Tag: jogo 7

  • Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cavaliers admite: Raptors quase nos derrubaram no jogo 7

    Cara, que série foi essa entre Cavaliers e Raptors! Cleveland conseguiu avançar nos playoffs da NBA depois de vencer por 114-102 no jogo 7, mas olha — foi sofrido pra caramba. E o melhor de tudo? O técnico Kenny Atkinson e os jogadores não fizeram corpo mole, assumiram que quase tomaram um baile dos canadenses.

    “Antes de qualquer coisa, quero dar os parabéns pros Raptors”, disse Atkinson logo no começo da coletiva. “Darko [Rajakovic] e sua comissão fizeram um trabalho absurdo. Eles nos deram trabalho pra todo lado. É um puta time, com um futuro brilhante.”

    E sinceramente? Ele tá certo. Cleveland entrou como favorito moleza, abriu 2-0 na série e… quase entregou tudo. Os Raptors empataram e levaram pro jogo 7. Imagina a pressão!

    Max Strus reconhece: “Galera não sabe o quão bons eles são”

    Max Strus foi na mesma linha do técnico: “Chapéu pros caras de Toronto. Eles eram muito bons mesmo. Acho que o pessoal não tem noção de quão boa é essa equipe deles.”

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo e é raro ver um time admitir publicamente que quase tomou uma rasteira assim. Geralmente é aquele papo furado de “sempre soubemos que seria difícil”. Mas não — os Cavs foram honestos.

    James Harden (que tá jogando em alto nível, diga-se de passagem) também elogiou: “Dá crédito pra Toronto. Time muito bom, especialmente na defesa. Eles vêm pra cima, fazem pressão na bola, forçam erros e saem no contra-ataque.”

    Série que quase virou pesadelo

    Pensa só: Cleveland ganhando os dois primeiros em casa, todo mundo já achando que era mamão com açúcar. Aí do nada os Raptors empatam a série e levam pro jogo 7. Eu teria infartado se fosse torcedor dos Cavs, não vou mentir.

    Evan Mobley, sempre na dele, viu o lado positivo: “Foi uma série difícil, e pode ficar ainda mais difícil. Mas ser testado assim, batalhar desse jeito… vai ser benéfico no longo prazo.”

    E ele tem razão. No ano passado, Cleveland passou fácil pelo Miami Heat na primeira rodada. Agora enfrentaram um adversário que realmente os fez suar a camisa. Isso tempera o time pra fases mais difíceis.

    Kenny Atkinson foi cirúrgico: “Essa série nos fortaleceu. A fisicalidade deles, a velocidade, o atletismo… nada estava perfeito pra gente. Ano passado tivemos uma série mais fácil. Esse tipo de série constrói o time.”

    Donovan Mitchell contou como até as coisas mais simples deram errado no começo do jogo 7: “Jarrett Allen perdeu uma enterrada logo no início. Nunca vi isso antes. Eu errei duas bolas de três abertas, Evan jogou uma na tabela… Mas ficamos calmos.”

    E aí, vocês acham que essa ‘quase zebra’ vai fortalecer os Cavaliers ou deixar cicatrizes? Porque uma coisa é certa: Toronto mostrou que não tem time fácil nos playoffs da NBA.

  • Bickerstaff soltou os cachorros defendendo Tobias Harris: ‘Ninguém pode falar m**** dele’

    Bickerstaff soltou os cachorros defendendo Tobias Harris: ‘Ninguém pode falar m**** dele’

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem. Tobias Harris simplesmente resolveu virar o LeBron James no Jogo 7 mais importante da vida dele. E o técnico JB Bickerstaff? Bom, ele perdeu completamente a linha defendendo o cara — e eu tô aqui por isso.

    Detroit fechou a série contra o Orlando Magic por 116 a 94, mas o que mais me chamou atenção foi a coletiva pós-jogo. Bickerstaff literalmente falou: “Ninguém pode falar merda pra mim sobre o Tobias Harris”. Em rede nacional. Sem filtro nenhum.

    A performance que calou todo mundo

    E olha, ele tinha razão de estar pistola. Harris meteu 30 pontos em 18 arremessos, sendo 11 certeiros. Cinco cestas de três em sete tentativas. Nove rebotes. Aos 33 anos, no Jogo 7, quando a pressão tava no máximo.

    Sinceramente? Eu não esperava isso dele. O cara vinha sendo criticado há anos por causa do contrato gordo e performances inconsistentes. Mas quando importou de verdade, quando o Pistons tava com a corda no pescoço depois de estar perdendo por 3-1 na série, Harris simplesmente decidiu que não ia pra casa.

