Tag: Hall da Fama

  • Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    O basquete americano perdeu uma lenda ontem. Rick Adelman, técnico histórico do Portland Trail Blazers e um dos grandes nomes da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. Cara, é dessas notícias que te pegam de surpresa e fazem você parar pra lembrar de tudo que esse cara representou.

    29 anos na liga. VINTE E NOVE. Sendo que 23 deles como técnico principal. O maluco simplesmente viveu e respirou NBA por quase três décadas. E não foi qualquer passagem não — Adelman levou os Blazers pra duas finais consecutivas em 1990 e 1992. Imagina a emoção de Portland naquela época?

    Mais que um técnico, uma instituição

    O que mais me impressiona no Adelman é a longevidade. O cara não foi só técnico dos Blazers — passou por Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. 1.042 jogos dirigidos, que o coloca como 10º na história da NBA. Absurdo, né?

    E antes de ser técnico, ele jogou! Oito temporadas como jogador (1968-1975), sendo três justamente em Portland. Então ele conhecia a organização por dentro e por fora. Talvez seja por isso que conseguiu extrair o melhor daqueles times dos Blazers no início dos anos 90.

    O legado continua vivo

    Aqui vem uma curiosidade que vocês talvez não saibam: o filho dele, David Adelman, é o atual técnico do Denver Nuggets. O basquete realmente corre no sangue da família. Rick foi casado com Mary Kay por 56 anos (que relacionamento sólido!), pai de seis filhos e avô de doze netos.

    A Associação dos Técnicos da NBA fez questão de destacar que Adelman será lembrado “não apenas como técnico e jogador, mas como mentor de muitos na comunidade do basquete”. E olha, entrando no Hall da Fama em 2021, ele teve o reconhecimento que merecia em vida.

    Sinceramente, acho que a gente às vezes não valoriza o suficiente esses caras que dedicaram a vida inteira ao esporte. Rick Adelman foi dessas figuras que ajudaram a construir a NBA que conhecemos hoje. Portland pode estar passando por mudanças com a nova direção, mas a memória desse cara vai ficar pra sempre na franquia.

    Descanse em paz, lenda. O basquete fica mais pobre sem você.

  • Morreu Rick Adelman, o técnico que fez os Kings voarem nos anos 2000

    Morreu Rick Adelman, o técnico que fez os Kings voarem nos anos 2000

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, que foi simplesmente O TÉCNICO do Sacramento Kings nos anos 2000, morreu aos 79 anos. E olha, não tô exagerando quando digo que ele foi o cara que mais entendeu de basquete naquela franquia.

    395 vitórias pelo Kings. Trezentos e noventa e cinco. É o recorde da franquia até hoje, e olha que já faz tempo que ele saiu de lá. O maluco levou Sacramento pros playoffs em TODAS as oito temporadas que comandou o time (1998-2006). Isso é coisa de monstro, gente.

    O Sacramento que a gente lembra com carinho

    Quem acompanha NBA há mais tempo sabe: aqueles Kings do início dos anos 2000 eram um espetáculo à parte. Chris Webber, Peja Stojakovic, Vlade Divac, Jason Williams (o White Chocolate!)… Era um basquete que dava gosto de assistir. E quem comandava aquela orquestra? Rick Adelman.

    O cara tinha 1.042 vitórias na temporada regular na carreira toda – décimo maior número da história da NBA. Não é pouca coisa, não. E a parte mais doída? Os Kings nunca mais foram os mesmos depois que ele saiu. Ficaram 16 anos sem ir pros playoffs! Dezesseis! E a última série de playoffs que ganharam foi em 2004, ainda com ele no comando.

    Muito mais que os Kings

    Antes de chegar em Sacramento, Adelman já tinha mostrado serviço. Levou o Portland Trail Blazers pra duas Finais da NBA – perderam pro Detroit Pistons em 1990 e pro Chicago Bulls em 1992. Imagina se tivesse ganhado uma dessas? (Mas convenhamos, aquele Bulls do Jordan era difícil mesmo.)

    O que mais me impressiona é a consistência do cara. Começou como jogador – foi draftado pelo San Diego Rockets em 1968, saído da Loyola Marymount. Jogou sete temporadas na NBA antes de virar técnico. E quando virou, virou pra valer.

