Tag: Jaylen Brown

  • NBA snoba Celtics nas finais de prêmios — só Mazzulla escapou

    NBA snoba Celtics nas finais de prêmios — só Mazzulla escapou

    Cara, a NBA divulgou os finalistas dos principais prêmios da temporada regular e… bem, não foi um dia muito feliz pros fãs dos Celtics. Praticamente todos os nossos caras ficaram de fora das finais dos prêmios individuais. Só o técnico Joe Mazzulla conseguiu uma vaga como finalista a Técnico do Ano.

    E olha, sinceramente? Algumas dessas exclusões doem mais que enterrada na cara.

    Mazzulla finalista (mas nem quer saber do prêmio)

    O Mazzulla tá concorrendo ao prêmio de Técnico do Ano junto com Mitch Johnson (Spurs) e JB Bickerstaff (Pistons). E pelas campanhas dos times, ele tem chances reais de levar.

    Mas aqui vem o plot twist mais Mazzulla possível: o cara literalmente cagou pro prêmio. “Eu não preciso disso. Acho que é um prêmio estúpido. Eles não deveriam ter isso. É mais sobre os jogadores”, disse ele mês passado. Mano, só o Mazzulla mesmo pra falar isso abertamente (risos).

    Na real, eu meio que concordo com ele. O técnico é importante, mas quem joga são os caras. Ainda assim, seria massa ver ele ganhar — mesmo que ele não ligue.

    Jaylen Brown ignorado no MVP

    Aqui dói. Os finalistas ao MVP são Nikola Jokić (Nuggets), Victor Wembanyama (Spurs) e Shai Gilgeous-Alexander (Thunder). Todos têm casos fortíssimos mesmo — SGA com 31.1 pontos, Jokić quase triplo-duplo de média (27.7 pts, 10.8 reb, 9 ast) e Wemby sendo um monstro defensivo (25 pts, 11.5 reb, 2.7 tocos).

    Mas o Jaylen Brown teve a MELHOR temporada da carreira dele: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências. Cara, 28.7 pontos de média! E ficou de fora?

    Eu sei que a concorrência tá absurda, mas o JB merecia pelo menos estar na conversa. Vocês acham que ele foi injustiçado ou os três finalistas eram mesmo inquestionáveis?

    Derrick White esquecido no DPOY

    Essa aqui me revolta. O Derrick White teve uma das melhores temporadas defensivas que eu já vi na NBA — e olha que eu acompanho isso há anos. 1.3 tocos e 1.1 roubos de bola por jogo, ambos recordes pessoais. O cara foi FUNDAMENTAL na defesa dos Celtics.

    Os finalistas são Chet Holmgren (Thunder), Ausar Thompson (Pistons) e — pasmem — Victor Wembanyama de novo. Não tô tirando o mérito desses caras, mas o White mereceu pelo menos estar entre os três.

    Até o próprio Jaylen Brown já falou várias vezes que o White teve uma temporada digna de DPOY. Quando seu próprio companheiro faz campanha pra você, é sinal que a coisa é séria.

    E o Neemias Queta? O português saiu de quarto opção no banco pra titular de um dos melhores times da liga. Saltou de 5 pontos pra 10.2, quase dobrou os rebotes… mas também ficou de fora do Jogador Que Mais Evoluiu.

    Pelo menos ele tá levando numa boa: “Se não for esse ano, ano que vem tá disponível de novo”, disse no podcast do White. Mentalidade top.

    No fim das contas, prêmios individuais são legais, mas o que importa mesmo é levantar o Larry O’Brien. E nisso, os Celtics tão muito bem obrigado.

  • Celtics x 76ers nos playoffs: Embiid fora, Brown candidato a MVP

    Celtics x 76ers nos playoffs: Embiid fora, Brown candidato a MVP

    Cara, que situação louca pros playoffs de 2026! Os Celtics recebem os 76ers neste domingo (19 de abril) no TD Garden, e olha só o drama: Joel Embiid está fora por causa de uma apendicectomia, enquanto Jayson Tatum ainda é dúvida depois de passar a temporada toda se recuperando de uma lesão no tendão de Aquiles.

    Sinceramente? Isso deixa tudo muito mais imprevisível. Boston terminou como #2 seed (56-26) e Philly chegou como #7 (45-37) depois de passar pelo Play-In contra o Orlando Magic. No papel, deveria ser moleza pros Celtics, mas basquete não se joga no papel.

