Tag: Golden State Warriors

  • Kerr renova com os Warriors por mais 2 anos como técnico mais bem pago da NBA

    Kerr renova com os Warriors por mais 2 anos como técnico mais bem pago da NBA

    Steve Kerr vai continuar na Golden State por mais duas temporadas! O técnico que transformou os Warriors numa dinastia assinou renovação até 2027 e, pasmem, vai se manter como o treinador mais bem pago da NBA inteira.

    Olha, eu não tô nem um pouco surpreso com essa renovação. O cara simplesmente entregou 4 títulos em 10 anos — incluindo aquela campanha absurda de 2015-16 com 67 vitórias na temporada regular. Quem larga um currículo desses?

    A dinastia que mudou o basquete

    Lembram quando Kerr chegou em 2014? Era seu primeiro trabalho como técnico principal e o Warriors não ganhava nada há décadas. Aí o monstro chega e revoluciona o jogo com aquele basquete de 3 pontos que todo mundo copia hoje.

    Cinco finais consecutivas de 2015 a 2019. Quatro títulos. Aquele time do Curry, Klay, Draymond e Durant (quando ele tava lá) simplesmente dominava todo mundo. Era absurdo de assistir — e olha que eu torcia contra na maioria das vezes!

    Depois veio aquela seca de dois anos fora dos playoffs quando o Klay se machucou, mas em 2022 eles voltaram por cima. Curry finalmente ganhou o MVP das Finais que tanto mereceu.

    E agora, o que esperar?

    A situação é interessante: o contrato do Kerr vai um ano além dos contratos do Curry, Draymond e… espera, Jimmy Butler? Acho que rolou uma confusão no texto original aí, deve ser o Klay Thompson mesmo.

    De qualquer forma, a expectativa é que Curry e Draymond também renovem pra ficar além desta temporada. Faz sentido — esses caras construíram algo especial juntos e ninguém quer ver essa parceria acabar de qualquer jeito.

    Sinceramente? Acho que os Warriors ainda têm gás pra mais uma ou duas campanhas sérias. O Curry continua absurdo (aquele arremesso de 3 não envelhece), e com o Kerr comandando, sempre pode rolar uma surpresa.

    Vocês acham que esse time consegue mais um título antes do Curry pendurar as chuteiras? Eu tô na torcida — seria lindo ver o Chef levantar mais uma taça em casa.

  • Kerr fica! Warriors renovam com o técnico mais caro da NBA

    Kerr fica! Warriors renovam com o técnico mais caro da NBA

    Olha, eu vou ser sincero: depois daquela cena emocionante no final da temporada, com o Kerr se despedindo do Curry e do Draymond quase chorando, eu achei que era tchau mesmo. Mas não! Steve Kerr acaba de renovar por mais dois anos com os Warriors e continua sendo o técnico mais bem pago da NBA.

    A informação veio do Shams Charania, da ESPN, e cara… que reviravolta. O homem vai para a sua 13ª temporada em Golden State, mesmo depois de toda aquela especulação de que ele podia vazar após os Warriors ficarem de fora dos playoffs.

    O salário que faz qualquer um babar

    O contrato mantém o Kerr como o técnico mais caro da liga. Estamos falando de algo em torno de 17,5 milhões de dólares por ano no contrato anterior — um absurdo de grana que só mostra o quanto os Warriors valorizam o cara.

    E faz sentido, né? Desde que chegou em 2014 (seu primeiro trampo como técnico principal), o homem simplesmente transformou os Warriors numa dinastia. Quatro títulos da NBA, seis Finals em oito anos, incluindo cinco seguidas no começo. Sem contar aquela temporada histórica de 73-9 em 2015-16, quebrando o recorde dos Bulls de 95-96. Detalhe: ele jogava naquele time dos Bulls também. Monstro.

    Mas e agora? A dinastia tá mesmo no fim?

    Vamos combinar uma coisa — os tempos áureos meio que já eram. Temporada passada foi sofrida: 37-45, fora dos playoffs pelo segunda vez em três anos. Aquela eliminação no play-in foi de partir o coração, principalmente vendo o Kerr chorando com Curry e Draymond.

    “Eu não sei o que vai acontecer, mas amo vocês”, disse ele pros dois na quadra. Cara, ver isso mexeu comigo. Parecia mesmo uma despedida.

    O próprio Kerr admitiu que mudança podia vir. Disse que todos esses trabalhos têm prazo de validade e que às vezes é hora de “sangue novo e ideias novas”. Até o Draymond apostou que ele não ficaria para a próxima temporada.