    Logo no primeiro tempo ele já tinha feito 19 pontos em 11 arremessos. Sete certeiros, incluindo duas bombas de três. Foi um show à parte.

    Bickerstaff defendendo o soldado

    O que mais me impressionou foi a forma como Bickerstaff saiu em defesa do jogador. “Ele é confiável, preparado para o momento. É um líder, um grande companheiro de equipe, um ser humano incrível, um competidor de alto nível”, disse o técnico. E completou: “Aparecer hoje à noite e fazer o que fez quando estava tudo em jogo… é excepcional”.

    Cara, quando foi a última vez que você viu um técnico defender um jogador com tanta paixão assim? Bickerstaff tava claramente de saco cheio das críticas ao Harris, e usou esse momento pra calar todo mundo de uma vez.

    E vocês, acham que o Harris consegue manter esse nível na próxima série? Porque agora Detroit vai enfrentar ou Cleveland ou Toronto — ambos têm seu próprio Jogo 7 rolando.

    Uma coisa é certa: depois dessa performance, ninguém vai poder questionar a importância do Tobias Harris nesse time do Pistons. O veterano mostrou que quando a coisa aperta de verdade, ele aparece. E Bickerstaff tá aí pra defender o cara até o fim.

  • Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Jarrett Allen monstro! Cavs eliminam Raptors no Jogo 7

    Cara, que noite foi essa do Jarrett Allen! O pivô simplesmente decidiu que não ia deixar o Cleveland Cavaliers ser eliminado pelos Toronto Raptors no Jogo 7, e carregou o time nas costas pra uma vitória por 114 a 102. Foi lindo de assistir.

    Olha, não vou mentir — começou mal pra caramba. O próprio Allen perdeu uma enterrada livre no primeiro ataque dos Cavs. Imagina o desespero da torcida? Oito anos construindo esse elenco caríssimo, trocando por veterano na deadline, e o cara perde uma enterrada de graça logo no começo do Jogo 7.

    Primeira metade foi sofrimento puro

    Os Raptors vieram com tudo desde o início. Jamal Shead (que virou pesadelo recorrente dos Cavs nessa série) começou metendo pontos e Toronto abriu 10 de vantagem no primeiro quarto. A situação tava feia mesmo.

    No segundo quarto a coisa continuou complicada, mas aí que veio a virada. Com 2:41 pra acabar o primeiro tempo, Toronto ainda tava na frente por nove pontos. Só que os Cavs acordaram do nada: uma sequência de 11 a 2, com direito a bomba do Jaylon Tyson, e o jogo tava empatado no intervalo.

    Allen virou o Shaq no terceiro período

    E foi aí que o show começou de verdade. Terceiro quarto foi simplesmente um espetáculo do Jarrett Allen. O cara decidiu que ia resolver sozinho.

    Quando o Evan Mobley tomou a quarta falta logo no início do período, todo mundo pensou: “ferrou”. Mas na verdade foi a hora que Allen mostrou por que é um dos melhores pivôs da liga. Defendeu TUDO que apareceu pela frente, pegou rebote ofensivo como se fosse brincadeira, e atacou a cesta com uma autoridade que eu não via há muito tempo.

    Os números são absurdos: 14 pontos e 10 rebotes só no terceiro quarto, sendo 5 rebotes ofensivos. Enquanto isso, os Raptors INTEIROS fizeram apenas 19 pontos no período. Foi um massacre. Cleveland ganhou o terceiro por 38 a 19 — praticamente matou o jogo ali.

    Final com classe

    No último quarto Toronto ainda tentou uma reação, chegou a diminuir a diferença pra 11 pontos, mas não teve como. Allen já tinha quebrado o espírito deles no terceiro período.

    No final das contas: 22 pontos e 19 rebotes pra Allen, com 7/11 nos arremessos. Performance de gala quando mais precisava. Sam Merrill ajudou com 13 pontos vindos do banco, e Max Strus foi aquele cara que faz o trabalho sujo e termina com +20 de plus/minus.

    Sinceramente? Esse Cavs tem potencial pra ir longe nos playoffs. Quando o Allen joga nesse nível, fica difícil parar. E vocês, acham que eles conseguem manter esse ritmo na próxima fase? Porque se conseguirem, vão dar muito trabalho pra qualquer adversário.

