Tag: NBA Playoffs

  • Thunder perde Game 7 em casa e aprende que defender título é outra parada

    Thunder perde Game 7 em casa e aprende que defender título é outra parada

    Cara, que silêncio foi aquele no Paycom Center ontem à noite. Sabe aquele momento quando você perde algo que achava que era seu? Foi exatamente isso que rolou com o Thunder no Game 7 contra os Spurs. Os caras de San Antonio comemorando na casa do OKC, e o Shai ali no pódio tentando explicar por que defender um título é a coisa mais difícil do basquete profissional.

    Bem-vindos à aula, pessoal.

    A realidade bateu forte

    O Thunder passou a temporada inteira se achando os próximos Warriors. Núcleo jovem, MVP, dominância em casa, temporada regular espetacular… a máquina toda funcionando perfeitamente. Só que sábado à noite, San Antonio lembrou uma verdade cruel: a comparação com os Warriors não começa com champanhe. Começa quando alguém brilhante gasta o verão inteiro tentando te destruir. E consegue.

    O placar não mente. Shai fez 35 pontos em 12 de 21 arremessos – seu MVP fazendo coisas de MVP no momento mais decisivo. E mesmo assim perderam por 8. Eu sei que a galera odeia as faltas que ele arruma, mas ontem foi o único cara do OKC que parecia confiável com a bola na mão. Isso é problema do Shai? Não, cara. É problema de elenco, de lesões e, pra ser sincero, é o problema do “isso aqui é difícil pra caramba” que nenhuma dominância na temporada regular prepara você.

    Os Spurs vieram preparados

    Olha, eu entendo o argumento das lesões. Jalen Williams jogou 33 partidas na temporada. Trinta e três! O cara foi praticamente um boato durante o ano todo. Ajay Mitchell, fora também. Lesões são reais, ninguém pode negar isso.

    Mas lembra quando os Warriors perderam Andrew Bogut em 2016? Curry machucado, Iguodala sem força nas costas, e ninguém deu moleza. Em 2019, sem Klay, KD e Cousins, o mundo do basquete ofereceu exatos zero de simpatia. Lesões não são asterisco quando você tá perseguindo status de dinastia. Lesões são o exame de qualificação.

    E aqui vem a parte que ninguém te conta quando você ganha seu primeiro anel: a liga não reseta. Ela se recalibra. Todo front office abre um novo documento na manhã seguinte ao seu título, e no topo só tem uma coisa: como vencer eles. San Antonio montou o escritório de advocacia jovem “Fox, Castle & Harper” especificamente porque você precisa de armadores que não vão vacilar quando a defesa do OKC tenta sufocar tudo que você ama.

    A lição mais dura

    E aqui preciso que o Thunder – e qualquer um assistindo – entenda uma coisa. Grandeza não é acessório que você usa pra sair à noite. Não é algo que você põe no TikTok e dança por cima. Grandeza nem é o destino final; é o começo do trabalho que realmente custa tudo.

    Os Warriors aprenderam isso da pior forma. Perderam em 2016 depois de 73 vitórias. Voltaram mais fortes. É assim que funciona no topo.

    Vocês acham que o Thunder consegue dar a volta por cima na próxima temporada? Porque olhando essa rivalidade nascendo com os Spurs, eu tô sentindo que vem muito basquete bom por aí. Só que agora eles sabem: defender título é outra parada completamente.

  • SGA assume fracasso após eliminação: ‘Falhei no meu objetivo’

    SGA assume fracasso após eliminação: ‘Falhei no meu objetivo’

    Olha, tem jogador que quando perde fica procurando desculpa. Não é o caso do Shai Gilgeous-Alexander. Depois da eliminação dolorosa do Thunder no jogo 7 contra os Spurs, o cara foi direto ao ponto: “Eu falhei no meu objetivo”.

    Mano, que maturidade. SGA podia estar falando de arbitragem, de lesões, de mil coisas. Mas não — ele botou a responsabilidade nas costas e assumiu que não chegou onde queria chegar nesta temporada.

    A honestidade que impressiona

    “Eu não consegui o que queria conseguir”, disse o canadense. “Mas é quando falho e não consigo o que quero que mais aprendo sobre mim mesmo e faço os maiores progressos na minha carreira. Não vou enxergar isso de forma diferente.”

    Cara, isso me lembra muito o Kobe falando após eliminações. Aquela mentalidade de transformar a dor em combustível. SGA marcou 35 pontos e deu 9 assistências no jogo 7, mas teve médias menores na série (25.9 pontos com 40.9% de aproveitamento) comparado à temporada regular (31.1 pontos com 55.3%).

