Tag: Golden State Warriors

  • Barnes ganhou 2 jogos 7 no aniversário – que absurdo é esse?

    Barnes ganhou 2 jogos 7 no aniversário – que absurdo é esse?

    Gente, vocês acreditam nisso? Harrison Barnes acabou de ganhar o SEGUNDO jogo 7 da carreira no próprio aniversário. O cara nasceu no dia 30 de maio e parece que o universo conspirou pra fazer dele protagonista nos momentos mais tensos da NBA.

    Ontem, os Spurs foram até Oklahoma City e meteram 111-103 no Thunder no jogo 7 da final do Oeste. Virada de 3-2 na série, eliminaram os atuais campeões e tão na final. E o Barnes? Lá estava ele, comemorando mais um aniversário com uma vitória épica.

    Dez anos depois, mesma magia

    A loucura é que isso já aconteceu antes. Em 2016, também num 30 de maio (aniversário do Barnes), os Warriors viraram uma série de 3-1 contra esse mesmo Thunder. Vocês lembram né? Aquela série absurda com o Klay pegando fogo no jogo 6.

    Barnes tinha 24 anos naquela época e estava no auge pelos Warriors. Agora, aos 34, tá nos Spurs fazendo papel de veterano esperto. Jogou só 3 minutos ontem, mas foi titular na maior parte da temporada regular – 9.9 pontos por jogo com aproveitamentos bem sólidos.

    O karma das finais

    Sinceramente? Espero que o Barnes consiga se redimir esse ano. Em 2016, depois daquela série monstruosa contra o Thunder (52.6% de 3!), o cara simplesmente travou na final. Perderam pros Cavs em 7 jogos e no ano seguinte foi substituído pelo… Kevin Durant. Ouch.

    Agora os Spurs vão enfrentar os Knicks na final como grandes favoritos – igualzinho aos Warriors eram em 2016. A diferença é que o Barnes não é mais peça-chave: perdeu a titularidade pros playoffs, mas tá ali, experiente, sabendo exatamente como é estar nesse palco.

    E aí, vocês acham que ele consegue quebrar a maldição e finalmente ganhar um anel? Porque convenhamos, ganhar jogo 7 no aniversário duas vezes em dez anos não é pra qualquer um. O cara tem estrela, só falta a sorte colaborar na hora H.

  • Ex-jogadores da NBA preferem marcar Wembanyama do que Curry

    Ex-jogadores da NBA preferem marcar Wembanyama do que Curry

    Olha, eu não esperava ouvir isso. Richard Jefferson e Channing Frye, dois caras que já apanharam bastante do Steph Curry nos Finals, foram questionados sobre quem eles prefeririam marcar: o gigante Victor Wembanyama ou o armador dos Warriors. A resposta? Unânime pro francesão.

    “Eu marcaria o Wemby qualquer dia ao invés do Steph”, disse Jefferson sem pestanejar. “Me dá o Wemby, 100%”. O Frye concordou na lata: “Cara, eu nem conseguia entrar em quadra quando o Steph tava jogando”.

    E olha que não é falta de respeito com o Wembanyama não, viu? O moleque tem 2,21m, é um monstro dos dois lados da quadra e tá fazendo uma campanha absurda nos playoffs. Mas o bagulho é que o Curry simplesmente quebra esquemas táticos inteiros só de existir.

    O pesadelo dos esquemas defensivos

    Jefferson explicou a diferença na real. Com o Wemby, você pode errar e levar uma enterrada, ok. Doeu, mas é isso. Agora com o Curry? “Se você erra na marcação do Steph, os companheiros dele se beneficiam por causa do ataque em movimento. Três caras correm pra ele, ele pode não conseguir o arremesso, mas ficam dois caras livres atrás dele”.

    E aí que tá o pulo do gato. O francesão pode ser gigante e talentosíssimo, mas ele ainda joga um basquete mais “tradicional”. Já o Curry? Cara, o maluco revolucionou o jogo. Ele puxa a defesa de lugares que nem existiam antes.

    A dupla maldita dos Warriors

    Jefferson ainda lembrou de um detalhe cruel: quando ele enfrentava o Curry, tinha o Klay Thompson do lado. “O maior arremessador da história. Quem é o companheiro dele? Sei lá, talvez o segundo melhor arremessador da história”, brincou.

