Tag: Draymond Green

  • Draymond aprontou de novo: treta com Jabari Smith Jr

    Draymond aprontou de novo: treta com Jabari Smith Jr

    E o Draymond Green aprontou mais uma das suas. Dessa vez foi com o Jabari Smith Jr., dos Rockets, numa troca de empurrões que me lembrou muito os velhos tempos — só que não é mais 2017, né?

    A confusão rolou no terceiro quarto do Warriors x Rockets. O Dray estava caindo fora da quadra e jogou a bola no Smith pra tentar manter a posse. O garoto dos Rockets não curtiu nada e partiu pra cima. Resultado? Aquele empurra-empurra clássico que a gente já conhece bem.

    Curry voltou, mas o time continua o mesmo

    Olha, o Stephen Curry finalmente voltou depois de dois meses parado por causa do joelho. Cara deve ter pensado: “Dois meses fora e o Draymond continua arrumando encrenca”. Algumas coisas nunca mudam, né?

    O mais surreal é que nenhum dos dois tomou falta técnica. Sinceramente, achei que iam expulsar o Draymond na hora — com o histórico dele, qualquer coisinha vira suspensão.

    E vocês viram o Curry saindo do banco? Apenas a sétima vez na carreira regular dele. Aos 36 anos, o cara ainda meteu 29 pontos em 21 arremessos. Monstro.

    Warriors perderam de novo (surpresa?)

    Fim de papo: Warriors perderam por 117 a 116. O Alperen Sengun, aquele turco gigante, fez a cesta da vitória faltando 11 segundos. E o Curry? Perdeu o arremesso de 3 que poderia ter virado o jogo.

    Draymond terminou com 7 pontos, 6 rebotes e 12 assistências. Números até que decentes, mas cara, ele precisa parar com essas tretas. O time tá 36-42, brigando pra entrar nos playoffs, e não pode ficar perdendo o cara por suspensão.

    Quarta derrota seguida. Eu tô começando a achar que essa temporada dos Warriors já era mesmo. E aí, acham que eles conseguem uma vaguinha nos play-in ainda?

  • LeBron detona Memphis: ‘Poderia ter puxado um Eli Manning’

    LeBron detona Memphis: ‘Poderia ter puxado um Eli Manning’

    Cara, o LeBron James acabou de mandar a real sobre Memphis de um jeito que ninguém esperava. No podcast “Bob Does Sports” que saiu na quinta-feira, o Rei não só falou que os Grizzlies deveriam se mudar pra Nashville, como ainda revelou que poderia ter feito igual ao Eli Manning se Memphis tivesse ganhado a loteria do Draft de 2003.

    Pra quem não lembra da história do Manning: ele simplesmente falou pros Chargers que não ia jogar se fosse draftado por eles em 2004. E olha que foi exatamente isso que aconteceu — San Diego pegou ele mesmo assim e depois trocou pro Giants.

    A bronca do LeBron com Memphis

    O bagulho começou quando perguntaram se viajar tá mais difícil pros jogadores veteranos. E aí o LeBron desabafou sem filtro:

    “Claro que sim, po**a. Imagina uma terça-feira aleatória em Milwaukee, ficar no Hyatt aos 41 anos. Vocês acham que eu quero essa m***a? Ou estar em Memphis numa quinta-feira qualquer.”

    Sinceramente? Eu entendo a frustração dele. Memphis não é exatamente Las Vegas ou Miami em termos de estrutura e entretenimento. Mas o LeBron foi além e sugeriu que a franquia deveria se mudar:

    “Vão pra Nashville, vocês têm Vanderbilt lá, têm a NASCAR, têm estádio. Não têm um time de hockey também? Têm tudo.”

    Draymond Green também tá no barco

    E olha, o LeBron não tá sozinho nessa. Draymond Green falou praticamente a mesma coisa no podcast dele mês passado:

    “Memphis, que provavelmente deveria estar em Nashville, deveria ser um time da Conferência Leste. Definitivamente deveria estar em Nashville… Façam um favor pra todo mundo e mudem esse time pra Nashville. Não tem grandes hotéis em Memphis. Não tem uma sauna ou jacuzzi à vista.”

    Monstro, né? Dois caras do nível deles mandando essa. E vocês sabem o que eu acho? Tem uma lógica aí que não dá pra ignorar.

    O contrato dos Grizzlies com o FedEx Forum vence em 2029, e o prefeito de Memphis já disse que tá “trabalhando duro” pra renovar. Mas será que vai rolar?

