Tag: G League MVP

  • SGA precisa mostrar que é MVP hoje: Thunder na bronca contra Spurs

    SGA precisa mostrar que é MVP hoje: Thunder na bronca contra Spurs

    Olha só que situação tensa: estatisticamente, quem ganha o Jogo 5 numa série empatada 2-2 leva a série toda em 82% dos casos. E adivinha? É exatamente onde o Thunder está hoje contra os Spurs. Se o OKC quer proteger a casa — onde perderam apenas UM jogo nesses playoffs — o Shai Gilgeous-Alexander vai ter que provar de vez que merece ser MVP.

    E sinceramente? Não tá sendo fácil pro SGA nessa série, não.

    Os números não mentem (e não tão bonitos)

    O cara que fez 31 pontos por jogo na temporada regular tá fazendo menos de 25 nessa série. Pior ainda: 39% nos arremessos gerais e apenas 26% nas bolas de três. No Jogo 4 — que o Thunder perdeu — foram só 19 pontos. Monstro como o SGA fazendo 19 pontos? Algo tá errado.

    E sabe o que aconteceu? Os Spurs mudaram completamente a estratégia defensiva. Nos três primeiros jogos, eles mandavam dois caras pra cima do SGA o tempo todo, deixando os outros jogadores do Thunder livres pra arremessar. Resultado? Alex Caruso, Cason Wallace e companhia fizeram a festa — 68 pontos combinados no Jogo 3.

    Aí no Jogo 4 os Spurs falaram: “Relaxa, vamos marcar o SGA individual mesmo”. E deu certo! Os mesmos caras que destruíram no Jogo 3 fizeram apenas 12 pontos. O Caruso, que tinha acertado 14 bolas de três em 61% de aproveitamento, não fez NEM UM ponto. Zero. Nada.

    A bronca é real agora

    Aqui que fica interessante (e preocupante pro Thunder): quando você marca o SGA individual, teoricamente ele deveria destruir. É pra isso que serve um MVP, né? Mas não rolou. E agora você pode apostar todas as suas fichas que os Spurs vão fazer a mesma coisa no Jogo 5.

    A situação fica ainda mais complicada porque o Ajay Mitchell já foi cortado do jogo, e o Jalen Williams tá questionável. Esses dois são praticamente os únicos caras do Thunder que conseguem criar jogada sozinhos além do SGA. Se o Jalen não jogar… cara, o SGA VAI ter que jogar o jogo da vida dele.

    E olha, não é que ele não mereça ser MVP — merece sim. O cara é o motivo de todos aqueles arremessadores terem funcionado tão bem nos outros jogos. Quando você atrai toda a atenção da defesa, você tá fazendo o trabalho de MVP mesmo sem explodir no placar. Lembra do Stephen Curry em 2015? O cara foi roubado no prêmio de MVP das Finais exatamente por isso — galera não entendeu que toda aquela produção do Andre Iguodala foi criada pela atenção que o Curry atraía.

    Hora da verdade chegou

    Mas agora é diferente. Os Spurs viraram o jogo da velha, e o SGA precisa virar de volta. A única maneira de San Antonio voltar a mandar dois defensores nele (e abrir de novo os arremessadores do Thunder) é se ele castigar DEMAIS a marcação individual. Tem que doer tanto que eles não tenham escolha.

    E não vai ser fácil, viu? A defesa do Spurs é de elite, e eles tão sendo bem físicos com o Gilgeous-Alexander. Mas é isso aí — ou ele prova que é o MVP que todo mundo fala, ou o Thunder pode muito bem ver essa série escorregar pelas mãos.

    E aí, vocês acham que o SGA consegue responder à altura hoje? Porque se não conseguir, pode ser tchau Thunder…

  • Brunson leva Knicks às Finals pela 1ª vez em 25 anos!

