Tag: Joe Mazzulla

  • Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Cara, que situação bizarra é essa em Boston. O Joe Mazzulla vai continuar como técnico do Celtics na próxima temporada E ainda pode ganhar o prêmio de melhor técnico do ano. Sim, você leu certo — mesmo depois de fazer história pelo motivo errado.

    Os Celtics foram eliminados na primeira rodada pelos 76ers. Tudo bem, acontece. Mas o jeito que aconteceu foi de doer na alma de qualquer torcedor: eles estavam 3-1 na série e conseguiram entregar tudo de bandeja pro Joel Embiid e cia.

    Uma eliminação que entrou pra história

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi uma coisa dessas. Pela primeira vez na história da franquia, Boston perdeu uma série depois de estar 3-1 na frente. É o tipo de coisa que marca uma temporada de forma negativa pra sempre.

    E o mais louco? Mesmo com essa eliminação constrangedora, tudo indica que Mazzulla não só fica no cargo como ainda pode levar o troféu de Coach of the Year nos próximos dias. Sinceramente, não sei se isso faz sentido ou se é só a NBA sendo a NBA mesmo.

    Situação financeira tranquila

    Pelo menos uma coisa boa: o Celtics tem grana pra se mexer no mercado. Eles estão numa situação financeira confortável, abaixo dos limites de imposto de luxo, o que significa que têm uns $15 milhões pra gastar com um jogador de nível médio e mais alguns milhões em exceções.

    Tatum e Brown continuam sendo os pilares do time, ganhando mais de $115 milhões juntos — e olha que o Tatum nem assinou a extensão máxima ainda. São os caras que precisam carregar esse time nas costas na próxima temporada.

    O Nikola Vucevic, que chegou em fevereiro machucado, é o único free agent importante que eles têm. Aos 35 anos, provavelmente vai ter que aceitar bem menos grana pra continuar.

    Vocês acham que Mazzulla merece mesmo ficar depois dessa? Eu fico dividido. O cara fez um trabalho sólido na temporada regular, mas perder uma série de 3-1 é imperdoável em qualquer nível.

  • Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu com o Boston Celtics. Perder uma série que estava 3-1 para o Philadelphia 76ers? Isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete. E o Bill Simmons, que é praticamente a voz dos torcedores do Celtics, não poupou críticas ao técnico Joe Mazzulla.

    O mais irônico? Simmons tinha votado em Mazzulla para Técnico do Ano. Mas depois dessa eliminação catastrófica, mudou completamente de opinião.

    O experimento que deu errado

    A crítica do Simmons é cirúrgica: Mazzulla abandonou exatamente o que fazia o Celtics funcionar na temporada regular. Ao invés de manter o ritmo acelerado e usar todo o elenco, o técnico resolveu fazer experiência na hora mais crítica.

    “Eles voltaram pro estilo de 2024 sem ter os mesmos jogadores”, disparou Simmons. “Diminuíram o ritmo, abandonaram o banco.”

    E olha, eu concordo completamente. O segundo quinteto era o verdadeiro superpoder do Boston. Jogadores como Hugo e Walsh entravam pra dar cinco, seis minutos de energia pura – aquele basquete doido que desestabiliza qualquer adversário. Mas Mazzulla simplesmente ignorou essa arma.

    Pior ainda: o técnico admitiu que queria “ver o que tinha com Vucevic”. Mano, você tá numa série decisiva e resolve fazer teste? Isso é coisa de pré-temporada, não de playoffs!

    Tatum pagou o preço da teimosia

    Se a gestão do elenco já foi questionável, o que fizeram com Jayson Tatum foi desumano. O cara tinha voltado há pouco tempo de uma lesão séria no tendão de Aquiles – perdeu 62 jogos, gente!

    E mesmo assim, Mazzulla botou ele pra jogar 39, 42, 35 e 41 minutos nos jogos 2 a 5. Resultado? Tatum se machucou de novo no jogo 6 e ficou fora do decisivo jogo 7.