    A organização dos Kings soltou uma nota linda, falando que ele “representou o que há de melhor no basquete de Sacramento” e que inspirava todo mundo “com humildade, integridade e uma crença inabalável no poder do trabalho em equipe”.

    Sinceramente? Acho que é isso mesmo. Rick Adelman era daqueles técnicos old school, que entendia que basquete é jogo coletivo. Não à toa conseguiu tirar o melhor daquele elenco dos Kings que, no papel, talvez não fosse o mais talentoso da liga, mas jogava um basquete que era pura poesia.

    Descanse em paz, coach. E obrigado por ter nos dado aqueles Kings inesquecíveis dos anos 2000.

  • Morre Rick Adelman, o técnico que fez Sacramento virar show

    Morre Rick Adelman, o técnico que fez Sacramento virar show

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, o lendário técnico que transformou o Sacramento Kings no “Greatest Show on Court”, morreu ontem aos 79 anos.

    Eu não vou mentir — quando penso nos Kings dos anos 2000, a primeira coisa que vem na cabeça é aquele time absurdamente divertido do Chris Webber, Vlade Divac, Peja Stojakovic e companhia. E por trás de tudo isso estava o Adelman, fazendo mágica na beira da quadra.

    O homem que criou o melhor Kings da história

    Olha só os números: cinco temporadas consecutivas com mais de 50 vitórias (2000-2005), uma final de conferência em 2002 que quase — QUASE — tirou os Lakers do Shaq e Kobe. Aquele time jogava um basquete que era pura arte, mano. Movimentação de bola, passes sem olhar, enterradas do Webber… Era outro nível.

    A Sports Illustrated não chamou eles de “Greatest Show on Court” à toa. Sinceramente, acho que foi o auge do basquete coletivo na NBA moderna. E o Adelman era o maestro de tudo isso.

    O que mais me impressiona? O cara conseguiu 1.042 vitórias como técnico — décimo maior número da história da NBA. Passou pelos Warriors (1995-97), fez história em Sacramento, ainda deu uma passada pelo Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. Quase 30 anos na beira da quadra, monstro.

    Legado que vai além das quadras

    O que me deixa ainda mais emocionado é ver como todo mundo fala dele como pessoa. O comunicado dos Kings foi lindo: “humildade, integridade, bondade”. Adam Silver, o comissário da NBA, falou que ele era “um estrategista brilhante e professor do jogo, e uma pessoa ainda melhor”.

    E tem um detalhe que muita gente não sabe: o filho dele, David Adelman, é técnico do Denver Nuggets hoje. O basquete literalmente corre na veia da família.

    Vocês conseguem imaginar como deve estar sendo difícil pro David processar essa perda? Perder o pai que te inspirou a seguir o mesmo caminho…

    Rick Adelman entrou pro Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo. Mas pra mim, o maior reconhecimento dele vai ser sempre aquela geração de fãs dos Kings que cresceu vendo aquele basquete mágico dos anos 2000.

    Descanse em paz, técnico. Obrigado por nos dar uma das épocas mais divertidas da NBA moderna. Sacramento nunca mais foi a mesma coisa depois que você saiu.

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Cara, é sempre difícil escrever sobre a partida de uma lenda. Rick Adelman nos deixou ontem aos 79 anos, e sinceramente, perdi um dos técnicos que mais admirava na NBA. O cara simplesmente dedicou quase 30 anos da vida dele comandando times na liga — e que legado, meu amigo.

    Olha só os números: 1.042 vitórias em 29 temporadas como técnico. Décimo colocado na lista de todos os tempos! Só 11 caras na história da NBA conseguiram passar das 1.000 vitórias. Isso é ser monstro demais.

    O período dourado em Portland

    Quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do Adelman comandando aquele Portland dos anos 90. Duas finais consecutivas — 1990 e 1992. Na primeira, perderam pro Detroit do Bad Boys (que time bruto aquele era). Dois anos depois, deram de cara com o Bulls do Jordan no auge. Imagina a frustração, mas que campanhas épicas.