    Jaylen Brown vs Paul George: o duelo que vai decidir

    Com Tatum incerto e Embiid confirmado fora, o holofote vai todo para Jaylen Brown — que tá sendo cotado como candidato a MVP desta temporada. Do outro lado, os Sixers apostam todas as fichas na dupla Tyrese Maxey e Paul George. E cara, que dupla!

    Maxey fez uma temporada monstruosa, com média de 28.4 pontos por jogo — recorde pessoal dele. Paul George, mesmo já veterano, ainda consegue entregar 21.5 pontos e ser aquela presença defensiva que todo time quer ter nos playoffs.

    A defesa de Boston foi a #1 da liga na temporada regular (permitindo menos pontos por jogo), mas conter Maxey não vai ser fácil não. O garoto tem velocidade pra queimar qualquer marcação.

    As apostas e minha previsão pessoal

    Boston entra como favorito com -6.5 pontos de vantagem, e o total de pontos da partida tá em 222.5. Olha, eu entendo o favoritismo — eles têm a vantagem de casa e uma defesa sufocante.

    Mas vocês acham mesmo que vai ser tão fácil assim? Philadelphia dividiu a série da temporada regular em 2-2. Sem Embiid no garrafão, André Drummond vai ter que segurar a parada nos rebotes, e o cara tem experiência pra isso.

    Na minha visão, o jogo vai ser mais apertado do que as odds sugerem. Se Tatum não jogar, Brown vai ter que carregar o piano sozinho, e isso pode dar brecha pros 76ers. Mas a força da torcida em Boston é outro nível nos playoffs.

    Minha previsão? Celtics ganham, mas num sufoco: 116 a 104. Brown faz um jogão (uns 32 pontos), Maxey responde com uns 26, mas a defesa de Boston faz a diferença no final.

    E aí, quem vocês acham que leva? Apostam na casa ou acreditam numa zebra logo no Jogo 1?

  • Celtics voltaram a ser candidatos ao título com Brown dominando

    Celtics voltaram a ser candidatos ao título com Brown dominando

    Cara, quem disse que os Celtics iriam afundar sem o Jayson Tatum estava completamente errado. Completamente.

    Olha só a situação: todo mundo prevendo que Boston ia virar piada da liga com o Tatum se recuperando da lesão no tendão de Aquiles que ele sofreu nos playoffs do ano passado. Galera falando que seria um “ano perdido”, que o time acabaria no draft lottery depois de perder peças importantes do título de 2024 como Jrue Holiday, Porzingis e Al Horford.

    E o que aconteceu? Os caras conquistaram a 50ª vitória pelo quinto ano consecutivo. Cinquenta vitórias em um “ano de transição”.

    Jaylen Brown assumiu as rédeas e virou monstro

    O Jaylen Brown não só pegou a responsabilidade de liderar o time — ele literalmente explodiu. Médias de carreira: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências. Esses números são de candidato a MVP, galera.

    “Obviamente minha mentalidade era chegar e competir. Mas a forma como o grupo se juntou tão rapidamente… não demorou muito. Achei que demoraria um pouco mais”, admitiu o Brown. E sinceramente, eu também não esperava que eles se adaptassem tão rápido assim.

    O mais impressionante é que todo mundo contribuiu. Derrick White sendo uma muralha na defesa (liderou todos os armadores da NBA em arremessos contestados), Payton Pritchard se ajustando perfeitamente, Sam Hauser mantendo a mira quente de três, e o Neemias Queta — nosso brasileiro — crescendo muito no primeiro ano como titular.

    A volta de Tatum mudou tudo (para melhor)

    Quando o Tatum voltou em março, muita gente ficou com o pé atrás. Será que ia bagunçar a química que o time tinha construído? Será que o Brown ia conseguir dividir o protagonismo?

    A resposta veio na quadra: 21.8 pontos, 10 rebotes e 5.1 assistências em 16 jogos. O cara voltou e se encaixou como uma luva. “É impressionante a velocidade com que ele voltou ao seu nível, mantendo o foco em permanecer saudável”, disse o técnico Mazzulla.