    Brunson leva Knicks às Finals pela 1ª vez em 25 anos!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os New York Knicks estão nas Finals da NBA! Pela primeira vez desde 1999, galera. E o cara que comandou essa loucura? Jalen Brunson, que acabou de ser eleito MVP das finais da Conferência Leste depois de destroçar o Cleveland Cavaliers por 4-0.

    Sinceramente? Eu não acreditava quando os Knicks apostaram pesado no Brunson em 2022. Contrato de quatro anos, 104 milhões de dólares para um cara que era “só” o segundo armador dos Mavericks. Muita gente riu. Eu meio que ri também, não vou mentir.

    O que o Brunson fez foi absurdo

    Nas finais do Leste, o cara teve médias de 25.5 pontos e 7.8 assistências. Mas não é só número — é a forma como ele comandou esse time. No jogo 1, os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último quarto. Vinte e dois! E o que o Brunson fez? Marcou 38 pontos e virou aquela partida de cabeça pra baixo.

    “Ele simplesmente trabalha. É um exemplo disso todos os dias”, disse Karl-Anthony Towns. E olha, vindo do KAT, que já jogou com cara fera, isso significa muito.

    A química dos ex-Villanova é monstro

    Uma coisa que me chamou atenção foi ver o Brunson ali na coletiva ao lado do Josh Hart e do Mikal Bridges — os três ex-Villanova que agora formam o núcleo dos Knicks. Que negócio lindo, cara. Essa química que eles construíram na faculdade tá sendo fundamental agora.

    “Não tem outro armador com quem eu gostaria mais de estar nessa posição do que o J.B.”, falou o Bridges. Mano, dá até arrepio ver essa união.

    O técnico Mike Brown (que foi contratado no verão passado) conta uma história engraçada: o Brunson treinava tão intenso nos treinos matinais que ele teve que mudar os próprios hábitos de sono pra acompanhar! O cara comparou a determinação do Brunson com a do Stephen Curry e Tim Duncan. Nada mal de comparação, né?

    Agora é tudo ou nada nas Finals

    Com Towns, Hart, Bridges e Brunson, os Knicks montaram um time que tá a quatro vitórias do primeiro título desde 1973. Cinquenta e um anos, galera!

    Vocês acham que eles conseguem? Eu tô começando a acreditar mesmo. Esse Brunson me convenceu — o cara tem aquela mentalidade de campeão que você não ensina. E convenhamos, depois de varrer o Cavs dessa forma, eles chegam nas Finals com confiança lá em cima.

    Agora é esperar pra ver quem vai ser o adversário. Mas uma coisa eu já posso falar: os Knicks não chegaram nas Finals só pra passear.

  • Clyde Frazier passa o bastão: ‘Brunson é o cara agora’

    Clyde Frazier passa o bastão: ‘Brunson é o cara agora’

    Cara, que momento absurdo ontem à noite! Ver o Clyde Frazier entregando o troféu de MVP das Finais do Leste pro Jalen Brunson ao lado do Patrick Ewing… arrepio total. Os Knicks acabaram de massacrar o Cavaliers por 130 a 93 no jogo 4 e carimbaram a vaga nas Finais da NBA depois de 27 anos. Vinte e sete anos, gente!

    E o Clyde, que é uma lenda viva do basquete, entendeu perfeitamente o peso do momento. Nas palavras dele: “Faz muito tempo. Passando a tradição adiante, entregando pro Jalen. Ele é o cara agora que tem que carregar isso. Você tem que capitalizar quando chega lá, então vamos ficar em cima dele.”

    O peso da responsabilidade

    Olha, eu fico pensando na pressão que deve ser pra um cara como o Brunson. Receber esse troféu das mãos de duas lendas absolutas dos Knicks? É tipo ganhar a bênção dos deuses do basquete de Nova York. O Clyde ganhou dois títulos nos anos 70, o Ewing foi o coração do time nos anos 90… e agora é a vez do Brunson tentar quebrar essa seca que já dura mais de meio século.

