Tag: Jalen Brunson

  • Knicks mostraram versatilidade monstruosa contra Hawks – e isso pode ser a chave

    Knicks mostraram versatilidade monstruosa contra Hawks – e isso pode ser a chave

    Cara, depois daquela derrota dolorosa no Jogo 3 em Atlanta que deixou o New York em desvantagem por 2-1, muita gente pensou “pronto, era isso mesmo que esperávamos desse time”. Zero química, ataque perdido, defesa furada. Sabe como é, né?

    Mas aí veio a reviravolta mais absurda que eu já vi nos playoffs. Os Knicks destruíram os Hawks nos três jogos seguintes — ganharam por 16, 29 e incríveis 51 pontos para fechar a série. Cinquenta e um! Eu ainda não acredito nessa diferença.

    O que mudou do nada pra tudo

    Olha, pode ser só primeira rodada contra um time jovem, mas os Knicks mostraram uma coisa que pode ser decisiva nesses playoffs: versatilidade pura. E vocês sabem como é — playoffs são sobre ajustes, sobre encontrar o que funciona contra cada adversário.

    O grande problema nos três primeiros jogos foi o ataque completamente travado. O Jalen Brunson, que normalmente é nosso maestro, tava sofrendo demais depois do primeiro quarto. E ninguém conseguia pegar as sobras dele.

    A solução? Mike Brown tirou o Brunson da bola e começou a rodar tudo pelo Karl-Anthony Towns no garrafão. Cada posse passava por ele, criando espaço pra todo mundo se movimentar. Genial.

    Isso deu oportunidades muito melhores pro Brunson e — aqui que fica interessante — abriu espaço pro OG Anunoby explodir na série. O cara aproveitou o físico dele pra dominar, porque os Knicks precisavam urgente de mais pontos com os armadores lentos.

    Towns finalmente entendeu o recado

    Sinceramente, eu achei que ia demorar mais pro Towns se encaixar nesse sistema. Durante a temporada regular ele e o Brown bateram cabeça várias vezes, tentando encontrar o timing certo.

    Mas contra os Hawks? Monstro. Triple-double, série da carreira dele, e o OG fazendo 22 pontos e 9 rebotes de média. É isso aí que a gente queria ver desde o começo da temporada.

    Brown também mexeu no banco, colocando o Jose Alvarado pra ter mais criação quando o Brunson não tava em quadra. E na defesa, tirou o Brunson de cima do CJ McCollum (que tava comendo ele vivo) e botou o Josh Hart na marcação.

    E agora? Vai funcionar contra Boston ou Philly?

    Aqui que fica a dúvida, né pessoal. Essa fórmula funcionou perfeitamente contra Atlanta, mas Boston e Philadelphia são outros quinhentos. O Towns não vai ter a mesma moleza contra o Joel Embiid, isso eu garanto.

    Se pegar o Boston, pode ser mais uma série pro Mikal Bridges brilhar — lembram do ano passado quando ele fez mais de 20 nos Jogos 4 e 6? E o OG vai ter que se virar contra alas muito mais cascudos.

    Mas olha só — e se essa versatilidade for exatamente o diferencial dos Knicks? Durante a temporada toda, a galera ficou reclamando que o time não tinha identidade fixa. Talvez essa SEJA a identidade deles: se adaptar pra ganhar de qualquer jeito necessário.

    Que vocês acham? Essa versatilidade vai ser suficiente nas próximas fases, ou eles vão precisar de algo mais sólido quando a coisa apertar de verdade?

  • Brunson vira apresentador de WWE após massacre nos Hawks

    Brunson vira apresentador de WWE após massacre nos Hawks

    Cara, tem dias que você sabe que vai ser especial desde cedo. E ontem foi um desses. Os Knicks massacraram os Hawks por 140-89 — sim, você leu certo, cinquenta e um pontos de diferença — e Jalen Brunson decidiu que não queria falar só de basquete.

