Tag: NBA Playoffs

  • Embiid volta, mas Anunoby fica fora: Sixers tentam reagir no jogo 3

    Embiid volta, mas Anunoby fica fora: Sixers tentam reagir no jogo 3

    Finalmente! Joel Embiid voltou para o Sixers no jogo 3 contra os Knicks, depois de ficar de fora da derrota por 108-102 no jogo 2. O cara estava sofrendo com lesões no tornozelo e quadril direito, mas conseguiu voltar para o quinteto titular na sexta à noite.

    Olha, sinceramente eu achei que ele ia demorar mais pra voltar. Essas lesões do Embiid sempre me deixam preocupado — o monstro já passou por tanta coisa na carreira que a gente nunca sabe se é algo simples ou se vai complicar.

    Sixers precisam reagir urgente

    A situação tá complicada pra Philadelphia. Eles já estão perdendo por 2-0 na série, e jogar sem o Embiid nos playoffs é praticamente impossível. No jogo 2, tentaram usar Andre Drummond, Adem Bona e Dominick Barlow no garrafão, mas não deu muito certo não.

    O técnico Nick Nurse disse que o Embiid estava “melhorando o tempo todo” e até participou do treino na manhã de sexta. Cara, espero que ele aguente o tranco, porque os Sixers dependem demais dele pra ter alguma chance nessa série.

    O quinteto titular ficou com Embiid, Tyrese Maxey, VJ Edgecombe, Kelly Oubre Jr. e Paul George. No papel é um time que briga, mas vamos ver se conseguem funcionar juntos sob pressão.

    Knicks perdem peça importante

    Agora do lado dos Knicks, eles vão sentir a falta do OG Anunoby, que ficou fora com lesão no isquiotibial direito. E olha que o cara estava jogando muito nestes playoffs — 21.4 pontos e 7.5 rebotes de média. Isso é coisa de monstro!

    O próprio Nick Nurse, que treinou o Anunoby no Toronto, falou que nunca viu o jogador tão bem: “Ele tem estado incrível, tanto na série contra o Atlanta quanto agora. Está no melhor momento que já vi dele.”

    Sem o Anunoby, os Knicks colocaram Miles McBride no quinteto titular, junto com Jalen Brunson, Mikal Bridges, Josh Hart e Karl-Anthony Towns. É um lineup menor, mas que ainda tem qualidade.

    Josh Hart jogou mesmo com uma entorse no polegar esquerdo, e Mitchell Robinson estava disponível depois de se recuperar de uma doença.

    E aí, vocês acham que o retorno do Embiid vai ser suficiente pros Sixers reagirem na série? Porque perder por 3-0 seria praticamente um atestado de óbito pros playoffs deles.

  • Lakers no buraco: rebotes e bolas perdidas estão matando LA

    Lakers no buraco: rebotes e bolas perdidas estão matando LA

    Mano, os Lakers estão numa sinuca de bico contra o Thunder. E olha, não é por falta de aviso — LeBron e JJ Redick já sacaram exatamente onde o bicho tá pegando: rebote e cuidado com a bola.

    Cara, é impressionante como os caras não conseguem resolver esses dois fundamentos básicos. Contra Houston na primeira rodada até que melhoraram com o passar da série, mas agora contra Oklahoma? Tá feio a coisa.

    Os números não mentem (e doem)

    Olha só que absurdo: em dois jogos, o Thunder já catou 76 rebotes contra 71 dos Lakers. Não é uma diferença gigante, mas numa série de playoffs cada posse vale ouro. E o pior são as bolas perdidas — 21 turnovers só no Jogo 2! O Thunder transformou essas bobeiras em 26 pontos. Vinte e seis, cara!

    “Vocês podem ver algumas tendências aqui”, falou o técnico JJ Redick depois do jogo. “Provavelmente precisamos voltar às duas chaves que tínhamos contra Houston: cuidar da bola e fazer o bloqueio no rebote.”