    A aposta dos Warriors

    Mas os Warriors queriam uma extensão de vários anos, não uma temporada de despedida. E conseguiram. A questão agora é: será que conseguem dar ao Kerr um elenco competitivo novamente?

    Porque uma coisa é certa — o cara ainda ama treinar e ainda tem muito a oferecer. A pergunta que fica é: vocês acham que os Warriors conseguem montar mais um time de título ao redor do Curry, que já tá com 38 anos, ou essa renovação é mais sobre respeito e gratidão?

    Seja como for, é bom ver que a parceria continua. Pelo menos por mais dois anos, vamos ter Steve Kerr gritando com os árbitros e fazendo aquela cara de desespero que a gente já conhece tão bem.

  • Draymond Green mete o pau no Charles Barkley ao vivo na TV

    Draymond Green mete o pau no Charles Barkley ao vivo na TV

    Cara, o Draymond Green não perdoa ninguém mesmo. O cara foi no programa “Inside the NBA” ontem e simplesmente destruiu o Charles Barkley na frente de todo mundo. E olha que não foi por acaso não — tinha contexto por trás.

    A coisa começou quando o Barkley sugeriu que o Green e o Stephen Curry talvez devessem considerar sair do Golden State Warriors se quisessem continuar brigando por título. Aí o Draymond não aguentou e soltou essa pérola:

    “Acho que o objetivo é não ficar parecendo você no uniforme do Houston Rockets. É basicamente isso.”

    DESTRUIÇÃO TOTAL.

    A alfinetada que doeu onde tinha que doer

    Olha, eu entendo perfeitamente o lado do Draymond aqui. O cara passou a carreira INTEIRA no Warriors — 14 temporadas, quatro títulos, uma dinastia construída tijolo por tijolo. Aí vem o Chuck, que passou por Sixers, Suns e Rockets (sem título, aliás), falando que talvez seja hora de vazar?

    O Barkley teve uma carreira incrível, não vou mentir. MVP em Phoenix, Hall da Fama merecidíssimo. Mas aquela passagem pelo Houston no finalzinho da carreira? Meio forçada mesmo. Foi uma tentativa desesperada de conseguir o anel que nunca veio.

    E é exatamente isso que o Draymond não quer. Sinceramente? Eu concordo com ele.

    Warriors em momento delicado

    Não é que a situação do Golden State tá fácil não. A temporada 2025-26 foi complicada, com lesões do Jimmy Butler e Moses Moody que vão afetar boa parte da próxima temporada também. Sem contar que ainda tem dúvidas sobre o futuro do Steve Kerr como técnico.

    Mas cara, será que é hora de desmontar tudo mesmo? O núcleo Curry-Green-Thompson (quando saudável) ainda tem lenha pra queimar. Foram quatro títulos em oito anos — isso não é brincadeira não.

    Vocês acham que o Green tem razão em ficar firme no Warriors? Ou será que o Barkley tá certo e é hora de buscar novos ares? Eu, particularmente, prefiro ver jogadores sendo leais aos times que os criaram. Mas sei lá, às vezes a ambição fala mais alto mesmo.

    De qualquer forma, uma coisa é certa: o Draymond continua sendo aquele cara que fala o que pensa, na cara e sem filtro. E o Chuck? Bom, tomou um banho de realidade ao vivo na TV nacional.

  • Warriors vão conversar com Kerr segunda: deve ficar mesmo

    Warriors vão conversar com Kerr segunda: deve ficar mesmo

    Olha, parece que o drama Steve Kerr nos Warriors tá chegando no final — e com final feliz, pelo jeito. A franquia vai se reunir com o técnico na segunda-feira pra definir de uma vez por todas se ele fica ou se vai embora.

    E pelo que tô ouvindo por aí, a coisa tende pro lado do “fica mesmo”. Fontes internas dos Warriors acreditam que é “mais provável que não” que os dois lados cheguem num acordo. Sinceramente? Faz todo sentido.

    Kerr quer ficar, Warriors querem garantia

    A situação é meio engraçada: o Kerr aparentemente quer continuar em Golden State (e quem não ia querer depois de ganhar 4 títulos lá?), mas os Warriors estão pedindo um compromisso de vários anos. Cara tem 60 anos, mas ainda tá no auge como técnico.

