Tag: NBA Playoffs

  • Mitchell destrói tudo e empata série dos Cavs contra Pistons

    Mitchell destrói tudo e empata série dos Cavs contra Pistons

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente resolveu que não ia perder ontem à noite. 43 pontos. Quarenta e três! O cara literalmente destruiu os Pistons e empatou a série em 2-2 com uma vitória de 112-103 que deixou todo mundo de queixo caído.

    Olha, eu vi muita coisa na NBA, mas essa performance do Mitchell no segundo tempo foi absurda. O maluco fez 39 dos seus 43 pontos só depois do intervalo — depois de ter marcado apenas 4 no primeiro tempo. É tipo quando você tá jogando videogame e resolve ligar o cheat code.

    A montanha-russa emocional

    O jogo começou bem pros Cavs. James Harden (sim, o Barba tá lá) meteu 11 pontos logo de cara, duas enterradas e um par de triplos que fizeram o ginásio delirar. Cleveland abriu 14-5 e eu já tava pensando: “Opa, vai ser fácil hoje”.

    Aí o basquete mostrou que não existe moleza nos playoffs.

    Quando o Harden foi pro banco, a ofensiva dos Cavs congelou completamente. E o Caris LeVert — que joga pelos Pistons agora — decidiu que era a hora dele brilhar. O cara começou com 17 pontos no primeiro quarto atirando de tudo quanto foi lugar. Tobias Harris também ajudou, e de repente Detroit tinha virado o jogo.

    Sinceramente, eu já tava vendo os Pistons tomarem conta da parada quando…

    A “Cavalanche” que mudou tudo

    Terceiro quarto. Mitchell acordou pra vida.

    23-0. Vocês leram certo: vinte e três a zero. Uma sequência que fez os caras de Detroit questionarem a existência. Mitchell meteu 15 pontos só nessa corrida, e a dupla Jarrett Allen e Evan Mobley fechou completamente o garrafão.

    É isso que torna os Cavs tão perigosos, sabe? Eles têm essa capacidade de simplesmente explodir do nada. Um minuto você tá ganhando, no outro você olha pro placar e não entende mais nada.

    E pode falar o que quiser do Jalen Duren, mas Allen e Mobley fizeram o garoto virar criança ontem. Os dois combinaram 26 pontos e 13 rebotes, enquanto Duren ficou com 8 pontos e 2 rebotes. Humilhação técnica.

    Mitchell sendo Mitchell

    Detroit ainda tentou uma reação no final do terceiro, mas Mitchell não deixou. O cara continuou metendo de tudo — arremesso de média, triplo, bandeja, enterrada. Foi um show particular.

    E olha, essa é exatamente a performance que os Cavs esperavam quando trouxeram o Mitchell. O cara foi contratado pra ser superstar All-NBA em momentos assim, e entregou tudo.

    Harden ainda fez um double-double discreto, mas a noite era do Mitchell mesmo. 43 pontos pra empatar uma série de playoffs? Isso aí é coisa de lenda.

    Agora é jogo 5 em Detroit na quarta. E aí, vocês acham que o Mitchell consegue manter esse nível? Porque se conseguir, os Pistons estão com um problemão nas mãos.

  • O Processo morreu: Sixers são eliminados e era Embiid chega ao fim

    O Processo morreu: Sixers são eliminados e era Embiid chega ao fim

    Cara, vocês querem ver um cadáver? Porque eu tenho um aqui pra mostrar.

    É isso que sobrou do Philadelphia 76ers depois de ser varrido pelos Knicks na segunda rodada dos playoffs. Quatro jogos, quatro derrotas, sendo que a última foi uma surra de 30 pontos. Na própria casa. Com a arena lotada de torcedores adversários. Uma humilhação completa.

    O fim de uma era que nunca aconteceu

    “The Process” – aquela filosofia toda de tankar por anos, acumular picks de draft, sofrer no presente pra dominar no futuro – morreu. E olha, já fazia tempo que estava meio zumbi mesmo, a gente só não queria aceitar.

    Sam Hinkie chegou em Philly em 2013 com um plano: perder de propósito pra conseguir Joel Embiid. Missão cumprida. O problema? 13 anos depois, esse time nunca chegou nem numa final de conferência. Nunca. É de doer no peito mesmo.