    E é exatamente isso. O Thunder não perdoa — eles lideram a NBA em pontos de segunda chance nos playoffs, com 18 por jogo. Contra os Lakers? Subiu pra 19. Quando você dá chances extras pro time favorito ao título, já sabe no que dá.

    LeBron sabe que o problema é básico

    “Acho que hoje fizemos um bom trabalho na primeira defesa, mas temos que limpar o vidro”, disse o LeBron. E olha, quando o cara de 39 anos tá tendo que falar sobre rebote defensivo, é porque a coisa desandou mesmo.

    O pior é que contra Houston eles conseguiram ajustar isso durante a série. Mas agora parece que voltaram aos velhos hábitos. E contra um time como Oklahoma, que não tem fraqueza aparente, você não pode se dar ao luxo de cometer erros primários.

    Sinceramente, eu tô vendo os Lakers repetirem os mesmos erros há dois jogos. JJ Redick falou sobre “cuidar dos detalhes” antes da série começar, mas até agora tá mais pra “esquecer dos detalhes”. E numa série de playoffs, principalmente contra um candidato real ao título, isso é suicídio.

    Agora é ganhar ou ir pra casa

    A real é que o Thunder tá fazendo o que todo time bom faz: aproveitando os erros do adversário e não dando mole. Eles sabem que são favoritos e tão jogando como tal.

    Pro Jogo 3, os Lakers não têm escolha. Ou seguram o rebote e param de entregar a bola, ou vão estar com um pé na pescaria. E convenhamos — depois de tudo que aconteceu na temporada, seria uma pena terminar assim, né?

    Vocês acham que LA consegue ajustar a tempo, ou o Thunder é forte demais mesmo? Pra mim, se não mudarem esses fundamentos básicos no próximo jogo, já era.

  • Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Denver em crise: ‘tudo pode mudar’, menos trocar o Jokić

    Cara, quando você vê o presidente de um time dizendo que “tudo está em aberto” menos trocar o cara principal, já sabe que a coisa ficou feia mesmo. E foi exatamente isso que rolou com o Denver Nuggets após serem eliminados na primeira rodada dos playoffs pelos Timberwolves.

    Josh Kroenke, presidente dos Nuggets, não teve papas na língua na coletiva de sexta-feira. O time que se via como candidato ao título acabou caindo logo de cara nos playoffs, e agora todo mundo tá questionando o futuro da franquia.

    A temporada que nunca existiu

    “Eu achava que, se esse grupo estivesse saudável, poderia ser um time de 60, 65 vitórias”, disse Kroenke. E olha, ele não tava viajando não. O problema é que lesão pegou pesado no elenco.

    Aaron Gordon jogou só 36 partidas na temporada regular. Christian Braun, 44. Peyton Watson e Cameron Johnson, 54 cada um. Mesmo assim, terminaram com 54-28 — nada mal para um time todo quebrado, né?

    Mas aí que tá o problema: mesmo com todas essas ausências, não dá para usar lesão como desculpa. Sabe por quê? Porque Minnesota tava ainda mais ferrado de lesionados e mesmo assim passou por cima do Denver. Os Wolves fecharam a série SEM Anthony Edwards, Donte DiVincenzo e Ayo Dosunmu. Imagina só.

    Jamal Murray pode ser negociado?

    Essa foi a bomba da coletiva. Quando Kroenke disse que “tudo está na mesa, exceto trocar o Nikola”, ele não estava brincando. Isso significa que até o Jamal Murray — que acabou de fazer sua primeira temporada All-Star e provavelmente All-NBA — pode ser trocado.

    Sinceramente? Eu não sei se concordo com isso. Murray é peça fundamental no esquema do Jokić, e os dois têm uma química absurda. Mas também entendo a pressão da diretoria — você não pode ficar parado depois de uma eliminação dessas.

    O Gordon também entra nessa lista de possíveis trocas. Cara que custou caro e não conseguiu ficar saudável quando mais precisavam dele.