    Sinceramente, não sei se existe pressão maior no esporte americano do que liderar os Knicks numa Final da NBA. Madison Square Garden vai estar pegando fogo — literalmente e figurativamente.

    Brunson assumiu mesmo o protagonismo

    E tem que reconhecer: o garoto mereceu cada segundo desse reconhecimento. Nas semifinais do Leste, ele foi simplesmente monstruoso. Comandou o ataque com uma frieza absurda, distribui assistências como se fosse moleza e ainda conseguiu ser clutch nos momentos decisivos. É exatamente o tipo de liderança que os Knicks precisavam há décadas.

    O mais legal é ver como ele abraçou essa responsabilidade. Não tá fugindo da pressão, não tá jogando pra baixo do pano. Pelo contrário — quanto maior o palco, melhor ele joga. E vocês acham que ele aguenta a pressão de uma Final da NBA em Nova York?

    Agora é aguardar pra ver quem vai ser o adversário na decisão. Uma coisa eu posso garantir: depois de 27 anos, os Knicks tão com MUITA fome de título. E com o Brunson comandando esse time, vai ser no mínimo um jogaço pra assistir.

  • Luka finalmente conquista All-NBA pelos Lakers: sexta seleção!

    Luka finalmente conquista All-NBA pelos Lakers: sexta seleção!

    Cara, que sensação ver o Luka Dončić sendo anunciado no First Team All-NBA vestindo roxo e dourado! Depois de toda aquela polêmica das lesões e elegibilidade, o esloveno monstro conseguiu sua sexta seleção para o time dos melhores da temporada.

    Olha, eu vou ser sincero: fiquei meio surpreso ele não aparecer nas votações de MVP depois da temporada absurda que fez. Mas pelo menos os caras reconheceram o óbvio — Luka foi simplesmente sensacional em 2025-26.

    O time dos sonhos da temporada

    No First Team, Luka ganhou companhia de peso: Shai Gilgeous-Alexander, Nikola Jokić, Victor Wembanyama e Cade Cunningham. Time pesado, né não? O maluco recebeu 91 votos para o primeiro time e apenas 9 para o segundo — praticamente unanimidade.

    O que mais me impressiona é que essa é a primeira seleção All-NBA dele como Laker. Imagina só: seis seleções na carreira, mas a primeira defendendo a franquia mais tradicional da liga. Deve ter sido emocionante pra ele.

    E a situação dos companheiros de equipe? Meio triste, na real. Nem LeBron nem Austin Reaves conseguiram os 65 jogos mínimos para serem elegíveis. Ano passado foi o contrário — LeBron ganhou All-NBA e Luka ficou de fora por lesão. Como o basquete dá voltas, né?

    Uma temporada para entrar na história

    Mano, os números do Luka foram de outro planeta. Cestinha da liga com 33.5 pontos por jogo — e isso jogando pelos Lakers, com toda a pressão que vem junto. Foi All-Star pela primeira vez defendendo Los Angeles, ganhou jogador do mês duas vezes (janeiro e março).

    Mas o que mais me marcou foi aquele jogo contra o Heat em março: 60 pontos fora de casa. Sessenta! E não foi só isso — em março inteiro ele fez 600 pontos. Vocês sabem quantos caras na história da NBA conseguiram isso? Apenas 10. Tá no mesmo patamar de Kareem, Wilt, Jordan e Jerry West.

    Com essa seleção, Luka entra no grupo seleto de 50+ jogadores que conseguiram seis ou mais seleções All-NBA na carreira. Aos 27 anos, o cara já tá escrevendo história. E pensar que muita gente duvidava quando ele chegou na NBA…

    Sinceramente, acho que ele mereceu muito mais que só o All-NBA. Mas pelo menos agora ele tem sua primeira seleção como Laker. E vocês, acham que no ano que vem ele finalmente leva o MVP?

  • SGA bicampeão MVP lidera o All-NBA First Team de 2026 — que time!

    SGA bicampeão MVP lidera o All-NBA First Team de 2026 — que time!

