Tag: NBA Playoffs

  • Hawks renovam com Snyder após quase eliminar os Knicks campeões

    Hawks renovam com Snyder após quase eliminar os Knicks campeões

    Olha só que história interessante: o Atlanta Hawks acabou de renovar o contrato do técnico Quin Snyder — e uma das razões pode ser o fato de eles terem sido o último time a derrotar os New York Knicks nesta temporada. Isso mesmo, os caras que hoje estão dominando as finais da NBA contra o Spurs por 2-0.

    Na minha opinião, essa renovação faz todo sentido. Snyder, de 59 anos, conseguiu algo que poucos técnicos fazem: transformou um time que trocou sua estrela (Trae Young foi negociado) em uma máquina competitiva. Os Hawks terminaram a temporada regular com 46 vitórias e 36 derrotas, garantindo a sexta colocação no Leste.

    A série que quase mudou tudo

    E que série foi aquela contra os Knicks nos playoffs, hein? Atlanta chegou a liderar por 2-1 na melhor de sete, e por um momento eu realmente acreditei que eles iam fazer a zebra. Mas aí os Knicks acordaram pra vida e ganharam três seguidas — começando uma sequência absurda de 13 vitórias consecutivas que os levou até as finais.

    O mais impressionante é que desde aquela virada, os Knicks simplesmente não perderam mais. Nenhum jogo. Zero. E pensar que os Hawks estiveram a um jogo de quebrar essa sequência…

    A revolução silenciosa em Atlanta

    Mas vamos falar sério: o que o Snyder fez em Atlanta foi monstro. Mesmo com a saída do Trae Young, ele conseguiu moldar um time defensivamente sólido. A contratação de Nickeil Alexander-Walker foi genial — o cara veio dos Timberwolves e mudou completamente a pegada defensiva do time.

    Os números não mentem: Atlanta teve o 12º melhor net rating da liga na temporada regular. Pra vocês terem ideia, isso foi melhor que o Lakers, que fez 53-29. Absurdo, né?

    E tem também o desenvolvimento do Jalen Johnson, que acabou sendo selecionado para o terceiro time da NBA. Esse garoto tem tudo pra ser especial, e o trabalho do Snyder com ele tem sido fundamental.

    Sinceramente, acho que os Hawks estão no caminho certo. Snyder chegou lá em fevereiro de 2023, depois que demitiram o Nate McMillan no meio da temporada. O cara tinha saído do Jazz após oito anos de trabalho sólido, então já chegou com credibilidade.

    Agora é ver se conseguem dar o próximo passo na próxima temporada. Com esse núcleo jovem e a experiência de ter incomodado os futuros campeões, eu diria que o futuro é promissor em Atlanta. E vocês, acham que os Hawks podem surpreender ainda mais no ano que vem?

  • Shamet pode sair dos Knicks? Vários times de olho no ala

    Shamet pode sair dos Knicks? Vários times de olho no ala

    Olha, eu não sei vocês, mas já tava meio esperando isso acontecer. Landry Shamet tá chamando atenção de vários times pela liga toda, segundo o Marc Stein — e depois dos playoffs que o cara fez, não é surpresa nenhuma.

    O ala-armador de 29 anos tá numa situação interessante em Nova York. Atualmente com um contrato mínimo veterano, ele vai virar agente livre irrestrito no verão. E cara, com os números que ele tá colocando nos playoffs, vão ter times fazendo fila pra contratar.

    Os números não mentem

    Shamet tá metendo 6.6 pontos por jogo nos playoffs convertendo absurdos 56.3% dos arremessos de três. Cinquenta e seis porcento! Isso é coisa de monstro mesmo. Pra quem acompanha, sabe que especialista em bola de três assim não cresce em árvore.

    O cara sempre foi conhecido pelo arremesso, mas essa eficiência toda nos playoffs… sinceramente, eu não esperava que ele fosse TÃO preciso quando mais importa. E times pela liga inteira tão vendo isso também.

    Os Knicks podem segurá-lo?

    Aqui que fica interessante: Nova York tem os direitos de Early Bird dele, o que significa que podem oferecer um contrato começando em 105% do salário médio da liga. Não é pouca coisa.