    Sinceramente, faz todo sentido. Imagina você sendo responsável por não deixar o cara que mudou o basquete moderno fazer o que ele faz de melhor? Sendo que ele faz isso de qualquer lugar da quadra, com qualquer tipo de marcação? É desesperador.

    O Wembanyama vai chegar lá, tenho certeza. O potencial é gigantesco (literalmente). Mas hoje, neste momento, marcar o Steph Curry ainda é o maior pesadelo que existe na NBA. E olha que isso vem de caras que já enfrentaram os dois e sabem do que tão falando.

    Vocês concordam com essa? Ou acham que o tamanho do Wemby já deixa ele mais complicado de marcar?

  • Jimmy Butler cantando no palco com ACL rompido é pura loucura

    Jimmy Butler cantando no palco com ACL rompido é pura loucura

    Gente, eu pensei que tinha visto de tudo na NBA, mas Jimmy Butler cantando “A Thousand Miles” num festival de música com o ligamento do joelho rompido? Isso é outro nível de aleatoriedade.

    O cara apareceu no BottleRock em Napa — aquele festival chique na Califórnia — e simplesmente decidiu virar artista por uma noite. Subiu no palco com o Teddy Swims, começou a jogar sanduíche de pasta de amendoim na galera (porque era o palco culinário, né) e ainda teve a pachorra de dançar gritando pro público: “Não contem pro Steve [Kerr]! Eu tô com o ligamento rompido!”

    O momento “White Chicks” da vida real

    Mas o negócio ficou épico mesmo quando ele cantou aquela música da Vanessa Carlton que o Terry Crews canta em “As Branquelas”. Cara, eu ri tanto que quase engasguei. Jimmy falou que queria cantar essa música desde o ensino médio, mas que o pessoal não curtia a voz dele.

    Olha, sinceramente? A voz não é das melhores mesmo, mas o cara tem presença de palco. E convenhamos, depois de anos vendo ele destruir na quadra, ver o Jimmy se divertindo assim é meio que fofo — se é que dá pra chamar um cara de 2,01m de fofo.

    Playlist mais doida da NBA

    Vocês sabiam que esse maluco já escreveu mais de 60 músicas country? Descobriu o gênero quando estudava em Marquette e agora quer lançar um álbum estilo DJ Khaled, trazendo vários artistas. É muita informação pra processar.

    Mas a melhor história é quando o Heat perdeu um jogo em 2023 e ele chegou no vestiário botando Nickelback no último volume pra “punir” os companheiros de equipe. Imaginem a cena: você perde um jogo importante e tem que aguentar “How You Remind Me” estourando no fone de ouvido. Crueldade pura!

    E funcionou, viu? O Heat foi dos playoffs direto pras finais da NBA. Coincidência? Acho que não.

    Agora é torcer pra ele voltar logo das quadras, porque esse Jimmy Butler artista é divertido, mas o Jimmy Butler jogando basquete é outra coisa. E aí, acham que ele volta no mesmo nível depois dessa lesão?

  • Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    E aí, pessoal! Os Warriors já começaram a trabalhar para o Draft 2024 e, cara, a primeira leva de testes já deu umas pistas interessantes sobre o que eles estão procurando. Golden State recebeu seis caras em San Francisco, todos projetados para a segunda rodada — lembrem que eles têm a 11ª pick (loteria) e também a 54ª.

    A lista incluiu Maliq Brown (Duke), Ryan Conwell (Louisville), Ja’Kobi Gillespie (Tennessee), Rob McCray (Florida State), Emanuel Sharp (Houston) e Ernest Udeh (Miami). Só três deles falaram com a imprensa depois, mas já deu pra sacar algumas coisas.

    Olha, eu sei que é cedinho demais pra tirar conclusões definitivas, mas conhecendo como os Dubs conseguem achar pérolas na segunda rodada — lembrem do trabalho com Will Richard e LJ Cryer recentemente —, vale a pena prestar atenção nos padrões que eles seguem.

