Tag: Jalen Brunson

  • Brunson detona próprio desempenho: ‘Foi inaceitável’

    Brunson detona próprio desempenho: ‘Foi inaceitável’

    Olha, eu já vi muito jogador tentar diminuir a própria responsabilidade após uma vitória, mas o Jalen Brunson não é dessa turma. Mesmo com os Knicks dominando 2-0 nas Finais da NBA contra o Spurs, o cara foi lá e meteu o louco: chamou o próprio desempenho de “inaceitável”.

    E sinceramente? Ele tem razão pra estar pistola consigo mesmo.

    A bronca que ninguém esperava

    No Jogo 2, Brunson converteu apenas 7 de 25 arremessos. Sete de vinte e cinco, mano! Pra um cara que é o motor ofensivo dos Knicks, isso dói. Mesmo fazendo o lance livre da vitória nos últimos 10 segundos, ele não tava nada satisfeito com a própria performance.

    “A forma como deixamos escapar aquela vantagem de 14 pontos foi inaceitável”, disparou Brunson na coletiva. E olha que os Knicks quase entregaram o jogo de bandeja — o Spurs virou pra 104-102 com menos de um minuto pro final, depois de uma jogada monstro do Wembanyama.

    Mas aí que tá: mesmo errando muito, Brunson não se escondeu. Respondeu na sequência com um arremesso clutch e depois converteu o lance livre decisivo. Isso é mentalidade de craque.

    MSG vai explodir na segunda

    Uma coisa que me deixa arrepiado é saber que os Knicks vão receber as Finais no Madison Square Garden pela primeira vez desde 1999. Cara, vocês conseguem imaginar o clima que vai ser? A torcida de Nova York tá há mais de duas décadas esperando por esse momento.

    Brunson tá claramente empolgado pra jogar em casa, e com razão. O time tá numa sequência absurda de 13 vitórias seguidas. Mesmo com os números ruins nos arremessos (33.9% de aproveitamento geral e 23.5% de três nas Finais), ele continua sendo fundamental: 25 pontos de média, mais 4 rebotes e 4 assistências por jogo.

    Wemby não vai facilitar

    O problema é que do outro lado tem o Victor Wembanyama fazendo de tudo pra estragar a festa. O francês quase virou o Jogo 2 sozinho e já mostrou que não vai entregar fácil. Nos dois primeiros jogos, o Spurs conseguiu assumir a liderança nos minutos finais — algo que deveria preocupar qualquer torcedor dos Knicks.

    “A forma como eles (Spurs) reagiram e assumiram a liderança mostra quem eles são”, reconheceu Brunson, dando moral pro adversário. Mas também deixou claro: “Precisamos finalizar melhor os jogos.”

    E aí, pessoal — vocês acham que Brunson vai conseguir se redimir no Jogo 3? Uma coisa eu garanto: se ele jogar no MSG como jogou nos playoffs até aqui, vai ser difícil parar esse homem. Mesmo com autocrítica pesada, o cara não para de produzir quando mais precisa.

  • Os Spurs seguraram o Brunson… até ele resolver decidir o jogo

    Os Spurs seguraram o Brunson… até ele resolver decidir o jogo

    Cara, que situação bizarra. Os Spurs estão fazendo um trabalho defensivo excelente no Jalen Brunson durante boa parte dos jogos das Finais, mas aí chega nos momentos que importam e o cara simplesmente vira outro jogador. É frustrante demais ver isso acontecendo.

    Olha só os números: na temporada regular, Brunson teve média de 26 pontos com 46.7% de aproveitamento. Contra San Antonio? Apenas 25 pontos por jogo, mas com míseros 33.9% de acerto. O problema é que quando o jogo fica quente, ele esquece essas estatísticas e mete a bola na cesta do jeito que quer.

