Tag: NBA Playoffs

  • Reaves calou a boca de todo mundo no Jogo 2 contra o Thunder

    Reaves calou a boca de todo mundo no Jogo 2 contra o Thunder

    Cara, eu preciso falar uma coisa: Austin Reaves é simplesmente um monstro mental. O que esse cara fez no Jogo 2 contra o Thunder foi uma aula de como responder às críticas da forma mais bonita possível — jogando basquete de altíssimo nível.

    Vamos contextualizar aqui. No Jogo 1, o Reaves teve uma das piores noites da vida dele: 8 pontos, 3/16 nos arremessos, 0/5 do perímetro. Foi de dar dó. E aí, vocês sabem como é né? A imprensa americana desceu o martelo. “Ele não consegue jogar nos momentos decisivos”, “não merece contrato máximo”, “é só mais um que desaparece nos playoffs”.

    Sinceramente? Eu entendo a pressão. Jogar ao lado do LeBron já é tenso, imagina ser Laker nos playoffs. Cada arremesso que você erra vira notícia nacional.

    A resposta veio no jogo seguinte

    Mas olha só como esse cara respondeu: 31 pontos (recorde pessoal nos playoffs), 10/16 nos arremessos, 3/6 de três. Contra a MELHOR DEFESA da liga, hein. Não foi contra qualquer time não.

    O mais impressionante? Ele literalmente dançou em cima do Chet Holmgren e do Isaiah Hartenstein — dois caras de mais de 2 metros que vivem tampando arremesso. E ainda driblou o Cason Wallace, que é uma das melhores defesas individuais da NBA.

    LeBron resumiu tudo perfeitamente: “Austin sendo Austin”. Traduzindo: ninguém ali ficou surpreso. Eles conhecem o cara.

    De jogador dispensado a estrela dos Lakers

    Gente, a história desse moleque é absurda. Em 2021, NENHUM TIME o draftou. Zero. Os Lakers deram uma chance com um contrato two-way (que é basicamente um “vamos ver no que dá”).

    Hoje? O cara tá elegível para assinar um contrato de quase 250 MILHÕES de dólares. Virou o segundo principal pontuador dos Lakers, passando até o LeBron na hierarquia ofensiva. Média de 23.3 pontos na temporada com 49% de aproveitamento geral.

    Na minha visão, isso mostra que o Reaves tem algo que nem todo jogador tem: confiança “delirante” (palavras dele mesmo). O cara simplesmente não deixa as críticas entrarem na cabeça.

    JJ Redick, técnico dos Lakers, falou uma parada interessante: Reaves é “um dos jogadores menos conectados nas redes sociais da NBA”. Ou seja, o cara nem vê o hate. Esperto demais.

    Mentalidade de campeão

    O que mais me impressiona é a capacidade de reset dele. Jogo 1 foi terrível? Esquece. Jogo 2 é uma nova oportunidade. Isso é mentalidade de grande jogador.

    Claro que os Lakers perderam o jogo mesmo assim (125-107) e estão atrás 2-0 na série. Mas o Reaves fez a parte dele e calou muita boca por aí.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível pelo resto da série? Porque se conseguir, esses Lakers podem dar muito trabalho pro Thunder ainda.

  • Wemby destruiu tudo: 39 pontos e Spurs abrem 2-1 nos playoffs

    Wemby destruiu tudo: 39 pontos e Spurs abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, que noitada do Wembanyama! O francês simplesmente resolveu mostrar por que é considerado o futuro da NBA. 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos numa vitória por 115-108 sobre os Timberwolves em Minnesota. Os Spurs agora lideram a série por 2-1 e, sinceramente, depois dessa performance absurda do Wemby, eu tô começando a acreditar que San Antonio pode ir longe nestes playoffs.

    Foi daqueles jogos que a gente vai lembrar pra sempre. O garoto de 2,21m jogou como um veterano de 10 anos de NBA, dominando dos dois lados da quadra. Atacou no garrafão, acertou de três (3/5, nada mal!), fez enterradas monstruosas e ainda protegeu o aro como se fosse dono dele. E olha que os Wolves tentaram de tudo — seguraram, empurraram, fizeram de tudo pra tirar ele do ritmo. Mas o Wemby não amoleceu.

