar a real sobre um lance polêmico nos playoffs. O Victor Wembanyama deu uma cotovelada brava no Naz Reid durante o jogo 4 entre Spurs e Timberwolves, tomou flagrante 2 e foi expulso. Até aí, normal. O problema é o que veio depois.

    A NBA decidiu que o francesão não vai levar suspensão nem multa. Vai jogar normalmente no jogo 5. E foi aí que o Draymond explodiu no Twitter: “Vocês já pediram minha cabeça por muito menos”.

    A revolta do veterano

    Olha, eu entendo perfeitamente a irritação do Green. O cara tem 23 expulsões na carreira (líder entre jogadores ativos), 177 técnicas e 21 flagrantes. Qualquer coisinha que ele faz vira manchete mundial e pedido de suspensão. Agora o Wemby mete o cotovelo no cara e sai ileso?

    No podcast dele, o Draymond foi ainda mais direto: “Eu falaria pros Timberwolves: pessoal, isso aqui é jogo limpo agora. Não tem suspensão, não tem multa, é jogo limpo”.

    E complementou com uma análise que fez todo sentido: “Se ninguém revidar contra o Wemby, vocês perdem a guerra. Porque o que ele fez foi impor um tom de jogo”.

    Padrão diferente para estrelas?

    Sinceramente, acho que o Draymond tocou num ponto sensível. A NBA tem sim critérios diferentes dependendo de quem comete a falta. Jaden McDaniels e o Jokic levaram multa por muito menos recentemente, mas o golden boy francês escapa? Estranho, né?

    O lance todo mudou a série. Os Spurs perderam o jogo 4 depois da expulsão do Wembanyama, e agora está 2-2 voltando pra San Antonio. A tensão tá no máximo, e com esse precedente da NBA, qualquer coisa pode acontecer no jogo 5.

    E aí, vocês acham que a liga realmente tem dois pesos e duas medidas? Porque pelos números do Draymond, parece que tem mesmo. O cara virou o vilão da NBA, enquanto outros fazem a mesma coisa e saem como heróis incompreendidos.

  • Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Olha, quando o Steve Kerr renovou por mais dois anos com o Golden State Warriors, eu já imaginava que isso ia mexer com outras peças do quebra-cabeça. E não é que tá acontecendo exatamente o que eu pensei? O Draymond Green agora tem muito mais chances de ficar na baía.

    A situação é a seguinte: Green tem uma opção de jogador de US$ 27,7 milhões para a próxima temporada. Até o dia 29 de junho ele precisa decidir se fica com essa grana garantida ou se vira agente livre irrestrito. Mas aqui entre nós — com Kerr confirmado, seria loucura ele sair, né?

    A química Kerr-Green é real demais

    Cara, quem acompanha a NBA sabe que a relação entre esses dois é especial. O próprio Kerr trata o Draymond como um técnico assistente dentro de quadra. É aquele tipo de liderança que você não encontra em qualquer lugar.

    E vamos combinar: Green pode ser chatão às vezes (quem nunca se irritou com as discussões dele com os árbitros?), mas o cara é um defensor de elite. Ainda. Mesmo aos 34 anos, ele continua sendo aquele cara que consegue defender do pivot até o armador, fazer a defesa funcionar e ainda distribuir umas assistências absurdas.

    O jogo do dinheiro

    Agora, a parte interessante é que os Warriors podem tentar convencer o Green a recusar a opção dele e assinar um novo contrato. Imagina só: menos dinheiro por ano, mas mais anos garantidos. Para um cara da idade dele, faz todo sentido, não acham?

    Fontes do time já deixaram claro que não têm nenhum plano de trocar o Draymond ou dar um pé na bunda dele. Sinceramente, eu acho que seria burrice. O cara já ganhou quatro títulos com essa camisa, conhece o sistema como ninguém, e ainda tem lenha para queimar.

    O que vocês acham? Green fica mesmo ou vai tentar a sorte em outro lugar? Na minha visão, com Curry ainda jogando em alto nível e Kerr confirmado, seria maluco ele não querer fazer parte dessa última dança dos Warriors.