    Stephon Castle está sendo um monstro

    Sinceramente, o que mais me impressiona é o trabalho do Stephon Castle. O garoto cobriu Brunson por 9:24 nos dois primeiros jogos — mais que qualquer outro dos Spurs — e segurou o cara em apenas 8 pontos com 2/10 nos arremessos. Vinte por cento! É um número absurdo de bom.

    Depois do Jogo 1, Castle falou uma coisa que me chamou atenção: “As cestas dele fizeram barulho porque foram consecutivas”. Cara, isso é tactical basketball de verdade. Ele entende que não é só sobre estatística, é sobre momentum.

    E não é só Castle não. De’Aaron Fox segurou Brunson em 0 pontos durante 4:25 de marcação — zero! O cara não conseguiu nem encostar na cesta quando Fox estava grudado nele. Dylan Harper também fez um bom trabalho, permitindo só 2 pontos em quase 6 minutos.

    Wembanyama mostra por que é DPOY

    Victor Wembanyama, o Defensor do Ano, também está dando show. Brunson está fazendo apenas 25% dos arremessos quando o francês está na marcação. A maioria dessas situações vem de trocas no pick and roll, e Brunson simplesmente não consegue resolver o Victor quando ele aparece na frente.

    Mas aí que tá o problema, né? Quando Julian Champagnie, Devin Vassell ou Carter Bryant acabam marcando Brunson, o negócio desanda. Champagnie permitiu 22 pontos em 69.2% de aproveitamento. Sessenta e nove por cento! É como se o Brunson virasse o Curry contra esses caras.

    Os momentos decisivos fazem a diferença

    Vassell foi cirúrgico na análise: “Parece que esses são os momentos pelos quais ele vive, especialmente no quarto período”. E é exatamente isso que tá acontecendo. Os Spurs perderam por 10 no Jogo 1 e por apenas 1 ponto no Jogo 2. Nos momentos que definem a partida, Brunson simplesmente encontra um jeito.

    No Jogo 1, foram 30 pontos. No segundo, ‘apenas’ 20 — mas foram 20 pontos que doeram na alma dos torcedores de San Antonio. É frustrante porque você vê que o sistema defensivo tá funcionando, mas quando chega na reta final, o talento individual do Brunson fala mais alto.

    E aí, galera, vocês acham que os Spurs conseguem manter essa defesa nos momentos cruciais do Jogo 3? Porque no papel, eles estão fazendo tudo certo. Mas basquete não se joga só no papel, né?

  • Brunson pode aprender lição dura que Curry conhece bem: ser campeão não basta

    Brunson pode aprender lição dura que Curry conhece bem: ser campeão não basta

    Mano, o Jalen Brunson tá a duas vitórias de conquistar algo que pode mudar completamente a carreira dele — e ao mesmo tempo descobrir uma verdade meio amarga que o Stephen Curry conhece muito bem.

    Depois de bater o San Antonio Spurs duas vezes fora de casa pra começar as Finais, o Knicks tá ali, pertinho do título. E o capitão do time, nosso queridinho subestimado, pode estar prestes a aprender uma lição que todo armador “pequeno” da NBA acaba descobrindo mais cedo ou mais tarde.

    O cara que ninguém acreditava

    Olha só a ironia: Brunson ouviu 32 nomes serem chamados antes do dele no Draft de 2018. Trinta e dois! Quando perguntaram pra ele recentemente o que os olheiros perderam sobre ele antes do Draft, a resposta foi certeira: “Tudo”.

    E não é mentira. O cara é bicampeão da NCAA, três vezes All-NBA, três vezes All-Star, Clutch Player of the Year de 2025 e MVP das Finais da Conferência Leste de 2026. Mas ainda assim… sabe como é, né?

    A sina dos armadores “baixinhos”

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio cruel. Nos anos 2020, qualquer cara que leva o time dele pro título costuma ser reconhecido automaticamente como o melhor jogador da liga. O LeBron saiu da bolha de 2020 no trono. O Giannis era “Robin” até ganhar o Finals MVP em 2021 e virar o melhor do mundo. O Jokic “não conseguia ganhar por causa da defesa” até ser MVP das Finais em 2023.

