Tag: game 7

  • Spurs na final! Game 7 histórico quebra internet com 2 bilhões de views

    Spurs na final! Game 7 histórico quebra internet com 2 bilhões de views

    Gente, eu ainda não acredito no que aconteceu. Os Spurs estão de volta à final da NBA depois de mais de uma década! E que volta, hein?

    Olha só essa loucura: o Game 7 entre Spurs e Thunder quebrou TODOS os recordes de audiência na história da NBA. Estamos falando de 2 bilhões de visualizações somando todas as plataformas sociais. Dois bilhões! Pra vocês terem noção, o Game 1 da série já tinha feito quase isso com 1,9 bilhão. Absurdo demais.

    A virada épica de San Antonio

    Os Spurs estavam 3-2 na série, praticamente com um pé fora. Todo mundo já estava preparando o Thunder pra mais uma final. Mas aí que tá — esses caras simplesmente resolveram fazer história.

    Venceram os dois últimos jogos, incluindo esse Game 7 de tirar o fôlego em Oklahoma City, por 111-103. Victor Wembanyama jogou como o monstro que a gente sabe que ele é: 22 pontos, 7 rebotes. E Julian Champagnie? Cara, que atuação! 20 pontos, 6 rebotes e ainda entrou pra história.

    Champagnie acertou 6 bolas de três no Game 7 — só o terceiro cara na história a fazer isso numa decisão de Conference Finals. Os outros dois? Curry e Klay Thompson. Nível Warriors dos tempos áureos, pessoal.

    Thunder desabou na hora H

    Sinceramente, eu esperava mais do Thunder. Shai Gilgeous-Alexander até que tentou com 35 pontos, mas Chet Holmgren… nossa, que decepção. Quatro pontos em um Game 7? Apenas dois arremessos de quadra? Em um jogo decisivo?

    Na minha visão, a pressão comeu solta ali. O Thunder tinha tudo pra fechar em casa, com a torcida empurrando, mas não conseguiu executar nos momentos cruciais.

    Knicks vs Spurs: nostalgia pura

    E agora vem o mais legal: Spurs e Knicks na final. A última vez que esses dois times se enfrentaram numa decisão foi em 1999, quando San Antonio levou o título. Coincidência ou não, é também a última vez que os Knicks chegaram numa final.

    Vocês acham que os Knicks conseguem quebrar essa sina depois de 27 anos? Ou os Spurs vão repetir a dose de 99?

    A final começa na quarta-feira, e pelo jeito que as coisas andam, pode esperar mais um bilhão de views fácil. O basquete tá pegando fogo mesmo!

  • Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu nesse Game 7. Os Spurs fecharam a série contra os Thunder e, sinceramente, essa história de “time muito jovem” já era pra ter morrido faz tempo.

    Olha, eu entendo a preocupação com a inexperiência — é natural quando você vê o Castle errando uns passes no final ou o Harper perdendo bola em momento crucial. Mas, mano, esse time tem algo que muitos veteranos não têm: coragem de jogar sem medo.

    A maturidade que ninguém esperava

    O que mais me impressiona é como eles mantiveram a compostura quando tudo poderia ter desmoronado. Thunder encostou no placar várias vezes nos minutos finais, e qualquer time jovem normal teria entrado em pânico. Esses caras? Não. Respiraram fundo e continuaram jogando.

    E tem uma coisa que eu venho pensando: será que a temporada passada não foi justamente o ano de “experiência” que eles precisavam? Mesmo sem os playoffs por causa da trombose do Wembanyama, eles sentiram na pele o gosto amargo de perder. A final da NBA Cup também ensinou muita coisa.

    O Wemby já chegou com bagagem da Europa e das Olimpíadas. O Castle veio de um título universitário em UConn. Esses caras sabem o que é pressão, só que em outros lugares.

    Talento fazendo a diferença quando importa

    Mas vamos ser honestos — eles ainda cometem erros de juventude. Aquela roubada de bola do Dort no Castle no último ataque foi de dar nervoso em qualquer torcedor dos Spurs. E o Harper? Algumas decisões duvidosas ali no finalzinho.

    A diferença é que esse time tem talento suficiente pra compensar essas falhas. Luke Kornet apareceu com um toco salvador. Os rebotes ofensivos nos momentos certos. E o Fox mostrando experiência ao cometer aquela falta inteligente pra organizar a defesa — jogada que passou batido pra muita gente mas foi genial.

