Tag: JJ Redick

  • Lakers em desespero: podem ser o primeiro a virar série perdendo 3-0?

    Lakers em desespero: podem ser o primeiro a virar série perdendo 3-0?

    Olha, vou ser sincero com vocês — a situação dos Lakers tá feia. Perdendo por 3 a 0 para o Thunder, eles tão numa posição que nenhum time na história da NBA conseguiu reverter. Mas sabe o que é mais doido? JJ Redick e os caras ainda acreditam que dá pra virar essa coisa toda.

    O técnico dos Lakers mandou real na coletiva: “Nosso primeiro slide no training camp era ‘ganhe o dia’. Temos que ganhar hoje e temos que ganhar amanhã.” Cara, eu admiro essa mentalidade, mas os números são brutais — 161 times perderam séries saindo atrás 3-0, e ZERO conseguiram virar. Zero mesmo.

    Rui Hachimura tá on fire, mas será que basta?

    Se tem alguém que tá jogando bola nessa série é o Rui Hachimura. O japonês tá numa sequência absurda: 57.1% nos arremessos de três, 54.1% geral e média de 18.3 pontos. Monstro total.

    E o próprio Rui deu uma sacada inteligente quando lembrou da série contra os Rockets na primeira rodada. Os Lakers tinham 3-0 na frente, e Houston quase virou — chegou a 3-2 antes de perder. “É louco, mas acho que é essa mentalidade que precisamos”, disse ele.

    Sinceramente, se alguém conseguir fazer essa mágica acontecer, seria o maior comeback da história do basquete. Mas e aí, vocês acham que os Lakers têm essa força mental?

    O problema do terceiro quarto (e é sério)

    Aqui que a coisa fica feia de verdade. Os Lakers estão sendo massacrados no terceiro quarto: 92 a 61 para o Thunder na série toda. Cara, isso é quase 10 pontos de diferença por jogo só no terceiro período!

    “Sinto que a cada jogo estamos chegando mais perto”, falou Hachimura com otimismo. “Mas defensivamente, especialmente no terceiro quarto, meio que desaceleramos. Não sei se é cansaço ou o quê.”

    A estratégia defensiva contra Shai Gilgeous-Alexander até que tá funcionando — eles conseguiram baixar a média dele de 31.1 pontos na temporada regular para 21.0 na série. Marcus Smart tá fazendo o trabalho sujo, com duplas marcações constantes no MVP da liga.

    Mas aí que entra o problema: Chet Holmgren tá fazendo double-double tranquilo (21.3 pontos e 10.0 rebotes), e Ajay Mitchell apareceu do nada com 20.7 pontos de média. Quando você para um, aparecem outros dois.

    Na minha opinião, os Lakers precisam de um milagre. Não só ganhar quatro jogos seguidos (coisa que já é difícil em qualquer circunstância), mas fazer isso contra um Thunder que tá voando. É daquelas situações onde você torce pelo drama, pelo impossível acontecer.

    Como o próprio Redick disse: “Sendo dos Lakers, você sente que está com as costas contra a parede todo jogo.” Pelo menos eles tão acostumados com a pressão, né? Jogo 4 é segunda-feira no Crypto.com Arena. Vai ser histórico — de um jeito ou de outro.

  • JJ Redick desafia eliminação: ‘Não vou desistir desta série’

    JJ Redick desafia eliminação: ‘Não vou desistir desta série’

    Cara, a situação dos Lakers tá feia. Bem feia mesmo. Depois de perder o terceiro jogo seguido pro Thunder — e de novo se desmoronando no segundo tempo —, o time de Los Angeles tá a uma derrota de dar tchau aos playoffs. Mas olha só a resposta do JJ Redick: o cara simplesmente se recusa a aceitar que acabou.

    “Não vou desistir desta série. Vamos tentar vencer na segunda-feira”, disse Redick após mais uma derrota frustrante. “Vamos tentar estender a série e levar essa coisa de volta pra OKC.”

