Tag: Jalen Brunson

  • Wemby empurra Brunson e ri da cara dele nas finais da NBA

    Wemby empurra Brunson e ri da cara dele nas finais da NBA

    Cara, eu não esperava que as finais da NBA entre Knicks e Spurs fossem esquentar TÃO rápido assim. E quem tá no meio da confusão? Nosso queridinho Victor Wembanyama, claro.

    O francesão simplesmente empurrou o Jalen Brunson no pescoço no primeiro quarto do jogo 3, forçou o cara a quase cair de cara no chão, e ainda teve a audácia de RIR depois. Mano, que frieza é essa?

    O lance que tá dando o que falar

    A situação foi assim: os dois estavam brigando por posição, Knicks com a posse de bola, quando o Wemby decidiu que ia resolver na base da força bruta. Empurrão no pescoço do Brunson, que por pouco não foi beijar o chão do Madison Square Garden.

    O mais louco? Brunson levantou na moral, partiu pra cima do gigante pra falar umas verdades, e o Wembanyama simplesmente deu aquele sorrisinho sarcástico. Depois ainda virou pro Josh Hart como se nada tivesse acontecido. A frieza desse moleque de 2,24m é de outro mundo.

    E os árbitros? Deixaram passar. Richard Jefferson, que tava comentando pela ESPN, ficou pistola e disse que deveria ter sido flagrante 1 na lata. Sinceramente, concordo com ele.

    Clima tenso desde o primeiro quarto

    E não parou por aí não, galera. O Hart também perdeu a linha depois que o Luke Kornet fez contato com ele embaixo da cesta. Resultado? Empurrão de volta e falta técnica pro Josh Hart.

    Olha, eu sempre gostei da pegada do Wembanyama, mas essa risadinha depois do empurrão foi meio desnecessária. O que vocês acham? Foi jogada suja ou apenas intimidação psicológica do francês?

    No final das contas, os Spurs levaram essa por 115 a 111, mas a série tá longe de acabar. E se for pra continuar nesse clima, a gente vai ter umas finais épicas pela frente.

  • OG Anunoby assume: ‘Vacilamos mentalmente’ na derrota dos Knicks

    OG Anunoby assume: ‘Vacilamos mentalmente’ na derrota dos Knicks

    Cara, acabou a festa em Nova York. Os Knicks viram sua sequência monstro de 13 vitórias seguidas ir pro espaço ontem à noite, numa derrota dolorosa de 115-111 pros Spurs no Madison Square Garden. E o pior? Era jogo 3 das Finais da NBA — aquele que não pode perder em casa.

    Olha, eu não esperava isso. O time tava voando, havia perdido pela última vez há 46 dias (quarenta e seis!), e aí derrete logo num jogo crucial das Finais. O OG Anunoby foi direto ao ponto no pós-jogo: “Não estávamos conectados como normalmente ficamos. Tivemos alguns vacilões mentais e permitimos cestas fáceis.”

    A pressão chegou no Knicks?

    Sinceramente, acho que sim. Aquela sequência de 13 vitórias era a segunda maior da história dos playoffs — só ficou atrás dos Warriors de 2017 que ganharam 15 seguidas. Quando você chega nesse patamar, qualquer deslize vira uma montanha.

    E deslize foi o que não faltou. Treze turnovers que viraram 21 pontos pros Spurs. A defesa de transição — que tem sido o ponto forte desse time o ano todo — simplesmente não apareceu quando mais precisava.

    O Brunson fez a parte dele com 32 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. O próprio OG também — 28 pontos e 5 rebotes. Mas basquete é esporte coletivo, né? E coletivamente, o time falhou nos momentos decisivos.

    Spurs aproveitaram o desespero

    Tem que dar crédito pra San Antonio também. Chegaram no MSG com a faca no pescoço depois de perder os dois primeiros em casa. Pressão total. E na reta final, quando o jogo tava pegando fogo, mantiveram a frieza.

    Brunson e OG até tentaram uma reação épica com duas bolas de três consecutivas, mas o Stephon Castle fechou o caixão nos lances livres. Frieza total do garoto.