    Mas o Curry? Cara, mesmo sendo absurdamente dominante, teve que aguentar o Kevin Durant levar o Finals MVP nas duas primeiras. Quando finalmente ganhou o seu em 2022, ainda teve gente falando que ele não tava no nível do Jokic. Sério?

    É simples: parece que você precisa ter 2,10m pra ser respeitado nessa liga. O Curry é apenas um dos dois melhores armadores da história da NBA, mas hey, ele é “baixinho” demais pro clube mais exclusivo.

    Brunson vai se importar?

    Sinceramente acho que não. Assim como o Curry, o Brunson parece ser daqueles caras que deixam o jogo falar por eles. Se ele conseguir levar esse título pro Madison Square Garden — e olha que as chances estão ótimas —, pode ter certeza que ele vai aprender a mesma lição.

    Vocês acham que ele vai se importar com o que os “especialistas” vão falar? Eu duvido. Championship ring brilha mais que qualquer opinião, não é mesmo?

    Duas vitórias. É só isso que separa o Brunson de entrar pra história — e de descobrir que às vezes ser campeão não é suficiente pros outros, mas é mais que suficiente pra você.

  • Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Brunson já tá entre os maiores armadores da história dos Knicks

    Cara, eu tô aqui vendo o Jalen Brunson liderar os Knicks para as Finals da NBA e não consigo parar de pensar: onde exatamente esse cara se encaixa entre os maiores armadores da história de Nova York?

    Lembram quando a Becky Hammon disse que jogador baixo não ganha título? Que o Brunson era “pequeno demais”? Pois é. Agora ele tá aí com o troféu de MVP das Finais da Conferência Leste na mão, levando os Knicks para a decisão da NBA pela primeira vez em mais de 20 anos.

    Olha, eu não vou ficar recontando toda a história do JB — desde Dallas, passando pelo Mark Cuban, até chegar em Nova York. Vocês já conhecem. O que importa é onde estamos agora.

    Os números não mentem

    Nos quatro anos com Brunson na armação, os Knicks ganharam 61,2% dos jogos da temporada regular. Duas semifinais de conferência, duas finais de conferência e agora — finalmente — as Finals da NBA.

    Pra vocês terem uma ideia do tamanho dessa conquista: apenas os Knicks de 94-98 e os de 71-74 tiveram sequências melhores que essa atual. E só um desses times ganhou o anel.

    Antes do Brunson chegar, que deserto era aquilo? Sete playoffs em 23 anos. 19 vitórias nos playoffs contra 33 derrotas. Uma bagunça completa. E aí chega esse baixinho de 1,85m e muda tudo.

    Onde ele se encaixa na história?

    Obviamente, Patrick Ewing e Walt “Clyde” Frazier ainda estão acima dele — pelo menos por enquanto. São lendas intocáveis. Mas sinceramente? Se os Knicks ganharem esse título, a conversa muda completamente.

    O que mais me impressiona é como ele assumiu essa responsabilidade. Nova York estava desesperada por um líder, por alguém que não fugisse da pressão do Madison Square Garden. E o JB simplesmente abraçou tudo isso.

    Imaginem só: um cara que saiu de Dallas meio que “desprezado”, chega nos Knicks e em quatro temporadas os coloca na Final da NBA. Isso é coisa de filme, pessoal.

    As casas de apostas ainda consideram ele favorito para o MVP das Finals (odds de +115), mesmo com o Karl-Anthony Towns jogando absurdamente bem. E olha, eu não duvido nada. O cara tem esse DNA de jogos decisivos.

    Vocês acham que ele consegue fechar essa Final e entrar de vez no panteão dos maiores de Nova York? Porque na minha visão, falta muito pouco para isso acontecer. E quando acontecer, vai ser impossível negar: Jalen Brunson salvou a franquia dos Knicks.