    O fator Wembanyama

    E aqui que fica interessante — SGA não tentou diminuir o mérito do adversário. Sobre defender contra Victor Wembanyama, foi sincero: “Tem um cara na defesa deles que é um pouco diferente. Eles canalizam tudo para ele… É uma defesa muito boa.”

    “Diferente” é apelido. Wemby simplesmente mudou o jogo dos Spurs defensivamente. O Thunder teve que reinventar o ataque inteiro por causa de um moleque de 20 anos. Absurdo quando você para pra pensar.

    SGA ainda mandou um recado sobre Chet Holmgren: o Thunder “precisa” dele para seguir em frente. E realmente precisa — imagina como seria essa série com Chet saudável? Provavelmente nem chegava no jogo 7.

    O que mais me impressiona é que SGA já está pensando no futuro. Disse que vai dar “zero” palpite sobre movimentações na offseason, mas você vê que o cara quer voltar mais forte. E olha, depois de uma temporada dessas, com essa maturidade toda, eu apostaria no Thunder no ano que vem. E vocês, acham que essa eliminação vai fazer o SGA dar um salto ainda maior na próxima temporada?

  • Chet sumiu no Jogo 7 e pode até sair do Thunder

    Chet sumiu no Jogo 7 e pode até sair do Thunder

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu com o Chet Holmgren no Jogo 7 contra os Spurs. Simplesmente desapareceu do mapa quando o Thunder mais precisava dele.

    A situação era clara: sem Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados, alguém tinha que aparecer pra ajudar o Shai Gilgeous-Alexander. E quem seria o cara óbvio? O próprio Chet — terceiro time All-NBA, quase ganhou o Defensive Player of the Year, segundo maior pontuador do time na temporada.

    Só que rolou o contrário. Foi um dos piores jogos que eu já vi de um jogador estrela em um Jogo 7.

    O duelo que nunca existiu

    Todo mundo esperava ver aquele confronto épico entre Chet e Victor Wembanyama. Dois pivôs gigantes, modernos, habilidosos. Ia ser o show da noite, né?

    Errado. O Chet praticamente fugiu do confronto. 4 pontos em apenas 2 arremessos. Dois! Em um Jogo 7! E o pior: os dois arremessos saíram nos primeiros minutos, depois ele simplesmente parou de tentar.

    Olha, eu entendo que defesa é importante e ele ainda conseguiu 2 roubos de bola e 2 tocos. Mas quando seu time tá desesperado por pontos e você some ofensivamente… complicado, né?

    Medo do Wemby?

    Na real, deu pra perceber que o Chet ficou intimidado pelo Wembanyama. Sempre que ia pra o garrafão e via o francês esperando, ele desistia da jogada. Teve uma isolada no quarto período, time perdendo por 5, e ele simplesmente entregou a parada.

    Sinceramente, isso me lembrou daqueles jogos em que o cara fica com tanto respeito pelo adversário que esquece de jogar seu próprio jogo. E olha que estamos falando de um monstro de 2,16m que tem contrato de $239 milhões!

    Vocês acham que é justo cobrar tanto dele? Por um lado, ele nunca foi criador de jogadas mesmo. Mas por outro, quando você ganha esse dinheiro todo e é comparado diretamente com o Wemby, tem que aparecer nos momentos decisivos.

    Thunder em crise?

    O mais absurdo é que já começaram os rumores de troca nas redes sociais antes mesmo do jogo acabar. Imagina só: um time que era cotado como favorito ao título agora pensando em trocar um pivô All-NBA de apenas 24 anos.

    Eu acho meio exagero julgar tudo por um jogo só, mas não vou mentir — foi um vexame histórico. E com os Spurs mostrando que podem dominar o Oeste pelos próximos anos, o Thunder precisa decidir se o Chet é realmente a peça que vai levá-los ao topo.

    No fim das contas, futebol americano tem aquela frase: “any given Sunday”. No basquete, qualquer jogo pode mudar tudo. Só que dessa vez, foi o próprio jogador que mudou — pra pior.

  • Kornet faz enterrada histórica e brinca: ‘Sou o LeBron do Jogo 7?’

    Kornet faz enterrada histórica e brinca: ‘Sou o LeBron do Jogo 7?’

