Tag: Joe Mazzulla

  • Joe Mazzulla leva Coach of the Year de lavada e eu não esperava

    Joe Mazzulla leva Coach of the Year de lavada e eu não esperava

    Cara, o Joe Mazzulla simplesmente arrasou na votação para Coach of the Year da NBA. E quando eu falo arrasou, é porque foi mesmo — 62 votos de primeiro lugar num total de 100. Isso é praticamente uma goleada no basquete dos técnicos.

    Olha, vou ser sincero: quando a temporada começou, eu tinha minhas dúvidas sobre os Celtics. O Jayson Tatum machucado no Aquiles, algumas mudanças no elenco… parecia que Boston ia ter uma temporada complicada pela frente. Mas o Mazzulla provou que eu (e muita gente) estava errado.

    56 vitórias sem elenco completo é coisa de monstro

    Os Celtics terminaram com 56-26 e ficaram com a segunda melhor campanha do Leste. Tá, eu sei que perderam na primeira rodada pros 76ers numa série de sete jogos que doeu na alma, mas cara — considerando as circunstâncias, foi um baita trabalho.

    O segundo colocado na votação foi o JB Bickerstaff, do Detroit Pistons, que recebeu 29 votos de primeiro lugar. Impressionante o trabalho que ele fez com aquele time dos Pistons, mas a diferença foi gritante mesmo.

    Críticas pela eliminação precoce são justas?

    Tem gente criticando o Mazzulla pela saída precoce nos playoffs. Eu entendo a frustração — depois de ganhar o título na temporada 2023-24, a expectativa era alta. Mas vocês acham que é justo culpar só o técnico? Na minha visão, tem que considerar que o cara trabalhou praticamente o ano todo sem o elenco ideal.

    E olha, conquistar o primeiro Coach of the Year da carreira aos 37 anos não é moleza. O Mazzulla mostrou que sabe se adaptar e tirar o máximo do que tem disponível. Isso é qualidade de técnico de elite.

    Agora a real questão é: o que os Celtics vão fazer na offseason? Com Tatum e Brown como pilares, eles precisam de peças que complementem o duo. E pelo jeito que o Mazzulla conduziu esse time na temporada, eu diria que eles estão no caminho certo.

    E aí, vocês acham que essa premiação foi justa ou tinha outro técnico mais merecedor? Eu fico curioso pra ver como vai ser a próxima temporada com esse reconhecimento nas costas.

  • Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Cara, que história mais maluca essa. O Joe Mazzulla acabou de ganhar o prêmio de Técnico do Ano da NBA — o mesmo prêmio que ele chamou de “idiota” há algumas semanas. E olha, não vou mentir, tem uma ironia deliciosa nisso tudo.

    O técnico dos Celtics desbancou J.B. Bickerstaff (Pistons) e Mitch Johnson (Spurs) para levar a honraria da temporada 2025-26. Ele se tornou apenas o quarto técnico na história da franquia a ganhar esse prêmio, juntando-se a lendas como Bill Fitch, Tommy Heinsohn e Red Auerbach — sim, o cara que dá nome ao troféu.

    “Prêmio idiota” que ele não queria

    Lembram quando ele falou aquilo em março? “Eu não preciso disso. Acho que é um prêmio idiota. Não deviam ter isso. É mais sobre os jogadores.” Mano, que personalidade forte! E ele manteve a linha mesmo ganhando.

    No discurso de agradecimento, Mazzulla continuou desviando o mérito: “Este prêmio pertence ao nosso staff, que está lá pros caras todo dia. Deveria se chamar Staff do Ano.” Sinceramente? Adoro essa humildade, mesmo que seja meio forçada às vezes.

    Temporada que justifica o prêmio (mesmo com o vexame)

    Olha, por mais que ele não goste do prêmio, foi merecido. Os Celtics perderam peças importantes na offseason — Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford, Luke Kornet — e ainda ficaram sem Jayson Tatum até março. Mesmo assim? 56-26 de campanha e 2ª colocação no Leste.

