Tag: NBA Playoffs

  • Ajay Mitchell tá jogando como estrela e o Thunder atropela os Lakers

    Ajay Mitchell tá jogando como estrela e o Thunder atropela os Lakers

    Gente, eu preciso falar do Ajay Mitchell. O cara simplesmente decidiu que ia virar protagonista nos playoffs e tá fazendo isso acontecer de uma forma absurda. No jogo 3 contra os Lakers, o garoto de 23 anos fez 24 pontos e 10 assistências SEM NENHUM TURNOVER. É isso mesmo que vocês leram — zero erros de ataque.

    O Thunder atropelou os Lakers por 131 a 108 e agora tá a um passo de mais uma varrida. E olha que o Shai Gilgeous-Alexander, que é o MVP da liga, nem tá jogando no seu melhor nível. Imaginem quando ele engatar também!

    Um novato fazendo história

    Mitchell tá numa sequência monstruosa nesta série: 20.7 pontos e 6.7 assistências por jogo, acertando mais de 53% dos arremessos. Ele entrou no time titular porque o Jalen Williams se machucou, e cara… que sorte a dele, né? Às vezes as oportunidades aparecem assim mesmo.

    No jogo de sábado, ele entrou pra um clube bem seleto. Desde 1990, só o Magic Johnson, Chris Paul e Tyrese Haliburton conseguiram fazer pelo menos 20 pontos, 10 assistências e 3 roubos de bola sem turnover num jogo de playoffs. E agora o Mitchell tá lá também. Monstro.

    Defesa que impressiona

    Não foi só no ataque que o garoto brilhou. Ele segurou o Austin Reaves, que é um dos melhores do Lakers, forçando ele a acertar só 5 de 13 arremessos. E quando defendeu diretamente? Reaves acertou apenas 2 de 7. Isso é pressão psicológica pura.

    O técnico do Thunder, Mark Daigneault, elogiou a performance: “Reaves é obviamente muito difícil de marcar e ele [Mitchell] fez ele suar pra conseguir qualquer coisa.”

    Do outro lado, o J.J. Redick, técnico dos Lakers, tá vendo o pesadelo acontecer: “O MVP foi limitado a 18, 22 pontos, 7 de 20 arremessos hoje à noite, e eles destruíram a gente três jogos seguidos. Eles são um time de basquete incrível.”

    Thunder fazendo história

    Sinceramente, eu não esperava ver o Thunder dominando assim. Eles perderam três jogos de playoffs seguidos por pelo menos 15 pontos de diferença — algo que NUNCA havia acontecido na história da franquia Lakers. É surreal.

    E tem mais: Oklahoma City tem um saldo de 128 pontos positivos em sete jogos de playoffs. Isso é a melhor marca de um atual campeão da NBA na história da liga. O time tá jogando um basquete de outro nível.

    O jogo 4 é na segunda-feira, e o Thunder é favorito por 10.5 pontos. Vocês acham que os Lakers conseguem reagir ou é varrida mesmo? Na minha opinião, se o Mitchell continuar assim, vai ser muito difícil parar esse Thunder.

  • LeBron compara Thunder atual com Warriors dos anos 2010

    LeBron compara Thunder atual com Warriors dos anos 2010

    Olha, quando o LeBron James fala sobre dinastias da NBA, a gente escuta. O cara já enfrentou praticamente tudo que é bom e ruim nessa liga nos últimos 23 anos — e agora ele tá vendo algo especial nascendo em Oklahoma City.

    Depois do jogo 3 das semifinais do Oeste no sábado, perguntaram pro King se esse Thunder atual lembra os Bulls dos anos 90 ou os Warriors da década de 2010. A resposta dele foi direta:

    “Eles são absurdamente bons de cima a baixo. Não tiram o pé do acelerador”, disse LeBron.

    O peso da opinião de quem já viu de tudo

    Cara, pensa bem: LeBron enfrentou a dinastia dos Spurs nos anos 2000, bateu de frente com os Warriors do Curry na década de 2010 (inclusive levou aquele 3-1 histórico), e agora tá vendo esse Thunder jovem crescer. Quando um cara com essa experiência faz uma comparação dessas, é porque a coisa tá séria mesmo.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Esse Oklahoma City tem uma profundidade de elenco que dá medo. Shai Gilgeous-Alexander comandando, mas todo mundo contribui. É aquela coisa de time que não depende só de um cara — lembra muito os Warriors mesmo.