    Cara, eu tava assistindo esse Jogo 7 dos Spurs e simplesmente não acreditei no que vi. Luke Kornet — sim, o reserva do Wembanyama — voou pela quadra inteira pra fazer uma enterrada defensiva que vai ficar marcada na história. E o melhor? O cara ainda teve a audácia de brincar com comparações ao LeBron James.

    O momento que mudou tudo

    A situação era tensa: 6min48s restando no último quarto, Spurs na frente por seis pontos do Oklahoma City Thunder, mas o Wemby acabara de pegar a quinta falta e teve que sair. Imagina a pressão no Kornet nessa hora? O cara entra sabendo que qualquer vacilo pode custar o jogo.

    Aí que vem a loucura. O rookie Dylan Harper perdeu uma bola feia pro Isaiah Hartenstein, que saiu correndo em transição com quadra livre. Parecia gol feito, né? Mas o Kornet — com seus 2,16m e 113kg — simplesmente VOOU pela quadra toda e fez uma enterrada defensiva que me arrepiou aqui em casa.

    Sinceramente, eu não esperava isso do cara. Kornet sempre foi aquele jogador que você respeita pelo profissionalismo, mas nunca espera um momento épico assim.

    “Sou o LeBron?”, brincou o gigante

    E olha que comparação surgiu no banco dos Spurs! Alguém gritou: “Quem é? LeBron James?”, se referindo àquela enterrada histórica do LeBron no Iguodala em 2016. O Kornet, com aquele humor seco que eu adoro, respondeu pros repórteres:

    “Fiz um trabalho horrível recebendo a bola, então tive que me redimir. Alguém do banco gritou ‘Quem é? LeBron James?’ Vamos ver qual das duas vai ficar mais tempo nos livros de história.”

    Que cara esperto, né? Sabe que tá brincando com fogo ao se comparar com o Rei, mas fez isso com a classe perfeita. E vocês acham que essa enterrada dele vai ter o mesmo impacto da do LeBron?

    O guerreiro que virou herói

    Gente, a história do Kornet é inspiradora demais. O cara não foi draftado, rodou por cinco times diferentes antes de chegar em San Antonio no ano passado. Os Spurs apostaram 41 milhões de dólares em quatro anos nele — e olha que investimento inteligente.

    Na temporada regular, o homem foi consistente: 6,5 pontos com 64,3% nos arremessos e 6,1 rebotes em 68 jogos. Nada espetacular, mas sempre presente quando chamado. É exatamente o tipo de jogador que todo time sonha ter no banco.

    Depois dessa enterrada, o Thunder nunca mais conseguiu chegar perto no placar. O Wemby voltou logo depois e fechou o jogo, mas o momentum tinha mudado completamente com aquela jogada do Kornet. Às vezes é isso que faz a diferença numa série — não é sempre o astro que decide, mas o cara que você menos espera fazer o extraordinário.

  • Wemby já é o melhor da liga? O monstro chegou mais cedo que o esperado

    Wemby já é o melhor da liga? O monstro chegou mais cedo que o esperado

    Cara, lembram quando o Woj disse que o Wembanyama seria o melhor jogador da NBA na terceira temporada? Todo mundo achou meio exagerado na época. Pô, o garoto nem havia pisado numa quadra da liga ainda!

    Pois é. Adivinha só? O maluco conseguiu.

    A profecia se cumpriu mais rápido que triple-double do Westbrook

    Victor Wembanyama acabou de eliminar nada menos que o bicampeão MVP Shai Gilgeous-Alexander e o atual campeão Oklahoma City Thunder no jogo 7 da final do Oeste. Em casa deles. Simplesmente absurdo o que esse francês fez.

    E olha que o Shai não tava brincando não — o cara vinha de duas temporadas MVP consecutivas. Mas quando encontrou a muralha Wembanyama, virou mortal. Os números não mentem: na temporada regular, SGA tentava 5.4 arremessos por jogo na área restritiva. Nos seis primeiros jogos da final? Apenas 3. O Wemby literalmente tirou o garrafão do jogo do cara.

    Sem conseguir chegar no aro, Gilgeous-Alexander virou estatística ruim: 32% nos arremessos próximos à cesta, 38% no meio da quadra e uns catastróficos 26% nas bolas de três. Quando você tira a falta do jogo do Shai, ele simplesmente não tem como machucar.

    Isso não era pra acontecer tão cedo

    Gente, vocês percebem o quanto isso é inédito? Normalmente os caras precisam de ANOS pra chegar nesse nível. O Jordan apanhou três vezes pros Bad Boys Pistons antes de conseguir passar. O LeBron perdeu duas vezes pro Celtics e quase não aguentou em 2012.