    Na minha visão, os Knicks deveriam fazer de tudo pra manter o Shamet. O time precisa de arremessadores confiáveis, e depois de ver como ele performou quando importava… cara, seria burrice deixar escapar.

    Mas aí vem a pergunta: será que outros times não vão oferecer mais? Especialista em três pontos que acerta mais da metade nos playoffs é commodity valiosa demais na NBA moderna. E aí, vocês acham que ele fica em Nova York ou vai testar o mercado?

    Uma coisa é certa — quem pegar o Shamet vai estar levando um cara que não treme quando a coisa aperta. E isso, meus amigos, não tem preço.

  • Presti defende Chet após vexame contra Spurs: ‘É um dos nossos’

    Presti defende Chet após vexame contra Spurs: ‘É um dos nossos’

    Olha, não vou mentir — ver o Chet Holmgren praticamente desaparecer nos playoffs contra o San Antonio foi de partir o coração. Mas o Sam Presti, GM do Thunder, saiu em defesa do garoto de uma forma que me impressionou.

    Os números são brutais mesmo: Chet foi de 17.1 pontos por jogo na temporada regular para míseros 10.7 contra os Spurs. No jogo 7? Quatro pontos. QUATRO. Com apenas dois arremessos tentados. É o tipo de performance que faz qualquer torcedor questionar se o cara aguenta a pressão dos playoffs.

    A defesa do chefe

    Mas Presti não tá nem aí pra crítica. “Ele contribui para nossas vitórias em tantos níveis diferentes”, disparou o GM na segunda-feira. E não posso negar que o cara tem argumentos: All-Star pela primeira vez, segundo lugar no prêmio de Melhor Defensor, terceiro time All-NBA. Não é qualquer um que consegue isso logo na segunda temporada.

    “Estávamos varrendo nosso caminho para as finais da Conferência Oeste principalmente por causa dos esforços dele na série contra os Lakers”, lembrou Presti. E é verdade — contra o Lakers, Chet foi monstro. O problema foi quando chegou a hora do vamos ver contra San Antonio.

    Motivação não é o problema

    A parte que mais me chamou atenção foi quando Presti disse que Chet não precisa de pressão externa pra melhorar. “Ele é intrinsecamente motivado. Não precisa de gente questionando ele ou coisas na internet para impulsionar sua evolução.”

    Sinceramente? Eu entendo o ponto do Presti. Lembro quando o pessoal duvidava do Chet desde o colégio — muito magro, muito frágil, não ia aguentar a NBA. Aí o cara chega e domina logo de cara. Talvez essa série ruim contra os Spurs seja só um tropeço mesmo.

    E convenhamos, o Thunder apostou pesado no garoto: extensão de cinco anos por US$ 239,2 milhões ao lado do Jalen Williams. Não é o tipo de investimento que você faz em alguém que você não acredita totalmente.

    Vocês acham que o Chet vai conseguir superar esse trauma dos playoffs? Ou foi só um gostinho do que pode vir pela frente quando a pressão apertar de verdade? Porque uma coisa é certa: na NBA, você é tão bom quanto sua última performance nos playoffs.

  • Mitchell Robinson pode sair dos Knicks? Lakers e Bulls na espreita

    Mitchell Robinson pode sair dos Knicks? Lakers e Bulls na espreita

    Olha, eu tô aqui assistindo os Knicks nos playoffs e uma coisa que não dá pra ignorar é como o Mitchell Robinson tá jogando quando sai do banco. O cara simplesmente resolve na defesa, principalmente marcando o Wembanyama — e isso não é brincadeira não.

    Mas aqui vem a bad news para os fãs dos Knicks: o Robinson vai ser agente livre na offseason. E pelo jeito, meio mundo tá de olho nele.

    Lakers, Bulls e mais time na briga

    Segundo o Jake Fischer (que manja das fofocas da NBA), quatro times já estão sendo cotados como principais interessados: Lakers, Bulls, Hornets e Raptors. Cara, faz sentido total — todos esses times precisam de um pivô confiável saindo do banco.

    O que me impressiona é como o Robinson tá se destacando mesmo jogando poucos minutos. No Jogo 2 contra os Spurs, ele ficou apenas 14 minutos em quadra, mas foi o suficiente para arrancar elogios do técnico e até do Karl-Anthony Towns. A defesa individual dele no Wemby foi absurda de assistir.

