Tag: NBA Playoffs

  • Josh Hart desabafa sobre banco no Knicks: ‘Será que sou ruim?’

    Josh Hart desabafa sobre banco no Knicks: ‘Será que sou ruim?’

    Cara, o Josh Hart do Knicks foi bem transparente numa entrevista recente. O cara admitiu que quando foi pro banco no começo desta temporada, rolou aquela crise existencial que todo jogador passa.

    “Teve momentos que cheguei em casa pensando: ‘Cara, será que sou ruim? Será que não sei jogar basquete?’” — e olha, essa sinceridade é rara de ver na NBA.

    A realidade crua do banco

    Hart, de 31 anos, não escondeu que quando seus minutos diminuíram, bateu aquela insegurança. E sinceramente? Isso é mais comum do que imaginamos. Quantas vezes não vemos jogadores perdidos quando saem da rotação?

    Mas o que me impressiona no Hart é a maturidade. Em vez de ficar remoendo, ele usou isso como combustível: “Como posso melhorar pra não passar por isso de novo?” Essa mentalidade separa os bons dos grandes.

    O mais interessante é que agora ele até fica de boa quando vai pro banco. No jogo 1 contra o Hawks nos playoffs, ele saiu da rotação e ficou feliz vendo Atlanta jogar bem. Mano, isso é evolução mental!

    Do banco aos playoffs históricos

    E olha só a reviravolta: Hart virou titular em todos os 14 jogos dos Knicks nestes playoffs. O time tá a apenas quatro vitórias do primeiro título desde 1973 — isso é MUITO tempo, galera.

    Na minha visão, esse papo do Hart mostra o que realmente importa: ego ou campeonato? Ele escolheu o time. E vocês acham que essa mentalidade vai ser fundamental na reta final?

    Porque no fim das contas, se o Knicks levantar aquele troféu depois de 50 anos, ninguém vai lembrar se o Hart jogou 35 ou 15 minutos. Vão lembrar que ele ajudou a quebrar uma das maiores secas da NBA.

  • Que pepino o Chet arrumou pro Thunder com aquele Game 7 horroroso

    Que pepino o Chet arrumou pro Thunder com aquele Game 7 horroroso

    Cara, o que aconteceu com o Chet Holmgren no Game 7 contra o Spurs foi de dar dó. Quatro pontos. QUATRO. Numa final de conferência, com a temporada na linha. Os fãs já tão zoando no McDonald’s pedindo “four-piece chicken nuggets” em referência ao desempenho dele. É brincadeira, mas dói.

    O Sam Presti, GM do Thunder, deve estar com uma baita dor de cabeça agora. Não que ele vá trocar o Chet — isso seria loucura depois de todo o investimento que fizeram no cara. Mas, sinceramente, aquela atuação vai ficar na cabeça de todo mundo durante toda a offseason.

    O Thunder não vai desistir do Chet tão fácil

    Olha, eu entendo a frustração da torcida. Ver seu pivô All-Star fazer 4 pontos num jogo decisivo é de arrancar os cabelos. Mas o Presti não é maluco de fazer uma loucura dessas depois de um Game 7 onde o time tava sem o Jalen Williams — que, convenhamos, faz uma diferença absurda.

    O cara acabou de ganhar um título no ano passado, tem um núcleo bilionário com Shai Gilgeous-Alexander (bicampeão de MVP), Jalen Williams e o próprio Chet. Você não joga fora um investimento desses por causa de um jogo ruim, por pior que tenha sido.

    Mas a real é que o Wembanyama e os Spurs não vão ficar mais fracos. Eles só vão melhorar. E o Thunder sabe disso.

    A conta vai chegar em 2026

    Aqui que a coisa fica interessante (e complicada). O Chet vai sair daquele contrato de rookie e passar a ganhar $41,5 milhões em 2026-27. De repente, o Thunder vai estar batendo no segundo teto salarial da NBA — aquele de $207,8 milhões que praticamente quebra a flexibilidade de qualquer franquia.

    Sabe aquelas trocas espertas que o Presti sempre faz? Tipo pegar o Jared McCain na trade deadline? Pois é, isso vai ficar muito mais difícil se ele não cortar salário agora no verão.

    E depois do que rolou contra o Spurs, ficou claro que eles precisam de mais opções no garrafão e na defesa de perímetro. Não dá pra depender só do Chet quando o Wembanyama tá do outro lado fazendo o que quer.