    Tem uns rumores loucos rolando também. O Pablo Torre reportou em janeiro que o plano do dono Robert Pera quando comprou o time em 2012 era justamente mudar pros Grizzlies pra Las Vegas. E ainda teve tentativa de compra do filho do fundador da FedEx, Richard Smith, que foi rejeitada.

    O time tá claramente numa reconstrução total — tradaram Desmond Bane e Jaren Jackson Jr. no último ano, e tem discussões sobre o futuro do Ja Morant também.

    E aí, galera, vocês acham que faz sentido essa mudança pra Nashville? Ou Memphis merece manter sua franquia? Eu confesso que fico dividido — a cidade tem uma história rica com o basquete, mas a infraestrutura realmente deixa a desejar comparado com outros mercados.

    Uma coisa é certa: se os Grizzlies tivessem ganhado aquela loteria de 2003, talvez nem teríamos visto o LeBron jogar. Imaginem como seria diferente a história da NBA…

  • Draymond vai ficar nos Warriors — e não queria ir pros Bucks mesmo

    Draymond vai ficar nos Warriors — e não queria ir pros Bucks mesmo

    Olha, o Draymond Green tá sendo bem realista sobre onde está na carreira. O cara sabe que já passou do auge e que pode virar moeda de troca a qualquer momento — e tá de boa com isso.

    A novidade é que ele deve mesmo pegar a player option de US$ 27,7 milhões pra temporada 2025-26. Faz todo sentido, né? Quem ia recusar essa grana garantida aos 35 anos?

    O papo das trocas por Giannis

    Mas o mais interessante foi o Green falando sobre aqueles rumores de troca pelo Giannis Antetokounmpo. Cara, eu lembro de quando isso pipocou na internet — foi um auê. E o Draymond foi sincero: doeu no primeiro momento.

    “Sou um ser humano”, disse ele. “Teve um segundo que pensei: ‘Caraca, eles vão fazer isso comigo mesmo?’”

    Mas aí o veterano mostrou por que é um dos caras mais espertos da liga. Ele sacou rapidinho que estar sendo cogitado numa troca pelo Giannis — o atual MVP — é quase que um elogio. “Eles não vão me trocar por amendoim. Seria quase motivo de orgulho”, falou.

    Milwaukee? Não, obrigado

    E aqui vem a parte mais engraçada (e polêmica): o Draymond foi direto ao ponto sobre ir pros Bucks. “Vou ser honesto: eu não queria jogar em Milwaukee.”

    Eita. Imagina o torcedor de lá lendo isso? Mas é o Draymond sendo o Draymond — sem papas na língua. O cara construiu a carreira dele em Golden State, tem quatro títulos lá, vive respirando aquela cultura dos Warriors. Entendo ele não querer sair da zona de conforto agora no finalzinho da carreira.

    Sinceramente, acho que ele fez bem em ficar. Os Warriors ainda têm o Curry, ainda brigam por playoffs, e o Draymond continua sendo peça importante no esquema defensivo deles. Vocês acham que ele deveria ter topado a aventura em Milwaukee ao lado do Giannis?

    No final das contas, o homem sabe o que quer: terminar a carreira onde construiu seu legado. E com US$ 27 milhões garantidos no bolso, quem pode culpá-lo?

  • Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Draymond a 11 rebotes de fazer história no Warriors

    Cara, eu tô aqui olhando os números do Draymond Green e sinceramente não acredito no que tô vendo. O maluco tá a apenas 11 rebotes de passar o Larry Smith e se tornar o TERCEIRO maior reboteiro da história dos Warriors. Terceiro. Na. História.

    Vocês lembram do que falavam dele no Draft de 2012? “Pequeno demais pra ala-pivô, lento demais pra ala”. Os scouts basicamente disseram que ele não tinha lugar na liga. 35 jogadores foram escolhidos antes dele — imaginem a cara desses caras hoje.

    O “tweener” que virou lenda

    Olha só a ironia: Draymond chegou onde chegou sendo exatamente o contrário do que os scouts esperavam. Não foi na base da altura ou atleticismo absurdo — foi na raça, posicionamento e um QI de basquete que assombra.

    E quando ele passar o Larry Smith? Vai ficar atrás apenas do Nate Thurmond (12.771) e do Wilt Chamberlain (10.768). WILT CHAMBERLAIN, gente! O cara que uma vez pegou média de 27 rebotes por jogo numa temporada inteira. É muita loucura.

    Na minha visão, isso mostra perfeitamente quem é o Draymond: o cara que faz o trabalho sujo parecer arte. Cada rebote dele é tipo um dedo no meio pra todos os executivos que acharam que ele não tinha posição definida.