    Sinceramente, eu sempre acreditei no projeto. Embiid era um monstro, Tyrese Maxey cresceu absurdamente, tinham tudo pra dar certo. Mas aí você vê essa eliminação e percebe: eles construíram um time de 2006 pra jogar em 2026.

    Daryl Morey e a receita do fracasso

    O Daryl Morey, que assumiu a GM depois do Hinkie, fez exatamente o contrário do que a liga moderna pede. Enquanto times campeões apostam em jogadores jovens, versáteis e que conseguem defender várias posições, ele empilhou veteranos caros e quebrados.

    Paul George aos 34 anos? Com o histórico de lesão que ele tem? Contrato máximo de quatro anos. Embiid ganhando 60 milhões por ano até 2029? Com aquele joelho que não aguenta mais nem os treinos?

    É uma loucura, mano. Os Knicks pareciam estar jogando um esporte diferente na série. Profundos, jovens, intensos – tudo que os Sixers não são.

    A queda livre de Joel Embiid

    E aí chegamos na parte mais dolorosa de toda essa história.

    Embiid já foi, sim, um dos melhores jogadores do planeta. Aquele movimento no garrafão, o arremesso de 3, a visão de jogo – cara, em 2022-23 ele foi MVP e mereceu cada voto. Carregar aquele elenco limitado às semifinais de conferência por anos foi quase um milagre.

    Mas esse Embiid morreu junto com “The Process”.

    Ele não joga mais de 40 jogos numa temporada regular desde que ganhou o MVP. Contra os Knicks, se machucou logo no primeiro jogo, voltou mancando, saiu segurando o quadril, as costas, o tornozelo… Foi triste de ver os companheiros tentando levantar ele do chão e não conseguindo.

    Vocês acham que ainda dá tempo dele voltar ao que era? Ou essa janela já fechou de vez? Porque pelo que eu vi nessa série, não tem mais volta mesmo. E isso dói – como fã de basquete, você nunca quer ver um talento desses se deteriorando assim.

    O Philadelphia 76ers precisa de uma reformulação completa. “The Process” acabou, e quem não aceitar isso vai ficar preso no passado para sempre.

  • Fox machucado pode desfalcar os Spurs no jogo 5 decisivo

    Fox machucado pode desfalcar os Spurs no jogo 5 decisivo

    Olha, quando você acha que os Spurs finalmente conseguiram resolver os problemas — com o Wembanyama liberado pra jogar — aparece uma nova dor de cabeça. De’Aaron Fox está listado como “questionável” para o jogo 5 contra os Timberwolves por causa de uma dor no tornozelo esquerdo.

    E não é qualquer jogo, pessoal. É o jogo 5 de uma série empatada em 2-2. Frost Bank Center lotado, série nas semifinais do Oeste, tudo ou nada. Exatamente o tipo de jogo que você PRECISA do seu armador principal em quadra.

    Fox vinha sendo fundamental na série

    O cara não perdeu um jogo desde 25 de março — isso aí, mais de um mês direto jogando. No jogo 4 de domingo, mesmo com o tornozelo incomodando (aparentemente), ele ficou 37 minutos em quadra. Fez 24 pontos, mas o arremesso não tava calibrado: 8/23 do campo e apenas 1/7 do perímetro.

    Sinceramente? O Fox tem sido crucial pros Spurs nestes playoffs. Quando o Wemby atrai dois, três marcadores, é o Fox que penetra e cria as jogadas. Na série contra o Portland, o cara meteu 28 pontos num jogo 4 decisivo. Monstro.

    Na atual série contra Minnesota, ele tá com médias de 16.8 pontos e 4.0 assistências. Números que podem não impressionar à primeira vista, mas quem assiste sabe: ele é o cara que faz a ofensiva funcionar quando o Wembanyama não consegue respirar.

    E agora, quem vai criar as jogadas?

    Se o Fox não jogar — e olha, “questionável” em jogo de playoff geralmente significa 50/50 — a pressão toda vai cair no Wembanyama. Dylan Harper provavelmente vai ganhar mais minutos (fez 24 pontos com 72% de aproveitamento no jogo 4, o garoto tá voando). Keldon Johnson também deve aparecer mais, apesar de ter feito só 4 pontos em 17 minutos no último jogo.

    Vocês acham que os Spurs conseguem vencer sem o Fox? Eu tenho minhas dúvidas. O time ainda é muito dependente da criação dele, especialmente em jogos tensos como esse vai ser.