  • Jogo 7 entre Cavs e Raptors promete pegar fogo hoje à noite

    Jogo 7 entre Cavs e Raptors promete pegar fogo hoje à noite

    Cara, chegou a hora. Jogo 7. Cleveland Cavaliers e Toronto Raptors vão decidir tudo hoje à noite, às 21h30, na Rocket Mortgage FieldHouse. E olha, depois daquela prorrogação absurda na sexta-feira (112-110 pros Raptors), eu tô com o coração na mão pra esse confronto.

    O que mais me impressiona nessa série é como ela tá equilibrada. 3-3 no placar geral, mas cada jogo foi uma batalha épica. Na última partida, Scottie Barnes fez 25 pontos pelos Raptors enquanto Evan Mobley respondeu com 26 pelos Cavs. Dois jovens monstros mostrando que o futuro da NBA tá em boas mãos.

    Mitchell vs Barnes: o duelo que define tudo

    Donovan Mitchell tá sendo simplesmente descomunal nesses playoffs. 27.9 pontos por jogo na temporada regular, mas nos playoffs o cara tá em outro nível. Do outro lado, Scottie Barnes tá provando que aquele prêmio de Rookie do Ano não foi à toa — 18.1 pontos, 7.5 rebotes e 5.9 assistências. O garoto joga um basquete completo que me lembra muito o Draymond Green nos seus melhores dias.

    E o RJ Barrett? Sinceramente, eu não esperava que ele fosse render tanto assim em Toronto. Médias de 21 pontos nos últimos 10 jogos. O cara encontrou seu lugar no time e tá jogando com uma confiança que eu não via desde os tempos de Duke.

    As casas de apostas e a pressão do mando

    Os Cavs entram como favoritos por 8.5 pontos — e faz sentido, né? Jogar em casa num jogo 7 é uma vantagem gigantesca. Mas ó, essa série já nos ensinou que favorito não quer dizer nada. Os Raptors têm 7-4 em jogos decididos por menos de 4 pontos, ou seja, eles sabem lidar com pressão.

    Uma estatística que me chamou atenção: Cleveland faz 14.3 cestas de 3 por jogo, enquanto Toronto permite apenas 12.5. Mas os Raptors arremessam 48.2% dos campos, contra os 46.4% que a defesa dos Cavs costuma permitir. É ataque contra defesa, experiência contra juventude.

    James Harden pode não estar no seu auge, mas 2.3 bolas de 3 nos últimos 10 jogos mostram que o veterano ainda pode decidir. E convenhamos — se tem alguém que sabe como jogar um jogo 7, é o Barbudo.

    Vocês acham que os Cavs conseguem fechar em casa ou os Raptors vão surpreender mais uma vez? Eu tô genuinamente sem saber o que esperar dessa partida. Uma coisa eu garanto: vai ser jogaço.

  • Arthur Embiid roubou a cena no Jogo 7: ‘Papai, olha meu dente!’

    Arthur Embiid roubou a cena no Jogo 7: ‘Papai, olha meu dente!’

    Mano, que momento mais fofo! Enquanto todo mundo estava celebrando a virada histórica dos Sixers contra os Celtics no TD Garden, o Arthur — filho do Embiid — só queria mostrar uma coisa pro pai: o dentinho que caiu.

    Imagina a cena: Joel Embiid acabara de destruir Boston com 34 pontos e 12 rebotes no Jogo 7, completando uma virada absurda de 3-1 na série. O cara tava dando entrevista pós-jogo com o garoto no colo quando ouve: “Papai, olha meu dente!”

    Sinceramente? Esse momento me emocionou mais que qualquer enterrada da noite. Ver o Embiid passando de estrela da NBA pra pai coruja em questão de segundos foi lindo demais.

    Do dominante pro papai

    “Eu sei, você perdeu seu dente”, respondeu o Embiid sorrindo. E ali você viu a transformação completa: de franchise player pra pai babão. Enquanto o mundo do basquete tava pirando com a atuação monstruosa dele, o Arthur só queria dividir a alegria de ter perdido o primeiro dentinho.

    É isso que eu mais curto no Embiid da temporada 2026. O cara evoluiu não só como jogador, mas como pessoa. Tá mais maduro, mais centrado. E essa calma se reflete em quadra também — vocês viram como ele controlou o jogo nos momentos decisivos?

    Os Sixers voaram longe demais

    Com o Tyrese Maxey jogando um absurdo e o elenco todo comprando a briga, Philadelphia virou uma das equipes mais perigosas do Leste. Agora vão encarar os Knicks na segunda rodada — e olha, eu tô com um pressentimento bom sobre esse time.