    E vocês sabem qual foi o momento mais simbólico da volta dele? O jogo no Madison Square Garden contra os Knicks — o primeiro lá desde a lesão. Tatum falou que esses momentos fortaleceram o amor pelo basquete que ele tinha medo de perder durante a reabilitação.

    “Você passa por altos e baixos mentalmente quando sofre uma lesão, especialmente uma como a que eu tive. Momentos de dúvida… Mas definitivamente há um senso de gratidão”, admitiu Tatum.

    Agora os Celtics estão como segundo seed do Leste e prontos para mais uma campanha de playoffs. A dupla Brown-Tatum já jogou junta por nove temporadas — mais que lendas como Russell-Cousy (7 anos) e até Shaq-Kobe (8 anos).

    E aí, vocês acham que eles conseguem repetir o título de 2024? Porque pelo que estou vendo, esse time está faminto e mais maduro que nunca.

  • Celtics na temporada: Jaylen virou MVP e Queta surpreendeu demais

    Celtics na temporada: Jaylen virou MVP e Queta surpreendeu demais

    Cara, que temporada o Boston Celtics teve! Acabou a temporada regular e, sinceramente, preciso confessar: eu não esperava metade do que vi. Com o Tatum fora, todo mundo pensou que seria um ano perdido pros C’s. Mas olha só — segundo lugar no Leste e uma performance que deixou qualquer um de queixo caído.

    E aí, quem vocês acham que merece os prêmios individuais dessa temporada absurda? Vou dividir aqui minha visão sobre quem mandou bem de verdade.

    Jaylen Brown virou um monstro

    MVP da temporada? Jaylen Brown, sem discussão. O cara simplesmente decidiu carregar o time nas costas quando todo mundo duvidava. 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências por jogo — todos recordes pessoais dele.

    Três triple-doubles, 14 double-doubles, e aquele jogo de 50 pontos contra o Clippers em janeiro que me fez gritar sozinho aqui em casa. Seis jogos com mais de 40 pontos. O maluco não só foi o MVP do Celtics como ainda brigou pelo prêmio da liga inteira!

    Na minha opinião, essa foi a temporada que definitivamente provou que o Brown pode ser o cara principal de um time grande. Que evolução absurda.

    A surpresa portuguesa que ninguém viu vindo

    Neemias Queta foi o jogador que mais evoluiu, sem sombra de dúvida. O português de 26 anos dobrou literalmente todos os números da temporada passada: 10.2 pontos, 8.4 rebotes e 1.3 tocos por jogo. Dezessete double-doubles como pivô titular!

    “Ele provavelmente é um dos jogadores que mais melhorou esse ano”, disse o próprio Brown sobre o companheiro. E olha, eu concordo completamente. Com Porzingis e Horford fora, o Queta assumiu a responsabilidade e entregou muito mais do que qualquer um esperava.

    O cara deu uma nova dimensão pro ataque dos Celtics, que sempre foi muito dependente do arremesso de 3. Defensivamente então, nem se fala — foi excepcional no garrafão.

    White na defesa e Garza como grande surpresa

    Derrick White merece o prêmio de melhor defensor do time. Passou por alguns momentos ruins no ataque, mas ainda assim fez 16.5 pontos por jogo (recorde pessoal). Na defesa, foi ainda melhor que o normal.

    O maluco quase fez história: ficou apenas dois tocos de se tornar o primeiro jogador da NBA a fazer 200 cestas de 3 e 100 tocos na mesma temporada. Impressionante, né? 1.3 tocos e 1.1 roubos por jogo. Primeira seleção pro All-Defense vem aí.

    Agora, a maior surpresa foi Luka Garza. Quando os Celtics negociaram Porzingis e perderam Horford, todo mundo ficou preocupado com a falta de opções no garrafão. Garza era praticamente a única adição, e sinceramente? Ninguém esperava nada demais dele.

    Mas o cara entregou: 8.1 pontos e 4.1 rebotes em 69 jogos, acertando 43.3% das cestas de 3! Aquele jogo de 27 pontos e 12 rebotes contra o Orlando no último jogo da temporada foi simplesmente mágico.

    Vocês acham que ele consegue espaço nos playoffs disputando com Vucevic? Eu acho que o Mazzulla já confia nele o suficiente pra dar minutos importantes se precisar.

  • Celtics fazem chuva de 3 pontos: 29 em 59 tentativas é absurdo!