    Tem um ritual nessas coisas, sacam? Jovem estrela surge, apanha de uns veteranos espertos, aprende na dor e aí sim consegue chegar no topo. O Wemby? O maluco simplesmente pulou todas essas etapas. Enfrentou o Thunder cinco vezes na temporada regular e ganhou quatro. Primeiro confronto de playoffs? Eliminação direta.

    Sinceramente, acho que nunca vi nada igual. O cara é tão dominante fisicamente que conseguiu se catapultar direto pro topo da montanha. 2,24m de altura com mobilidade de armador e timing defensivo de Bill Russell — como você para isso?

    E o mais louco é que estamos falando de um moleque que fez 21 anos há poucos meses. Quando eu tinha a idade dele, mal conseguia acertar uma bandeja no basquete da praça (risos). O Wembanyama tá aqui redefinindo o que significa ser dominante na NBA.

    E aí, vocês acham que ele realmente já é o melhor jogador da liga? Ou ainda precisamos ver mais algumas temporadas pra cravar isso?

  • Thunder deixa torcida nervosa em jogo 7 contra os Spurs

    Thunder deixa torcida nervosa em jogo 7 contra os Spurs

    Olha, eu não vou mentir: deu um frio na barriga vendo o Thunder começar esse Jogo 7 contra os Spurs. O Paycom Center lotado de azul, a torcida esperando ver o time voltar pras Finals da NBA, e aí… 18 a 8 logo no começo pros visitantes. Que desespero!

    Vocês viram aquela enterrada absurda do Stephon Castle? O moleque pegou um rebote ofensivo e simplesmente destruiu a cesta. Foi de arrepiar — mas pelo lado errado se você torce pro OKC.

    A ofensiva que não saía

    O pior é que a gente já tinha visto esse filme antes. Como o Brett Siegel do ClutchPoints falou no X (antigo Twitter): “Essa é exatamente a mesma ofensiva do Thunder que levou uma surra no segundo tempo do Jogo 6. Nenhuma criação de jogada ou armação fora do SGA”.

    E é isso mesmo, cara. Fora do Shai Gilgeous-Alexander, o ataque do Thunder tava travadinho. Nem o Chet Holmgren conseguia encontrar seus pontos, e quando sua dupla dinâmica não funciona… aí complica.

    A torcida do Thunder tava uma mistura de nervoso e chocado — como o Tom Petrini dos Spurs notou. Quatro roubadas de bola pros Spurs, eles acertando de três, e o OKC nem conseguindo arremessar do perímetro direito. Dava pra sentir a tensão até pela TV.

    A reação que a gente queria ver

    Mas aí que tá — o Thunder mostrou por que chegou até aqui. Sinceramente, eu achei que eles iam levar uma lavada quando vi aqueles 14 pontos de desvantagem. Mas os caras conseguiram virar o jogo e até saíram na frente por 51 a 49!

    O Paycom Center explodiu quando eles assumiram a liderança. Dá pra imaginar o alívio da galera? Infelizmente não conseguiram manter e foram pro intervalo perdendo por 56 a 53, mas já deu uma acalmada nos nervos.

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue manter essa reação no segundo tempo? Porque se for pra depender só do SGA de novo, vai ser complicado contra essa defesa dos Spurs que tá jogando muito…

  • SGA resolve aparecer no Game 7 mais importante da carreira

    SGA resolve aparecer no Game 7 mais importante da carreira

    Gente, eu tava aqui vendo esse Thunder x Spurs e o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu que não ia pra casa hoje. 19 pontos no primeiro tempo do Game 7 das finais de conferência. Dezenove pontos em 20 minutos, com aproveitamento de 8/11 nos arremessos.

    Olha, eu confesso que tava meio preocupado com o Thunder nesse jogo decisivo. O Jalen Williams machucado, a pressão toda em cima do SGA… mas o cara é diferente mesmo. Dois MVPs não são à toa.

    Série equilibrada demais

    Essa série contra o Spurs tá sendo um negócio absurdo de acompanhar. 3 a 3 no placar, com cada time vencendo em casa e fora também. San Antonio ganhou os jogos 1, 4 e 6, enquanto Oklahoma City levou os jogos 2, 3 e 5. É literalmente tudo ou nada agora.