  • Finals no MSG: Trump na arquibancada e 27 anos de espera

    Finals no MSG: Trump na arquibancada e 27 anos de espera

    Cara, vocês conseguem imaginar? As Finals da NBA voltando pro Madison Square Garden depois de 27 anos. VINTE E SETE ANOS! A última vez foi em 1999, quando o Jordan Clarkson tinha 7 anos de idade. Eu nem tinha nascido direito ainda.

    E se não bastasse toda essa emoção histórica, agora o presidente Trump vai estar lá na segunda-feira pro Jogo 3. Primeira vez na história que um presidente americano em exercício assiste um jogo das Finals da NBA. O negócio vai ser absolutamente insano.

    O Garden vai explodir de emoção

    Josh Hart, que já jogou 30 playoffs em casa pelo Knicks, sabe exatamente o que esperar: “O Garden vai estar pegando fogo”, disse ele. E olha, eu acredito. Se já é difícil conseguir ingresso pra um jogo normal dos Knicks no MSG, imagina pras Finals depois de quase três décadas?

    O Jalen Brunson tá tentando manter os pés no chão, falando que “ainda tem trabalho a fazer”. Mas, sinceramente? Deve ser impossível não sentir essa pressão toda. Do outro lado, o rookie Dylan Harper dos Spurs já tá admitindo que vai ser “tudo que eu sonhei vezes 10”.

    E vocês acham que os caras conseguem mesmo fingir que é só mais um jogo? Eu duvido muito.

    Segurança reforçada muda tudo

    Com o Trump na área, o MSG vai virar praticamente um aeroporto. Proibição de bolsas, revista estilo TSA, chegada duas horas antes do jogo… O Adam Silver falou que isso “adiciona à grandeza do evento”, mas imagina o stress pros torcedores?

    O mais bizarro é que cancelaram até a festa de rua que iam fazer do lado de fora do Garden. A galera que não conseguiu ingresso vai ter que se virar pra assistir em casa mesmo.

    Na minha opinião, isso tudo vai criar uma atmosfera completamente diferente. Não sei se boa ou ruim, mas definitivamente única. Os Knicks lideram a série por 2-0, então qualquer deslize dos Spurs pode ser fatal.

    O que vocês acham? Toda essa pressão extra vai favorecer os donos da casa ou pode fazer eles ficarem nervosos demais? Segunda-feira às 21h30 a gente descobre. Vai ser histórico de qualquer jeito.

  • Spurs precisam de milagre pra parar os Knicks no Garden

    Spurs precisam de milagre pra parar os Knicks no Garden

    Olha, vou ser bem direto com vocês: depois de dois jogos, os Knicks estão simplesmente destruindo os Spurs nessa final da NBA. E agora, com a série se mudando pra Nova York, a coisa pode ficar ainda mais complicada pro San Antonio.

    Karl-Anthony Towns tá jogando como se fosse 2K no modo fácil, Jalen Brunson virando clutch master quando a coisa aperta, e a defesa dos Knicks tá fazendo os Spurs sofrerem pra pontuar. Treze vitórias seguidas nos playoffs — isso não é brincadeira, pessoal.

    Madison Square Garden vai virar um inferno

    Josh Hart já avisou que “o Garden vai tremer”. E cara, quem conhece aquela arena sabe que quando os nova-iorquinos ficam empolgados, vira uma loucura mesmo. Faz 53 anos que eles não ganham um título — dá pra imaginar a pressão? Até o Trump confirmou presença, segundo as notícias.

    Na minha visão, esse é exatamente o tipo de ambiente que pode quebrar um time jovem como os Spurs. Wembanyama já passou por muita coisa, mas uma final da NBA em Nova York é outro nível.