    Cara, que seleção absurda foi essa do All-NBA First Team de 2026! O Shai Gilgeous-Alexander não para mesmo — bicampeão do MVP e agora pelo quarto ano consecutivo no First Team. Sinceramente, o cara virou uma máquina de fazer cesta e ainda defende pra caramba.

    O que mais me impressiona é ver essa nova geração dominando. Olha só esse quinteto: SGA, Jokić, Wembanyama, Luka e Cade Cunningham. É basquete de altíssimo nível, mano.

    Wemby finalmente chegou lá

    Victor Wembanyama no First Team pela primeira vez! Eu já esperava isso desde que ele pisou na NBA, mas ver acontecer de verdade é diferente. O francês de 2,24m tá jogando um basquete que eu nunca vi antes — bloqueia, arremessa de 3, pega rebote, faz de tudo. Perdeu a unanimidade por apenas UM voto. Um voto! Quem foi o cara que não votou nele?

    E que história maluca essa do Luka e do Cade terem ficado de fora inicialmente por lesão, mas ganharam exceção da liga. Imagina se esses dois monstros ficassem fora do All-NBA por causa de contusão? Seria uma injustiça gigantesca.

    Jokić continua sendo o Jokić

    O sérvio simplesmente não envelhece. Quinta vez no First Team na carreira, e olha que o cara ainda tem muito basquete pela frente. Triple-double de média na temporada — 27.7 pontos, 12.9 rebotes e 10.7 assistências. É de outro planeta mesmo.

    Uma coisa que me chama atenção é como essa geração internacional tá dominando a NBA. SGA (canadense), Jokić (sérvio), Wembanyama (francês), Luka (esloveno)… Só o Cade que é americano no First Team. O basquete mundial evoluiu demais, e isso é sensacional para o esporte.

    No Second Team também tem muita qualidade: Jaylen Brown, Kawhi Leonard (quando joga, é monstro), Donovan Mitchell, KD (que continua eterno) e Jalen Brunson. E no Third Team, destaque para o Chet Holmgren e Jalen Duren — dois pivôs jovens que prometem muito.

    E aí, vocês concordam com essa seleção? Eu acho que tá certinha, mas sempre fica aquela discussão de quem ficou de fora, né? O que mais me empolga é ver essa nova safra de craques tomando conta da liga. O futuro da NBA tá garantido!

  • A noite que Wembanyama virou o melhor do mundo

    A noite que Wembanyama virou o melhor do mundo

    Cara, eu sempre soube que esse momento ia chegar. Mas não esperava que fosse TÃO cedo na carreira do Wemby. Ontem à noite, contra o Thunder no Jogo 1 das finais de conferência, o francês simplesmente transcendeu — e não é exagero não.

    41 pontos, 24 rebotes e 3 tocos em 49 minutos de quadra. Em duas prorrogações. No primeiro playoff da carreira dele.

    Mano, essas números parecem bug de videogame. Só outros dois caras na história fizeram 40/20/3 nas finais de conferência ou depois: Shaquille O’Neal e Kareem Abdul-Jabbar. Se você botar os números exatos do Wemby, só o Wilt aparece junto com ele nos livros de história.

    O que deixa o francês diferente de todo mundo

    Eu sempre me perguntei como deve ter sido assistir o Wilt no auge dele. Um cara maior, mais atlético E mais habilidoso que todo mundo ao mesmo tempo. É exatamente isso que sinto vendo o Wemby agora — é quase impossível processar o que você tá vendo.

    Olha só esse dado que me deixou de queixo caído: com 22,2 pontos, 11,9 rebotes e 4,0 tocos por jogo nos playoffs, o Wemby seria apenas o sétimo jogador DA HISTÓRIA a fazer 20/10/4 numa pós-temporada. A lista? Hakeem, Tim Duncan, David Robinson, Elvin Hayes, Kareem e Robert Parrish.