    As estatísticas mostram como o jogo foi equilibrado: Spurs com 46% de aproveitamento de quadra contra 45% dos Knicks. Ambos com 35% nas bolas de três. A diferença mesmo foram os erros mentais que o OG mencionou.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa pancada psicológica? O jogo 4 é na quarta-feira, e agora a pressão mudou completamente de lado. Aquela confiança inabalável pode ter rachado um pouquinho.

    Na minha visão, esse é o tipo de derrota que ou desperta um gigante ou quebra de vez o momentum. Vamos ver qual Knicks aparece no próximo jogo.

  • Brunson manda a real após primeira derrota dos Knicks nas Finals

    Brunson manda a real após primeira derrota dos Knicks nas Finals

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Brunson falando depois daquela derrota dos Knicks pro Spurs me deixou ainda mais confiante no cara. Sério mesmo.

    Os Knicks perderam o primeiro jogo em casa nas Finals em 27 anos — 115 a 111 pro San Antonio — e quebrou uma sequência absurda que eles tinham. Mas a forma como o Brunson encarou a coisa toda foi de veterano raiz.

    A mentalidade que faz a diferença

    “A coisa mais importante é que a gente ia aprender de qualquer forma, porque sabíamos que havia coisas que precisávamos melhorar pro próximo jogo”, disse o armador. Cara, essa frase resume tudo sobre liderança, não acham?

    E os números do Brunson no jogo 3? 32 pontos, 5 rebotes e 5 assistências. O homem fez a parte dele — foi literalmente o melhor em quadra pelo New York. Mas basquete é esporte coletivo, né?

    Sinceramente, eu gosto dessa postura. Nada de drama, nada de desculpinha. Perdeu, aprendeu, partiu pra próxima. É assim que se constrói um time campeão.

    KAT decepcionado com o Madison Square Garden

    Agora, quem realmente ficou pilhado foi o Karl-Anthony Towns. E olha, eu entendo o cara perfeitamente.

    “Nossos torcedores entregaram tudo. Eles sempre fazem isso. Superaram as expectativas, como sempre. Nós que não fizemos nosso trabalho pra dar algo pra eles comemorarem depois do jogo”, desabafou o pivô.

    Mano, quase 20 mil pessoas no Madison Square Garden esperando uma festa histórica e os caras não conseguiram entregar. Deve doer pra caramba mesmo. O KAT fez apenas 11 pontos e 8 rebotes — muito abaixo do que ele pode entregar.

    Mas é isso aí — nas Finals, todo mundo sente a pressão. A diferença é como você responde a ela.

    Ainda lideram por 2 a 1

    A boa notícia? Os Knicks ainda estão na frente por 2 a 1 na série. Uma derrota não apaga tudo que eles construíram até aqui.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem se recuperar no jogo 4? Ou o Spurs vai empatar essa série? Eu tô confiante que o Brunson vai ajustar o que precisa ser ajustado. O cara tem DNA de campeão.

  • Knicks quebram a cara no Jogo 3: ataque travado e 13 turnovers

    Knicks quebram a cara no Jogo 3: ataque travado e 13 turnovers

    Cara, que dor de cabeça foi esse Jogo 3 pros Knicks. Depois de abrir 2-0 na série, todo mundo esperava que eles chegassem no Madison Square Garden e fechassem o caixão dos Spurs. Mas basquete não é matemática, né?

    San Antonio fez exatamente o que tinha que fazer: saiu pancadando logo no primeiro quarto e abriu 11 pontos de vantagem. Era o soco na boca que todo mundo esperava de um time desesperado.

    O ataque funcionou… por uns 12 minutos

    Aí que os Knicks mostraram por que chegaram até aqui. No segundo quarto foi um show — 14 cestas em 19 arremessos e 42 pontos no período. Quarenta e dois! Isso é recorde de franquia em finais, meu amigo. O MSG tava pegando fogo.

    Foram pro vestiário com 7 pontos na frente e eu pensando: “Pronto, agora é só administrar.” Ledo engano.

    No terceiro quarto, o ataque simplesmente travou. Sabe quando você tá jogando videogame e o controle para de funcionar? Foi isso. Os Spurs aproveitaram pra virar o jogo e entraram no último quarto na frente.

