Tag: game 7

  • Duncan Robinson mete o louco: Pistons não tiveram atitude pra Game 7

    Duncan Robinson mete o louco: Pistons não tiveram atitude pra Game 7

    Olha, quando você perde um jogo 7 em casa, alguém tem que falar a verdade. E foi exatamente isso que o Duncan Robinson fez depois da derrota dos Pistons pro Cavaliers que encerrou a temporada de Detroit.

    O cara foi brutalmente honesto — e eu gosto disso. Não ficou com papinho de “foi um bom jogo”, não. Robinson chegou junto e disse que o time simplesmente não teve a disposição certa pra um jogo decisivo desses.

    A declaração que ninguém esperava

    “Não quero ser exagerado sem ter assistido ainda, mas não entramos com a postura certa pra um Game 7. E isso ficou claro em todas as áreas que nós nos orgulhávamos essa temporada, áreas onde achávamos que podíamos competir e vencer — nós não ganhamos”, disparou Robinson.

    Cara, eu admiro essa franqueza. Quantas vezes a gente vê jogador falando besteira depois de derrota importante? Robinson chegou, viu que deu ruim e falou. Simples assim.

    E olha que não foi qualquer derrota, né? Era um Game 7 em casa, depois de uma arrancada absurda. Os Pistons tavam perdendo por 3-1 pro Orlando na primeira rodada, viraram a série (coisa de maluco), e ainda levaram os Cavs até o sétimo jogo. Aí na hora H…

    O que deu errado no momento decisivo

    Pelo que Robinson falou, Detroit não conseguiu fazer o que fez de melhor durante toda a temporada. É aquela coisa: você chega no jogo mais importante e trava. Acontece até com os melhores.

    Robinson até que jogou bem individualmente — 13 pontos com 3 bolas de 3 em 5 tentativas. Daniss Jenkins foi o cestinha com 17, Cade Cunningham fez 13 também. Mas futebol (ops, basquete) é coletivo, né?

    Sinceramente? Eu acho que os Pistons já fizeram mais do que muita gente esperava. 60 vitórias na temporada regular, primeira série de playoffs ganha desde 2008… pra uma franquia que tava no buraco faz uns anos, já é um baita progresso.

    E agora, Detroit?

    A offseason vai ser interessante pros Pistons. Eles provaram que podem competir, mas championship é outro nível. Vão precisar de alguns ajustes no elenco se quiserem ir além do que fizeram esse ano.

    Vocês acham que Detroit consegue dar o próximo passo na próxima temporada? Com essa base que eles têm e talvez uma ou duas peças a mais, eu não duvidaria nada de uma campanha ainda melhor.

    No fim das contas, preferindo mil vezes um jogador como Robinson que fala a verdade do que esses que só sabem dar desculpa. Perdeu, analisa o que deu errado e parte pra próxima. É assim que se constrói uma cultura vencedora.

  • Game 7 entre Pistons e Cavs: o jogo que todo mundo tava esperando

    Game 7 entre Pistons e Cavs: o jogo que todo mundo tava esperando

    Olha, quando eu vi que ia ter Game 7 entre Detroit Pistons e Cleveland Cavaliers, quase derramei o café aqui. Depois de anos vendo esses times brigando pra sair do fundo da tabela, agora eles estão decidindo uma série de playoffs em pleno 2026. E ainda por cima em Detroit!

    A série tá 3-3 e hoje é domingo, dia 17 de maio, 20h (horário de Brasília) no Little Caesars Arena. Amazon vai transmitir – pelo menos uma coisa boa dessa era das streamings, né? E detalhe: os Pistons são favoritos por 4.5 pontos jogando em casa.

    Cade vs Mitchell: o duelo que define tudo

    Sinceramente? Eu não esperava que o Cade Cunningham chegasse nesse nível tão cedo. O cara tá carregando Detroit nas costas, e agora vai ter que fazer isso num Game 7 contra o Donovan Mitchell – que todo mundo sabe que é monstro em jogos decisivos.