    E tem mais: ele fez a parada decisiva no último lance do Jogo 2. Imagina a confiança que isso dá pro cara na hora de negociar contrato?

    Jogando machucado e mesmo assim arrasando

    O mais louco é que o Robinson tá fazendo tudo isso com uma fratura no quinto metacarpo da mão direita. Sinceramente, eu não sei como ele consegue jogar nessa condição, mas tá aí fazendo a diferença quando entra.

    Na minha visão, cada jogo que ele joga bem nessa série final aumenta o preço dele no mercado. E olha que os Knicks já sabem disso — eles vão ter que abrir a carteira se quiserem manter o cara.

    Vocês acham que vale a pena os Knicks gastarem uma grana preta pra segurar o Robinson? Ou será que é melhor deixar ele ir e investir em outra posição? Eu tô dividido, porque o cara realmente faz diferença, mas pivô reserva caro sempre me deixa com um pé atrás.

    Uma coisa é certa: se ele continuar jogando assim até o final da série, vai ter fila de time querendo contratar ele. E aí os Knicks vão ter que decidir se querem entrar nessa guerra de lance ou não.

  • Dolan quase mandou dono dos Cavs pro galinheiro em vingança épica

    Dolan quase mandou dono dos Cavs pro galinheiro em vingança épica

    Gente, essa história é boa demais pra ser verdade, mas é real. O Fat Joe acabou de soltar uma bomba sobre o que rolou nos bastidores dos playoffs entre Knicks e Cavaliers — e olha, o James Dolan quase protagonizou a vingança mais selvagem da história da NBA.

    A treta começou quando o Fat Joe, rapper nova-iorquino e fanático dos Knicks, comprou ingresso de quadra em Cleveland pra assistir aos playoffs. Adivinha? Os Cavs simplesmente NEGARAM a entrada dele na primeira fila. Isso mesmo, barraram o cara só por ser torcedor rival. Que pequenez, né?

    A vingança que quase aconteceu

    Mas aí que vem o plot twist absurdo. Segundo o Fat Joe contou pros repórteres, o Dolan ficou TÃO pistola com essa sacanagem que bolou um plano de vingança digno de filme de ação. Se a série voltasse pro MSG pro Jogo 5, ele ia colocar o Dan Gilbert — isso mesmo, o DONO dos Cavaliers — lá no galinheiro, nas cadeiras mais baratas do estádio.

    “Mr. Dolan estava tão puto que disse: ‘Se rolar Jogo 5, eu boto o dono deles na arquibancada superior!’”, revelou o Fat Joe. Cara, imagina a cena: o bilionário Dan Gilbert tendo que subir sei lá quantos lances de escada pra assistir o próprio time jogar no MSG. Seria épico demais.

    O rapper ainda comparou o Dolan ao Bruce Wayne, falando que o cara é incompreendido igual o Batman. Olha, eu até entendo a comparação — ambos são ricos, meio polêmicos e sempre no centro das atenções. Diferença é que o Bruce Wayne salva Gotham, e o Dolan… bom, ainda tá tentando salvar os Knicks.

    Sorte do Gilbert que levou sweep

    Sinceramente? O Dan Gilbert deve agradecer todo dia pelo Knicks ter dado aquela varrida histórica nos Cavs. Porque se a série tivesse voltado pra Nova York, o cara ia passar pelo maior vexame da carreira executiva dele. Imagina explicar pros investidores que você assistiu seu próprio time das cadeiras baratas porque comprou briga com o Fat Joe.

    E vocês, acham que o Dolan realmente faria isso? Ou foi só bravata de momento? Eu, particularmente, acho que o homem faria sim. Conhecendo o histórico dele, seria capaz de botar uma placa do lado do Gilbert escrito “Dono Visitante” só pra humilhar mesmo.

    No fim das contas, essa história mostra como a NBA às vezes vira um grande playground de ego entre bilionários. Mas pelo menos rendeu uma das anedotas mais engraçadas dos playoffs. E o Fat Joe? Ganhou mais uma história lendária pra contar nos próximos anos.