    Brunson no banco = desastre total

    E olha só que situação absurda: com Jalen Brunson no banco por problemas de falta, os Knicks ficaram quase 8 minutos sem fazer uma cesta no quarto período. Oito minutos! Em uma final da NBA! Isso não pode acontecer.

    No final das contas, foi um festival de horrores: 36% nos arremessos gerais, 5 de 20 nas bolas de 3 no segundo tempo, apenas 18 assistências e — prepare o coração — 13 turnovers. Treze erros de ataque numa final. Mike Brown tava visivelmente irritado no pós-jogo.

    “Ficamos tão parados quanto eu já vi esse time o ano todo”, desabafou o técnico. “Ficamos só olhando um cara driblar demais, e quando a bola era passada, ninguém tomava decisões rápidas.”

    A sequência de 13 vitórias seguidas nos playoffs? Quebrada. E agora os Knicks precisam se reinventar pro Jogo 4 na quarta-feira.

    Brunson, pelo menos, manteve a classe: “Ganhando ou perdendo, nossa mentalidade é sempre melhorar no dia seguinte. Agora temos que aprender com a derrota.”

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem se recuperar em casa ou os Spurs empataram a série mesmo?

  • Brunson é o Derek Jeter do basquete, diz lenda do rádio americano

    Brunson é o Derek Jeter do basquete, diz lenda do rádio americano

    Gente, vocês já pararam pra pensar na comparação mais absurda e ao mesmo tempo perfeita que eu ouvi essa semana? Mike Francesa, aquela lenda do rádio esportivo americano, falou que o Jalen Brunson é praticamente o Derek Jeter do basquete. E olha, depois de ver o que o cara tá fazendo nos playoffs, eu tô começando a concordar.

    “O que o Brunson é, é o que o Jeter era”, disse o Francesa no programa do Adam Schien. “Jeter nunca ganhou um MVP. Nunca foi o cara mais dominante. Mas era um jogador que sempre dava o seu melhor nos momentos decisivos.”

    E cara, os números não mentem. Brunson tá metendo 26.6 pontos por jogo nos playoffs, com 6.3 assistências e quase 3 rebotes. Mas o negócio não é nem os números — é QUANDO ele faz isso acontecer.

    Clutch time é com ele mesmo

    Lembram daquela virada histórica de 22 pontos contra os Cavaliers no Jogo 1 da final do Leste? Brunson meteu 15 pontos seguidos no meio daquela loucura. Na final contra os Spurs, mesma história: 13 pontos só no último quarto do Jogo 1.

    “A habilidade do Brunson de pontuar no quarto período é sobrenatural”, falou o Francesa. E ainda completou dizendo que o armador tem o melhor jogo de pés que ele já viu na NBA, perdendo só pro Hakeem Olajuwon. Monstro!

    Sinceramente? Eu não esperava que o Brunson chegasse nesse nível quando ele saiu de Dallas. Mas o cara simplesmente vira uma máquina quando a pressão aperta. É aquele tipo de jogador que você quer do seu lado na hora do aperto.

    Liderança que vem de exemplo

    Mas o que mais me impressiona no Brunson é a mentalidade. O cara literalmente deixou 113 MILHÕES de dólares na mesa quando assinou aquela extensão de 4 anos por $156.5 milhões em julho de 2024. Podia ter esperado e embolsado um contrato máximo de 5 anos e $269 milhões.

    Por que ele fez isso? Pra dar espaço pro time contratar o Karl-Anthony Towns, o Mikal Bridges e manter o OG Anunoby. É o tipo de sacrifício que poucos jogadores fazem hoje em dia.

    E tem mais: mesmo sendo claramente o cara dos Knicks, ele falou pros repórteres que “não é uma estrela” quando perguntaram sobre ele ter tocado menos a bola na série contra os 76ers. Humildade pura.

    “Ele é o líder. Ele dá o tom certo”, disse Francesa. “Não põe a carroça na frente dos bois. Vai jogo a jogo e dá o tom perfeito.”

    Vocês acham que essa comparação com o Jeter faz sentido? Eu confesso que tô vendo cada vez mais semelhanças. Os dois nunca foram os mais talentosos do time, mas sempre apareciam quando mais precisavam.