    Do lado de Cleveland, olha essa escalação: Mitchell, James Harden (sim, o Barba ainda tá aí), Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen. É um time que no papel parece muito mais experiente, mas a juventude dos Pistons tá fazendo diferença nessa série.

    E vocês viram o Ausar Thompson? O garoto tá defendendo como um louco e ainda contribuindo no ataque. Ao lado do Cade, ele tá sendo fundamental pra essa campanha histórica de Detroit.

    A pressão tá toda em Cleveland

    Na minha visão, os Cavs que têm mais a perder aqui. Eles montaram esse time pra chegar longe nos playoffs, com o Mitchell e o Harden (que por algum milagre ainda tá jogando em alto nível). Perder pra um Pistons que teoricamente ainda tá “em reconstrução” seria um vexame histórico.

    Mas é isso que eu amo na NBA – qualquer coisa pode acontecer num Game 7. Mobley e Allen vão ter que dominar o garrafão contra o Jalen Duren, que tá tendo uma série absurda. E o Tobias Harris, veterano do time, sabe o que é pressão de playoffs.

    O que vocês acham? Quem leva essa? Eu tô com o coração dividido, mas algo me diz que a energia da torcida de Detroit pode fazer a diferença. Vai ser jogaço!

  • Duren ressuscita e salva temporada dos Pistons no Game 6

    Duren ressuscita e salva temporada dos Pistons no Game 6

    Cara, o Jalen Duren simplesmente ressurgiu das cinzas ontem à noite. Depois de passar uns perrengues fodidos contra o Jarrett Allen durante quase toda a série, o pivô dos Pistons decidiu que não ia deixar a temporada acabar assim não.

    15 pontos e 11 rebounds na vitória por 115-94 sobre os Cavs. Só pra vocês terem noção: esses 11 rebounds do Duren foram o mesmo tanto que ele pegou nos TRÊS jogos anteriores juntos. É ou não é ressurreição?

    O que mudou no jogo do pivô?

    Olha, eu tava começando a ficar preocupado mesmo. No Game 5, o técnico J.B. Bickerstaff simplesmente tirou o cara de quadra nos últimos 17 minutos da derrota em overtime. Imagina o baque psicológico? Mas o moleque mostrou personalidade.

    “Minha confiança em mim nunca abalou. Eu sei o que posso fazer”, disse Duren depois do jogo. E realmente mostrou né, foi 7/10 nos arremessos e ainda pegou 3 tocos — que por sinal foi o mesmo tanto que ele tinha na série TODA até então.

    O que mais me impressionou foram os 4 rebotes ofensivos. Cara, isso é imposição de vontade pura. É o cara dizendo: “não, a bola não vai sair dessa posse não”.

    Cade aprovou a performance

    O Cade Cunningham, que fez seus 21 pontos tradicionais, elogiou pacas o parceiro: “Sua agressividade foi ótima quando tinha a bola e quando não tinha, indo buscar rebote fora da sua área.”

    E olha que o Duren ainda deu uma assustada no terceiro quarto quando torceu o tornozelo indo pra uma bandeja. Saiu de quadra por uns 6 minutos, mas voltou determinado pro último período e ainda contribuiu com 6 pontos e 4 rebounds em apenas 7 minutos.

    Game 7 em casa — o sonho continua

    Agora vem o que todo mundo quer ver: Game 7 decisivo em Detroit. E o Duren já mostrou que sabe aparecer nesses momentos. Contra o Orlando Magic, no Game 7 da primeira rodada, ele cravou 15 pontos e 15 rebounds.

    “Game 7 é sempre divertido porque a torcida fica super empolgada e jogamos em casa. Eu gosto da gente em situações decisivas. Esses são nossos melhores momentos”, disse o pivô.