  • Cadeira da Taylor Swift nos playoffs da NBA vai a leilão por R$ 30 mil

    Cadeira da Taylor Swift nos playoffs da NBA vai a leilão por R$ 30 mil

    Gente, vocês acreditam nisso? A cadeira que a Taylor Swift sentou durante o jogo 3 das finais da Conferência Leste entre Cavaliers e Knicks está sendo leiloada. E olha, o preço já passou dos 6 mil dólares!

    A Swift foi assistir o jogo no dia 23 de maio na Rocket Arena, em Cleveland, junto com o noivo Travis Kelce (sim, aquele cara do Chiefs). Imagina só: você vai num jogo da NBA e depois descobrem que sua cadeira virou item de colecionador. Absurdo, né?

    O que tem de especial nessa cadeira?

    Olha, é uma cadeira normal de courtside com logo dos Cavaliers, apoio de braço e porta-copo. Mas cara, foi onde a Swift sentou durante um dos jogos mais falados dos playoffs de 2026. Tem até um autenticador que estava lá pra confirmar que ela realmente usou.

    A descrição do leilão fala que a Swift é “uma das artistas mais reconhecidas de sua geração” e que a presença dela “reflete o alcance cultural dos playoffs da NBA”. Marketing puro, mas funciona, porque o lance já teve 38 lances até domingo.

    E tem mais: a cadeira do Travis Kelce também tá sendo leiloada, mas por “apenas” 525 dólares. Desculpa, Travis, mas você não é a Taylor Swift (risos).

    Outros famosos também estão no páreo

    A parada não para por aí. Tem cadeira do Ben Stiller (que é fanático pelos Knicks) sendo leiloada por 385 dólares, e até do Timothée Chalamet por 106 dólares. A cadeira da Kylie Jenner, namorada dele, tá em 280 dólares.

    Sinceramente? Acho meio bizarro isso de leiloar cadeira de famoso, mas entendo a lógica. Os playoffs de 2026 foram históricos, e ter um “pedaço” dessa história… sei lá, tem gente que paga.

    Timing perfeito com as Finais da NBA

    O mais engraçado é que isso tudo acontece justo agora, com os Knicks nas Finais da NBA pela primeira vez em 27 anos. Eles estão 2-0 contra os Spurs e podem levar o primeiro título desde 1973. As passagens estão custando uma fortuna – os mais baratos tão na casa dos cinco dígitos!

    E aí, será que a Taylor aparece nas Finais? Ela mora em Nova York, então não duvido nada. Imaginem o preço que uma cadeira das Finais da NBA com a Swift custaria…

    Uma coisa é certa: o cruzamento entre NBA e cultura pop nunca foi tão forte. E vocês, pagariam essa grana numa cadeira de famoso?

  • Dylan Harper manda o papo reto: Spurs não podem baixar a cabeça

    Dylan Harper manda o papo reto: Spurs não podem baixar a cabeça

    Olha, eu tô impressionado com a maturidade desse moleque Dylan Harper. Cara de 19 anos falando como veterano de 10 temporadas nas Finais da NBA. Depois de dois jogos devastadores contra os Knicks — um 105-95 que escapou com uma corrida de 11-0 no final, e outro 105-104 que o Wembanyama praticamente entregou de bandeja —, o rookie dos Spurs veio com a mentalidade certa.

    “A coisa mais importante pra gente é continuar unidos, não baixar a cabeça. Temos que focar no próximo jogo. Não é o primeiro a ganhar dois que leva. Não podemos nos lamentar. Temos que sair com uma mentalidade mais desesperada”, disse Harper pros repórteres.

    Dois socos no estômago seguidos

    Sinceramente, não sei como esse time consegue dormir à noite depois dessas duas derrotas. O primeiro jogo eles tinham tudo controlado, aí tomaram aquela corrida dos Knicks no final. Destruidor. E no segundo? Cara, o Wemby com aquela bola perdida no final… dói até em mim que tô aqui no sofá de casa.

    Mas é isso que separa time de garoto de time profissional, né? Ter memória de peixinho dourado, como dizem por aí. Você precisa esquecer rápido quando é jogador nesse nível — senão não consegue nem pisar na quadra no jogo seguinte.