    Sem o astro em quadra, o quinteto inicial que Mazzulla escalou entrou pra história pelos motivos errados. Luka Garza, Baylor Scheierman e Ron Harper Jr. – três caras no quinteto inicial – combinaram zero pontos. ZERO. Primeira vez desde 1970 que três titulares ficam sem pontuar em um jogo de playoff.

    Vocês conseguem imaginar a pressão? Jogo 7, sem seu melhor jogador, e ainda por cima com um técnico que parece ter perdido o rumo completamente.

    Na real, Simmons resumiu tudo perfeitamente: “Philly ganhou a série, mas Boston que entregou de bandeja.” E eu não consigo discordar. Que desperdício absurdo de uma temporada que prometia tanto.

  • Mazzulla admite: Embiid mudou tudo na série contra os Celtics

    Mazzulla admite: Embiid mudou tudo na série contra os Celtics

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: dói admitir isso como fã de basquete que acompanha a NBA há anos, mas o Joel Embiid simplesmente resolveu virar protagonista na hora que mais importava. E o Joe Mazzulla, técnico dos Celtics, teve a humildade de reconhecer isso na coletiva pós-jogo.

    “O que mudou nesta série foi que Joel Embiid voltou e eles são um time completamente diferente”, disse Mazzulla. Cara, isso é dar flores pro adversário no nível máximo.

    A volta que ninguém esperava

    Vamos aos fatos: Boston estava com a faca e o queijo na mão, liderando a série por 2-1 quando Embiid voltou de uma apendicectomia. Vinte dias parado, mano. Vinte. E o cara volta e mete 26 pontos no primeiro jogo de volta? Absurdo.

    Mas foi no Jogo 5 que a coisa ficou séria mesmo. 33 pontos para começar a virada histórica. E no decisivo Jogo 7? 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências. O homem simplesmente decidiu que não ia perder pros Celtics de novo.

    E vocês sabem o que mais me impressionou? A mudança mental dele. Na última vez que esses times se enfrentaram num Jogo 7, Embiid simplesmente derreteu: 15 pontos, arremessando 5/18. Foi uma atuação que definiu a carreira dele como alguém que não aparecia nos momentos decisivos.

    Boston sem resposta

    Sinceramente, eu não esperava que os Celtics fossem ter tanto problema com Embiid assim. Historicamente eles sempre jogaram bem contra ele, mas essa temporada foi diferente. Mazzulla tentou de tudo: começou com Luka Garza pra dar uma cara nova na marcação, mas o cara tomou falta rápido e foi pro banco. Neemias Queta também não conseguiu segurar o monstro.

    É frustrante ver um time como Boston — que tem tradição e conhece playoff como ninguém — não ter profundidade no garrafão pra lidar com um cara desses. Porque uma coisa é certa: quando Embiid está saudável e focado, ele é praticamente imparável.

    O que vocês acharam dessa admissão do Mazzulla? Eu acho que mostra a classe dele como técnico, mesmo na derrota mais dolorida possível. Porque perder pros 76ers depois de 42 anos deve doer mais que uma enterrada na cara.

  • Mazzulla mantém a frieza: ‘Não foi tudo ruim’ após surra dos 76ers

    Mazzulla mantém a frieza: ‘Não foi tudo ruim’ após surra dos 76ers

    Olha, eu admiro a tranquilidade do Joe Mazzulla. Cara toma uma surra de 113-97 em casa — EM CASA! — pros 76ers no jogo 5 e sai de lá falando como se fosse só mais uma derrota qualquer da temporada regular. Esse cara tem sangue de barata, não é possível.

    “Tenham entendimento, perspectiva”, foi o que o técnico dos Celtics disse pros jogadores no vestiário. “Não foi tudo ruim. Jogamos um basquete sólido e vamos focar no que precisamos melhorar para ser mais consistentes indo pra Filadélfia.”