    E vocês viram como o Wemby tem incomodado o Thunder? O garoto francês tá jogando um basquete extraterrestre, mas hoje o SGA mostrou que experiência ainda conta muito. Principalmente nesses momentos de pressão.

    SGA mostrando por que é MVP

    O que mais me impressiona no Shai é a frieza dele. 19 pontos, 5 assistências, 4 rebotes e 1 toco no primeiro tempo. Cara, esse aproveitamento de 72% nos arremessos é de outro planeta. E olha que foi justamente o recorde dele de pontos num primeiro tempo nessa série toda.

    Sinceramente, acho que o Thunder tem mais experiência pra levar esse jogo. O SGA já passou por esses momentos tensos, diferente do Spurs que tá numa reconstrução ainda. Mas com o Wemby, nunca se sabe né?

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue fechar em casa ou os Spurs vão surpreender todo mundo?

  • SGA precisa virar Kobe? Fãs pedem modo assassino no Game 7

    SGA precisa virar Kobe? Fãs pedem modo assassino no Game 7

    Olha, eu não sei vocês, mas esse Game 7 do Thunder contra os Spurs me deixou com o coração na mão. San Antonio saiu na frente desde o primeiro quarto e simplesmente não deu trégua pro Oklahoma City. E no meio dessa loucura toda, surgiu uma sugestão que me fez pensar: será que o Shai Gilgeous-Alexander precisa mesmo entrar em modo Mamba Negra?

    A ideia veio da Ashley Nicole Moss, da CBS Sports, que mandou a real no Twitter: “SGA tem que ficar egoísta. Você é MVP duas vezes. Por que diabos tá passando pro Hartenstein?! Vai full Kobe Bryant”. Sinceramente? Ela não tava errada.

    Os números não mentem

    SGA fez a parte dele — 31 pontos em 35 minutos, sete assistências e quatro rebotes. O cara tava carregando o Thunder nas costas como sempre. Mas aí que tá o problema: ninguém mais apareceu pra ajudar de verdade.

    Jared McCain fez 12 pontos em 19 minutos, Jaylin Williams conseguiu 11 em 21 minutos. Alex Caruso? Cara jogou 31 minutos e só tinha 10 pontos até faltarem seis minutos pro final. É muito pouco pra um Game 7, não dá.

    A pressão de carregar um time inteiro

    San Antonio chegou a abrir 14 pontos de vantagem e, mesmo quando o Thunder reagia, os Spurs respondiam na mesma moeda. Faltando menos de oito minutos, San Antonio tava 97-86 na frente. Nessas horas você pensa: e se o SGA realmente tivesse entrado em modo Kobe?

    Eu lembro do Mamba em situações assim. O cara simplesmente decidia que ia resolver o jogo sozinho — e resolvia mesmo. Claro que o basquete mudou, que hoje em dia o jogo é mais coletivo, mas às vezes você precisa daquele cara que vai pegar a bola e falar “agora é comigo”.

    E aí, vocês acham que SGA deveria ter sido mais egoísta nesse jogo? Ou será que a filosofia coletiva do Thunder é melhor a longo prazo? Porque olhando assim, com uma vaga nas Finais em jogo, talvez um pouco de egoísmo não faria mal.

  • Bridges salvou a temporada dos Knicks e justificou as 5 primeiras escolhas

    Bridges salvou a temporada dos Knicks e justificou as 5 primeiras escolhas

    Cara, quando os Knicks estavam perdendo por 2-1 para os Hawks na primeira rodada dos playoffs de 2026, eu sinceramente achei que era o fim dessa era. Todo mundo na berlinda — técnico, presidente, jogadores. E o Mikal Bridges? Zero pontos no jogo 3, com quatro turnovers. Um desastre.

    Olha, eu lembro quando trocaram CINCO primeiras escolhas do draft pro Brooklyn pra pegar o Bridges. Cinco! Na época todo mundo ficou maluco — pagar esse preço pro rival da mesma cidade? E depois daquele jogo 3 horrível, parecia que o front office tinha queimado o filme de vez.

    A virada que ninguém esperava

    Aí que vem o plot twist absurdo. Desde aquele jogo desastroso, o cara simplesmente virou outro jogador. Os Knicks emplacaram 11 vitórias seguidas e chegaram nas Finais da NBA pela primeira vez em 27 anos. VINTE E SETE ANOS, pessoal!