    A boa notícia é que San Antonio joga em casa e entra como favorito. A má é que, sem o Fox, todo o peso ofensivo cai nos ombros do Wemby — e por mais fenômeno que ele seja, basketball é esporte coletivo.

    O jogo rola às 21h (horário de Brasília) desta segunda. Quem vencer, avança para as finais do Oeste para enfrentar o vencedor de Thunder x Lakers. Ou seja: não tem espaço pra erro.

  • Bomba no Sixers: jogadores questionaram comando técnico em reunião tensa

    Bomba no Sixers: jogadores questionaram comando técnico em reunião tensa

    Gente, que confusão foi essa no Philadelphia 76ers? Uma bomba acabou de estourar sobre o que rolou nos bastidores da franquia durante a temporada. Aparentemente, um grupo de jogadores se reuniu com a comissão técnica numa sessão que quase virou briga feia.

    A história é a seguinte: no dia 1º de abril (e não, não é pegadinha), antes de um treino em Washington, vários jogadores do Sixers bateram de frente com Nick Nurse e sua equipe. O clima esquentou tanto que quase cancelaram a atividade. Imaginem a cena…

    O que os jogadores reclamaram

    Os caras foram diretos: questionaram o envolvimento de alguns companheiros nas atividades do time (traduzindo: alguém tava meio por fora) e, pasmem, disseram que a comissão técnica não tinha controle suficiente do vestiário.

    Olha, quando jogador vai falar isso pro técnico na cara dura, é porque a situação já tá bem complicada mesmo. Não é qualquer descontentamento não — é coisa séria.

    E não é coincidência que isso tenha rolado no mesmo dia que Joel Embiid postou aquele desabafo no Twitter: “Acho que eles não vão me deixar jogar basquete!!”. O cara queria entrar em quadra contra o Washington Wizards mas foi vetado por doença. Vocês viram como ele ficou frustrado?

    Embiid detonou a direção

    Dias depois, o MVP não segurou a língua e mandou a real. “Eu queria jogar basquete. Não me deixaram jogar basquete”, disse Embiid. “Acho que essa é mais uma pergunta para o Daryl Morey e quem toma as decisões.”

    Mano, quando o cara principal do seu time fala isso publicamente sobre o GM, é porque a relação já era mesmo.

    Agora o buraco ficou mais embaixo. Com essa eliminação vexatória pros Knicks na segunda rodada (um 4 a 0 que doeu na alma), tanto Nick Nurse quanto Daryl Morey podem estar com os dias contados. A diretoria ainda não bateu o martelo, mas todo mundo sabe que vai rolar avaliação pesada.

    E aí, vocês acham que o Sixers vai dar uma mexida geral mesmo? Porque sinceramente, depois dessa temporada frustrante e com essas tretas internas vindo à tona, parece que alguma coisa tem que mudar por lá.

  • Wemby escapou! NBA não suspende o francês para o jogo 5

    Wemby escapou! NBA não suspende o francês para o jogo 5

    Respira, torcedor dos Spurs! Victor Wembanyama tá liberado para o jogo 5 contra o Minnesota na terça-feira. A NBA decidiu que a cotovelada no Naz Reid não vai gerar suspensão adicional, segundo o Shams Charania da ESPN.

    Olha, eu confesso que fiquei preocupado depois daquela expulsão no domingo. O francês deu uma cotovelada no Reid que mandou o cara rodopiar no chão — foi feia a parada. E pior: aconteceu logo no segundo quarto, com 8:39 ainda no relógio.

    A cotovelada que quase mudou tudo

    A situação foi assim: Wemby pegou um rebote ofensivo e na hora que o Reid e o McDaniels vieram pra cima dele, PÁ! Cotovelo direto no maxilar e pescoço do cara. Na hora os árbitros marcaram falta ofensiva comum, mas depois da revisão no vídeo, o Zach Zarba mudou pra flagrante 2 — e aí já era, expulsão automática.

    O mais engraçado foi a cara do Wemby no banco perguntando pro Harrison Barnes: “O que isso significa?” Mano, o mlk tem 20 anos e ainda tá aprendendo essas paradas da NBA. Mas a inocência não justifica uma cotovelada dessas, né?

    Estatística assustadora

    Quer saber um dado que me deixou de cabelo em pé? Essa foi a expulsão mais cedo de um All-Star em playoffs desde que começaram a registrar os play-by-play lá em 97-98. E os times que perdem um All-Star antes do quarto período? 1-8 em jogos de playoffs. Ou seja, quase sempre dá ruim.