    Boa companhia, né? Mas aí vem a parte mais absurda: esses seis lendários combinados fizeram TRÊS cestas de três pontos nessas campanhas históricas. O Wembanyama? Já meteu 15 bolas de três nestes playoffs. Quinze!

    É isso que separa ele de todos os grandes pivôs da história. Wilt, Russell, Shaq, Hakeem, Duncan — todos eram máquinas imparáveis no garrafão (como o Wemby também é). Mas nenhum tinha nem perto do alcance ofensivo que esse moleque tem.

    O arremesso que calou todo mundo

    Sinceramente, quando vi um cara de 2,24m puxando uma bomba do meio da quadra com o time perdendo por três e menos de 30 segundos no relógio… Brother, eu não acreditei.

    Primeira pós-temporada da carreira, finais de conferência, prorrogação, pressão máxima. E o moleque simplesmente decidiu: “Vou resolver isso aqui.” E resolveu mesmo.

    Isso me lembra muito a mentalidade do Kobe — aquela confiança psicopata que só os verdadeiros assassinos têm. Com 22 anos, cara! Quando eu tinha 22 anos, eu ficava nervoso pra pedir aumento no trampo.

    E olha, o Wemby não é só talentoso não. O cara tem aquela veia competitiva que separa os bons dos grandes. Você vê como ele provoca o Chet Holmgren, como ele mesmo assumiu que deveria ter ganhado o MVP… Não é arrogância boba, é convicção mesmo.

    Vocês acham que ele consegue sustentar esse nível até o fim dos playoffs? Porque se conseguir, vamos ter que reescrever os livros de história do basquete.

  • Wemby usa prêmio do SGA como combustível e destrói o Thunder

    Wemby usa prêmio do SGA como combustível e destrói o Thunder

    Cara, o que o Victor Wembanyama fez ontem foi simplesmente surreal. 41 pontos e 24 rebotes em uma vitória dupla prorrogação contra o Thunder? E o mais louco: ele mesmo confirmou que assistir o Shai Gilgeous-Alexander recebendo o troféu de MVP antes do jogo foi combustível puro.

    Imagina a cena. Você tá sentado no banco, vendo o cara que você acha que não merecia ganhar seu prêmio sendo ovacionado pela torcida da casa. O Wemby ficou lá, olhos fixos na quadra, processando tudo. E aí saiu e simplesmente destruiu.

    “Aquele troféu era dele”

    Os companheiros do francês não tiveram papas na língua. Stephon Castle foi direto: “A gente sentia que aquele troféu era dele. Tenho certeza que ele sentia a mesma coisa.”

    Olha, eu entendo perfeitamente. O Wembanyama teve uma temporada histórica — primeiro rookie a liderar a liga em tocos, médias absurdas dos dois lados da quadra. Na minha opinião, ele tinha argumentos sólidos pra brigar pelo MVP sim.

    O técnico Mitch Johnson também confirmou que a cerimônia mexeu com o gigante de 2,24m: “Cem por cento. Ver outro competidor com o troféu que você sente que merece… isso é motivacional.”

    Performance histórica alimentada pela raiva

    E que performance foi essa, minha gente! 41 pontos e 24 rebotes em playoffs é coisa de monstro. Pra vocês terem ideia, só o Tim Duncan e o Kareem Abdul-Jabbar tinham conseguido algo parecido na história dos Spurs em pós-temporada.

    O mais impressionante? O cara fez tudo isso mantendo a classe. Quando perguntaram se a cerimônia serviu de motivação, ele só disse “sim” e partiu pra outra. Nada de drama desnecessário.

    Sinceramente, acho que a NBA perdeu uma grande oportunidade de dar o MVP pra um cara que tá revolucionando o jogo. Mas se isso serviu pra despertar o monstro que vimos ontem, talvez tenha sido melhor assim.

    Agora é ver se o Wemby consegue manter esse nível. Porque se ele continuar jogando com essa sede de vingança, o Thunder pode estar com um problemão nas mãos. E vocês, acham que ele mereceu o MVP mesmo?