    Vocês viram o discurso do Mitch Johnson no vestiário depois do jogo? Aquilo ali mostra o nível de maturidade emocional desse grupo. É um time que não tem medo de ninguém, nem do momento.

    A experiência veio correndo atrás

    Agora me digam uma coisa: depois de eliminar os atuais campeões, alguém ainda pode falar de inexperiência? Eles já passaram por tanta coisa nessa temporada que vale por várias temporadas regulares de alguns times por aí.

    Lesão do astro principal? Sobreviveram. Time que foi finalista recentemente? Derrubaram. Campeões defendendo o título? Mandaram pra casa. Se isso não é experiência, eu não sei o que é.

    Na minha opinião, a juventude deles agora é mais uma vantagem do que problema. Energia física pra aguentar uma campanha longa nos playoffs, atletismo que deixa qualquer adversário no sufoco, e — mais importante — a coragem de tentar coisas que times veteranos não tentariam por medo de errar.

    Claro, eles ainda vão fazer besteira. Mas qual time não faz? A diferença é que esses caras aprenderam a não ficar remoendo os erros e seguir jogando com confiança. E com esse nível de talento individual, isso é uma receita perigosa pra qualquer adversário.

  • Thunder perde Game 7 em casa e aprende que defender título é outra parada

    Thunder perde Game 7 em casa e aprende que defender título é outra parada

    Cara, que silêncio foi aquele no Paycom Center ontem à noite. Sabe aquele momento quando você perde algo que achava que era seu? Foi exatamente isso que rolou com o Thunder no Game 7 contra os Spurs. Os caras de San Antonio comemorando na casa do OKC, e o Shai ali no pódio tentando explicar por que defender um título é a coisa mais difícil do basquete profissional.

    Bem-vindos à aula, pessoal.

    A realidade bateu forte

    O Thunder passou a temporada inteira se achando os próximos Warriors. Núcleo jovem, MVP, dominância em casa, temporada regular espetacular… a máquina toda funcionando perfeitamente. Só que sábado à noite, San Antonio lembrou uma verdade cruel: a comparação com os Warriors não começa com champanhe. Começa quando alguém brilhante gasta o verão inteiro tentando te destruir. E consegue.

    O placar não mente. Shai fez 35 pontos em 12 de 21 arremessos – seu MVP fazendo coisas de MVP no momento mais decisivo. E mesmo assim perderam por 8. Eu sei que a galera odeia as faltas que ele arruma, mas ontem foi o único cara do OKC que parecia confiável com a bola na mão. Isso é problema do Shai? Não, cara. É problema de elenco, de lesões e, pra ser sincero, é o problema do “isso aqui é difícil pra caramba” que nenhuma dominância na temporada regular prepara você.

    Os Spurs vieram preparados

    Olha, eu entendo o argumento das lesões. Jalen Williams jogou 33 partidas na temporada. Trinta e três! O cara foi praticamente um boato durante o ano todo. Ajay Mitchell, fora também. Lesões são reais, ninguém pode negar isso.

    Mas lembra quando os Warriors perderam Andrew Bogut em 2016? Curry machucado, Iguodala sem força nas costas, e ninguém deu moleza. Em 2019, sem Klay, KD e Cousins, o mundo do basquete ofereceu exatos zero de simpatia. Lesões não são asterisco quando você tá perseguindo status de dinastia. Lesões são o exame de qualificação.

    E aqui vem a parte que ninguém te conta quando você ganha seu primeiro anel: a liga não reseta. Ela se recalibra. Todo front office abre um novo documento na manhã seguinte ao seu título, e no topo só tem uma coisa: como vencer eles. San Antonio montou o escritório de advocacia jovem “Fox, Castle & Harper” especificamente porque você precisa de armadores que não vão vacilar quando a defesa do OKC tenta sufocar tudo que você ama.

    A lição mais dura

    E aqui preciso que o Thunder – e qualquer um assistindo – entenda uma coisa. Grandeza não é acessório que você usa pra sair à noite. Não é algo que você põe no TikTok e dança por cima. Grandeza nem é o destino final; é o começo do trabalho que realmente custa tudo.

    Os Warriors aprenderam isso da pior forma. Perderam em 2016 depois de 73 vitórias. Voltaram mais fortes. É assim que funciona no topo.