  • Draymond Green mete o pau no Charles Barkley ao vivo na TV

    Draymond Green mete o pau no Charles Barkley ao vivo na TV

    Cara, o Draymond Green não perdoa ninguém mesmo. O cara foi no programa “Inside the NBA” ontem e simplesmente destruiu o Charles Barkley na frente de todo mundo. E olha que não foi por acaso não — tinha contexto por trás.

    A coisa começou quando o Barkley sugeriu que o Green e o Stephen Curry talvez devessem considerar sair do Golden State Warriors se quisessem continuar brigando por título. Aí o Draymond não aguentou e soltou essa pérola:

    “Acho que o objetivo é não ficar parecendo você no uniforme do Houston Rockets. É basicamente isso.”

    DESTRUIÇÃO TOTAL.

    A alfinetada que doeu onde tinha que doer

    Olha, eu entendo perfeitamente o lado do Draymond aqui. O cara passou a carreira INTEIRA no Warriors — 14 temporadas, quatro títulos, uma dinastia construída tijolo por tijolo. Aí vem o Chuck, que passou por Sixers, Suns e Rockets (sem título, aliás), falando que talvez seja hora de vazar?

    O Barkley teve uma carreira incrível, não vou mentir. MVP em Phoenix, Hall da Fama merecidíssimo. Mas aquela passagem pelo Houston no finalzinho da carreira? Meio forçada mesmo. Foi uma tentativa desesperada de conseguir o anel que nunca veio.

    E é exatamente isso que o Draymond não quer. Sinceramente? Eu concordo com ele.

    Warriors em momento delicado

    Não é que a situação do Golden State tá fácil não. A temporada 2025-26 foi complicada, com lesões do Jimmy Butler e Moses Moody que vão afetar boa parte da próxima temporada também. Sem contar que ainda tem dúvidas sobre o futuro do Steve Kerr como técnico.

    Mas cara, será que é hora de desmontar tudo mesmo? O núcleo Curry-Green-Thompson (quando saudável) ainda tem lenha pra queimar. Foram quatro títulos em oito anos — isso não é brincadeira não.

    Vocês acham que o Green tem razão em ficar firme no Warriors? Ou será que o Barkley tá certo e é hora de buscar novos ares? Eu, particularmente, prefiro ver jogadores sendo leais aos times que os criaram. Mas sei lá, às vezes a ambição fala mais alto mesmo.

    De qualquer forma, uma coisa é certa: o Draymond continua sendo aquele cara que fala o que pensa, na cara e sem filtro. E o Chuck? Bom, tomou um banho de realidade ao vivo na TV nacional.

  • Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Draymond detona narrativa: ‘Jogo 7 do Embiid não foi histórico’

    Olha, o Draymond Green simplesmente não engoliu toda essa empolgação em torno da performance do Joel Embiid no Jogo 7 contra os Celtics. E cara, ele não tá errado não.

    O Embiid mandou bem pra caramba — 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências na vitória por 109-100 que levou os Sixers pra segunda rodada dos playoffs. Mas o Draymond foi direto ao ponto: “Galera tá perguntando se esse foi um jogo histórico pro Embiid, e eu falo não, de jeito nenhum”.

    A bronca do veterano faz sentido

    Sinceramente? O Draymond tem razão. Como que um cara do calibre do Embiid — MVP da liga, medalhista olímpico, All-Star perene — vai ter um “jogo histórico” na primeira rodada? Não faz sentido.

    “Joel Embiid é um jogador incrível por todas essas razões que eu mencionei. Mas justamente por isso, um jogo de primeira rodada, não importa se é Jogo 7 ou Jogo 2… continua sendo primeira rodada”, disparou o veterano do Warriors no seu podcast.

    E aí, vocês concordam com essa? Porque na minha visão, o Draymond tocou num ponto crucial: pra um cara do nível do Embiid ter jogos realmente históricos, ele precisa chegar nas finais de conferência e quem sabe nas Finais da NBA.

    O histórico que pesa

    Aqui que a coisa fica complicada pro gigante dos Sixers. Em oito aparições de primeira rodada pela franquia da Filadélfia, o cara tem médias absurdas: 26.4 pontos, 10.7 rebotes e 3.6 assistências. Os Sixers têm um record de 6-2 nessas séries.

    Mas aí vem o problema: 0-5 na segunda rodada. Zero e cinco! Desde que entrou na liga em 2014, o Embiid nunca chegou nas finais de conferência.