  • Wemby mete 41 pontos e dá resposta genial sobre ser o melhor

    Wemby mete 41 pontos e dá resposta genial sobre ser o melhor

    Gente, o que o Wembanyama fez ontem foi simplesmente ABSURDO. 41 pontos, 23 rebotes — e isso em dupla prorrogação contra o Thunder. Aos 22 anos, o francês tá mostrando que não veio pra brincadeira na NBA.

    Mas o que mais me chamou atenção não foram só os números monstruosos (que já seriam suficientes pra gente falar dele o dia inteiro). Foi a resposta que ele deu quando perguntaram se ele se sente o melhor jogador da liga.

    A resposta que todo mundo deveria dar

    “Eu me sinto cansado agora”, disse Wemby, rindo. “Mas essa não é uma pergunta que eu tô me fazendo agora. Vamos ver… o mundo tem 8 bilhões de pessoas, então existem 8 bilhões de opiniões.”

    Cara, que maturidade é essa? Com 22 anos, acabando de meter 41 pontos numa semifinal de conferência, e o moleque vem com essa sabedoria toda. Imagina eu aos 22… teria saído falando que era o rei do universo depois de uma atuação dessas.

    O show que ele deu em quadra

    Mas vamos falar do jogo, porque foi um negócio de outro mundo mesmo. Wembanyama acertou 14 de 25 arremessos, mandou bem nos lances livres (12 de 13), e ainda bloqueou três bolas. O Thunder não sabia o que fazer com ele — era grande demais pros alas, rápido demais pros pivôs.

    E o final? Simplesmente épico. Com 27 segundos no relógio, ele manda uma bola de três de longe pra forçar a segunda prorrogação. Depois marca nove pontos nos últimos cinco minutos e ainda dá uma cortada crucial no Jalen Williams pra selar a vitória.

    Sinceramente, eu já sabia que o menino era especial, mas ver ele dominar assim nos playoffs é diferente. É uma coisa assistir ele destruir times ruins na temporada regular, outra é ver ele carregar o Spurs nas costas numa semifinal de conferência.

    O futuro já chegou

    Olha, eu sei que ainda é cedo pra falar em melhor jogador da liga — tem o Luka, o Tatum, o Jokic ainda mandando ver por aí. Mas esse moleque francês tá chegando forte. E com essa mentalidade humilde que ele mostrou na entrevista, só vai crescer mais.

    Vocês acham que ele já pode brigar pelo MVP na próxima temporada? Porque depois dessa performance, eu tô começando a acreditar que sim. O San Antonio voltou pra briga, pessoal. E é assustador pensar que o Wemby ainda vai melhorar muito.

  • Wemby quer o MVP depois de ver SGA levar: ‘Quero esse troféu várias vezes’

    Wemby quer o MVP depois de ver SGA levar: ‘Quero esse troféu várias vezes’

    Cara, que noite foi essa do Victor Wembanyama! O francês simplesmente destruiu o Thunder no primeiro jogo das finais da Conferência Oeste, marcando 41 pontos e pegando 23 rebotes numa vitória épica de 122 a 115 em dupla prorrogação. Mas o que mais me chamou atenção foi o que ele falou depois do jogo sobre ver o Shai Gilgeous-Alexander ganhar o MVP desta temporada.

    “Sinto que ainda tenho muito para aprender”, disse Wemby. “E eu quero conquistar esse troféu várias vezes na minha carreira.”

    O gigante está crescendo na hora certa

    Olha, eu sempre soube que o Wembanyama tinha potencial absurdo, mas ver ele falando sobre querer múltiplos MVPs depois de uma performance dessas? Isso é mentalidade de campeão, mano. O cara acabou de fazer 41 pontos contra o atual MVP da liga e ainda fala que tem muito a aprender. Essa humildade combinada com essa ambição é exatamente o que separa os grandes dos lendários.