    Sinceramente? Eu tô acreditando nessa ressurreição. Depois de ver os Pistons voltarem aos playoffs depois de tanto tempo, seria cruel demais a temporada acabar com o Duren jogando abaixo. Vocês acham que ele consegue repetir essa performance no domingo?

  • Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Jarrett Allen destruiu no primeiro Game 7 da carreira: 22 pontos e 19 rebotes

    Cara, que noitaça do Jarrett Allen! O pivô dos Cavaliers simplesmente resolveu jogar o jogo da vida dele no primeiro Game 7 da carreira — 22 pontos e 19 rebotes na vitória por 114-102 sobre o Toronto. E olha que ele costuma ser mais na dele antes dos jogos, sempre de boa com a torcida no aquecimento.

    Mas ontem foi diferente. O cara estava pilhado de um jeito que eu nunca vi. “Foi uma experiência única dirigindo de casa”, disse o Allen depois do jogo. “É tipo, ‘eu vou pra um Game 7, tudo está em jogo’. É um sentimento diferente que nunca experimentei antes.”

    O terceiro quarto que mudou tudo

    Se você perdeu o terceiro período, perdeu o show. Allen literalmente destruiu — 14 pontos e 10 rebotes em 12 minutos. Primeiro jogador na história da franquia a fazer double-double em um quarto só de playoffs. Absurdo!

    O Cleveland entrou no intervalo empatado em 49, mas saiu do terceiro ganhando de 87-68. E o Allen jogou os 12 minutos inteiros, monstro. Cinco rebotes ofensivos, um steal, um toco — o cara estava voando pela quadra.

    “Só queria mostrar pros meus companheiros que podíamos ganhar esse jogo”, falou depois. “Energia e esforço: é isso que acredito que ganha jogos.”

    Entrando pra história dos Cavs

    Vocês sabem quem foi o último dos Cavaliers a fazer pelo menos 20 pontos e 15 rebotes num Game 7? LeBron James em 2018, contra o Boston, com 35 pontos e 15 rebotes. Cara, estar nessa lista junto com o King já é vitória.

    O técnico Kenny Atkinson ficou impressionado: “Ele realmente nos levou ao topo no terceiro quarto. Os rebotes ofensivos, as cestas por dentro. Estava voando por aí, entusiasmado, eu pensava: ‘o que deu nesse cara?’ Ele estava pronto pro momento.”

    E tem um detalhe: Allen tinha perdido quase todo março por causa de tendinite no joelho direito. Mas na série inteira contra Toronto, jogou uma média de 28,5 minutos, com 11,4 pontos e 8,3 rebotes por jogo.

    Time coletivo que emociona

    O que mais me impressiona nesse Cleveland é como todo mundo aparece na hora certa. Strus fez 24 no primeiro jogo, Mobley teve 23 no segundo e 25 no quinto, Dennis Schroder meteu 19 em apenas 21 minutos no jogo 5. Cada hora um herói diferente.

    “Quando Allen quer ir buscar 19 rebotes, é difícil parar”, admitiu RJ Barrett do Toronto, que fez 23 pontos na derrota.

    Agora é semifinal contra Detroit, começando terça-feira. E sinceramente? Se o Allen continuar jogando assim, os Pistons que se cuidem. O cara provou que quando a pressão aperta, ele cresce junto. Primeiro Game 7 da carreira e já entregou uma atuação histórica.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse nível contra um Detroit que tá voando também?

  • Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Barnes brilha mas não consegue salvar os Raptors no Game 7

    Cara, que série foi essa entre Raptors e Cavaliers, hein? Sete jogos de pura emoção e no final, Cleveland levou a melhor por 114-102 no decisivo. Mas olha, considerando o que todo mundo esperava do Toronto nesta temporada, chegar até um Game 7 contra um time forte como os Cavs já foi um baita resultado.