    Lakers tentando sobreviver

    Claro que o LeBron não tá falando isso por acaso. Os Lakers tão 3-0 pra baixo na série, praticamente eliminados. No jogo 3, Los Angeles até conseguiu liderar no intervalo (pelo segundo jogo seguido), mas aí veio o Thunder no segundo tempo e meteu 74 a 49 nos últimos 24 minutos. Monstruoso.

    Rui Hachimura foi o cestinha dos Lakers com 21 pontos, LeBron fez 19 com 8 assistências, mas não adiantou. O Thunder simplesmente não dá sossego — é exatamente isso que o King quis dizer com “não tiram o pé do acelerador”.

    E aí, vocês acham que esse Thunder realmente tem potencial pra ser a próxima dinastia da NBA? Porque pelo jeito que as coisas tão andando, a gente pode tá vendo o início de algo grande em Oklahoma City. O jogo 4 é na segunda-feira, e se os Lakers não conseguirem reagir, vai ser varredura mesmo.

  • SGA não tá nem aí pras estatísticas – e é por isso que o Thunder tá voando

    SGA não tá nem aí pras estatísticas – e é por isso que o Thunder tá voando

    Cara, eu preciso falar sobre o Shai Gilgeous-Alexander. Enquanto a maioria dos astros da NBA vive correndo atrás de triple-double e brigando por MVP, o cara do Thunder tá mostrando uma maturidade que me impressiona.

    Depois de mais uma surra — 131 a 108 nos Lakers no Jogo 3 — o SGA falou uma coisa que me fez parar pra pensar. O maluco fez “só” 23 pontos e 9 assistências (que seria um jogaço pra 90% da liga), mas admitiu que não foi sua melhor performance. E sabe o que ele disse? Que se o resto dos playoffs e da carreira dele for igual aos últimos 3 jogos, ele tá de boa.

    Thunder perfeito = SGA feliz

    Olha só que mentalidade absurda. O Oklahoma City tá 7-0 nos playoffs — perfeito, né? — e o cara mais importante do time tá disposto a ser coadjuvante se isso significar vitória. Isso me lembra muito o Manu Ginóbili nos Spurs, sabe? Jogador de primeira que aceitava qualquer papel se fosse pra conquistar o título.

    E funciona, meu amigo. Com os Lakers focando toda a defesa no SGA, outros caras aparecem. O rookie Ajay Mitchell foi o cestinha com 24 pontos, o Jalen Williams meteu 18. A bola circulou tanto que os Lakers nem sabiam onde tava o perigo.

    Lakers sem resposta

    Do outro lado, sinceramente, tá feio pra Los Angeles. LeBron com 19 pontos, Rui Hachimura liderando com 21, mas faltou aquela mordida defensiva pra parar esse time jovem e veloz do Thunder. E olha que o Crypto.com Arena ficou um cemitério no final do jogo.

    Vocês acham que essa mentalidade do SGA é o diferencial pra um título? Eu tô começando a acreditar que sim. Time que joga junto, com o astro disposto a sacrificar números individuais, é receita pra coisa grande. E com essa vantagem de 3-0, pode ser que a gente veja uma varrida na segunda-feira.

    Na minha opinião, é exatamente esse tipo de liderança que separa os bons dos grandes. SGA tá provando que entendeu o jogo.

  • Ausar Thompson mantém confiança após derrota: ‘Nada abala’

    Ausar Thompson mantém confiança após derrota: ‘Nada abala’

    Olha, eu adoro essa mentalidade do Ausar Thompson. Depois de levar uma surra dos Cavaliers por 116-109 no jogo 3, quando todo mundo esperava que o cara fosse ficar cabisbaixo, o moleque solta: “Nada abala nossa confiança”.

    Sinceramente? Isso é exatamente o que você quer ouvir de um jogador jovem numa série de playoffs. Os Pistons tinham começado dominando em casa, 2-0 na série, e aí tomaram a primeira pancada fora de casa. É normal ficar abalado, mas não o Ausar.