    Curry também tá no páreo

    Ah, e descobri uma parada absurda pesquisando: o Curry tá em OITAVO na lista histórica dos Warriors com 4.957 rebotes. O melhor armador da história também rebota pra caramba há mais de 15 anos e a gente nem percebe direito, hipnotizado com aquelas bolas de três do meio da quadra.

    Mas esse momento é do Draymond mesmo. Dez rebotes pra empatar com o Smith, onze pra fazer história sozinho. Os scouts disseram que ele fazia várias coisas bem mas nenhuma de forma genial.

    Engraçado né? O livro de recordes da franquia discorda completamente. E aí, vocês acham que ele consegue esses rebotes nos próximos jogos? Eu tô torcendo demais pra ver esse monstro fazendo história mais uma vez.

  • Draymond detona mídia por ignorar defesa de Wembanyama

    Draymond detona mídia por ignorar defesa de Wembanyama

    Cara, o Draymond Green mandou umas verdades que precisavam ser ditas. E olha que ele falou sobre o Wembanyama de um jeito que só quem realmente entende de basquete consegue fazer.

    Depois da vitória dos Warriors sobre o Nets por 109-106 na quarta-feira, o Dray soltou o verbo sobre a campanha do Wemby pro MVP. E mano, ele foi cirúrgico: disse que “odiou” e “amou” a declaração do francês.

    A bronca foi na mídia, não no Wemby

    O Green deixou claro que curtiu demais o Wembanyama ter peito pra se promover publicamente. O problema, na visão dele, foi o que a reação geral revelou sobre como o pessoal consome e cobre o basquete.

    “O Wemby falou que ‘Defesa é 50% do jogo’, e foi tipo… ninguém sabia disso?”, disparou o veterano dos Warriors. “Ninguém percebeu que 50% do jogo que a gente joga é naquele lado da quadra?”

    E sinceramente? O Draymond tem razão. Wembanyama apresentou argumentos sólidos pro MVP depois da vitória sobre o Heat: o San Antonio tá 4-1 contra o Thunder do Shai Gilgeous-Alexander (favorito ao prêmio), seu impacto ofensivo vai muito além dos pontos, e — óbvio — ele é de longe o cara mais dominante defensivamente na liga.

    “Foi um tapa na cara do basquete”

    O que mais irritou o Green foi todo mundo de repente descobrir que defesa importa. “Todo mundo fala que ele tem um ponto válido. Oi? Sério mesmo?”, ironizou. “Eu odiei que ele teve que falar isso pra ser reconhecido. De repente você liga a TV e todo mundo: ‘Hmm, talvez o Wemby seja o MVP’”.

    Na minha opinião, o Draymond tocou no ponto que mais me incomoda na cobertura da NBA hoje. O cara esmagou qualquer comparação: “Todo mundo quer crucificar o Luka Doncic quando ele não defende no padrão. Mas temos esse cara defendendo times inteiros e ninguém levou isso em conta até ele falar que defesa é 50% do jogo.”

    E olha, quem conhece o Draymond sabe que ele manja de se autopromover — ano passado mesmo ele se meteu na conversa do Defensor do Ano depois de uma coletiva bombástica (e terminou em terceiro na votação).

    “Com esses prêmios, se você não falar, o pessoal não consegue enxergar”, explicou Green. “No basquete, não vamos fingir que todo mundo consegue simplesmente abrir os olhos e entender o que tá rolando.”

    Wemby precisa jogar mais sete partidas

    O francês jogou 57 partidas na temporada regular (mais a final da NBA Cup), então precisa aparecer em sete dos últimos dez jogos dos Spurs pra se qualificar pros prêmios individuais.

    Assumindo que vai conseguir, Wembanyama é praticamente unanimidade pro Defensor do Ano, mas ainda é considerado zebra na disputa do MVP contra o Shai.

    Vocês acham que o argumento do Wemby pode mesmo mudar alguma coisa na votação? Porque pra mim, o que ele falou é básico — mas infelizmente necessário.

    “Eu tiro o chapéu pro Wemby por ter coragem de sentar naquela plataforma e falar: ‘É por isso’”, concluiu o Draymond. “Não fugir da pergunta. Não assumir que vão descobrir sozinhos. Não, eles não vão. Fico feliz que ele seja esperto o suficiente pra saber que eles não vão descobrir. Se você não ajudar eles a enxergar, porra, eles não conseguem ver.”

  • Gui Santos explode e Warriors quebram jejum dos Nets em jogaço

    Gui Santos explode e Warriors quebram jejum dos Nets em jogaço

    Mano, que noite foi essa do Gui Santos! O brasileiro simplesmente resolveu fazer o jogo da vida dele — 31 pontos, recorde pessoal — e levou os Warriors pra vitória por 109-106 sobre o Brooklyn Nets. E olha que não foi fácil não, o jogo foi decidido nos detalhes.

