Tag: Hall da Fama

  • LeBron poderia entrar 4x no Hall da Fama? E o Wemby dominando tudo

    LeBron poderia entrar 4x no Hall da Fama? E o Wemby dominando tudo

    Cara, acabei de ouvir uma discussão no podcast The Big Number que me deixou de queixo caído. Os caras estão falando sério quando dizem que o LeBron James poderia entrar quatro vezes separadas no Hall da Fama. Quatro!

    A ideia é que se você pegasse apenas a carreira dele em Cleveland, depois só Miami, depois só Lakers, e por último a atual passagem… cada uma dessas “carreiras” isoladas já seria suficiente para garantir a entrada no Hall da Fama. Monstro é apelido, né?

    Wemby está destruindo Minnesota

    Mas o que mais me chamou atenção foi a análise do Victor Wembanyama nestes playoffs. O francesão simplesmente engoliu o Minnesota Timberwolves inteiro — e olha que os Wolves não são time qualquer.

    É impressionante como esse garoto, com 1 ano e meio de NBA, já está ditando o ritmo defensivo de uma série de playoffs. Tom Haberstroh destacou como o Wemby não só bloqueia, mas altera todos os arremessos que passam perto dele. O cara é um cheat code ambulante.

    Sinceramente? Eu não esperava que ele dominasse TÃO rápido. Pensei que levaria uns 2-3 anos para ele realmente impactar nos playoffs. Como eu estava errado.

    Drama em Philadelphia continua

    E não para por aí. Daryl Morey saiu da gerência geral do Philadelphia 76ers, e isso abre uma caixa de Pandora gigantesca. O que isso significa para o Joel Embiid? E o Paul George que acabou de chegar?

    Na minha visão, essa saída do Morey é péssima para o futuro da franquia. O cara montou esse elenco, trouxe o PG13, e agora vaza? Isso grita problemas internos sérios. Vocês acham que o Embiid fica tranquilo vendo toda essa instabilidade na direção?

    O podcast também bateu na tecla do Julius Randle estar sofrendo nos playoffs (nada novo por aí) e elogiou a temporada de estreia do Dylan Harper. Mas convenhamos — o Harper ainda está longe de ser o foco principal nestas discussões.

    É incrível como uma temporada que começou com tantas expectativas para o Philadelphia está virando essa bagunça toda. Enquanto isso, o Wemby segue calado, só trabalhando e mostrando que veio para ficar no topo mesmo.

  • D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    Olha só que papo interessante rolou: Dwyane Wade foi perguntado sobre quem foram os defensores mais difíceis que ele enfrentou na carreira, e a lista dele é de arrepiar qualquer atacante.

    O Flash montou seu Mount Rushmore dos marcadores mais cascudos: Ron Artest, Kirk Hinrich, Tony Allen e Avery Bradley. E sinceramente? Faz todo sentido essa seleção.

    A lista dos ‘pit bulls’ da NBA

    Ron Artest (que depois virou Metta World Peace) todo mundo já conhece a fama — o cara era simplesmente implacável na defesa. Lembro dele grudando nos melhores pontuadores da liga como se fosse vida ou morte.

    Kirk Hinrich pode até ter passado meio despercebido para quem não acompanhava de perto, mas quem jogou contra ele sabe o sufoco que era. O cara tinha uma intensidade absurda e nunca desistia de uma jogada.

    Tony Allen? Mano, esse aí foi apelidado de “Grindfather” não foi à toa. Primeiro Team All-Defense várias vezes, especialista em fazer a vida dos armadores e alas virar um inferno. E Avery Bradley fechando a lista — outro que fazia questão de grudar no adversário do primeiro ao último segundo.

    Wade sabia o que era sofrer na defesa

    Pra quem marcou mais de 23 mil pontos na carreira (média de 22 por jogo), Wade definitivamente sabia reconhecer quando estava sendo bem marcado. O cara passou por todos os tipos de defesa possíveis em 16 temporadas na NBA.

    Engraçado pensar que mesmo sendo um dos maiores pontuadores da história da posição, Wade sempre respeitou o trabalho dos defensores. Essa humildade de reconhecer quando o adversário fez um baita trabalho é algo que sempre admirei nele.