  • Knicks perdem em casa e veem série das Finais ficar 2-1

    Knicks perdem em casa e veem série das Finais ficar 2-1

    Cara, que jogaço foi esse no MSG ontem à noite! Os Knicks perderam por 115-111 para os Spurs no jogo 3 das Finais da NBA, e sinceramente? Doeu mais do que eu esperava. A sequência de 13 vitórias seguidas dos playoffs acabou da pior forma possível — em casa, com a torcida toda empolgada.

    Olha, eu tava achando que ia ser diferente. Primeira final em casa desde 1999, o Madison Square Garden fervendo desde antes da bola subir… mas foram os Spurs que começaram mandando bem. Wembanyama e Stephon Castle simplesmente resolveram acertar 10 das primeiras 13 tentativas. Dez de treze! Como você para isso?

    Josh Hart salvou o primeiro tempo

    O Hart tava meio sumido nos dois primeiros jogos (só 3 pontos somando tudo), mas ontem ele acordou pra vida. Começou 3 de 4 do garrafão e carregou o time nas costas quando ninguém conseguia acertar nada. Tomou um técnico meio besta depois de uma confusão com o Kornet, mas fazer o que né — às vezes a cabeça esquenta mesmo.

    E que segundo quarto foi aquele, meu amigo! Os Knicks fizeram 42 pontos — recorde da franquia em Finais. O OG Anunoby meteu 17 pontos só no período, o Hart continuou quente com mais 13, e de repente estavam ganhando por 7. Parecia que a casa ia abaixo no MSG.

    Wemby é um monstro mesmo

    Mas aí vem a real: esse Wembanyama é simplesmente absurdo. 32 pontos no final, e toda vez que os Knicks chegavam perto, ele tinha uma resposta. O Brunson também fez os 32 dele (que duelo!), mas não dava conta sozinho.

    O que mais me irritou foi ver o KAT sumindo de novo — só 11 pontos em 10 arremessos. E o Mikal Bridges? Dois pontos. Dois! Em uma final da NBA. Não dá pra ganhar assim, não importa o quanto o Brunson e o OG façam.

    A virada do jogo foi no terceiro quarto. Os Spurs saíram do vestiário com fome e conseguiram virar o placar quando o Brunson pegou a quarta falta. Aí complicou tudo.

    Stephon Castle decidiu nos momentos finais

    No último quarto foi de cortar o coração. Os Knicks erraram as primeiras nove tentativas de três, mas quando parecia que ia dar zebra mesmo, o Brunson e o Anunoby acertaram duas bolas de três seguidas nos momentos finais. O MSG explodiu!

    Só que o Stephon Castle — esse menino que saiu de UConn — não quis saber de drama. Acertou os dois lances livres decisivos quando o jogo tava 2 pontos de diferença e fechou a conta. Terminou com 23 pontos, 5 rebounds e 5 assistências. E ainda tinha falado que os Spurs iam ganhar a série depois do jogo 2…

    Agora é 2-1 para San Antonio, e vocês acham que os Knicks conseguem reagir? Porque se o KAT e o Bridges continuarem assim, vai ficar difícil mesmo. O time precisa acordar — e rápido.

  • Brunson pode fazer história que nenhum ex-Villanova conseguiu

    Brunson pode fazer história que nenhum ex-Villanova conseguiu

    Cara, eu não consigo parar de pensar no que o Jalen Brunson tá fazendo com o Knicks nessas Finals. O maluco pode se tornar o primeiro ex-jogador de Villanova a ganhar o prêmio de MVP das Finais da NBA. Isso é ABSURDO quando você para pra pensar.

    Olha, Villanova sempre teve jogadores que ganharam anel de campeão — desde o Red Klotz em 1948 até o Kyle Lowry em 2019 com o Toronto. Sem falar no Donte DiVincenzo que levou com o Milwaukee em 2021. Mas MVP das Finals? Nunca.

    Por que isso é tão especial?

    A real é que os caras de Villanova sempre foram peças importantes, mas nunca O cara principal. Mesmo o Lowry, que foi monstro no título dos Raptors, ficou na sombra do Kawhi Leonard — que sinceramente mereceu mesmo.

