Tag: eliminação Lakers

  • Rui Hachimura revela quem transformou ele num sniper de 3 pontos

    Rui Hachimura revela quem transformou ele num sniper de 3 pontos

    Cara, vou falar uma coisa que me impressiona: o Rui Hachimura virou um MONSTRO do arremesso de 3. E olha que ele mesmo admite — não gosta de chutar de longe. Mas às vezes a vida te força a sair da zona de conforto, né?

    Quando o japonês chegou nos Lakers, todo mundo conhecia ele como aquele cara eficiente no meio da quadra. Problema é que a NBA hoje não perdoa quem fica no meio termo — ou você vai pro garrafão ou você vai pra linha de 3. Quem fica no meio some do mapa.

    A transformação absurda dos números

    Os números não mentem, galera. No Wizards, o Rui acertava apenas 35,6% das bolas de 3 em três temporadas e meia. Chega nos Lakers? 41,5%. Uma diferença brutal que mudou completamente o jogo dele.

    Mas o mais insano mesmo foi nos playoffs recentes. O cara simplesmente meteu 33 cestas em 58 tentativas de 3 pontos em 10 jogos. Isso dá 56,9% de aproveitamento. Cinquenta e seis vírgula nove por cento! Eu ainda tô processando esse número.

    Depois da eliminação dos Lakers, o Rui finalmente abriu o jogo sobre quem foi o responsável por essa metamorfose. E olha, o nome me surpreendeu um pouco.

    Phil Handy, o guru dos arremessos

    “Valeu, coach Phil Handy”, disse o Rui. “Ele foi quem me explicou um monte de coisa sobre o que eu podia fazer pra me manter nesta liga. Não só neste time, mas na liga mesmo. A primeira coisa que ele falou foi sobre os arremessos de 3.”

    Phil Handy, pra quem não conhece, é aquele assistente técnico que passou por Cleveland, Toronto e Lakers. O cara tem um currículo respeitado e, pelo visto, sabe mesmo como transformar jogadores.

    “Sinceramente, eu não gosto de chutar de 3. Não é minha praia”, confessou o Rui. “Mas com a situação do time e o jeito que o JJ Redick quer que eu jogue, ele quer que eu chute muito de longe. Foi um jogo diferente pra mim, mas eu tinha que fazer.”

    E fez mesmo. Os números mostram a evolução: em Washington, apenas 23% dos arremessos do Rui vinham da linha de 3. Em LA? Chegou a 47,5% nos playoffs desta temporada. Uma revolução completa no estilo de jogo.

    Mudança que salvou a carreira

    Olha, eu não vou mentir — essa adaptação não só estendeu a carreira do Rui como deve garantir um contrato gordinho neste verão. Um ala que acerta mais de 40% das tentativas de 3 pontos? Todo time quer um desses no plantel.

    E vocês acham que outros jogadores brasileiros na NBA deveriam seguir esse exemplo? Porque, convenhamos, se adaptar ou morrer virou lei na liga. O próprio Rui largou um pouco do meio da quadra — que era 32,2% dos arremessos em Washington — para apenas 20,1% com os Lakers.

    Phil Handy pode ter saído dos Lakers, mas deixou um legado gigante. Transformou um jogador que detestava chutar de 3 num dos melhores especialistas da posição. Isso sim é trabalho de coach de verdade.

  • Brooks manda a real sobre Vanderbilt dos Lakers: ‘tem potencial mas não usa’

    Brooks manda a real sobre Vanderbilt dos Lakers: ‘tem potencial mas não usa’

    Cara, o Dillon Brooks realmente não se segura né? O cara foi lá e chamou o Jarred Vanderbilt dos Lakers de “jogador burro da NBA”, mas a história é mais complexa do que parece.

    Numa entrevista que viralizou no X, o Brooks foi perguntado sobre quem seria um “jogador burro” na liga. Sem pensar duas vezes, ele mandou: “Jarred Vanderbilt. Dos Lakers. Eles chamam ele de Vando”.