    O jogo da vida do francês

    Eu assisto NBA há anos e posso dizer: essa foi a primeira “performance de legado” do Wembanyama. Sabe aqueles jogos que definem uma carreira? Foi isso aí. Principalmente no quarto período, quando o jogo tava pegando fogo, ele assumiu a responsabilidade e carregou o time nas costas.

    O mais impressionante foi a variedade. Não foi só um jogão de uma forma só — ele fez de tudo. Bandejou forte no garrafão, pegou passes altos pro alley-oop, abriu o jogo de três quando precisava e ainda rotacionou perfeitamente na defesa. Jogou 37 minutos levando pancada e ainda terminou com +16 no plus/minus. Monstro total.

    Spurs estão voando

    E não foi só o Wemby, né? Stephon Castle distribuiu 12 assistências (que duplo-duplo lindo), De’Aaron Fox contribuiu com 17 pontos nos momentos certos, e Julian Champagnie pegou 12 rebotes pra ajudar na batalha dos boards.

    O que mais me impressiona neste time dos Spurs é como eles cresceram durante a temporada. Lembram do início difícil? Agora olha onde estão — ganhando em Minnesota, que não é brincadeira, e com o Wemby jogando num nível que poucos caras de 22 anos conseguem alcançar.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem fechar a série em casa no jogo 4? Com o Wembanyama jogando desse jeito e a torcida de San Antonio empurrando, eu não duvido de nada. O garoto tá pronto pra grandes momentos, e isso é só o começo.

  • Harden calou a boca dos críticos e salvou Cleveland no jogo 3

    Harden calou a boca dos críticos e salvou Cleveland no jogo 3

    Olha só que reviravolta! James Harden, que vinha sendo criticado pelos erros bobos nos dois primeiros jogos, simplesmente resolveu aparecer quando mais precisava. No último período do jogo 3 entre Cavaliers e Pistons, o Barba mostrou porque ainda é um dos melhores clutch players da liga.

    Cleveland venceu por 116-109 e diminuiu a desvantagem na série para 2-1. Donovan Mitchell foi o cestinha da noite com 35 pontos (cara, esse cara não para nunca), mas quem roubou a cena foi mesmo o Harden nos momentos decisivos.

    O show do Barba nos minutos finais

    Nos últimos dois minutos, Harden acertou três arremessos fundamentais. Primeiro um step-back de média distância que é a marca registrada dele. Depois um floater no garrafão para manter a vantagem. E por último? Um step-back de três que praticamente selou o jogo com 25 segundos no cronômetro.

    Sinceramente, depois das críticas que ele recebeu pelos erros nos jogos anteriores, ver o veterano de 37 anos respondendo assim foi emocionante. É isso que separa os grandes dos demais — aparecer quando o time mais precisa.

    Mitchell faz história e Cunningham quase rouba o show

    Enquanto isso, Spida Mitchell continuou sua temporada absurda. Com os 35 pontos de ontem, ele chegou aos 2.000 pontos em playoffs na carreira em apenas 73 jogos. É o terceiro mais rápido entre os jogadores ativos e nono na história da NBA. Monstro demais!

    Do lado de Detroit, Cade Cunningham fez um triple-double com 27 pontos, 10 rebotes e 10 assistências. O problema? Oito turnovers que custaram caro no final. Tobias Harris ajudou com 21 pontos, mas não foi suficiente.

    O jogo estava empatado em 104 a 104 quando Max Strus interceptou um passe de Cunningham no meio da quadra e fez uma bandeja fácil. A partir daí, Cleveland assumiu o controle e não soltou mais.

    Agora vem o jogo 4 na segunda-feira em Cleveland, onde os Cavs estão invictos nos playoffs (5-0 em casa). Vocês acham que eles conseguem empatar a série? Porque depois dessa performance do Harden, eu tô começando a acreditar numa virada épica!

  • Wemby explodiu! 39 pontos mostram como Spurs destravaram o alien

    Wemby explodiu! 39 pontos mostram como Spurs destravaram o alien

    Cara, eu ainda tô processando o que o Victor Wembanyama fez ontem à noite. 39 pontos, 15 rebotes, 5 tocos — e tudo isso arrebentando 13 de 18 arremessos. O moleque simplesmente destruiu o Minnesota e colocou os Spurs na frente da série por 2-1.