    A virada que quase veio

    O mais louco é que o Detroit quase conseguiu a virada. Estavam perdendo por 16 pontos no intervalo (64-48), e no terceiro quarto fizeram 33 contra 19 dos Cavs. Quase, né? Mas Donovan Mitchell decidiu que não ia deixar barato e cravou 35 pontos.

    Cade Cunningham fez sua parte com 27 pontos, mas cara… 8 turnovers do garoto? Isso dói. No total foram 15 bolas perdidas do time todo. Contra o Cleveland você não pode dar essas bobeiras.

    Problemas que dá pra resolver

    Agora, analisando friamente (que nem o Ausar), os problemas dos Pistons no jogo 3 são totalmente ajustáveis. Além dos turnovers, erraram demais do perímetro – apenas 9 de 25 tentativas de três pontos. Só Tobias Harris e Duncan Robinson acertaram mais da metade dos arremessos.

    E olha que detalhe importante: Cleveland foi 6 vezes mais na linha de lance livre (28 contra 22). Num jogo que você perde por 7 pontos, esses detalhes fazem toda diferença.

    A confiança do Thompson faz sentido porque, se o Detroit conseguir limpar essas três coisas básicas no jogo 4 – cuidar melhor da bola, acertar os chutes abertos e ser mais agressivo pra ganhar faltas – eles podem muito bem voltar pra casa com vantagem de 3-1.

    E aí, vocês acham que essa confiança do Ausar é realismo ou só papo de vestiário? Eu tô na torcida pra ver se ele tava certo!

  • Vanderbilt volta pros Lakers com dedo deslocado – vai aguentar?

    Vanderbilt volta pros Lakers com dedo deslocado – vai aguentar?

    Cara, que alívio pros Lakers! Jarred Vanderbilt foi liberado pra jogar no Jogo 3 contra o Thunder depois daquela lesão bizarra no dedo que deixou todo mundo de cabelo em pé. Sinceramente, quando vi aquelas imagens do dedo dele, pensei que ia ficar fora por muito mais tempo.

    O time anunciou no sábado à noite que o cara tá pronto pra voltar. Deslocamento no dedo direito – dor só de imaginar. Mas o JJ Redick deve estar aliviado porque precisa de toda ajuda possível depois de estar 0-2 na série.

    Lakers desesperados por opções

    Olha, os Lakers tomaram uma surra de 125-107 no Jogo 2 sem o Vanderbilt. E não é que ele seja o Jordan, mas o cara traz energia defensiva e rebote que esse time precisa desesperadamente. Ele só jogou seis minutos no total nessa segunda rodada dos playoffs – basicamente nada.

    Na primeira rodada contra os Rockets, mesmo jogando pouco, o monstro pegou 22 rebotes na série inteira. É isso aí que o LeBron e companhia precisam: alguém pra brigar no garrafão e dar aquela força na defesa.

    Quem perde espaço agora?

    Com o Vanderbilt de volta, quem provavelmente vai pro banco é o Adou Thiero. O garoto ganhou seis minutos no Jogo 2 e até se virou bem – três rebotes e só uma bola perdida. Mas convenhamos, experiência em playoffs não se compra.

    Austin Reaves foi o cestinha dos Lakers no último jogo com 31 pontos. O cara tá tentando carregar o time nas costas, mas basquete é esporte coletivo. LeBron fez os dele também com 23 pontos, mas aos 41 anos ele precisa de ajuda pra sustentar essa intensidade de playoffs.

    E aí, vocês acham que o Vanderbilt consegue jogar no mesmo nível com essa lesão no dedo? Porque uma coisa é estar “liberado” e outra é estar 100%. Dedo deslocado não é brincadeira, ainda mais pra um cara que vive de defesa e rebote.

    A real é que os Lakers não têm muito luxo de escolha. Estão com a corda no pescoço contra um Thunder que tá voando. Qualquer reforço é bem-vindo, mesmo que seja um Vanderbilt mancando.

  • Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Max Strus virou o jogo pros Cavs sendo um ‘maníaco competitivo’

    Cara, tem jogador que não aparece muito na estatística mas que simplesmente decide o jogo. Max Strus foi exatamente isso no Game 3 dos Cavs contra os Pistons. O cara de 30 anos não deixou Detroit respirar em momento nenhum — toda vez que os Pistons começavam a embalar, lá estava ele pra cortar o barato deles.