    Com 6,9 segundos no relógio, Draymond Green foi pra linha dos lances livres com sangue frio total. Converteu os dois e garantiu a vitória que colocou Golden State matematicamente no play-in. Cara, eu até arrepiei aqui assistindo. O veterano sabe como é que faz nos momentos decisivos.

    Gui Santos no modo destruição

    Sinceramente, eu não esperava que o Gui fosse explodir desse jeito. 31 pontos! O menino tava pegando fogo, atacando o garrafão, acertando de fora — um verdadeiro show. E não foi só ele não: Brandin Podziemski mandou 22 pontos com 6 rebotes e 5 assistências, jogando pra cacete.

    O mais louco é que os Warriors tavam sem o Curry ainda, mas encontraram um jeito de vencer. Porzingis ajudou com 17 pontos e De’Anthony Melton fechou a conta com 14, incluindo dois lances livres importantes no final. Time lutador esse, viu.

    Nets no buraco — nove derrotas seguidas

    Do outro lado, cara… os Nets tão vivendo um pesadelo. Nove derrotas consecutivas! Ziaire Williams até tentou carregar o time com 19 pontos, Jalen Wilson saindo do banco fez 15, mas não rolou.

    O mais frustrante pros caras do Brooklyn é que eles dominaram boa parte do jogo, chegaram no intervalo ganhando por 58-50. Mas aí no último quarto… puft. Simplesmente murcharam. Erraram tudo que é tipo de arremesso — 8 de 20 nos minutos finais, sendo só 2 de 9 do perímetro. Dá pra ganhar jogo assim não, né?

    E vocês acham que os Nets conseguem quebrar esse jejum logo? Porque olha, tá difícil… O próximo é contra os Lakers em Los Angeles na sexta. Vai ser tenso.

    Uma curiosidade massa: esse foi o 600º jogo consecutivo com casa lotada pros Warriors no Chase Center. É a sexta maior sequência da história da NBA! A torcida de Golden State não brinca em serviço mesmo. E deu sorte porque presenciaram o Gui Santos fazendo história.

  • Gesto do Draymond pra Moses Moody me quebrou o coração

    Gesto do Draymond pra Moses Moody me quebrou o coração

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou no jogo dos Warriors contra os Mavs ontem. Moses Moody fazendo um jogaço — 23 pontos, foi monstro a noite toda — e do nada, na prorrogação, uma lesão horrível no joelho sem contato nenhum.

    Vocês viram o vídeo? O moleque simplesmente caiu no chão e já agarrou o joelho. Silêncio total no American Airlines Center. Todo mundo sabia que era coisa séria quando tiraram ele de maca.

    O lado humano do Draymond que a mídia não mostra

    Mas olha, o que mais me marcou foi o Draymond Green. Antes de levarem o Moses pra fora da quadra, ele foi lá e deu um abraço no garoto. Um abraço daqueles, sabe? Daqueles que você sente que é de verdade.

    E isso me fez pensar… a mídia adora pintar o Draymond como o vilão da NBA, né? Sempre focam nas confusões, nas discussões, nas suspensões. Mas quando a coisa aperta mesmo, quando um companheiro tá no chão, quem é que aparece primeiro? Exato.

    Na minha visão, isso mostra muito mais sobre o caráter de uma pessoa do que qualquer polêmica. O Moses acabou de voltar de uma lesão no pulso que o deixou fora por 10 jogos, e agora isso. Imagina o psicológico do moleque…

    Warriors na luta, mas sem sorte nenhuma

    Sinceramente, os Warriors tão vivendo um pesadelo essa temporada. Stephen Curry já tá fora, Jimmy Butler também machucado, e agora perdem o Moses que tava numa fase excelente. O time conseguiu ganhar dos Mavs por 137-131, mas a que custo?

    Com 34 vitórias e 38 derrotas, eles tão na 10ª posição do Oeste. Praticamente fora dos playoffs já. E olha que no começo da temporada eu achava que iam brigar pelo título de novo…

    Os fãs no Twitter tão todos comentando sobre o gesto do Draymond. Um cara escreveu uma coisa que me marcou: “Momentos assim lembram como tudo é frágil. Aparecer pro seu companheiro no pior momento é isso aí, apoio de verdade.”

    E aí, pessoal, vocês acham que os Warriors ainda conseguem uma vaguinha nos playoffs? Ou essa temporada já era mesmo? Me contem nos comentários o que vocês pensam sobre essa situação toda.