    Quando um repórter perguntou sobre o Roman Reigns ter reconquistado o cinturão da WWE e reformado o The Bloodline, o cara literalmente se iluminou.

    “Olha, essas são as perguntas que eu quero responder”, brincou Brunson, depois de anotar 17 pontos e 8 assistências na vitória que fechou a série. “Tô muito empolgado. Eu tenho até um cumprimento especial com um dos nossos fisioterapeutas que a gente faz antes de todo jogo reconhecendo ele.”

    Wrestling é coisa séria no MSG

    E olha, não é de hoje que o Brunson é fanático por WWE. Lembram quando ele teve aquela treta épica com o Tyrese Haliburton ano passado? O maluco literalmente correu atrás do cara com uma cadeira de aço no Madison Square Garden durante uma confusão que misturou NBA com wrestling. Foi absolutamente surreal.

    Aquilo aconteceu durante a rixa entre LA Knight e Logan Paul, e sinceramente? Foi um dos momentos mais divertidos que já vi envolvendo jogador da NBA. Só no MSG mesmo pra rolar uma parada dessas.

    Do ringue pras finais

    Agora o Roman Reigns voltou ao topo depois de derrotar CM Punk na WrestleMania 42 — e cara, que combate foi aquele. O cara perdeu o cinturão pro Cody Rhodes depois de mais de 1.300 dias reinando, mas voltou com tudo e já reformou a família com os primos Jey e Jimmy Uso.

    E sabe o que é mais louco? Brunson quer fazer a mesma coisa que o “Tribal Chief” fez: dominar completamente. Só que em vez de um ringue, ele quer levar os Knicks ao topo da NBA pela primeira vez no século 21.

    Vocês acham que ele consegue canalizar essa energia do Roman Reigns pros playoffs? Porque depois de uma surra dessas nos Hawks, eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo. E se rolar, pode ter certeza que o Madison Square Garden vai explodir mais que qualquer WrestleMania.

  • Brunson ignora chutes de McCollum e manda o recado na quadra

    Brunson ignora chutes de McCollum e manda o recado na quadra

    Cara, o que tá rolando entre CJ McCollum e Jalen Brunson já virou caso de polícia na série entre Hawks e Knicks. E olha, eu não sei se o McCollum tá fazendo de propósito ou se é só azar mesmo, mas o cara já acertou o Brunson na região… digamos, sensível, duas vezes nessa série.

    A primeira foi no Jogo 1, onde ele levou até técnica por isso. Agora no Jogo 5, que os Knicks ganharam de 126 a 97 (que surra!), aconteceu de novo. Durante o movimento de arremesso, a perna do McCollum vai parar exatamente no mesmo lugar. Coincidência? Sei não, viu…

    A resposta de veterano do Brunson

    Mas o que mais me impressiona é como o Brunson lidou com isso. Sinceramente, eu esperava um pouco mais de revolta, mas o cara escolheu o caminho da maturidade. Quando perguntaram sobre os chutes do McCollum na coletiva, ele simplesmente disse: “Não penso nada sobre isso”.

    E sabe o que é mais massa? Em vez de entrar numa guerra de palavras (que ia dar uma confusão desnecessária), o Brunson decidiu responder onde importa: na quadra. O monstro fez 39 pontos com 15/23 nos arremessos de campo. Quarenta pontos quase, cara! É assim que se responde.

    Quando o jogo fala por você

    O segundo tempo foi um show à parte. Brunson meteu 22 pontos só nos dois últimos quartos e simplesmente acabou com qualquer esperança de reação dos Hawks. Foi daquelas atuações que você assiste e pensa: “Por isso que esse cara é estrela”.

    Os Knicks pareciam meio perdidos depois de levar duas seguidas nos Jogos 2 e 3 (aquelas que o próprio McCollum roubou no clutch), mas acordaram na hora certa. Agora estão 3-2 na série e com o momentum total do lado deles.