    Sinceramente? Eu admiro a mentalidade, mas os números não mentem. Nenhum time na história da NBA conseguiu reverter um 0-3 em playoffs. NENHUM. E o que mais me deixa maluco é que os Lakers não estão perdendo por serem piores — eles estão perdendo porque simplesmente desaparecem no segundo tempo.

    O mesmo roteiro de sempre

    Jogo 3 foi a mesma novela: Lakers competindo de igual pra igual, chegando até a liderar no intervalo (59-57), e depois sendo atropelados 74-49 no segundo tempo. Mano, como você perde por 25 pontos num único tempo?

    O problema não é só o cansaço — são 17 turnovers que viraram 30 pontos pro Thunder. Dezessete! É muita bola perdida pra um time que tá lutando pela vida nos playoffs.

    “Terceiro jogo seguido que estamos ali depois de dois tempos e meio”, reclamou Redick. “Tentamos formações diferentes, coberturas diferentes, e perdemos aqueles minutos de novo.”

    Ajay Mitchell é o pesadelo dos Lakers

    E tem um cara que tá sendo o terror dos Lakers: Ajay Mitchell. Esse garoto tá destruindo LA toda vez que o Shai sai de quadra. No jogo 3, ele fez sua melhor partida nos playoffs: 24 pontos e 10 assistências. Entrou no garrafão quando quis.

    Mas olha a profundidade desse time do Thunder — mesmo sem o Jalen Williams (lesionado), eles têm Cason Wallace e Isaiah Joe saindo do banco pra fazer 16 e 12 pontos, respectivamente. É muita qualidade.

    Redick até reconheceu: “Esse time pode se ajustar instantaneamente por causa do elenco que têm. Precisam de arremesso? Têm. Precisam de múltiplos defensores nas alas? Têm. Precisam de dois pivôs? Têm.”

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem o milagre? Eu tô torcendo, mas sendo realista… tá difícil, viu. O Thunder parece ter resposta pra tudo que LA tenta fazer. Ainda assim, tenho que respeitar a atitude do Redick — pelo menos o cara não entregou os pontos.

    Segunda-feira pode ser o último jogo da temporada dos Lakers. Será que eles conseguem pelo menos forçar um quinto jogo? Na minha opinião, precisam de muito mais que mentalidade positiva pra virar essa série.

  • JJ Redick admite: Lakers não conseguem parar banco do Thunder

    JJ Redick admite: Lakers não conseguem parar banco do Thunder

    Cara, a situação dos Lakers tá feia. 0-2 na série contra o Thunder e o JJ Redick foi bem direto na coletiva: o problema não é só o Shai Gilgeous-Alexander. Na verdade, é justamente quando o cara sai de quadra que a coisa desanda.

    Olha que absurdo: os Lakers têm focado tanto em parar o Shai que esqueceram do resto do time. E aí? Ajay Mitchell e Jared McCain estão destruindo nos minutos sem o astro em quadra. Mitchell fazendo média de 19 pontos com 51% de aproveitamento, McCain com 15 pontos e 60% de acertos. Monstro demais.

    Chet Holmgren virou pesadelo no garrafão

    Mas o que mais tá doendo é o Chet Holmgren. O pivô tá dominando o rebote ofensivo e criando segundas chances que tão matando os Lakers. São 3.0 rebotes ofensivos por jogo contra LA, mais que o dobro do que fez contra Portland (1.3).

    “Mitchell e McCain têm nos machucado nesses minutos sem Shai, e o Chet nos machucou o jogo inteiro”, disse Redick. E completou: “Você tem que estar disposto a aceitar algumas coisas. O Shai jogando um contra um até agora na série, nós não estávamos dispostos a aceitar.”

    Sinceramente? Eu entendo a estratégia de duplar o Shai, mas quando você deixa caras como Mitchell e McCain livres, dá nisso. E o pior: eles tão jogando acima da média da temporada regular.