    A filosofia do arremesso de 3

    Sinceramente, eu não sei se admiro ou questiono essa postura. Boston fez apenas 11 de 39 arremessos de três pontos — uns 28% miseráveis. Isso é o que mais pesou na derrota, mas Mazzulla continua apostando nessa filosofia do “viver e morrer pelo três”.

    E olha, não é que ele esteja errado. Quando os Celtics estão quentes de perímetro, eles destroem qualquer time da liga. Mas já perderam alguns jogos importantes nos playoffs dos últimos anos exatamente por forçar demais a barra de longa distância. É uma faca de dois gumes que dá resultado — até não dar mais.

    Tatum e Brown sumiram

    O que mais me impressionou negativamente foi ver Jayson Tatum e Jaylen Brown com -26 de plus/minus COMBINADOS. Cara, esses caras são as estrelas do time! Não podem desaparecer assim numa eliminatória, ainda mais jogando em casa.

    E o Derrick White? Nem chegou em dois dígitos. Isso não pode acontecer se o Boston quer fechar a série no jogo 6. A defesa também foi patética — deixaram os 76ers acertarem 50% dos arremessos de quadra.

    Ah, e os lances livres? 14 de 23. Sessenta e um por cento! Isso é coisa de time universitário, não de candidato ao título da NBA.

    A verdade é que os Celtics ainda lideram a série por 3-2, então não é hora de desespero. Mas essa derrota foi um banho de água fria. Vocês acham que eles conseguem se recuperar na Filadélfia na quinta-feira? Porque eu tô começando a ficar nervoso com essa inconsistência toda…

  • Mazzulla explica o colapso dos Celtics no último quarto

    Mazzulla explica o colapso dos Celtics no último quarto

    Cara, eu ainda tô tentando entender o que diabos aconteceu com os Celtics ontem à noite. Sério mesmo. O time tava dominando os 76ers em casa, tinha tudo na mão pra fechar a série no jogo 5, e aí… simplesmente derreteu no último quarto. Foi de dar dó de ver.

    Olha, até o terceiro quarto tava tudo perfeito. Tatum e Brown combinaram 19 pontos no período, a defesa tava funcionando, as bolas de três entrando. Mesmo com o Embiid começando a esquentar, Boston mantinha o controle. Eu já tava até imaginando eles descansando uns dias antes da segunda rodada dos playoffs.

    O colapso foi histórico

    Mas aí veio o quarto período e foi uma das piores exibições ofensivas que eu já vi dos Celtics. Presta atenção nesses números: 3 de 22 nos arremessos de quadra. TRÊS DE VINTE E DOIS! E pior ainda — erraram lances livres, convertendo apenas 3 de 7 da linha da caridade. Como assim, mano?

    O técnico Joe Mazzulla foi bem honesto na coletiva pós-jogo quando tentou explicar o que rolou com seus jogadores: “Não acho que foi necessariamente pelas bolas de três, é o entendimento de que estávamos em boa posição e não executamos… simplesmente fica frustrante”.

    Philadelphia aproveitou cada erro

    Claro que os 76ers merecem crédito pela defesa no último quarto, mas sinceramente? Os Celtics se sabotaram sozinhos. E Philadelphia soube aproveitar — Quentin Grimes deu contribuições importantes e o time controlou os rebotes, cortando várias das opções de vitória de Boston.

    Agora a série volta pra Filadélfia pro jogo 6 na quinta-feira. Olha, eu ainda acho que os Celtics fecham longe de casa (já ganharam dois lá, por que não um terceiro?), mas que foi um susto desnecessário, ah isso foi. Vocês acham que esse tropeço pode afetar o psicológico do time ou foi só uma noite ruim mesmo?

    Uma coisa é certa: desperdiçar a chance de fechar em casa dói, ainda mais quando você tá dominando o jogo por três quartos. Mas hey, série ainda tá 3-2 pros Celtics. Só não pode vacilar de novo.

