Tag: Dyson Daniels

  • Hawks blindam Onsi Saleh após temporada monstruosa como GM

    Hawks blindam Onsi Saleh após temporada monstruosa como GM

    Cara, os Hawks acertaram em cheio ao segurar o Onsi Saleh. O cara simplesmente teve uma temporada absurda como GM e agora ganhou não só uma extensão de contrato, mas também uma promoção para Presidente de Operações de Basquete. Sinceramente? Era o mínimo que o Atlanta podia fazer.

    Saleh ficou em segundo lugar na disputa de Executivo do Ano da NBA — e olha que a concorrência foi pesada. O maluco chegou em Atlanta no ano passado vindo de passagens por Golden State e San Antonio, duas organizações que sabem muito bem o que estão fazendo.

    As jogadas que mudaram tudo

    Vamos falar das trocas que fizeram a diferença? O cara trouxe o Dyson Daniels do New Orleans Pelicans numa negociação que parecia ok na época, mas que se revelou genial — Daniels ganhou o prêmio de Jogador que Mais Evoluiu da temporada. Monstro!

    Mas não para por aí. Saleh ainda pescou o Nickeil Alexander-Walker na agência livre (que também ganhou o prêmio de Most Improved Player), renovou com o Jalen Johnson num contrato que é praticamente um roubo para Atlanta, e — prepara o coração — orquestrou a troca do Trae Young que virou completamente o rumo da temporada dos Hawks.

    Na minha visão, essa troca do Trae foi o momento decisivo. O time tava patinando, sem direção, e do nada virou uma máquina de vencer jogos.

    Playoffs que mostraram o potencial

    Olha, os Hawks tomaram uma surra histórica no jogo 6 da primeira rodada dos playoffs — isso ninguém pode negar. Mas aqui vai um dado que poucos perceberam: eles foram o ÚNICO time que conseguiu tirar nem que fosse um jogo dos Knicks no side leste. Na verdade, tiraram dois!

    Isso fala muito sobre o trabalho que o Saleh fez montando esse elenco. Com pouca experiência em playoffs, o grupo mostrou que tem potencial pra incomodar muito mais gente na próxima temporada.

    E o melhor de tudo? Atlanta tem flexibilidade financeira neste verão para continuar mexendo no time. Com Saleh agora tendo ainda mais poder de decisão, vocês acham que ele consegue dar o próximo passo e montar um time de verdade para brigar pelo título?

    Eu tô otimista, não vou mentir. O cara mostrou que sabe identificar talento e fazer negócios inteligentes. Agora é aguardar pra ver o que ele vai aprontar nesta offseason.

  • Dyson Daniels revela o que rolou na treta com Mitchell Robinson

    Dyson Daniels revela o que rolou na treta com Mitchell Robinson

    Mano, que vexame foi aquele jogo 6 dos Hawks, né? Perder por 51 pontos pros Knicks é de doer o coração de qualquer fã. Mas no meio daquela surra histórica (140-89, pra quem não viu), rolou uma treta que pelo menos trouxe um pouco de emoção pro jogo.

    Dyson Daniels, armador do Atlanta, e Mitchell Robinson, pivô do New York, se agarraram no segundo quarto e os dois acabaram expulsos. Agora o Daniels abriu o jogo sobre o que realmente aconteceu — e olha, a história é mais antiga do que parecia.

    A verdade por trás da confusão

    Segundo o próprio Daniels explicou, não foi uma coisa do momento. O cara vinha acumulando raiva do Robinson há jogos já. “Ao longo da série, teve várias cotoveladas. Ele tem esse jeito dele nos lances livres, onde ele coloca os cotovelos bem alto e me acertou umas duas ou três vezes durante a série. Então eu devolvi uma pra ele.”

    Cara, eu entendo o Daniels. Ficar levendo cotovelada calado é foda, principalmente quando seu time tá levando uma surra dessas. O problema é que quando você tá perdendo por 50 pontos, qualquer coisa que você faça vai parecer desespero.

    “Eu pensei que ia ser só um técnico e seguir o jogo”, continuou o armador. “Mas provavelmente durou tempo demais. Então eles nos expulsaram, e o fato de estarmos perdendo por 50 também deve ter pesado na decisão.”

    Lição aprendida (meio que…)

    O mais interessante é a honestidade do Daniels depois. “Foi uma jogada boba. Eu não deveria ter feito isso, mas também estava tentando me defender.” Gosto dessa sinceridade, sabe? Assumiu o erro mas também não baixou a cabeça.