    Celtics fazem chuva de 3 pontos: 29 em 59 tentativas é absurdo!

    Mano, o que foi isso que os Celtics fizeram ontem? 29 cestas de 3 pontos em 59 tentativas. VINTE E NOVE! Sinceramente, parecia que a bola tinha um ímã na cesta.

    Começou com o Derrick White mandando uma bomba de 34 metros com menos de um segundo no relógio — daquelas que você normalmente pensa ‘cara, que loucura’, mas que ontem simplesmente entrou. E a partir daí, foi um verdadeiro festival de arremessos de longa distância.

    Todo mundo arremessando, até o Queta!

    O mais doido é que TODOS que jogaram mais de 10 minutos tentaram pelo menos um arremesso de 3. Até o Neemias Queta — nosso pivô brasileiro que normalmente vive no garrafão — mandou uma de longe. E acertou! Saiu de uma jogada bem trabalhada, com o Jordan Walsh tocando de volta pra ele. Uma beleza.

    Olha, eu não esperava ver o Queta acertando de 3 em 2024, mas aqui estamos. O basquete é louco mesmo.

    Defesa também funcionou

    Enquanto o ataque estava pegando fogo, a defesa mostrou disciplina depois daquela noite complicada contra os Knicks. Os Pelicans normalmente vivem atacando a cesta — 42% dos arremessos deles vêm de perto do aro, liderando a liga.

    Mas os Celtics conseguiram baixar isso pra 22%. Tiraram completamente o garrafão do New Orleans, forçando eles a tentarem mais arremessos de meia distância e bandejas forçadas.

    O Queta ancorou bem a defesa no garrafão, com o Sam Hauser conectado na bola, o Walsh ajudando no topo da chave… Funcionou como um relógio suíço. Foi bom ver essa disciplina defensiva voltando — vão precisar disso nos playoffs.

    Jaylen Brown imparável no garrafão

    Do outro lado da quadra, o Jaylen mostrou por que é MVP das Finais. O cara forçou sete lances livres e converteu cinco penetrações. Quando ele pega velocidade descendo para a cesta, é muito difícil de parar mesmo.

    Mas não foi tudo perfeito. JB perdeu sete bolas pro New Orleans — assim como o Tatum havia perdido seis contra os Knicks na noite anterior. Os Pelicans aplicaram uma pressão violenta sempre que ele tinha a posse, especialmente nos pick-and-rolls.

    É interessante como esses dois jogos mostraram por que o Brown e o Tatum precisam um do outro. Quando um vira o foco total da defesa adversária, as coisas ficam mais complicadas. Juntos eles se completam e abrem espaço um pro outro.

    Vocês acham que essa chuva de 3 pontos vai se repetir nos playoffs? Porque se acontecer, vai ser complicado pra qualquer adversário…

  • Celtics fazem 29 de 3 e quase quebram recorde histórico da NBA

    Celtics fazem 29 de 3 e quase quebram recorde histórico da NBA

    Mano, que noite absurda dos Celtics! Eles destruíram os Pelicans por 144-118 ontem, fazendo 29 bolas de três e ficando A UM ARREMESSO de quebrar o recorde da NBA. Um! Imagina a frustração.

    E olha que ironia — foi a segunda temporada consecutiva que Boston teve a chance de quebrar esse recorde e não conseguiu. O recorde atual é de 29 cestas de três, dividido por três times (incluindo os próprios Celtics na temporada passada). Cara, isso deve doer.

    Queta fez história (finalmente!)

    Mas nem tudo foi frustração. Neemias Queta — nosso português naturalizado — finalmente acertou a primeira bola de três da carreira! O cara estava 0/10 antes dessa partida. Quando vi ele comemorando, quase chorei de emoção. É isso aí, Queta!

    Sam Hauser foi simplesmente um monstro de três pontos, acertando 8 das 10 tentativas e liderando a equipe com 24 pontos. No terceiro quarto, quando ele acertou a sexta bola de três dele, os Celtics já estavam ganhando por 40 pontos. Quarenta!

    Jaylen Brown também fez a sua parte com 24 pontos, enquanto Payton Pritchard saiu do banco com 15 pontos no primeiro tempo. O time estava simplesmente inspirado.

    O drama do quarto período

    O último quarto virou uma caçada ao recorde. Os Celtics começaram o período com 25 bolas de três (uma a menos que o recorde) e precisavam de mais 5 para fazer história.