    O pessoal na sala ficou meio perdido, aí ele explicou melhor: “Ele joga nos Lakers. É tipo um reboteiro, não sabe arremessar. Tem braço comprido pra caramba. Defesa”.

    Mas aí vem o plot twist

    Aqui que a coisa fica interessante. O Brooks completou: “Eu só acho que ele tem muito mais potencial e não tá explorando isso”.

    Opa, mudou totalmente o tom da parada. Na real, parece que o Brooks tava mais frustrado com o desperdício de talento do que querendo zoar o cara. E sinceramente? Ele não tá errado.

    Vanderbilt é um monstro na defesa, tem 2,06m com envergadura absurda, velocidade de ala e intensidade que poucos têm na liga. Só que ofensivamente… cara, é doloroso às vezes. 4.4 pontos de média essa temporada em 17 minutos por jogo.

    A tensão Lakers-Suns só cresce

    O timing dessa declaração é perfeito pra criar mais drama. Lembrando que tanto Lakers quanto Suns foram VARRIDOS pelo Thunder nos playoffs. Os dois times saíram da pós-temporada se coçando, procurando respostas.

    E agora o Brooks — que já era o vilão da NBA desde Memphis e levou essa energia pro Phoenix — resolve cutucar os Lakers de novo.

    Olha, eu entendo a frustração do Brooks. Vanderbilt realmente tem ferramentas físicas que 99% da liga não tem. Quando ele tá ligado na defesa, muda jogo sozinho. Mas ofensivamente… cara, é como ter um Ferrari que só anda na primeira marcha.

    Vocês acham que o Vanderbilt vai responder na quadra ou vai deixar pra lá? Porque knowing o Lakers, eles vão usar isso como combustível pro próximo confronto.

    Uma coisa é certa: o próximo Lakers vs Suns vai ter muito mais tempero agora. E sabendo como essas rivalidades funcionam na NBA, a coisa pode esquentar bem mais antes de esfriar.

  • Pierce manda LeBron se aposentar por motivo bizarro: ‘para de sofrer’

    Pierce manda LeBron se aposentar por motivo bizarro: ‘para de sofrer’

    Olha, eu não esperava essa vindo do Paul Pierce. O cara que passou a carreira toda implicando com o LeBron agora tá pedindo pra ele se aposentar — mas não pelo motivo que você imagina.

    Pierce foi no podcast do KG e mandou a real: LeBron deveria pendurar as chuteiras porque… tá sofrendo críticas demais aos 41 anos. Sério mesmo. O argumento dele é que os outros grandes não passaram por isso no final da carreira.

    A lógica meio torta do Pierce

    “Eu acho que ele deveria se aposentar sim”, disse Pierce. “Simplesmente pelo fato de que na idade que ele tá, ainda recebe as críticas que recebe. Os grandes não recebiam essas críticas no final. Ninguém tava criticando o Kobe quando ele não foi pros playoffs no último ano. O pessoal tava só curtindo os momentos dele. A mesma coisa com o Jordan em Washington.”

    Cara, eu entendo o ponto do Pierce até certo ponto. Realmente, o LeBron aos 41 anos ainda é cobrado como se tivesse 25. Mas me diz uma coisa: quando que vimos um cara de 41 jogando no nível que o LeBron ainda joga? Kobe no último ano mal conseguia correr direito (com todo respeito ao Mamba). Jordan em Washington era uma sombra do que foi.

    LeBron ainda mandando ver

    E olha os números do Rei na temporada: 20.9 pontos, 7.2 assistências e 6.1 rebotes por jogo. No último jogo contra o Thunder — que varreu os Lakers — ele fez um double-double de 24 pontos e 12 rebotes. Aos 41!