    Isaiah Hartenstein pode ser a solução

    Uma coisa que me chamou atenção foi como o Isaiah Hartenstein entrou no quarto período daquele Game 7. Enquanto o Chet tava completamente perdido, o cara fez aquele and-one que quase virou o jogo. E na defesa contra o Wemby? Monstro.

    Hartenstein provou que ter outro pivô de 2,10m que não tem medo de encarar desafio faz toda a diferença. Especialmente contra um time como o Spurs, que tem o Victor fazendo coisas absurdas a toda hora.

    A pergunta que fica é: vocês acham que o Presti vai conseguir manter o núcleo e ainda assim dar as peças que o Thunder precisa pra voltar às finais? Porque uma coisa é certa — esse vexame do Game 7 não pode se repetir.

  • Garland desabafa sobre eliminação dos Cavs: ‘Foi difícil assistir’

    Garland desabafa sobre eliminação dos Cavs: ‘Foi difícil assistir’

    Cara, quando você vê seu ex-time sendo varrido nos playoffs, o coração aperta mesmo. E foi exatamente isso que aconteceu com Darius Garland ao assistir os Cleveland Cavaliers tomando uma saraivada de 4-0 dos New York Knicks na final da Conferência Leste.

    O armador, que foi negociado no meio da temporada para o Los Angeles Clippers, não escondeu a decepção em participação no podcast Ball In The Family. “Foi meio difícil de assistir”, disse Garland. E olha, eu entendo perfeitamente o cara.

    A queda livre de Cleveland

    Os Cavaliers começaram a temporada voando, né? Garland lembrou exatamente disso: “Vendo como a gente estava jogando no começo do ano, e depois essa mudança total de 180 graus, algo completamente diferente em quadra”.

    E realmente foi de cair o queixo. O time que passou por Toronto Raptors e Detroit Pistons sem grandes problemas simplesmente derreteu contra os Knicks. Zero resistência. O ataque equilibrado de Nova York foi um tsunami que Cleveland não conseguiu segurar.

    Sinceramente? Dá pra sentir a frustração na voz do Garland. Sete anos vestindo a camisa dos Cavs, vendo aquele potencial todo indo por água abaixo logo depois que ele saiu…

    O renascimento em Los Angeles

    Mas nem tudo são flores ruins na vida do armador. Desde que chegou aos Clippers (em troca do James Harden e uma escolha de segunda rodada), o cara parece ter encontrado sua casa.

    “Tem sido incrível, mano”, comentou Garland. “Chegar em um sistema onde posso realmente ser eu mesmo. Ter a bola na mão na maior parte do jogo e controlar o ritmo da partida. É como ser um segundo técnico em quadra.”

    E essa é a diferença, galera. Às vezes um jogador só precisa do ambiente certo pra mostrar seu valor. Em Cleveland, Garland estava meio perdido no sistema. Em LA, virou o maestro que sempre soube que podia ser.

    “Recuperei minha alegria”, disse ele. E olha, dá pra ver isso em quadra mesmo. O cara tá jogando um basquete solto, criativo, que lembra o Garland que conhecíamos.

    Vocês acham que os Cavs se arrependeram da troca? Porque vendo o que aconteceu nos playoffs, parece que mandaram embora justamente quem poderia ter feito a diferença quando a coisa apertou.

  • Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Gente, os números que saíram dos playoffs deste ano são ABSURDOS. A NBA não via uma audiência dessas há 28 anos – desde 1998, pra vocês terem ideia. E olha que estamos falando de uma época onde tinha Michael Jordan ainda jogando.

    O jogo 7 entre Spurs e Thunder pela final do Oeste foi o grande responsável por essa loucura. 17,7 milhões de pessoas assistindo no pico da audiência. Dezessete milhões e setecentas mil! Eu mesmo tava grudado na TV, e pelo visto não fui o único.

    Thunder x Spurs: o show que todo mundo queria ver

    A série toda entre San Antonio e Oklahoma City teve média de 10,8 milhões de telespectadores por jogo. É a final de conferência mais assistida em 24 anos, cara. E faz todo sentido – Victor Wembanyama indo pras Finais pela primeira vez, Thunder com aquele time jovem e talentoso…

    O mais louco é que só os jogos 1 e 7 foram realmente emocionantes. Os do meio foram meio mornos, sem mudanças de liderança no segundo tempo. Mas quando importava, os dois times entregaram o show.