    Pritchard acertou as duas primeiras. Ron Harper Jr. cravou a terceira. Hugo Gonzalez (que por sinal teve uma boa participação) fez a quarta. E aí… Baylor Scheierman teve a chance de ouro para quebrar o recorde, mas a bola bateu no aro e saiu.

    Sinceramente? Eu acho que o universo não queria que eles quebrassem o recorde em um jogo contra um Pelicans completamente desfalcado. Zion, Herb Jones, Dejounte Murray — basicamente todo mundo importante estava fora.

    Números que impressionam

    Os números dessa partida são de outro planeta: Celtics atiraram 54% dos arremessos de quadra e 49% das bolas de três. QUARENTA E NOVE POR CENTO! Enquanto isso, os Pelicans fizeram apenas 28% das tentativas do perímetro.

    No intervalo, Boston já estava ganhando por 82-51. Oitenta e dois pontos em um tempo! É o tipo de coisa que você vê e pensa “cara, isso é NBA mesmo”.

    E aí, vocês acham que os Celtics vão conseguir quebrar esse recorde ainda nesta temporada? O último jogo da temporada regular é domingo contra o Magic. Quem sabe…

  • Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Jaylen Brown transformou o ‘ano sabático’ dos Celtics em show particular

    Olha, quando o Jayson Tatum rompeu o tendão de Aquiles e os Celtics perderam três titulares do time campeão, todo mundo já tinha decretado: temporada perdida em Boston. Mas o Jaylen Brown? Cara, ele viu isso de um jeito completamente diferente.

    “Do ponto de vista financeiro, isso era uma reconstrução, né?”, disse Brown para a ESPN. “Mas eu não encarei assim. Eu vi como uma oportunidade de mostrar pro mundo quem eu sou e o que posso fazer.”

    E mano, ele fez exatamente isso. O cara tá tendo a melhor temporada da carreira – recordes pessoais em pontos, rebotes e assistências. Tá carregando o segundo maior usage rate da NBA inteira e botou Boston como segundo colocado no Leste. Quem diabos previu isso no começo da temporada? Ninguém.

    O isolamento que mudou tudo

    A base dessa transformação toda foi construída no verão passado, num momento bem difícil. Três semanas depois da cirurgia no menisco, Brown se trancou em casa em Boston. Não atendia chamada de ninguém – nem amigos, nem família, nem companheiros de time.

    “Um dos meus defeitos é que tenho dificuldade de deixar as pessoas me verem fraco”, confessou.

    Mas olha que loucura o que ele fez durante a recuperação: meditava, estudava mapas astrais e numerologia dos companheiros pra entender melhor a personalidade de cada um no vestiário. Além disso, fazia terapia de luz vermelha no joelho várias vezes por dia. Dedicação total.

    Brad Stevens apostou alto

    O Brad Stevens, presidente dos Celtics, foi direto com Brown: o time tinha se reconstruído várias vezes desde que o draftaram em 2017, mas ainda esperavam competir forte apesar de todas as mudanças.

    “Muitos caras teriam interpretado mal isso e não teriam feito o que ele fez”, disse Stevens. “E o que ele fez foi jogar de forma espetacular e empoderar os outros. A gente precisava que ele fizesse os dois pra equipe ser realmente boa.”

    Stevens disse que a chave era Brown reconhecer do que os novos companheiros eram capazes. “A única coisa que muitos desses caras eram era não-testados”, explicou. Brown sabia que Jordan Walsh conseguia jogar, que Baylor Scheierman tinha potencial, que Neemias Queta e Luka Garza podiam contribuir. Mas ele também sabia que mostrando confiança neles, tiraria o melhor de cada um.

    E cara, Brown levou isso a sério mesmo. Organizava jantares do time, mentorava os mais novos individualmente, defendia publicamente a candidatura do Queta pro Most Improved Player. O Walsh até chama ele de “tio” por causa dessa mentoria toda.

    Os números não mentem: os Celtics têm 65,2% de aproveitamento nos arremessos que saem de passes do Brown – quinta melhor marca entre jogadores com mais de 500 assistências na temporada. Payton Pritchard, Sam Hauser, Derrick White e Queta estão todos com recordes pessoais de pontuação.