    Vocês acham que o Thunder consegue dar a volta por cima na próxima temporada? Porque olhando essa rivalidade nascendo com os Spurs, eu tô sentindo que vem muito basquete bom por aí. Só que agora eles sabem: defender título é outra parada completamente.

  • SGA resolve aparecer no Game 7 mais importante da carreira

    SGA resolve aparecer no Game 7 mais importante da carreira

    Gente, eu tava aqui vendo esse Thunder x Spurs e o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu que não ia pra casa hoje. 19 pontos no primeiro tempo do Game 7 das finais de conferência. Dezenove pontos em 20 minutos, com aproveitamento de 8/11 nos arremessos.

    Olha, eu confesso que tava meio preocupado com o Thunder nesse jogo decisivo. O Jalen Williams machucado, a pressão toda em cima do SGA… mas o cara é diferente mesmo. Dois MVPs não são à toa.

    Série equilibrada demais

    Essa série contra o Spurs tá sendo um negócio absurdo de acompanhar. 3 a 3 no placar, com cada time vencendo em casa e fora também. San Antonio ganhou os jogos 1, 4 e 6, enquanto Oklahoma City levou os jogos 2, 3 e 5. É literalmente tudo ou nada agora.

    E vocês viram como o Wemby tem incomodado o Thunder? O garoto francês tá jogando um basquete extraterrestre, mas hoje o SGA mostrou que experiência ainda conta muito. Principalmente nesses momentos de pressão.

    SGA mostrando por que é MVP

    O que mais me impressiona no Shai é a frieza dele. 19 pontos, 5 assistências, 4 rebotes e 1 toco no primeiro tempo. Cara, esse aproveitamento de 72% nos arremessos é de outro planeta. E olha que foi justamente o recorde dele de pontos num primeiro tempo nessa série toda.

    Sinceramente, acho que o Thunder tem mais experiência pra levar esse jogo. O SGA já passou por esses momentos tensos, diferente do Spurs que tá numa reconstrução ainda. Mas com o Wemby, nunca se sabe né?

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue fechar em casa ou os Spurs vão surpreender todo mundo?

  • SGA precisa virar Kobe? Fãs pedem modo assassino no Game 7

    SGA precisa virar Kobe? Fãs pedem modo assassino no Game 7

    Olha, eu não sei vocês, mas esse Game 7 do Thunder contra os Spurs me deixou com o coração na mão. San Antonio saiu na frente desde o primeiro quarto e simplesmente não deu trégua pro Oklahoma City. E no meio dessa loucura toda, surgiu uma sugestão que me fez pensar: será que o Shai Gilgeous-Alexander precisa mesmo entrar em modo Mamba Negra?

    A ideia veio da Ashley Nicole Moss, da CBS Sports, que mandou a real no Twitter: “SGA tem que ficar egoísta. Você é MVP duas vezes. Por que diabos tá passando pro Hartenstein?! Vai full Kobe Bryant”. Sinceramente? Ela não tava errada.

    Os números não mentem

    SGA fez a parte dele — 31 pontos em 35 minutos, sete assistências e quatro rebotes. O cara tava carregando o Thunder nas costas como sempre. Mas aí que tá o problema: ninguém mais apareceu pra ajudar de verdade.

    Jared McCain fez 12 pontos em 19 minutos, Jaylin Williams conseguiu 11 em 21 minutos. Alex Caruso? Cara jogou 31 minutos e só tinha 10 pontos até faltarem seis minutos pro final. É muito pouco pra um Game 7, não dá.

    A pressão de carregar um time inteiro

    San Antonio chegou a abrir 14 pontos de vantagem e, mesmo quando o Thunder reagia, os Spurs respondiam na mesma moeda. Faltando menos de oito minutos, San Antonio tava 97-86 na frente. Nessas horas você pensa: e se o SGA realmente tivesse entrado em modo Kobe?

    Eu lembro do Mamba em situações assim. O cara simplesmente decidia que ia resolver o jogo sozinho — e resolvia mesmo. Claro que o basquete mudou, que hoje em dia o jogo é mais coletivo, mas às vezes você precisa daquele cara que vai pegar a bola e falar “agora é comigo”.

    E aí, vocês acham que SGA deveria ter sido mais egoísta nesse jogo? Ou será que a filosofia coletiva do Thunder é melhor a longo prazo? Porque olhando assim, com uma vaga nas Finais em jogo, talvez um pouco de egoísmo não faria mal.

