Tag: Golden State Warriors

  • Warriors vão renovar com Curry até ele pendurar as chuteiras

    Warriors vão renovar com Curry até ele pendurar as chuteiras

    Cara, que alívio! Os Warriors finalmente confirmaram o óbvio: vão sentar pra conversar sobre uma extensão de contrato com o Steph Curry ainda neste verão. O GM Mike Dunleavy foi direto ao ponto na sexta: querem que o cara TERMINE a carreira em Golden State.

    Olha, eu já estava ficando nervoso com essa situação. Curry tem só mais um ano de contrato (valendo mais de 62 milhões de dólares — absurdo, né?), e com 38 anos nas costas, qualquer hesitação da franquia seria loucura total.

    “Queremos ele aqui pelo tempo que quiser”

    Dunleavy não deixou margem pra interpretação: “Queremos que o Steph termine a carreira aqui, fique pelo tempo que ele quiser. Não vejo cenário algum onde não queiramos encontrar um jeito de ele terminar aqui”.

    Mano, é isso aí! O cara literalmente CONSTRUIU a dinastia Warriors. Quatro títulos, revolucionou o jogo com os arremessos de 3… seria um crime deixar ele sair.

    O próprio Curry já tinha sinalizado que toparia conversas de longo prazo. Sinceramente, faz todo sentido — por que sair agora? Mesmo com 38 anos, continua sendo um monstro quando está saudável.

    Momento delicado pro time

    Mas não vou mentir, o timing é complicado. Os Warriors tiveram uma temporada terrível (37-45), ficaram de fora dos playoffs. É aquele momento de transição que todo mundo odeia — time não é mais campeão, mas também não tá no fundo do poço.

    Têm várias decisões importantes pela frente: o Draymond Green tem player option, precisam decidir sobre jogadores como Kristaps Porzingis… é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem montar mais um time competitivo ao redor do Curry? Ou será que o ciclo dourado realmente acabou? Na minha opinião, com o Chef ainda jogando nesse nível, sempre dá pra sonhar com mais uma campanha especial.

    Uma coisa é certa: ver Curry aposentar com a camisa dos Warriors vai ser emocionante demais. O cara merece terminar onde começou essa revolução toda.

  • Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Curry confessa: quase não sabia onde ficava Golden State no Draft

    Cara, essa confissão do Curry me pegou completamente desprevenido. O cara que construiu uma das maiores dinastias da NBA no Golden State Warriors praticamente não sabia nem onde o time ficava quando foi draftado em 2009!

    Em um podcast recente, o Steph admitiu que assim que recebeu a ligação do Warriors — ele foi a 7ª escolha geral —, a primeira coisa que fez foi pegar o celular para procucar onde diabos ficava Golden State. Imagina a cena: Larry Riley (GM na época) e Don Nelson (técnico) ligando todo empolgados, e o Curry ali “ahan, legal, mas… onde fica isso mesmo?”

    O sonho era outro: Nova York

    E olha só que plot twist. O Curry tava de olho mesmo era no New York Knicks. “Tudo que eu pensava era Nova York”, confessou ele. Sinceramente, faz todo sentido né? Jovem de 21 anos, a Big Apple chamando, Madison Square Garden… quem não sonharia?

    Mas aí que tá o lance. Os próprios fãs dos Knicks acabaram criando uma das memórias favoritas dele da noite do draft. Quando o Warriors escolheu o Curry antes do New York ter chance, a torcida no Madison Square Garden surtou — e vaiou ALTO.

    No primeiro momento, o Steph não entendeu nada. Depois caiu a ficha: “Aaah, eles me queriam aqui!” Meio irônico pensar que os fãs que vaiaram são os mesmos que hoje em dia sofrem vendo ele meter 30 pontos no MSG como se fosse brincadeira.

    Quando o destino acerta em cheio

    “Cuidado com o que você deseja”, disse o próprio Curry. E cara, que sorte a dele (e nossa, que acompanhamos essa loucura). O que começou como confusão sobre geografia virou uma das maiores histórias de sucesso da NBA.

    4 títulos da NBA, 2 MVPs, 12 All-Star Games, e o cara que revolucionou o basquete com os arremessos de 3. Imaginem se ele tivesse ido mesmo pros Knicks? Provavelmente ainda estaríamos esperando eles chegarem nos playoffs.