    E vocês, acham que essa lista está completa ou tem algum nome que ficou de fora? Eu lembro do Kobe sempre falando bem da marcação do Shane Battier também…

    No final das contas, foi justamente passando por esses “testes de fogo” que Wade se tornou o jogador Hall da Fama que conhecemos. Três títulos da NBA, rosto da franquia do Heat por mais de uma década, e agora imortalizado para sempre no basquete.

  • Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Cara, que notícia massa! O lendário Vince Carter foi escolhido para representar o Brooklyn Nets no Draft Lottery deste domingo em Chicago. E olha, não podia ter escolha melhor.

    Depois de entrar no Hall da Fame em 2024 e ter sua camisa aposentada pelo Nets em janeiro passado, o VC vai mais uma vez ser homenageado pela franquia. Só que dessa vez é sobre o futuro — e que futuro promissor, diga-se de passagem.

    A conexão especial com New Jersey

    Muita gente lembra do Vince pelos anos em Toronto, mas sinceramente? Acho que foi em New Jersey que ele realmente brilhou. Chegou lá em dezembro de 2004 numa trade que o jornalista Peter Vecsey chamou de “a mais desequilibrada em 25 anos”. E que desequilibrada mesmo — os Raptors praticamente deram o cara de presente.

    Os números falam por si só: 23.6 pontos por jogo no Nets contra 23.4 em Toronto. E jogou quase a mesma quantidade de partidas (374 vs 403). Mas o mais importante? Ele recuperou toda aquela magia que parecia ter perdido no Canadá.

    O próprio Mr. Whammy — que aliás vai estar lá em Chicago como convidado do Joe Tsai — descreveu o VC de uma forma que me arrepia: “Ele era a estrela de balé da NBA. Você ficava imaginando as coisas que ele fazia e o que viria a seguir. Ele voava, girava embaixo da cesta. Não acho que já houve um jogador tão gracioso quanto Vince Carter.”

    E agora é sobre o futuro

    O Nets tem 14% de chance de pegar a primeira escolha geral e não pode cair abaixo da sétima posição. Não é uma situação ruim, mas vocês sabem como é esse negócio de lottery — sempre dá aquele frio na barriga.

    Outras equipes também escolheram seus ídolos do passado: Chicago com Tony Kukoc e Washington com John Wall. Mas convenhamos, poucos têm a presença e o carisma do VC.

    O Draft Lottery rola às 16h (horário de Brasília) na ESPN. E aí, acham que o Vince vai trazer sorte pro Nets? Eu tô torcendo — sempre gostei dessa combinação de talento veterano representando o futuro da franquia. É isso que faz a NBA ser especial.

  • Lenda do basquete Adrian ‘Odie’ Smith morre aos 89 anos

    Lenda do basquete Adrian ‘Odie’ Smith morre aos 89 anos

    Cara, uma das lendas do basquete americano nos deixou. Adrian “Odie” Smith morreu aos 89 anos no dia 28 de abril, e sinceramente, é o fim de uma era pra quem acompanha a história da NBA.

    Pra vocês terem uma ideia do monstro que esse cara era: campeão universitário com Kentucky em 1958, medalha de ouro nas Olimpíadas de 1960 em Roma, e ainda uma década inteira na NBA. Não é qualquer um que tem um currículo desses, né?

    Do sítio sem luz elétrica para o Hall da Fama

    A história do Smith é dessas que parecem filme. O cara cresceu numa fazenda no interior do Kentucky, numa casa sem energia elétrica nem banheiro interno. E sabe como começou a jogar basquete? Arremessando uma bola caseira numa cesta de pêssegos pregada numa árvore. Absurdo como o destino funciona às vezes.

    Depois de passar por um junior college no Mississippi, conseguiu uma bolsa pra Kentucky. Lá, fez parte do grupo que eles chamavam de “Fiddlin’ Five” — os cinco que trouxeram o título nacional de 1958 pros Wildcats. Média de 10.2 pontos, nada mal pra época.

    NBA e aquela parceria histórica

    Em 1961, Smith chegou na NBA pelo Cincinnati Royals (que hoje é o Sacramento Kings) e teve a sorte de jogar ao lado de Oscar Robertson. Imaginem só essa dupla em quadra! O cara ficou nove temporadas em Cincinnati antes de ser trocado pro Golden State Warriors em 1970.