    “Eu odeio quando tentam armar cilada pros caras, falando ‘ah, esse é um jogo histórico pro Joel Embiid’, só pra depois tentar derrubar ele nas próximas semanas”, continuou o Draymond. E cara, ele tá certo — essa narrativa é meio cruel mesmo.

    O mais interessante é que essa foi a primeira vez que os Sixers do Embiid conseguiram bater os Celtics nos playoffs depois de perder três vezes antes. Agora eles encaram os Knicks na segunda rodada, e aí sim a coisa fica séria.

    Draymond fechou com chave de ouro: “Se a Filadélfia perder essa série, ninguém vai falar no verão ‘ah, mas o Joel teve um jogo histórico na primeira rodada’. A conversa vai ser ‘Joel Embiid não consegue ganhar de novo, Sixers precisam desmanchar o time’.”

    Duro, mas real. O que vocês acham — o veterão foi muito cruel ou só falou a verdade?

  • Draymond Green monta Mt. Rushmore dos Warriors e deixa lendas de fora

    Draymond Green monta Mt. Rushmore dos Warriors e deixa lendas de fora

    Cara, o Draymond Green resolveu mexer no vespeiro e criar o Mt. Rushmore dos Warriors. E olha, a escolha dele tá gerando uma discussão danada.

    No programa da Candace Parker, o Green foi categórico na sua lista: “Eu diria Steph Curry, Steve Kerr, Klay Thompson e Draymond Green. Não acho que tem outra forma de fatiar isso. Estamos falando de Mt. Rushmore, seria importância, né? Sem dúvida.”

    Ué, Draymond? E o Wilt Chamberlain? E aí que a coisa fica interessante.

    As lendas que ficaram de fora

    Sinceramente, eu entendo a lógica do Green — ele tá pensando na era dourada atual dos Warriors. Mas deixar Wilt Chamberlain de fora? O cara que fez 100 pontos numa partida em 1962 PELOS WARRIORS? Isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete.

    Rick Barry também ficou no esquecimento. Doze vezes All-Star, cinco vezes no All-NBA, e foi peça fundamental no título de 1975 dos Warriors. O cara era um monstro no arremesso livre (por baixo da perna, lembram?) e liderou aquele time histórico.

    E o que dizer do “Run TMC”? Chris Mullin e Tim Hardaway (junto com Mitch Richmond) revolucionaram o basquete no final dos anos 80 e início dos 90. Eles popularizaram aquele estilo rápido, vistoso, que de certa forma foi precursor do que vemos hoje nos Warriors.

    A era Kerr realmente mudou tudo

    Olha, não vou mentir: entendo perfeitamente o ponto do Draymond. Desde 2015, com a chegada do Steve Kerr, essa geração fez história. Quatro títulos (2015, 2017, 2018, 2022), aquele recorde absurdo de 73 vitórias em 2016 (mesmo perdendo pro LeBron nas Finais — que dor!), e transformaram completamente o basquete moderno.

    O splash brothers mudaram o jogo pra sempre. Curry virou o cara que mais fez cestas de 3 na história, Klay teve aquelas performances surreais (37 pontos num quarto, alguém lembra?), e o próprio Draymond se tornou o coração defensivo e emocional do time.

    Mas será que isso é suficiente pra deixar lendas históricas de fora? Vocês acham que tá certo priorizar apenas a era atual? Eu fico dividido — por um lado, essa geração realmente colocou os Warriors no mapa mundial. Por outro, a história do franchise não começou em 2015.

    No final das contas, Mt. Rushmore é sempre subjetivo. Mas admito: dói um pouquinho ver Wilt Chamberlain ficando de fora de qualquer lista dos maiores de Golden State.

  • Draymond quebra o silêncio sobre a briga feia com Steve Kerr

    Draymond quebra o silêncio sobre a briga feia com Steve Kerr

    Olha, eu sabia que rolava uma tensão entre Draymond Green e Steve Kerr, mas não imaginava que a coisa tinha chegado nesse nível. O próprio Kerr revelou numa entrevista recente que ele e Draymond tiveram uma “discussão pesada” em dezembro — e agora o Green resolveu contar a versão dele da história no podcast.

    E cara, que história!