    Sinceramente, eu acho que o cara fez certo em se posicionar. Óbvio que a hora não foi a melhor — quero dizer, seu time tava apanhando feio — mas deixar o adversário te atropelar a série inteira também não dá, né?

    E vocês, acham que o Daniels exagerou ou fez o que tinha que fazer? Porque olha, eu já vi muito jogador brasileiro apanhar calado em quadra e depois se arrepender. Às vezes é melhor mostrar que não é bobo, mesmo que tome uma técnica por isso.

    No fim das contas, os Hawks têm muito o que pensar pra próxima temporada. Perder por 51 pontos num jogo eliminatório não é brincadeira, e brigas internas assim mostram que o psicológico do time já tinha ido pro espaço mesmo. Mas pelo menos agora sabemos que tem gente ali que não baixa a cabeça fácil.

  • NBA multa Robinson em $50 mil após treta épica no playoff

    NBA multa Robinson em $50 mil após treta épica no playoff

    Irmão, que confusão foi aquela no Jogo 6 entre Knicks e Hawks! Mitchell Robinson dos Knicks levou uma multa de $50 mil, enquanto Dyson Daniels dos Hawks pagou $25 mil pela briga que rolou na quinta-feira. E olha, não foi só qualquer tretinha não — foi daquelas que você lembra por anos.

    A coisa toda começou no segundo quarto, depois de um lance livre. Robinson e Daniels se enroscaram e — pow! — a briga se espalhou que nem rastilho de pólvora. Os dois times se meteram, a confusão foi parar na arquibancada… aquele caos total que a gente adora ver (admite que você pausou o stream pra ver de novo).

    Por que Robinson pagou mais caro?

    A NBA deixou claro: Robinson levou multa maior por causa de um post “inapropriado” no Instagram depois do jogo. A liga não especificou qual, mas pelo jeito ele repostou um vídeo bem salgado nos stories. Cara, você ganha milhões, toma uma expulsão feia e ainda vai zoar nas redes sociais? Às vezes o emocional fala mais alto mesmo.

    Daniels ficou só nos $25 mil — praticamente um desconto de Black Friday comparado ao que o Robinson pagou. Sinceramente, acho que ele se deu bem.

    O massacre histórico dos Knicks

    Mas vamos falar do que realmente importou: os Knicks DESTRUÍRAM os Hawks. 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Chegaram a abrir 61 pontos de vantagem numa partida de playoff. É o tipo de coisa que você conta pros netos.

    No intervalo já eram 47 pontos de diferença — a maior da história dos playoffs da NBA. Os Hawks devem estar até hoje tentando entender o que aconteceu naquela quadra. Foi uma surra tão grande que até quem torceu pro Hawks teve que aplaudir de pé.

    E aí, vocês acham que essa multa vai fazer o Robinson pensar duas vezes antes de postar nos stories? Porque pelo jeito ele preferiu pagar os 50 mil e manter a zoeira no ar. Tem jogador que nasceu pra polêmica mesmo.

    Esses playoffs estão chegarados de multas — Jokić e Randle também levaram punição na semana passada, além de Luke Kennard e Marcus Smart por discutir com os árbitros. A liga tá de olho em tudo, galera. Melhor maneirar na empolgação.

  • Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Hawks levam surra histórica e são eliminados de forma vexatória

    Cara, eu vi muita coisa ruim na NBA, mas o que rolou no Jogo 6 entre Hawks e Knicks foi de outro nível. Os caras de Atlanta não só perderam — eles simplesmente desmontaram na frente de todo mundo. Foi 140 a 89. Cento e quarenta a oitenta e nove! Alguém me explica como um time da NBA toma 51 pontos de diferença num jogo de eliminação?

    Olha, eu já esperava que os Knicks fossem bem em casa, mas isso aí foi humilhação pura. Desde o primeiro quarto dava pra ver que os Hawks estavam completamente perdidos. Parecia que estavam jogando com preguiça, sabe? Rotação atrasada, passe errado, e uma linguagem corporal que gritava “já era” antes mesmo do jogo acabar.

    OG Anunoby destruiu tudo

    O cara que mais castigou Atlanta foi o OG Anunoby. 29 pontos em apenas 27 minutos — sendo 26 só no primeiro tempo. Sinceramente, parecia que ele estava jogando contra molecada da escolinha. A defesa dos Hawks virou plateia, literalmente. E pra completar o show, Karl-Anthony Towns fez seu segundo triple-double da série: 12 pontos, 11 rebotes e 10 assistências.