    Mas aqui que fica interessante: Smith foi MVP do All-Star Game de 1966. Pra um cara de 1,85m numa época que o jogo já estava ficando mais físico, isso mostra o nível técnico que ele tinha.

    Depois da NBA, ainda deu uma passada pela ABA no Virginia Squires, onde foi companheiro de um tal de Julius Erving no primeiro ano do Dr. J como profissional. Vocês conseguem imaginar os treinos desse time?

    Legado de um verdadeiro pioneiro

    Smith foi pro Hall da Fama em 2010, junto com toda aquela equipe olímpica de 1960 que dominou em Roma. E olha, não é todo mundo que consegue ser campeão olímpico, universitário e ainda brilhar por uma década na NBA.

    O que mais me impressiona na história dele é como saiu literalmente do nada — uma fazenda sem energia elétrica — e chegou ao topo do basquete mundial. Isso mostra que talento e determinação realmente não conhecem fronteiras, né?

    Smith deixa o filho Tyler e o irmão Kenny. Aos 89 anos, viveu pra ver o basquete evoluir de uma forma que provavelmente nem imaginava quando arremessava naquela cesta de pêssegos lá no Kentucky rural.

    Descanse em paz, lenda. O basquete fica mais pobre sem você.

  • Oscar Schmidt, nossa lenda eterna, nos deixou aos 68 anos

    Oscar Schmidt, nossa lenda eterna, nos deixou aos 68 anos

    Meu coração tá despedaçado. Oscar Schmidt, o cara que me fez amar basquete ainda criança, morreu aos 68 anos. Quinze anos lutando contra um tumor no cérebro — quinze anos, cara — e mesmo assim manteve aquela força que a gente conhecia dele.

    Pra quem não viveu aquela época, Oscar não era só um jogador. Era O jogador brasileiro. O cara que fazia a gente acordar de madrugada pra assistir as Olimpíadas e acreditar que dava pra ganhar dos americanos. E olha que conseguiu mesmo, né?

    O Mão Santa que nunca jogou na NBA

    Oscar foi provavelmente o melhor jogador de basquete que nunca pisou numa quadra da NBA. Imagina isso — Larry Bird falando que queria ter jogado contra ele. Larry Bird! O cara foi draftado pelo Nets em 84, participou do training camp, mas escolheu continuar na Itália.

    Hoje eu entendo a decisão dele. Na época, não tinha garantia nenhuma de espaço na liga, e lá ele já era tratado como rei. Kobe chegou a falar que Oscar era “seu cara”, que ele era “Bird antes de eu ter chance de ver o que Bird era”. Isso porque Kobe cresceu vendo Oscar jogar contra o pai dele na Itália.

    O mais absurdo? Ele começou a carreira profissional aos 16 e só parou aos 45. Quase 30 anos de carreira. Monstro.

    Os recordes que ninguém quebra

    Olha só esses números: 1.093 pontos em Olimpíadas (recorde absoluto), 906 pontos em Mundiais (também recorde). Oficiosamente, é o segundo maior pontuador da história do basquete profissional, atrás só do LeBron.

    Mas pra mim, o jogo mais icônico foi aquele Pan de 87, em Indianápolis. Brasil perdendo por 20 pontos pros americanos cheios de futuros astros da NBA — David Robinson, Danny Manning… Aí o Oscar simplesmente meteu 46 pontos, sendo 35 só no segundo tempo, e a gente virou o jogo. Virou! Contra os Estados Unidos!

    Eu lembro do meu pai gritando na sala assistindo aquilo. Foi o dia que aprendi que brasileiro pode sim jogar basquete no mais alto nível.

    Legado eterno

    Hall da Fama da NBA em 2013, apresentado pelo próprio Larry Bird. Hall da Fama da FIBA em 2010. Cinco Olimpíadas, quatro Mundiais. No Rio 2016, foi um dos porta-bandeiras na cerimônia de abertura — merecidíssimo.

    Vocês acham que algum dia vamos ter outro jogador brasileiro com esse impacto mundial? Sinceramente, acho difícil. Oscar era de uma geração diferente, quando um cara podia ficar 15 anos arrebentando na Europa e ser respeitado mundialmente por isso.

    O “Mão Santa” se foi, mas deixou uma coisa que ninguém tira da gente: a certeza de que brasileiro pode jogar basquete de igual pra igual com qualquer um no mundo. Obrigado por tudo, Oscar. Você sempre será nosso eterno camisa 14.

  • Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Doc Rivers pode largar tudo pelos netos: “É hora de vê-los mais”

    Cara, o Doc Rivers praticamente já tem um pé fora do Milwaukee — e o motivo é dos mais nobres possíveis. O veterano técnico dos Bucks, que tá indo pro Hall da Fama esse ano, deu a entender que pode pendurar as chuteiras quando essa temporada desastrosa acabar.

    O motivo? Os netos dele.

    “Não vou responder isso, mas eu tenho netos que quero ver”, disse Rivers pros repórteres quando perguntaram sobre o futuro dele. “Vou deixar vocês descobrirem o resto.”

    E olha, eu entendo perfeitamente o cara. Rivers tem 64 anos, é o técnico em atividade com mais vitórias na NBA (sexto de todos os tempos), já ganhou um título em 2008 com o Boston — tem mais o que provar não.

    Temporada de pesadelo em Milwaukee

    Sinceramente, depois do que foi essa temporada dos Bucks, eu também estaria pensando em aposentar. A equipe começou com sonhos de título, tinha o Giannis (quando não tava machucado), contrataram o Myles Turner… e deu no que deu.

    Começaram 8-5 e depois perderam sete seguidas. Desde novembro que não conseguem nem ficar no top 8 do Leste. O Giannis jogou apenas 36 partidas — de longe o menor número da carreira de 13 anos dele. E pra piorar, rolou até especulação sobre trocar o Greek Freak!

    “A parte difícil de tudo isso é que eu tô no meio quando não tenho nada a ver com isso”, desabafou Rivers na semana passada. “Técnicos não decidem nada disso. Mas o problema da nossa liga é que os técnicos ficam na frente e temos que responder essas perguntas.”

    “Sete netos, todos com 8 anos ou menos”

    Mas voltando ao que realmente importa pra ele agora. Rivers foi bem claro sobre suas prioridades: “Tenho seven netos agora e todos têm 8 anos ou menos. E me mata toda vez que perco o dia dos avós na escola de cada um deles. Provavelmente é hora de vê-los mais.”

    Mano, isso aí é muito real. Quem tem neto sabe — esses momentos não voltam. O cara já provou tudo o que tinha que provar no basquete. Rivers entrou no meio da temporada 2023-24 em Milwaukee tentando salvar o barco, mas às vezes não tem jeito mesmo.

    E se ele realmente aposentar, pode apostar que as emissoras vão brigar pra contratar ele como comentarista. O cara já trabalhou na TV antes e tem aquela personalidade que funciona bem nos estúdios.

    Vocês acham que ele realmente vai parar? Ou é só pressão do momento depois dessa temporada frustrante? Eu, particularmente, acho que depois de ir pro Hall da Fama, com sete netinhos esperando o vovô em casa… talvez seja mesmo hora de uma nova fase na vida do Doc Rivers.

  • Doc Rivers pode deixar o Bucks por causa dos netos

    Doc Rivers pode deixar o Bucks por causa dos netos

    Olha, eu não esperava essa. Doc Rivers praticamente sinalizou que pode pendurar as chuteiras de técnico quando a temporada dos Bucks acabar — e o motivo é dos mais humanos possíveis: ele quer passar mais tempo com os netos.

    “Eu não vou responder isso, mas eu tenho netos que eu quero ver”, disse Rivers aos repórteres antes do jogo contra o Brooklyn. “Vou deixar assim. Deixo vocês tirarem suas conclusões.”

    Cara, dá pra sentir o peso nas palavras dele. Rivers tem 64 anos, ainda tem mais um ano de contrato, mas a diretoria dos Bucks vai decidir sobre o futuro dele na próxima semana. E sinceramente? Depois da temporada que eles tiveram, eu não culparia ninguém por querer dar uma pausa.

    Uma temporada pra esquecer

    Milwaukee entrou na temporada sonhando com o título. Tinham o Giannis, contrataram o Myles Turner na free agency… parecia que ia dar tudo certo. Só que não deu.

    Começaram 8-5, aí perderam sete seguidas e nunca mais se recuperaram. Ficaram fora do playoff, rolaram rumores de trade do Giannis (imagina só), e ainda por cima o astro grego apareceu em apenas 36 jogos — o menor número da carreira dele.

