Tag: eliminação Lakers

  • Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Morre Rick Adelman, o técnico que quase derrubou os Lakers de Kobe

    Cara, recebi uma dessas notícias que me deixaram meio pra baixo hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara teve uma carreira que merece todo nosso respeito.

    Pra quem não conhece direito, Adelman foi o cara que transformou o Sacramento Kings numa verdadeira máquina de basquete no início dos anos 2000. Sabe aquele time que quase — QUASE — derrubou os Lakers do Shaq e do Kobe em 2002? Pois é, era ele no comando.

    De jogador mediano a gênio tático

    A história do Rick é interessante pra caramba. O cara jogou sete temporadas na NBA como armador reserva — nada excepcional, 7.7 pontos por jogo. Mas quando pendurou as chuteiras aos 28 anos, descobriu sua verdadeira vocação. Começou treinando numa faculdade comunitária no Oregon (imagina a humildade!) antes de chegar aos Blazers como assistente.

    Em Portland, ele mostrou do que era feito. Levou o time pra duas finais da NBA — 1990 e 1992 — mas esbarrou primeiro no Bad Boys do Detroit e depois no Bulls do Jordan. Sinceramente, azar do timing. Qualquer um que enfrentou o Jordan naquela época sabia que tava ferrado.

    O Kings mágico que quase mudou tudo

    Mas foi em Sacramento que o Adelman criou sua obra-prima. Cara, que time era aquele! Chris Webber armando jogadas do garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojakovic chuva de três, Doug Christie na defesa e Mike Bibby comandando. Era basquete arte pura.

    O sistema ofensivo que ele criou era revolucionário pra época. Todo mundo se movimentando, passes por todos os lados, espaçamento perfeito. Basicamente, ele antecipou muito do que a NBA se tornaria décadas depois. Em 2002, eles ganharam 61 jogos e levaram os Lakers pro limite nas Finais da Conferência Oeste.

    Aquela série de sete jogos contra LA foi de partir o coração. O Kings perdeu de 112 a 106 na prorrogação do jogo 7. Eu ainda fico pensando como seria se eles tivessem passado pros Lakers… Será que conseguiriam o título? A gente nunca vai saber.

    Legado que vai muito além dos títulos

    Depois de Sacramento, Adelman ainda passou pelo Houston Rockets e Minnesota Timberwolves, sempre criando ataques eficientes mas sem conseguir aquele anel que tanto merecia. Terminou a carreira com 1.042 vitórias — décimo colocado na história — mas zero campeonatos.

    E sabe o que é o mais legal? Mesmo sem título, o cara foi pro Hall da Fama em 2021. Porque às vezes o legado vai muito além dos troféus. Os princípios ofensivos que ele desenvolveu ainda influenciam técnicos hoje em dia.

    O filho dele, David, hoje treina o Denver Nuggets — imagino como deve estar se sentindo. O comissário Adam Silver definiu bem: ‘estrategista brilhante e uma pessoa ainda melhor’.

    Rick Adelman provou que dá pra ser lembrado como um dos grandes mesmo sem levantar o troféu Larry O’Brien. Às vezes, revolucionar o jogo já é suficiente pra garantir a imortalidade. Descanse em paz, mestre.

  • Lakers fazem peneira total para o Draft 2026 — E eu tô ansioso!

    Lakers fazem peneira total para o Draft 2026 — E eu tô ansioso!

    Galera, depois de ter que literalmente COMPRAR uma vaga no Draft de 2025 (que vergonha, né?), os Lakers finalmente têm uma pick própria no primeiro round do Draft 2026. É a 25ª posição, que sinceramente é meio loteria — pode sair uma pérola ou uma pedra.

    Olha só os últimos caras que saíram nessa posição: Quentin Grimes em 2021 e Immanuel Quickley em 2020. Dois jogadores sólidos que estão fazendo a diferença na NBA. Ah, e os próprios Lakers pegaram o Moe Wagner nessa mesma pick em 2018. Então já sabemos que dá pra pescar coisa boa por aí.