    E olha que a caixa de pontuação não conta a história toda: 7 pontos em 3 de 7 arremessos. Parece pouco, né? Mas Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, foi direto: “Nós geralmente destacamos uma jogada decisiva; essa foi A jogada decisiva do jogo”.

    O roubo de bola que mudou tudo

    A jogada que todo mundo tá falando foi aquele roubo de bola no Cade Cunningham no finalzinho do jogo. Partida empatada, tensão no máximo, e o Strus simplesmente intercepta o passe de reposição. Absurdo de timing e coragem.

    “Ele é um maníaco competitivo”, disparou Atkinson. “É meio clichê de playoffs da NBA, mas você precisa de caras que são meio loucos, no bom sentido. Precisávamos de um pouco de loucura hoje à noite, e ele entrega isso.”

    Donovan Mitchell foi além e pediu pro público da Rocket Arena aplaudir o Strus. Imagina só — um All-Star pedindo palmas pro companheiro que “só” fez 7 pontos. Isso mostra o quanto esse cara é valorizado dentro do time.

    Os detalhes que fazem a diferença

    Sinceramente, eu amo esses jogadores que fazem o trabalho sujo. Strus teve só um roubo de bola oficial, mas quem assistiu o jogo inteiro sabe que ele forçou muito mais turnover que isso. James Harden sacou na lata: “Ele tem as mãos altas. No segundo quarto, forçou uma falta ofensiva, derrubou a bola na perna do Cade… São coisas que não aparecem na estatística mas que mudam a posse e o momentum do time”.

    E o Evan Mobley completou: “Ele é meio louco, mas no bom sentido. Precisamos disso, e ele cria energia pra gente”. Cara, quando seus companheiros falam assim de você, é porque realmente faz a diferença.

    O mais legal é que Strus nem gosta muito de falar dele mesmo. Disse que o trabalho dele é ajudar a ganhar “de qualquer forma”. A bola não tava chegando muito nele no Game 3? Beleza, vou impactar de outro jeito. Essa mentalidade é de jogador especial mesmo.

    Playoffs são pra malucos (no bom sentido)

    Atkinson fechou com chave de ouro: “São esses competidores insanos que fazem a diferença. O nível de competitividade dele é sempre 10. Poucos caras são conectados assim, mesmo nesse nível”.

    E aí, vocês concordam que os playoffs da NBA precisam desses caras meio “psicopatas” pra energia? Porque eu tô convencido de que sem o Strus causando essa confusão toda, os Cavs não ganham esse jogo. Às vezes você precisa de alguém pra bagunçar o coreto do adversário, e esse cara faz isso com maestria.

  • Cade otimista mesmo com derrota: ‘Pistons seguem confiantes’

    Cade otimista mesmo com derrota: ‘Pistons seguem confiantes’

    Olha, eu não sei vocês, mas ver o Cade Cunningham falando com essa confiança depois de perder o Jogo 3 para os Cavaliers me deixou ainda mais animado com esse time dos Pistons. O cara é líder mesmo.

    “Definitivamente há otimismo. Nos sentimos bem sobre onde estamos, nos sentimos bem sobre como estamos jogando basquete”, disse Cunningham após a derrota por 3-2 na série. E cara, ele tem razão de estar otimista!

    A temporada histórica que ninguém esperava

    Vamos contextualizar essa loucura: os Pistons fizeram 60 vitórias na temporada regular — SESSENTA! — e garantiram a primeira colocação no Leste. Quem diria isso há uns anos, né?

    E o mais absurdo: na primeira rodada dos playoffs, estavam perdendo por 3-1 para o Orlando Magic. Parecia acabado. Aí os caras simplesmente viraram a série ganhando os três jogos seguintes. A primeira vitória em série de playoffs desde 2008!

    Contra os Cavaliers, começaram dominando com 2-0 na série. Tinham tudo pra fechar 3-0 em Cleveland, mas Donovan Mitchell e James Harden (sim, o Harden está lá agora) disseram “não vai rolar”.

    O que rolou no Jogo 3

    Detroit começou devagar demais. Intervalo: 64-48 para Cleveland. Aí no terceiro quarto os Pistons acordaram e fizeram 33-19, quase virando o jogo. Mas nos momentos decisivos, os Cavaliers foram mais eficientes.

