Tag: jamal murray

  • Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Olha, depois da eliminação precoce pros Timberwolves, o Denver Nuggets tá meio que prometendo fazer uma limpa no elenco. Mas calma aí — o Jokic não sai de jeito nenhum.

    Josh Kroenke, presidente do time, foi bem direto quando falou com a imprensa: “Tudo tá em aberto, exceto trocar o Nikola.” Cara, imagina se eles fossem loucos de trocar um tricampeão de MVP? Seria a maior burrice da história da NBA.

    A temporada que nunca aconteceu

    Sinceramente, esse ano foi complicado pro Nuggets. O Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular por causa de lesões. Christian Braun, Cam Johnson, Peyton Watson — todo mundo machucado em algum momento. Como que você monta uma química de time assim?

    E o pior é que mesmo com o Anthony Edwards dos Wolves perdendo dois jogos por lesão no playoff, eles ainda eliminaram Denver em seis. Isso dói, né?

    “Foi uma temporada que nunca existiu de verdade, porque esse grupo nunca teve a chance de mostrar ritmo de jogo”, falou o Kroenke. E ele não tá errado — é difícil desenvolver entrosamento quando metade do elenco tá no departamento médico.

    Murray pode ser o primeiro a vazar

    Agora, quem pode estar com os dias contados? Jamal Murray parece ser candidato número um. Cara fez uma baita temporada — 25.4 pontos de média, primeiro All-Star da carreira —, mas tá ganhando 50 milhões de dólares na próxima temporada. É muito dinheiro, mesmo pra NBA.

    Murray e Jokic são parceiros há 10 anos. Dez! Mas às vezes o negócio é assim mesmo: você precisa mexer pra não ficar parado no tempo. Aaron Gordon também pode entrar nessa dança — ele tá em Denver desde março de 2021 e pode render uma boa troca.

    E vocês acham que tá certo mesmo mexer no elenco? Porque o Jokic não jogou bem contra Minnesota, não vou mentir. 44.6% nos arremessos de quadra, 19.4% do perímetro. O Rudy Gobert fez um trabalho monstro na defesa, neutralizou bastante o sérvio.

    Mas né, o cara tem 31 anos e continua sendo um dos melhores do mundo. O problema não é ele — o problema é que desde o título em 2023, eles só chegaram numa final de conferência. Pra um time com esse talento todo, é pouco.

    Agora é esperar pra ver o que rola na offseason. Jokic vai continuar sendo o rei de Denver, mas o resto do castelo pode mudar bastante.

  • Nuggets vão mexer no elenco, mas Jokic é intocável

    Nuggets vão mexer no elenco, mas Jokic é intocável

    Olha, depois daquela eliminação vexatória na primeira rodada dos playoffs, o Denver Nuggets finalmente admitiu o óbvio: precisa mexer no time. Josh Kroenke, presidente da franquia, foi bem direto na coletiva de sexta-feira: “tudo está na mesa”, exceto uma coisa — trocar o Nikola Jokic.

    “Não quero disfarçar minha frustração com o fim da temporada”, disse Kroenke em uma coletiva de 45 minutos. E sinceramente, era sobre tempo alguém assumir que aquele vexame contra o Minnesota foi inaceitável para um time que tinha o melhor jogador do mundo.

    O núcleo intocável (quase)

    Segundo Kroenke, o núcleo do time são Jokic, Jamal Murray e Aaron Gordon. Interessante que Michael Porter Jr., que antes estava nesse grupo seleto, já virou moeda de troca e foi trocado pelo Cam Johnson no verão passado. Isso me faz pensar: será que o Murray também não está tão seguro assim?

    Fontes da liga já estão falando que pelo menos um titular vai ser negociado nesta offseason. E olha, faz todo sentido — o time precisa de uma reformulada depois daquela performance patética nos playoffs.

    A matemática cruel do salary cap

    Aqui que a coisa complica. Os Nuggets estão numa sinuca de bico com o teto salarial. Se renovarem com Peyton Watson (que é agente livre restrito), Aaron Gordon e Christian Braun, o time vai direto para o segundo nível da luxury tax. E isso traz restrições absurdas para montar o elenco.

    O time conseguiu evitar a luxury tax esta temporada trocando Hunter Tyson pro Brooklyn antes do deadline de fevereiro. Mas agora, com as renovações batendo na porta, vai ser difícil fugir dessa conta salgada.

    Se Murray e Gordon ficarem, pelo menos um entre Braun, Cam Johnson ou Watson vai ter que dar tchau. É matemática pura — alguém tem que sair para aliviar a folha salarial.