    O dilema do Peyton Watson

    Agora vem a parte mais complicada da offseason. Watson foi a melhor descoberta da temporada — o moleque evoluiu demais e virou um criador de jogadas real. O problema? Ele não renovou antes da temporada e agora é agente livre restrito.

    Se Denver quiser manter o Watson, vai ter que desembolsar uma grana pesada e provavelmente passar do segundo limite salarial. Isso significa mais restrições, mais imposto, mais dor de cabeça financeira.

    “Peyton teve um ano fantástico”, disse Ben Tenzer, executivo do time. “Esperamos que ele seja um Nugget por muito tempo.” Mas entre querer e conseguir pagar, tem uma diferença enorme.

    E aí, vocês acham que vale a pena quebrar o banco pelo Watson? Ou será que é melhor focar em outras posições e deixar ele ir embora?

    Uma coisa é certa: essa offseason vai definir se o Denver ainda tem chance real de título com o Jokić no auge, ou se vão desperdiçar mais alguns anos da carreira do melhor pivô do mundo. A pressão tá toda em cima da diretoria agora.

  • Thunder arrasa Lakers sem Shai e mostra que banco é diferenciado

    Thunder arrasa Lakers sem Shai e mostra que banco é diferenciado

    Mano, que aula de basquete coletivo foi essa do Oklahoma City Thunder ontem! 125-107 nos Lakers, 2-0 na série, e o mais impressionante: fizeram isso com o Shai Gilgeous-Alexander praticamente assistindo do banco por causa de faltas bobas.

    A história toda começou no terceiro quarto. Lakers na frente por 5, tudo equilibrado, aí o Shai comete a quarta falta com apenas 1 minuto e 26 segundos de terceiro período. Pronto, tinha que sentar. Na minha visão, qualquer outro time ia desabar nessa hora — mas não esse Thunder.

    Banco que vale ouro

    Enquanto o Shai ficou de escanteio, a galera simplesmente meteu um 22-4 nos caras. Quando ele voltou pro último quarto, o Thunder já tava na frente por 13. Absurdo, né?

    “Foi incrível”, disse o próprio Shai depois do jogo. “Eles conseguiram parar o ataque dos Lakers e jogaram do jeito certo no ataque. Tenho total confiança nesses caras.” E cara, dá pra ver que ele não tava só sendo educado — esses meninos realmente sabem jogar.

    O Ajay Mitchell, que tá substituindo o Jalen Williams machucado, fez 20 pontos e 5 assistências. Detalhe: 7 pontos e 3 assistências vieram justamente naquele terceiro quarto decisivo. O maluco era reserva da reserva ano passado nos playoffs!

    McCain veio pra resolver

    Mas sabe quem me chamou atenção mesmo? O Jared McCain, que veio do Philadelphia no trade deadline. O cara entrou gelado do banco e meteu 18 pontos em 18 minutos, acertando 4 de 5 tentativas do perímetro. Monstro.

    “Toda vez que vejo ele arremessar, acho que vai entrar”, falou o Chet Holmgren sobre o McCain. E olha, dá pra entender — o mlk tem uma confiança diferenciada pra entrar frio e começar a acertar tudo.

    O próprio Holmgren fez a sua parte: 22 pontos (empatou com Shai na liderança), 9 rebotes, 3 assistências, 4 roubos de bola e 2 tocos. Quando os Lakers chegaram perto no último quarto, foi ele que respondeu com uma bomba de três e dois lances livres pra acabar com qualquer esperança angelina.

    Vocês acham que esse Thunder consegue fechar a série em casa? Porque sinceramente, do jeito que o banco tá jogando, eu não vejo como os Lakers vão conseguir reagir. O Thunder é favorito por 8.5 pontos no jogo 3 — e olha que vai ser em Los Angeles!

  • Lakers acordaram! Austin Reaves ressuscita contra o Thunder

    Lakers acordaram! Austin Reaves ressuscita contra o Thunder

    Olha, eu não esperava isso. Depois de ver o Austin Reaves completamente perdido no Jogo 1 (3/16 nos arremessos, que sofrimento), achei que os Lakers iam tomar uma surra histórica dos Thunder. Mas o cara simplesmente ressuscitou no Jogo 2 e tá liderando a reação angelina com 16 pontos no primeiro tempo.