  • Mazzulla fala a real sobre Embiid: ‘Não dá pra parar ele’

    Mazzulla fala a real sobre Embiid: ‘Não dá pra parar ele’

    Olha, quando anunciaram que o Joel Embiid ia voltar no Jogo 4 depois daquela cirurgia de apendicite, até me arrepiei um pouco. O cara tinha perdido três jogos seguidos da série contra o Celtics, e todo mundo sabe o monstro que ele pode ser quando tá 100%. Mas na real? Não adiantou quase nada. Boston meteu 128 a 96 nos Sixers e mostrou que tá em outro patamar.

    O mais interessante foi a postura do Joe Mazzulla depois do jogo. Cara, o técnico do Celtics podia ter falado qualquer coisa arrogante, né? Afinal, o time dele tá 3-1 na série e acabou de dar uma sova histórica. Mas não. O cara foi lá e deu o respeito que o Embiid merece.

    A verdade crua do Mazzulla

    “Embiid errou alguns arremessos que ele normalmente acerta. Você não vai conseguir parar ele. Só dá pra tentar contê-lo”, disse Mazzulla na entrevista pós-jogo. E sinceramente? Essa é a mais pura verdade.

    Quem acompanha NBA sabe que o Embiid é daqueles caras que podem explodir a qualquer momento. O maluco já foi MVP, já dominou temporadas inteiras, e mesmo vindo de uma cirurgia, continua sendo um problema gigantesco pra qualquer defesa. Mazzulla entende isso e não tá subestimando nada — atitude de técnico experiente.

    A defesa do Boston funcionou bem, mas teve sorte também. O pivô dos Sixers realmente perdeu algumas que ele costuma acertar. Em uma noite normal dele, esse placar poderia ter sido bem diferente.

    Embiid de volta mudou alguma coisa?

    Aqui fica uma parada interessante: será que a volta do Embiid não atrapalhou mais do que ajudou? Nos jogos sem ele, Filadélfia estava usando Adem Bona e Andre Drummond no garrafão, e isso dava mais velocidade pro time. Com a bola mais nas mãos do Tyrese Maxey e Paul George, os Sixers conseguiam jogar num ritmo mais acelerado.

    Com Embiid em quadra, o jogo fica mais lento, mais centrado no poste. E contra uma defesa organizada como a do Celtics, isso pode ser um problema. Não que o cara seja ruim — longe disso — mas às vezes o timing de uma volta faz toda diferença.

    Boston dominou completamente os rebotes e chuvas de três, receita perfeita pra uma vitória de 32 pontos de diferença. Os caras simplesmente jogaram melhor em todos os fundamentos.

    Agora é decidir em casa

    A real é que o Celtics pode fechar a série na terça-feira, no Jogo 5. E depois dessa demonstração de força, fica difícil imaginar os Sixers reagindo. Mas né, NBA é NBA. Com Embiid saudável e jogando em casa, qualquer coisa pode acontecer.

    Vocês acham que Filadélfia ainda tem chance de virar essa série? Porque eu, sinceramente, acho que Boston já mostrou que tá num nível muito acima. Mas no basquete, a gente nunca sabe…

  • NBA snoba Celtics nas finais de prêmios — só Mazzulla escapou

    NBA snoba Celtics nas finais de prêmios — só Mazzulla escapou

    Cara, a NBA divulgou os finalistas dos principais prêmios da temporada regular e… bem, não foi um dia muito feliz pros fãs dos Celtics. Praticamente todos os nossos caras ficaram de fora das finais dos prêmios individuais. Só o técnico Joe Mazzulla conseguiu uma vaga como finalista a Técnico do Ano.

    E olha, sinceramente? Algumas dessas exclusões doem mais que enterrada na cara.

    Mazzulla finalista (mas nem quer saber do prêmio)

    O Mazzulla tá concorrendo ao prêmio de Técnico do Ano junto com Mitch Johnson (Spurs) e JB Bickerstaff (Pistons). E pelas campanhas dos times, ele tem chances reais de levar.