    Oito jogadores dos Celtics bateram recordes pessoais em pelo menos quatro categorias estatísticas. Jaylen Brown virou candidato a MVP e o Neemias Queta (nosso português querido!) terminou em 4º no Most Improved Player. Isso é trabalho de técnico, não tem como negar.

    Mas aí vem o porém… O timing desse prêmio é meio constrangedor. Os Celtics entregaram uma vantagem de 3-1 contra os 76ers e caíram logo na primeira rodada dos playoffs. Que vexame histórico! As críticas choveram, especialmente pela dependência excessiva das bolas de 3 e pelas escolhas questionáveis no Jogo 7.

    O que vem por aí

    Brad Stevens, o presidente de operações, saiu em defesa de Mazzulla e prometeu melhorar o elenco. “Acho que eles são muito bons”, disse Stevens sobre a comissão técnica.

    E os números do Mazzulla em Boston são absurdos mesmo: 72,6% de aproveitamento na temporada regular — o maior da história da NBA — e um título em 2024. Não é pouca coisa.

    Agora a pergunta que fica é: será que esse prêmio vai motivar ainda mais o cara que já disse que não precisa de reconhecimento? Ou vai ser só mais uma lembrança de que temporada regular não significa nada se você não entregar nos playoffs? Vocês acham que ele consegue levar os Celtics de volta ao topo na próxima temporada?

  • Mazzulla é eleito melhor técnico da NBA após milagre nos Celtics

    Mazzulla é eleito melhor técnico da NBA após milagre nos Celtics

    Cara, eu tenho que confessar uma coisa: quando vi o Jayson Tatum se machucar no Aquiles no começo da temporada, achei que era o fim de linha pros Celtics. Sério mesmo. Como é que você mantém um time competitivo perdendo sua estrela principal e ainda tendo que trocar metade do elenco por causa do salary cap?

    Pois é, Joe Mazzulla mostrou como. O cara simplesmente pegou esse time destroçado e fez o impossível — levou Boston pra segunda posição no Leste com 56 vitórias. E ontem foi oficialmente reconhecido como o melhor técnico da NBA de 2025-26.

    O milagre de Boston explicado

    Olha só a situação que o Mazzulla enfrentou: além do Tatum fora por quase toda temporada (só jogou 16 partidas), os Celtics tiveram que trocar Kristaps Porziņģis e Jrue Holiday, e ainda perderam Al Horford na free agency. Basicamente, era pra ser uma temporada de reconstrução.

    Mas o Mazzulla não aceita essa de “ano perdido”. O cara pegou o Jaylen Brown e falou: “agora é com você, monstro”. E o Brown respondeu à altura — 28.7 pontos por jogo, recorde da carreira. Absurdo o nível que esse cara atingiu quando precisou carregar o time nas costas.

    E a defesa? Continuou elite, como sempre. É isso que eu mais admiro no trabalho do Mazzulla — ele nunca abre mão da identidade defensiva dos Celtics, independente de quem está em quadra.

    Concorrência pesada, mas merecida

    A disputa não foi moleza. J.B. Bickerstaff levou o Detroit Pistons (sim, o Detroit!) pra primeira posição no Leste — coisa que ninguém esperava. E o Mitch Johnson fez um trabalho espetacular no San Antonio, segunda melhor campanha da liga.

    Mas no final, os 62 votos de primeiro lugar pro Mazzulla mostram que a galera reconheceu o tamanho do desafio que ele superou. Sinceramente, acho que foi a escolha certa. Qualquer um consegue técnico um super time — o difícil é fazer milagre com o que você tem.

    O engraçado é que esse é o primeiro prêmio de técnico do ano do Mazzulla, mesmo tendo uma porcentagem de vitórias de .726 em quatro anos. Ele sempre ficava ali no top 3, mas nunca levava. Dessa vez não teve como negar.

    Na entrevista, o cara foi humilde demais, dando crédito pra comissão técnica e pros jogadores. “Eu me sinto mal que eles não estão aqui”, disse sobre os assistentes. Essa humildade é o que faz a diferença, na minha opinião.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem ir longe nos playoffs mesmo sem o Tatum? Com o Brown jogando nesse nível e o Mazzulla comandando, eu não duvido de nada.

  • Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha prêmio que ele mesmo chama de ‘idiota’

    Cara, só o Joe Mazzulla mesmo pra conseguir ganhar um prêmio e ainda assim manter a pose de quem não liga. O técnico do Boston Celtics foi eleito o Treinador do Ano da NBA, mas continua firme na opinião dele: o prêmio é “idiota”.

    Há alguns meses, quando perguntaram pro Mazzulla sobre a possibilidade de ganhar o Coach of the Year, a resposta foi direta no queixo: “Acho que é um prêmio idiota”. E ontem? Bom, ele ganhou esse prêmio “idiota”.

    A filosofia Mazzulla

    Olha, eu até entendo o ponto do cara. Basquete é esporte coletivo, e técnico não joga sozinho – tem toda uma comissão técnica por trás. Mazzulla sempre bateu nessa tecla de que deveria ser um prêmio para toda a staff, não só pra ele.

    Mas convenhamos: quando você pega um time que já era bom e transforma numa máquina de 64 vitórias na temporada regular, algum mérito individual você tem que ter, né? Os Celtics dominaram a conferência leste de uma forma que foi até meio assustadora.

    Temporada histórica em Boston

    E que temporada foi essa dos Celtics, hein? Lideraram a NBA em vitórias, tiveram um dos melhores ataques da história da liga, e Mazzulla conseguiu fazer o Jayson Tatum e Jaylen Brown funcionarem como nunca.

    Sinceramente, eu achei que o técnico ia pelo menos fingir que ficou feliz com o prêmio. Mas não – o cara manteve a coerência até o final. É meio rebelde, mas também é honesto. Vocês acham que ele tá certo em menosprezar o prêmio individual?

    No final das contas, o que importa mesmo é se ele vai conseguir levar esse discurso de trabalho em equipe até o título da NBA. Porque individual ou coletivo, prêmio idiota ou não, o que os fãs de Boston querem mesmo é ver aquele banner 18 pendurado no TD Garden.

  • Mazzulla ganha Coach of the Year e quebra jejum de 46 anos dos Celtics

    Mazzulla ganha Coach of the Year e quebra jejum de 46 anos dos Celtics

    Cara, que temporada absurda do Joe Mazzulla! O técnico dos Celtics acabou de levar o prêmio de Coach of the Year da NBA e, olha só que loucura — é o primeiro técnico de Boston a ganhar isso em 46 anos. Desde 1980, galera!

    O mais engraçado? O próprio Mazzulla odeia esse prêmio. Em março ele falou que era “um prêmio estúpido” e que “não deveria nem existir”. Na moral, ele mandou: “Não preciso disso. É mais sobre os jogadores. É sobre o trabalho que a comissão técnica faz. Não quero nem ser perguntado sobre isso de novo”.

    Mas querendo ou não, o cara mereceu pacas.

    A reviravolta épica de Boston

    Deixa eu explicar o cenário: depois que o Jayson Tatum rompeu o tendão de Aquiles na segunda rodada dos playoffs passados contra os Knicks, os Celtics desmancharam tudo. Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford, Luke Kornet — todo mundo foi embora pra fugir do luxury tax.

    Sobraram basicamente o Jaylen Brown, Derrick White, Payton Pritchard e uns caras desenvolvidos internamente. A projeção era de 41.5 vitórias — praticamente um time de Play-In. Os Pacers, que passaram pela mesma situação com o Haliburton machucado, terminaram com 19-63. Todo mundo esperava que Boston tivesse uma “temporada de transição”.

    E aí o Mazzulla pegou esse elenco “quebrado” e fez 56 vitórias. Cinquenta e seis! Eu sinceramente não esperava isso.

    O sistema que funcionou

    O estilo do Mazzulla é todo baseado nos arremessos de 3 e na posse de bola. Os Celtics ficaram em 3º lugar em rebotes sem ter um pivô de verdade, e em 3º lugar também em menor número de turnovers sem ter um armador All-Star. Absurdo, né?

    Defensivamente, mesmo perdendo a base do ano passado, ainda ficaram em 4º na liga. No ataque, só perderam pro Denver. Caras como Neemias Queta, Baylor Scheierman e Jordan Walsh viraram peças importantes — isso é trabalho de técnico, galera.