    Vocês acham que essa história do McCollum é lance mesmo ou tem maldade? Porque duas vezes no mesmo lugar já é demais para ser coincidência, né? O que importa é que o Brunson mostrou que experiência de playoff se resolve assim: jogando bola e mantendo a cabeça fria.

  • McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    McBride virou o parceiro perfeito do Brunson nos Knicks

    Gente, vou ser sincero com vocês: eu não esperava que Miles McBride fosse se tornar uma peça tão crucial assim nos playoffs dos Knicks. Mas os números não mentem, e cara… eles são absurdos.

    Quando Brunson e McBride jogam juntos, os Knicks simplesmente voam. Na série contra os Hawks, essa dupla teve um net rating de 29.5 pontos. Vinte e nove ponto cinco! É literalmente o melhor rating entre todas as duplas que mais jogaram nos primeiros quatro jogos da série.

    De volta por cima depois da cirurgia

    O McBride começou meio enferrujado nos playoffs — o que é compreensível, né? O cara perdeu 28 jogos na temporada regular por causa de uma cirurgia de hérnia esportiva. Mas nos jogos 3 e 4 contra Atlanta, ele mostrou que voltou.

    Dezesseis pontos no jogo 3, treze no jogo 4. E o mais impressionante: acertou 8 de 16 tentativas do perímetro nesses dois jogos. Isso é quase 50% das bolas de três! O técnico Mike Brown claramente notou, porque aumentou os minutos dele — 31 e 23 minutos respectivamente.

    E olha só o detalhe: nos dois jogos, McBride ficou na quadra a maior parte do segundo tempo no lugar do Mikal Bridges, que tava passando por dificuldades. Às vezes o basquete é assim mesmo — quem tá jogando bem, joga.

    O alívio que o Brunson precisava

    Na minha visão, o que o McBride traz de mais valioso é tirar um pouco da responsabilidade de criação do Brunson. O cara tá sendo marcado com dupla o tempo todo, pressão na quadra inteira — é muita coisa pra um jogador só.

    McBride, mesmo não sendo um armador natural, consegue subir a bola e permite que o Brunson receba já no meio da quadra. Economiza energia, evita desgaste desnecessário. É inteligência de jogo pura.

    “Tento fazer o trabalho dele o mais fácil possível, assim como dos outros companheiros”, disse McBride. E é exatamente isso que ele tem feito. O cara entende seu papel perfeitamente.

    Vocês viram as ações de pick que eles têm feito um pro outro? Brunson fazendo bloqueio pro McBride, McBride retribuindo. É uma químia que os Hawks não esperavam e que tem dado muito certo.

    Sinceramente acho que essa dupla pode ser uma das chaves dos Knicks nessa pós-temporada. McBride virou aquele sexto homem que todo time sonha em ter — versátil, inteligente e que aparece quando mais precisa. E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível o resto dos playoffs?

  • Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Brunson mete 39 pontos e põe os Knicks na vantagem da série

    Cara, o Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o monstro que a gente sabe que ele é. 39 pontos na vitória de 126-97 sobre os Hawks, colocando os Knicks com 3-2 na série. E o mais louco? Fez 17 pontos só no último quarto, como se fosse brincadeira.

    Olha, eu estava começando a ficar preocupado com o garoto. Nas quatro primeiras partidas da série, ele estava fazendo média de 25.5 pontos, mas acertando apenas 41.6% dos arremessos. Para os padrões do Brunson, isso estava meio estranho, sabe?

    O show do quarto período

    Aí chegou ontem à noite e o cara simplesmente decidiu que ia acabar com o jogo. No último quarto, acertou 5 de 6 arremessos, incluindo duas bolas de três. Em 8 minutos e meio de quadra. Absurdo.