    E pensar que o cara começou como jogador mediano — 7.7 pontos por jogo em sete temporadas. Prova de que nem sempre quem joga melhor vira o melhor técnico, né? O Adelman encontrou sua verdadeira vocação no banco de reservas.

    Sacramento: onde virou ídolo mesmo

    Mas foi em Sacramento que o Rick realmente brilhou. Oito temporadas comandando os Kings (1998-2006), e pasmem: playoffs em TODAS elas. Vocês têm noção do que isso significa? Os Kings eram piada antes dele chegar. Depois que saiu, voltaram pros playoffs apenas uma vez até hoje.

    Aquele time dos Kings era absurdo de assistir. Um basquete fluido, bonito, que fazia qualquer um se apaixonar pelo esporte. E olha que eles chegaram na final da Conferência Oeste uma vez — quase desbancaram os Lakers numa época que o Shaq e Kobe dominavam tudo.

    “Rick Adelman representou o melhor do basquete de Sacramento”, disse o time em nota oficial. E não é exagero não. O cara transformou uma franquia.

    Legado de família

    Uma curiosidade que poucos sabem: o filho dele, David Adelman, é técnico principal do Denver Nuggets hoje em dia. Imagina a pressão de seguir os passos do pai? Mas pelo visto o talento é genético mesmo.

    Rick foi induzido ao Hall da Fama em 2021 — reconhecimento mais do que merecido. Em 2023, ainda ganhou o prêmio Chuck Daly de conquista vitalícia da associação de técnicos. O respeito que ele tinha entre os colegas era absurdo.

    Deixa seis filhos e a esposa Mary Kay. Uma família que sempre esteve ao lado dele durante essa jornada incrível pela NBA.

    Descanse em paz, Rick. Você ensinou muito sobre basquete e sobre ser humano também. E aí, pessoal — quem vocês acham que mais merece estar no Hall da Fama entre os técnicos atuais?

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu nesta segunda-feira aos 79 anos. E olha, quando eu falo respeitado, não é força de expressão não — estamos falando de um cara que revolucionou o basquete moderno.

    Adelman comandou times da NBA por incríveis 29 temporadas, passando por Portland Trail Blazers, Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. O resultado? Um cartel de 1.042 vitórias contra 749 derrotas — mais de 58% de aproveitamento. Monstro.

    O cara que fez Sacramento voar

    Mas se tem uma passagem que define o legado do Adelman, foi em Sacramento. Sinceramente, aqueles Kings do início dos anos 2000 jogavam um basquete que era poesia pura. Chris Webber pivoteando no garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojaković chovendo de três, Jason Williams com dribles que não faziam sentido nenhum.

    O sistema do Adelman era genial: ele botava os pivôs pra comandar a jogada do meio da quadra, criando um basquete fluido que ninguém conseguia parar. Os Kings foram top 3 em pontos por jogo durante cinco anos consecutivos (1998-2003). Cinco anos! Era videogame, gente.

    E olha que curioso: o filho dele, David Adelman, tá hoje comandando o Denver Nuggets com o Jokić. O DNA do basquete inteligente passou de pai pra filho — e o Nikola é praticamente a evolução daquilo que o Rick criou em Sacramento.

    Muito mais que Sacramento

    Antes de Sacramento, Adelman já tinha feito história em Portland. Levou os Blazers pra duas finais da NBA (1990 e 1992) com Clyde Drexler voando pelos ares. Não deu pra ganhar o anel, mas foram jogos épicos contra os Bulls do Jordan — e olha que não é pouca coisa chegar lá.

    Como jogador, o cara também deu seus rolos na liga por sete temporadas. Nada espetacular nos números (7.7 pontos, 2.4 rebotes), mas aquela escola antiga que ensinava basquete de verdade.

    Entrou pro Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo, por sinal. E em 2023 ganhou o prêmio Chuck Daly de carreira. Reconhecimento que chegou na hora certa.

    O que mais me impressiona no Adelman é como ele antecipou o basquete moderno. Aquele sistema de “corners” dele, com pivôs distribuindo jogo, movimento sem bola constante… cara, isso é NBA hoje em dia! Ele tava uns 20 anos na frente do tempo.

    Descanse em paz, lenda. O basquete perdeu um visionário, mas o legado fica pra sempre. E vocês, qual foi o time do Adelman que mais marcou vocês?

  • NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    Cara, que notícia triste chegou hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, não é exagero falar que perdemos uma verdadeira lenda do basquete americano.

    Pra quem acompanha a liga há mais tempo, o nome Adelman é sinônimo de basquete inteligente e de qualidade. O cara levou o Portland Trail Blazers pra duas Finais — em 1990 e 1992. Imaginem só a pressão que deve ser chegar lá duas vezes! E mesmo perdendo (uma pro Detroit “Bad Boys” e outra pro Chicago do Jordan), ele mostrou que sabia como montar um time pra brigar pelo título.

    Os Kings inesquecíveis de Sacramento

    Mas sinceramente, acho que o trabalho mais icônico do Adelman foi com o Sacramento Kings. Mano, aquele time de 2002 quase derrubou os Lakers do Shaq e Kobe nas Finais do Oeste. QUASE. Até hoje os fãs dos Kings acreditam que foram roubados naquela série — e olha que eu nem torço pra eles, mas aquele basquete era absurdo de bonito.

    O Kings disse em nota que Adelman “ajudou a definir uma era do basquete dos Kings que inspirou nossa cidade e cativou fãs ao redor do mundo”. E é verdade mesmo. Chris Webber, Vlade Divac, Peja Stojaković, Mike Bibby… Esse time jogava um basquete que era arte pura. Quem assistiu não esquece.

    Rick ficou oito temporadas em Sacramento e transformou completamente a franquia. Antes dele, os Kings eram só mais um time perdido na NBA. Com ele, viraram protagonistas e quase campeões.

    Um legado que continua na família

    E tem um detalhe que sempre me impressiona: o filho dele, David Adelman, é o técnico atual do Denver Nuggets. Imaginem a pressão que deve ser carregar esse sobrenome? Mas o cara tem feito um trabalho sólido em Denver, mostrando que a maçã não caiu longe da árvore.

    Adelman ainda passou pelo Minnesota Timberwolves no final da carreira, encerrando em 2014. Foi reconhecido pelo Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo — e ganhou o Chuck Daly Lifetime Achievement Award em 2023.

    Olha, técnicos como o Rick são raros hoje em dia. O cara entendia o jogo de uma forma diferente, sempre priorizou o coletivo sobre as estrelas individuais. Nunca foi daqueles técnicos famosos por gritar ou fazer show — era pura competência técnica.

    Vocês acham que ainda existem técnicos como ele na NBA de hoje? Porque pra mim, a liga perdeu muito desse estilo de basquete mais cerebral que o Adelman representava. Descanse em paz, lenda.

  • LeBron poderia entrar 4x no Hall da Fama? E o Wemby dominando tudo

    LeBron poderia entrar 4x no Hall da Fama? E o Wemby dominando tudo

    Cara, acabei de ouvir uma discussão no podcast The Big Number que me deixou de queixo caído. Os caras estão falando sério quando dizem que o LeBron James poderia entrar quatro vezes separadas no Hall da Fama. Quatro!

    A ideia é que se você pegasse apenas a carreira dele em Cleveland, depois só Miami, depois só Lakers, e por último a atual passagem… cada uma dessas “carreiras” isoladas já seria suficiente para garantir a entrada no Hall da Fama. Monstro é apelido, né?

    Wemby está destruindo Minnesota

    Mas o que mais me chamou atenção foi a análise do Victor Wembanyama nestes playoffs. O francesão simplesmente engoliu o Minnesota Timberwolves inteiro — e olha que os Wolves não são time qualquer.

    É impressionante como esse garoto, com 1 ano e meio de NBA, já está ditando o ritmo defensivo de uma série de playoffs. Tom Haberstroh destacou como o Wemby não só bloqueia, mas altera todos os arremessos que passam perto dele. O cara é um cheat code ambulante.

    Sinceramente? Eu não esperava que ele dominasse TÃO rápido. Pensei que levaria uns 2-3 anos para ele realmente impactar nos playoffs. Como eu estava errado.

    Drama em Philadelphia continua

    E não para por aí. Daryl Morey saiu da gerência geral do Philadelphia 76ers, e isso abre uma caixa de Pandora gigantesca. O que isso significa para o Joel Embiid? E o Paul George que acabou de chegar?