    Mazzulla levou 62 dos 100 votos de primeira colocação, batendo o J.B. Bickerstaff do Detroit. Merecido demais.

    Claro que dói ter caído na primeira rodada pros Sixers, mas o que o cara fez na temporada regular foi de outro nível. Vocês acham que os Celtics voltam mais fortes ano que vem? Eu tô começando a acreditar nesse sistema do Mazzulla, não vou mentir.

  • Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Cara, que situação bizarra é essa em Boston. O Joe Mazzulla vai continuar como técnico do Celtics na próxima temporada E ainda pode ganhar o prêmio de melhor técnico do ano. Sim, você leu certo — mesmo depois de fazer história pelo motivo errado.

    Os Celtics foram eliminados na primeira rodada pelos 76ers. Tudo bem, acontece. Mas o jeito que aconteceu foi de doer na alma de qualquer torcedor: eles estavam 3-1 na série e conseguiram entregar tudo de bandeja pro Joel Embiid e cia.

    Uma eliminação que entrou pra história

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi uma coisa dessas. Pela primeira vez na história da franquia, Boston perdeu uma série depois de estar 3-1 na frente. É o tipo de coisa que marca uma temporada de forma negativa pra sempre.

    E o mais louco? Mesmo com essa eliminação constrangedora, tudo indica que Mazzulla não só fica no cargo como ainda pode levar o troféu de Coach of the Year nos próximos dias. Sinceramente, não sei se isso faz sentido ou se é só a NBA sendo a NBA mesmo.

    Situação financeira tranquila

    Pelo menos uma coisa boa: o Celtics tem grana pra se mexer no mercado. Eles estão numa situação financeira confortável, abaixo dos limites de imposto de luxo, o que significa que têm uns $15 milhões pra gastar com um jogador de nível médio e mais alguns milhões em exceções.

    Tatum e Brown continuam sendo os pilares do time, ganhando mais de $115 milhões juntos — e olha que o Tatum nem assinou a extensão máxima ainda. São os caras que precisam carregar esse time nas costas na próxima temporada.

    O Nikola Vucevic, que chegou em fevereiro machucado, é o único free agent importante que eles têm. Aos 35 anos, provavelmente vai ter que aceitar bem menos grana pra continuar.

    Vocês acham que Mazzulla merece mesmo ficar depois dessa? Eu fico dividido. O cara fez um trabalho sólido na temporada regular, mas perder uma série de 3-1 é imperdoável em qualquer nível.

  • Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Bill Simmons detona técnico do Celtics: ‘Tratou os playoffs como laboratório’

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu com o Boston Celtics. Perder uma série que estava 3-1 para o Philadelphia 76ers? Isso é de doer o coração de qualquer fã de basquete. E o Bill Simmons, que é praticamente a voz dos torcedores do Celtics, não poupou críticas ao técnico Joe Mazzulla.

    O mais irônico? Simmons tinha votado em Mazzulla para Técnico do Ano. Mas depois dessa eliminação catastrófica, mudou completamente de opinião.

    O experimento que deu errado

    A crítica do Simmons é cirúrgica: Mazzulla abandonou exatamente o que fazia o Celtics funcionar na temporada regular. Ao invés de manter o ritmo acelerado e usar todo o elenco, o técnico resolveu fazer experiência na hora mais crítica.

    “Eles voltaram pro estilo de 2024 sem ter os mesmos jogadores”, disparou Simmons. “Diminuíram o ritmo, abandonaram o banco.”

    E olha, eu concordo completamente. O segundo quinteto era o verdadeiro superpoder do Boston. Jogadores como Hugo e Walsh entravam pra dar cinco, seis minutos de energia pura – aquele basquete doido que desestabiliza qualquer adversário. Mas Mazzulla simplesmente ignorou essa arma.

    Pior ainda: o técnico admitiu que queria “ver o que tinha com Vucevic”. Mano, você tá numa série decisiva e resolve fazer teste? Isso é coisa de pré-temporada, não de playoffs!