    Mas aqui vem o plot twist mais Mazzulla possível: o cara literalmente cagou pro prêmio. “Eu não preciso disso. Acho que é um prêmio estúpido. Eles não deveriam ter isso. É mais sobre os jogadores”, disse ele mês passado. Mano, só o Mazzulla mesmo pra falar isso abertamente (risos).

    Na real, eu meio que concordo com ele. O técnico é importante, mas quem joga são os caras. Ainda assim, seria massa ver ele ganhar — mesmo que ele não ligue.

    Jaylen Brown ignorado no MVP

    Aqui dói. Os finalistas ao MVP são Nikola Jokić (Nuggets), Victor Wembanyama (Spurs) e Shai Gilgeous-Alexander (Thunder). Todos têm casos fortíssimos mesmo — SGA com 31.1 pontos, Jokić quase triplo-duplo de média (27.7 pts, 10.8 reb, 9 ast) e Wemby sendo um monstro defensivo (25 pts, 11.5 reb, 2.7 tocos).

    Mas o Jaylen Brown teve a MELHOR temporada da carreira dele: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências. Cara, 28.7 pontos de média! E ficou de fora?

    Eu sei que a concorrência tá absurda, mas o JB merecia pelo menos estar na conversa. Vocês acham que ele foi injustiçado ou os três finalistas eram mesmo inquestionáveis?

    Derrick White esquecido no DPOY

    Essa aqui me revolta. O Derrick White teve uma das melhores temporadas defensivas que eu já vi na NBA — e olha que eu acompanho isso há anos. 1.3 tocos e 1.1 roubos de bola por jogo, ambos recordes pessoais. O cara foi FUNDAMENTAL na defesa dos Celtics.

    Os finalistas são Chet Holmgren (Thunder), Ausar Thompson (Pistons) e — pasmem — Victor Wembanyama de novo. Não tô tirando o mérito desses caras, mas o White mereceu pelo menos estar entre os três.

    Até o próprio Jaylen Brown já falou várias vezes que o White teve uma temporada digna de DPOY. Quando seu próprio companheiro faz campanha pra você, é sinal que a coisa é séria.

    E o Neemias Queta? O português saiu de quarto opção no banco pra titular de um dos melhores times da liga. Saltou de 5 pontos pra 10.2, quase dobrou os rebotes… mas também ficou de fora do Jogador Que Mais Evoluiu.

    Pelo menos ele tá levando numa boa: “Se não for esse ano, ano que vem tá disponível de novo”, disse no podcast do White. Mentalidade top.

    No fim das contas, prêmios individuais são legais, mas o que importa mesmo é levantar o Larry O’Brien. E nisso, os Celtics tão muito bem obrigado.

  • Mazzulla chama prêmio de Técnico do Ano de ‘estúpido’ – e tem razão?

    Mazzulla chama prêmio de Técnico do Ano de ‘estúpido’ – e tem razão?

    Olha, eu já esperava algo assim do Joe Mazzulla, mas mesmo assim ele conseguiu me surpreender. O técnico do Celtics simplesmente detonou o prêmio de Técnico do Ano da NBA, chamando de “estúpido” e dizendo que nem deveria existir. E sabe o que é mais engraçado? Ele é um dos favoritos para ganhar o troféu este ano.

    “Eu não preciso disso, acho que é um prêmio estúpido”, disse Mazzulla com aquela cara de paisagem dele. “Eles não deveriam ter isso, é mais sobre os jogadores e o trabalho que a comissão técnica faz. É simples assim, eu realmente não quero mais ser perguntado ou falar sobre isso de novo. É simplesmente idiota. Os jogadores jogam, a comissão técnica trabalha pra caramba e eu sou grato por tê-los.”