    Uma nova versão do Jaylen

    Por muito tempo, a motivação do Brown vinha de críticas, rumores de trade e a sensação de que o mundo do basquete o subestimava. Mas essa temporada algo mudou nele.

    “Às vezes eu me diminuía pra outras pessoas se sentirem confortáveis”, refletiu. “Há uma diferença entre isso e se diminuir apagando sua própria luz.”

    Quando o Tatum voltou da lesão em março, viu de perto o que Brown construiu na ausência dele. E não tem dúvida do que motivou essa transformação: “Obviamente ele sempre foi capaz disso. Foi só uma oportunidade onde mais foi exigido de todo mundo, especialmente dele. A NBA é sobre oportunidades, e os caras especiais fazem o máximo dela. Foi exatamente isso que ele fez esse ano.”

    Sinceramente? Essa versão do Jaylen Brown me impressiona mais que qualquer estatística. Ver um cara usar um momento difícil pra se reinventar e ainda por cima elevar todo mundo ao redor… isso é liderança de verdade. E vocês, acham que ele consegue manter esse nível quando o time voltar a ter todas as peças?

  • Stevens não se surpreende com o sucesso dos Celtics sem Tatum

    Stevens não se surpreende com o sucesso dos Celtics sem Tatum

    Olha só, eu confesso que não esperava essa dos Celtics quando a temporada começou. Com o Jayson Tatum fora por conta da lesão no tendão de Aquiles e as saídas pesadas de Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford, todo mundo (inclusive eu) achava que seria um ano de transição em Boston.

    Mas o Brad Stevens, que hoje é presidente de operações do time, nunca descartou a possibilidade de brigar lá em cima. E cara, como ele estava certo.

    Jaylen Brown virou o monstro que sempre poderia ser

    Com o Tatum fora, o Jaylen Brown simplesmente decidiu que era a hora dele. E que temporada absurda ele tá fazendo! Médias de carreira em pontos (28.7), rebotes (7.0) e assistências (5.2). O cara tá literalmente no papo de MVP — e olha que a concorrência tá feroz.

    Desde que o Tatum voltou no início de março, o Brown continuou nesse nível estratosférico, o que aliviou demais a pressão no ombro do companheiro. Tatum já emplacou cinco jogos seguidos com 20+ pontos antes do jogo de terça. Vocês acham que essa dupla pode levar Boston ao título?

    A profundidade que ninguém esperava

    Mas não é só a dupla de estrelas que tá funcionando. Neemias Queta — sim, o português — saiu de quarto reserva para titular e virou um dos pivôs mais eficientes da liga. Absurdo a evolução desse cara.

    Payton Pritchard, Sam Hauser, Jordan Walsh… Todo mundo dando um step up quando precisa. Isso que é basquete coletivo, galera. E o Joe Mazzulla? Tá sendo cotado para técnico do ano por uma razão.

    “Eu me sinto exatamente igual ao início da temporada”, disse Stevens. “Quando chegarmos aos playoffs, será a mesma coisa. É um jogo de cada vez.”

    Essa mentalidade do Stevens sempre me impressionou. O cara não se empolga, não vende ilusão. Só trabalha e deixa o basquete falar. E sinceramente? Com essa postura, Boston pode surpreender muito nos playoffs.

    A conferência Leste tá uma loucura, mas se tem um time que eu não descartaria de jeito nenhum numa série de playoffs, são esses Celtics. Eles têm tudo: estrelas que performam, banco que contribui, técnico que entende o jogo e uma mentalidade vencedora.

  • JB mete 35 pontos e Celtics dominam Hornets na reta final

    JB mete 35 pontos e Celtics dominam Hornets na reta final

    Meu amigo, o Jaylen Brown tá numa sequência absurda. Ontem contra o Charlotte foram mais 35 pontos na conta, com 9 rebotes de quebra. O cara simplesmente não para de fazer cesta — já são 10 jogos seguidos marcando 26 ou mais pontos. Tá numa fase que tudo que arremessa, entra.

    O Boston fechou o jogo em 113 a 102, mas não foi moleza não. Os Hornets chegaram a abrir 11 pontos de vantagem no primeiro tempo, deixando a torcida do TD Garden meio nervosa. Só que aí chegou o terceiro quarto — e vocês sabem como é, né? Celtics são especialistas em virar o switch quando precisa.