    E vocês, acham que o Curry teria se tornado o mesmo monstro jogando em Nova York? Ou foi essa confusão geográfica que mudou o rumo da NBA para sempre?

    PS: Detalhe mórbido que o próprio Curry mencionou — o draft de 2009 foi no mesmo dia que Michael Jackson morreu (25 de junho). Meio pesado pensar nisso, mas faz parte da história.

  • Kerr renova com Warriors: ‘Não conseguia imaginar deixar o time’

    Kerr renova com Warriors: ‘Não conseguia imaginar deixar o time’

    Cara, o Steve Kerr quase nos deu um susto. Por uma semana inteira, depois da eliminação dos Warriors no play-in, o técnico ficou refletindo se continuaria ou não em Golden State. Spoiler: ele ficou. E ainda bem!

    “Não conseguia imaginar deixar os Warriors”, disse Kerr na sexta-feira, do alto da arena do time, olhando para São Francisco. Mano, essa frase me pegou. Porque sinceramente, depois da temporada frustrante que eles tiveram, muita gente achava que ele ia cair fora mesmo.

    A esposa que deu o toque

    Mas quem convenceu o técnico foi a própria esposa, Margot. Ela mandou a real: “Você pode treinar outros times no futuro, mas nunca mais vai treinar os Warriors”. Olha que conselho certeiro! E Kerr caiu na real na hora.

    “Eu amo esse time, amo nossos jogadores”, confessou ele. E dá pra sentir a sinceridade nas palavras do cara. Não é todo dia que você vê um técnico falando assim, né?

    O processo de renovação foi bem interessante. Kerr conversou várias vezes com o GM Mike Dunleavy Jr. e o dono Joe Lacob. Até chamou o Curry e o Draymond pra conversar, mas deixou bem claro: os jogadores não influenciaram na decisão dele.

    Warriors exigem comprometimento real

    Uma coisa que me chamou atenção foi a exigência da diretoria. Eles não queriam só mais uma temporada “de despedida” – queriam um compromisso real de pelo menos dois anos. E faz sentido total. Ninguém quer um técnico com um pé fora da porta.

    “Precisávamos de um compromisso de vários anos, e Steve nos deu isso de forma inequívoca”, explicou Dunleavy. O GM chegou a confessar que teve várias noites onde foi dormir achando que Kerr não voltaria. Imagina a tensão!

    Mas a realidade é que as expectativas vão ter que mudar um pouco. Curry e Green estão mais velhos, e o time não vai ter os reforços do Jimmy Butler e Moses Moody no início da temporada por causa de lesões.

    Mesmo assim, o Joe Lacob – que todo mundo sabe que é obcecado por títulos – não baixou muito a régua. “Eu sou o dono e não posso deixar de dizer: espero estar nos playoffs todo ano e ter uma chance”, declarou ele pra Kerr.

    Sinceramente? Acho que foi a decisão certa. Kerr ainda tem fogo no olho, e separar essa dupla histórica Curry-Kerr seria uma loucura. E vocês, acham que os Warriors conseguem brigar por playoffs de novo na próxima temporada?

  • Draymond detona após revelação sobre Giannis: ‘Turner quer sair fora’

    Draymond detona após revelação sobre Giannis: ‘Turner quer sair fora’

    Cara, que treta boa essa que rolou nos últimos dias! O Myles Turner do Pacers resolveu abrir o jogo sobre como eram as coisas no Milwaukee Bucks com o Doc Rivers de técnico — e o Giannis que se prepare, porque a bomba estourou.

    Em um podcast com a Breanna Stewart, o Turner contou que sob o comando do Doc Rivers, ninguém era multado por atraso. E quando perguntaram quem era o pior nesse quesito, ele não teve dúvida: “Giannis. O Giannis aparece quando ele quer, cara.”

    Segundo o pivô, a situação chegava ao absurdo. Se o avião estava marcado para decolar às 14h, só saía às 16h30. Jogadores chegavam uma hora atrasados pro voo como se fosse normal. O próprio Turner admitiu que passou a chegar uma hora depois do horário marcado porque sabia que ia dar tempo mesmo.