    Na minha visão, essa saída do Morey é péssima para o futuro da franquia. O cara montou esse elenco, trouxe o PG13, e agora vaza? Isso grita problemas internos sérios. Vocês acham que o Embiid fica tranquilo vendo toda essa instabilidade na direção?

    O podcast também bateu na tecla do Julius Randle estar sofrendo nos playoffs (nada novo por aí) e elogiou a temporada de estreia do Dylan Harper. Mas convenhamos — o Harper ainda está longe de ser o foco principal nestas discussões.

    É incrível como uma temporada que começou com tantas expectativas para o Philadelphia está virando essa bagunça toda. Enquanto isso, o Wemby segue calado, só trabalhando e mostrando que veio para ficar no topo mesmo.

  • D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    D-Wade revela os 4 defensores mais cascudos que enfrentou na carreira

    Olha só que papo interessante rolou: Dwyane Wade foi perguntado sobre quem foram os defensores mais difíceis que ele enfrentou na carreira, e a lista dele é de arrepiar qualquer atacante.

    O Flash montou seu Mount Rushmore dos marcadores mais cascudos: Ron Artest, Kirk Hinrich, Tony Allen e Avery Bradley. E sinceramente? Faz todo sentido essa seleção.

    A lista dos ‘pit bulls’ da NBA

    Ron Artest (que depois virou Metta World Peace) todo mundo já conhece a fama — o cara era simplesmente implacável na defesa. Lembro dele grudando nos melhores pontuadores da liga como se fosse vida ou morte.

    Kirk Hinrich pode até ter passado meio despercebido para quem não acompanhava de perto, mas quem jogou contra ele sabe o sufoco que era. O cara tinha uma intensidade absurda e nunca desistia de uma jogada.

    Tony Allen? Mano, esse aí foi apelidado de “Grindfather” não foi à toa. Primeiro Team All-Defense várias vezes, especialista em fazer a vida dos armadores e alas virar um inferno. E Avery Bradley fechando a lista — outro que fazia questão de grudar no adversário do primeiro ao último segundo.

    Wade sabia o que era sofrer na defesa

    Pra quem marcou mais de 23 mil pontos na carreira (média de 22 por jogo), Wade definitivamente sabia reconhecer quando estava sendo bem marcado. O cara passou por todos os tipos de defesa possíveis em 16 temporadas na NBA.

    Engraçado pensar que mesmo sendo um dos maiores pontuadores da história da posição, Wade sempre respeitou o trabalho dos defensores. Essa humildade de reconhecer quando o adversário fez um baita trabalho é algo que sempre admirei nele.

    E vocês, acham que essa lista está completa ou tem algum nome que ficou de fora? Eu lembro do Kobe sempre falando bem da marcação do Shane Battier também…

    No final das contas, foi justamente passando por esses “testes de fogo” que Wade se tornou o jogador Hall da Fama que conhecemos. Três títulos da NBA, rosto da franquia do Heat por mais de uma década, e agora imortalizado para sempre no basquete.

  • Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Vince Carter vai representar o Nets no Draft Lottery da NBA

    Cara, que notícia massa! O lendário Vince Carter foi escolhido para representar o Brooklyn Nets no Draft Lottery deste domingo em Chicago. E olha, não podia ter escolha melhor.

    Depois de entrar no Hall da Fame em 2024 e ter sua camisa aposentada pelo Nets em janeiro passado, o VC vai mais uma vez ser homenageado pela franquia. Só que dessa vez é sobre o futuro — e que futuro promissor, diga-se de passagem.

    A conexão especial com New Jersey

    Muita gente lembra do Vince pelos anos em Toronto, mas sinceramente? Acho que foi em New Jersey que ele realmente brilhou. Chegou lá em dezembro de 2004 numa trade que o jornalista Peter Vecsey chamou de “a mais desequilibrada em 25 anos”. E que desequilibrada mesmo — os Raptors praticamente deram o cara de presente.

    Os números falam por si só: 23.6 pontos por jogo no Nets contra 23.4 em Toronto. E jogou quase a mesma quantidade de partidas (374 vs 403). Mas o mais importante? Ele recuperou toda aquela magia que parecia ter perdido no Canadá.