    Pra quem não tava acompanhando: Oklahoma City chegou descansadinho nessa série depois de varrer os Suns na primeira rodada. No Jogo 1, foi aquela coisa — Thunder 108 x 90, com Chet Holmgren fazendo um double-double monstro (24 pontos e 12 rebotes). Parecia que iam repetir a dose.

    O despertar dos Lakers

    Mas aí que tá — os Lakers acordaram pra vida. Depois de um primeiro período meio morno (perdendo por 27-23), eles meteram 35 pontos no segundo quarto contra apenas 30 do Thunder. LeBron com 10 pontos e 5 assistências fazendo o que sabe fazer melhor: distribuir o jogo. E o Rui Hachimura contribuindo com 14 pontos.

    Sinceramente, o que mais me impressiona é como o Reaves se recuperou. Cara tinha jogado TÃO mal no primeiro jogo que eu pensei “acabou pro menino”. Mas olha ele aí, liderando ambos os times em pontuação no intervalo.

    Thunder ainda perigoso

    Não vamos nos empolgar demais. Oklahoma City continua sendo aquele time profundo que a gente conhece — quatro caras já em duplos dígitos no primeiro tempo. Shai Gilgeous-Alexander com 13 pontos (controlado pelos Lakers, mas ainda assim produzindo), Chet Holmgren, Isaiah Hartenstein e Ajay Mitchell (que liderava o Thunder com 15) todos contribuindo.

    O problema do Thunder hoje? Os arremessos de 3. Enquanto os Lakers acertaram 9 das 19 tentativas (47,4% — absurdo!), Oklahoma City converteu apenas 6 de 27 (27,3%). É muita diferença pra compensar.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem sustentar esse nível ou foi só um lampejo? Porque uma coisa é certa: se o Austin Reaves voltou ao jogo, essa série ficou BEM mais interessante.

  • Invasão dos fãs do Knicks na Filadélfia parece inevitável

    Invasão dos fãs do Knicks na Filadélfia parece inevitável

    Cara, o Joel Embiid deve estar com dor de cabeça — e não é só por causa das lesões. O cara implorou pros fãs do 76ers não venderem os ingressos, mas parece que a invasão laranja e azul na Filadélfia vai rolar mesmo assim.

    Os números são brutais: 59% dos ingressos vendidos no mercado secundário para o Jogo 3 foram comprados por gente de Nova York e Nova Jersey. Só 22% foram pra galera da Pensilvânia. Mano, isso é praticamente um Madison Square Garden 2.0 na casa do Sixers.

    A súplica desesperada do Embiid

    Depois que o Philadelphia passou pra segunda rodada, o Embiid fez um apelo público que até deu pena: “Da última vez que jogamos contra os Knicks, parecia que a Filadélfia era o Madison Square Garden East. Não vendam os ingressos de vocês. Isso é maior que vocês. A gente precisa do apoio”.

    O cara foi além e disse que se alguém precisasse de dinheiro, ele bancaria. Imagina a situação: um MVP da liga tendo que implorar pros próprios fãs não abandonarem o time. Pesado.

    O 76ers até tentou ser esperto, copiando o que os Pistons fizeram ano passado. Limitaram a venda só pra galera da Grande Filadélfia, checando o endereço do cartão de crédito e tudo mais. Cancelaram pedidos de fora sem dó nem piedade.

    A realidade cruel dos números

    Mas quando você tá perdendo por 2-0 na série e seu astro principal tá machucado (Embiid perdeu o Jogo 2 por lesões no tornozelo e quadril), a fé dos torcedores some mesmo. Kyle Zorn, do TickPick, disse que mais de 3.400 ingressos já estão disponíveis pro Jogo 3.