  • Wemby monstro! Spurs massacram OKC e levam pro Jogo 7

    Wemby monstro! Spurs massacram OKC e levam pro Jogo 7

    Cara, que show o Wembanyama fez ontem! O Spurs estava com a corda no pescoço, perdendo por 3-2 na série contra o Thunder, e o francesão simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada acabar ainda. 28 pontos, 10 rebotes e uma aula de basquete que deixou Oklahoma City no chinelo.

    Logo no primeiro quarto já deu pra ver que ia ser noite do alien. Os Spurs começaram metralhando de três pontos — foram 8 bolas do perímetro só nos primeiros 12 minutos! É o maior número de triplos que eles fazem em um quarto de playoffs desde 1998. Imagina a chuva que foi aquilo.

    O despertar do gigante francês

    Depois daquele Game 5 horroroso (4 de 15 nos arremessos, que agonia), o Wemby voltou com sangue no olho. Começou cedo cravando três bolas de três no primeiro quarto — 22 dos seus 28 pontos vieram só no primeiro tempo. O cara simplesmente lembrou pra todo mundo por que foi eleito pro All-NBA First Team aos 22 anos.

    E o mais impressionante? A defesa dele no garrafão. Fechou completamente a pintura do Thunder, que não conseguia nem respirar perto da cesta. Foram três tocos oficiais, mas a presença dele intimidou muito mais do que isso.

    Dylan Harper voltou das cinzas

    Outro que merece destaque é o Dylan Harper. Jogando machucado nas últimas partidas, o garoto de 20 anos mostrou que estava 99% saudável ontem. Saiu do banco e meteu 18 pontos em apenas 22 minutos! Aquela primeira passada explosiva que a gente via durante a temporada regular voltou com tudo.

    A química dele com o Luke Kornet naquele passe de bandeja foi coisa de filme. E quando o Devin Vassell fez aquela defesa absurda no Shai e na sequência o Fox achou o Dylan livre pra três… cara, que sequência linda de basquete!

    Game 7, aqui vamos nós

    O terceiro quarto foi simplesmente um massacre. Parcial de 20-0 para o Spurs! O Thunder ficou quase 8 minutos sem marcar um ponto. Oito minutos, gente! Eu não lembro de ter visto algo assim em playoffs há muito tempo.

    Stephon Castle também jogou pra caramba — 17 pontos e 9 assistências, controlando o jogo como um veterano. A defesa dele no Shai foi fundamental pra quebrar o ritmo de Oklahoma.

    118 a 91 no final. Foi goleada mesmo, não teve conversa. Agora é Game 7, e sinceramente? Depois de ver o Wemby desse jeito, eu tô acreditando que os Spurs podem fazer essa virada histórica. Vocês acham que o francesão aguenta a pressão do primeiro Game 7 da carreira dele?

  • Thunder perde Jalen Williams e Mitchell para o Game 7 decisivo

    Thunder perde Jalen Williams e Mitchell para o Game 7 decisivo

    Cara, não é possível. Justo agora, no jogo mais importante da temporada, o Thunder vai ter que enfrentar o Game 7 sem dois caras importantes do elenco. Jalen Williams e Ajay Mitchell foram cortados da lista para o jogo decisivo, e sinceramente? Isso pode complicar muito a vida de Oklahoma City.

    O Williams tá numa luta épica contra essa lesão no tendão da coxa esquerda. O cara voltou pro Game 6, mas durou só 10 minutos em quadra antes de ser tirado de linha. Dez minutos! É o tipo de coisa que te deixa maluco como torcedor.

    A saga das lesões de Williams

    Olha só a timeline dessa novela: ele perdeu os dois últimos jogos da primeira rodada, ficou fora da segunda rodada inteira, voltou pro Game 1 das finais da conferência, se machucou de novo no Game 2 e ficou três jogos no banco. É de dar dó.

    “Ele tá determinado a chegar neste ponto. Eu dou crédito pra ele. É um cara que pensa no time, um competidor nato”, falou o técnico Mark Daigneault depois do Game 6. “Obviamente ele não tá 100%. Ele não sabia o que esperar; eu também não sabia.”

    E o pior é que a temporada regular do Williams já foi complicada. Só jogou 33 partidas por causa de uma cirurgia no punho na offseason e outra lesão no tendão — desta vez do lado direito. O cara não teve descanso.