    Agora o Brunson tá lá, favorito nas casas de apostas, liderando o Knicks numa vantagem de 2-0 sobre o San Antonio. E olha só os números: 25 pontos por jogo nas Finals. Tá jogando muita bola.

    O que mais me impressiona é que nem o próprio Jay Wright, técnico que trabalhou com ele em Villanova, esperava que o Brunson chegasse NESSE nível. E convenhamos, quem esperava? Eu lembro quando ele saiu do Dallas e muita gente duvidava se ele conseguiria ser o cara principal de um time de playoff.

    Trio de Villanova fazendo história

    E tem mais uma parada louca: além do Brunson, o Knicks tem o Josh Hart e o Mikal Bridges — todos ex-Villanova. É tipo uma reunião de ex-alunos, só que no palco mais importante do basquete mundial.

    Vocês acham que ele aguenta a pressão? Porque jogar no Madison Square Garden, com toda essa expectativa, não é brincadeira. Mas pelo que tô vendo, o cara tá tranquilão. Aliás, parece que quanto maior a pressão, melhor ele joga.

    Se o Brunson realmente levar esse MVP, vai quebrar um jejum histórico de Villanova. E olha que a escola tem tradição no basquete universitário — mas ter o primeiro MVP de Finals seria algo completamente diferente.

    Faltam no máximo mais quatro jogos pra saber se a história vai ser escrita. E sinceramente? Eu tô torcendo pra ele conseguir. Seria muito louco ver um cara que muitos subestimaram chegar no topo absoluto do basquete mundial.

  • Torcida do Knicks parte pra cima dos árbitros nas Finals

    Torcida do Knicks parte pra cima dos árbitros nas Finals

    Cara, quem conhece a torcida do Knicks sabe que eles não ficam quietos quando veem sacanagem. E ontem à noite no Jogo 3 das Finals contra o Spurs… nossa, foi de arrepiar.

    A situação foi a seguinte: segundo quarto rolando, Stephon Castle (do Spurs) simplesmente atropelou o Jalen Brunson numa disputa de rebote. E quando digo atropelou, é atropelou mesmo — o cara passou por cima do Brunson como se fosse um obstáculo no caminho.

    A polêmica que incendiou o Madison Square Garden

    Os árbitros pararam pra revisar o lance (até aí, tudo bem), mas depois de olhar o replay umas cinco vezes, decidiram que era só falta comum. Falta comum! O Brunson no chão, reclamando das costas, e os caras acham que não tem nada demais.

    Aí que a coisa ficou boa. A torcida do Knicks simplesmente perdeu a linha. “Bulls—!” ecoou por todo o Madison Square Garden, seguido de um sonoro “Refs you suck!” que chegou limpo na transmissão da ABC. Os censores cochilaram legal, porque passou tudo no ar — e olha, eu não tô reclamando não.

    Knicks mostra personalidade mesmo com polêmica

    O mais impressionante? O time usou essa raiva como combustível. Saíram perdendo por 12 no primeiro quarto e viraram o placar, terminando o primeiro tempo ganhando de 64-57. Sinceramente, essa é a mentalidade que eu quero ver nas Finals.

    Brunson até machucou as costas no lance, mas continuou jogando. E vocês acham que os árbitros vão engolir essa pressão toda da torcida pros próximos jogos? Porque eu tenho minhas dúvidas… às vezes parece que quanto mais a galera reclama, mais os caras ficam teimosos.

    Mas uma coisa eu digo: essa atmosfera do Madison Square Garden nas Finals é impagável. A torcida do Knicks esperou décadas por esse momento, e eles não vão deixar nada passar batido. Nem que seja pra xingar os árbitros no horário nobre da TV.

  • Mavs perderam Brunson por bobeira e ainda acabaram trocando Doncic

    Mavs perderam Brunson por bobeira e ainda acabaram trocando Doncic

    Cara, essa história do Jalen Brunson deixando Dallas pra ir pro Knicks fica ainda mais dolorosa quando a gente descobre os bastidores. O pessoal dos Mavericks basicamente dormiu no ponto — e olha que eu sempre achei que foi mais questão de grana.