    O Greek Freak não gostou nada

    Óbvio que o Giannis não deixou passar em branco. No dia seguinte, postou um vídeo brincando com os filhos e escreveu: “Mais um dia melhorando e cuidando da nossa vida”. Jogada de mestre, né? Respondeu sem responder.

    Mas quem não conseguiu ficar quieto foi o Draymond Green. O cara foi direto no Threads e mandou: “Turner tá tentando sair fora de lá.” E olha, sinceramente? Acho que o Draymond acertou em cheio.

    Coincidência? Eu acho que não

    Pensa comigo: o Turner falou isso justamente quando os Bucks estão considerando trocar o Giannis? E justamente quando o próprio Warriors — time do Draymond — tem interesse no grego? Cara, isso não é coincidência não.

    O Myles pode até ter falado a verdade sobre os atrasos, mas escolher revelar isso agora meio que queima o filme do Giannis lá dentro. E vocês acham que foi sem querer? Eu tenho minhas dúvidas…

    A real é que essa situação toda mostra como o vestiário do Milwaukee estava bagunçado na era Doc Rivers. Não é à toa que o time não rendeu como esperado. Disciplina faz diferença, gente! Pergunta pro Popovich se ele deixaria essas coisas passarem…

    Agora é esperar pra ver se essa treta vai influenciar nas possíveis trocas do Giannis nessa offseason. Uma coisa é certa: o Warriors deve estar de olho em tudo isso.

  • Drake manda salve pro Curry no novo álbum — mas detonou LeBron

    Drake manda salve pro Curry no novo álbum — mas detonou LeBron

    Olha, eu não esperava que o novo álbum do Drake ia virar papo de NBA, mas aqui estamos. O cara lançou “Iceman” na quinta-feira e, cara, ele não perdoou ninguém — bom, quase ninguém.

    Enquanto o LeBron tomou uma alfinetada do rapper canadense (coisa que já tava no ar faz tempo), o Stephen Curry ganhou foi elogio. E olha que curioso: Drake mencionou até a faculdade do Curry numa das faixas vazadas.

    “Todo mundo com a camisa 30 azul nas costas”

    A linha que chamou atenção foi essa: “Back when they was asking bout where Davison was at, now everybody got a blue 30 on they back” (algo como “quando perguntavam onde Davidson estava, agora todo mundo tem o 30 azul nas costas”). Mano, isso é genial. Davidson College — aquela faculdadezinha que ninguém conhecia até o Curry aparecer e destruir todo mundo no March Madness de 2008.

    Sinceramente, faz todo sentido. O Curry transformou Davidson numa marca global. Quantas pessoas não conheciam essa universidade antes dele fazer aquelas enterradas absurdas na NCAA? Hoje em dia todo fã de basquete sabe onde fica Davidson.

    Histórico de parcerias entre Drake e Curry

    Não é a primeira vez que o Drake manda um salve pro Chef Curry. Lembram daquele “Steph Curry with the shot boy” lá em 2014? Clássico. E quem esquece o “Golden State running practice at my house” no Summer Sixteen? Irônico que essa música saiu justamente antes dos Warriors perderem pros Cavs do LeBron em 2016.

    O que me chama atenção é como o Drake sempre soube escolher os lados. Ele é torcedor dos Raptors, mas reconhece talento quando vê. E convenhamos — o Curry mudou o jogo pra sempre. Quatro títulos da NBA não mentem.

    Vocês acham que essa proximidade com o Curry tem a ver com aquela treta antiga do Drake com o LeBron? Porque olha, não é coincidência ele exaltar um e alfinetar o outro no mesmo álbum.

    “Iceman” faz parte de uma trilogia que o Drake tá preparando, e os Raptors até ajudaram na promoção com aquelas cadeiras “iced out” num jogo em abril. O cara sabe fazer marketing, não vou mentir.

    E aí, pessoal — acham que vamos ter mais NBA nos próximos álbuns do Drake? Porque depois daquela treta épica com o Kendrick Lamar, parece que o homem tá voltando com tudo pra reconquistar o topo.

  • Steve Kerr virou Swiftie e tá trollando todo mundo nas entrevistas

    Steve Kerr virou Swiftie e tá trollando todo mundo nas entrevistas

    Gente, vocês viram o que o Steve Kerr tá fazendo? O técnico do Warriors simplesmente resolveu que 2024 é o ano de ser Swiftie nas coletivas de imprensa. E olha, eu não sei se isso é genial ou se o cara tá entediado demais com essa temporada dos Warriors.