    A mentalidade que pode salvar San Antonio

    O que mais me impressiona no Harper é ele saber exatamente o que falar. “Não é o primeiro a ganhar dois que leva.” Perfeito. Porque realmente não é — e os Spurs já provaram isso na série passada contra o Thunder, atual campeão, quando vieram de 3-2 pra baixo e ganharam o jogo 7 fora de casa.

    Agora é aquela história: não acabou enquanto não acabou. Vocês acham que esse time jovem dos Spurs tem estômago pra fazer uma remontada histórica no Madison Square Garden? Porque sinceramente, depois de ver como eles reagiram contra OKC, eu não duvido de mais nada.

    Domingo tem jogo 3 em Nova York, e vai ser interessante ver se a juventude dos Spurs vira trunfo ou fraqueza quando a pressão apertar de vez. Uma coisa é certa: com Dylan Harper pensando assim, pelo menos a cabeça do time tá no lugar certo.

  • NBA cancela falta técnica absurda contra Mitchell Robinson

    NBA cancela falta técnica absurda contra Mitchell Robinson

    Olha só que situação bizarra rolou nos playoffs: a NBA decidiu cancelar a falta técnica que Mitchell Robinson levou no Jogo 2 contra o Spurs. E graças a Deus, porque aquela decisão da arbitragem foi de doer os olhos mesmo.

    O lance que revoltou todo mundo

    A parada aconteceu no final do segundo quarto, e cara… foi de ficar indignado. O Wembanyama empurrou o Robinson, claramente provocando a confusão toda, mas adivinha quem levou a técnica? Isso mesmo, o pivô dos Knicks que nem reagiu!

    Sinceramente, eu assisti o replay umas cinco vezes e não consegui entender o que passou pela cabeça do árbitro. Robinson literalmente não fez NADA. Foi empurrado e ainda tomou a falta técnica de brinde. Parecia até coisa de FIFA isso aí (quem joga videogame sabe do que tô falando).

    Robinson voltando no timing perfeito

    O mais impressionante é que o cara nem tinha certeza se ia conseguir jogar esses playoffs. Ele machucou o dedo depois da série contra o Cavaliers e ficou aquela dúvida no ar. Mas viajou com o time pra San Antonio e foi liberado na hora H.

    E olha, que diferença ele fez! Em apenas 14 minutos no Jogo 2, o monstro fez 7 pontos, 3 rebotes e ainda bloqueou uma bola. Não são números absurdos, mas é aquela presença que faz toda diferença no garrafão.

    Peça fundamental no banco

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar essa série sem o Robinson? Porque olhando os números dele nestes playoffs, o cara tá convertendo 73,8% dos arremessos. Setenta e três vírgula oito por cento! É praticamente só bandeja e enterrada.

    Com 5,2 pontos e 5,3 rebotes de média saindo do banco, Robinson virou aquele sexto homem que você não vê muito no stat sheet, mas que muda completamente a dinâmica do jogo. Principalmente na defesa e na luta pelo rebote.

    A boa notícia é que agora ele tá limpo dessa técnica injusta e pode focar no que realmente importa: ajudar os Knicks a manterem essa vantagem de 2-0 quando a série voltar pro Madison Square Garden. E cara, que ambiente vai ser aquele!

  • NBA investigando torcedores que provocaram Brunson no Jogo 1

    NBA investigando torcedores que provocaram Brunson no Jogo 1

    Cara, quem acompanha a NBA sabe que o Jalen Brunson é um cara super tranquilo. O armador dos Knicks raramente perde a compostura em quadra — então quando você vê ele visivelmente irritado, é porque rolou algo sério mesmo.

    E foi exatamente isso que aconteceu na quarta-feira, no finalzinho da vitória dos Knicks sobre os Spurs por 105-95 no Jogo 1. A NBA tá investigando dois torcedores que aparentemente fizeram comentários pesados com o Brunson quando o jogo já tava praticamente decidido.

    O que rolou na Frost Bank Arena?

    A situação aconteceu quando o OG Anunoby tava cobrando lances livres, faltando só 20 segundos pro fim. Dá pra ver nas imagens o Brunson conversando — ou melhor, discutindo — com uns torcedores perto da lateral. Depois do apito final, ele foi falar com o árbitro Scott Foster e apontou pra galera.

    O negócio tava tão tenso que precisaram os próprios companheiros de time, incluindo o Jose Alvarado, puxarem o Brunson de lá. E olha, se você conhece o perfil do cara, isso já diz tudo sobre o que deve ter rolado.