    Rivers ficou no meio dessa confusão toda, tendo que responder sobre o futuro do Giannis sem ter poder de decisão sobre nada. “A parte difícil de tudo isso é que eu estou no meio quando não tenho nada a ver com isso”, desabafou o técnico.

    Mais que um técnico, um avô

    Mas o que mais me tocou foi quando Rivers falou dos netos. “Eu tenho sete netos agora e todos têm 8 anos ou menos. E me mata toda vez que eu perco o dia dos avós de cada um deles na escola.”

    Pô, isso aí é real. O cara é o sexto técnico com mais vitórias na história da NBA, vai entrar no Hall da Fama esse verão, ganhou um anel com o Celtics em 2008… mas no final das contas, família é família né?

    E vocês, acham que Rivers deveria mesmo dar uma pausa? Ou será que Milwaukee consegue convencer ele a ficar mais uma temporada?

    Se ele realmente sair, certeza que vira comentarista — o cara já fez TV antes e tem carisma de sobra. Mas sabe como é, tem hora que a gente tem que escolher entre a carreira e momentos que não voltam mais. E esses primeiros anos dos netos? Passam voando.

  • Mike D’Antoni no Hall da Fama? Era questão de tempo mesmo

    Mike D’Antoni no Hall da Fama? Era questão de tempo mesmo

    Galera, chegou a notícia que muita gente já esperava: Mike D’Antoni vai ser induzido ao Basketball Hall of Fame! O cara que revolucionou o basquete moderno com aquele estilo louco de “Seven Seconds or Less” finalmente vai ter o reconhecimento que merece.

    Pra quem acompanha NBA há um tempo, sabe que o D’Antoni é um dos técnicos mais influentes da história recente. O maluco praticamente inventou esse basquete de hoje que a gente vê — espaçamento, arremessos de 3, transição rápida. Era o “small ball” antes mesmo da galera saber que isso existia.

    Os anos mágicos em Houston

    Aqui nos Rockets (2016-2020), o D’Antoni fez história. Cara, 217 vitórias em 318 jogos — um aproveitamento de 68,2% que é ABSURDO. É o maior winning percentage da história da franquia, ficando na frente até do lendário Rudy Tomjanovich.

    E aquela temporada 2017-18? Monstro demais. 65 vitórias em 82 jogos, James Harden MVP, e o Rockets chegando a 7 pontos de eliminar os Warriors do Kevin Durant na semifinal do Oeste. Se o Chris Paul não tivesse se machucado… cara, acho que teríamos visto um final completamente diferente.

    Na minha visão, aquele time dos Rockets era uma máquina ofensiva perfeita. O D’Antoni pegou o Harden e transformou ele no MVP mais dominante que a gente viu em anos recentes. Era triple-double atrás de triple-double, enterradas, arremessos de 3 impossíveis — um show à parte.

    O legado de um visionário

    Sinceramente acho que o D’Antoni não ganha o crédito que merece. O cara mudou a NBA pra sempre. Aquele Phoenix Suns dos anos 2000 com Steve Nash? Era outro planeta. Correria pura, bandeja atrás de bandeja, jogadas que deixavam todo mundo de queixo caído.

    Olha, eu sei que ele nunca ganhou um anel como técnico — e isso dói um pouco quando a gente pensa no quão perto chegou. Mas vamos ser honestos: quantos técnicos podem dizer que mudaram a cara do basquete mundial? É um grupo bem seleto, e o D’Antoni definitivamente faz parte dele.

    A cerimônia vai rolar nos dias 14 e 15 de agosto de 2026 em Springfield. E vocês, acham que era questão de tempo mesmo ou demoraram pra reconhecer o trabalho do cara? Pra mim, já deveria ter rolado há um tempo — mas melhor tarde do que nunca, né?

  • Hall da Fama 2026: Stoudemire e Doc Rivers finalmente lá!

    Hall da Fama 2026: Stoudemire e Doc Rivers finalmente lá!

    Galera, saiu a lista da classe de 2026 do Basketball Hall of Fame e, cara, que seleção sensacional! Finalmente o Amar’e Stoudemire vai entrar no lugar que sempre mereceu.