    E olha só que absurdo: o preço mínimo pro Jogo 3 era $272 no começo da série. Agora? $165. Queda livre. “Depois do Jogo 2, vimos um pico enorme na quantidade de ingressos sendo colocados à venda”, explicou Zorn.

    Sinceramente? Não dá pra culpar totalmente os fãs do Sixers. Time perdendo em casa, jogador franquia quebrado de novo, esperança indo pro espaço… É difícil manter a fé nessa situação.

    Madison Square Garden Sul?

    A ironia é que os fãs do Knicks são conhecidos justamente por isso — viajam pra caramba e lotam estádios rivais. É uma das torcidas mais fiéis da NBA, mesmo com décadas de sofrimento (até recentemente).

    Agora imagina a cena: Embiid volta machucado, olha pro público e vê uma onda de laranja gritando “Let’s go Knicks” na casa dele. Deve ser traumático. E vocês acham que ele aguenta a pressão, ou vai ser mais um desses jogos que ele some quando o time mais precisa?

    Uma coisa é certa: se o Knicks fechar a série em 4, vai ser com a torcida deles praticamente em casa. Embiid fez o que pôde, mas parece que nem dinheiro resolve quando a esperança já era.

  • Cade mostra quem manda: Pistons abre 2-0 nos playoffs contra os Cavs

    Cade mostra quem manda: Pistons abre 2-0 nos playoffs contra os Cavs

    Que jogaço! Os Detroit Pistons acabaram de mostrar que não vieram pra brincadeira nos playoffs, vencendo os Cleveland Cavaliers por 107-97 e abrindo 2-0 na série das semifinais da Conferência Leste. E cara, foi bem mais suado que o primeiro jogo — Cleveland veio com sangue nos olhos.

    Mas vamos direto ao ponto: Cade Cunningham simplesmente resolveu o jogo quando precisava. 25 pontos e 10 assistências, sendo 12 pontos nos últimos seis minutos do quarto período. Esse menino tem sangue frio nas veias, não é possível.

    O susto do terceiro quarto

    Olha, não vou mentir — por um momento ali eu pensei “será que vão entregar o jogo?”. Detroit estava tranquilo no primeiro tempo, mas aí veio aquele terceiro quarto maldito. Sabe como é, né? A arbitragem mudou completamente o critério (interessante como isso sempre acontece depois de reclamação), os Cavs diminuíram pra 4 pontos de diferença e ainda abriram o último período fazendo os três primeiros arremessos.

    Quando o Evan Mobley meteu aquela enterrada violenta e Cleveland tomou a frente pela primeira vez desde o começo do jogo, eu já estava preparando o coração pra sofrer. Mas aí entraram em cena os dois caras que já tinham salvado o primeiro jogo.

    Tobias e Duncan: a dupla da confiança

    Tobias Harris com aquele jump shot clássico dele de meio distância (21 pontos no jogo), Duncan Robinson chuva de três (17 pontos, 5 bolas do perímetro). Toda vez que Cleveland diminuía, esses dois respondiam na lata. É isso que separa time de playoff de time comum — ter jogadores que não tremem na pressão.

    E quando a coisa ficou feia mesmo? Aí chegou a “Cade Time”. Arremesso de três no topo da chave, fadeaway na linha de fundo, foi pra linha de lance livre e fechou com um stepback absurdo faltando dois minutos. Sinceramente, esse mlk me lembra muito o que a gente via de Kobe nos playoffs — aquela frieza de assassino.

    Cleveland lutou, mas não foi suficiente

    Donovan Mitchell fez a parte dele — 31 pontos, liderando todos os cestinhas da noite. O cara jogou como um monstro, com aquele seu drive característico e alguns chutes impossíveis de fora. Jarrett Allen ajudou com 22 pontos. Mas cara, o James Harden… que decepção.

    3 de 13 nos arremessos, quatro turnovers (incluindo um crucial no final quando o Ausar Thompson roubou a bola dele), e passando o jogo inteiro tentando cavar falta. Não dá pra ganhar playoff assim, não é possível. O Beard precisa acordar urgente se Cleveland quer ter alguma chance.