    Sinceramente acho que essa história de “sofrer críticas” é meio forçada. O LeBron sempre foi criticado, desde que chegou na liga. Faz parte do pacote de ser considerado um dos maiores de todos os tempos. E outra: ele mesmo disse que não sabe se vai continuar jogando, então nem precisava do Pierce dar pitaco.

    O drama nunca acaba

    Depois da eliminação pros Thunder, LeBron foi bem claro: “Não sei o que o futuro reserva pra mim agora. Vou sentar com minha família, conversar com eles e passar um tempo juntos. Quando for a hora, vocês vão saber o que decidi.”

    Pierce complementou dizendo que o pessoal não tá colocando a idade do LeBron na perspectiva certa: “O cara tem 41 anos e ainda tamos criticando ele como se tivesse 25 e devesse estar ganhando títulos ainda.”

    Vocês concordam com o Pierce ou acham que enquanto o LeBron conseguir jogar nesse nível, ele tem que continuar? Eu tô no time do “joga até não conseguir mais”, mas entendo que a pressão deve ser absurda mesmo.

  • Kenny Smith detona: Lakers nunca subestimaram LeBron

    Kenny Smith detona: Lakers nunca subestimaram LeBron

    Olha, eu sei que todo mundo anda falando que os Lakers não dão valor pro LeBron, que tratam ele como se fosse qualquer um. Mas o Kenny Smith — que jogou com lendas como Michael Jordan e Hakeem Olajuwon — mandou a real no First Take e desmontou essa narrativa de uma vez por todas.

    O cara foi direto ao ponto: “Nunca, em nenhum momento que joguei com o Jordan na faculdade ou com o Hakeem na NBA, eu ouvi as palavras ‘meu time’ ou ‘subestimado’”. E completou com uma frase que me marcou: “As coisas que eles se preocupavam não eram cookies”.

    Lakers sempre correram atrás do que LeBron quis

    Kenny foi na lata e listou tudo que a franquia fez pelo King desde 2018. LeBron queria o Anthony Davis pra ganhar um anel? Os caras moveram céus e terra pra trazer o AD. Precisavam de mais peças? Trouxeram Russell Westbrook (ok, essa não deu muito certo, mas tentaram). Depois foi buscar o Rui Hachimura quando precisavam de um ala-pivô.

    E o mais polêmico: quando LeBron quis que draftassem o Bronny, seu filho, eles fizeram isso também. Cara, isso não é subestimar — isso é praticamente entregar as chaves da franquia pro cara!

    Sinceramente, eu concordo com o Kenny nessa. Os Lakers podem ter errado em algumas escolhas (quem não lembra do desastre com o Westbrook?), mas nunca por falta de tentar agradar o LeBron.

    Rob Pelinka sempre no olho do furacão

    O Kenny também defendeu o Rob Pelinka, GM dos Lakers que vive sendo criticado. Na visão dele, o cara pode não ter acertado todas, mas sempre tentou manter o time competitivo ao lado do LeBron. E olha, vendo por esse ângulo, faz sentido.

    Agora com LeBron na agência livre e ainda indeciso se continua jogando ou pendurar as chuteiras, fica a pergunta: será que ele realmente se sente subestimado em LA? Porque pelos exemplos que o Kenny deu, parece que os Lakers fizeram de tudo pra manter o Rei feliz.

    E vocês, concordam com o Kenny Smith ou acham que os Lakers podiam ter feito mais pelo LeBron nesses anos todos?

  • Pierce manda LeBron se aposentar: ‘Tá sendo criticado demais’

    Pierce manda LeBron se aposentar: ‘Tá sendo criticado demais’

    Olha só que polêmica. Paul Pierce saiu do nada e mandou a real sobre LeBron James: é hora de pendurar as chuteiras. E sabe qual é o motivo? Não é porque o King tá jogando mal — é porque ele tá apanhando demais da mídia e dos fãs.