    Jokic blindado com supercontrato

    Enquanto isso, o sérvio monstro deve assinar uma extensão de quatro anos por US$ 278 milhões nesta offseason. E olha, é o mínimo que ele merece depois de carregar esse time nas costas por tanto tempo.

    A real é que Denver precisa urgentemente encontrar peças que complementem o Jokic de verdade. Porque ter o melhor centro do mundo e sair na primeira rodada dos playoffs é simplesmente inadmissível.

    Vocês acham que o Murray ainda tem espaço nesse time, ou chegou a hora dele também virar moeda de troca? Porque depois daquela série contra o Timberwolves, tenho minhas dúvidas se ele ainda é a resposta como armador titular ao lado do Jokic…

  • Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Cara, quando você vê o presidente de um time dizendo que “tudo está em aberto” menos trocar o cara principal, já sabe que a coisa ficou feia mesmo. E foi exatamente isso que rolou com o Denver Nuggets após serem eliminados na primeira rodada dos playoffs pelos Timberwolves.

    Josh Kroenke, presidente dos Nuggets, não teve papas na língua na coletiva de sexta-feira. O time que se via como candidato ao título acabou caindo logo de cara nos playoffs, e agora todo mundo tá questionando o futuro da franquia.

    A temporada que nunca existiu

    “Eu achava que, se esse grupo estivesse saudável, poderia ser um time de 60, 65 vitórias”, disse Kroenke. E olha, ele não tava viajando não. O problema é que lesão pegou pesado no elenco.

    Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular. Christian Braun, 44. Peyton Watson e Cameron Johnson, 54 cada um. Mesmo assim, terminaram com 54-28 — nada mal para um time todo quebrado, né?

    Mas aí que tá o problema: mesmo com todas essas ausências, não dá para usar lesão como desculpa. Sabe por quê? Porque Minnesota tava ainda mais ferrado de lesionados e mesmo assim passou por cima do Denver. Os Wolves fecharam a série SEM Anthony Edwards, Donte DiVincenzo e Ayo Dosunmu. Imagina só.

    Jamal Murray pode ser negociado?

    Essa foi a bomba da coletiva. Quando Kroenke disse que “tudo está na mesa, exceto trocar o Nikola”, ele não estava brincando. Isso significa que até o Jamal Murray — que acabou de fazer sua primeira temporada All-Star e provavelmente All-NBA — pode ser trocado.

    Sinceramente? Eu não sei se concordo com isso. Murray é peça fundamental no esquema do Jokić, e os dois têm uma química absurda. Mas também entendo a pressão da diretoria — você não pode ficar parado depois de uma eliminação dessas.

    O Gordon também entra nessa lista de possíveis trocas. Cara que custou caro e não conseguiu ficar saudável quando mais precisavam dele.

    O dilema do Peyton Watson

    Agora vem a parte mais complicada da offseason. Watson foi a melhor descoberta da temporada — o moleque evoluiu demais e virou um criador de jogadas real. O problema? Ele não renovou antes da temporada e agora é agente livre restrito.

    Se Denver quiser manter o Watson, vai ter que desembolsar uma grana pesada e provavelmente passar do segundo limite salarial. Isso significa mais restrições, mais imposto, mais dor de cabeça financeira.

    “Peyton teve um ano fantástico”, disse Ben Tenzer, executivo do time. “Esperamos que ele seja um Nugget por muito tempo.” Mas entre querer e conseguir pagar, tem uma diferença enorme.

    E aí, vocês acham que vale a pena quebrar o banco pelo Watson? Ou será que é melhor focar em outras posições e deixar ele ir embora?

    Uma coisa é certa: essa offseason vai definir se o Denver ainda tem chance real de título com o Jokić no auge, ou se vão desperdiçar mais alguns anos da carreira do melhor pivô do mundo. A pressão tá toda em cima da diretoria agora.

  • Nuggets no sufoco: time do Jokić está praticamente sem saída

    Nuggets no sufoco: time do Jokić está praticamente sem saída

    Olha, eu não acredito que estou escrevendo isso, mas o Denver Nuggets está numa sinuca de bico danada. Time que tem o melhor jogador do mundo — sim, Nikola Jokić é um monstro absoluto — e que viu Jamal Murray fazer a melhor temporada da carreira dele, acabou caindo logo na primeira rodada dos playoffs para os Timberwolves. Em seis jogos. Para um time machucado.

    Isso dói só de escrever.