    A diferença mesmo foi o aproveitamento de arremessos. Cleveland acertou 58% dos chutes (monstro!), enquanto Detroit ficou em 45%. Isso decide jogo de playoff.

    O Cade fez sua parte: 27 pontos, 10 rebotes, 10 assistências. Triple-double em jogo de playoff! Arremessou 10-27 do campo (não foi sua melhor noite, mas acontece). Tobias Harris ajudou com 21 pontos, Duncan Robinson contribuiu com 15, e Jalen Duren com Paul Reed fizeram 11 cada.

    E agora?

    Sinceramente? Eu ainda acredito nesse time. Estar 2-1 na série não é ruim — aliás, é bem melhor que estar 1-3 como estavam contra o Magic, né?

    O Jogo 4 é segunda-feira às 21h, e os Pistons podem muito bem voltar pra Detroit com vantagem de 3-1. Vocês acham que eles conseguem? Eu tô otimista igual o Cade!

    Esse garoto de 24 anos já provou que sabe liderar um time em momentos difíceis. E cara, ver Detroit competindo assim depois de tantos anos sofrendo… é emocionante demais.

  • Cade Cunningham elogia James Harden: ‘É um dos maiores de todos os tempos’

    Cade Cunningham elogia James Harden: ‘É um dos maiores de todos os tempos’

    Cara, que reconhecimento bonito! Depois da vitória dos Cavaliers sobre os Pistons no Jogo 3, Cade Cunningham não poupou elogios para James Harden. E olha, quando um jovem craque como o Cade fala que alguém é “all-timer” (um dos maiores de todos os tempos), é porque realmente impressionou.

    O show do Barba no momento decisivo

    Harden fez exatamente o que sempre fez na carreira: aparecer quando o jogo estava pegando fogo. Dos 19 pontos que marcou, nove vieram no último quarto — justamente quando Detroit estava apertando o cerco após uma reação no terceiro período.

    O veterano acertou 8 de 14 arremessos (incluindo 3 de 7 do perímetro) e ainda distribuiu 7 assistências. Sinceramente, aos 36 anos, ver o Harden ainda mandando dessa forma é de arrepiar. O cara simplesmente não envelhece quando o assunto é decidir jogos.

    “Ele é um dos maiores de todos os tempos. Um pontuador de isolamento é onde ele se sente confortável”, disse Cunningham após o jogo. “Achei que fizemos um bom trabalho nele, mas obviamente, quando um cara pega o ritmo e consegue jogar com a bola, ele vai acertar os arremessos.”

    Cavaliers escapam da vassoura

    Cleveland estava contra a parede — ninguém quer ser varrido nos playoffs, né? Mas a experiência falou mais alto. Donovan Mitchell liderou com 35 pontos (monstro!), mas foi Harden quem deu o toque de mestre nos momentos finais.

    Os Pistons até tentaram uma reação heroica no terceiro quarto, diminuindo de 64-48 para algo mais respeitável, mas aí que mora o perigo de enfrentar veteranos cascudos como Harden. Eles sabem exatamente quando apertar o acelerador.

    A diferença mesmo foi na eficiência: Cavaliers acertaram 58% dos arremessos contra 45% de Detroit. Quando você tem cinco caras em duplo dígito (Mitchell, Harden, Jarrett Allen, Mobley e Schroder), fica difícil parar.

    Agora é Jogo 4 na segunda-feira, e vocês acham que os Pistons conseguem empatar a série? Ou a experiência dos Cavs vai falar mais alto de novo? Eu tô curioso pra ver se o jovem Cade vai conseguir responder à altura desse show todo do Barba.

  • Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Paul Reed assume papel de energia nos Pistons: ‘Não precisa me passar a bola’

    Olha, eu admito que não esperava ver Paul Reed virando peça-chave nos playoffs do Detroit Pistons. Mas o cara tá mostrando uma mentalidade que todo técnico sonha em ter no banco. Mesmo na derrota por 116-109 para o Cleveland Cavaliers no sábado, Reed deixou claro qual é a sua função — e como ele abraça ela de verdade.

    “Eu jogo com muitas motivações”, disse Reed depois do jogo. “Minha parada é que você tem que jogar com muita energia e motor quente.” Cara, isso aí é música pros meus ouvidos. Quantas vezes a gente vê jogador reclamando do papel de sexto homem?