    Warriors continuam apostando na experiência

    Uma coisa que salta aos olhos: todos esses caras têm bagagem universitária sólida. Gillespie, por exemplo, liderou Tennessee até o Elite Eight fazendo 18.4 pontos por jogo. Sharp jogou pelo Houston do técnico Kelvin Sampson — o mesmo que formou o Cryer.

    Steve Kerr já disse que eles valorizam “winners” vindos de programas vitoriosos. Faz sentido total, né? Na segunda rodada você não vai achar um atleta fora da curva ou um cara com teto altíssimo. Você quer um sujeito que entende basquete, que não vai se perder quando entrar em quadra no jogo 32 da temporada regular.

    E sinceramente? Acho que essa estratégia funciona. Richard foi campeão nacional pela Florida antes de chegar aos Warriors. Experiência conta, principalmente quando você precisa de caras prontos pra contribuir imediatamente.

    Portal de transferências criou jogadores “canivete suíço”

    Outro padrão interessante: vários desses prospetos rodaram por diferentes universidades antes de chegar onde estão. Conwell passou por South Florida, Indiana State, Xavier até chegar em Louisville. Gillespie saiu de Belmont, passou por Maryland e fechou em Tennessee.

    Isso não é coincidência. Esses caras aprenderam a se adaptar rapidamente a sistemas diferentes, algo que os Warriors valorizam demais. O basquete do Golden State é complexo — aquele “point-five basketball” deles exige QI alto e capacidade de adaptação rápida.

    Vocês acham que essa experiência de ter que se reinventar em programas diferentes prepara melhor os jogadores para a NBA? Eu tendo a acreditar que sim.

    Claro, ainda tem muita água pra rolar até o Draft em junho. Mas essa primeira leva já mostra que os Warriors continuam fiéis à receita: experiência universitária sólida, caras que sabem vencer e que conseguem se adaptar rápido a sistemas complexos.

    E aí, qual desses nomes vocês acham que pode virar uma steal na segunda rodada? Eu tô de olho no Gillespie — 18 pontos por jogo levando Tennessee longe no March Madness não é brincadeira.

  • Curry e Warren Buffett arrecadam 18 milhões em um almoço

    Curry e Warren Buffett arrecadam 18 milhões em um almoço

    Gente, vocês precisam saber disso. Alguém pagou NOVE MILHÕES DE DÓLARES só pra almoçar com o Steph Curry e Warren Buffett. Nove milhões. Eu não consigo nem processar essa informação direito.

    E o mais louco? O velho Warren ainda disse que ia dobrar o valor pra caridade. Então no final das contas foram 18 milhões de dólares arrecadados. Isso é mais de 90 milhões de reais, galera. Dá pra comprar meio time da NBB com essa grana.

    O Baby-Faced Assassin virando filantropo

    O leilão foi pelo eBay (sim, eBay mesmo) e o dinheiro vai todo pra fundação “Eat.Learn.Play” do Curry e da Ayesha. A fundação faz um trabalho massa em Oakland – oferece comida, aulas de reforço e constrói quadras de basquete nas escolas. Sinceramente, é lindo ver um cara que já tem tudo pensando nos outros assim.

    E olha que o Steph não tá parado não. Em abril ele leiloou 70 tênis da coleção pessoal dele e levantou mais 1,7 milhões. O cara tá literalmente transformando tudo em dinheiro pra ajudar as crianças de Oakland.

    Warren Buffett e suas tradições milionárias

    Esse esquema de leilão do Buffett não é novidade. O cara faz isso desde 2000, e desde 2008 sempre consegue pelo menos 1 milhão por almoço. O recorde anterior tinha sido 19 milhões em 2022 – ou seja, esse do Curry quase chegou lá.

    O que me impressiona é pensar no que esses dois vão conversar durante o almoço em Omaha (porque é lá que o Warren mora, então é lá que rola). Na minha visão, vai ser uma aula de investimentos pro Curry e uma aula de arremesso de 3 pro Buffett. Imaginem os dois trocando ideia sobre como driblar o luxury tax da NBA?

    E aí, vocês acham que vale 9 milhões um almoço desses? Eu confesso que se eu tivesse essa grana sobrando (risos), seria tentador demais. Conhecer duas lendas dessas ao mesmo tempo… deve ser surreal.