    E convenhamos — 41 pontos e 23 rebotes numa final de conferência? Aos 22 anos? Isso não é normal, não. O Spurs tá com uma joia nas mãos e todo mundo sabe disso agora.

    SGA vs Wemby: a nova rivalidade da NBA?

    Sinceramente, assistir esses dois monstros se enfrentando nas finais do Oeste foi um negócio especial. O Shai acabou de ganhar seu primeiro MVP (e merecidamente, diga-se de passagem), mas o Wembanyama já tá de olho no próximo. Essa mentalidade competitiva é exatamente o que a NBA precisa.

    Vocês acham que o Wemby consegue tirar um MVP do Shai na próxima temporada? Porque pelo que vi ontem, o francês não tá brincando em serviço não. Três tocos ainda por cima — o cara é um problema dos dois lados da quadra.

    Essa série promete muito, e se o Wembanyama continuar jogando nesse nível, podemos estar vendo o início de uma nova era na NBA. O futuro da liga tá em boas mãos, isso eu garanto.

  • SGA ganha MVP e joga mal no mesmo dia; Wemby domina com 41 e 24

    SGA ganha MVP e joga mal no mesmo dia; Wemby domina com 41 e 24

    Cara, que loucura foi essa noite de segunda-feira. O Shai Gilgeous-Alexander recebeu o troféu de MVP das mãos do Adam Silver e algumas horas depois teve uma das piores performances da carreira em jogos decisivos. O resultado? Derrota por 122-115 em dupla prorrogação para o San Antonio Spurs no jogo 1 das finais da Conferência Oeste.

    E quem roubou a cena foi justamente o Victor Wembanyama — que também concorreu ao MVP mas perdeu pro SGA. O francês fez uma partida absolutamente monstruosa: 41 pontos, 24 rebotes, 3 assistências e 3 tocos. Aos 22 anos, o cara simplesmente decidiu mostrar que a NBA é dele mesmo.

    A noite para esquecer do MVP

    Olha, eu não esperava isso do Shai. O cara que ganhou o segundo MVP consecutivo com números absurdos de eficiência simplesmente travou no momento mais importante. 24 pontos e 12 assistências até parecem bons números, mas a história real tá nos detalhes.

    SGA precisou de 51 minutos pra fazer esses números e acertou apenas 7 de 23 arremessos de quadra. Sete de vinte e três! Um cara que durante a temporada teve o segundo melhor rating de eficiência da liga jogando assim numa final de conferência. Sinceramente, dói até de ver.

    E não para por aí — quatro turnovers (o maior número do time) e um -15 no plus/minus. Quando você é o bicampeão MVP e termina com o pior plus/minus do jogo, é porque a coisa não funcionou mesmo.

    Wemby fazendo história aos 22

    Enquanto isso, o Wembanyama tava fazendo o que faz de melhor: sendo um alienígena em quadra. 41 pontos e 24 rebotes em dupla prorrogação é coisa de louco. E o mais impressionante? Ele fez jogadas decisivas no final, quando a pressão tava no máximo.

    Vocês acham que foi coincidência ele jogar assim logo depois de ver o SGA receber o troféu que ele também queria? Eu acho que foi combustível puro. O cara tem 22 anos e já tá dominando playoff como se fosse veterano de 10 temporadas.

    Na primeira metade, o Thunder tava conseguindo segurar o Wemby relativamente bem. Mas depois do intervalo? Esquece. O francês simplesmente tomou conta de tudo — rebote ofensivo, defensivo, enterradas, arremessos de 3… foi um show completo.

    Agora o Oklahoma City Thunder, que não tinha perdido nenhum jogo nos playoffs até aqui, precisa de uma resposta urgente do seu MVP no jogo 2. Porque se o SGA continuar jogando assim e o Wemby continuar nesse nível absurdo, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imagina.

    E aí, vocês acham que o Shai consegue se recuperar ou a pressão vai pesar ainda mais no próximo jogo?