    E tem um detalhe que eu acho genial no jogo do Brunson: aqueles movimentos de hesitação dele. O cara para, finge que vai numa direção, e quando você vê já passou pelo marcador para uma bandeja tranquila. Perguntaram pra ele de onde veio essa jogada e a resposta foi na lata:

    “Tem muitos caras mais altos, mais rápidos e mais fortes que eu, então preciso tirar eles do equilíbrio de algum jeito.”

    Sinceramente? É por isso que eu amo esse moleque. Com 1,88m, ele não tem o físico dos outros armadores elite da liga, mas compensa com QI de basquete e footwork absurdo.

    O fator Karl-Anthony Towns

    Agora, tem uma coisa interessante rolando. O Towns teve mais 6 assistências ontem, depois de fazer 10 no jogo anterior (primeiro triple-double da carreira nos playoffs, diga-se). Os Knicks estão dando mais a bola pra ele iniciar as jogadas, e isso pode estar liberando o Brunson.

    Perguntaram pro próprio Towns se ele foi responsável pela explosão do armador, e a resposta foi hilária: “Cara, ele é um dos melhores armadores da NBA, então não sei se fui eu o motivo disso” – disse rindo. “Vou assistir os lances e torcer que amanhã, quando assistirmos o filme, eu possa dizer que ajudei ele a ser quem sempre foi.”

    Humilde, né? Mas faz sentido. Quando você tem um pivô que consegue distribuir como o Towns, cria mais espaço pra todo mundo.

    E olha só que curiosidade: o técnico Mike Brown (que tem o pai do Brunson, Rick, na comissão técnica) foi perguntado de onde vem a paciência do garoto pra jogar sempre no seu ritmo. Resposta: “Vem da mãe dele. A mãe dele tem muita paciência e é muito esperta.”

    Os Knicks estão a uma vitória de avançar pra segunda rodada. E com o Brunson jogando assim? Eu já tô imaginando onde essa historia pode chegar. Vocês acham que ele consegue manter esse nível contra adversários mais pesados?

  • Brunson explode com 39 pontos e Knicks assumem controle da série

    Brunson explode com 39 pontos e Knicks assumem controle da série

    Olha, eu vou ser sincero com vocês — estava começando a ficar preocupado com o Jalen Brunson nos playoffs. Quatro jogos seguidos meio apagado pro padrão dele, errando arremessos que normalmente acerta de olho fechado. Mas aí que tá a diferença entre um jogador comum e um All-Star de verdade.

    O capitão dos Knicks simplesmente resolveu tomar as dores na quinta partida mais importante da temporada. 39 pontos em cima dos Hawks, com 15 de 23 arremessos convertidos. Uma clínica, cara.

    A noite em que Brunson lembrou quem é

    Antes do Jogo 5, Brunson estava com apenas 37% de aproveitamento nos arremessos desde o primeiro quarto da estreia da série. Pro padrão dele, isso é quase inadmissível. Mas sabe como é — grandes jogadores aparecem nos grandes momentos.

    E que momento! No Madison Square Garden lotado, com os Knicks precisando desesperadamente recuperar o controle da série, o baixinho de 1,85m mostrou porque é o líder desse time. 22 pontos só no segundo tempo, sendo que no último quarto foi um show à parte.

    Mike Brown, técnico dos Hawks, resumiu bem: “Jalen foi fenomenal. Um jogaço de um grande jogador.” E olha que vinha da boca do adversário, né?

    Quarto período de gala

    O que mais me impressionou foi a frieza dele no último quarto. Converteu todos os cinco arremessos que tentou na parcial final — todos os cinco! Teve um momento que ele fez 12 pontos consecutivos dos Knicks. É o tipo de sequência que define série de playoffs.

    “A bola entrou, mas eu estava feliz porque conseguimos manter a liderança e jogar bem com ela”, disse Brunson depois do jogo. Humilde como sempre, mas por dentro deve estar sabendo que salvou a temporada dos Knicks ali.

    E não foi só nos pontos não — oito assistências e apenas uma bola perdida. Isso é controle de jogo, pessoal. Isso é ser líder quando a pressão aperta.