    O desabafo que ninguém esperava

    No podcast do Draymond, ele contou que depois da briga, foi falar com Kerr e soltou essa bomba: “Eu acho que você não gosta de mim. Na real, acho que nunca gostou”. E aí que vem a parte mais chocante — segundo Draymond, o Steve Kerr chorou. Chorou mesmo.

    Imagina a cena? Dois caras que ganharam quatro títulos juntos, que construíram uma dinastia, tendo esse papo pesado com o técnico chorando. Sinceramente, não sei o que pensar disso.

    “Quando você passa 14 anos com alguém, quando você tem as conquistas que a gente teve, jogando o papel que eu tive que jogar e sendo quem eu tive que ser, algumas coisas assim vão acontecer”, explicou Green. E olha, faz sentido né? Imagina a pressão, os egos, a intensidade de tantos anos juntos.

    Gratidão e mágoa na mesma conversa

    Mas aqui que fica interessante (e meio contraditório, típico do Draymond): ele falou maravilhas do Kerr logo depois de revelar a treta. Disse que o técnico ensinou coisas sobre ser um vencedor que nem Tom Izzo — que foi o técnico dele na faculdade — conseguiu ensinar.

    “O que ele significou na minha vida, o que me ensinou… as coisas que ele me mostrou sobre vencer nesse nível, eu nunca poderia pagar de volta”, confessou Green.

    Só que aí vem o “mas” — porque sempre tem um “mas” com o Draymond, né? Ele soltou que desde 2016, quando o Kevin Durant chegou, não tem uma única jogada no playbook dos Warriors feita especificamente pra ele. Nem uma! Isso deve doer mesmo.

    E aí, galera? Vocês acham que o Green tem razão de se sentir meio de lado, ou é só birra de estrela? Porque olha, o cara sempre foi mais conhecido pela defesa e pela intensidade mesmo, não por ser o cara dos pontos.

    O futuro incerto da dupla

    A questão agora é: será que esses dois conseguem seguir juntos? Kerr tá decidindo se continua treinando os Warriors ou se pendura as chuteiras depois de 12 anos no cargo. São 604 vitórias na temporada regular, quatro títulos da NBA… uma baita parceria que pode estar chegando ao fim.

    “Você tem que aceitar o bom junto com o ruim”, filosofou Draymond. E eu concordo com ele nisso — relacionamentos longos sempre têm altos e baixos, ainda mais no esporte de alto nível.

    Mas confesso que fiquei curioso pra saber o que exatamente aconteceu nessa briga de dezembro. Deve ter sido coisa séria mesmo pra deixar os dois assim. O que vocês acham que rolou?

  • Kerr em dilema: sair dos Warriors seria fácil se Curry se aposentasse

    Kerr em dilema: sair dos Warriors seria fácil se Curry se aposentasse

    Cara, que situação complicada essa do Steve Kerr nos Warriors. O técnico tá literalmente em cima do muro sobre voltar na próxima temporada, e a razão é simples: Curry e Draymond ainda vão continuar jogando.

    Numa entrevista bem pessoal pro New Yorker, Kerr foi transparente sobre o dilema. E olha, eu entendo completamente o cara. Imagina você sendo técnico de uma dinastia que já deu o que tinha que dar, mas ainda tem dois caras históricos no elenco que não querem parar.

    O peso da lealdade

    “Se o Steph e o Draymond estivessem se aposentando esse ano, seria uma decisão fácil: a gente sairia junto e a organização seguiria seu novo caminho”, disse Kerr. Mas não é tão simples assim. O Curry ainda joga em alto nível quando tá saudável e quer renovar contrato. O Draymond também tem mais um ano.

    E aí fica aquela: como você abandona caras que foram fundamentais pra você ganhar quatro títulos? Kerr deixou claro que não quer “abandonar esses caras”. A lealdade no basquete é rara hoje em dia, então respeito demais essa posição dele.

    Sinceramente, acho que o técnico tá certo em hesitar. Os Warriors ganharam o último título em 2022, mas de lá pra cá foram só duas séries de playoffs vencidas em quatro temporadas. Duas vezes nem chegaram nos playoffs. É duro de engolir.

    Warriors ainda sonham alto

    O mais interessante é que a diretoria continua tentando trades bombásticos – rolaram rumores do Giannis e do Kawhi Leonard. Mas será que vale a pena trocar várias escolhas de primeira rodada pra tentar uma última corrida? Eu tenho minhas dúvidas.