    Os Spurs perderam aquele jogo por 114-109, e agora a série tá empatada 2-2. Imagina se fosse perder o Wemby pro jogo 5 também? Seria praticamente o fim da linha pra San Antonio.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem aproveitar o fato de jogar em casa na terça? As casas de aposta já colocaram eles como favoritos por 10.5 pontos, mas esse Minnesota não tá pra brincadeira não. Vai ser guerra!

  • 76ers vão avaliar futuro de Morey e Nick Nurse após vexame

    76ers vão avaliar futuro de Morey e Nick Nurse após vexame

    Olha, não vou mentir: eu já esperava que ia dar merda depois daquele massacre de 30 pontos pros Knicks. E agora veio a bomba — os 76ers vão avaliar se mantêm Daryl Morey e Nick Nurse no cargo. Traduzindo: os dois tão pendurados numa corda bamba.

    A diretoria dos Sixers decidiu dar uma respirada antes de tomar qualquer decisão drástica, segundo fontes da liga. Faz sentido, né? Depois de ser varrido em quatro jogos pelos Knicks — incluindo aquela humilhação histórica no último domingo — qualquer movimento feito no calor do momento seria burrice pura.

    Morey no olho do furação

    O Daryl Morey tá há seis temporadas comandando o front office da Filadélfia, desde que saiu dos Rockets em 2020. E olha, o cara tem seus méritos — descobriu o Tyrese Maxey no draft (que achado, meu Deus) e trouxe alguns nomes interessantes. Mas sinceramente? A construção do elenco em volta do Embiid continua sendo um quebra-cabeça sem solução.

    E não é nem culpa só do Morey. Como você monta um time competitivo quando seu principal jogador só consegue jogar 38 partidas na temporada regular? É foda, mas é a realidade dos Sixers há anos.

    Nick Nurse fez o que deu

    Já o Nick Nurse, na minha opinião, fez um trabalho decente considerando as circunstâncias. Conseguir 45 vitórias na temporada regular com Embiid praticamente aposentado metade do ano não é brincadeira. E ainda por cima passou pelos Celtics em sete jogos — algo que eu não esperava, confesso.

    Mas aí vem a pergunta que não quer calar: será que ele é o cara pra levar esse time ao próximo nível? Porque uma coisa é clara — do jeito que tá não vai dar.

    O elefante na sala: a grana

    E aí que mora o perigo. Os Sixers tão presos financeiramente com aquele contrato absurdo de $192.9 milhões do Embiid até 2028-29, mais os $110.7 milhões que ainda devem pro Paul George. Ou seja, praticamente sem margem de manobra pra fazer mudanças significativas no elenco.

    O próprio Embiid já admitiu depois da eliminação: “Temos que melhorar de cima a baixo. Donos, jogadores, técnicos, todo mundo tem que melhorar.” Rapaz, quando o próprio astro do time fala isso publicamente, é porque a coisa tá feia mesmo.

    E aí, o que vocês acham? Morey e Nurse merecem mais uma chance ou é hora de mexer mesmo? Porque uma coisa é certa: do jeito que tá, os Sixers vão continuar sendo aquele time “quase” que frustra todo mundo todo ano.

  • Wolves vencem sem Wemby expulso, mas quase entregam o ouro

    Wolves vencem sem Wemby expulso, mas quase entregam o ouro

    Cara, os Timberwolves conseguiram vencer os Spurs por 114 a 109 no jogo 5, mas meu Deus do céu… eles fizeram questão de deixar tudo difícil até o último segundo. E olha que tiveram TODAS as condições pra fazer um passeio.

    O negócio é o seguinte: com 8min39s do segundo quarto, o Victor Wembanyama simplesmente perdeu a linha e meteu uma cotovelada na cara do Naz Reid. Flagrante 2 na lata, expulsão direta. A torcida do Target Center gritando “EXPULSA ELE” enquanto o francesão nem sabia direito o que tava acontecendo.

    Sem Wemby, era pra ser moleza

    Sinceramente, quando vi o melhor defensor do mundo indo pro vestiário faltando mais de meio jogo, pensei: “pronto, agora é só administrar”. Os Wolves tinham o Gobert dominando o garrafão contra o Luke Kornet — que convenhamos, não é lá essas coisas todas.