    A caçada pelos talentos começou

    O time de olheiros dos Lakers tá fazendo um trabalho de formiguinha, testando uma galera absurda de prospects. E eu vou ser honesto com vocês — alguns desses nomes eu nem conhecia direito até começar a pesquisar.

    Os caras trouxeram pra workout: Sam Alexis do Indiana, Drake Allen da Utah State, Duke Brennan da Villanova (esse nome é diferente, né?), Rafael Castro da George Washington, e por aí vai. A lista tá gigantesca: Zuby Ejiofor, Jaden Henley, Alex Karaban do UConn…

    O que mais me chama atenção é o Baba Miller da Cincinnati. Esse cara tem 2,08m e joga como ala-pivô, algo que os Lakers sempre precisaram desde que o AD virou mais centro.

    Jogada de mestre ou desespero?

    Na minha visão, os Lakers tão fazendo o certo em testar essa quantidade monstruosa de jogadores. Com o LeBron já nos 40 anos (sim, 40!) e o Anthony Davis entrando nos 30, eles PRECISAM de sangue novo que venha barato e ready.

    O que me preocupa é: será que eles realmente vão acertar? A franquia não tem um histórico muito brilhante no Draft nos últimos anos, vamos combinar. Mas quem sabe com essa 25ª pick eles não pescam um diamante bruto?

    E aí, pessoal, qual desses prospects vocês acham que tem mais cara de Laker? Eu confesso que tô curioso pra ver se eles vão apostar num jogador mais físico ou se vão tentar achar o próximo sniper de três pontos.

  • Luka vira dono de time na Europa e pode realizar sonho maluco

    Luka vira dono de time na Europa e pode realizar sonho maluco

    Gente, vocês viram essa notícia absurda do Luka Dončić? O cara não contente em dominar a NBA pelo Lakers, agora virou empresário do basquete europeu. E olha só que loucura: ele tá investindo no Vanoli Cremona, da primeira divisão italiana, junto com o Donnie Nelson (ex-executivo dos Mavs).

    Mas aí que tá o plot twist mais doido de todos — o time vai se mudar pra Roma. Isso mesmo, Roma! A cidade que ficou sem basquete de primeira divisão desde 2020, quando o Virtus Roma faliu.

    O sonho europeu do Luka

    Na minha opinião, essa jogada do Luka faz todo sentido. O cara é esloveno, cresceu jogando no Real Madrid antes de vir pra NBA. Ele mesmo disse ao New York Times: “Desde que cheguei na NBA, meu sonho sempre foi ter um time na Europa, especialmente porque a Europa me deu muito.”

    E sinceramente? Que declaração massa. O moleque não esqueceu as origens, né? Isso me lembra muito quando jogadores brasileiros investem no futebol daqui — é sobre retribuir de onde você veio.

    Liga européia da NBA pode sair do papel

    Agora vem a parte que me deixa mais empolgado: esse investimento não é só nostalgia. O Adam Silver (comissário da NBA) já confirmou que tão trabalhando numa liga européia em parceria com a FIBA. A previsão? Outono de 2027.

    O formato que tão estudando é maluco: 16 times, sendo 12 fixos e 4 que se classificam. Roma tá na lista de cidades-alvo junto com Milão, Londres, Manchester, Paris, Lyon, Berlim, Munique, Barcelona, Madrid, Atenas e Istambul.

    Cara, imaginem o nível dessa liga! Seria tipo uma Champions League do basquete. E o Luka, esperto, já tá se posicionando pra quando isso acontecer.

    O que vocês acham? Será que essa liga européia vai dar certo mesmo ou é mais uma daquelas ideias que ficam só no papel? Eu tô torcendo pra rolar porque seria incrível ver mais basquete de alto nível pelo mundo. E o Luka como dono de time? Monstro demais!

  • LeBron quer que Lakers venham atrás dele com plano concreto

    LeBron quer que Lakers venham atrás dele com plano concreto

    Olha, se você achava que o LeBron aos 39 anos ia ficar desesperado atrás de contrato, se enganou bonito. O Rei está jogando o jogo da paciência e colocando a bola no campo dos Lakers.