    A solução existe, mas falta consistência

    O técnico dos Lakers não jogou a toalha. Ele acredita que a fórmula pra parar esses caras existe – só precisa ser mais consistente. “Falamos sobre isso o tempo todo, aquele primeiro toque físico. Fizemos isso às vezes, só precisamos ser mais consistentes”, explicou.

    Austin Reaves já mostrou como se faz, dando aquele primeiro contato no Mitchell e impedindo ele de chegar na área. Rui Hachimura também fez uma boa marcação no Holmgren, forçando um arremesso de longe que errou feio.

    Mas aí que tá: fazer uma vez ou outra não adianta. No playoff, ou você é físico do primeiro ao último minuto, ou os caras vão te castigar.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar jogando em casa? Porque do jeito que tá, parece que quanto mais eles focam no Shai, mais o resto do Thunder aproveita. Vai ser interessante ver se o Redick consegue encontrar esse equilíbrio no jogo 3.

  • Lakers no buraco: rebotes e bolas perdidas estão matando LA

    Lakers no buraco: rebotes e bolas perdidas estão matando LA

    Mano, os Lakers estão numa sinuca de bico contra o Thunder. E olha, não é por falta de aviso — LeBron e JJ Redick já sacaram exatamente onde o bicho tá pegando: rebote e cuidado com a bola.

    Cara, é impressionante como os caras não conseguem resolver esses dois fundamentos básicos. Contra Houston na primeira rodada até que melhoraram com o passar da série, mas agora contra Oklahoma? Tá feio a coisa.

    Os números não mentem (e doem)

    Olha só que absurdo: em dois jogos, o Thunder já catou 76 rebotes contra 71 dos Lakers. Não é uma diferença gigante, mas numa série de playoffs cada posse vale ouro. E o pior são as bolas perdidas — 21 turnovers só no Jogo 2! O Thunder transformou essas bobeiras em 26 pontos. Vinte e seis, cara!

    “Vocês podem ver algumas tendências aqui”, falou o técnico JJ Redick depois do jogo. “Provavelmente precisamos voltar às duas chaves que tínhamos contra Houston: cuidar da bola e fazer o bloqueio no rebote.”

    E é exatamente isso. O Thunder não perdoa — eles lideram a NBA em pontos de segunda chance nos playoffs, com 18 por jogo. Contra os Lakers? Subiu pra 19. Quando você dá chances extras pro time favorito ao título, já sabe no que dá.

    LeBron sabe que o problema é básico

    “Acho que hoje fizemos um bom trabalho na primeira defesa, mas temos que limpar o vidro”, disse o LeBron. E olha, quando o cara de 39 anos tá tendo que falar sobre rebote defensivo, é porque a coisa desandou mesmo.

    O pior é que contra Houston eles conseguiram ajustar isso durante a série. Mas agora parece que voltaram aos velhos hábitos. E contra um time como Oklahoma, que não tem fraqueza aparente, você não pode se dar ao luxo de cometer erros primários.

    Sinceramente, eu tô vendo os Lakers repetirem os mesmos erros há dois jogos. JJ Redick falou sobre “cuidar dos detalhes” antes da série começar, mas até agora tá mais pra “esquecer dos detalhes”. E numa série de playoffs, principalmente contra um candidato real ao título, isso é suicídio.

    Agora é ganhar ou ir pra casa

    A real é que o Thunder tá fazendo o que todo time bom faz: aproveitando os erros do adversário e não dando mole. Eles sabem que são favoritos e tão jogando como tal.

    Pro Jogo 3, os Lakers não têm escolha. Ou seguram o rebote e param de entregar a bola, ou vão estar com um pé na pescaria. E convenhamos — depois de tudo que aconteceu na temporada, seria uma pena terminar assim, né?