    Enquanto isso no Leste, os Knicks simplesmente atropelaram Cleveland numa varredura que só foi interessante no jogo 1, quando Nova York ganhou na prorrogação. Depois disso foi passeio.

    Nova York nas Finais – fazia tempo!

    Agora vem a cereja do bolo: Knicks x Spurs nas Finais. Nova York não chegava numa decisão desde 1999 – coincidência ou não, foi justamente contra San Antonio naquela época. Eu tinha 12 anos e lembro até hoje do Tim Duncan destruindo tudo.

    O que mais me impressiona é que estamos falando do maior mercado dos EUA (Nova York) contra uma franquia histórica com o fenômeno francês. Wemby nas Finais, mano! O cara de 2,24m que joga como se fosse um armador.

    A média geral dos playoffs foi de 5,3 milhões de espectadores por jogo, considerando todas as emissoras (ABC, ESPN, NBC, Peacock e Prime Video). É muita gente assistindo basquete, e isso só mostra como a liga tá em alta.

    Vocês acham que as Finais vão bater algum recorde histórico? Com essa expectativa toda e os dois mercados envolvidos, eu não duvido de nada. O basquete tá voltando a ser mainstream nos EUA, e que venham mais jogos como esses!

  • Caruso virou peça intocável no Thunder — e olha que custou caro!

    Caruso virou peça intocável no Thunder — e olha que custou caro!

    Gente, o Alex Caruso realmente se tornou o cara no Thunder. E olha que eu não esperava isso quando eles trocaram o Josh Giddey por ele em junho passado. Parecia meio arriscado na época, mas cara… que acerto absurdo foi esse.

    Segundo fontes da liga, o Caruso agora é considerado uma peça intocável nos planos de longo prazo do Oklahoma City. Intocável mesmo, viu? Mesmo com toda a pressão financeira que vem por aí — e olha que vai ser pesada.

    A conta não fecha, mas o Caruso fica

    Vamos aos números que dão um pouco de desespero: Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren ganharam 58,5 milhões de dólares juntos nesta temporada. Na próxima? Vai pular para 123,8 milhões. Em 2027-28 serão 150,8 milhões só esses três. Isso sem contar uma possível extensão do Cason Wallace.

    O Thunder vai desembolsar uns 250,5 milhões em salários na próxima temporada — muito acima do segundo limiar e com uma taxa de luxo que pode passar dos 200 milhões. É dinheiro pra caramba, pessoal.

    Mas sabe o que é interessante? Mesmo com toda essa pressão nos custos, o Caruso não tá na lista de possíveis cortes. O cara provou seu valor durante os playoffs, tanto em liderança quanto em quadra.

    Playoff que mostrou o valor do veterano

    Olha só: o Thunder terminou como primeiro colocado no Oeste pela terceira temporada seguida (que consistência absurda), mas caiu pro Spurs em sete jogos. E adivinha quem foi o segundo melhor jogador da série depois do SGA? Exato, o Caruso.

    O veterano de 31 anos tá no segundo ano de um contrato de quatro anos e 81 milhões de dólares. No começo parecia caro demais pra um cara que sempre foi mais um complemento. Mas a real é que ele trouxe exatamente o que o Thunder precisava: defesa de elite, veterania e aquela mentalidade vencedora.

    Depois da eliminação, o próprio Caruso disse publicamente que quer ficar em Oklahoma City. E pelo jeito, o sentimento é recíproco. Vocês acham que ele consegue ajudar o Thunder a finalmente passar dos playoffs no ano que vem?

    Na minha opinião, foi uma das melhores trocas da última offseason. O Giddey tem potencial, mas o Caruso trouxe algo que não se ensina: experiência e winning mentality. E isso não tem preço.

  • Chet sumiu no Jogo 7 e virou piada no McDonald’s

    Chet sumiu no Jogo 7 e virou piada no McDonald’s

    Gente, eu não acredito no que aconteceu com o Chet Holmgren no Jogo 7. Sinceramente, quando vi aquele 4 pontos e 4 rebotes em 33 minutos contra o Wembanyama, pensei que era brincadeira.