    Knicks voltam a sonhar

    Com esse desempenho, Brunson chegou ao 25º jogo de 30+ pontos na carreira nos playoffs, empatando com Shai Gilgeous-Alexander na liderança da liga. Não é pouco não, viu?

    E o timing não podia ser melhor — com o Karl-Anthony Towns também dominando do outro lado, os Knicks parecem ter encontrado a fórmula pra fechar essa série no Jogo 6.

    Vocês acham que conseguem? Eu tô começando a acreditar de novo, principalmente depois de ver o Brunson desse jeito. Quando ele joga assim, os Knicks viram outro time.

  • Embiid destruiu tudo 19 dias após cirurgia e Brunson comandou show

    Embiid destruiu tudo 19 dias após cirurgia e Brunson comandou show

    Cara, que noite absurda de playoffs! O Joel Embiid simplesmente decidiu que uma apendicite não ia acabar com a temporada dele — 19 dias depois da cirurgia de emergência, o cara meteu 33 pontos nos Celtics como se não fosse nada. E o Jalen Brunson? Resolveu lembrar todo mundo por que é um dos armadores mais clutch da liga.

    Embiid mandando a apendicite pra casa do caramba

    Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas jogar um jogo de playoff menos de três semanas depois de tirar o apêndice? Isso é de outro planeta. O Embiid começou meio travado — errou 6 dos primeiros 7 arremessos, forçando muito de 3.

    Mas aí que tá a genialidade do cara. No segundo tempo, ele simplesmente mudou o script: foi pro garrafão, mandou a bola pra dentro e virou um monstro. 18 pontos em 7 de 10 arremessos na segunda etapa, zero tentativas de três. “Comecei a ir pra dentro e encontrei sorte”, disse ele depois. Sorte? Sorte nada, meu amigo — isso é categoria.

    Ver ele bullinando o Vučević e fazendo os Celtics parecerem amadores foi simplesmente lindo. Aqueles giros clássicos, aquela finalização impossível… por isso que ele é MVP quando está saudável.

    Brunson assumindo o controle total

    Do outro lado, em Nova York, o Jalen Brunson lembrou por que os Knicks apostaram todas as fichas nele. 39 pontos e 8 assistências numa partida que podia definir a temporada? E o mais louco: 17 pontos só no último período!

    Cara, teve um momento que ele emplacou 10 pontos seguidos — uma jogada de três tempos e logo depois uma bomba de três do meio da quadra. O Madison Square Garden explodiu, até o Ben Stiller tava pirando na arquibancada (vocês viram as imagens?)

    O que mais me impressiona no Brunson é como ele melhora nos momentos decisivos. Não é o jogador mais atlético, não é o mais alto, mas quando aperta o bicho pega e ele vira outro nível. 15 de 23 nos arremessos, apenas uma perda de bola. Controle total.

    Agora os Knicks lideram por 3-2 e podem fechar a série fora de casa. Já os Sixers empataram com Boston e levaram a decisão pro TD Garden. Duas séries emocionantes que prometem muito mais adrenalina.

    E aí, vocês acham que o Embiid consegue manter esse nível sem o físico 100%? E os Knicks, será que fecham em Atlanta ou vão levar susto no jogo 6?

  • Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Brunson e KAT destruíram os Hawks – Knicks a uma vitória dos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse Game 5! Os Knicks simplesmente resolveram mostrar por que o Madison Square Garden é considerado a Meca do basquete. Vitória de 126 a 97 sobre os Hawks, e agora estão a uma vitória de avançar na série que já estava 3×2 para Nova York.

    Olha, eu sempre soube que essa dupla Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns ia dar problema quando encaixasse. E ontem à noite? Meu amigo, encaixou que foi uma beleza.

    Brunson gelado como sempre

    O baixinho simplesmente decidiu que ia ser noite de massacre. 39 pontos com 8 assistências, acertando 15 de 23 arremessos. Sinceramente, acho que não existe coisa mais bonita no basquete do que ver o Brunson no modo assassino.