    O ex-pivô/ala-pivô dos Suns foi um dos destaques anunciados no Final Four da NCAA, em Indianapolis. Seis vezes All-Star, o cara foi um monstro absoluto nos seus tempos de Phoenix ao lado do Nash. Quem acompanhou a NBA nos anos 2000 sabe o show que ele dava — aquelas enterradas eram de outro mundo.

    Doc Rivers também na lista

    Junto com Stoudemire, Doc Rivers finalmente recebe o reconhecimento que merece. Mais de 1.190 vitórias na carreira (Orlando, Boston, Clippers, Sixers e agora Milwaukee), campeão da NBA em 2008 com os Celtics. Técnico do Ano em 2000.

    Sinceramente, demorou. O cara construiu uma carreira sólida e sempre foi respeitado pelos jogadores. Lembram daquela final de 2008 contra o Lakers? Que trabalho espetacular ele fez com aquele time do Big Three.

    As surpresas e outras seleções

    Mike D’Antoni também entrou — e aqui eu fico dividido. O ‘Seven Seconds or Less’ revolucionou o basquete moderno, isso é fato. Mas será que uma carreira sem títulos da NBA merece o Hall? Enfim, a contribuição tática dele foi enorme.

    Do lado feminino, Elena Delle Donne e Chamique Holdsclaw vão ser exaltadas, junto com o time olímpico feminino de 1996 que ganhou ouro em Atlanta. Esse time foi histórico — primeiro de oito ouros consecutivos para as americanas.

    Mark Few (Gonzaga), Joey Crawford (aquele árbitro que expulsava todo mundo) e vários outros técnicos completam a lista. Crawford apitou por 39 temporadas — imaginem quantas discussões esse cara viu na carreira!

    E aí, o que vocês acham dessa seleção? Stoudemire mereceu mesmo ou demorou demais para entrar? A cerimônia vai rolar em agosto, em Springfield. Vai ser emocionante ver esses caras recebendo o reconhecimento.

  • Amar’e no Hall da Fama! Classe de 2026 é confirmada

    Amar’e no Hall da Fama! Classe de 2026 é confirmada

    Gente, que notícia sensacional! A NBA acabou de anunciar a turma de 2026 do Hall da Fama e tem umas lendas absurdas na lista. O destaque brasileiro vai todo pro Amar’e Stoudemire — sim, aquele monstro que destruía os garrafões nos anos 2000.

    Cara, eu lembro perfeitamente do Amar’e nos Suns. Aquelas enterradas dele com o Steve Nash dando as assistências eram de outro mundo. Seis vezes All-Star, cinco seleções pro All-NBA e Novato do Ano em 2003. O maluco merecia demais essa homenagem.

    Uma turma de peso

    Mas não é só o Amar’e não. A Candace Parker também tá lá — três títulos da WNBA e duas vezes MVP da liga. Sinceramente, ela revolucionou o basquete feminino. E o Doc Rivers? Cara que ganhou o título de 2008 com os Celtics e é o sexto técnico com mais vitórias na história da NBA.

    O que mais me impressiona é a diversidade dessa classe. Tem desde o Joey Crawford (aquele árbitro que todo mundo conhece) até o Mike D’Antoni — o cara que inventou o “seven seconds or less” nos Suns. Apitou mais de 2.500 jogos na temporada regular e 374 nos playoffs. Imagina a pressão que esse homem já passou!

    E aquela emoção toda?

    A declaração do Amar’e me pegou no coração: “Significa tudo do ponto de vista do basquete. Você joga porque ama, trabalha pra ser o melhor possível, e agora estar no Hall da Fama mostra que os eleitores reconhecem isso. Agora estamos eternizados.”

    Poxa, que palavras! É isso que o basquete representa — paixão, dedicação e o reconhecimento de uma carreira inteira dedicada ao esporte.

    O Mark Few do Gonzaga também tá na lista (773 vitórias como técnico, duas finais do March Madness) e a Elena Delle Donne, que foi duas vezes MVP da WNBA. Ah, e não posso esquecer do time feminino americano de 1996 — aquele que levou ouro nas Olimpíadas com dez futuras integrantes do Hall da Fama.

    E aí, pessoal? Acham que essa turma tá completa ou tinha alguém mais que merecia estar junto? A cerimônia vai ser em agosto e eu já tô ansioso pra ver os discursos!