    Vocês acham que LA consegue ajustar a tempo, ou o Thunder é forte demais mesmo? Pra mim, se não mudarem esses fundamentos básicos no próximo jogo, já era.

  • JJ Redick explica por que Austin Reaves não liga pra críticas

    JJ Redick explica por que Austin Reaves não liga pra críticas

    Olha, eu confesso que fiquei meio preocupado com o Austin Reaves depois daquele vexame no Jogo 1 contra o Thunder. O cara que deveria dividir a responsabilidade do ataque com o LeBron fez só 8 pontos em 3 de 16 arremessos. Três de dezesseis! E ainda errou todas as cinco tentativas de três pontos.

    Mas o JJ Redick, técnico dos Lakers, não tá nem um pouco nervoso com a situação. E o motivo é genial.

    O segredo do Reaves

    “Ele é um dos jogadores que menos fica online na liga toda”, disse Redick antes do Jogo 2. Cara, isso fez total sentido pra mim. Vivemos numa era onde qualquer jogada ruim vira meme em dois segundos, e todo mundo tem opinião no Twitter.

    O técnico continuou: “Ele tem uma grande consciência sobre si mesmo e é o seu próprio pior crítico. Ele se cobra um padrão de como quer jogar”.

    Sinceramente, isso explica muita coisa. Quantos jogadores a gente não viu se perdendo completamente depois de uma performance ruim porque ficaram lendo crítica no Instagram? O Reaves simplesmente não entra nessa.

    A pressão tá grande

    E olha, a pressão em cima do garoto não é pouca não. Com o Luka Doncic ainda machucado (lesão no posterior da coxa), o Reaves virou peça-chave no ataque dos Lakers. Redick foi claro: precisa dele e do Rui Hachimura marcando pontos se quiserem ter alguma chance contra os atuais campeões.

    O mais louco é que o próprio Reaves não tentou dar desculpa depois do Jogo 1. Mesmo voltando de uma lesão no oblíquo que o deixou um mês parado, ele foi direto: “Eu simplesmente preciso jogar melhor”.

    Essa mentalidade é de monstro, não acham? Nada de mimimi ou justificativa. Assumiu a responsabilidade e partiu para cima.

    No Jogo 2, o cara mostrou do que é feito: 23 pontos em 8 de 14 arremessos e 5 assistências. Assim que é. Provou que um jogo ruim não define ninguém – principalmente quando você não fica se martirizando nas redes sociais.

  • JJ Redick explodiu com o árbitro e ganhou técnica – Lakers reagiram!

    JJ Redick explodiu com o árbitro e ganhou técnica – Lakers reagiram!

    Cara, o JJ Redick simplesmente perdeu a cabeça no primeiro quarto do Jogo 2 contra o Thunder. E sabe de uma coisa? Foi lindo de ver.

    A situação tava ficando feia pros Lakers — Thunder já tinha aberto 26 a 16 e fazendo aquela pressão clássica de time campeão. Foi aí que o Redick pediu tempo e… mano, o cara foi tirar satisfação com o árbitro Ben Taylor na lata.

    O momento da explosão

    O técnico dos Lakers começou a gesticular, mostrando onde achava que tinha falta não marcada, e literalmente foi na cara do juiz. Mesmo quando o staff tentou segurar ele, o homem continuou no pé de guerra. Resultado? Técnica na certa.

    Mas olha só — parece que foi exatamente isso que o time precisava. Logo depois da bronca do coach, os Lakers meteram um 7 a 1 no Thunder pra fechar o primeiro quarto e diminuir pra apenas 4 pontos de diferença. Coincidência? Eu acho que não.

    A estratégia por trás da loucura

    Sinceramente, acho que o Redick sabia exatamente o que tava fazendo. Os Lakers são zebras gigantes nessa série — especialmente com o Luka Doncic ainda se recuperando da lesão. Então qualquer vantagem que conseguir nas margens pode fazer a diferença.