    Segundo fontes do próprio time, os Mavs atrasaram a renovação do Brunson em 2021 porque tinham medo da dupla dele com o Luka na defesa. E sinceramente? Não estava errado. Lembra daquela série contra os Clippers em 2020? Os caras miravam nos dois guards defensivamente e dava aquele desespero de assistir.

    A decisão que custou caro

    A diretoria preferiu esperar a temporada 2021-22 inteira pra ver se o grupo tinha condições reais de brigar pelo título. Aí quando ofereceram extensão idêntica pro Brunson e pro Dorian Finney-Smith depois da trade deadline, o armador disse não.

    Mas aqui que fica interessante: os Mavs subestimaram completamente as conexões familiares do Brunson com os Knicks. O Leon Rose (presidente dos Knicks) tinha sido agente tanto do Jalen quanto do Rick Brunson (pai dele). E pasmem — contrataram o pai como assistente técnico semanas antes da free agency começar.

    “Acho que o Jalen tinha lealdade aos Mavs porque eles que draftaram ele, mas os Knicks eram sua família de verdade”, disse uma fonte do time. “Não captamos isso totalmente.”

    O que poderia ter sido

    Imagina só se tivessem segurado o Brunson? O cara assinou por 4 anos e $105 milhões com New York em 2022 e hoje é um dos armadores mais consistentes da liga. Média de quase 28 pontos naquela série contra o Utah enquanto o Luka estava machucado — o moleque já mostrava que podia carregar o time nas costas.

    E agora? Os Mavericks acabaram trocando o próprio Doncic pros Lakers em fevereiro de 2025. Dois craques que se foram por decisões questionáveis da diretoria.

    Vocês acham que Dallas ainda consegue se recuperar dessa sangria de talentos? Porque sinceramente, perder Brunson e Doncic em sequência é de doer no coração de qualquer torcedor.

  • Mavs ofereceram só $55 milhões pro Brunson e o staff riu na cara

    Mavs ofereceram só $55 milhões pro Brunson e o staff riu na cara

    Cara, às vezes eu fico pensando nas decisões mais burras da história da NBA — e essa dos Mavericks com o Jalen Brunson definitivamente entra na lista. O Marc Stein soltou uma bomba no podcast All NBA que me deixou revoltado só de ouvir.

    Vocês sabem a história: Brunson tava voando com o Luka em Dallas, mas na hora de renovar o contrato, os Mavs fizeram uma proposta tão ridícula que o staff do jogador literalmente riu na cara deles. Estou falando sério — riram mesmo.

    A oferta que virou piada

    Segundo o Stein, os Mavericks ofereceram 4 anos por $55 milhões pro Brunson perto da trade deadline de 2022. Cinquenta e cinco milhões. Para um cara que já tava provando ser peça fundamental do time.

    “O staff do Brunson basicamente riu deles e falou: ‘Ah tá, vamos tentar a sorte na agência livre então, vocês tiveram a chance’”.

    E olha o plot twist: depois dessa oferta patética, os Mavs AINDA tinham como consertar a cagada. Podiam ter ligado pro Jalen e falado “cara, a gente vacilou feio, desculpa aí, que tal $150 milhões por 5 anos?”. Ou até $175 milhões! Mas não fizeram.

    O que poderia ter sido

    Sinceramente, eu não consigo entender essa mentalidade. Se tivessem renovado com o Brunson, os Mavs teriam duas opções: ou mantinham a dupla dele com o Luka (que funcionava perfeitamente), ou usavam ele como moeda de troca pra conseguir algo ainda melhor.

    Agora? Brunson tá a dois jogos de ser campeão da NBA pelo Knicks. PELO KNICKS, gente! E os Mavs ficaram vendo de camarote.

    “Perder o Jalen Brunson de graça, quando você combina isso com como a trade pelo Luka acabou se desenrolando… cara, onde eu moro tem muita dor quando os Knicks aparecem na TV”, disse o Stein.

    E aí, pessoal — vocês acham que essa vai ser lembrada como uma das maiores burradas da história recente da NBA? Porque eu já sei minha resposta.