    Mas aí que tá… os caras acharam que ia ser fácil demais e simplesmente relaxaram. É impressionante como esse time consegue complicar o que deveria ser simples. Parecia aqueles jogos da temporada regular onde eles dormiam no volante.

    No final do terceiro quarto, os Spurs (SEM O WEMBY, gente!) estavam acertando 62% dos arremessos de 2 pontos, enquanto os Wolves mal chegavam aos 44%. O De’Aaron Fox tava fazendo o que queria no meio da quadra, e a defesa do Minnesota parecia perdida.

    Ant-Man salvou a pátria

    Mas aí que entra o nosso monstro. Anthony Edwards, jogando praticamente manco (aqueles joelhos tão preocupando), decidiu que não ia deixar barato. No quarto período, o cara foi simplesmente absurdo: 6 de 8 nos arremessos, 16 pontos no último quarto.

    Enquanto o Julius Randle tava tendo uma noite péssima (6 turnovers!), o Jaden McDaniels errando tudo (6-15) e o Ayo Dosunmu sumido (3-12), o Ant carregou o piano nas costas e garantiu a vitória.

    Vocês acham que o Wembanyama vai ser suspenso pro jogo 6? Eu acho difícil, mas aquela cotovelada foi bem desnecessária. Deve levar uma multa e pronto.

    O jogo 6 vai ser em San Antonio na terça-feira, às 21h (horário de Brasília). Série empatada em 2-2, tudo em aberto. E eu tenho certeza de uma coisa: os Wolves NÃO podem relaxar de novo, porque com Wemby de volta, a história vai ser bem diferente.

  • NBA admite erro polêmico em Cavs x Pistons, mas Harden resolveu mesmo assim

    NBA admite erro polêmico em Cavs x Pistons, mas Harden resolveu mesmo assim

    Olha, eu vi essa jogada umas cinco vezes e continuo achando que foi falta, mas enfim… A NBA divulgou o Last Two Minute Report do jogo 3 entre Cavaliers e Pistons e confirmou o que muita gente já suspeitava: aquela jogada do James Harden foi no mínimo questionável.

    A situação foi assim: 30 segundos finais, Cavs ganhando por apenas um ponto, e o Harden resolve partir pro isolation contra o Tobias Harris. Side-step de três, o cara voa em cima do Beard e derruba ele no chão. A bola entrou (porque o homem é clutch mesmo), mas cadê a falta?

    NBA tenta explicar o inexplicável

    Segundo o relatório oficial, não foi falta porque “Harris pulou para contestar o arremesso, mas teria evitado o contato se Harden não tivesse se projetado para frente”. Sinceramente? Essa explicação não cola comigo não.

    Qualquer um que joga basquete sabe que quando você faz um side-step, seu corpo naturalmente vai um pouco para frente. É física básica. E o Harris claramente invadiu o espaço de aterrissagem do Harden – isso é falta desde sempre no basquete.

    Mas sabe o que mais me impressiona? O Harden nem reclamou muito da arbitragem. Fez a cesta e seguiu o jogo. Veterano raiz!

    Cavs ainda vivos na série

    No fim das contas, os Cavaliers conseguiram diminuir a desvantagem na série para 2-1. E olha que eles já vinham reclamando de algumas decisões da arbitragem nesta temporada – especialmente nos momentos finais dos jogos.

    O que me deixa mais tranquilo é ver que o time não deixou isso abalar o psicológico. Harden tá jogando um basquete absurdo nestes playoffs, e junto com o Donovan Mitchell, eles formam uma dupla que pode incomodar qualquer defesa.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo ou estou sendo clubista demais? Porque na minha visão, qualquer contato que tire o espaço de aterrissagem do arremessador deveria ser apitado. Principalmente nos playoffs, onde cada posse vale ouro.

    De qualquer forma, o que importa é que os Cavs conseguiram a vitória e mantêm viva a esperança de uma virada histórica. Porque vamos combinar: todo mundo gosta de uma boa remontada nos playoffs, né?

  • Wemby é expulso por cotovelada e pergunta: ‘O que significa isso?’

    Wemby é expulso por cotovelada e pergunta: ‘O que significa isso?’

    Cara, eu não acreditei no que eu vi ontem à noite. Victor Wembanyama — sim, o nosso francês gigante — foi expulso do Jogo 4 contra os Wolves por uma cotovelada que deixou todo mundo de queixo caído. E o mais bizarro? O cara perguntou pro Harrison Barnes o que significa uma falta flagrante 2. Sério.