    O show do Scottie Barnes

    E que atuação do Scottie Barnes no jogo decisivo! 24 pontos, 9 rebotes e 6 assistências. O moleque fez de tudo em quadra — defendeu desde o James Harden até o Evan Mobley. Sinceramente, com apenas 24 anos, esse cara já tá mostrando que pode ser uma estrela de verdade na liga.

    O técnico Darko Rajakovic não poupou elogios depois do jogo: “Para esta fase da carreira dele, acho que ele deu tudo. Fez um progresso enorme e melhorou muito durante esta série de playoffs, mas esta ainda não é a melhor versão do Scottie… Acho que vamos ver um Scottie ainda melhor no ano que vem.”

    A ausência que pesou

    A lesão do Brandon Ingram realmente complicou as coisas pro Toronto. Por mais que ele não tenha feito sua melhor série, a falta de poder de fogo ofensivo do cara fez muita diferença. Barnes tentou carregar o time nas costas, mas sozinho fica difícil contra uma equipe completa como Cleveland.

    Uma coisa que chamou atenção: o time da casa ganhou TODOS os jogos da série. Isso mostra como foi equilibrada a disputa, mas também como jogar fora de casa no decisivo é complicado demais.

    Futuro brilhante

    Na minha visão, os Raptors saíram dessa série com muito mais do que entraram. Barnes mostrou que pode ser a cara da franquia pelos próximos anos, e essa experiência de playoffs vai ser fundamental pro desenvolvimento dele.

    Claro que ainda faltam algumas peças pro Toronto brigar de igual pra igual com os grandes times do Leste. Mas com Barnes jogando nesse nível aos 24 anos, o futuro tá bem promissor. E aí, vocês acham que ele consegue dar o próximo passo e virar uma estrela All-Star na próxima temporada?

  • Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Pistons quebram jejum de 18 anos e eliminam Magic em Game 7 épico

    Gente, eu não acredito que acabei de ver isso. Os Detroit Pistons — sim, aqueles Pistons que a gente já tinha meio que esquecido — acabaram de fazer história. Eliminaram o Orlando Magic por 116 a 94 em um Game 7 que foi pura catarse e avançaram nos playoffs pela primeira vez em 18 anos!

    Dezoito anos, pessoal. DEZOITO. A última vez que eles ganharam uma série de playoffs foi em 2008, quando justamente eliminaram o próprio Magic na segunda rodada. O ciclo se fechou de um jeito lindo.

    Cade Cunningham simplesmente decidiu o jogo

    O cara que carregou essa franquia nas costas foi Cade Cunningham, que meteu 32 pontos e 12 assistências numa apresentação absolutamente monstruosa. Tobias Harris também apareceu grande com 30 pontos, e olha que dupla: eles se tornaram os primeiros companheiros de equipe dos Pistons a fazerem 30+ pontos num jogo de playoff desde 1977!

    Cunningham teve média de 32,4 pontos na série inteira. Esse mlk é diferenciado mesmo. E o mais impressionante? Os Pistons conseguiram uma das maiores viradas da história da NBA — vieram de 3-1 na série. Só 15 times na história fizeram isso, cara.

    A defesa que sufocou Orlando

    Sinceramente, o que mais me chamou atenção foi como Detroit conseguiu parar o ataque do Magic. Nos últimos seis quartos da série, Orlando fez apenas 113 pontos. Isso dá uma média de 18,8 por quarto — é quase impossível ganhar assim.

    No Game 6, em Orlando, os Pistons estavam perdendo por 24 pontos e conseguiram virar. Aí chegaram em casa para o Game 7 e simplesmente atropelaram. A torcida de Detroit devia estar maluca — imagina ficar 18 anos sem ver seu time ganhar uma série?

    Agora é Cavs na segunda rodada

    Os Pistons vão enfrentar o Cleveland Cavaliers na segunda rodada, que também avançou após vencer o Toronto Raptors por 114 a 102. Jarrett Allen foi um monstro com 22 pontos e 19 rebounds para os Cavs. Donovan Mitchell liderou com 22 pontos, e James Harden contribuiu com 18.