    O negócio é que a ESPN tá fazendo uma pressão danada pra ele voltar pros comentários. E convenhamos — o Kerr como comentarista é sensacional. Mas será que ele larga a chance de continuar comandando Curry, Thompson e companhia?

    Minha opinião: seria loucura sair agora

    Na minha visão, seria uma insanidade o Kerr deixar os Warriors neste momento. O time ainda tem pelo menos mais 2-3 anos de janela real de título com o Curry. Draymond tá renovado, Klay voltou bem das lesões…

    Além do mais, que técnico no mundo não ia querer trabalhar com Stephen Curry no final da carreira dele? É tipo treinar o Michael Jordan nos anos 90 — oportunidade única na vida.

    E vocês, acham que o Kerr fica mesmo ou a ESPN consegue convencer ele? Eu apostaria minha camisa dos Warriors (que eu não tenho, mas compraria) que ele assina por mais alguns anos. Segunda-feira a gente descobre!

  • Kuminga nos playoffs foi exatamente o que esperávamos dos Warriors

    Kuminga nos playoffs foi exatamente o que esperávamos dos Warriors

    Vou ser sincero com vocês: no momento que o Atlanta Hawks do Jonathan Kuminga enfrentou o New York Knicks nos playoffs, todo mundo da Dub Nation pegou a pipoca e ficou colado na TV. E olha, foi exatamente o que a gente esperava — para o bem e para o mal.

    Os Hawks caíram ontem à noite num 140-89 que foi menos jogo de basquete e mais uma aula de como NÃO jogar playoffs. Atlanta acertou míseros 37,8% dos arremessos, perdeu 19 bolas e tomou 35 pontos em contra-ataque. Estavam perdendo de 47 no intervalo — o maior déficit do primeiro tempo na história dos playoffs da NBA.

    O Kuminga? 11 pontos em 3/7 nos arremessos, 23 minutos. Foi basicamente um “estive aqui mas não consegui fazer nada”.

    A montanha-russa que já conhecíamos

    Mas vamos olhar a série toda, porque aí sim a história fica interessante. Jogo 1: 8 pontos, 3/7. Jogo 2 no Madison Square Garden: 19 pontos, 7/12, dois roubos de bola, um toco. O tipo de performance que fez Atlanta pensar “nossa, pegamos um monstro na trade deadline”.

    No Jogo 3 veio o melhor Kuminga: 21 pontos acertando 9 de 14 arremessos. 64,3% de aproveitamento. Os Hawks ganharam de novo e todo mundo no Twitter postando “era só o Kerr que não deixava o moleque jogar 😭”.

    Aí chegaram os Jogos 4, 5 e 6. Realidade bateu na porta.

    Jogo 4: 3/10 nos arremessos, 0/6 de três, apenas 10 pontos. Jogo 5: 17 minutos, 13 pontos, mais uma surra. E fechou com esse 11 pontos do último jogo.

    Os números contam a história que já sabíamos

    As médias da série até parecem OK no papel: 13,7 pontos por jogo, 49,1% de aproveitamento, 3,3 rebotes em 25,8 minutos. Números decentes para um sexto homem de um time que chegou como sexta colocada nos playoffs.

    Mas tem um detalhe que mata: 19% nas bolas de três. Quatro em 21 tentativas. E é exatamente isso que impedia as defesas de respeitarem ele totalmente. Toda vez que Atlanta precisava que ele resolvesse um jogo apertado, a inconsistência aparecia — do mesmo jeito que aparecia em Golden State.

    Nós da Dub Nation já conhecemos esse filme de cor. A experiência Kuminga sempre foi essa: dois ou três jogos onde você vê o teto e já começa a calcular quanto custaria uma extensão máxima, seguidos de dois ou três jogos onde o piso te lembra por que os Warriors tinham dúvidas.

    O talento não está em questão. O moleque é atlético pra caramba, machuca na transição e deu muito trabalho pros Knicks no garrafão nas vitórias. Mas essa série confirmou que o debate que tivemos por dois anos em Golden State não foi resolvido em seis jogos de playoff.

    Todo mundo saiu com suas convicções confirmadas. Quem achava que ele era mal aproveitado pegou os Jogos 2 e 3 como prova. Quem achava que a inconsistência era o problema real ficou com os Jogos 4, 5 e 6.

    E aí, vocês acham que o Kuminga vai conseguir encontrar essa consistência que falta? Ou é isso mesmo que ele é — um jogador de altos e baixos que vai deixar qualquer torcida louca?