    Os Hawks até tentaram colocar o Dyson Daniels para marcar ele, mas quando o cara tá inspirado desse jeito, não tem defesa que segure. E o mais impressionante? Mike Brown manteve o Brunson em quadra no início do quarto período, e ele simplesmente continuou cozinhando. Essa é a diferença dos astros nos playoffs – eles aparecem na hora que mais importa.

    KAT finalmente acordou

    E o Karl-Anthony Towns, hein? 16 pontos, 14 rebotes e 6 assistências. Pode não parecer muito pelos padrões dele, mas foi eficiente: 5 de 7 nos arremessos. O cara finalmente entendeu que não precisa forçar, só precisa jogar dentro do sistema.

    O que mais me impressionou foi a movimentação sem bola dos Knicks. Towns apareceu nas horas certas, fez os passes certos, pegou os rebotes importantes. Quando os Hawks resolveram fazer dupla marcação nele, abriu espaço para todo mundo. É isso que a gente espera de um cara experiente nos playoffs.

    Na minha visão, essa foi a partida mais completa dos Knicks na série toda. Eles acertaram 60% dos arremessos no primeiro e no último período. Sessenta por cento! Isso é coisa de time que tá determinado a não dar chance para o adversário.

    Defesa que fez a diferença

    Mas não foi só no ataque que os Knicks dominaram. A defesa deles foi absurda. Limitaram os Hawks a apenas 4 pontos em contra-ataques – isso é fundamental contra um time rápido como Atlanta.

    Os Hawks são perigosos no ataque, todo mundo sabe disso. Mas os Knicks não deixaram eles estabelecerem o ritmo de jogo deles. Forçaram eles a jogarem no meio de quadra, com marcação física o tempo todo. Mitchell Robinson apareceu na hora certa fazendo a proteção do aro que todo mundo esperava.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que os Knicks conseguem fechar a série em Atlanta? Porque uma coisa é dominar em casa, outra é ir lá na casa do adversário e fazer o trabalho sujo.

    Sinceramente? Depois de uma atuação dessas, eu tô começando a acreditar que esse time dos Knicks pode ir longe nestes playoffs. Brunson tá jogando como um astro de verdade, Towns finalmente entendeu o papel dele, e o time como um todo tá jogando junto.

    E vocês, acham que os Knicks fecham no Game 6 ou os Hawks conseguem forçar um jogo 7? Porque depois de ver esse massacre, eu tô achando difícil apostar contra Nova York.

  • Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Knicks dominam Hawks e abrem 3-2 na série com show de Brunson

    Cara, que noitaça do Jalen Brunson! O armador dos Knicks simplesmente resolveu fazer a festa no Madison Square Garden e liderou uma surra histórica nos Hawks por 126 a 97 no jogo 5. Agora Nova York tem vantagem de 3-2 na série e pode fechar em Atlanta na próxima quinta.

    Olha, eu já esperava uma reação dos Knicks jogando em casa, mas essa dominância foi absurda. Desde o primeiro quarto eles pisaram no acelerador e nunca mais tiraram o pé. A torcida de NY deve estar enlouquecida!

    Towns finalmente apareceu do jeito que todo mundo esperava

    Karl-Anthony Towns estava devendo uma grande atuação nessa série, e ontem ele entregou logo no primeiro quarto. O cara aproveitou o mismatch contra Jonathan Kuminga e mandou suas três primeiras tentativas pra dentro. Mike Brown até elogiou o trabalho dele nos dois lados da quadra antes do jogo — parece que o big man ouviu.

    O que mais me chamou atenção foi a estratégia do Brown de colocar Mitchell Robinson junto com Towns em quadra. Dois towers? Em 2026? Mas funcionou perfeitamente. Robinson entrou com tudo: 3 pontos, 3 rebotes e 1 toco nos primeiros 4 minutos. Os Hawks não sabiam como reagir.