    O interessante é que Detroit e Cleveland são rivais da divisão Central e dividiram os quatro jogos na temporada regular. Game 1 será terça-feira em Detroit, no Little Caesars Arena. Vocês acham que os Pistons conseguem manter essa energia incrível?

    Olha, eu não esperava ver os Pistons de volta aos playoffs tão cedo, muito menos fazendo uma virada histórica assim. Cade Cunningham está mostrando por que foi primeira escolha no draft, e Detroit pode estar começando uma nova era. Que jogaço!

  • Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Jarrett Allen monstro! Cavs viram o jogo e eliminam os Raptors

    Cara, que reviravolta absurda! Por 6 jogos inteiros eu fiquei me perguntando onde diabos estavam os Cavaliers que a gente esperava ver. Aí no Game 7, quando a coisa apertou mesmo, eles simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    O Cleveland estava perdendo por 9 pontos e parecia que ia dar zebra. Mas aí, nos últimos 27 minutos de jogo, os caras entraram numa sintonia que foi lindo de ver — 51.5% nos arremessos, 38.5% nas bolas de três, pegando rebote ofensivo e transformando em pontos. Enquanto isso, Toronto derreteu: 29.2% de aproveitamento e 1 de 8 nas tentativas de três.

    Jarrett Allen foi simplesmente brutal

    O cara que carregou esse time nas costas foi o Jarrett Allen. Sinceramente, eu não esperava uma performance dessas dele num jogo 7. Com o Evan Mobley em problemas de falta, o pivô assumiu a responsa de vez: 22 pontos, 19 rebotes (8 ofensivos!), 3 tocos e ainda roubou 2 bolas.

    Desde 2020, com o Nikola Jokić, ninguém tinha feito 20+ pontos, 15+ rebotes e 3+ bloqueios num Game 7. Allen entrou pra história, meu amigo.

    O Donovan Mitchell também fez a sua parte com 22 pontos, e até o James Harden acordou no segundo tempo pra contribuir com 18. Do lado de Toronto, o Scottie Barnes lutou até o fim (24 pontos), e o RJ Barrett até que tentou com 23, mas precisou de 25 arremessos pra chegar lá.

    A virada que ninguém viu vindo

    No primeiro tempo, parecia que ia ser mais do mesmo — Cleveland com 13 turnovers, errando de três (4 de 15) e correndo atrás do placar. Toronto comandava tranquilo, chegou a abrir 10 pontos de vantagem.

    Mas aí que tá: uma corridinha de 11-2 no final do segundo quarto empatou o jogo em 49-49, e foi ali que mudou tudo. No terceiro período, os Cavs abriram com um 9-0 devastador. Mitchell marcou 5 desses 9 pontos logo de cara.

    A partir daí foi um show à parte — Toronto começou errando tudo (3 de 12), cometendo turnover atrás de turnover, e Cleveland transformando cada erro em pontos fáceis. Max Strus roubou a bola do Barnes e tocou pro Allen cravar uma enterrada que praticamente decretou o fim do jogo.

    Quando a vantagem chegou aos 22 pontos, já era. Toronto ainda tentou uma reação no último quarto, mas nunca conseguiu chegar perto de empatar novamente. Final: 114-102 para Cleveland.

    Agora os Cavaliers vão enfrentar o Detroit Pistons, cabeça de chave número 1 do Leste, nas semifinais da conferência. E aí, vocês acham que esse Cleveland que apareceu no Game 7 consegue incomodar os Pistons? Porque se jogarem assim, a série promete ser boa demais!

  • Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cavs desperdiçam chance de ouro e vão pro game 7 decisivo

    Cara, que dor no peito foi essa sexta-feira. Os Cavaliers tinham TUDO nas mãos pra fechar a série contra os Raptors, mas conseguiram entregar de bandeja no overtime. 112 a 110 pro Toronto, com direito a buzzer-beater do RJ Barrett. Agora é tudo ou nada no game 7 em Cleveland.