    Mas olha só o plot twist: nos dois primeiros jogos, Wemby tava forçando demais o arremesso de 3. Quase metade dos chutes dele vinham de trás da linha, onde ele acertou apenas 2 de 15 tentativas. Resultado? Só 30 pontos SOMADOS em duas partidas. Não dava, né?

    A fórmula que funcionou

    Aí que entra o lance genial dos Spurs. No jogo 3, mudaram completamente a estratégia: botaram o alien perto do garrafão primeiro. As cinco primeiras cestas dele vieram todas de dentro da área restritiva. Depois que ele tava quentinho, aí sim liberaram o verde de três.

    É tipo aquela história do quarterback que começa com passes fáceis antes de soltar as bombas, sabe? Wemby destruiu por dentro primeiro, ganhou confiança, e quando partiu pros chutos de longe (3 de 5), já era tarde demais pro Minnesota.

    E vocês viram os números históricos? Ele se tornou apenas o quarto jogador NA HISTÓRIA dos playoffs a fazer pelo menos 35 pontos, 15 rebotes e 5 bloqueios num jogo. Os outros três? Hakeem, Kareem e Shaq. Pequenos detalhes. Ah, e ele é o ÚNICO a conseguir isso com 70% de aproveitamento nos arremessos. Em sete jogos de playoffs na carreira. Aos 22 anos.

    Por que isso muda tudo

    Sinceramente? Eu tô começando a acreditar que os Spurs podem levar essa toda. Não é só pelo Wemby (que é um monstro, obviamente), mas porque eles finalmente entenderam como usar ele da forma certa.

    O cara altera a geometria da quadra igual o Curry fez em 2015. Lembram quando todo mundo duvidava que os Warriors tavam prontos? Eram, porque o Stephen mudou tudo — inclusive o cronograma tradicional que um time demora pra chegar ao título.

    Com o Wemby é a mesma coisa. Chute que antes precisava de 60 centímetros de espaço agora precisa de metro e meio. Mesmo quando ele tá do outro lado da quadra, os caras ficam com medo de penetrar. Tu nunca tá seguro passando por ele — o maluco te bloqueia de dois metros de distância.

    E agora, Minnesota?

    O Anthony Edwards fez a parte dele (32 pontos, 14 rebotes), mas quando o Wemby tá jogando assim, é quase impossível parar. O momento que definiu tudo? Quando o Naz Reid acertou um triple e deixou o jogo em 3 pontos de diferença, faltando pouco mais de 3 minutos. O que o alien fez? Respondeu na lata com outro triplo.

    Minnesota nunca mais chegou perto, e olhando como o Wemby tá jogando agora que os Spurs destravaram ele… não sei se conseguem voltar pra série. E vocês, acham que dá pra parar esse moleque quando ele tá inspirado assim?

  • Harden cala críticos e Mitchell brilha na virada histórica dos Cavs

    Harden cala críticos e Mitchell brilha na virada histórica dos Cavs

    Cara, que jogaço foi esse dos Cavs! Donovan Mitchell com 35 pontos e James Harden calando todos os críticos nos minutos finais — os caras viraram o jogo contra o Detroit quando ninguém mais acreditava. 116 a 109 no fim, série agora 2-1 para os Pistons.

    O mais absurdo de tudo? Detroit teve 17 arremessos a MAIS que Cleveland e mesmo assim perdeu por 7 pontos. Isso é coisa de maluco, sinceramente. Mostra que às vezes não é quantidade, é qualidade.

    Harden respondeu na hora H

    Olha, eu vou ser honesto: o Harden estava levando porrada da crítica (e com razão) depois de duas performances horríveis nos primeiros jogos. Mais erros de ataque que cestas convertidas em quatro jogos dos playoffs? Pesado.

    Mas no último quarto, o cara simplesmente lembrou que já foi MVP dessa liga. Primeiro acertou um stepback no meio da área (sim, aquele arremesso que ele odiava no Houston mas agora virou marca registrada). Depois enfiou uma bandeja por cima do Jalen Duren. E pra fechar? Uma bomba de três na cara do Tobias Harris com 25 segundos no relógio.

    “Que crítica?”, foi a resposta dele quando perguntaram sobre as cobranças. Monstro.