    O cenário é bem complicado

    Vamos aos fatos: Jokić obviamente fica. Murray também deve ficar, especialmente depois de finalmente conseguir sua primeira convocação para o All-Star Game — 25.4 pontos e 7.1 assistências por jogo, números de respeito. A química entre os dois funciona, isso ninguém discute.

    Mas depois desses dois… cara, a situação complica rápido. Christian Braun ganhou uma extensão de 125 milhões de dólares que já está parecendo um problemão — o garoto teve uma temporada bem fraca. Aaron Gordon encaixa perfeitamente no sistema, mas está ficando mais velho e o contrato mais pesado.

    E o pior de tudo? Os Nuggets estão completamente sem flexibilidade financeira. O time está gastando 201 milhões de dólares só em salários e ainda vai passar do segundo limite salarial. Traduzindo: eles não têm praticamente nenhuma ferramenta para melhorar o elenco.

    A janela do Jokić está se fechando?

    Sinceramente, essa é a parte que mais me preocupa como fã de basquete. Jokić está no auge — o cara é um triple-double ambulante, faz jogadas que desafiam a física — mas está carregando um peso absurdo nas costas. Quantas temporadas mais ele vai conseguir fazer isso?

    O Denver tem apenas as picks 26 e 49 do Draft para trabalhar. É muito pouco para um time que precisa de profundidade urgentemente. Eles vão ter que fazer milagre ou trocar peças caras por jogadores mais baratos — o que nunca é garantia de melhora.

    Peyton Watson é agente livre restrito, então pelo menos eles podem manter ele se quiserem. Mas Bruce Brown, que foi importante no título de 2023, pode ir embora sem retorno nenhum.

    E agora, Denver?

    Na minha opinião, o Nuggets está numa daquelas situações que todo time teme: bom demais para reconstruir, mas sem recursos para dar o próximo passo. Eles são reféns dos próprios contratos.

    O que mais me incomoda é ver o melhor momento do Jokić sendo desperdiçado assim. O sérvio merece mais ajuda, mas o front office se amarrou com contratos questionáveis. E aí, vocês acham que o Denver consegue dar a volta por cima só com peças internas?

    Uma coisa é certa: se eles não resolverem isso logo, podem acabar vendo uma das gerações mais talentosas da franquia escorrer pelos dedos. E isso seria uma tragédia para qualquer fã de bom basquete.

  • Jokic assumiu toda culpa, mas Nuggets têm problemas maiores que o MVP

    Jokic assumiu toda culpa, mas Nuggets têm problemas maiores que o MVP

    Cara, que eliminação dolorosa pros Nuggets ontem. 110-98 pro Minnesota e tchau, playoff acabou. O que mais me chama atenção não são os 28 pontos do Jokic (quase um triple-double de novo), mas sim ele assumindo TODA a culpa da série.

    “Eu precisava jogar melhor e tenho que jogar melhor”, disse o sérvio se referindo aos primeiros três jogos contra os Wolves. Olha, eu entendo a postura de líder, mas será que é só isso mesmo?

    Rudy Gobert destruiu o ritmo do MVP

    A real é que o Gobert — quatro vezes melhor defensor da liga — simplesmente anulou o Jokic nos jogos 2, 3 e 4. Os números não mentem: 40%, 26.9% e 36.4% de aproveitamento de quadra. Pro cara que é tricampeão de MVP da temporada regular, isso é absurdo de ruim.

    E não para por aí. Jokic arremessou apenas 19.4% das bolas de três na série inteira. DEZENOVE VÍRGULA QUATRO PORCENTO! Pra um jogador do calibre dele, é estatística de pesadelo. Somando isso às 3.8 perdas de bola por jogo, fica difícil mesmo ganhar de um time organizado como Minnesota.

    Murray desapareceu quando mais precisava

    Mas sinceramente, eu acho injusto o Jokic carregar toda essa responsabilidade sozinho. Cadê o Jamal Murray nessa história? O cara que já foi herói em playoffs anteriores teve míseros 35.7% de aproveitamento na série. Trinta e cinco vírgula sete! Pro segundo cara mais importante do time, é inaceitável.

    No jogo 6, além do Jokic e do Cameron Johnson (que fez 27 pontos e cinco bolas de três), nenhum outro jogador passou dos 13 pontos. Como é que ganha playoff assim? O Christian Braun e o Tim Hardaway Jr. simplesmente sumiram quando o time mais precisava.