    Tatum pagou o preço da teimosia

    Se a gestão do elenco já foi questionável, o que fizeram com Jayson Tatum foi desumano. O cara tinha voltado há pouco tempo de uma lesão séria no tendão de Aquiles – perdeu 62 jogos, gente!

    E mesmo assim, Mazzulla botou ele pra jogar 39, 42, 35 e 41 minutos nos jogos 2 a 5. Resultado? Tatum se machucou de novo no jogo 6 e ficou fora do decisivo jogo 7.

    Sem o astro em quadra, o quinteto inicial que Mazzulla escalou entrou pra história pelos motivos errados. Luka Garza, Baylor Scheierman e Ron Harper Jr. – três caras no quinteto inicial – combinaram zero pontos. ZERO. Primeira vez desde 1970 que três titulares ficam sem pontuar em um jogo de playoff.

    Vocês conseguem imaginar a pressão? Jogo 7, sem seu melhor jogador, e ainda por cima com um técnico que parece ter perdido o rumo completamente.

    Na real, Simmons resumiu tudo perfeitamente: “Philly ganhou a série, mas Boston que entregou de bandeja.” E eu não consigo discordar. Que desperdício absurdo de uma temporada que prometia tanto.

  • Mazzulla admite: Embiid mudou tudo na série contra os Celtics

    Mazzulla admite: Embiid mudou tudo na série contra os Celtics

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: dói admitir isso como fã de basquete que acompanha a NBA há anos, mas o Joel Embiid simplesmente resolveu virar protagonista na hora que mais importava. E o Joe Mazzulla, técnico dos Celtics, teve a humildade de reconhecer isso na coletiva pós-jogo.

    “O que mudou nesta série foi que Joel Embiid voltou e eles são um time completamente diferente”, disse Mazzulla. Cara, isso é dar flores pro adversário no nível máximo.

    A volta que ninguém esperava

    Vamos aos fatos: Boston estava com a faca e o queijo na mão, liderando a série por 2-1 quando Embiid voltou de uma apendicectomia. Vinte dias parado, mano. Vinte. E o cara volta e mete 26 pontos no primeiro jogo de volta? Absurdo.

    Mas foi no Jogo 5 que a coisa ficou séria mesmo. 33 pontos para começar a virada histórica. E no decisivo Jogo 7? 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências. O homem simplesmente decidiu que não ia perder pros Celtics de novo.

    E vocês sabem o que mais me impressionou? A mudança mental dele. Na última vez que esses times se enfrentaram num Jogo 7, Embiid simplesmente derreteu: 15 pontos, arremessando 5/18. Foi uma atuação que definiu a carreira dele como alguém que não aparecia nos momentos decisivos.

    Boston sem resposta

    Sinceramente, eu não esperava que os Celtics fossem ter tanto problema com Embiid assim. Historicamente eles sempre jogaram bem contra ele, mas essa temporada foi diferente. Mazzulla tentou de tudo: começou com Luka Garza pra dar uma cara nova na marcação, mas o cara tomou falta rápido e foi pro banco. Neemias Queta também não conseguiu segurar o monstro.

    É frustrante ver um time como Boston — que tem tradição e conhece playoff como ninguém — não ter profundidade no garrafão pra lidar com um cara desses. Porque uma coisa é certa: quando Embiid está saudável e focado, ele é praticamente imparável.

    O que vocês acharam dessa admissão do Mazzulla? Eu acho que mostra a classe dele como técnico, mesmo na derrota mais dolorida possível. Porque perder pros 76ers depois de 42 anos deve doer mais que uma enterrada na cara.

  • Mazzulla mantém a frieza: ‘Não foi tudo ruim’ após surra dos 76ers

    Mazzulla mantém a frieza: ‘Não foi tudo ruim’ após surra dos 76ers

    Olha, eu admiro a tranquilidade do Joe Mazzulla. Cara toma uma surra de 113-97 em casa — EM CASA! — pros 76ers no jogo 5 e sai de lá falando como se fosse só mais uma derrota qualquer da temporada regular. Esse cara tem sangue de barata, não é possível.