    E o cara tem feito um trabalho absurdo até aqui. Conseguiu criar um esquema que tá dando trabalho pro Shai Gilgeous-Alexander, que ainda não encontrou seu ritmo na série. Isso não é pouca coisa contra o atual campeão da NBA.

    A tática de “acordar” a arbitragem pra marcar mais faltas do Thunder pode ser genial. Se conseguir mais lances livres pro Lakers, pode equilibrar um pouco a diferença de talento entre os times.

    Lakers surpreendendo geral

    No intervalo do Jogo 2, pasmem: Lakers na frente por 58 a 57. Quem diria, né? Um time que teve uma temporada regular meio morna tá dando trabalho sério pro Thunder.

    E vocês, o que acham dessa atitude do Redick? Genialidade ou só desespero mesmo? Eu tô achando que pode ser a virada de chave que os Lakers precisavam pra essa série ficar ainda mais interessante.

  • Ayton pode reescrever sua história nos Lakers: ‘Muda nosso teto’

    Ayton pode reescrever sua história nos Lakers: ‘Muda nosso teto’

    Cara, essa pode ser a chance que o Deandre Ayton estava esperando pra mostrar que não é só mais um pivô perdido na liga. Depois de rolar por Phoenix e Portland como uma batata quente, o gigante chegou nos Lakers com uma última oportunidade de ouro — e olha, eu sinceramente acho que ele tá começando a sacar o recado.

    JJ Redick não tá brincando quando diz que “ele é a pessoa que mais muda nosso teto”. É isso aí mesmo. Com Anthony Davis machucado boa parte da temporada, Ayton virou peça-chave nos playoffs, e contra o Thunder na segunda rodada, a parada ficou séria.

    O monstro acordou nos playoffs

    Vamos ser justos: Ayton foi essencial pra passar do Houston na primeira rodada. 11.8 pontos e 10.8 rebotes em 31 minutos por jogo — números até modestos, mas a consistência que ele mostrou foi absurda. Principalmente no Jogo 5, quando os Lakers perderam mas ele meteu 18 pontos e 17 rebotes. No Jogo 6, que fechou a série, catou 16 rebotes. O cara tava voando na quadra.

    Mas aí chega o Thunder com Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein — dois caras que vivem bloqueando tudo que é arremesso no garrafão. No Jogo 1, Ayton até começou bem (10 pontos, 12 rebotes), mas na segunda metade simplesmente sumiu de quadra. Quatro faltas no terceiro quarto e praticamente inexistente no último período.

    As velhas manias voltaram?

    Olha, eu não vou mentir — sempre fico com um pé atrás com o Ayton. O cara tem talento de sobra, foi primeira escolha geral do draft por algum motivo, né? Mas essas oscilações de esforço que perseguem ele desde Phoenix me deixam maluco.

    Lembro quando ele falou no vestiário em fevereiro: “Eu não sou nenhum Clint Capela”. Cara, que desnecessário. Capela pode não ter o talento ofensivo dele, mas pelo menos joga com consistência todo santo jogo. Ayton às vezes parece que tá jogando videogame — quando tá inspirado, é imparável. Quando não tá, você nem lembra que ele existe em quadra.

    Vocês acham que ele consegue manter o foco pra essa série toda? Porque contra o Thunder, meio termo não vai rolar. Holmgren fez 24 pontos e 12 rebotes no Jogo 1, e o Oklahoma meteu 48 pontos no garrafão. Isso é inaceitável pra um cara do tamanho e da qualidade do Ayton.

    A última chance de redenção

    A real é que essa sequência de 16-2 dos Lakers na reta final da temporada mostrou o que acontece quando o Ayton compra a ideia. Ele parou de querer ser estrela e aceitou ser a estrela do seu papel. Faz toda a diferença.