    Quando perguntaram pra ele no dia seguinte, Brunson foi bem direto: “Tô de boa pra falar sobre isso. De boa.” Traduzindo: não quero nem tocar no assunto.

    Quem foram os envolvidos?

    Aqui fica interessante. Teve um vídeo que viralizou nas redes sociais mostrando o Brunson trocando umas palavras com uma mulher que tava na courtside. Mas segundo o Stefan Bondy do The Post, não foi ela não. A liga tá investigando na verdade um homem e mais uma pessoa.

    O Josh Hart, que é parceirão do Brunson, falou que nem viu direito o que aconteceu: “Ele é sempre muito calmo, controlado. Tenho certeza que os torcedores disseram algo pesado pra tirar ele do sério. Queria poder explicar melhor, mas não vi a interação.”

    E aí, vocês acham que a NBA vai tomar alguma atitude mais séria com esses torcedores? Porque uma coisa é certa: pra um cara comportado como o Brunson reagir assim, a coisa deve ter passado do limite mesmo. Sinceramente, acho que torcedor tem que vibrar, mas sempre respeitando os limites, né?

  • Knicks fazem história com 12 vitórias seguidas nos playoffs

    Knicks fazem história com 12 vitórias seguidas nos playoffs

    Cara, eu tô sem palavras com o que os Knicks estão fazendo nestes playoffs. Doze vitórias consecutivas! DOZE! E não é só o número que impressiona — é como eles estão destruindo todo mundo pelo caminho.

    Com a vitória por 105-95 contra o San Antonio Spurs no primeiro jogo das Finais de 2026, o New York empatou com os Spurs de 1999 como a segunda maior sequência da história dos playoffs da NBA. Só os Warriors de 2017 ganharam mais jogos seguidos (e olha que aquele time era monstro).

    Os números são absurdos

    Olha só essa: os Knicks têm um saldo positivo de 272 pontos nessas 12 vitórias. Isso não é só o melhor de 12 jogos dos playoffs — é a melhor sequência de 12 jogos DA HISTÓRIA da NBA. Em qualquer competição. Deixa eu repetir: DA HISTÓRIA.

    E o arremesso de 3? 40,3% de aproveitamento em 402 tentativas. Sinceramente, eu não esperava isso dos Knicks. Eles sempre foram mais um time de garrafão, mas agora estão chovendo bolas de fora igual aos Warriors no auge. Apenas quatro times na história conseguiram acertar mais de 40% das bolas de 3 tentando mais de 400 vezes em 12 jogos de playoff.

    No rebote, a dominância é clara: 111 a mais que os adversários. Sabe quais outros times conseguiram isso? Bulls de 96, Lakers de 80, SuperSonics de 79 e Celtics de 76. Todos campeões. Coincidência? Acho que não.

    KAT virando armador?

    Uma coisa que tá me deixando maluco: Karl-Anthony Towns está dando 6,3 assistências por jogo nessa sequência. O cara nunca — NUNCA — teve essa média na carreira. Nem em temporada regular, nem em playoffs. Parece que o Thibs finalmente achou a fórmula para usar o KAT do jeito certo.

    E tem mais: sete vitórias consecutivas fora de casa. Só os Lakers de 2001 (que eram campeões, né) ganharam mais jogos seguidos como visitantes nos playoffs. Os Knicks também se tornaram apenas o segundo time da história a vencer sete jogos consecutivos por dois dígitos de diferença nos playoffs.

    Ataque e defesa no nível histórico

    O rating ofensivo de 124.6 seria o melhor da história se fosse uma temporada inteira. E na defesa? 101.5, o melhor dessa sequência de 12 jogos. Sabe qual foi o último time a defender assim bem em 12 jogos de playoff? Os Raptors de 2019. Que ganharam o título.

    Quatro vitórias por 30 pontos ou mais. Apenas o Thunder do ano passado (que foi campeão) conseguiu isso em uma única pós-temporada.

    Vocês acham que os Knicks aguentam essa pressão nas Finais? Eu tô começando a acreditar que finalmente chegou a vez de Nova York voltar ao topo. Os números não mentem — esse time tá fazendo algo histórico.