  • Draymond Green monta Mt. Rushmore dos Warriors e deixa lendas de fora

    Draymond Green monta Mt. Rushmore dos Warriors e deixa lendas de fora

    Cara, o Draymond Green resolveu mexer no vespeiro e criar o Mt. Rushmore dos Warriors. E olha, a escolha dele tá gerando uma discussão danada.

    No programa da Candace Parker, o Green foi categórico na sua lista: “Eu diria Steph Curry, Steve Kerr, Klay Thompson e Draymond Green. Não acho que tem outra forma de fatiar isso. Estamos falando de Mt. Rushmore, seria importância, né? Sem dúvida.”

    Ué, Draymond? E o Wilt Chamberlain? E aí que a coisa fica interessante.

    As lendas que ficaram de fora

    Sinceramente, eu entendo a lógica do Green — ele tá pensando na era dourada atual dos Warriors. Mas deixar Wilt Chamberlain de fora? O cara que fez 100 pontos numa partida em 1962 PELOS WARRIORS? Isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete.

    Rick Barry também ficou no esquecimento. Doze vezes All-Star, cinco vezes no All-NBA, e foi peça fundamental no título de 1975 dos Warriors. O cara era um monstro no arremesso livre (por baixo da perna, lembram?) e liderou aquele time histórico.

    E o que dizer do “Run TMC”? Chris Mullin e Tim Hardaway (junto com Mitch Richmond) revolucionaram o basquete no final dos anos 80 e início dos 90. Eles popularizaram aquele estilo rápido, vistoso, que de certa forma foi precursor do que vemos hoje nos Warriors.

    A era Kerr realmente mudou tudo

    Olha, não vou mentir: entendo perfeitamente o ponto do Draymond. Desde 2015, com a chegada do Steve Kerr, essa geração fez história. Quatro títulos (2015, 2017, 2018, 2022), aquele recorde absurdo de 73 vitórias em 2016 (mesmo perdendo pro LeBron nas Finais — que dor!), e transformaram completamente o basquete moderno.

    O splash brothers mudaram o jogo pra sempre. Curry virou o cara que mais fez cestas de 3 na história, Klay teve aquelas performances surreais (37 pontos num quarto, alguém lembra?), e o próprio Draymond se tornou o coração defensivo e emocional do time.

    Mas será que isso é suficiente pra deixar lendas históricas de fora? Vocês acham que tá certo priorizar apenas a era atual? Eu fico dividido — por um lado, essa geração realmente colocou os Warriors no mapa mundial. Por outro, a história do franchise não começou em 2015.

    No final das contas, Mt. Rushmore é sempre subjetivo. Mas admito: dói um pouquinho ver Wilt Chamberlain ficando de fora de qualquer lista dos maiores de Golden State.

  • Draymond quebra o silêncio sobre a briga feia com Steve Kerr

    Draymond quebra o silêncio sobre a briga feia com Steve Kerr

    Olha, eu sabia que rolava uma tensão entre Draymond Green e Steve Kerr, mas não imaginava que a coisa tinha chegado nesse nível. O próprio Kerr revelou numa entrevista recente que ele e Draymond tiveram uma “discussão pesada” em dezembro — e agora o Green resolveu contar a versão dele da história no podcast.

    E cara, que história!

    O desabafo que ninguém esperava

    No podcast do Draymond, ele contou que depois da briga, foi falar com Kerr e soltou essa bomba: “Eu acho que você não gosta de mim. Na real, acho que nunca gostou”. E aí que vem a parte mais chocante — segundo Draymond, o Steve Kerr chorou. Chorou mesmo.

    Imagina a cena? Dois caras que ganharam quatro títulos juntos, que construíram uma dinastia, tendo esse papo pesado com o técnico chorando. Sinceramente, não sei o que pensar disso.

    “Quando você passa 14 anos com alguém, quando você tem as conquistas que a gente teve, jogando o papel que eu tive que jogar e sendo quem eu tive que ser, algumas coisas assim vão acontecer”, explicou Green. E olha, faz sentido né? Imagina a pressão, os egos, a intensidade de tantos anos juntos.

    Gratidão e mágoa na mesma conversa

    Mas aqui que fica interessante (e meio contraditório, típico do Draymond): ele falou maravilhas do Kerr logo depois de revelar a treta. Disse que o técnico ensinou coisas sobre ser um vencedor que nem Tom Izzo — que foi o técnico dele na faculdade — conseguiu ensinar.