    Fox precisa assumir o protagonismo

    Uma coisa que me chamou atenção é como o técnico Mitch Johnson precisa urgentemente dar mais minutos pro De’Aaron Fox. Os números não mentem: Spurs +2 com Fox em quadra, -15 com Stephon Castle. O garoto Castle tem potencial, mas tá claramente nervoso — errando bandejas e cometendo cada turnover que dá dó.

    Fox também não tá incendiando (44% nos arremessos gerais), mas pelo menos consegue organizar melhor o ataque. A dupla Fox-Dylan Harper no backcourt pode ser a chave pra San Antonio conseguir respirar um pouco no ataque.

    O problema real está no fim das jogadas

    Sinceramente, a defesa dos Spurs tá fazendo um trabalho decente. Os Knicks estão com rating ofensivo de apenas 106.6 — isso seria o pior ataque da liga na temporada regular! O problema é que San Antonio conseguiu ser ainda pior, com míseros 101 pontos por 100 posses.

    Wembanyama colocou o dedo na ferida: “Precisamos capitalizar, usar todos os esforços que fizemos”. É isso aí, monstro. O time até consegue criar algumas oportunidades, mas na hora de finalizar… aí que tá o problema.

    E tem outro detalhe que me preocupa: Brunson pode até estar arremessando mal (33.9%), mas quando o jogo aperta mesmo, quando é make or break, o cara simplesmente resolve. Essa experiência clutch dos Knicks contra a juventude dos Spurs pode ser decisiva.

    Vocês acham que os Spurs conseguem reagir jogando fora de casa, ou os Knicks vão fechar a série no Garden mesmo? Porque do jeito que as coisas estão andando, pode ser que nem precise voltar pra San Antonio…

  • Final da NBA explode nas audiências igual época LeBron vs Curry

    Final da NBA explode nas audiências igual época LeBron vs Curry

    Gente, o Adam Silver deve estar dormindo sorrindo desde quarta-feira. E olha que não é pra menos — o Jogo 1 das Finais da NBA entre Knicks e Spurs teve 16,93 milhões de telespectadores na ABC. Isso é 90% a mais que o primeiro jogo das Finais do ano passado!

    Pra vocês terem noção do absurdo: só o confronto de 2018 entre LeBron/Cavaliers e Curry/Warriors teve números melhores. E pasmem — esse Jogo 1 teve mais audiência que 15 dos últimos 16 primeiros jogos da World Series de baseball. Até mais que Yankees x Dodgers de 2024. A NBA tá brigando pra ser o segundo esporte mais popular da América, e com números desses, tá chegando lá.

    A história que todo mundo quer ver

    Sinceramente, não dá pra fingir surpresa. Essa Final tem tudo que o torcedor quer: drama, estrelas e narrativas incríveis.

    Do lado dos Knicks, o Jalen Brunson tá provando que armador baixinho pode sim dominar a NBA. O cara é um monstro no clutch e quer levar Nova York ao primeiro título em 53 anos — imaginem a pressão! E o Karl-Anthony Towns? Tá destruindo aquela fama de jogador mole que sempre colaram nele.

    Agora do lado dos Spurs… cara, o Victor Wembanyama com 22 anos tentando levar San Antonio ao título mais improvável da história. O francês de 2,24m joga como se tivesse nascido em laboratório — é surreal o que esse cara faz. E o técnico Mitch Johnson pode ganhar o Larry O’Brien Trophy aos 39 anos, na primeira temporada completa dele.

    Texas vs Nova York é sempre épico

    Olha, eu cresci assistindo aquelas guerras Cavaliers vs Warriors, e mesmo em 2018 (quando já tava meio batido) ainda tinha o LeBron e o Curry fazendo mágica. Agora a gente tem algo diferente, mais fresco.

    É Wembanyama contra Brunson. O futuro da liga contra a garra de Nova York. Uma cidade que não ganha título há mais de meio século enfrentando uma franquia que quer voltar ao topo com um alienígena francês.