    Brian Windhorst soltou uma informação que mudou totalmente como eu enxergo essa novela toda. Segundo o jornalista, o LeBron não vai bater na porta dos Lakers pedindo renovação. Pelo contrário – ele quer que LA venha até ele com um plano na mão.

    O jogo de xadrez do Rei

    “LeBron tem que resolver seu futuro com os Lakers primeiro, antes de qualquer outra coisa acontecer”, disse Windhorst no podcast. “Pelo que me contaram, o lado do LeBron está esperando os Lakers virem até o LeBron. Eles não vão chegar nos Lakers e dizer ‘gostaríamos de uma extensão de contrato, por favor’.”

    Cara, isso é jogada de mestre. LeBron sabe que tem o poder nas mãos mesmo aos 39 anos. E olha só que interessante: se os Lakers oferecerem menos que o máximo, ele quer saber exatamente onde vão gastar a grana que sobrar. Não é só aceitar qualquer migalha, né?

    Na minha visão, isso mostra que o cara ainda pensa grande. Quer título, não quer só aposentadoria dourada.

    As outras opções no radar

    Se rolar separação com LA, Windhorst falou que um sign-and-trade seria o melhor cenário financeiro pro LeBron. Cavaliers, Warriors e Heat aparecem como candidatos a oferecer pelo menos o salário mínimo.

    Sinceramente? Eu não consigo imaginar o LeBron jogando por salário mínimo. O cara que sempre foi o jogador mais bem pago da liga aceitar isso seria surreal. Mas quem sabe, né? Se for pra jogar com o Curry ou voltar pra Cleveland…

    E aí, vocês acham que os Lakers vão chegar com uma proposta que convença o Rei? Ou será que vamos ver mais uma mudança histórica na carreira dele?

    Uma coisa é certa: 2025 vai ser um ano interessante pra acompanhar. LeBron aos 40 ainda movimentando o mercado todo é simplesmente absurdo.

  • Lakers demitem mais de 10 funcionários na reformulação da nova direção

    Lakers demitem mais de 10 funcionários na reformulação da nova direção

    Olha só que notícia pesada chegou de Los Angeles. Os Lakers acabaram de demitir mais de uma dúzia de funcionários como parte da reformulação que a nova direção está fazendo na franquia. E quando eu falo reformulação, é reformulação mesmo — não é só papo.

    Segundo o Dave McMenamin da ESPN, os cortes atingiram departamentos importantes como marketing, comunicação do time, conteúdo e parcerias corporativas. Cara, isso mostra que a coisa é séria por lá. Quando você mexe nesse nível de estrutura, é porque a mudança vai ser profunda mesmo.

    A nova era dos Lakers começou pesado

    Nos últimos meses, os Lakers já vinham mexendo bastante no lado empresarial. Contrataram o Lon Rosen como presidente de operações comerciais (ele substituiu o Tim Harris), trouxeram o Michael Spetner como diretor de estratégia e crescimento, e o Ryan Kantor como vice-presidente de parcerias globais.

    No basquete, a coisa também não para. Recentemente eles trouxeram Tony Bennett como consultor de draft — e olha que nome pesado — e o Rohan Ramadas como gerente geral assistente de estratégia e dados.

    Sinceramente? Essa reformulação toda me lembra quando uma empresa brasileira troca de dono e resolve “modernizar” tudo. Às vezes dá certo, às vezes… bem, vocês sabem como é.

    E o elenco? LeBron e Reaves são as prioridades

    Mas vamos ao que realmente importa pra gente: o que vai rolar com o time mesmo. As duas grandes incógnitas da offseason dos Lakers são Austin Reaves e LeBron James.

    O Reaves, que foi uma das melhores descobertas dos Lakers nos últimos anos, deve receber ofertas de contrato máximo. E não vai ser só Los Angeles interessado nele, não. Vários times vão tentar pescar o cara no mercado se os Lakers não chegarem no valor que ele quer.