    Mas agora vem o teste de fogo. O Thunder não é o Houston. Holmgren e Hartenstein não vão facilitar nada pra ele no garrafão. Precisa ser físico, disciplinado, e principalmente — precisa jogar os 48 minutos com a mesma intensidade.

    Se ele conseguir, os Lakers viram outro time. Se ele oscilar como sempre fez… bom, aí pode ser tchau pra temporada e talvez tchau pra última chance dele se consolidar como um pivô de elite na NBA. Sem pressão, né Ayton?

  • JJ Redick não esconde: ‘Fomos uma porcaria contra esse time’

    JJ Redick não esconde: ‘Fomos uma porcaria contra esse time’

    Olha, tem hora que técnico tem que falar a real mesmo. E foi isso que o JJ Redick fez depois de ver seu Lakers tomar mais uma surra do Oklahoma City Thunder por 108 a 90, na terça-feira. Cinco palavras que resumem tudo: “We sucked against this team” (fomos uma porcaria contra esse time).

    Cara, cinco derrotas consecutivas pro Thunder. CINCO. Com uma média de derrota de quase 30 pontos de diferença. Isso não é azar não — é problema sério mesmo.

    A realidade crua do Jogo 1

    No primeiro tempo até deu pra ter esperança — Lakers perdendo só por 8 pontos no intervalo (61-53). O LeBron tava fazendo o dele, como sempre. Mas aí veio o terceiro quarto e… nossa, que desespero.

    O Thunder simplesmente apertou a marcação e os Lakers viraram um time perdido em quadra. Austin Reaves teve uma noite horrorosa (8 pontos, 3/16 nos arremessos), e o Deandre Ayton simplesmente sumiu no segundo tempo — zero pontos depois do intervalo.

    Sinceramente, só o LeBron apareceu pra jogar: 27 pontos, 6 assistências. Mas um cara sozinho não ganha jogo de playoffs, né?

    Os números que assombram

    Os dados são cruéis: Lakers converteram apenas 41,7% dos arremessos e entregaram 17 bolas — que viraram 20 pontos pro Thunder. É o tipo de estatística que faz técnico perder o sono mesmo.

    E olha o Redick na coletiva — o cara tava visivelmente abalado. Mas pelo menos foi honesto. Nada de papo furado ou desculpinha esfarrapada. “Fomos uma porcaria contra esse time.” Ponto.

    Na minha visão, essa sinceridade é importante. O time precisa encarar a realidade: tem algo fundamentalmente errado na forma como eles jogam contra Oklahoma City. Não é questão de um jogo ruim — são cinco seguidas levando pau.

    Vocês acham que o Redick consegue encontrar a fórmula mágica pro Jogo 2, na quinta? Porque se continuar assim, essa série vai ser mais curta que o esperado. E olha que ninguém esperava facilidade contra esse Thunder jovem e fominha…

  • Ayton pode ser a chave pro Lakers surpreender o Thunder nos playoffs

    Ayton pode ser a chave pro Lakers surpreender o Thunder nos playoffs

    Cara, eu tô vendo muito otimismo em Los Angeles com o Deandre Ayton ultimamente. E olha, depois de ver o que ele fez contra o Houston na primeira rodada, até que dá pra entender o hype.

    O JJ Redick não tá brincando quando fala que o Ayton “muda completamente nosso teto” – traduzindo: é o cara que pode levar os Lakers além do que todo mundo espera. E sinceramente? Acho que ele tem razão.

    Os números não mentem

    Olha só o que o gigante de 2,13m fez contra os Rockets: duplo-duplo em três jogos, média de 11,8 pontos e 10,8 rebotes (terceiro melhor nos playoffs inteiros). Não é absurdo, mas pra quem tava sendo questionado o tempo todo, mostrou serviço.

    “Tudo tem estado sólido, só ficando no meu papel e fazendo mais dentro dele”, disse o Ayton. E essa mentalidade me chama atenção – o cara tá entendendo que nos playoffs todo mundo precisa subir um nível.