    O cara que não quer reconhecimento está dominando

    A ironia toda é que Mazzulla tem a segunda melhor odd (+280) para levar o prêmio, perdendo só para JB Bickerstaff do Pistons. Vocês conseguem imaginar ele ganhando e tendo que fazer um discurso? Cara, seria épico demais. Aposto que ele pegaria o troféu e entregaria pro gandula mais próximo só de sacanagem.

    E olha, por mais que ele odeie esse tipo de coisa, o mérito está aí. O Celtics tem mais de 50 vitórias numa temporada em que todo mundo achava que eles iam ser coadjuvantes por causa da lesão no Aquiles do Jayson Tatum. Mas aqui estamos no final de março, com Boston tendo o segundo melhor record do Leste.

    Mazzulla sendo Mazzulla

    Sinceramente acho que ele tem um ponto. Esses prêmios individuais no basquete são meio complicados mesmo – é um esporte coletivo, monstro. O técnico só funciona se os jogadores comprarem a ideia e se o staff todo estiver alinhado.

    Mas vamos combinar: seria hilário demais ver como ele reagiria ganhando o prêmio. Provavelmente falaria “obrigado” e sairia de cena. Típico Mazzulla – o cara que levou o Celtics ao título em 2024 e agora está fazendo mágica com Tatum voltando das lesões.

    E aí, vocês acham que ele tem razão sobre o prêmio ser desnecessário, ou é só mais uma das provocações clássicas dele?

  • Mazzulla detona prêmio de Treinador do Ano: ‘É estúpido’

    Mazzulla detona prêmio de Treinador do Ano: ‘É estúpido’

    Olha, eu já vi técnico humilde, mas o Joe Mazzulla dos Celtics conseguiu elevar isso a outro nível. O cara é cotado pra levar o prêmio de Treinador do Ano e simplesmente mandou a real: “Eu acho que é um prêmio estúpido. Eles não deveriam ter isso.”

    Monstro, né? Em pleno 2024, com todo mundo politicamente correto, o Mazzulla vai lá e fala que não quer nem conversar sobre o assunto. E o melhor — ou pior, dependendo do seu ponto de vista — é que ele tem razão de sobra pra estar na disputa.

    Os números não mentem

    Cara, os Celtics estão com a quinta temporada consecutiva de 50+ vitórias. Isso mesmo, QUINTA seguida. E olha que não foi moleza não — eles perderam peças importantes no verão e ainda tiveram que lidar com o Jayson Tatum machucado boa parte da temporada com lesão no tendão de Aquiles.

    Mesmo assim, lá estão eles na segunda colocação do Leste. Sinceramente, acho que é trabalho pra Treinador do Ano mesmo, mas o próprio cara não quer saber disso.

    “Não preciso disso”, disse Mazzulla na coletiva. “É mais sobre os jogadores. É mais sobre o trabalho que a comissão técnica faz. É simples assim. Nunca mais quero ser perguntado ou falar sobre isso de novo. É só estúpido mesmo.”

    Reconhecimento dos colegas de profissão

    Enquanto o Mazzulla tá jogando o prêmio no lixo, os outros técnicos da liga reconhecem o trabalho dele. O Quin Snyder, técnico do Hawks, foi só elogios:

    “Sempre que seu elenco muda, quando você perde um jogador do calibre do Jayson Tatum, você se ajusta. O que o Joe fez foi descobrir uma maneira de jogar que maximiza a personalidade que eles têm.”

    E é verdade mesmo. Não é qualquer um que mantém um time competitivo depois de uma reformulação e ainda com o principal craque no departamento médico. O cara pegou as peças que tinha e fez funcionar — e funcionar bem.

    Vocês acham que ele tá certo em menosprezar o prêmio assim? Ou é só jeito de falar mesmo? Porque uma coisa é ser humilde, outra é chamar a premiação de “estúpida” na cara dura (risos). Mas, olha, pelo menos sabemos que se ele ganhar, vai ser o discurso mais sincero da história dos prêmios da NBA.