    Pierce foi direto ao ponto num podcast com Kevin Garnett: ‘Simplesmente pelo fato de que, na idade que ele tem, ainda recebe as críticas que recebe. Os grandes não recebiam essas críticas no final da carreira.’

    A comparação que dói

    O ex-campeão pelo Celtics fez uma comparação que realmente faz pensar. Segundo ele, ninguém ficava pegando no pé do Kobe nos últimos anos quando o Lakers nem pros playoffs ia. Todo mundo só curtia os momentos finais da lenda. Mesmo coisa com Jordan em Washington — galera respeitava.

    ‘Ninguém tava criticando o Kobe quando ele não foi pros playoffs no último ano dele. Eles estavam apenas curtindo os momentos. Igual com o Jordan em Washington. Pelo simples fato de o cara ter 41 anos e nós ainda o criticarmos como se ele tivesse 25 e devesse estar ganhando títulos ainda’, disparou Pierce.

    Mas será que LeBron tá tão mal assim?

    Sinceramente? Os números do LeBron na temporada passada não são de um cara acabado. 20.9 pontos, 6.1 rebotes e 7.2 assistências em 60 jogos. Aproveitamento de 51.5% nos arremessos de quadra. Pra um cara de 41 anos, tá longe de ser ridículo.

    O problema é que o Lakers foi varrido pelo Oklahoma City Thunder na segunda rodada dos playoffs. E aí que mora a questão — o King não consegue mais carregar um time sozinho até o final. Tem que dividir as responsabilidades com os mais novos.

    Eu entendo o ponto do Pierce, mas também fico pensando: será que LeBron liga pra crítica? O cara sempre foi alvo desde que chegou na liga. E vocês, acham que ele deveria se aposentar agora ou continuar jogando enquanto o corpo aguenta?

    Uma coisa é certa: independente da decisão, já foi uma carreira monstruosa. Agora é esperar pra ver se ele anuncia a 24ª temporada ou se realmente decide que chegou a hora de parar.

  • Wizards com pick #1: Davis pode ficar ou vazar?

    Wizards com pick #1: Davis pode ficar ou vazar?

    Cara, finalmente os Wizards conseguiram a primeira pick do draft! Depois de três temporadas apanhando feio na liga, Washington enfim teve sorte na loteria e vai escolher entre AJ Dybantsa (BYU), Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke).

    Mas aqui vem a questão que tá pegando todo mundo de surpresa: será que Anthony Davis vai ficar pra ver essa rebuild acontecer?

    AD não tá convencido com o projeto

    Olha, eu entendo perfeitamente o Davis. O cara tem 33 anos, já ganhou um anel com o Lakers em 2020, e agora tá num time que ainda tá longe de brigar por título. Na entrevista de fim de temporada, ele foi bem direto:

    “Eu já estive muito tempo nesta liga e já estive em times perdedores. É muito difícil sair de um time perdedor para ser um candidato ao título.”

    Sinceramente? Faz total sentido. O cara quer competir por campeonato todo ano pelo resto da carreira. E por mais que Trae Young seja um monstro no ataque, esse Wizards ainda não tá pronto pra incomodar os gigantes do Leste.

    A matemática não ajuda muito

    Aqui vem um problema sério: Davis não tem muito poder de barganha. O cara jogou 65+ jogos numa temporada só desde 2017-18. Nos últimos dois anos? Apenas 71 jogos somando tudo. Isso complica qualquer negociação.

    Ele ainda tem $58.4 milhões garantidos pra 2026-27, mais uma player option de $62.7 milhões pro ano seguinte. Ou seja, time que quiser ele vai ter que desembolsar uma grana preta por um jogador que, vamos combinar, vive no departamento médico.

    E aí, vocês acham que algum time vai topar essa?

    O draft pode mudar tudo

    Agora vem a parte interessante. Se os Wizards draftar alguém que se encaixe perfeitamente com Davis – tipo o Dybantsa, que pode jogar de ala/pivô – talvez o AD mude de ideia sobre ficar.