    A filosofia do rebote ofensivo

    Mas o que mais me impressionou foi quando Reed soltou essa pérola: “Não precisa me passar a bola o tempo todo, eu vou buscar o rebote ofensivo ou algo assim.” Monstro! Isso é mentalidade de campeão.

    E não é só papo não. O maluco fez 11 dos 26 pontos que vieram do banco dos Pistons. Pode não parecer muito, mas quem entende de basquete sabe que energia contagia. JB Bickerstaff, técnico do Detroit, até cogitou deixar Reed em quadra no lugar do Jalen Duren nos momentos finais.

    “Você sempre tem esses pensamentos sobre o que quer fazer”, explicou Bickerstaff. “P Reed obviamente nos dá uma faísca, mas voltamos com JD.” Sinceramente? Acho que essa confiança do técnico no Reed vai ser crucial pro resto da série.

    O que faltou pros Pistons

    Agora, não vou mentir — o banco não foi o problema nessa derrota. O Cleveland dominou completamente o garrafão, bloqueando sete arremessos e forçando incríveis 16 turnovers dos Pistons. É difícil ganhar jogo assim, por mais energia que o Reed traga.

    Vocês acham que Detroit consegue se recuperar? Reed tá mostrando que tem personalidade pra playoffs, mas vai precisar de ajuda dos titulares. O cara entendeu perfeitamente qual é o seu papel — agora é ver se o resto do time consegue executar no mesmo nível de intensidade.

    Uma coisa é certa: com essa mentalidade, Reed conquistou mais um fã aqui. Jogador que não reclama do papel e ainda fala em buscar rebote ofensivo? Isso sim é basquete raiz!

  • Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Jokic fica, mas o resto pode rolar: Nuggets promete mudanças

    Olha, depois da eliminação precoce pros Timberwolves, o Denver Nuggets tá meio que prometendo fazer uma limpa no elenco. Mas calma aí — o Jokic não sai de jeito nenhum.

    Josh Kroenke, presidente do time, foi bem direto quando falou com a imprensa: “Tudo tá em aberto, exceto trocar o Nikola.” Cara, imagina se eles fossem loucos de trocar um tricampeão de MVP? Seria a maior burrice da história da NBA.

    A temporada que nunca aconteceu

    Sinceramente, esse ano foi complicado pro Nuggets. O Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular por causa de lesões. Christian Braun, Cam Johnson, Peyton Watson — todo mundo machucado em algum momento. Como que você monta uma química de time assim?

    E o pior é que mesmo com o Anthony Edwards dos Wolves perdendo dois jogos por lesão no playoff, eles ainda eliminaram Denver em seis. Isso dói, né?

    “Foi uma temporada que nunca existiu de verdade, porque esse grupo nunca teve a chance de mostrar ritmo de jogo”, falou o Kroenke. E ele não tá errado — é difícil desenvolver entrosamento quando metade do elenco tá no departamento médico.

    Murray pode ser o primeiro a vazar

    Agora, quem pode estar com os dias contados? Jamal Murray parece ser candidato número um. Cara fez uma baita temporada — 25.4 pontos de média, primeiro All-Star da carreira —, mas tá ganhando 50 milhões de dólares na próxima temporada. É muito dinheiro, mesmo pra NBA.

    Murray e Jokic são parceiros há 10 anos. Dez! Mas às vezes o negócio é assim mesmo: você precisa mexer pra não ficar parado no tempo. Aaron Gordon também pode entrar nessa dança — ele tá em Denver desde março de 2021 e pode render uma boa troca.

    E vocês acham que tá certo mesmo mexer no elenco? Porque o Jokic não jogou bem contra Minnesota, não vou mentir. 44.6% nos arremessos de quadra, 19.4% do perímetro. O Rudy Gobert fez um trabalho monstro na defesa, neutralizou bastante o sérvio.

    Mas né, o cara tem 31 anos e continua sendo um dos melhores do mundo. O problema não é ele — o problema é que desde o título em 2023, eles só chegaram numa final de conferência. Pra um time com esse talento todo, é pouco.

    Agora é esperar pra ver o que rola na offseason. Jokic vai continuar sendo o rei de Denver, mas o resto do castelo pode mudar bastante.