    O próprio Mr. Whammy — que aliás vai estar lá em Chicago como convidado do Joe Tsai — descreveu o VC de uma forma que me arrepia: “Ele era a estrela de balé da NBA. Você ficava imaginando as coisas que ele fazia e o que viria a seguir. Ele voava, girava embaixo da cesta. Não acho que já houve um jogador tão gracioso quanto Vince Carter.”

    E agora é sobre o futuro

    O Nets tem 14% de chance de pegar a primeira escolha geral e não pode cair abaixo da sétima posição. Não é uma situação ruim, mas vocês sabem como é esse negócio de lottery — sempre dá aquele frio na barriga.

    Outras equipes também escolheram seus ídolos do passado: Chicago com Tony Kukoc e Washington com John Wall. Mas convenhamos, poucos têm a presença e o carisma do VC.

    O Draft Lottery rola às 16h (horário de Brasília) na ESPN. E aí, acham que o Vince vai trazer sorte pro Nets? Eu tô torcendo — sempre gostei dessa combinação de talento veterano representando o futuro da franquia. É isso que faz a NBA ser especial.

  • Lenda do basquete Adrian ‘Odie’ Smith morre aos 89 anos

    Lenda do basquete Adrian ‘Odie’ Smith morre aos 89 anos

    Cara, uma das lendas do basquete americano nos deixou. Adrian “Odie” Smith morreu aos 89 anos no dia 28 de abril, e sinceramente, é o fim de uma era pra quem acompanha a história da NBA.

    Pra vocês terem uma ideia do monstro que esse cara era: campeão universitário com Kentucky em 1958, medalha de ouro nas Olimpíadas de 1960 em Roma, e ainda uma década inteira na NBA. Não é qualquer um que tem um currículo desses, né?

    Do sítio sem luz elétrica para o Hall da Fama

    A história do Smith é dessas que parecem filme. O cara cresceu numa fazenda no interior do Kentucky, numa casa sem energia elétrica nem banheiro interno. E sabe como começou a jogar basquete? Arremessando uma bola caseira numa cesta de pêssegos pregada numa árvore. Absurdo como o destino funciona às vezes.

    Depois de passar por um junior college no Mississippi, conseguiu uma bolsa pra Kentucky. Lá, fez parte do grupo que eles chamavam de “Fiddlin’ Five” — os cinco que trouxeram o título nacional de 1958 pros Wildcats. Média de 10.2 pontos, nada mal pra época.

    NBA e aquela parceria histórica

    Em 1961, Smith chegou na NBA pelo Cincinnati Royals (que hoje é o Sacramento Kings) e teve a sorte de jogar ao lado de Oscar Robertson. Imaginem só essa dupla em quadra! O cara ficou nove temporadas em Cincinnati antes de ser trocado pro Golden State Warriors em 1970.

    Mas aqui que fica interessante: Smith foi MVP do All-Star Game de 1966. Pra um cara de 1,85m numa época que o jogo já estava ficando mais físico, isso mostra o nível técnico que ele tinha.

    Depois da NBA, ainda deu uma passada pela ABA no Virginia Squires, onde foi companheiro de um tal de Julius Erving no primeiro ano do Dr. J como profissional. Vocês conseguem imaginar os treinos desse time?

    Legado de um verdadeiro pioneiro

    Smith foi pro Hall da Fama em 2010, junto com toda aquela equipe olímpica de 1960 que dominou em Roma. E olha, não é todo mundo que consegue ser campeão olímpico, universitário e ainda brilhar por uma década na NBA.

    O que mais me impressiona na história dele é como saiu literalmente do nada — uma fazenda sem energia elétrica — e chegou ao topo do basquete mundial. Isso mostra que talento e determinação realmente não conhecem fronteiras, né?

    Smith deixa o filho Tyler e o irmão Kenny. Aos 89 anos, viveu pra ver o basquete evoluir de uma forma que provavelmente nem imaginava quando arremessava naquela cesta de pêssegos lá no Kentucky rural.

    Descanse em paz, lenda. O basquete fica mais pobre sem você.