    Imagina só: Young na armação, o rookie da primeira pick crescendo ao lado de Davis, Alex Sarr evoluindo no garrafão… Pode ser que Washington monte algo interessante mais rápido do que todo mundo imagina.

    Por outro lado, se pegarem o Boozer (que jogaria na mesma posição que Davis), aí complica. Ninguém quer ficar num time onde não tem espaço pra brilhar, ainda mais aos 33 anos.

    Na minha visão, tudo vai depender de como essa temporada começar. Se o Davis conseguir ficar saudável e os Wizards mostrarem evolução real, ele pode topar ficar mais um tempinho. Mas se for mais uma temporada perdida… aí é tchau mesmo.

    O que vocês acham? Davis deveria apostar nesse projeto dos Wizards ou partir pra um contender de verdade?

  • JJ Redick foi direto: Lakers não tem elenco pra título

    JJ Redick foi direto: Lakers não tem elenco pra título

    Olha, eu sempre respeitei a sinceridade do JJ Redick como técnico, mas dessa vez ele foi cirúrgico na análise. Nas entrevistas pós-eliminação, o cara basicamente falou o que todo mundo já sabia mas ninguém queria admitir: os Lakers não têm profundidade de elenco pra brigar por título.

    E não é só papo furado não. Nos playoffs contra o Thunder, Redick teve que jogar praticamente com 7 caras apenas. Sete! Adou Thiero e Jarred Vanderbilt entraram só 3 minutinhos cada um no Jogo 4. Enquanto isso, Oklahoma City rodava o elenco tranquilamente, e San Antonio também tem uns 9 jogadores que conseguem atuar mais de 10 minutos por jogo.

    “Não vejo profundidade apenas como uma questão de rotação”, disse Redick. “Você pode jogar com 8, 9 ou até 11, 12 jogadores, mas precisa ter profundidade, e essa profundidade geralmente vem das posições 10-15 do elenco.”

    A realidade nua e crua

    O mais impressionante foi a franqueza do técnico sobre o atual momento da franquia. Sinceramente, não esperava que ele fosse tão direto assim: “Estamos tentando ganhar um campeonato e vocês têm que ser realistas sobre onde estamos. Não somos bons o suficiente agora.”

    Cara, isso é de doer. Mas é a verdade.

    Thunder e Spurs têm pelo menos 13 jogadores de alto nível na rotação, segundo Redick. É um luxo que poucos times têm na NBA, e é exatamente por isso que esses times ainda estão vivos nos playoffs enquanto LA já tá de férias.

    Mesmo com a ausência do Luka (que fez falta, óbvio), não daria pra reverter aquela varrida. O problema é estrutural mesmo.

    E agora, como resolver isso?

    A questão que fica é: como manter o que funcionou numa temporada de 50 vitórias e ainda assim fazer as mudanças necessárias pra dar o salto? É um equilíbrio delicado.

    Redick deixou claro que acredita em continuidade, mas com ressalvas. Provavelmente vão tentar manter o Austin Reaves (que é prioridade) e talvez o Marcus Smart, mas esse não é um elenco pra simplesmente repetir a fórmula.

    “Haverá provavelmente alguma continuidade. Provavelmente não haverá também”, foi a resposta meio enigmática do técnico. Traduzindo: mexidas vêm por aí.

    E vocês, o que acham? Os Lakers conseguem montar um elenco competitivo o suficiente pra incomodar esses jovens times do Oeste? Porque do jeito que tá, Thunder e Spurs vão dominar essa conferência por um bom tempo.

    Uma coisa é certa: Rob Pelinka tem trabalho pela frente nessa offseason. Se não trouxer peças que realmente agreguem à rotação, ano que vem pode ser mais do mesmo – ou pior.