    Olha, eu não vou mentir — dói ver um time desperdiçar uma oportunidade dessas. Os Cavs controlaram boa parte do jogo, ditaram o ritmo, criaram boas oportunidades… mas na hora H, simplesmente não conseguiram finalizar. E três caras foram fundamentais nessa derrocada: James Harden, Jarrett Allen e Max Strus.

    Harden sumiu quando mais precisavam dele

    O Barba teve números até razoáveis no papel — 16 pontos —, mas cara, que atuação decepcionante nos momentos decisivos. 5 de 14 nos arremessos, quatro turnovers, e o pior: tomou decisões horríveis no final do jogo.

    Quando o Cleveland mais precisava de controle e clareza, Harden forçou arremessos difíceis em vez de criar jogadas melhores pro time. Deixou a defesa do Toronto ditar o que ele ia fazer, sabe? Isso não pode acontecer com um cara da experiência dele. Sinceramente, esperava muito mais.

    Allen perdeu pontos cruciais na linha

    O pivô até jogou bem no garrafão — 6 de 8 nos arremessos de quadra, protegeu o aro como sempre. Mas meu Deus, que sofrimento na linha de lance livre. Converteu apenas 2 de 6 tentativas!

    Numa partida que foi decidida por dois pontinhos, deixar quatro pontos na mesa é inadmissível. Principalmente em playoff, onde cada posse vale ouro. Esses lances livres perdidos mantiveram o Toronto sempre grudado no placar, e no final das contas, fizeram toda a diferença.

    Strus praticamente invisível no perímetro

    E o Max Strus? Apenas 6 pontos na partida toda. Dois arremessos de 3 convertidos, mas cadê o volume? O Cleveland precisava de muito mais agressividade dele no perímetro.

    Sem pressão consistente de fora, os Raptors puderam se fechar no garrafão tranquilamente. Isso complicou as penetrações e forçou os Cavs a tentarem cestas muito difíceis. Na minha visão, o Strus tinha que assumir mais responsabilidade ofensiva.

    E não para por aí — o time como um todo cometeu 18 turnovers. Dezoito! Isso é presente de grego pro adversário, principalmente em playoff. Quando chegou o overtime, o Cleveland já não tinha mais ritmo ofensivo nenhum. Resultado: meros 6 pontos na prorrogação.

    Agora é game 7 em casa, com tudo em jogo. Vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar dessa? Porque olha, vai ter que ser uma atuação completamente diferente. Harden precisa assumir o controle de verdade, Allen tem que acertar os lances livres, e o Strus não pode mais ser coadjuvante.

    Domingo promete ser tenso demais. Quem aguenta a pressão melhor leva tudo.

  • Torcida dos Celtics detona Embiid com xingamento épico no Game 7

    Torcida dos Celtics detona Embiid com xingamento épico no Game 7

    Cara, se tem uma coisa que eu adoro na NBA são essas rivalidades que pegam fogo mesmo. E ontem à noite no TD Garden foi simplesmente absurdo o que rolou. A torcida dos Celtics resolveu partir pra cima do Joel Embiid de um jeito que… bom, não dá pra repetir aqui no site da família.

    Durante os lances livres do gigante dos Sixers, a galera de Boston começou um coro que ecoou pela arena inteira: “F*ck Embiid”. Isso mesmo. Sem filtro, sem diplomacia. Puro ódio gratuito — do tipo que só existe nos playoffs.

    História de amor e ódio

    Olha, não é de hoje que essa rivalidade existe. Desde 2018 que o Embiid e os Celtics se encontram nos playoffs, e adivinha só? Boston ganhou em 2018, 2020 e 2023. Ou seja, três vezes seguidas o cara volta pra casa mais cedo por causa dos mesmos caras. Imagina a frustração.