    Enquanto isso, os Hawks erraram TUDO que podiam errar. Converteram apenas 12 de 39 arremessos no primeiro tempo e perderam 14 bolas nos primeiros dois quartos. Quando Anunoby fez dois lances livres e abriu 50 pontos de vantagem ainda no segundo quarto, eu já sabia que ia ser uma noite longa e dolorosa pra torcida de Atlanta.

    Dyson Daniels perdeu a linha

    Mas sabe o que mais me irritou? A expulsão ridícula do Dyson Daniels. O moleque conseguiu ser expulso numa briga boba com o Mitchell Robinson justamente quando o time mais precisava dele. 3 pontos em 15 minutos e -36 de aproveitamento. Cara, isso não é profissionalismo.

    Quando a coisa aperta, é hora de mostrar personalidade, não de brigar à toa. Os Hawks já estavam afundando e o Daniels resolveu dar o último empurrão. Aí fica difícil, né? Como você vai competir numa série de playoffs se seus próprios jogadores se eliminam sozinhos?

    E o Nickeil Alexander-Walker também fez a sua parte pra piorar tudo. Cinco erros de ataque em 29 minutos — cada um virando contra-ataque pros Knicks. Era pra ser o cara que organizaria o jogo, mas só aumentou a bagunça.

    Vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação na próxima temporada? Porque olha, tomar uma surra dessas em casa dos caras, num jogo decisivo, deixa marca. Especialmente quando você simplesmente desiste no meio do caminho.

    O que mais me incomoda é que Atlanta tem jogadores de qualidade. Mas quando chegou a hora da verdade, quando precisavam mostrar raça e personalidade, eles simplesmente entregaram os pontos. E aí não tem técnico que resolva — isso é questão de caráter mesmo.

  • Briga no playoffs! Robinson e Daniels expulsos em confusão épica

    Briga no playoffs! Robinson e Daniels expulsos em confusão épica

    Cara, que loucura foi essa no jogo dos Knicks ontem! Mitchell Robinson e Dyson Daniels resolveram partir para a briga no meio de um jogo de playoffs — e olha, não foi qualquer confusãozinha não.

    A situação tava assim: Hawks tomando uma surra histórica dos Knicks (50 pontos de diferença no primeiro tempo, gente!), e o Daniels, frustrado pra caramba, resolveu distribuir umas cotoveladas. Depois de uma disputa pelo rebote na linha do lance livre, o australiano mandou o cotovelo no Robinson. E aí… deu ruim.

    O caos se instalou na quadra

    Robinson não deixou barato. Os caras se engalfinharam, outros jogadores entraram pra separar, até árbitro e segurança caíram no meio da confusão. Foi aquele empurra-empurra clássico de playoff que a gente adora ver (desde que não seja do nosso time, né?).

    Depois da revisão, os dois levaram técnica e foram expulsos. Daniels claramente foi quem começou a treta, mas o Robinson deve ter falado alguma coisa porque tentou partir pra cima do australiano mesmo depois de separados.

    Histórico de provocações

    E não é a primeira vez que esses dois se estranham nessa série. No Jogo 2, Robinson já tinha levado técnica por passar por cima do Daniels. Sinceramente? Dava pra sentir que essa briga tava sendo construída há alguns jogos.

    O pior é que isso aconteceu num jogo que já tava decidido — Knicks ganhando por 50 no primeiro tempo! Com 4:39 no relógio, o jogo já era. Mas você sabe como é playoff: a adrenalina tá lá em cima e qualquer fagulha vira fogueira.

    E agora? Vai ter suspensão?

    A expulsão não vai afetar o Jogo 6 porque… bom, não tem muito o que afetar mesmo com essa diferença no placar. Mas e as punições da liga? Provavelmente os dois vão levar multa — isso é certeza. A dúvida é se o Robinson vai ser suspenso por um jogo, o que seria péssimo pros Knicks porque ele perderia o Jogo 1 da segunda rodada contra Boston ou Philadelphia.

    Na minha opinião, foi muita sorte dos Knicks isso ter acontecido num jogo que eles já tinham no bolso. Imagina se fosse numa situação de vida ou morte no placar? O Robinson é peça fundamental no garrafão deles.