    “Tenham entendimento, perspectiva”, foi o que o técnico dos Celtics disse pros jogadores no vestiário. “Não foi tudo ruim. Jogamos um basquete sólido e vamos focar no que precisamos melhorar para ser mais consistentes indo pra Filadélfia.”

    A filosofia do arremesso de 3

    Sinceramente, eu não sei se admiro ou questiono essa postura. Boston fez apenas 11 de 39 arremessos de três pontos — uns 28% miseráveis. Isso é o que mais pesou na derrota, mas Mazzulla continua apostando nessa filosofia do “viver e morrer pelo três”.

    E olha, não é que ele esteja errado. Quando os Celtics estão quentes de perímetro, eles destroem qualquer time da liga. Mas já perderam alguns jogos importantes nos playoffs dos últimos anos exatamente por forçar demais a barra de longa distância. É uma faca de dois gumes que dá resultado — até não dar mais.

    Tatum e Brown sumiram

    O que mais me impressionou negativamente foi ver Jayson Tatum e Jaylen Brown com -26 de plus/minus COMBINADOS. Cara, esses caras são as estrelas do time! Não podem desaparecer assim numa eliminatória, ainda mais jogando em casa.

    E o Derrick White? Nem chegou em dois dígitos. Isso não pode acontecer se o Boston quer fechar a série no jogo 6. A defesa também foi patética — deixaram os 76ers acertarem 50% dos arremessos de quadra.

    Ah, e os lances livres? 14 de 23. Sessenta e um por cento! Isso é coisa de time universitário, não de candidato ao título da NBA.

    A verdade é que os Celtics ainda lideram a série por 3-2, então não é hora de desespero. Mas essa derrota foi um banho de água fria. Vocês acham que eles conseguem se recuperar na Filadélfia na quinta-feira? Porque eu tô começando a ficar nervoso com essa inconsistência toda…

  • Mazzulla explica o colapso dos Celtics no último quarto

    Mazzulla explica o colapso dos Celtics no último quarto

    Cara, eu ainda tô tentando entender o que diabos aconteceu com os Celtics ontem à noite. Sério mesmo. O time tava dominando os 76ers em casa, tinha tudo na mão pra fechar a série no jogo 5, e aí… simplesmente derreteu no último quarto. Foi de dar dó de ver.

    Olha, até o terceiro quarto tava tudo perfeito. Tatum e Brown combinaram 19 pontos no período, a defesa tava funcionando, as bolas de três entrando. Mesmo com o Embiid começando a esquentar, Boston mantinha o controle. Eu já tava até imaginando eles descansando uns dias antes da segunda rodada dos playoffs.

    O colapso foi histórico

    Mas aí veio o quarto período e foi uma das piores exibições ofensivas que eu já vi dos Celtics. Presta atenção nesses números: 3 de 22 nos arremessos de quadra. TRÊS DE VINTE E DOIS! E pior ainda — erraram lances livres, convertendo apenas 3 de 7 da linha da caridade. Como assim, mano?

    O técnico Joe Mazzulla foi bem honesto na coletiva pós-jogo quando tentou explicar o que rolou com seus jogadores: “Não acho que foi necessariamente pelas bolas de três, é o entendimento de que estávamos em boa posição e não executamos… simplesmente fica frustrante”.

    Philadelphia aproveitou cada erro

    Claro que os 76ers merecem crédito pela defesa no último quarto, mas sinceramente? Os Celtics se sabotaram sozinhos. E Philadelphia soube aproveitar — Quentin Grimes deu contribuições importantes e o time controlou os rebotes, cortando várias das opções de vitória de Boston.

    Agora a série volta pra Filadélfia pro jogo 6 na quinta-feira. Olha, eu ainda acho que os Celtics fecham longe de casa (já ganharam dois lá, por que não um terceiro?), mas que foi um susto desnecessário, ah isso foi. Vocês acham que esse tropeço pode afetar o psicológico do time ou foi só uma noite ruim mesmo?

    Uma coisa é certa: desperdiçar a chance de fechar em casa dói, ainda mais quando você tá dominando o jogo por três quartos. Mas hey, série ainda tá 3-2 pros Celtics. Só não pode vacilar de novo.