    Apareceu um vídeo dele citando letra da Taylor Swift de forma super discreta numa entrevista. Ele soltou um “I walked through the door” que é literalmente o começo de “All Too Well” — e quem conhece Swift sabe que essa música é praticamente o hino nacional dos fãs dela. O maluco fez isso com a cara mais séria do mundo, como se fosse só uma frase normal.

    O mestre dos quatro anéis virou comediante

    Cara, pensa na situação: Steve Kerr tem quatro títulos da NBA no currículo, é um dos técnicos mais respeitados da liga, e agora tá se divertindo enfiando letra de pop nas entrevistas só porque pode. Sinceramente? Eu apoio totalmente.

    Ele até admitiu numa matéria da ESPN que faz isso de propósito — fica tentando encaixar o máximo de lyrics da Taylor que conseguir. Imaginem as conversas no grupo da família Kerr depois disso. A filha dele deve estar morrendo de rir (ou de vergonha, né?).

    Warriors em baixa, técnico em alta criatividade

    E olha, faz sentido ele estar assim mais descontraído. Os Warriors não estão exatamente brigando pelo título esse ano — entre lesões e o time envelhecendo, é mais realismo do que sonho mesmo. O Kerr renovou por mais dois anos, provavelmente pra acompanhar o fim da carreira do Curry e do Draymond.

    Então por que não se divertir um pouco? Depois de tantas coletivas sérias falando sobre pick and roll e defesa, o cara descobriu uma forma genial de tornar tudo isso mais interessante. E funcionou — até a própria Taylor Swift achou engraçado quando soube.

    Vocês acham que ele vai conseguir enfiar uma letra de “Shake It Off” na próxima entrevista? Eu apostaria que sim. Steve Kerr pode não estar ganhando anéis nessa temporada, mas tá definitivamente ganhando o coração da internet — e isso também vale alguma coisa, né?

  • Warriors perdendo Terry Stotts e Stackhouse: revolução no comando técnico

    Warriors perdendo Terry Stotts e Stackhouse: revolução no comando técnico

    Cara, não esperava ver os Warriors mexendo tanto na comissão técnica assim. Terry Stotts e Jerry Stackhouse estão de saída do time de assistentes do Steve Kerr — e olha que isso acontece logo depois do Kerr renovar por mais dois anos.

    O timing é meio estranho, não acham? Os Warriors vindo de uma temporada frustrante (37 vitórias e fora dos playoffs), e agora perdem dois caras experientes da comissão. O Stotts já tinha avisado pro Kerr ainda durante a temporada que não ia ficar.

    Saídas que fazem barulho

    Terry Stotts não é qualquer um, pessoal. O cara tem quase 30 anos de experiência, passou nove temporadas comandando o Portland — lembram daqueles times do Lillard que sempre incomodavam nos playoffs? Era ele no comando. Agora tá de olho em outras oportunidades como técnico principal.

    Já o Stackhouse chegou só em julho passado, substituindo o Kenny Atkinson (que foi pro Cleveland). Cara ficou só uma temporada e já vazou. Antes dos Warriors, ele comandou Vanderbilt por cinco anos. É mais um querendo voltar a ser head coach.

    E não para por aí — Chris DeMarco já tinha saído em janeiro pra virar técnico do New York Liberty. Kris Weems assumiu no lugar e deve continuar.

    Willie Green de volta?

    A notícia que mais me chamou atenção: Willie Green pode voltar pros Warriors. O cara já trabalhou com o Kerr entre 2016 e 2019, depois foi pro New Orleans como técnico principal. Agora pode assumir uma das vagas de assistente.

    Sinceramente, faz sentido. Green conhece a casa, tem uma relação boa com o Kerr, e depois da experiência como head coach no Pelicans, volta mais maduro. Além disso, os Warriors precisam de alguém que entenda a cultura deles.

    O que vocês acham dessa reformulação toda? É reflexo da temporada decepcionante ou apenas ciclo natural mesmo? Uma coisa é certa: com Kerr sendo o técnico mais bem pago da liga, a pressão pra voltar aos playoffs em 2024-25 vai ser absurda.

  • Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Cara, o Golden State Warriors está perdendo dois dos principais assistentes técnicos do Steve Kerr de uma vez só. Terry Stotts e Jerry Stackhouse disseram tchau pra Bay Area, e sinceramente? Isso me preocupa um pouco.

    Os dois caras simplesmente não renovaram os contratos e estão atrás de oportunidades como técnicos principais. Olha, eu entendo — ficar de assistente eternamente não é pra qualquer um, ainda mais quando você tem experiência e conhecimento pra assumir um time.

    Stotts e Stackhouse: dupla que funcionava

    Esses dois chegaram ao Warriors antes da temporada 2024-25, depois que o Kenny Atkinson aceitou ser técnico principal do Cleveland Cavaliers. E cara, eles encaixaram bem no esquema do Kerr.

    O Terry Stotts trouxe mais de uma década de experiência como técnico principal e ajudou a estruturar melhor o ataque centrado no Steph Curry. Até teve uma situação hilária onde ele assumiu a coletiva depois que o Kerr foi expulso de jogo em janeiro, falando que estava “poupando uma grana pro Steve”.

    Já o Jerry Stackhouse era o cara da defesa. Ex-jogador da NBA e ex-técnico de Vanderbilt, ele tinha a responsabilidade de cobrar os jogadores — especialmente o Draymond Green. E olha, sabemos que cobrar o Draymond não é tarefa fácil (risos).

    Warriors em reconstrução… de novo

    Agora o time está procurando substitutos, mas cara — não é simples assim encontrar assistentes de qualidade. O Warriors já tinha perdido outro assistente durante a temporada, o Chris DeMarco, que virou técnico principal do New York Liberty na WNBA.

    E convenhamos, a temporada não foi das melhores: 37 vitórias e 45 derrotas, décimo colocado no Oeste e eliminação no play-in tournament. Será que essa saída dos assistentes tem a ver com o desempenho? Ou é só coincidência mesmo?

    Na minha visão, perder dois assistentes experientes de uma vez é complicado. O Kerr vai ter que reconstruir parte da comissão técnica justamente quando o time precisa se reencontrar. Vocês acham que isso pode afetar o desempenho na próxima temporada?

    Uma coisa é certa: tanto Stotts quanto Stackhouse saíram em bons termos. O próprio Terry falou que “foram dois anos gratificantes” e que só tem “bons desejos” pro Warriors. Isso é positivo — pelo menos não teve treta interna.

    Agora é torcer pra que o Kerr encontre assistentes à altura. Porque com Curry chegando nos 40 anos e a necessidade de aproveitar o que resta da janela de títulos, cada detalhe na comissão técnica faz diferença.

  • Steve Kerr quase aposentou? Coach revelou estar 95% decidido a largar tudo

    Steve Kerr quase aposentou? Coach revelou estar 95% decidido a largar tudo

    Cara, imagina a cena: Steve Kerr, técnico dos Warriors há uma década, chega em casa um dia antes do play-in contra os Clippers e fala pro espelho: “Acho que acabou”. O homem estava 95% certo de que ia pendurar as chuteiras. Noventa e cinco por cento! Só faltava assinar a carta de demissão.

    Mas aí, né? O basquete tem dessas coisas. No dia seguinte, os Warriors fizeram um jogaço contra os Clippers — vitória por 126 a 121 numa partida de matar o coração. E Kerr, que tava praticamente com um pé na aposentadoria, mudou de ideia na hora.

    A virada de chave que mudou tudo

    A história é linda, cara. O jornalista da ESPN Wright Thompson estava lá quando aconteceu. No vestiário, depois da vitória, um assistente chegou com as estatísticas e falou que os Warriors só tinham liderado o jogo por quatro minutos e seis segundos. Todo mundo riu, tentando aproveitar o momento. Foi aí que Kerr se virou pro Thompson e sussurrou: “Eu não vou sair”.

    Sinceramente? Eu entendo o cara. Imagina você estar pronto pra largar tudo e de repente seu time faz uma dessas apresentações emocionantes. É viciante mesmo, como ele falou depois. O problema é que os Warriors acabaram perdendo pro Phoenix Suns na sequência e ficaram fora dos playoffs — pelo segundo ano em três temporadas.