    Tá, o Aaron Gordon estava machucado (panturrilha) e perdeu três jogos, e o Peyton Watson ficou fora da série inteira com problema no posterior. Mas olha só: Minnesota jogou sem Anthony Edwards e Donte DiVincenzo em alguns momentos e mesmo assim dominou a série em casa.

    E o Jaden McDaniels? Monstro. Criticou a defesa dos Nuggets publicamente e depois meteu 32 pontos, 10 rebotes e duas roubadas de bola. Falou e fez, como tem que ser.

    A questão agora é: será que o Jokic vai ficar em Denver? Com extensão de contrato e opção de jogador em 2027 no ar, a franquia precisa mexer MUITO nesse elenco na offseason. Porque talento individual o time tem — o problema é que em playoff, todo mundo tem que aparecer.

    Vocês acham que só o Jokic jogando bem basta pra ser campeão? Eu tenho minhas dúvidas…

  • Murray desapareceu no pior momento: Nuggets fora dos playoffs

    Murray desapareceu no pior momento: Nuggets fora dos playoffs

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu. Os Denver Nuggets — que entraram na temporada como um dos favoritos ao título — acabaram de ser ELIMINADOS no primeiro round dos playoffs pelos Minnesota Timberwolves. Game 6, 110-98, e tchau Denver.

    Olha, eu esperava muita coisa dessa série, mas nunca imaginei que seria assim. Os Nuggets perderam pra um time do Minnesota que tava sem Anthony Edwards, sem Donte DiVincenzo, e ainda por cima sem Ayo Dosunmu no jogo decisivo. É de dar vergonha alheia mesmo.

    O pesadelo de Jamal Murray

    Se tem alguém que precisa olhar no espelho hoje, esse alguém é o Jamal Murray. O cara simplesmente desapareceu quando o time mais precisava dele. 12 pontos em 4 de 17 arremessos? Monstro, isso não é performance de jogador estrela não.

    E o pior: quem tava marcando ele? Jaden McDaniels. O mesmo cara que ficou provocando os Nuggets a série inteira, falando que a defesa de Denver era uma piada. McDaniels não só falou, como provou — 32 pontos e 10 rebotes, enquanto trancava Murray na penitentiary defensiva dele.

    Sinceramente, Murray construiu uma reputação de clutch player, de cara que aparece nos momentos grandes. Lembram das performances épicas dele nos playoffs passados? Pois é. Ontem à noite ele foi um fantasma. E quando você é a segunda estrela do time ao lado do Jokić, não pode desaparecer assim.

    Jokić fez a parte dele

    Agora, o sérvio monstro não pode ser culpado por nada disso. 28 pontos (11-19 dos arremessos), 9 rebotes e 10 assistências contra o Rudy Gobert. Cara, isso é triple-double na moral, jogando contra um dos melhores defensores da liga.

    Cam Johnson também apareceu — 27 pontos, mandando bomba de três. Mas quando só duas peças funcionam e o resto do time não consegue produzir, fica impossível ganhar de um Minnesota que tava jogando como se fosse vida ou morte.

    E aí, o que vocês acham? Murray consegue se recuperar dessa ou a pressão vai pesar na próxima temporada? Porque uma coisa eu sei: com Jokić no auge da carreira, desperdiçar uma temporada assim dói muito. Os Nuggets vão ter que repensar esse elenco no verão, porque só ter o melhor pivô do mundo não tá sendo suficiente.

    No final das contas, basketball é esporte coletivo, mas quando sua segunda estrela some nos momentos decisivos, não tem milagre que salve. Denver volta pra casa mais cedo, e a sensação é de oportunidade perdida.

  • Jokic manda a real após vexame dos Nuggets: ‘Estamos longe’

    Jokic manda a real após vexame dos Nuggets: ‘Estamos longe’

    Cara, que vexame foi esse dos Denver Nuggets ontem à noite? Perder por 110-98 pro Minnesota Timberwolves no jogo 6 e dar tchau pros playoffs na primeira rodada — sendo que eram os campeões de 2023, gente!

    O mais doloroso? Os Wolves estavam sem Anthony Edwards, Donte DiVincenzo, Ayo Dosunmu e Kyle Anderson. Ou seja, jogaram basicamente com os reservas e mesmo assim meteram 4-2 na série. Isso dói na alma de qualquer fã de basquete.

    McDaniels destruiu tudo

    Jaden McDaniels foi simplesmente monstro: 32 pontos e 10 rebotes, acertando 13 de 25 arremessos. O cara jogou 45 minutos e fez os Nuggets de brinquedo. Terrence Shannon Jr., que nem titular costuma ser, contribuiu com 24 pontos saindo do banco pra começar o jogo.