    E o Bridges? Virou um monstro na defesa. Pegou o Nickeil Alexander-Walker (que ganhou o prêmio de jogador que mais evoluiu) e simplesmente anulou o cara. Alexander-Walker saiu de 20.8 pontos por jogo na temporada regular para míseros 13.7 contra os Knicks. Os arremessos de dois pontos despencaram de 52.5% para 32.1%. Absurdo.

    No segundo round, teve que marcar o Tyrese Maxey — outro cara que estava destruindo todo mundo com 28.3 pontos por jogo. Resultado? Bridges segurou ele em 19 pontos por noite com apenas 38% nos arremessos nos dois primeiros jogos.

    Ofensivamente também acordou

    Mas não foi só na defesa que o cara deslanchou. Desde o jogo 6 contra Atlanta, Bridges tá fazendo 18.7 pontos, 4.0 rebotes e 3.1 assistências por partida. E com que aproveitamento? 71.4% nos arremessos de dois pontos e 37.9% nas bolas de três. Monstruoso.

    O mais legal é que ele não tá só acertando os arremessos de costume. O cara voltou a ser agressivo, procurando contato, atacando o garrafão. Aquelas bolas de três decisivas no jogo 1 contra os Cavaliers — incluindo aquela oração em cima do Evan Mobley — foram cruciais pra virada dos Knicks.

    Na final da Conferência, teve o “privilégio” de marcar o James Harden. E mais uma vez entregou: Harden fez apenas 16 pontos com 39% nos arremessos gerais e míseros 18% nas bolas de três.

    Sinceramente, eu não esperava que o Bridges conseguisse se recuperar daquele jeito depois do vexame do jogo 3. Mas o cara provou que vale cada uma daquelas cinco primeiras escolhas que os Knicks mandaram pro Brooklyn. E olha que eu achava que tinha sido loucura na época!

    Agora é torcer pra ele manter esse nível nas Finais. Independente do resultado, aquela nuvem negra das escolhas do draft que pairava sobre ele finalmente se dissipou. O front office acertou em cheio, mesmo pagando caro.

    E vocês, acham que o Bridges consegue manter essa pegada nas Finais da NBA?

  • SGA em crise total: Thunder pode cair no Game 7 por culpa do MVP

    SGA em crise total: Thunder pode cair no Game 7 por culpa do MVP

    Gente, eu tô preocupado. Muito preocupado mesmo. Shai Gilgeous-Alexander, o cara que carregou o Thunder nas costas a temporada inteira, simplesmente desapareceu na hora que mais precisava aparecer. E não é exagero não — os números contra o Spurs estão assustadores.

    No Game 6, o SGA fez apenas 15 pontos com 6/18 nos arremessos. Quinze pontos! O bicampeão do MVP da liga fazendo 15 pontos num jogo de eliminação. Eu vi essa partida e não conseguia acreditar no que estava rolando. O cara que costuma resolver qualquer parada simplesmente não conseguia acertar nada.

    Os números não mentem: Thunder joga melhor sem SGA?

    Olha, isso aqui é de deixar qualquer torcedor do Thunder sem dormir. Nick Wright, do Fox Sports, soltou uma bomba que machuca: “Quando o Shai está em quadra nessa série, o Thunder joga PIOR do que quando ele está no banco”. Mano, isso não pode estar acontecendo com um MVP.

    Pra vocês terem noção do tamanho do problema: Wembanyama está com +55 de eficiência nessa série, enquanto o SGA está com -28. Menos vinte e oito! É como se o Thunder estivesse jogando 4×5 quando ele entra.

    Sinceramente, eu não lembro de ver um MVP sumir assim numa série de playoffs. E o pior? Todas as piores atuações do SGA na temporada foram justamente contra esse Spurs. Não é coincidência.

    Wemby descobriu a fórmula anti-SGA

    Tem que dar crédito onde merece: o Spurs encontrou a receita pra parar o Shai. Os números são brutais — nas quatro piores atuações de eficiência do SGA na temporada, três foram contra San Antonio. O francesinho e a defesa dos Spurs estão fazendo uma clínica defensiva.

    A real é que o Thunder nunca enfrentou uma defesa assim nos playoffs. Nas outras séries, o SGA sempre dava um jeito de resolver, mas o Wemby com aquele alcance absurdo tá tirando ele completamente do ritmo.

    E aí, vocês acham que o SGA consegue se reerguer no Game 7 em casa? Porque se ele tiver mais uma atuação dessas, pode esquecer — o sonho do tricampeonato do Thunder vai pro espaço. É agora ou nunca pro MVP mais jovem da história da liga.