    E vocês, acham que mereceu expulsão pros dois ou o Daniels foi mais culpado? Playoff é isso aí — as emoções ficam à flor da pele e qualquer coisa vira treta.

  • Pancadaria no massacre: Knicks fazem 83-26 no intervalo dos Hawks

    Pancadaria no massacre: Knicks fazem 83-26 no intervalo dos Hawks

    Mano, eu já vi muito massacre na NBA, mas o que rolou em Atlanta ontem à noite foi de outro planeta. Os Knicks estavam goleando os Hawks por 83-26 no intervalo — pasmem, o maior intervalo de vantagem na história dos playoffs da NBA — quando Mitchell Robinson e Dyson Daniels resolveram trocar umas bicudas.

    Olha, sinceramente? Eu entendo a frustração dos Hawks. Imagina estar perdendo de CINQUENTA PONTOS em casa, na frente da sua torcida, num jogo que pode encerrar sua temporada. O cara fica maluco mesmo.

    O momento que explodiu tudo

    A confusão começou quando Robinson e Daniels se enroscaram durante um lance livre do OG Anunoby. Cara, tinha 4:39 pra acabar o segundo quarto e Nova York já tinha aplicado um 55-10 de sequência nos coitados. Aí você vê os dois se agarrando e pensa: ‘opa, vai dar merda’.

    E deu mesmo. A briga se espalhou até a primeira fileira da arquibancada, envolveu quase todo mundo dos dois times. Os árbitros não tiveram escolha — Robinson e Daniels foram expulsos na hora. Agora é esperar pra ver se mais alguém vai pagar o pato quando a liga revisar os vídeos.

    Quando o placar vira piada

    Vocês conseguem imaginar uma coisa dessas? 83-26 no intervalo. Oitenta e três a vinte e seis! Os Knicks fizeram 40-15 só no primeiro quarto e depois não pararam mais. Foi uma humilhação pública que deu até dó de assistir.

    O mais louco é que tinha um monte de torcedor do Knicks lá em Atlanta gritando e zoando. Imagina você sendo Hawks fan, pagando seu ingresso pra ver isso em casa? Eu sairia no intervalo, não vou mentir.

    Robinson deve estar pensando: ‘cara, a gente já tava ganhando de 50, precisava mesmo brigar agora?’ Mas o Daniels… rapaz, o moleque tava frustrado demais. Quando você tá apanhando desse jeito, qualquer contato vira motivo pra explodir.

    O que vem por aí

    Pra falar a verdade, essa briga nem foi o pior momento do jogo. O placar conseguiu ser mais feio que a pancadaria — e olha que não é fácil.

    Agora é torcer pra liga não pegar pesado demais com os outros jogadores que se meteram na confusão. Os Knicks provavelmente vão pro segundo turno mesmo (será que os Hawks conseguem uma recuperação histórica depois dessa?), então seria uma pena alguém perder jogos importantes por causa de uma besteira quando o jogo já tava decidido há muito tempo.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem se reerguer depois dessa humilhação ou já era mesmo? Porque sinceramente, depois de levar uma dessas em casa, deve ser difícil até olhar no espelho.

  • Alexander-Walker é o Most Improved Player – Hawks dominam desenvolvimento

    Alexander-Walker é o Most Improved Player – Hawks dominam desenvolvimento

    Cara, o Nickeil Alexander-Walker acabou de ganhar o prêmio de Most Improved Player da NBA e sinceramente? Era mais que merecido. O cara simplesmente explodiu nesta temporada pelo Hawks, e olha que ele venceu uma disputa difícil contra Deni Avdija e Jalen Duren.

    Vocês lembram quando ele era só “o primo do Shai”? Pois é, agora ele tem nome próprio na liga.

    Os números não mentem

    Alexander-Walker teve a temporada da vida dele. Média de 20.8 pontos por jogo — mais que o DOBRO da média das seis primeiras temporadas na carreira. Absurdo, né?

    Mas não para por aí. O monstro acertou 46% dos arremessos de quadra, 40% das bolas de três (com 251 cestas do perímetro) e impressionantes 90% dos lances livres. Ah, e ainda melhorou nos rebotes (3.4), assistências (3.7) e roubadas de bola (1.3).

    Claro que parte disso veio com o aumento de minutos — ele jogou 2.603 minutos nesta temporada, 530 a mais que o recorde anterior da carreira. Mas convenhamos: ele CONQUISTOU esses minutos.