    Do lado do Denver, Jokic fez sua parte com 28 pontos e quase um triple-double (10 assistências e 9 rebotes), mas não adiantou nada. Cameron Johnson até tentou ajudar com 27 pontos, mas Jamal Murray? Rapaz, 12 pontos com 4/17 nos arremessos. Simplesmente sumiu quando mais precisava aparecer.

    A real dolorosa do MVP

    Depois da eliminação, perguntaram pro Jokic o quão longe o time está de brigar pelo título. A resposta foi cirúrgica e dolorosa:

    “Cara, nós acabamos de perder na primeira rodada, então acho que estamos muito longe”, disse o três vezes MVP.

    Olha, eu admiro a honestidade do sérvio, mas imagina o baque pra torcida? O time que foi campeão há apenas dois anos agora ouve isso do seu principal jogador. É de cortar o coração mesmo.

    Os números não mentem: Minnesota dominou completamente no garrafão (64-40 pontos na pintura) e nos rebotes (50-33). Murray terminou a série com míseros 35,6% nos arremessos de quadra e 26,1% nas bolas de três. Até o próprio Jokic sofreu além da conta do perímetro, acertando apenas 19,4% das tentativas de três pontos.

    E agora, Denver?

    Sinceramente acho que os Nuggets precisam de uma reformulação urgente no elenco. Não dá pra depender só do Jokic carregando piano nas costas — por mais genial que ele seja. Murray claramente não está no mesmo nível de 2023, e a defesa do time virou uma peneira.

    Enquanto isso, Minnesota segue voando pros playoffs pela terceira temporada consecutiva, mesmo com um monte de lesionados. Agora vão enfrentar o San Antonio Spurs nas semifinais do Oeste.

    Vocês acham que Denver consegue se reerguer na próxima temporada ou vai ser mais uma franquia que ganhou um título e depois entrou em decadência? A declaração do Jokic me deixou bem preocupado, não vou mentir.

  • Adelman aposta todas as fichas em Jokic e Murray no jogo 6

    Adelman aposta todas as fichas em Jokic e Murray no jogo 6

    Cara, tá difícil ser fã dos Nuggets agora. Time 3-1 atrás na série contra os Timberwolves e todo mundo já dando como morto. Mas David Adelman, técnico interino do Denver, não tá nem um pouco balançado. O cara simplesmente dobrou a aposta nos seus dois melhores jogadores.

    “Eu confio que nossos dois melhores jogadores vão encontrar o ritmo”, disse Adelman se referindo ao Jokic e ao Jamal Murray. E olha, eu entendo a confiança do técnico.

    Os números não mentem (pelo menos não tanto)

    Mesmo nessa derrota de 112-96 no jogo 4, os caras produziram. Murray meteu 30 pontos e o Jokic quase fez um triple-double – 24 pontos, 15 rebotes e 9 assistências. O sérvio só não completou porque foi expulso no final por besteira, mas isso é conversa pra depois.

    O problema não é individual, é coletivo. Os coadjuvantes simplesmente sumiram quando mais precisavam aparecer. E isso tá expondo uma falta de equilíbrio ofensivo que dói ver.

    Minnesota tá fazendo escola

    Os Wolves estão jogando uma defesa absurda. Bagunçaram completamente o espaçamento do Denver e forçaram arremessos horríveis. Resultado? Míseros 22% nos arremessos de três pontos no jogo 4. Vinte e dois por cento, gente! É quase um milagre errarem tanto assim.

    E o mais impressionante é que Minnesota tá fazendo isso mesmo com Anthony Edwards e Donte DiVincenzo machucados. Mostra como o time deles tá estruturado.

    Agora é simples: ganha ou vai pra casa. Adelman não tem plano B – é Jokic e Murray ou nada. Na minha visão, faz sentido. Esses dois já ganharam um título juntos, sabem como é a pressão. Mas vocês acham que eles conseguem virar essa chave e pelo menos forçar um jogo 6?

    Porque sinceramente, depois de três derrotas seguidas, tá difícil de acreditar. Mas se tem uma dupla capaz de fazer milagre no basquete, é essa aí.

  • Murray manda bomba do meio da quadra e deixa tudo igual no intervalo

    Murray manda bomba do meio da quadra e deixa tudo igual no intervalo

    Cara, que primeiro tempo maluco foi esse entre Nuggets e Timberwolves! Sinceramente, eu já tava pensando que ia ser mais um passeio de Denver depois que eles abriram 44-25 no primeiro quarto. Mas aí que você vê — playoffs é outro nível, mano.