  • Lakers gastando pesado: nova estrutura com laboratórios médicos

    Lakers gastando pesado: nova estrutura com laboratórios médicos

    Galera, o Mark Walter não veio pra brincadeira mesmo. O novo dono majoritário dos Lakers tá revolucionando tudo em Los Angeles, e agora anunciaram uma renovação completa do centro de treinamento que vai deixar qualquer um de queixo caído.

    Olha só que loucura: eles vão construir laboratórios de biomecânica, laboratórios de movimento e até uma área completa de recuperação. Rob Pelinka, presidente de operações de basquete, falou que isso vai custar uma fortuna — e vocês sabem que quando o cara fala que é “super caro”, é porque realmente é absurdo o investimento.

    A mudança que abriu espaço

    O que tornou tudo isso possível foi a mudança do South Bay Lakers (time da G League) para Coachella Valley. Eles vão ter um estádio próprio de 10 mil lugares — coisa de outro mundo pra uma G League. Mas o lado bom é que liberou um espaço gigante no centro de treinamento em El Segundo.

    “Estamos trabalhando em colaboração com pessoal dos Dodgers”, disse o Pelinka. E é aí que a coisa fica interessante mesmo. Walter tá copiando exatamente a fórmula que deu certo no baseball: gastar onde ninguém vê, nas margens, na infraestrutura.

    Copiando a receita dos Dodgers

    Sinceramente, eu acho genial essa estratégia. Os Dodgers são considerados uma das franquias mais bem administradas do baseball justamente por isso — eles investem pesado em tudo que pode dar vantagem competitiva. Claro que na NBA tem salary cap, então não dá pra simplesmente comprar todos os craques como no baseball, mas essa parte da infraestrutura faz toda diferença.

    A obra vai rolar durante toda a offseason e deve ficar pronta lá pra Summer League em Vegas. Ou seja, quando a temporada 26-27 começar, os caras vão ter um centro de treinamento de outro planeta.

    O único lado meio ruim é que o South Bay Lakers não vai mais treinar no mesmo lugar que o time principal. Essa sinergia era legal, mas olha… se for pra ter laboratórios de biomecânica, eu acho que vale a pena o sacrifício.

    Vocês perceberam como mudou o clima desde que o Walter assumiu? Antes era sempre aquela economia, agora o cara tá investindo em tudo que é canto. É assim que se constrói uma dinastia — cuidando dos detalhes que o torcedor nem vê, mas que fazem toda diferença na quadra.

  • LA declara ‘Dia do Metta World Peace’ – que história linda!

    LA declara ‘Dia do Metta World Peace’ – que história linda!

    Cara, que notícia linda que chegou até nós! A cidade de Los Angeles oficializou o dia 15 de maio como “Dia do Metta World Peace” em homenagem ao ex-Lakers que virou um dos maiores defensores da saúde mental no esporte. E olha, sinceramente, não tem como não se emocionar com essa história.

    Pra quem não lembra (ou é muito novo), o Metta — que se chamava Ron Artest na época — protagonizou uma das maiores confusões da história da NBA em 2004. A famosa “Malice at the Palace” entre Pacers e Pistons. O cara deu uma falta dura no Ben Wallace, deitou na mesa dos narradores, um torcedor jogou cerveja nele e… rapaz, virou um caos total. Artest subiu na arquibancada pra brigar com os fãs. Foi suspenso por 86 jogos!

    De vilão a herói dos Lakers

    Por anos, aquele momento definiu quem era o Ron Artest. Mas o maluco deu a volta por cima de uma forma espetacular. Em 2009, chegou nos Lakers e virou peça fundamental do título ao lado do Kobe Bryant. E que final foi aquela contra o Celtics, hein?

    Lembro até hoje: Jogo 7, Artest fez 20 pontos e enterrou uma bola de três nos minutos finais que praticamente selou o banner 16 dos Lakers. O cara foi do inferno ao céu em pocos anos.