    O duelo dos gigantes

    Agora vem o teste de fogo mesmo. Do outro lado da quadra vai ter o Chet Holmgren (2,16m) e o Isaiah Hartenstein (2,13m). O Holmgren tá fazendo 17,3 pontos, 8,5 rebotes e 2,0 tocos por jogo nesses playoffs – números de monstro.

    Mas aqui entre nós: o Ayton tem a experiência que falta pro Chet. Lembram das Finais de 2021 com o Phoenix? O cara já jogou no maior palco que existe. Isso não se compra em loja.

    “Jogar maior… ser implacável no rebote, proteger o aro o máximo possível”, falou o Ayton sobre o plano de jogo. E faz sentido – o Thunder vive de atacar o garrafão. Se eles conseguirem 50+ pontos na área pintada como costumam fazer, era uma vez Lakers.

    A química com o Smart

    Uma parada que me chamou atenção foi a amizade que rolou entre o Ayton e o Marcus Smart. Os caras sentam lado a lado no vestiário e o Smart virou tipo um irmão mais velho, sempre cobrando, sempre incentivando.

    “Não sou irmão mais velho dele, mas sou alguém que ele respeita”, disse o Smart. E olha, essa liderança faz diferença. Quantas vezes não vimos jogadores talentosos que só precisavam de alguém pra acreditar neles?

    Vocês acham que o Ayton consegue dar conta do recado contra essa defesa monstruosa do Thunder? Porque se ele conseguir repetir os números de Houston (ou melhorar), os Lakers podem mesmo dar trabalho pro atual campeão.

    O jogo 1 é amanhã à noite em Oklahoma City, e eu tô curioso pra ver se todo esse papo vai virar realidade na quadra. Porque uma coisa é certa: se o Ayton não aparecer, pode esquecer qualquer chance de zebra.

  • JJ Redick admite: Thunder é um dos maiores times da história da NBA

    JJ Redick admite: Thunder é um dos maiores times da história da NBA

    Olha, eu admiro a honestidade do JJ Redick. O cara poderia ficar fazendo aquele papinho de técnico de “respeitamos o adversário mas vamos lutar”, mas não — ele foi lá e falou a real: o Thunder é absurdo mesmo.

    “O Thunder é um dos maiores times da história da NBA. Essa é a realidade. Eles são MUITO bons”, disse Redick na coletiva antes do Jogo 1. E cara, não dá pra discordar não. Principalmente depois de ver os Lakers levarem uma surra de 139-96 no último encontro.

    A matemática não mente

    Redick trouxe uns dados que me deixaram impressionado. Times que conseguiram net rating de 10+ em duas temporadas consecutivas? Você tá falando do Bulls do Jordan em 95-96 e 96-97, e do Warriors de 2015-17. Ou seja, dois dos times mais dominantes que já existiram.

    E o Thunder tá nessa lista agora. Monstro demais.

    Lakers na pior situação possível

    Pra piorar a situação dos Lakers, eles vão ter que enfrentar esse time histórico sem o Luka Dončić no Jogo 1 (sim, eu sei que soa estranho Luka nos Lakers, mas é 2026 no artigo original). O cara se machucou justamente naquela goleada que mencionei ali em cima.

    Thunder vem de uma varredura 4-0 na primeira rodada e teve uma semana inteira pra descansar em casa. Sinceramente? Não sei como os Lakers vão conseguir competir nessas condições.

    Vocês acham que essa honestidade brutal do Redick pode intimidar ainda mais os jogadores dele? Ou será que é melhor mesmo assumir a realidade e tentar fazer o impossível? Eu, particularmente, prefiro um técnico que fala a verdade do que um que fica vendendo ilusão.

    O Jogo 1 acontece na terça-feira em Oklahoma City. E olha, se os Lakers conseguirem roubar um jogo lá, vai ser quase um milagre.