Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu. Os Denver Nuggets — que entraram na temporada como um dos favoritos ao título — acabaram de ser ELIMINADOS no primeiro round dos playoffs pelos Minnesota Timberwolves. Game 6, 110-98, e tchau Denver.
Olha, eu esperava muita coisa dessa série, mas nunca imaginei que seria assim. Os Nuggets perderam pra um time do Minnesota que tava sem Anthony Edwards, sem Donte DiVincenzo, e ainda por cima sem Ayo Dosunmu no jogo decisivo. É de dar vergonha alheia mesmo.
O pesadelo de Jamal Murray
Se tem alguém que precisa olhar no espelho hoje, esse alguém é o Jamal Murray. O cara simplesmente desapareceu quando o time mais precisava dele. 12 pontos em 4 de 17 arremessos? Monstro, isso não é performance de jogador estrela não.
E o pior: quem tava marcando ele? Jaden McDaniels. O mesmo cara que ficou provocando os Nuggets a série inteira, falando que a defesa de Denver era uma piada. McDaniels não só falou, como provou — 32 pontos e 10 rebotes, enquanto trancava Murray na penitentiary defensiva dele.
Sinceramente, Murray construiu uma reputação de clutch player, de cara que aparece nos momentos grandes. Lembram das performances épicas dele nos playoffs passados? Pois é. Ontem à noite ele foi um fantasma. E quando você é a segunda estrela do time ao lado do Jokić, não pode desaparecer assim.
Jokić fez a parte dele
Agora, o sérvio monstro não pode ser culpado por nada disso. 28 pontos (11-19 dos arremessos), 9 rebotes e 10 assistências contra o Rudy Gobert. Cara, isso é triple-double na moral, jogando contra um dos melhores defensores da liga.
Cam Johnson também apareceu — 27 pontos, mandando bomba de três. Mas quando só duas peças funcionam e o resto do time não consegue produzir, fica impossível ganhar de um Minnesota que tava jogando como se fosse vida ou morte.
E aí, o que vocês acham? Murray consegue se recuperar dessa ou a pressão vai pesar na próxima temporada? Porque uma coisa eu sei: com Jokić no auge da carreira, desperdiçar uma temporada assim dói muito. Os Nuggets vão ter que repensar esse elenco no verão, porque só ter o melhor pivô do mundo não tá sendo suficiente.
No final das contas, basketball é esporte coletivo, mas quando sua segunda estrela some nos momentos decisivos, não tem milagre que salve. Denver volta pra casa mais cedo, e a sensação é de oportunidade perdida.

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