    O banco dos Knicks foi um show à parte

    Sinceramente, não esperava essa contribuição gigantesca do banco. Jordan Clarkson e Jose Alvarado foram fundamentais — Clarkson ajudou numa corrida de 12-2 no final do primeiro quarto, enquanto Alvarado mandou três cestas certeiras no começo do segundo período.

    OG Anunoby também merece destaque. O cara pegou 7 rebotes só no primeiro quarto (recorde pessoal desde 2020) e depois acordou pro jogo no terceiro período, dobrando seus pontos da primeira metade.

    Brunson foi simplesmente imparável no último quarto

    Mesmo com a vantagem gorda, Mike Brown manteve Brunson em quadra no último período. E que decisão certeira! O capitão dos Knicks fez uma daquelas sequências que só ele sabe fazer: 12 pontos consecutivos que esticaram a vantagem pra mais de 20 e enterraram qualquer chance de reação dos Hawks.

    No final das contas, Brunson terminou com 39 pontos — sua melhor marca na série. Towns contribuiu com 14 pontos e 8 rebotes, enquanto Anunoby fechou com 10 pontos. Juntos, Towns e Anunoby pegaram 24 rebotes, apenas 3 a menos que todo o time de Atlanta.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar a série fora de casa? Atlanta vai ter que fazer algo especial pra forçar um jogo 7, porque do jeito que NY está jogando, parece difícil parar esse trem. A próxima quinta promete ser decisiva!

  • Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Cara, playoff da NBA é isso aí — quando você menos espera, tá tudo empatado em 2-2 e cada possessão vale ouro. Os Knicks conseguiram empatar a série contra os Hawks depois de duas derrotas seguidas por apenas um ponto cada. Agora volta tudo pro Madison Square Garden pra um jogo 5 que promete ser de infarto.

    O técnico Mike Brown tá confiante no time dele. “Esse grupo é implacável, eles são experientes. Eles performam melhor quando estão com a corda no pescoço”, disse Brown. E olha, não é que ele tem razão? Depois de tomar duas pancadas de um ponto, os Knicks foram lá e ganharam de 114-98 em Atlanta. Convincente.

    Miles McBride falando as verdades

    Mas o que mais me chamou atenção foi o papo do Miles McBride. O cara foi direto ao ponto: “Temos que ter um nível mais alto de desespero, porque sabemos que eles não vão entrar nesse jogo de forma tranquila”.

    E ele completou falando uma coisa que todo brasileiro que joga bola sabe — você não perde o jogo só nos últimos minutos. “Você não perde sempre no final. É uma possessão aqui, no primeiro tempo quando você perdeu um rebote, ou quando alguém não correu para o garrafão”. Exato, mano. Basquete se ganha nos detalhes.

    Brunson e o jogo de xadrez dos playoffs

    Jalen Brunson, que tá com uns altos e baixos na série (41,6% nos arremessos — meio baixo pro padrão dele), falou uma coisa interessante sobre como funciona uma série de playoffs. “É um jogo de xadrez constante. Você vê que movimento eles fazem e volta com um movimento diferente”.

    Sinceramente, isso é o que mais amo nos playoffs da NBA. Cada jogo é completamente diferente do anterior. Os técnicos ficam naquela de ajuste e contra-ajuste, e no final quem consegue se adaptar melhor leva.

    Uma estatística que pesa: historicamente, quem ganha o jogo 5 numa série empatada em 2-2 tem chances enormes de levar a série toda. Mas o Brunson foi esperto — disse que não precisa de motivação extra. “É pra isso que trabalhamos o ano todo, o verão todo. É uma oportunidade dos times colocarem seus nomes na história”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade em casa? Porque os Hawks não vão facilitar nada — playoff é isso, cada jogo uma guerra. O Madison Square Garden vai pegar fogo na terça à noite, tenho certeza disso.