    Spider-Man não decepciona em casa

    Mitchell foi simplesmente perfeito. 35 pontos, 10 rebotes, 13/24 nos arremessos. O cara carregou o time nas costas quando precisava, especialmente no terceiro quarto quando tudo estava desandando.

    A dupla Mitchell-Harden funcionou exatamente como o Cleveland imaginava quando montou esse time. Um criando, o outro finalizando, e vice-versa. Nos minutos finais, eles se revezaram nas jogadas decisivas.

    O engraçado é que Detroit teve muito mais posses de bola, mas Cleveland foi cirúrgico. Cada arremesso importava, cada jogada era pensada. É basquete de playoff no seu melhor.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem empatar a série no jogo 4? Porque se o Harden mantiver esse nível, essa série pode ficar muito interessante. Detroit ainda tem a vantagem, mas agora Cleveland mostrou que pode brigar de igual para igual.

  • Knicks e Thunder praticamente garantidos nas finais de conferência

    Knicks e Thunder praticamente garantidos nas finais de conferência

    Mano, os playoffs estão pegando fogo e algumas coisas já estão praticamente definidas. Os Knicks e o Thunder chegaram nos 99% de probabilidade de avançar para as finais de conferência — isso é basicamente certeza matemática no mundo das apostas.

    Os Knicks atropelaram o 76ers por 108-94 no Jogo 3 e agora lideram por 3-0. Sinceramente? Game over. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. É estatística pura: 99% de chance de chegar na final do Leste pelo segundo ano consecutivo.

    Wembanyama está jogando um basquete absurdo

    Mas cara, quem tá me impressionando mesmo é o Wembanyama. O francesinho fez 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos contra o Minnesota. ABSURDO. Os Spurs viraram a série pra 2-1 e agora têm 92% de chance de avançar — uma subida gigantesca nas odds depois dessa performance monstruosa.

    O garoto tá mostrando porque foi a primeira escolha do draft. Aos 20 anos, fazendo o que veteranos não conseguem fazer nos playoffs. É de arrepiar.

    Thunder dominando sem nem forçar a barra

    Já o Thunder… meu Deus. 99% de probabilidade também, mas o mais louco é que o Shai Gilgeous-Alexander nem está jogando no nível MVP dele. E mesmo assim estão massacrando os Lakers (que nem têm o Doncic — peraí, Doncic é dos Mavs, não dos Lakers… enfim, Lakers sem estrelas mesmo).

    Os coadjuvantes como Ajay Mitchell e Jared McCain estão brilhando. Isso mostra a profundidade do elenco que o Sam Presti montou. Quando você não depende só das suas estrelas principais, é sinal de que o time está maduro pra buscar título.

    E olha as odds para o título: Thunder favorito com -165, seguido pelos Spurs (+320), Knicks (+700) e Pistons (+1600).

    Vocês acham que algum time ainda consegue uma virada histórica ou os favoritos vão mesmo confirmar? Eu tô com um pé atrás com essas certezas todas…

  • Wembanyama histórico: 39 pts e 15 reb destroem os Wolves

    Wembanyama histórico: 39 pts e 15 reb destroem os Wolves

    Mano, eu ainda tô processando o que eu vi ontem à noite. Victor Wembanyama simplesmente decidiu fazer história nos playoffs da NBA, e fez isso do jeito mais absurdo possível: 39 pontos, 15 rebotes e 5 tocos na vitória por 115-108 sobre o Minnesota. Os Spurs agora lideram a série por 2-1, e eu tô começando a acreditar que esse menino francês pode levar San Antonio longe mesmo.

    Na companhia dos grandes

    O que mais me impressiona é que Wemby entrou pra um clube seleto. Desde 1973 (quando os tocos viraram estatística oficial), apenas quatro caras conseguiram fazer pelo menos 35 pontos, 15 rebotes e 5 bloqueios em um jogo de playoff. Os outros três? Hakeem Olajuwon, Shaquille O’Neal e Kareem Abdul-Jabbar. Só gigante histórico, cara.

    “É bom ser mencionado junto com os grandes”, disse Wemby depois do jogo. E olha, ele trabalhou diretamente com o Hakeem no verão passado, e dava pra ver isso na quadra. No último quarto, quando a coisa apertou, ele sacou uns movimentos que eram pura escola do Dream Team.