    O Thunder perdeu por 111-103 para o Spurs nas finais da Conferência Oeste, e o cara simplesmente evaporou na quadra. Era pra ser o confronto dos jovens gigantes da liga – Chet vs Wemby – mas virou um show de uma pessoa só. E não foi do nosso menino de Oklahoma, não.

    A trollagem chegou no McDonald’s

    Agora vem a parte que tá me matando de rir (e de pena ao mesmo tempo): os fãs estão indo no McDonald’s e pedindo “o especial Chet Holmgren” – que são 4 nuggets de frango. Quatro. Igual aos pontos que ele fez.

    “Posso pedir um Chet? Existe um especial Chet Holmgren?”, disse um torcedor no drive-thru. “Ah, desculpa. Quero 4 nuggets de frango. Só 4 mesmo. O Chet Holmgren.”

    Cara, isso é cruel demais. Mas também… meio que merecido? O momento era gigante e o cara simplesmente não apareceu.

    Quando a pressão aperta

    O que mais me incomodou foi ver ele desistindo de jogadas no quarto período. Teve uma hora que ele literalmente entregou a bola em vez de partir pra cima do Wemby e tentar tirar ele de quadra por faltas. Isso que é mentalidade de perdedor.

    Olha, eu entendo que jogar contra o Wembanyama não é fácil – o francês é um monstro mesmo. Mas numa final de conferência, no Jogo 7? Você tem que aparecer, cara. Tem que tentar pelo menos.

    E aí, vocês acham que o Chet consegue dar a volta por cima na próxima temporada? Porque sinceramente, depois dessa performance e dessa zoação toda, ele vai precisar de muito caráter pra voltar mais forte. A NBA não perdoa, e os memes do McDonald’s vão durar um tempão.

    O Thunder perdeu uma baita oportunidade, e agora vai ter que conviver com as especulações sobre trocar o Chet. Eu ainda acho cedo demais pra isso, mas essa performance no Jogo 7 vai ficar marcada pra sempre.

  • Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu nesse Game 7. Os Spurs fecharam a série contra os Thunder e, sinceramente, essa história de “time muito jovem” já era pra ter morrido faz tempo.

    Olha, eu entendo a preocupação com a inexperiência — é natural quando você vê o Castle errando uns passes no final ou o Harper perdendo bola em momento crucial. Mas, mano, esse time tem algo que muitos veteranos não têm: coragem de jogar sem medo.

    A maturidade que ninguém esperava

    O que mais me impressiona é como eles mantiveram a compostura quando tudo poderia ter desmoronado. Thunder encostou no placar várias vezes nos minutos finais, e qualquer time jovem normal teria entrado em pânico. Esses caras? Não. Respiraram fundo e continuaram jogando.

    E tem uma coisa que eu venho pensando: será que a temporada passada não foi justamente o ano de “experiência” que eles precisavam? Mesmo sem os playoffs por causa da trombose do Wembanyama, eles sentiram na pele o gosto amargo de perder. A final da NBA Cup também ensinou muita coisa.

    O Wemby já chegou com bagagem da Europa e das Olimpíadas. O Castle veio de um título universitário em UConn. Esses caras sabem o que é pressão, só que em outros lugares.

    Talento fazendo a diferença quando importa

    Mas vamos ser honestos — eles ainda cometem erros de juventude. Aquela roubada de bola do Dort no Castle no último ataque foi de dar nervoso em qualquer torcedor dos Spurs. E o Harper? Algumas decisões duvidosas ali no finalzinho.

    A diferença é que esse time tem talento suficiente pra compensar essas falhas. Luke Kornet apareceu com um toco salvador. Os rebotes ofensivos nos momentos certos. E o Fox mostrando experiência ao cometer aquela falta inteligente pra organizar a defesa — jogada que passou batido pra muita gente mas foi genial.

    Vocês viram o discurso do Mitch Johnson no vestiário depois do jogo? Aquilo ali mostra o nível de maturidade emocional desse grupo. É um time que não tem medo de ninguém, nem do momento.

    A experiência veio correndo atrás

    Agora me digam uma coisa: depois de eliminar os atuais campeões, alguém ainda pode falar de inexperiência? Eles já passaram por tanta coisa nessa temporada que vale por várias temporadas regulares de alguns times por aí.

    Lesão do astro principal? Sobreviveram. Time que foi finalista recentemente? Derrubaram. Campeões defendendo o título? Mandaram pra casa. Se isso não é experiência, eu não sei o que é.