    Os Nuggets começaram destruindo tudo, principalmente no garrafão. Parecia que ia ser fácil fazer 2-0 na série. Só que Minnesota não tava nem um pouco disposto a entregar os pontos de bandeja. No segundo quarto foi praticamente o oposto: 39-25 para os Wolves, atacando a defesa interior de Denver sem dó.

    A bomba do Murray

    Quando você achava que Minnesota ia pro intervalo na frente, o Jamal Murray resolve fazer uma dessas que a gente só vê em filme. Com 2.6 segundos no relógio e Denver perdendo por 3, Anthony Edwards vacilou feio e cometeu uma caminhada que devolveu a posse pros Nuggets.

    E aí que acontece a mágica: Murray recebe a bola no fundo da quadra e simplesmente manda uma bomba de além do meio da quadra. Do MEIO DA QUADRA, meu amigo. A bola entra limpinha no buzzer e empata o jogo em 64 a 64.

    Olha, eu já vi muita coisa absurda na NBA, mas essas cestas do meio da quadra no buzzer ainda me arrepiam. É o tipo de jogada que muda completamente o clima do jogo.

    Rivalidade que não decepciona

    Essa rivalidade entre Nuggets e Timberwolves tá virando tradição nos playoffs — terceiro encontro em quatro anos. E cara, nunca decepciona. São sempre jogos pegados, com muito drama e jogadas decisivas.

    Murray já tinha sido o cara no Jogo 1 com 30 pontos, e tá mostrando mais uma vez por que é tão perigoso nessa época do ano. O moleque simplesmente cresce nos momentos grandes.

    Vocês acham que essa cesta vai ser o ponto de virada da série? Porque momentum em playoffs é coisa séria, e entrar pro segundo tempo empatado depois de estar perdendo é completamente diferente de entrar atrás no placar.

    Uma coisa é certa: se o primeiro tempo já foi assim, imagina o que vem pela frente nesse jogo. Playoff basketball no seu melhor!

  • Murray mete bomba da linha de meio campo e empata jogo insano

    Murray mete bomba da linha de meio campo e empata jogo insano

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou no primeiro tempo entre Nuggets e Timberwolves ontem à noite. Foi uma montanha-russa emocional que só os playoffs da NBA conseguem entregar.

    Denver começou voando — e quando eu digo voando, é voando mesmo. 44 a 25 no primeiro quarto. Eu já tava ali pensando “pronto, os Nuggets vão fazer 2 a 0 na série sem nem suar”. Ledo engano.

    Os Wolves acordaram no segundo quarto

    Minnesota simplesmente decidiu que não ia morrer na praia. No segundo quarto, os caras viraram uma máquina de atacar o garrafão de Denver e aplicaram um 39 a 25 que quase virou o placar completamente. Anthony Edwards comandando a reação, óbvio.

    Com 2.6 segundos no relógio, Minnesota na frente por 3 pontos, e eu já imaginando os Wolves indo pro vestiário com vantagem. Aí que entra a magia do Jamal Murray.

    A bomba que parou tudo

    Depois de um traveling do Edwards (que azar, né?), os Nuggets tiveram uma última chance. E olha, quando vi Murray pegando a bola quase na linha de meio campo, pensei “não vai fazer isso, né?”. Fez. E que arremesso foi esse!

    O cara soltou uma bomba de além do logo da NBA no meio da quadra. A bola subiu, subiu, desceu e… SWISH! Empate em 64 a 64 no buzzer. Sinceramente, essas são as jogadas que fazem a gente lembrar por que amamos tanto esse esporte.

    Murray já tinha feito 30 pontos no Jogo 1 e tava comandando o ataque dos Nuggets novamente. Mas essa jogada? Isso aí é coisa de monstro mesmo. E vocês viram a reação do banco de Denver? Parecia que tinham ganhado o título já.

    Rivalry que não decepciona

    Esses dois times têm um histórico absurdo nos playoffs — se enfrentaram em três das últimas quatro pós-temporadas. E toda vez é essa loucura. Sinceramente acho que não existe rivalidade mais equilibrada na NBA hoje.

    O que mais me impressiona é como esses jogos sempre entregam momentos épicos. E esse arremesso do Murray? Vai ficar na memória por muito tempo. Agora é torcer pra que o segundo tempo tenha mantido esse nível — porque se foi assim, os fãs de basquete ganharam um presente e tanto.