    A sombra do Popovich

    O que mais me marcou nessa história toda foi o que Kerr falou sobre Gregg Popovich, seu mentor. Pop sofreu um derrame no ano passado e teve que se aposentar dos Spurs. Kerr viu de perto como é difícil largar esse vício do basquete — o próprio Popovich já tinha “decidido” se aposentar antes, ligou pro Kerr se despedindo, e uma semana depois… assinou extensão de contrato!

    “Eu percebi que ele não conseguia sair”, disse Kerr sobre Pop. “Ele não conseguia simplesmente largar.”

    E agora? Kerr assinou por mais dois anos com os Warriors e continua sendo o técnico mais bem pago da NBA. Mas ele mesmo admite a paranoia: como saber a hora certa de parar? “Você não quer sair cedo demais, mas também não quer sair tarde demais”, falou.

    Olha, na minha opinião, Kerr ainda tem combustível. O cara ganhou quatro títulos com os Warriors, conhece o Curry como ninguém, e agora que o time está meio que se reestruturando (com rumores de que o Draymond pode sair), pode ser que ele tenha mais uns anos de fogo no olho. E vocês, acham que ele vai conseguir se aposentar quando quiser, ou vai ser igual ao Pop e precisar que empurrem ele porta afora?

  • Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Cara, quase perdemos o Steve Kerr! O técnico dos Warriors estava 95% decidido a pendurar as chuteiras após 12 temporadas no comando da franquia. Mas aí aconteceu algo que mudou tudo: a vitória épica sobre os Clippers no play-in.

    “Eu não vou embora”, disse Kerr para sua comissão técnica no vestiário depois da virada contra o Clippers. A esposa dele, Margot, mandou um texto dizendo exatamente a mesma coisa. Imagina a tensão!

    O drama interno que quase tirou Kerr da NBA

    Desde junho do ano passado, o técnico já vinha batendo papo com a família sobre aposentadoria. Na cabeça dele, a dinastia dos Warriors tinha chegado ao fim e ele não queria ser aquele cara que fica além da conta. Sabe como é, né? Ele viu o que aconteceu com o Gregg Popovich no Spurs — o cara simplesmente não conseguia largar o osso.

    “Percebi que ele não conseguia fazer isso”, disse Kerr sobre Pop. “Ele não conseguia se afastar.”

    Mas olha só a ironia: Kerr quase caiu na mesma! Quando chegou o play-in, ele estava praticamente decidido. Até contou para a comissão técnica que a decisão estava quase batida. Só que daí rolou aquela virada absurda contra os Clippers, com Al Horford metendo quatro bolas de três seguidas e o Curry fazendo a jogada decisiva.

    A pressão da família e o papo com Curry

    Depois da vitória, Kerr foi direto na casa do Curry em Atherton para bater um papo franco com o craque. Conversou também com o dono Joe Lacob e o GM Mike Dunleavy. A filha dele, Maddy, deu uma bronca nele por ficar focando no que não gostava no trabalho ao invés das mil coisas boas. E a Margot queria que ele ficasse — até porque isso mantinha o filho Nick e a família por perto.

    “Treinar desbloqueou a melhor versão de mim mesmo”, confessou Kerr. “Acho que tenho medo de perder esse envolvimento diário e propósito que não só alimenta minha alma, mas me ajuda a lidar com minha dor crônica literal.”

    Sinceramente, dá para entender o dilema do cara. Lacob deixou claro que queria ele de volta, e os dois — mesmo depois de algumas divergências durante a temporada — concordaram que o que os Warriors construíram vale a pena ser protegido.

    O futuro ainda reserva surpresas?

    Kerr ligou para o Curry para contar a decisão, e os dois conversaram sobre os planos para frente. Até o Draymond Green entrou na jogada, indo no “Inside the NBA” repetir os temas de uma carta pessoal que Kerr tinha escrito para ele durante uma fase complicada da temporada.

    “Sou igualzinho ao Riley”, riu Kerr, fazendo referência à famosa incapacidade do Pat Riley de se afastar do basquete. E olha que não faltaram ofertas — tinha proposta para virar presidente de time e até voltar para a TV.

    “Eu não sou um cara de terno e gravata”, disse sobre comandar um front office. “Eu quero o apito.”

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa? Eu, particularmente, acho que os Warriors ainda têm lenha para queimar com essa dupla Curry-Kerr. Mas vai saber o que o futuro reserva para essa franquia…