    Na minha opinião, a juventude deles agora é mais uma vantagem do que problema. Energia física pra aguentar uma campanha longa nos playoffs, atletismo que deixa qualquer adversário no sufoco, e — mais importante — a coragem de tentar coisas que times veteranos não tentariam por medo de errar.

    Claro, eles ainda vão fazer besteira. Mas qual time não faz? A diferença é que esses caras aprenderam a não ficar remoendo os erros e seguir jogando com confiança. E com esse nível de talento individual, isso é uma receita perigosa pra qualquer adversário.

  • Hartenstein se enrola ao falar sobre Thunder ‘azarão’

    Hartenstein se enrola ao falar sobre Thunder ‘azarão’

    Cara, o Isaiah Hartenstein se meteu numa saia justa ontem. O pivô do Thunder deu uma declaração sobre o time ser “azarão” e depois… bem, digamos que ele preferiu mudar de assunto rapidinho.

    Tudo começou depois da derrota por 4-3 para o Spurs nas Finais da Conferência Oeste. Hartenstein estava lembrando dos tempos difíceis, quando jogava na G League antes de achar seu lugar no OKC. Na cabeça dele, o Thunder ainda carregava aquela vibe de underdog, sabe?

    O momento constrangedor

    Só que aí os jornalistas perguntaram o que exatamente ele quis dizer com isso. E o cara simplesmente travou: “Quer dizer… próxima pergunta”.

    Olha, eu entendo o Hartenstein. É difícil mesmo definir esse Thunder atual. Eles têm uma das folhas salariais mais altas da liga, um elenco recheado de talento e chegaram nas finais de conferência. Azarão? Meio complicado defender essa tese, né não?

    O constrangimento foi tão visível que até eu senti vergonha alheia aqui de casa. Imagina o coitado ali, percebendo que falou besteira e querendo que a terra engolisse ele.

    Futuro em OKC nas mãos da diretoria

    Mas a situação do alemão vai muito além de declarações desajeitadas. O Thunder tem uma opção de time no contrato dele para 2026-27, e sinceramente? Com a situação salarial apertada que eles têm, não sei se vão exercer.

    “Eu amo estar aqui, amo a organização”, disse Hartenstein. “Muito disso está nas mãos deles. É um negócio no final das contas, mas aconteça o que acontecer, sou verdadeiramente grato.”

    Traduzindo: ele quer ficar, mas sabe que pode ser cortado por questões financeiras. A vida de um jogador “mediano” na NBA é assim mesmo – sempre dependendo das contas da franquia.

    Nos playoffs, Hartenstein teve números bem sólidos: 9.1 pontos, 8.3 rebotes e 63.3% nos arremessos de quadra. Não é um monstro, mas é consistente. O problema é que consistência às vezes não basta quando o salary cap aperta.

    Thunder precisa de decisões difíceis

    No Game 7 contra o Spurs, ele teve só 7 pontos e 5 rebotes em 21 minutos. Números que não ajudam muito na hora de negociar, convenhamos.

    E aí, vocês acham que o Thunder vai manter o Hartenstein? Na minha visão, depende muito de quantos outros jogadores eles conseguirem renovar. Se tiverem que escolher entre ele e peças mais importantes do elenco, já sabemos o resultado.

    O que mais me chama atenção é como ele passou de “azarão” para “jogador descartável” em questão de segundos numa coletiva. Futebol americano da NBA é cruel mesmo.

  • Caruso se declara ao Thunder após eliminação: ‘casamento perfeito’

    Caruso se declara ao Thunder após eliminação: ‘casamento perfeito’

    Cara, que declaração de amor foi essa do Alex Caruso pro Thunder? O cara simplesmente chamou a relação dele com Oklahoma City de “casamento perfeito” depois da eliminação dolorosa nas finais do Oeste. E olha, eu entendo completamente o sentimento dele.

    Saindo de um Game 7 perdido pros Spurs por 111-103, o veterano armador não escondeu a felicidade de estar vestindo a camisa azul e laranja. “Assinei o contrato, então obviamente estou ansioso para ficar aqui por alguns anos. Acho que o casamento tem sido ótimo entre mim e a organização do Thunder”, disparou Caruso nas entrevistas de saída da temporada.