    Os Pistons tiveram contribuição coletiva mesmo: Ausar Thompson com 10 pontos (mesmo com problemas de falta), Daniss Jenkins com 14 pontos sendo fundamental quando Cade estava mais quieto. Esse é o basquete que eu gosto de ver — todo mundo contribuindo.

    Agora é partir pra Cleveland e tentar dar o golpe de misericórdia. Vocês acham que os Cavs conseguem reagir jogando em casa, ou Detroit vai fechar em 4?

  • Thunder abre 2-0 nos Lakers mesmo com SGA limitado — time é absurdo

    Thunder abre 2-0 nos Lakers mesmo com SGA limitado — time é absurdo

    Olha só que situação maluca: o Oklahoma City Thunder estava em apuros no jogo 2, perdendo de cinco pontos para os Lakers quando o Shai Gilgeous-Alexander levou a quarta falta e teve que sair de quadra. Era exatamente o cenário que Los Angeles precisava pra virar o jogo.

    E aí que a coisa ficou surreal.

    O massacre sem o MVP em quadra

    Com SGA no banco pelos últimos 10 minutos do terceiro quarto, o Thunder simplesmente decidiu que não precisava dele. Fizeram uma corrida de 21-5 e viraram o jogo pra não largar mais. Ganharam de 125-107 e abriram 2-0 na série das semifinais do Oeste.

    Cara, eu sabia que esse time de OKC era profundo, mas isso aí é de outro planeta. O cara que ganhou MVP e MVP das Finals fica no banco e o time ainda assim atropela os Lakers? Isso não é normal.

    Chet Holmgren fez 22 pontos em apenas 11 arremessos. Ajay Mitchell, 20 pontos em 12 tentativas. Jared McCain, 18 em 11 chutes. É um arsenal de jogadores que pode explodir a qualquer momento, e sinceramente, não sei como você para isso.

    Lakers limitam SGA mas não resolve nada

    A estratégia dos Lakers até estava funcionando no papel. Eles conseguiram limitar o Gilgeous-Alexander a apenas 22 pontos — somando os dois jogos, são só 40 pontos total, a primeira vez na temporada que ele fica abaixo de 45 em duas partidas consecutivas.

    Problema é que quando você tem um time com essa profundidade toda, não adianta parar só uma peça. É como tapar um buraco e abrir outros três.

    Os Lakers até conseguiram diminuir pra cinco pontos no último quarto, mas a defesa do Thunder é um pesadelo pra qualquer tentativa de virada. Eles simplesmente não deixam você respirar.

    E agora, Lakers?

    Com a série indo pra Los Angeles em desvantagem de 2-0, os Lakers precisam urgentemente encontrar uma solução. E olha que com o Luka Dončić aparentemente fora por lesão, as opções ficaram ainda mais limitadas.

    Na minha visão, esse Thunder é candidato real ao título. A combinação de talento jovem, profundidade do elenco e uma defesa sufocante é receita pra ir longe. Os Lakers vão precisar de um milagre pra virar essa série — e vocês acham que eles conseguem fazer isso jogando em casa?

    Uma coisa é certa: quando um time ganha sem seu melhor jogador por 10 minutos cruciais, é porque tem algo muito especial acontecendo em Oklahoma City.

  • JJ Redick explica por que Austin Reaves não liga pra críticas

    JJ Redick explica por que Austin Reaves não liga pra críticas

    Olha, eu confesso que fiquei meio preocupado com o Austin Reaves depois daquele vexame no Jogo 1 contra o Thunder. O cara que deveria dividir a responsabilidade do ataque com o LeBron fez só 8 pontos em 3 de 16 arremessos. Três de dezesseis! E ainda errou todas as cinco tentativas de três pontos.

    Mas o JJ Redick, técnico dos Lakers, não tá nem um pouco nervoso com a situação. E o motivo é genial.