    Destruição total no ataque

    Os números do francesão foram de outro planeta: 72,2% de aproveitamento nos arremessos, incluindo 3 de 5 do perímetro. Ele virou o primeiro jogador desde LeBron James (em 2012) a fazer pelo menos 35 pontos e 15 rebotes acertando mais de 70% dos chutes. Absurdo!

    E na defesa? O cara segurou Minnesota em apenas 4 de 21 nos arremessos contestados. Rudy Gobert, que já foi quatro vezes melhor defensor da liga, virou boneco nas mãos do Wembanyama. Teve até uma enterrada do francês que eu juro que quebrou a cesta do Target Center.

    Anthony Edwards tentou responder com 32 pontos pelos Wolves, e chegou a fazer 12 pontos nos dois minutos finais do primeiro quarto pra virar um 18-3 inicial dos Spurs. Mas não teve jeito — quando Wemby tá assim, não tem quem segure.

    Mentalidade de campeão

    O que mais me chamou atenção foi a maturidade do garoto depois do jogo. Aos 22 anos, fazendo uma das maiores atuações da história dos playoffs, e o cara falando que “ainda não fizeram nada”. Essa mentalidade me lembra muito o Tim Duncan nos velhos tempos dos Spurs.

    “Às vezes parece que estar em um ambiente mais hostil nos força a elevar nosso jogo”, disse Wembanyama. E sinceramente? Eu acho que ele tá certo. Os Spurs sempre foram assim — quanto maior a pressão, melhor eles jogam.

    Vocês acham que o Wemby consegue sustentar esse nível? Porque se conseguir, essa série tá longe de acabar. O jogo 4 é domingo, e eu já tô contando as horas pra ver se ele consegue repetir a dose.

  • Embiid faz vista grossa pra invasão dos fãs dos Knicks na Filadélfia

    Embiid faz vista grossa pra invasão dos fãs dos Knicks na Filadélfia

    Cara, eu vi a cena ontem à noite e ainda tô processando o que rolou no Xfinity Mobile Arena. Os fãs dos Knicks literalmente tomaram conta da casa do Philadelphia 76ers no jogo 3, e o Joel Embiid? Fingiu que não viu nada.

    Os Sixers levaram uma surra de 108-94 dos Knicks — que agora lideram a série por 3-0 nos playoffs — e quando perguntaram pro Embiid sobre a presença massiva da torcida de Nova York na arena, ele deu uma dessas: “Não sei. Eu estava focado no jogo. Realmente não estava prestando atenção.”

    Machucado mas resistindo

    Olha, eu entendo que o cara estava jogando no sacrifício. O técnico Nick Nurse até elogiou o esforço do Embiid, que entrou em quadra mesmo com uma lesão no tornozelo direito e um problema no quadril que vem incomodando há tempos. Mas sinceramente? Difícil acreditar que ele não ouviu aquela barulheira toda dos fãs dos Knicks comemorando cada cesta.

    E convenhamos — quando sua própria torcida é “invadida” assim em casa, você sente na pele. Os nova-iorquinos estavam eufóricos, gritando como se estivessem no Madison Square Garden. Deve ter sido humilhante pra torcida local ver aquilo.

    Situação desesperadora

    A real é que o 76ers tá numa situação bem complicada. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter um 3-0 nos playoffs, e com o Embiid claramente limitado fisicamente, fica difícil imaginar como eles vão sair dessa.

    Vocês acham que o Embiid realmente conseguiu “ignorar” toda aquela pressão da torcida adversária? Ou ele só tá tentando manter a compostura numa situação que já tá praticamente perdida? Eu fico pensando como deve ser frustrante ver sua arena sendo dominada assim…

    O jogo 4 vai ser na sexta, e pode muito bem ser o último da temporada dos Sixers. Se for mesmo, pelo menos eles vão sair jogando em casa — mesmo que metade da torcida torça contra eles.