    A cena que ninguém esperava

    Foi no segundo quarto, Spurs perdendo por pouco quando o Wemby pegou o rebote de um arremesso de 3 errado. Aí vem o Naz Reid junto com o Jaden McDaniels fazendo aquela pressão típica dos Wolves, né? Só que o francesão perdeu a linha e mandou uma cotovelada direto na garganta do Reid.

    A torcida do Target Center começou a gritar “Expulsa ele! Expulsa ele!” e depois da revisão no vídeo, os árbitros não tiveram dúvida: flagrante 2 e tchau. Wembanyama saiu de quadra cumprimentando os companheiros enquanto tocava “Beat It” do Michael Jackson no som da arena. Irônico demais.

    Momento meme garantido

    Mas o que mais me chamou atenção foi a carinha perdida do Wemby perguntando pro Barnes o que significava a falta. Mano, o cara é Defensive Player of the Year, tem 2,24m de altura, mas não sabia que flagrante 2 = expulsão automática? É muito rookie energy ainda, mesmo sendo um monstro em quadra.

    Olha, sinceramente acho que foi um momento de frustração mesmo. Os Wolves estavam grudando nele o jogo todo — Reid, Randle e McDaniels não dão moleza pra ninguém. Mas cotovelada na garganta? Não rola, ainda mais nos playoffs.

    O francês saiu com apenas 4 pontos, 4 rebotes em 13 minutos. Bem diferente do absurdo que ele fez no Jogo 3: 39 pontos acertando 13 de 18 arremessos. Que jogaço foi aquele, hein?

    E aí, vocês acham que isso vai afetar o psicológico dele pro resto da série? Os Spurs estavam 2-1 na frente, mas perder o cara principal por expulsão no Jogo 4 pode complicar demais as coisas.

  • Wemby é expulso nos playoffs e pergunta pro Barnes: ‘O que isso significa?’

    Wemby é expulso nos playoffs e pergunta pro Barnes: ‘O que isso significa?’

    Cara, eu assisti essa jogada umas cinco vezes e ainda não acredito. Victor Wembanyama — sim, o nosso DPOY francês de 2,24m — tomou flagrante 2 e foi expulso do Jogo 4 contra os Timberwolves. E o mais hilário? Depois que anunciaram a penalidade, ele virou pro Harrison Barnes e perguntou: “O que isso significa?”

    Mano, o garoto é tão novo nos playoffs que nem sabia que flagrante 2 = rua. Imagina a inocência!

    A enterrada da confusão

    Tudo começou quando Wemby pegou o rebote de um arremesso de 3 errado dos Spurs. Os Wolves mandaram Naz Reid e Jaden McDaniels pra cima dele — dupla marcação pesada. O francês se irritou, se virou e meteu uma cotovelada no pescoço do Reid. Foi instinto de frustração, mas no basquete isso não cola.

    Os árbitros deram falta ofensiva na hora, mas depois da revisão de vídeo (com a galera de Minnesota gritando “Kick him out!”), veio a bomba: flagrante 2 por contato excessivo acima do pescoço. Expulsão automática.

    Sinceramente, acho que foi mesmo flagrante 2. Cotovelo no pescoço é linha vermelha, ainda mais nos playoffs. Mas ver o Wemby confuso ali me deu até dó.

    Spurs na mão dos Wolves

    Com 13 minutos de jogo, Wembanyama saiu com 4 pontos, 4 rebotes e 3 faltas. Nada demais, mas é o DPOY do ano — você não pode perder ele numa hora decisiva dessa.

    Os Spurs vinham de uma vitória 115-108 no Jogo 3 e lideravam a série por 2-1. Wemby tinha feito 39 pontos com 13/18 nos arremessos naquele jogo — um monstro. Mas agora? Com Reid acertando os dois lances livres e dando 38-34 pros Wolves, o negócio ficou complicado.

    O que vocês acham — foi merecida a expulsão ou os árbitros pegaram pesado com o garoto? Porque uma coisa é certa: Minnesota tem Julius Randle, Reid e McDaniels pra incomodar a vida do francês, e essa estratégia tá funcionando.

    E aquela trilha sonora do “Beat It” do Michael Jackson tocando enquanto ele saía de quadra? Pura ironia do destino (ou alguém no som tem senso de humor).