    E o mais louco é que os Sixers estavam com tudo pra virar a página dessa história. Saíram perdendo por 3-1 na série, mas conseguiram forçar o Game 7 depois de ganhar os jogos 5 e 6. Só que aí chegaram no Garden e… bem, vocês viram o que aconteceu com a recepção.

    Na minha visão, isso aí é combustível puro pros dois lados. Pro Embiid, que ou usa como motivação extra ou deixa entrar na cabeça. E pra torcida, que tava claramente tentando desestabilizar o cara nos momentos decisivos.

    Como foi o jogo até o intervalo

    Falando do basquete em si, os Celtics jogaram sem o Tatum — que dor, cara. Mas mesmo assim não facilitaram nada pros visitantes.

    Philadelphia começou melhor, abrindo 32-19 no primeiro quarto. Parecia que ia ser massacre, mas Boston reagiu e conseguiu até virar o placar em alguns momentos. No intervalo, os Sixers levavam por 55-50.

    O Derrick White tava simplesmente em estado de graça: 19 pontos, sendo 4 de 7 do perímetro. O cara tava decidido a não deixar a temporada acabar ali. Jaylen Brown também contribuiu com 13 pontos, tentando carregar o time nas costas sem o parceiro de sempre.

    E aí, vocês acham que essa pressão da torcida realmente afeta um cara experiente como o Embiid? Eu sinceramente acho que pode fazer diferença sim, ainda mais em momentos tensos como os lances livres. Mas o gigante já mostrou que aguenta pressão antes…

    Se os Celtics ganharem esse Game 7, vão enfrentar os Knicks na próxima fase. E uma coisa eu garanto: essa atmosfera de caldeirão do Garden vai fazer falta pro adversário que vier pela frente.

  • Sixers fazem história com virada épica contra os Celtics sem Tatum

    Sixers fazem história com virada épica contra os Celtics sem Tatum

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Philadelphia 76ers acabaram de protagonizar uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA — e olha que eu já vi muita coisa nessa vida de fã.

    Imagine a cena: você tá perdendo por 3-1 na série, todo mundo já tinha decretado sua morte, e aí você simplesmente vira o jogo e elimina o Boston Celtics no Game 7, em casa dos caras. Absurdo.

    A noite do Embiid e do Maxey

    Joel Embiid resolveu mostrar por que é um dos monstros da liga: 34 pontos, 12 rebotes, 6 assistências e apenas 1 turnover. Mas não foi só ele não — Tyrese Maxey também meteu 30 pontos, 11 rebotes e 7 assistências, com só 1 bola perdida.

    Quer saber o que é mais louco? Eles são apenas a terceira dupla na história a fazer 30+ pontos e 10+ rebotes cada um em um Game 7 fora de casa. Os outros dois foram Shaq e Kobe em 2002. Isso é história pura, meus amigos.

    E o mais irônico de tudo: os Celtics estavam sem o Jayson Tatum por causa de uma lesão no joelho. Imagina se ele tivesse jogado? Mas né, basquete é assim — quem tá em quadra é que decide.

    Números que impressionam

    Essa foi a primeira virada de 3-1 na história da franquia dos Sixers (na 19ª tentativa!). Ao mesmo tempo, foi o primeiro colapso de 3-1 na história dos Celtics. Coincidência? Acho que não.

    Outra coisa impressionante: Philadelphia é o primeiro 7º colocado a eliminar um 2º colocado no Leste desde que o primeiro round virou melhor de sete jogos em 2003. Ou seja, os caras fizeram história mesmo.

    Agora vem o New York Knicks pela frente na semifinal do Leste, começando segunda-feira. E aí, vocês acham que os Sixers conseguem manter esse embalo? Porque depois de uma virada dessas, qualquer coisa é possível.

    Sinceramente, eu não esperava isso dos Sixers. Mas é por isso que a gente ama esse esporte — sempre tem espaço pra surpresa. E que surpresa, hein?