    Do banco para titular absoluto

    A história dele nesta temporada é interessante, viu. Começou como sexto homem no primeiro ano de um contrato de quatro anos e US$ 62 milhões com o Hawks. Quando o Trae Young se machucou no joelho, Alexander-Walker assumiu a titularidade.

    E depois daquela trade maluca em janeiro — Hawks mandou o Trae Young para Washington e trouxe CJ McCollum e Corey Kispert — ele se consolidou de vez como titular. Uma mudança que mudou completamente o rumo da franquia.

    O mais legal? Dyson Daniels, que ganhou o prêmio no ano passado, já tá elogiando o sistema de desenvolvimento do Hawks. “Atlanta tem um caminho muito bom de desenvolvimento”, disse ele. E tem razão — dois Most Improved Players em dois anos não é coincidência.

    Saindo da sombra do primo

    Falando em Shai Gilgeous-Alexander (sim, eles são primos), o cara tá arrebentando também. Atual MVP e finalista de novo este ano pelo Thunder. Mas agora o Alexander-Walker finalmente tá sendo reconhecido por ser ele mesmo.

    “Quando você é primo do Shai, muitas vezes te chamam de ‘primo do Shai’”, ele disse. “Ser reconhecido como Nickeil Alexander-Walker é incrível.”

    E olha, com essa família de jogadores monstruosos, quem sabe não rola um duelo entre primos nos playoffs? Seria um jogaço épico.

    Essa temporada de premiações tá sendo louca mesmo. Wembanyama virou o mais jovem DPOY da história (e o primeiro unânime), Keldon Johnson levou o Sixth Man… E ainda tem MVP, Coach of the Year e Rookie of the Year pra anunciar.

    Mas por hoje, é hora de celebrar o Alexander-Walker. De sexto homem a Most Improved Player — essa é a definição de evolução na NBA.

  • Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Nickeil Alexander-Walker é o Mais Evoluído da NBA – Hawks dominam!

    Cara, que coisa absurda está rolando em Atlanta! Pelo segundo ano consecutivo, um jogador dos Hawks leva o prêmio de Most Improved Player da NBA. Depois de Dyson Daniels no ano passado, agora é a vez de Nickeil Alexander-Walker brilhar.

    E olha, eu confesso que não esperava isso quando a temporada começou. O cara veio dos Timberwolves sendo basicamente um “3&D player” – aquele jogador que fica ali no cantinho, acerta umas bolas de três e marca bem na defesa. Média de 9.4 pontos por jogo, saindo do banco. Nada demais, né?

    A transformação foi surreal

    Mas aí os Hawks decidiram apostar pesado no Alexander-Walker, especialmente com toda aquela movimentação da saída do Trae Young. O técnico Quin Snyder botou a bola na mão dele e falou: “Agora é contigo, parceiro.” E o monstro respondeu à altura!

    Os números são de dar inveja em qualquer um: 20.8 pontos por jogo (recorde pessoal), 3.4 rebotes, 3.7 assistências, 1.31 roubos de bola. E não para por aí – 45.9% nos arremessos de quadra, 39.9% nas bolas de três e impressionantes 90.2% nos lances livres. Sinceramente, esses percentuais são de All-Star, não é brincadeira.

    O que mais me impressiona é que o cara conseguiu fazer essa evolução aos 27 anos, na sétima temporada dele na liga. Quantas vezes a gente não vê jogador “estagnar” nessa idade? Mas o Alexander-Walker provou que nunca é tarde para dar aquele salto gigantesco.

    Dupla defensiva de outro planeta

    E tem mais – junto com o Dyson Daniels (que já ganhou esse prêmio antes), os dois formaram provavelmente o melhor backcourt defensivo da NBA inteira. Imagina ser atacante e ter que enfrentar esses dois caras na marcação? Deve ser um pesadelo!

    Na votação, Alexander-Walker recebeu 66 votos de primeiro lugar dos 100 jornalistas que participaram. Jalen Duren, do Detroit, ficou em segundo, e Deni Avdija, do Portland, completou o pódio. A diferença foi bem clara mesmo.

    Vocês acham que os Hawks conseguem manter essa pegada de revelar talentos? Porque dois MIP seguidos não é coincidência não, é trabalho sério da organização. E aí, será que o Alexander-Walker consegue manter esse nível absurdo na próxima temporada?