    Mitchell também fora

    Como se não bastasse, Ajay Mitchell também tá cortado por causa de uma distensão na panturrilha direita. Não é uma perda tão impactante quanto a do Williams, mas em um Game 7 todo mundo faz diferença, né?

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue superar essas baixas? Shai Gilgeous-Alexander vai ter que carregar o time nas costas mais uma vez. O cara já vem sendo monstro nos playoffs, mas agora a responsabilidade fica ainda maior.

    Na minha opinião, isso pode ser o fator decisivo do jogo. Williams é um dos caras mais versáteis do elenco do Thunder, consegue defender várias posições e criar jogadas. Sem ele, o técnico vai ter que mexer muito no sistema.

    Game 7 é sempre uma loteria, mas essas lesões deixam Oklahoma City em desvantagem clara. Vamos ver se a juventude e a energia do time conseguem compensar a falta de experiência e agora essas baixas importantes.

  • Wemby domina e força Game 7 – O momento decisivo chegou

    Wemby domina e força Game 7 – O momento decisivo chegou

    Cara, que noite foi essa do Wemby! O francês simplesmente resolveu mostrar pra todo mundo por que é considerado o futuro da NBA, destruindo o Thunder por 118-91 no Jogo 6 e forçando o Game 7 decisivo da Conferência Oeste.

    28 pontos, 10 rebotes, 3 tocos e 2 roubos de bola em apenas 28 minutos de quadra. Vinte e oito minutos! O cara nem suou direito e já tinha decidido o jogo. Saiu de quadra faltando 9 minutos pro final, balançando a cabeça em aprovação — trabalho cumprido.

    Começou destruindo logo no primeiro quarto

    A sequência inicial foi absurda. Wembanyama acertou duas bolas de três logo nos primeiros 90 segundos, sendo que a segunda foi tão limpa que forçou o técnico do Thunder a pedir tempo técnico de emergência. E olha que coisa linda: enquanto o Keldon Johnson estava gritando de emoção, o Wemby só caminhou tranquilamente de volta pro banco, sem fazer drama nenhum.

    Depois teve uma jogada que mostra a maturidade do garoto — ele teve o Shai Gilgeous-Alexander sozinho na frente, oportunidade perfeita pra uma enterrada monstra, mas preferiu fazer uma bandeja suave. A mensagem já tinha sido passada: dominância total, tanto no perímetro quanto no garrafão.

    Shai não conseguiu resposta

    E o que dizer do Shai? O atual MVP da liga simplesmente não conseguiu encontrar seu jogo. Apenas 15 pontos em 18 arremessos no Jogo 6. Quinze! Nos últimos quatro jogos da série, ele errou 44 dos 69 arremessos tentados. A defesa dos Spurs descobriu a fórmula de como incomodar o canadense, limitando suas penetrações e cortando suas idas à linha de lance livre.

    Sinceramente, não esperava ver o Shai tão perdido assim. Os Spurs estão fazendo um trabalho defensivo que lembra aquelas equipes históricas de San Antonio — cada defensor sabe exatamente como afetar o jogo do cara.

    Game 7 será épico

    Agora é Game 7, gente. Série empatada em 3-3, tudo ou nada. Será a 12ª vez que essas duas equipes se enfrentam na temporada — já se conhecem de cor. Mas os Spurs jogam em casa, com aquela energia do Frost Bank Center que a gente conhece bem.

    O Thunder ainda tem problemas de lesão que podem pesar. Jalen Williams voltou de uma contusão no posterior da coxa mas claramente não estava 100%, parecendo lento e fora de ritmo. E eles ainda estão sem o Ajay Mitchell, que seria importante pra dar profundidade no elenco.

    Do outro lado, Wembanyama falou sobre “confiar nos deuses do basquete” depois do jogo. Cara, se existe justiça no universo NBA, esse moleque merece chegar nas Finais. A temporada dele tem sido uma aula de crescimento — não só como jogador, mas como pessoa.

    E aí, vocês acham que o Wemby consegue levar os Spurs pras Finais no Game 7? Eu tô com uma sensação de que algo especial vai acontecer…

  • Game 7 está confirmado! Spurs empatam série com OKC

    Game 7 está confirmado! Spurs empatam série com OKC

    Mano, que jogaço ontem! Os Spurs simplesmente atropelaram o Thunder no Game 6 e agora temos o que todo mundo quer ver: um Game 7 decisivo. Eu já tava meio desacreditado quando o OKC abriu 3-2 na série, mas San Antonio mostrou que tem sangue no olho.