    E vocês viram como foi o primeiro jogo? Jogo duro, físico, com as duas equipes jogando defesa de verdade. Nada daquela putaria de 140 a 135 que a gente vê na temporada regular. É basquete raiz, do jeito que tem que ser nas Finais.

    O Jogo 2 é sexta-feira, 21h30, em San Antonio. Quem vocês acham que leva? Eu tô genuinamente em dúvida — e isso que torna tudo mais emocionante.

  • Barkley: Brunson está a 3 vitórias de virar lenda dos Knicks

    Barkley: Brunson está a 3 vitórias de virar lenda dos Knicks

    Cara, o Charles Barkley soltou uma dessas que faz qualquer fã de NBA parar pra pensar. O Hall da Fama disse que se o Jalen Brunson conseguir levar os Knicks ao título da NBA, será “a maior contratação de agente livre da história”. Absurdo? Talvez não tanto assim.

    Olha só a situação: os Knicks estão nas Finais contra o San Antonio Spurs, ganharam o Jogo 1 por 10 pontos de diferença após estarem perdendo por 14, e agora estão a apenas três vitórias de quebrar um jejum de 53 anos sem título. Cinquenta e três anos, galera. Pra vocês terem noção, a última vez que Nova York foi campeã foi em 1973 — eu nem era nascido!

    O peso histórico dessa possível conquista

    Sinceramente, acho que o Barkley não tá exagerando. Quando o Brunson assinou com os Knicks como agente livre, quantos de vocês apostaram que ele levaria o time às Finais logo de cara? Eu confesso que não esperava. Muita gente falava que os Knicks podiam chegar longe no Leste, mas enfrentar o campeão do Oeste nas Finais? Poucos previram isso.

    E tem outro detalhe que o próprio Chuck mencionou — é uma meta que ele nunca conseguiu alcançar na carreira dele. Imagina a dor de falar isso sendo um dos maiores da história sem anel. O cara sabe o peso que tem ganhar um título, ainda mais em uma franquia sedenta como os Knicks.

    Brunson pode jogar ainda melhor

    Agora vem a parte interessante. O Brian Windhorst, da ESPN, deu um toque que me chamou atenção: mesmo fazendo 30 pontos no Jogo 1, o próprio Brunson sabe que pode render muito mais. Foram 12 acertos em 31 tentativas — não é exatamente o percentual que você espera do seu craque nas Finais.

    “E se ele realmente fizer um jogo bom hoje à noite?”, questionou o Windhorst antes do Jogo 2. Monstro, né? Se o cara já ganhou fazendo um jogo “meia-boca” (pelos padrões dele), imagina quando ele realmente explodir. Os Spurs que se cuidem.

    Vocês acham que o Brunson consegue manter esse nível de liderança e levar os Knicks ao tão sonhado título? Porque se conseguir, o Barkley pode estar certo — será mesmo a contratação do século.

  • Brunson já sabe: Spurs vão partir pra cima no Jogo 3 no Garden

    Brunson já sabe: Spurs vão partir pra cima no Jogo 3 no Garden

    Olha, eu sei que estar 2-0 numa final da NBA é uma delícia, mas o Jalen Brunson tá com a cabeça no lugar. Depois daquela vitória suada por 105-104 sobre os Spurs na sexta, o cara foi direto ao ponto: não dá pra relaxar nem um segundo.

    E sinceramente? Ele tá certíssimo. Quem acompanha basquete sabe que time jovem e talentoso como San Antonio não vai simplesmente entregar os pontos. Especialmente agora que a série volta pro Madison Square Garden na segunda-feira.

    “Eles têm outro nível, com certeza”

    A declaração do Brunson foi na lata: “Conhecendo eles, definitivamente existe outro nível. Temos que estar preparados e prontos pra igualar isso, jogar os 48 minutos completos”.