    Thunder como família – e olha que não é papo furado

    Gente, quando um cara como Caruso – que já passou por Lakers, Bulls e viu de tudo um pouco na NBA – fala assim sobre uma organização, a gente tem que prestar atenção. O maluco tá no terceiro ano de um contrato de quatro anos e US$ 81 milhões, mas falou como se tivesse ganhado na loteria.

    “As pessoas aqui, a cidade, a organização, são todas pessoas de primeira classe”, completou o armador. E sinceramente? Dá pra sentir que não é só papo pra imprensa. Oklahoma City realmente construiu algo especial ali.

    Vocês acham que essa química toda vai ajudar o Thunder a dar o próximo passo ano que vem?

    SGA assume: foi um fracasso, mas vou aprender

    Enquanto isso, Shai Gilgeous-Alexander não fugiu da responsabilidade. O astro canadense foi direto ao ponto sobre a eliminação: “Foi um fracasso. Eu falhei no meu objetivo. Não consegui o que queria conseguir”.

    Puts, que maturidade. O cara marcou 35 pontos no Game 7 (12/21 nos arremessos, 9 assistências), praticamente carregou o time nas costas, mas ainda assim se cobra pelo resultado. É esse tipo de mentalidade que separa os bons dos grandes.

    “Mas através dessas experiências, eu aprendo mais sobre mim mesmo e faço os maiores aumentos da minha carreira quando falho”, completou SGA. Olha, se tem uma coisa que eu admiro no Thunder é justamente isso – a maturidade emocional desses caras impressiona.

    O Thunder terminou a temporada como um dos times mais jovens a chegar nas finais de conferência dos últimos anos. Com Caruso feliz da vida e SGA com fome de vingança, imaginem o que vem por aí na próxima temporada. Esse casamento em Oklahoma pode render muitos filhos bonitos ainda.

  • Jaylin Williams manda a real: ‘não sou o outro Jalen Williams’

    Jaylin Williams manda a real: ‘não sou o outro Jalen Williams’

    Olha, eu preciso falar sobre uma situação que tá me incomodando há um tempo no Thunder. Vocês sabem que tem dois Williams no time, né? O Jalen Williams, que é craque, e o Jaylin Williams. E adivinha só — o coitado do Jaylin tá cansado de ser chamado de “o outro Jalen Williams”.

    Depois da eliminação dolorosa pros Spurs no sábado, o cara decidiu mandar a real pros jornalistas no domingo:

    “Eu não tô procurando aprovação de ninguém. Não me importa… já me chamaram de coisa muito pior nas últimas 12 horas”, disparou Jaylin Williams.

    Cara, senti a revolta dele. Imagina você sendo sempre “o outro fulano” no trampo? Principalmente quando você tá dando suor e sangue pela equipe.

    A confusão dos dois Williams no Thunder

    Não vou mentir, essa situação dos nomes sempre foi meio zoada. Fãs, comentaristas, até os adversários às vezes se confundem. É Jalen ou Jaylin? Qual que fez a enterrada? Qual que errou o arremesso?

    Mas agora a parada ficou séria porque pode rolar uma saída. Com o Thunder tendo uma penca de picks de primeira rodada (10 ao todo, sendo 7 que podem ser negociados), todo mundo tá especulando quem fica e quem sai.

    E olha, tem umas teorias malucas rolando por aí de que o Jalen Williams (o “principal”) pode virar moeda de troca pra conseguir alguém tipo o Michael Porter Jr. dos Nets, ou até mesmo pra tentar arrancar o Giannis do Milwaukee. Absurdo, né?

    Jaylin merece mais respeito

    Sinceramente, acho que o Jaylin tá sendo muito subestimado. O moleque de 23 anos fez sua melhor temporada com 7.2 pontos por jogo. Okay, não são números de All-Star, mas ele entrega consistência.

    Lembram do Game 3 contra os Spurs? O cara cravou 18 pontos quando o time mais precisava. Tá, no Game 7 ele fez “só” 11, mas quem não teve uma noite ruim naquela série?

    Na minha visão, Oklahoma City precisa valorizar mais seus jogadores de banco. O Jaylin pode não ser o astro da equipe, mas ele conhece o sistema, se dedica pra caramba e — mais importante — quer ficar.

    E aí, vocês acham que o Thunder deveria apostar mais no Jaylin ou realmente usar ele como peça de troca? Porque uma coisa é certa: depois dessa declaração, ele mostrou que tem personalidade pra enfrentar qualquer pressão.