    O próprio Kerr reconhece que “a maioria das passagens de técnicos dura um certo tempo, e depois é melhor pra todo mundo seguir em frente”. A questão é: chegou a hora?

    Na minha opinião, se o Curry realmente quer jogar mais alguns anos e ainda tem gás no tanque, faz sentido o Kerr ficar. Eles construíram algo especial juntos. Mas se for só pra sofrer mais algumas temporadas medianas… aí complica.

    Vocês acham que o Kerr deveria apostar mais alguns anos com essa dupla ou é hora de partir pra outra? As conversas vão rolar nas próximas semanas e, como ele mesmo disse, “vai acabar bem” de qualquer forma. Tomara que sim.

  • Draymond já deu o veredito: era do Kerr nos Warriors acabou

    Draymond já deu o veredito: era do Kerr nos Warriors acabou

    Olha, eu não esperava que o Draymond fosse ser tão direto assim, mas o cara simplesmente cravou no podcast dele: a era Steve Kerr nos Warriors chegou ao fim. E sinceramente? Depois de 12 anos juntos, faz todo sentido.

    No último episódio do seu show, o Green foi bem claro sobre o futuro do técnico: “Espero que ele seja nosso treinador no ano que vem, mas se vocês querem minha opinião? Acho que não vai rolar”. E completou dizendo que depois daquela derrota no play-in na sexta-feira, “parecia que era isso”.

    O abraço que disse tudo

    Cara, quem assistiu aquele momento emocional entre Kerr, Draymond e Curry depois da eliminação sentiu a mesma coisa. Aquele abraço no meio da quadra tinha cara de despedida, sabe? Doze anos é muito tempo no basquete moderno – é raro pra caramba ver técnico e jogadores ficarem tanto tempo juntos.

    E olha que o próprio Draymond admitiu que seu futuro também tá no ar. “Espero estar no time na próxima temporada também”, disse ele. Imagina só: pode ser que vejamos o fim de uma era completa em Golden State.

    Os problemas ficaram expostos

    Esta temporada mostrou as limitações da fórmula Warriors como nunca antes. Time dependendo demais dos veteranos, roster mal montado, e o estilo de jogo do Kerr sendo questionado em todo canto. O cara nunca tomou tanto pau quanto esse ano – seja pelo desenvolvimento dos jovens, pelas rotações malucas ou pelos vexames nos jogos decididos.

    Trinta e seven vitórias pagando quase 70 milhões em luxury tax? Monstro, isso dói no bolso de qualquer dono. E quando a coisa aperta financeiramente, geralmente começam cortando pelo técnico bem pago mesmo.

    Vocês acham que o Kerr realmente vai embora? Pra mim, com Moses Moody voltando de lesão séria, Jimmy Butler meio aposentado e o Dunleavy Jr. renovando contrato (que aliás, mantiveram em segredo pra torcida não vaiar o cara), tudo indica que mudança vem por aí.

    A real é que a vibe geral aponta pra isso mesmo. Desde aquele “esse trabalho tem data de validade” que o próprio Kerr soltou até os vazamentos pra ESPN de que a diretoria tá insatisfeita… tudo parece estar caminhando pro fim de uma das parcerias mais vitoriosas da NBA moderna.

  • Draymond ainda é elite! Veterano recebe voto para DPOY aos 34 anos

    Draymond ainda é elite! Veterano recebe voto para DPOY aos 34 anos

    Olha, eu sei que todo mundo tá falando do Wembanyama — e com razão, cara foi UNÂNIME no Defensive Player of the Year — mas tem uma história ali que me chamou atenção. Draymond Green, aos 34 anos, na sua 14ª temporada, ainda recebeu um voto de terceiro lugar para melhor defensor da liga.

    Sério, isso é absurdo quando você para pra pensar.

    O veterano que não desiste

    Green empatou em 11º lugar na votação com apenas um ponto (resultado de um voto de terceiro lugar), dividindo a posição com Jalen Duren e Bam Adebayo. Pode parecer pouco, mas cara… estamos falando de um jogador que tá há mais de uma década na NBA!

    E essa já é a 10ª vez que o Draymond recebe votos para DPOY. Décima! O maluco simplesmente não sai de cena. Claro, os tempos áureos de 2017 quando ele levou o prêmio já passaram, mas ainda estar na conversa? Monstro demais.