    O foda é que enquanto isso o Curry vai ganhar 62 milhões na próxima temporada pelos Warriors. Ou seja, alguém pagou praticamente 15% do salário anual dele só pra bater um papo no almoço. Isso mostra o quanto o cara virou ícone mesmo fora das quadras.

  • Warriors querem Draymond de volta, mas a decisão é toda dele

    Warriors querem Draymond de volta, mas a decisão é toda dele

    Olha, essa é uma daquelas situações que todo fã dos Warriors estava esperando, né? Draymond Green tem uma player option de US$ 27,7 milhões para a próxima temporada, e sinceramente, todo mundo sabe que ele vai recusar. A questão é: vai ficar ou vai embora da Bay Area?

    Mike Dunleavy, o GM dos Warriors, foi bem direto sobre o assunto: “Tivemos conversas onde queremos que ele termine a carreira como um Warrior. Ele meio que sente a mesma coisa. Eu esperaria que ele voltasse, mas a decisão é dele.”

    Steve Kerr também quer o coração e alma dos Warriors

    E não é só a diretoria. Steve Kerr, que acabou de renovar contrato, deixou claro que quer Draymond no time. “A coisa número um é que depende dele. Ele tem a player option, então precisa conversar com o agente sobre como isso vai rolar. Eu estou comprometido em treinar ele e o Steph pelo tempo que eles estiverem aqui.”

    Cara, é impossível não ficar emotivo ouvindo isso. Kerr falou dos dois como “colaboradores” e que o que construíram juntos “é bem especial”. Quatro títulos da NBA não mentem, né?

    A estratégia financeira faz todo sentido

    Aqui que fica interessante (e esperto): tudo indica que Draymond vai recusar os 27,7 milhões NÃO para sair, mas para assinar um contrato mais longo com os Warriors. Provavelmente por um valor anual menor, mas com mais anos garantidos. É a jogada clássica de veterano – menos dinheiro por ano, mas mais segurança a longo prazo.

    Na minha visão, faz sentido total para ambos os lados. Os Warriors mantêm o cara que é literalmente o coração defensivo do time, e Draymond garante estabilidade para fechar a carreira onde começou tudo.

    E vocês, acham que ele fica mesmo? Ou será que alguém vai aparecer com uma proposta irrecusável? Porque vamos combinar – sem o Draymond gritando e organizando aquela defesa, os Warriors não são os mesmos.

  • Draymond manda a real: Bob Myers é o Michael Jordan do Daryl Morey

    Draymond manda a real: Bob Myers é o Michael Jordan do Daryl Morey

    Cara, quando vi o Draymond Green falando sobre a demissão do Daryl Morey no Philadelphia 76ers, quase cuspi o café. O cara simplesmente mandou uma das analogias mais brutais que eu já ouvi na NBA.

    “Bob Myers tem sido para o Daryl Morey o que Michael Jordan foi para Stockton e Malone”, disse o Draymond no podcast dele. Mano, isso doeu até em mim que tô aqui assistindo pela TV.

    A sina de sempre esbarrar no mesmo cara

    E olha, não é que o Green tem razão? Pensa comigo: lá em Houston, o Morey montou um timaço que foi feito especificamente para bater no Golden State Warriors do… Bob Myers. Trouxe o James Harden, deu contrato max pra ele quando ninguém acreditava, construiu uma equipe que chegou pertinho de derrubar a dinastia dos Warriors.

    Agora vai pro Philadelphia, faz um trabalho bacana também – deu aquele contrato gordo pro Tyrese Maxey, que tá jogando demais. Mas aí que tá: Bob Myers chega como presidente da Harris Blitzer Sports & Entertainment em outubro de 2025 e… tchau, Morey.

    “Daryl Morey meio que continua esbarrando no Bob Myers, e é uma pena”, completou o Draymond. Sinceramente, eu senti um aperto no peito quando ouvi isso. Imagina a frustração do cara?

    Quando o destino vira piada

    O mais louco é que essa comparação com Jordan, Stockton e Malone é perfeita demais. Stockton e Malone eram monstros, fizeram história, chegaram em duas finais da NBA… mas sempre tinha aquele cara de Chicago no caminho. Sempre ele.