    O segredo do Reaves

    “Ele é um dos jogadores que menos fica online na liga toda”, disse Redick antes do Jogo 2. Cara, isso fez total sentido pra mim. Vivemos numa era onde qualquer jogada ruim vira meme em dois segundos, e todo mundo tem opinião no Twitter.

    O técnico continuou: “Ele tem uma grande consciência sobre si mesmo e é o seu próprio pior crítico. Ele se cobra um padrão de como quer jogar”.

    Sinceramente, isso explica muita coisa. Quantos jogadores a gente não viu se perdendo completamente depois de uma performance ruim porque ficaram lendo crítica no Instagram? O Reaves simplesmente não entra nessa.

    A pressão tá grande

    E olha, a pressão em cima do garoto não é pouca não. Com o Luka Doncic ainda machucado (lesão no posterior da coxa), o Reaves virou peça-chave no ataque dos Lakers. Redick foi claro: precisa dele e do Rui Hachimura marcando pontos se quiserem ter alguma chance contra os atuais campeões.

    O mais louco é que o próprio Reaves não tentou dar desculpa depois do Jogo 1. Mesmo voltando de uma lesão no oblíquo que o deixou um mês parado, ele foi direto: “Eu simplesmente preciso jogar melhor”.

    Essa mentalidade é de monstro, não acham? Nada de mimimi ou justificativa. Assumiu a responsabilidade e partiu para cima.

    No Jogo 2, o cara mostrou do que é feito: 23 pontos em 8 de 14 arremessos e 5 assistências. Assim que é. Provou que um jogo ruim não define ninguém – principalmente quando você não fica se martirizando nas redes sociais.

  • Jenkins surpreende nos playoffs: ‘Orlando nos preparou para isso’

    Jenkins surpreende nos playoffs: ‘Orlando nos preparou para isso’

    Cara, que história maluca é essa dos Pistons nos playoffs? O jovem Daniss Jenkins tá voando nessa segunda rodada contra os Cavaliers, e pasmem — ele deu todo o crédito pro Orlando Magic, que eles eliminaram na primeira rodada.

    Jenkins marcou 14 pontos em 26 minutos no jogo 2, mas o que chamou atenção mesmo foi o que ele falou depois da partida. ‘Acho que Orlando fez um trabalho muito bom nos preparando para esse momento’, disse o garoto. ‘Eles vieram e bateram na nossa cara primeiro, nos mostraram o que são os playoffs de verdade.’

    Aquele susto de 3-1 virou lição

    Olha só que maluquice: Jenkins acha que estar perdendo por 3-1 pro Magic foi a melhor coisa que podia ter acontecido. ‘Depois que superamos aquilo, só estamos voando desde então’, explicou. ‘Voltamos a jogar o basquete dos Pistons pelos 48 minutos como devíamos.’

    E não é só papo não. O moleque tem mostrado serviço. Tá com média de 13 pontos por jogo nessa série, 13 rebotes combinados, 7 assistências e ainda roubou 4 bolas. Aos 24 anos, Jenkins virou uma das surpresas desses playoffs — coisa que eu sinceramente não esperava dos Pistons.

    Mentalidade Mamba mesmo estando 2-0 na frente

    Mas o que mais me impressionou foi a mentalidade do garoto. Mesmo com os Pistons abrindo 2-0 na série contra Cleveland, Jenkins soltou uma frase digna do Kobe: ‘Vamos continuar batendo. Nossas costas ainda estão contra a parede, o mundo ainda não acredita. Ainda estamos tentando provar algo para nós mesmos. O trabalho não terminou.’

    Pô, essa humildade é absurda. Detroit não era nem cotado pra passar da primeira rodada, e agora tá dominando os Cavaliers em casa. Mas Jenkins não tá nem aí pra euforia — mantém os pés no chão.

    E vocês, estão surpresos com essa evolução dos Pistons? Porque eu tô começando a acreditar que esse time pode ir longe mesmo. Jenkins pode não ser a estrela principal, mas tá provando que jogador de playoff não é só sobre talento — é sobre mentalidade também.