    Já o LeBron… cara, que situação complexa. O Rei tem várias opções na mesa: renovar com os Lakers, assinar com outro time, ou simplesmente pendurar as chuteiras. Aos 39 anos, depois de tudo que já conquistou, qualquer decisão dele eu entendo.

    E aí, o que vocês acham dessa reformulação toda dos Lakers? Será que essas mudanças estruturais vão ajudar eles a voltar ao topo, ou é só mais uma tentativa desesperada de achar a fórmula mágica? Uma coisa é certa: em Los Angeles, nunca é só basquete — sempre tem drama nos bastidores.

  • Lakers demite meio mundo na reestruturação maluca do novo dono

    Lakers demite meio mundo na reestruturação maluca do novo dono

    Cara, os Lakers tão vivendo uma bagunça total. Mark Walter, o novo dono que comprou o time da família Buss por uns 10 bilhões de dólares ano passado, resolveu fazer uma faxina geral na organização. E quando eu digo faxina geral, é demissão pra todo lado mesmo.

    Ontem rolaram demissões em várias áreas da franquia. Fontes internas descreveram a situação como “selvagem” e “maluca” — e olha, quando pessoal de dentro tá falando assim, é porque a coisa tá feia mesmo.

    Mudanças de cima a baixo

    Não é só demissão não. Walter tá mexendo em tudo que é canto. Lon Rosen assumiu no lugar do Tim Harris como presidente de operações comerciais, trouxeram Michael Spetner como diretor de estratégia e crescimento, e Ryan Kantor como VP de parcerias globais. É mudança que não acaba mais.

    E tem mais: contrataram Tony Bennett como consultor do draft (sim, o mesmo técnico que ganhou NCAA com Virginia), e Rohan Ramadas como gerente geral assistente pra cuidar de estratégia e dados. Basicamente, tão tentando modernizar tudo de uma vez só.

    Ah, e o time da G League? Vai sair de South Bay e ir pro Coachella Valley. Até nisso mexeram.

    Pelinka promete revolução no CT

    Rob Pelinka, que continua como GM, falou que tão trabalhando com “pessoal dos Dodgers” (Walter também é dono do time de baseball) pra criar laboratórios de biomecânica, movimento e recuperação no centro de treinamento. Vão reformar até a quadra, imagina só.

    “É uma reconstrução e reequipagem completa. Estamos elevando o que já temos de bom para o próximo nível”, disse Pelinka depois da eliminação pros Thunder no playoffs.

    Sinceramente? Depois de serem varridos no segundo round, alguma coisa tinha que mudar mesmo. Mas será que demitir geral é a solução? Vocês acham que essa revolução toda vai dar certo ou só vai criar mais confusão?

    E olha que os Lakers não tão sozinhos nessa. Trail Blazers demitiu mais de 70 pessoas semana passada, e os Timberwolves mandaram embora uns 35 funcionários quando mudaram de dono. Parece que virou moda essa de novo dono = demissão em massa.

    Agora é esperar pra ver se toda essa bagunça vai resultar em algo bom na próxima temporada. Porque pelos últimos anos, os Lakers tão precisando de muito mais que laboratório novo pra voltar ao topo.

  • LeBron vai esperar os Lakers baterem na porta dele com uma proposta

    LeBron vai esperar os Lakers baterem na porta dele com uma proposta

    Olha, a situação do LeBron tá bem interessante. O cara vai virar agente livre no dia 1º de julho e sinceramente? Ele não tá com pressa nenhuma de decidir onde vai jogar — ou SE vai jogar na próxima temporada.

    Mas aqui vem o detalhe que achei mais curioso: segundo o Brian Windhorst da ESPN, o King não vai sair correndo atrás de time não. Ele vai sentar e esperar os Lakers virem até ele com um plano pro futuro.