    “O que ele significou na minha vida, o que me ensinou… as coisas que ele me mostrou sobre vencer nesse nível, eu nunca poderia pagar de volta”, confessou Green.

    Só que aí vem o “mas” — porque sempre tem um “mas” com o Draymond, né? Ele soltou que desde 2016, quando o Kevin Durant chegou, não tem uma única jogada no playbook dos Warriors feita especificamente pra ele. Nem uma! Isso deve doer mesmo.

    E aí, galera? Vocês acham que o Green tem razão de se sentir meio de lado, ou é só birra de estrela? Porque olha, o cara sempre foi mais conhecido pela defesa e pela intensidade mesmo, não por ser o cara dos pontos.

    O futuro incerto da dupla

    A questão agora é: será que esses dois conseguem seguir juntos? Kerr tá decidindo se continua treinando os Warriors ou se pendura as chuteiras depois de 12 anos no cargo. São 604 vitórias na temporada regular, quatro títulos da NBA… uma baita parceria que pode estar chegando ao fim.

    “Você tem que aceitar o bom junto com o ruim”, filosofou Draymond. E eu concordo com ele nisso — relacionamentos longos sempre têm altos e baixos, ainda mais no esporte de alto nível.

    Mas confesso que fiquei curioso pra saber o que exatamente aconteceu nessa briga de dezembro. Deve ter sido coisa séria mesmo pra deixar os dois assim. O que vocês acham que rolou?

  • Curry perde o prêmio de Melhor Companheiro e eu não entendi nada

    Curry perde o prêmio de Melhor Companheiro e eu não entendi nada

    Gente, eu tô meio perdido aqui. O Steph Curry, que ganhou o prêmio de Melhor Companheiro de Equipe da NBA no ano passado, acabou de perder o título pra… DeAndre Jordan? Sim, você leu certo. O veteranom de 37 anos que jogou apenas 12 jogos pelo New Orleans Pelicans.

    Olha, eu respeito muito o Jordan — cara é uma lenda, três vezes All-NBA, tá na liga há mais de uma década. Mas vamos combinar: 12 jogos e ganhar o prêmio de melhor companheiro? É meio estranho, né não?

    Os Warriors tiveram uma temporada complicada

    Não vou mentir, foi um ano difícil pra Golden State. Jimmy Butler e Moses Moody se machucaram feio no joelho, a situação do Jonathan Kuminga virou uma novela mexicana que durou quase o ano todo, e o Brandin Podziemski conseguiu irritar a torcida com aquela arrogância dele (e aquele cabelo que parece shampoo de R$ 200, sinceramente).

    O resultado? Perderam no play-in. E agora o Curry perdeu esse troféu também.

    O Chef aumentou a pontuação dele pra 26.6 por jogo nesta temporada, mas pelo visto isso não foi suficiente pros eleitores. Enquanto isso, Jordan ajudou um time que fez apenas 26 vitórias em 82 jogos — e nem jogou a temporada toda!

    Prêmio da simpatia ou mérito real?

    Cara, eu fico pensando: será que esse prêmio Twyman-Stokes não virou meio que um troféu de participação? Jordan é querido por todo mundo na liga, isso é fato. O Kyrie Irving e o Kevin Durant fizeram questão de levar ele junto pro Brooklyn Nets em 2019. Mas daí a ganhar esse prêmio jogando só 12 partidas…

    A votação foi apertada — Jordan ganhou por apenas 8 pontos do Jrue Holiday, que já ganhou três vezes e provavelmente foi vítima daquele cansaço dos eleitores. Jeff Green ficou em terceiro, só 25 pontos atrás, lidando com mais um escândalo do Durant nas redes sociais.

    E vocês, o que acham? Faz sentido um cara que jogou 12 jogos ganhar o prêmio de melhor companheiro de equipe? Eu sei que o Jordan tem histórico — cuidou dos rookies dos Pelicans como um pai — mas isso não parece meio injusto com quem jogou a temporada inteira?

    Conhecendo o Curry, ele já tá guardando cada crítica, cada tweet zoando ele por ter perdido esse troféu. Vai voltar ano que vem com sede de vingança, pode ter certeza. A questão é: com quais companheiros de equipe ele vai estar jogando?

  • Steve Kerr em dúvida cruel: ficar ou sair dos Warriors?

    Steve Kerr em dúvida cruel: ficar ou sair dos Warriors?