    A vitória foi daquelas que deixa a gente de boca aberta. Não foi só ganhar — foi DOMINAR. O Thunder, que vinha voando nos playoffs, simplesmente não conseguiu responder à intensidade dos Spurs. E olha que eu achava que a experiência do OKC ia pesar mais nessa hora da verdade.

    Agora é tudo ou nada

    Game 7 é isso aí, né? Todo mundo zerado, 48 minutos pra definir quem segue sonhando com o título. Sinceramente, não sei quem leva essa. O Thunder tem uma das melhores casas da liga, mas os Spurs mostraram ontem que sabem jogar sob pressão.

    A questão é: quem vai ter mais frieza na hora H? SGA sempre aparece nos momentos decisivos, mas do outro lado temos um time que parece ter acordado na hora certa. E vocês, o que acham? Quem leva essa batalha épica?

    Novidades do Draft que todo mundo tá comentando

    Além da loucura dos playoffs, rolaram umas novidades importantes sobre o Draft. A reforma da loteria foi aprovada — finalmente! Era hora de mudarem esse sistema que tava meio ultrapassado.

    E tem um cara que tá chamando atenção: Nate Ament. O moleque tá se preparando pra dar o salto pro profissional e, pelo que andei acompanhando, tem potencial de ser uma surpresa boa no Draft. Sempre fico de olho nesses jogadores que vêm meio por baixo do radar — às vezes são eles que fazem a diferença lá na frente.

    Enfim, semana que vem promete. Game 7 entre Spurs e Thunder, notícias do Draft esquentando… é por isso que a gente ama essa liga, né? Sempre tem alguma coisa absurda acontecendo.

  • Mitchell e os Cavs dominam no Game 7 e vão pras finais do Leste

    Mitchell e os Cavs dominam no Game 7 e vão pras finais do Leste

    Cara, que noite foi essa em Detroit! Os Cavaliers simplesmente destroçaram os Pistons por 125 a 95 no Game 7 e garantiram vaga nas finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. E olha, eu não esperava uma goleada dessas no jogo mais importante da temporada.

    Donovan Mitchell foi simplesmente monstruoso. Não só pelos pontos, mas pela forma como ele distribuiu o jogo desde o início. Nos primeiros três minutos já tinha três assistências — e isso não é à toa. O técnico Kenny Atkinson pediu pro Mitchell “fazer jogadas simples” e distribuir mais a bola. Funcionou perfeitamente.

    A aposta no Harden valeu a pena?

    Sinceramente, quando os Cavs trocaram o Darius Garland — que tava com o pé machucado mesmo — pelo James Harden, eu fiquei meio dividido. Trocar um jovem por um veterano de 37 anos é sempre arriscado. Mas olha só: eles chegaram onde queriam chegar no mínimo.

    Esse time mostrou uma maturidade que eu nunca tinha visto antes dos Cavs recentes. Depois de estar perdendo por 2-0 na série contra um time de 60 vitórias, eles encaixaram três vitórias seguidas impressionantes. E o mais importante: depois daquela derrota dolorosa no Game 6 (que me lembrou demais dos colapsos antigos), eles responderam com autoridade.

    Jarrett Allen resolveu aparecer na hora certa

    O Dan Gilbert — dono do time — jantou com o Atkinson no sábado e deu uma dica: “A chave é o Jarrett Allen”. Cara, que conselho certeiro.

    Allen jogou com uma intensidade absurda que eu não costumo ver nele. 23 pontos e 7 rebotes, mas o mais importante foi a energia que ele trouxe. Ele literalmente empurrou os pivôs dos Pistons pra fora de posição e atacou o garrafão sem dó.

    “Quando ele joga assim, somos um time totalmente diferente”, disse o Evan Mobley. E é verdade mesmo. Allen jogou como se tivesse algo a provar — e depois de dois Game 7s sendo protagonista, talvez seja hora de parar de duvidar dele nos playoffs.

    Mobley também apareceu forte. Esse cara tem evoluído muito nesta pós-temporada, atacando a cesta tanto no pick-and-roll quanto no um-contra-um. Quando os dois pivôs jogam assim, fica muito mais fácil pro Mitchell e pro Harden criarem.

    Vocês acham que esse time tem condições de ir além nas finais do Leste? Eu tô começando a acreditar que sim. Esse grupo mostrou uma mentalidade diferente, e isso pode levar eles longe.