    Lakers com 50 milhões pra gastar

    E cara, a situação é meio complexa. Os Lakers podem ter até 50 milhões de dólares de espaço salarial neste verão — uma grana absurda. Só que pra isso rolar, eles vão ter que abrir mão dos direitos do LeBron primeiro (que tem um valor de 57,7 milhões na folha). É tipo um xadrez complicado.

    A real é que se o LeBron voltar, provavelmente vai ser por bem menos que os 52,6 milhões que ele ganhou nesta temporada. Na minha visão, faz sentido pra ele também — o cara já ganhou dinheiro pra três vidas, agora é mais sobre legado mesmo.

    Cavaliers e Warriors na cola

    Não é só Lakers na disputa não, viu? Cleveland e Golden State também estão de olho no maior pontuador da história da NBA. Imaginem o LeBron voltando pra Cleveland de novo… seria surreal demais.

    O Rob Pelinka, GM dos Lakers, já deixou claro que quer o LeBron de volta. Mas a questão é: qual vai ser o plano que eles vão apresentar? Porque só falar ‘queremos você’ não vai colar com um cara do nível dele.

    E aí, vocês acham que ele fica em LA mesmo ou vai procurar um último desafio em outro lugar? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar. O LeBron sempre foi esperto nas decisões dele, e essa não vai ser diferente.

  • Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Lakers contratam cientista fogueteiro pra revolução nos bastidores

    Gente, os Lakers acabaram de fazer uma das contratações mais inusitadas que eu já vi na NBA. Eles trouxeram um cara que literalmente trabalhou com foguetes espaciais pra ser assistente do Rob Pelinka. Isso mesmo que vocês leram.

    O nome dele é Rohan Ramadas, e o currículo do cara é absurdo. Passou 12 anos na The Aerospace Corporation — uma das principais empresas aeroespaciais dos EUA — e agora vai ajudar a Lakers a decolar (perdão pelo trocadilho, não resisti).

    Do espaço para Crypto.com Arena

    Ramadas não é novato no basquete não. Ele tava no Pelicans até agora, onde virou VP de estratégia e operações depois de começar como diretor de analytics e inovação em 2024. E pelos relatos, o cara implementou modelos de IA e algoritmos que ajudavam muito o front office de lá.

    Uma fonte dos Pelicans disse pra ESPN: “Ele é literalmente um cientista de foguetes”. Cara, imagina você apresentar esse cara pros amigos? “Este aqui é o Rohan, ele fazia foguete e agora analisa pick and roll.”

    Na minha opinião, essa contratação faz todo sentido. A NBA hoje é uma guerra de dados, e ter alguém com background científico pesado pode ser o diferencial que os Lakers precisam.

    Lakers investindo pesado em inovação

    O timing não é coincidência. Mark Walter, o dono dos Dodgers, comprou os Lakers por 10 bilhões de dólares no ano passado e tá expandindo toda a estrutura. Eles vão contratar outro assistente de GM também.

    Sinceramente? Acho que precisava mesmo. Os Lakers não ganham um título desde 2020, e com LeBron na reta final da carreira, não dá pra ficar brincando com métodos ultrapassados.

    Ramadas vai focar nas mesmas responsabilidades que tinha no Pelicans: analytics avançados, modelos de IA e inovação tecnológica. Basicamente, ele vai ser o cérebro por trás das decisões baseadas em dados.

    E aí, vocês acham que realmente precisa de um cientista fogueteiro pra Lakers voltarem ao topo? Ou é só mais uma modinha da NBA moderna? Eu tô curioso pra ver como essa aposta vai dar certo.

  • Lakers contratam executivo dos Pelicans para reformular front office

    Lakers contratam executivo dos Pelicans para reformular front office

    Os Lakers não param de mexer a estrutura, pessoal. Agora foi a vez de contratar Rohan Ramadas, que era vice-presidente de operações e estratégia do New Orleans Pelicans, para ocupar uma das duas novas vagas de gerente-geral assistente que o time criou.

    Olha, sinceramente acho que essa reformulação toda faz muito sentido. Os caras levaram uma surra do Oklahoma City Thunder nos playoffs — quatro jogos a zero nas semifinais do Oeste — e obviamente precisavam de uma repaginada geral.