    Olha, a situação do Steve Kerr no Golden State tá mais enrolada que cabo de fone. O cara se reuniu por duas horas na segunda com o Joe Lacob (dono do time) e o Mike Dunleavy (GM), e… nada. Zero definição.

    Sinceramente? Eu entendo a hesitação do Kerr. O homem ganhou quatro títulos com os Warriors, virou lenda, e agora tá vendo o time numa encruzilhada danada. Curry ainda joga pra caramba, Draymond continua sendo o coração defensivo, mas o resto do elenco… bom, vocês viram como foi essa temporada.

    O dilema é real

    Fontes próximas ao técnico dizem que ele tá genuinamente dividido. E não é pra menos — o cara ama treinar, mas também sabe quando uma era chega ao fim. “Esses empregos todos têm data de validade”, disse ele mesmo depois da eliminação.

    A questão central é simples: os Warriors conseguem melhorar significativamente o elenco neste verão? Se sim, Kerr faz sentido comandando mais uma campanha pelos playoffs. Se não… talvez seja hora de sangue novo mesmo.

    Kerr vai viajar pra jogar golfe (que vida, né?) e as conversas só voltam semana que vem. “É abril”, disse uma fonte. “Não precisamos nos apressar.” Concordo, mas a ansiedade dos fãs deve tá nas alturas.

    E agora, Warriors?

    O interessante é que a direção nem começou a procurar substituto. Isso mostra que ainda acreditam numa volta do Kerr — ou que estão confiantes de que ele fica.

    O draft lottery em 10 de maio vai ser o primeiro marco importante da offseason. Os Warriors têm a 11ª pick, com apenas 9,4% de chance de subir pro top 4. Não é muito animador pra quem precisa de peças novas, vou ser sincero.

    No fim das contas, a pergunta que não quer calar: vocês acham que o Kerr aguenta mais uma reconstrução? Porque uma coisa é treinar Curry, Klay e Draymond no auge. Outra bem diferente é moldar uma nova geração de Warriors.

    Eu, particularmente, torço pra que ele fique. O cara entende o jogo como poucos e ainda tem muito a oferecer. Mas se decidir sair… entendo perfeitamente. Às vezes é melhor sair no topo do que ver a coisa desandar.

  • Ex-Warriors pode ser o novo técnico dos Pelicans

    Ex-Warriors pode ser o novo técnico dos Pelicans

    Cara, quem disse que ex-jogador não pode virar técnico? O New Orleans Pelicans tá pedindo permissão para entrevistar Jarrett Jack, atual assistente técnico do Detroit Pistons, para assumir o comando do time.

    Jack não é exatamente um nome que faz barulho hoje em dia, mas quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do cara. Principalmente da temporada 2012-13 com o Golden State Warriors — que temporada monstro!

    O ano que mudou tudo em Golden State

    Vocês lembram quando Jack chegou nos Warriors? O time estava tentando voltar aos playoffs depois de anos no fundo do poço. E o cara simplesmente entregou: 12.9 pontos, 5.6 assistências e 3.8 rebotes por jogo. Mais importante: 40.4% nos arremessos de três pontos.

    Resultado? Terminou em terceiro lugar na votação para Sexto Homem do Ano — o melhor resultado da carreira dele. E olha, não foi sorte não. Nos playoffs, quando a coisa apertou, Jack foi ainda melhor: 17.2 pontos por jogo e 50.6% de aproveitamento nos arremessos.

    Golden State conseguiu chegar aos playoffs pela primeira vez desde o time “We Believe”. Coincidência? Eu acho que não.

    De veterano esperto a possível técnico

    Depois de pendurar as chuteiras em 2018, Jack fez o caminho clássico: G-League como mentor, assistente no Phoenix Suns e agora no Detroit Pistons desde 2023. O cara conhece basquete, isso ninguém questiona.

    E tem um detalhe interessante: Jack jogou três temporadas em New Orleans como atleta. Conhece a casa, conhece o ambiente, sabe o que é vestir aquela camisa. Isso conta ponto com certeza.

    Sinceramente, acho uma aposta interessante. O Pelicans precisa de alguém que entenda de verdade o que é ser jogador na NBA moderna. E Jack, mesmo sendo um cara que rodou por oito times na carreira, sempre deixou sua marca por onde passou.

    Vocês acham que ele tem perfil para comandar um elenco jovem como o dos Pelicans? Com Zion Williamson, CJ McCollum e companhia, não vai ser moleza não.