    Cara, essa humildade do líder dos Knicks me impressiona. O time tá a duas vitórias do primeiro título desde 1973 — DESDE 1973, gente! — mas o armador não tá deixando a empolgação subir à cabeça.

    E ele tem motivos de sobra pra falar isso. Os Spurs mostraram do que são capazes com aquela arrancada monstruosa de 14-0 no último quarto da sexta. Por pouco não viraram o jogo.

    Wembanyama foi um problema gigante

    O Victor Wembanyama fez 29 pontos, nove rebotes e quatro tocos. Vinte e nove! O francesão tá jogando numa intensidade absurda nessa final. E ainda tem o De’Aaron Fox dando aquela força no perímetro que quase levou os Spurs à vitória.

    Brunson mesmo teve uma noite difícil nos arremessos — apenas 7 de 25 tentativas. Mas na hora que mais importou, o cara apareceu. Aquele roubo de bola no Wembanyama que resultou no lance livre da vitória? Pura categoria.

    No final das contas, ele terminou com 20 pontos e cinco roubos de bola. O Karl-Anthony Towns também fez a sua parte com um double-double de 21 e 13 rebotes.

    Agora é aquela: os Knicks chegaram a 13 vitórias seguidas nos playoffs — um número absurdo — mas todo mundo sabe que fechar uma série contra um time orgulhoso como os Spurs é completamente diferente. Vocês acham que Nova York consegue manter essa pegada no Garden?

  • Brunson mantém pés no chão com Knicks a 2 vitórias do título

    Brunson mantém pés no chão com Knicks a 2 vitórias do título

    Cara, eu ainda tô em choque. Os Knicks estão a DUAS vitórias de quebrar um jejum de 53 anos sem título. Cinquenta e três anos, pessoal! E o Jalen Brunson, que é o cérebro dessa equipe, continua com os pés no chão como se nada tivesse acontecido.

    Depois de vencer o segundo jogo fora de casa contra o San Antonio Spurs e abrir 2-0 na série das Finals, qualquer um esperaria o cara comemorando, né? Mas não o Brunson. O maluco falou uma coisa que me arrepiou: “Nossa mentalidade era de 0-0, não de estar em vantagem por 1-0. Mesmo com o que a série está agora, no próximo jogo, a mentalidade tem que ser 0-0 de novo.”

    Mano, essa maturidade é de outro mundo.

    O jogo que mudou tudo

    O segundo jogo foi pura tensão. O Spurs saiu na frente e por um momento pensei “lá vamos nós de novo com os Knicks”. Mas eles viraram no segundo tempo e seguraram a pressão nos momentos decisivos. Brunson não teve sua melhor noite no arremesso, mas fez as jogadas que importavam na hora H.

    Olha os números: Brunson com 20 pontos, 6 assistências e 5 roubos de bola. Karl-Anthony Towns liderou com 21 pontos e 13 rebotes (double-double clássico do cara), Mikal Bridges contribuiu com 20 pontos, e o OG Anunoby adicionou 17. Cinco caras em dois dígitos – isso é basquete coletivo do jeito que tem que ser.

    A mentalidade de campeão

    Sinceramente, essa fala do Brunson me lembrou muito o que a gente vê nos grandes campeões. Não é à toa que esse time chegou até aqui. Eles não estão se contentando com nada menos que o título completo.

    E olha, vou ser honesto com vocês: eu tô começando a acreditar. Depois de décadas vendo os Knicks quebrando o coração da torcida, ver essa maturidade, essa garra… é diferente. Este time tem algo especial.

    O jogo 3 é em casa, no Madison Square Garden, na próxima terça (8 de junho). Se os Knicks vencerem e abrirem 3-0, aí sim pode começar a festa. Mas até lá, como disse o próprio Brunson: mentalidade 0-0.

    Vocês acham que os Knicks realmente vão quebrar esse jejum histórico? Eu tô cada vez mais convencido de que sim.