    O que realmente importa veio depois

    Mas olha só — não é pelo basquete que ele tá sendo homenageado agora. É pelo que fez DEPOIS das quadras. Na entrevista pós-jogo daquele título histórico, o Artest (que mudou legalmente o nome pra Metta World Peace em 2011) agradeceu… o psiquiatra dele! Na frente de todo mundo!

    “Saúde mental afeta todos nós. Mas muitas vezes, as pessoas não falam sobre isso”, disse o Metta. “Quero mandar uma mensagem clara: tá tudo bem ir pra terapia, pedir ajuda e cuidar de si mesmo.”

    Cara, imagina a coragem que isso exigiu em 2010? Jogador da NBA falando abertamente sobre terapia? Era quase impensável. E vocês acham que isso não mudou vidas? Tenho certeza que sim.

    O vereador Hugo Soto-Martinez, que propôs a homenagem, disse uma coisa muito real: “Como alguém que também faz terapia, sei como é fundamental cuidar da saúde mental. Ter um exemplo como o Metta falando abertamente sobre sua jornada ajuda a quebrar esse estigma.”

    Do jeito que eu vejo, essa é uma das maiores lições que o esporte pode nos dar. O Metta World Peace mostrou que todo mundo pode mudar, evoluir e usar sua plataforma pra algo maior. Que história de redenção absurda, não acham?

  • LeBron sem opções? Lakers favoritos pra renovar com o Rei

    LeBron sem opções? Lakers favoritos pra renovar com o Rei

    Olha, vou ser sincero com vocês: parece que o LeBron James tá meio “encurralado” nessa agência livre. E não é por falta de qualidade — pelo amor de Deus, o cara ainda joga pra caramba aos 39 anos — mas sim porque o mercado da NBA tá complicado pra ele.

    A realidade é crua: quase ninguém tem grana nem espaço no salary cap pra bancar os 52 milhões que o Rei ganhou nessa temporada. E olha que ele merece cada centavo, tendo levado os Lakers pros playoffs e eliminado o Houston na primeira rodada.

    O mercado tá fechado pro Rei

    Um scout do Oeste foi direto ao ponto: “É difícil encaixar ele em qualquer lugar”. Cara, imagina a dor de cabeça que deve ser pra um GM tentar montar um time competitivo pagando meio salário do cap pra um jogador, mesmo sendo o LeBron.

    Times como Bulls e Nets até têm espaço no cap, mas convenhamos — eles não vão atrás do LeBron. Já os Warriors, que seria uma opção interessante (imaginem o LeBron com Curry!), simplesmente não têm flexibilidade financeira.

    E aí sobram os Knicks e Cavaliers, que tão fazendo campanhas incríveis nos playoffs mas teriam que fazer uma troca maluca pra conseguir pagar o que o LeBron vale. Meio complicado, né?

    Lakers em posição de força

    Na minha opinião, os Lakers tão numa situação privilegiada. Eles sabem que o LeBron não tem muitas opções, mas também sabem que não podem zoar com a lenda. Um executivo do Leste foi cirúrgico: “Eu pagaria pro LeBron o que ele quisesse, desde que fosse contrato de um ano, sem opção de jogador”.

    E faz sentido, cara. O LeBron ainda vende ingressos, mantém a TV local feliz e — vamos combinar — ainda joga como um top-25 da liga. Um estrategista disse que pelos números dele, se não fosse a idade, seria quase um jogador de contrato máximo.

    A pergunta que não quer calar: vocês acham que o LeBron toparia ganhar “só” 15 milhões (a exceção de nível médio) pra jogar em outro lugar? Eu duvido muito. O cara já provou tudo que tinha que provar, não precisa se rebaixar financeiramente agora.

    Sinceramente, acho que ele fica em Los Angeles mesmo. Vai completar 42 anos em dezembro, numa provável 24ª temporada — números absolutamente absurdos — e merece terminar a carreira onde se sente respeitado e bem pago. Os Lakers sabem disso e vão fazer o que for preciso pra manter o Rei em casa.