  • Nick Nurse elogia OG Anunoby: ‘Nunca vi ele jogar tão bem’

    Nick Nurse elogia OG Anunoby: ‘Nunca vi ele jogar tão bem’

    Cara, quando o técnico adversário para tudo pra te elogiar, é porque você tá fazendo algo MUITO especial. Foi exatamente isso que rolou com OG Anunoby dos Knicks — Nick Nurse, técnico dos 76ers, simplesmente não conseguiu segurar os elogios pro ala canadense.

    E olha que o timing é meio irônico, né? Justo quando Anunoby tava fora do Jogo 3 contra Philadelphia, Nurse resolveu dar uma masterclass sobre o quão absurdo o jogador dos Knicks tem sido nestes playoffs.

    Elogios de técnico rival? Isso é coisa séria

    “OG tem sido inacreditável, simplesmente incrível, tanto na série contra o Atlanta quanto nesta série. Ele tem jogado no melhor nível que já vi dele”, disparou Nurse antes do Jogo 3. E não parou por aí — o cara continuou: “Ele só fica melhor e melhor. Defende todas as posições, o arremesso tá uma loucura, e agora até o jogo de corte dele melhorou.”

    Sinceramente? Quando Nurse fala que Anunoby “agora tá enterrando em todo mundo e acertando aqueles arremessos de meia distância”, dá pra sentir o respeito (e talvez um pouco de desespero) na voz do técnico dos Sixers.

    Os números não mentem

    E os números do cara realmente impressionam. Contra o Hawks na primeira rodada, OG cravou médias de 21.5 pontos, 8.7 rebotes e 1.8 roubos de bola. Ah, e aproveitamento? 61.1% nos arremessos de quadra e absurdos 56.7% nas bolas de três. Monstro.

    Nos dois primeiros jogos contra Philadelphia, manteve o nível alto: 18 pontos no Jogo 1, 24 no Jogo 2. O cara simplesmente não dá folga pra ninguém.

    A ausência dele no Jogo 3 deixou Nurse curioso sobre como Tom Thibodeau ia ajustar o time. “Eles podem ir tanto pro lado grande quanto pro pequeno”, analisou o técnico dos Sixers. “Vou ter que ver o que acontece e como isso impacta o jogo.”

    Vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível sem o OG? Porque pelo jeito que Nurse tá falando, parece que tirar esse cara de quadra é praticamente um presente pros adversários.

  • Ant Edwards é o maior fã de Jaden McDaniels: ‘Meu jogador favorito’

    Ant Edwards é o maior fã de Jaden McDaniels: ‘Meu jogador favorito’

    Cara, eu não esperava que Anthony Edwards fosse sair por aí falando que Jaden McDaniels é o jogador favorito dele na NBA inteira. Mas é exatamente isso que tá rolando em Minnesota.

    O Ant não tá conseguindo se segurar quando o assunto é o parceiro de equipe. Numa compilação de clipes que viralizou, ele simplesmente derreteu de elogios: “Duas palavras pra vocês: Jaden McDaniels. O Jaden é incrível. Olha só pra ele. Tá jogando um basquete fenomenal. Esse cara aqui, mano, ele foi o líder hoje à noite”.

    O show do McDaniels contra Denver

    E olha, não é só papo furado não. McDaniels realmente botou pra quebrar nos playoffs contra o Denver Nuggets na primeira rodada. Enquanto todo mundo esperava que o Edwards carregasse o time, foi o McDaniels quem apareceu como cestinha e ainda trancou as estrelas de Denver.

    “Jaden nunca parece cansado. Parece que consegue jogar os 48 minutos. Ele cresceu todo ano desde que chegou neste time”, continuou Edwards. Sinceramente, é raro ver um astro da liga elogiando tanto um companheiro assim.

    A química que faz a diferença

    Pro McDaniels, essa confiança que o Edwards deposita nele faz toda a diferença: “Meus companheiros confiam em mim, e o Ant é quem me dá mais confiança”.

    E cara, isso é fundamental porque agora com Edwards meio quebrado por causa de uma lesão no joelho (ele só jogou uns minutinhos limitados contra o San Antonio), Minnesota vai precisar muito que McDaniels continue nesse nível absurdo.

    Vocês acham que McDaniels consegue manter esse padrão sem o Ant 100%? Porque olha, se conseguir, esse Timberwolves pode ir longe mesmo nos playoffs. A parceria entre esses dois tá sendo um dos grandes prazeres de assistir nessa pós-temporada.