    Com Morey é a mesma coisa, só que em vez de ser nas quadras, é nos escritórios. O cara faz um trabalho excelente como GM, monta times competitivos, toma decisões corajosas… mas sempre tem o Bob Myers ali pra estragar a festa.

    E agora? Myers vai ter que encontrar um novo GM que “encaixe na filosofia dele”. Ou seja, alguém que não vai dar dor de cabeça pra ele como o Morey aparentemente dava.

    Vocês acham que o Morey vai conseguir quebrar essa maldição no próximo time? Ou o Bob Myers vai continuar sendo o pesadelo da carreira dele? Porque pelo jeito, toda vez que esses dois se encontram, já sabemos quem sai por cima…

  • Kerr diz que vitória dos Warriors no play-in foi top 10 da carreira

    Kerr diz que vitória dos Warriors no play-in foi top 10 da carreira

    Olha, eu sei que a temporada dos Warriors foi um saco. Lesões pra todo lado, Curry fora por quase 30 jogos seguidos, time parecendo morto na água… Mas às vezes o basquete te surpreende de um jeito que só quem acompanha sabe explicar.

    Steve Kerr acaba de soltar uma bomba no podcast “The TK Show”: a vitória no play-in contra os Clippers foi um dos 10 jogos mais especiais da carreira dele como técnico dos Warriors. E mano, estamos falando de um cara que comandou três títulos da NBA!

    “Você não consegue isso em lugar nenhum da vida”

    “Foi um dos meus jogos favoritos de todos os tempos”, disse Kerr. “Tivemos tantos jogos incríveis que é difícil escolher, mas esse definitivamente entra no meu top 10 dos 12 anos que estou aqui. E olha que isso é muita coisa.”

    E cara, eu entendo perfeitamente o Kerr. Imagina a situação: time quase eliminado, temporada toda indo pro buraco, e aí do nada você vê aquela magia acontecer no momento que mais precisava.

    Os Warriors estavam perdendo por 13 pontos no último quarto. Treze! No Intuit Dome, casa dos Clippers. Parecia que ia dar zebra mesmo. Mas aí o Curry resolveu virar o Stephen Curry que conhecemos — 35 pontos no total, com 27 só no segundo tempo. Absurdo.

    Al Horford salvando a pátria

    E o mais louco? Al Horford — sim, o veterano Al Horford — meteu QUATRO bolas de três no último quarto. Quatro! Imagina a cara dos torcedores dos Clippers vendo aquilo. O cara simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada dos Warriors morrer ali.

    Sem falar no Draymond fazendo escola no Kawhi Leonard na defesa. Foi uma aula completa de basquete quando mais importava.

    “É uma boa metáfora pra mostrar que você não consegue isso em lugar nenhum da vida”, falou o Kerr. “Tem uma razão pela qual os técnicos viciam nesse trabalho — é emocionante demais.”

    O jogo que mudou tudo

    Sinceramente? Esse jogo foi tão especial que até influenciou o Kerr a ficar mais duas temporadas no comando dos Warriors. Cara, isso é o poder de um jogo bem jogado no momento certo.

    Óbvio que a magia durou pouco — dois dias depois tomaram uma surra do Suns e tchau playoffs. Mas vocês acham que isso importa? Momentos como esses são o que fazem valer a pena acompanhar esse esporte maluco.

    É por isso que eu amo a NBA, pessoal. Mesmo numa temporada ruim, sempre pode rolar aquele jogo que você nunca vai esquecer. E pelo jeito, os Warriors entregaram um desses.

  • Warriors querem Draymond de volta, mas a decisão é só dele

    Warriors querem Draymond de volta, mas a decisão é só dele

    Olha, essa situação do Draymond Green nos Warriors tá interessante pra caramba. A diretoria quer ele de volta, o técnico Steve Kerr também, mas no fim das contas quem decide é o próprio Draymond — e ele tem até 29 de junho pra bater o martelo.

    O GM Mike Dunleavy foi bem direto na coletiva de sexta: “Tivemos conversas onde deixamos claro que queremos ele encerrando a carreira como um Warrior. Ele meio que pensa da mesma forma. Espero que ele fique, mas a decisão é dele.”