    A dupla dinâmica funcionou de novo

    O Tatum também fez a sua parte, cravando 23 pontos. E olha que interessante: os dois ficaram em quadra o quarto inteiro. Brad Stevens não quis saber de descanso — e fez bem, porque os Hornets estavam incomodando bastante.

    Do outro lado, o LaMelo Ball fez um jogaço também. 36 pontos, o segundo jogo consecutivo passando dos 30. O moleque tem talento demais, mas sozinho não dá. Brandon Miller ajudou com 20, Miles Bridges fez um double-double (13 pontos e 12 rebotes), mas não foi suficiente.

    Playoff em vista

    Com essa vitória, Boston praticamente garantiu a segunda posição na Conferência Leste. E tem mais: eles fecharam a série da temporada regular contra Charlotte em 2-1. Por que isso importa? Simples — existe uma boa chance dos dois se encontrarem logo na primeira rodada dos playoffs.

    Sinceramente, acho que seria um confronto interessante. Os Hornets têm jogadores que podem incomodar qualquer um quando estão no dia, mas a experiência e a consistência dos Celtics fazem a diferença. O que vocês acham? Hornets conseguiriam levar pelo menos dois jogos numa série contra Boston?

    Ah, e tem um detalhe que me chamou atenção: Kon Knueppel, que está na briga pelo Rookie of the Year, teve uma noite para esquecer. Só 5 de 16 arremessos convertidos, terminando com apenas 13 pontos. Acontece — até os melhores têm seus dias ruins.

  • Stevens manda a real: tá feliz em Boston e não quer sair

    Stevens manda a real: tá feliz em Boston e não quer sair

    Cara, o Brad Stevens finalmente falou. E olha, depois de tanto boato rolando sobre ele ir pra outros lugares — inclusive aquela história do North Carolina que acabou não dando em nada — o cara foi direto ao ponto: tá feliz onde está e não quer saber de mudança.

    “Essa coisa toda do carrossel de técnicos sendo notícia é meio cansativo, mas entendo por que acontece nos dias de hoje”, disse Stevens na coletiva antes do jogo contra o Charlotte. E aí completou com algo que achei sensacional: “Gosto de estar aqui. Eles têm sido ótimos comigo, e eu não tenho procurado nada além disso.”

    O homem que virou executivo

    Stevens deixou de ser técnico dos Celtics em 2021 pra virar presidente de operações de basquete. E sinceramente? Que decisão acertada. O cara tá vendo o time que ele ajudou a construir voando na temporada.

    Porque vamos combinar — ninguém esperava esse Boston depois das saídas do Jrue Holiday, Kristaps Porzingis e Al Horford no começo da temporada. Ainda mais com o Jayson Tatum começando machucado por causa daquela lesão no tendão de Aquiles. Mas ó o que aconteceu…

    O Jaylen Brown simplesmente assumiu a parada. O cara tá com médias de carreira: 28.7 pontos, 7.0 rebotes e 5.2 assistências. Absurdo! Tá até na conversa do MVP, que é coisa séria mesmo.

    Tatum voltando com tudo

    E quando o Tatum voltou no dia 6 de março? O bicho pegou. O cara já emplacou cinco jogos seguidos com mais de 20 pontos antes do jogo de ontem. A dupla Brown-Tatum tá funcionando melhor do que nunca, porque agora não tem mais aquela pressão toda em cima do Tatum.

    Stevens falou uma coisa que me chamou atenção: eles nem cogitaram seriamente o retorno do Tatum até perto do deadline de troca. “Ele estava numa situação física boa do ponto de vista de força, e aí era só questão de recondicionamento físico e recuperar a confiança.”..

    E vocês viram onde os Celtics estão? A duas vitórias de garantir a segunda posição no Leste. Candidato legítimo ao título. Quem diria, né?

    Mas Stevens continua com os pés no chão, como sempre: “Sinto exatamente o mesmo que sentia no começo. Nos playoffs vai ser a mesma coisa — um jogo de cada vez.” Essa mentalidade do cara é o que sempre admirei nele.

    Olha, eu não sei vocês, mas tô começando a acreditar seriamente nesse Boston. Com Stevens comandando nos bastidores e o Joe Mazzulla fazendo um trabalho sensacional como técnico, esse time pode ir longe mesmo. Que acham?