    O que Ramadas vai fazer exatamente?

    O cara vai cuidar do salary cap, analytics e dados em geral. Basicamente, vai ser um dos responsáveis por fazer as contas fecharem e analisar tudo com números. Rob Pelinka, o GM, disse que vão contratar mais um assistente focado em draft e desenvolvimento de jogadores.

    E tem um detalhe curioso: Ramadas é formado em engenharia astronáutica pela USC (mestrado inclusive) e trabalhou 12 anos na The Aerospace Corporation antes de migrar pro mundo da NBA em 2024. Cara saiu do espaço pro basquete — que mudança de vida, não é?

    Lakers em modo reformulação total

    Essa contratação é só o começo do que promete ser uma offseason movimentada pra valer. Os Lakers estão mexendo em tudo: front office, operações, estrutura… É que o Mark Walter, dono dos Dodgers, assumiu o controle do time numa venda histórica de 10 bilhões de dólares há oito meses.

    E não para por aí. Eles estão construindo laboratórios de biomecânica, movimento e recuperação no centro de treinamento de El Segundo. Pelinka até chamou os Dodgers de “organização irmã” dos Lakers — claramente estão copiando algumas ideias que deram certo no baseball.

    Ah, e tem as decisões contratuais do LeBron James e Austin Reaves pela frente. Ou seja, vai ser um verão quente mesmo.

    Vocês acham que essa reformulação toda vai dar resultado? Porque convenhamos, depois daquela eliminação vexatória pros Thunder, alguma coisa tinha que mudar mesmo.

  • Lakers contratam ‘cientista espacial’ como GM assistente

    Lakers contratam ‘cientista espacial’ como GM assistente

    Olha só que loucura: os Lakers acabaram de contratar um cara que literalmente trabalhava construindo foguetes para ser GM assistente. Não tô brincando, pessoal.

    Rohan Ramadas, que passou mais de uma década na Aerospace Corporation (sim, aquela empresa que faz foguete mesmo), agora vai cuidar da estratégia, salary cap e analytics dos Lakers. O cara saiu de mandar coisas pro espaço pra tentar mandar os Lakers de volta ao topo da NBA. Carreira mais maluca impossível.

    A revolução dos Dodgers chegou em Los Angeles

    Tudo isso faz parte da grande reformulação que Mark Walter — o dono dos Dodgers que comprou parte dos Lakers ano passado — tá fazendo na franquia. E sinceramente, já era hora.

    Os Lakers sempre foram meio ‘empresa familiar’ dos Buss, gastando pesado com estrelas mas economizando na estrutura. Funcionava nos anos 2000, mas nos últimos tempos virou um problema gigante. Enquanto isso, Walter transformou os Dodgers numa máquina de ganhar título investindo pesado em TUDO — desde estrelas até sistema de base.

    Durante a temporada, os Lakers já demitiram quase todo o departamento de scout (incluindo Joey e Jesse Buss), e agora tão montando um front office de verdade. Rob Pelinka falou que iam contratar dois GMs assistentes, e o Ramadas é o primeiro.

    O que vem por aí

    O foco do cara vai ser estratégia, teto salarial e analytics — basicamente usar ciência pra montar o time. O segundo GM assistente vai cuidar do draft e desenvolvimento de jogador. Tentaram contratar Steve Senior dos Timberwolves pra ser VP, mas ele preferiu ficar em Minnesota.

    E olha, o timing não podia ser melhor. O draft tá aí (Lakers têm a pick 25), LeBron e Austin Reaves são agentes livres, e o time pode ter uns $48 milhões livres no salary cap. Decisões difíceis pela frente.

    Vocês acham que essa ‘dodgerização’ dos Lakers vai dar certo? Porque uma coisa é certa: depois de anos patinando, eles finalmente tão levando a sério a parte de ciência do esporte. E cara, se tem alguém que entende de ciência, é um engenheiro aeroespacial mesmo.