    O top 10 da votação foi: Wemby (óbvio), Chet Holmgren, Ausar Thompson, Rudy Gobert, Scottie Barnes, Derrick White, Cason Wallace, Amen Thompson, Dyson Daniels e OG Anunoby. Uma lista com muito jogador jovem, o que torna a presença do Green ainda mais impressionante.

    A corrida pelos 10 All-Defense

    Mas o que realmente me empolga é a possibilidade do Draymond entrar no All-Defense Team esse ano. Se isso rolar, ele vira apenas o SEXTO jogador da história com 10 seleções defensivas.

    A companhia? Tim Duncan (15), Kevin Garnett (12), Kobe (12), Kareem (11) e Scottie Pippen (10). Ou seja, lendas absolutas do jogo.

    Green tá preso no 9 há um tempo, junto com outros sete jogadores — só que todos os outros já se aposentaram: Jordan, Gary Payton, Chris Paul, Bobby Jones, Dennis Johnson, Jason Kidd e Hakeem. Ele seria o único ativo nessa lista seleta.

    Na minha opinião, seria mais do que justo. O cara ainda tá jogando em altíssimo nível defensivo pros Warriors, ainda é o cérebro daquela defesa, ainda consegue guardar desde o armador até o pivô quando precisa.

    Vocês acham que ele consegue essa 10ª seleção? Sinceramente, eu acho que merece. Aos 34 anos, continuar sendo relevante defensivamente na NBA não é pra qualquer um.

  • Draymond sente que foi o fim da era Warriors com Steve Kerr

    Draymond sente que foi o fim da era Warriors com Steve Kerr

    Cara, eu assisti aquele momento na sexta-feira e senti um arrepio na espinha. Draymond Green, Stephen Curry e Steve Kerr se reunindo ali na quadra depois da eliminação pros Suns… tinha cara de despedida mesmo.

    E o próprio Draymond confirmou o que todo mundo tava pensando no podcast dele. “Sinceramente? Acho que não volta”, disse sobre Kerr. “Teve aquela sensação de que era isso mesmo.” Mano, doeu até no Green falar isso.

    O momento que pode ter sido histórico

    Imaginem a cena: Warriors perdendo de 15 pra Phoenix no Play-In, sonho do título indo pro espaço mais uma vez. Aí o Kerr chama os dois caras que construíram essa dinastia com ele pra um último papo. Draymond disse que nunca ficou tão incerto sobre o futuro desde o começo da carreira.

    “Fomos sortudos de ter Steve como técnico por 12 anos”, falou o Green. E olha, ele tá certo. Quatro títulos, uma das maiores dinastias da história da NBA. Mas será que acabou mesmo?

    O contrato do Kerr venceu, e ele disse que vai “pensar um pouco” antes de decidir. Translation: o cara tá bem dividido. Por um lado, ainda tem o Curry jogando em alto nível. Por outro, esse elenco dos Warriors tá claramente atrás dos outros candidatos a título no Oeste.

    Warriors no crossroads total

    A situação é complicada mesmo. Se o Kerr voltar, a diretoria quer que seja pra um contrato longo, não pra ficar fazendo tour de despedida na temporada que vem. Faz sentido, né? Ninguém quer aquele clima estranho o ano todo.

    E tem mais: o próprio Draymond tem só mais um ano de contrato (player option), e mesmo ele não sabe se vai continuar. “Espero estar nesse time ano que vem, mas também não sabemos disso”, confessou.

    Vocês acham que os Warriors conseguem convencer o Kerr a ficar? Porque sinceramente, depois de ver Jimmy Butler se machucar logo no começo da temporada e o time claramente sem forças pra brigar com Denver, Phoenix, Minnesota… sei não.

    A decisão do Kerr deve sair nas próximas semanas. Se ele sair mesmo, pode ser o início de uma reformulação gigante em Golden State. O Curry ainda joga muito (isso ninguém nega), mas aos 38 anos, quanto tempo mais ele aguenta carregar esse time nas costas?

    Uma era que começou em 2014 pode estar chegando ao fim. Doze anos, quatro títulos, mudaram pra sempre como o basquete é jogado. Se for despedida mesmo, foi linda a caminhada.