    27 milhões ou um contrato mais longo?

    A questão é que o Draymond tem uma player option de mais de 27 milhões de dólares pro ano que vem. Essa grana é pesada, mas os Warriors podem tentar convencê-lo a recusar essa opção em troca de um acordo mais longo com salário anual menor. Faz sentido, né? Garantia vs. dinheiro imediato.

    Sinceramente, acho que essa é uma daquelas situações win-win se todo mundo for esperto. Draymond já tem 34 anos, não é mais aquele pivô atlético dos tempos áureos, mas ainda é fundamental no sistema defensivo dos Warriors.

    Kerr confia na parceria

    Steve Kerr não escondeu que conta com Draymond: “A decisão é dele. Tem a player option, então precisa discutir com o agente dele como isso vai rolar. Eu tô comprometido em treinar ele e o Steph pelo tempo que eles estiverem aqui. Vejo eles como colaboradores, e o que construímos é bem especial.”

    E o Kerr não tá exagerando não. Essa trinca Curry-Draymond-Klay (mesmo com o Thompson saindo) foi responsável por quatro títulos. O Green pode não ser mais aquele jogador que fazia triple-double toda hora, mas defensivamente ele ainda é um monstro.

    A decisão do Draymond vai impactar muito os planos dos Warriors pro resto da offseason. Se ele ficar com os 27 milhões, Golden State tem menos flexibilidade pra ir atrás de estrelas no mercado. Se aceitar um deal mais longo e barato, abre espaço pra umas trocas interessantes.

    E aí, vocês acham que ele fica ou vai tentar a sorte em outro lugar? Eu apostaria na permanência, mas vai ser interessante ver como rola essa negociação.

  • Kerr assume: ‘Preciso ser melhor’ e fica mais um ano no Warriors

    Kerr assume: ‘Preciso ser melhor’ e fica mais um ano no Warriors

    Olha, eu não esperava isso. Steve Kerr ser tão direto sobre o próprio trabalho? O cara literalmente disse que não teve um bom ano como técnico. Isso é coisa que a gente raramente vê na NBA — um técnico tetracampeão admitindo que vacilou.

    Kerr vai continuar no Golden State por mais uma temporada, a 13ª dele no comando. Mas não foi decisão fácil, não. O cara passou uma semana inteira pensando se continuava ou não depois daquela temporada bizarra: 37 vitórias, 45 derrotas, fora dos playoffs. Para um time acostumado a dominar, foi de dar dó mesmo.

    A real sobre os erros de bola

    E sabe o que mais me chamou atenção? Kerr falou que revisou TODOS os turnovers da temporada. Todos. Imagina a sessão de tortura que foi essa. Golden State teve média de 15.7 erros de bola por jogo — terceira pior da liga. Absurdo para um time que sempre teve o melhor ataque da NBA.

    ‘A gente ficou muito relaxado’, admitiu Kerr. ‘Literalmente relaxado com a bola.’ Faz sentido, né? Time velho, lesões, muito descanso… acabou perdendo o foco nos detalhes. E na NBA, detalhe é tudo.

    Sinceramente acho que essa autocrítica do Kerr é o que separa os grandes técnicos dos medianos. Quantos por aí não botariam a culpa só nos jogadores?

    Conversas decisivas nos bastidores

    A decisão de ficar veio depois de uma conversa com a esposa (sempre elas salvando, né?) e uma reunião de duas horas com Mike Dunleavy e Joe Lacob. O papo foi direto: pela primeira vez desde 2019-20, eles não estão ali falando que podem ganhar título.

    Isso é realismo puro. Curry tá com 36 anos, Draymond não é mais o mesmo defensivamente, Klay saiu… É um momento de transição mesmo. Mas Kerr deixou claro: ele não tá cansado, não tá queimado. Tá ‘empolgadíssimo’ para voltar.

    E vocês, acham que o Warriors consegue voltar aos playoffs ano que vem? Ou essa era dourada realmente acabou? Uma coisa é certa: ver Kerr assumindo os próprios erros me dá esperança de que ele pode sim encontrar soluções novas para esse time em transformação.