    Mas se o Jogo 7 provou alguma coisa, é que mesmo nos maiores momentos da carreira, o Embiid sabe o que realmente importa. E às vezes isso vem na forma de um garotinho de seis anos mostrando o dente que caiu.

    Vocês acham que os Sixers conseguem chegar longe nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que esse pode ser o ano deles, não vou mentir.

  • Embiid briga por bola com staff do Celtics no jogo 7 decisivo

    Embiid briga por bola com staff do Celtics no jogo 7 decisivo

    Cara, só o Joel Embiid mesmo pra arranjar confusão até na hora de pegar uma bola no banco adversário. No jogo 7 mais tenso entre 76ers e Celtics, o pivô camaronês se meteu numa briguinha com um funcionário de Boston que simplesmente se recusou a entregar a bola pra ele.

    A cena foi bizarra — Embiid foi buscar a bola morta no banco dos Celtics e o cara do staff simplesmente disse “não vai rolar”. Resultado? Luta pela posse da bola, juiz intervindo e violation de delay of game pros Celtics. O clima já tava pesado no TD Garden, mas isso aí só esquentou mais ainda os ânimos.

    Embiid comandando a virada histórica

    E olha, o cara tá jogando pra valer mesmo depois da cirurgia de apendicite que todo mundo achava que ia acabar com a temporada dele. Foram 19 pontos só no primeiro tempo, liderando os Sixers numa vantagem de 55-50 sobre um Celtics sem Jayson Tatum.

    Na minha visão, esse é o Embiid que a gente sempre quis ver nos playoffs. Não aquele cara que some nos momentos decisivos — esse aqui tá indo pra cima, buscando falta, criando oportunidade pros companheiros. VJ Edgecombe, Tyrese Maxey e Paul George até ajudam, mas quem tá carregando o piano é o camisa 21.

    A pressão de quebrar um tabu de 42 anos

    Vocês conseguem imaginar a pressão que é estar ali? Os 76ers estavam 3-1 pra baixo na série e agora têm a chance de eliminar os Celtics nos playoffs pela primeira vez desde 1982. Quarenta e dois anos, gente. Quarenta e dois!

    Sinceramente, eu não esperava que o Embiid voltasse nesse nível tão rápido. Todo mundo (eu incluído) achava que ele ia voltar meio capenga da cirurgia, mas o monstro tá aí provando que quando a coisa aperta, ele aparece.

    E pelo jeito que a coisa tá caminhando, com esse clima de guerra no TD Garden e a tensão lá nas alturas, não me surpreenderia nada se rolassem mais algumas discussões antes do apito final. Afinal, estamos falando do Joel Embiid — o cara que transforma até pegar uma bola numa batalha épica.

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem completar essa virada absurda?

  • 76ers fazem história e eliminam Celtics após 42 anos de jejum

    76ers fazem história e eliminam Celtics após 42 anos de jejum

    Gente, eu ainda não acredito no que acabei de ver. Os Philadelphia 76ers acabaram de quebrar uma maldição de 42 anos contra os Boston Celtics nos playoffs. Quarenta e dois anos! Para vocês terem ideia, a última vez que o Sixers passou pelos Celtics numa série de playoffs foi em 1982 — eu nem tinha nascido ainda.

    E olha só a situação: estavam perdendo por 3-1 na série. Historicamente, os 76ers eram 0-18 quando ficavam nessa situação. Zero vitórias em dezoito tentativas. Era praticamente impossível, né?

    Embiid voltou no momento perfeito

    O timing da volta do Joel Embiid foi simplesmente perfeito. O cara saiu de uma cirurgia de apendicite e voltou justamente quando o time mais precisava dele. E que volta! 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências no jogo 7. Monstro.

    Sinceramente, eu sempre critiquei o Embiid nos momentos decisivos, mas ontem ele calou minha boca. Quando o jogo ficou tenso no final e ele começou a sentir desconforto, quem assumiu? O Tyrese Maxey. Esse moleque tem coragem, viu. Fechou com 30 pontos, 11 rebotes e 7 assistências.

    Celtics perderam a chance de ouro

    Do lado dos Celtics, cara, que desperdício. Estar 3-1 na frente e perder assim deve doer demais. O Jaylen Brown fez de tudo — 33 pontos — mas não deu. E o mais bizarro foi a decisão do técnico Joe Mazzula de começar o jogo com um quinteto que nunca tinha jogado junto na temporada. Nunca!

    Philadelphia dominou no início justamente por causa dessa experimentação estranha dos Celtics, e Boston nunca conseguiu recuperar o momentum totalmente. O Derrick White até ajudou com 26 pontos, mas não foi suficiente.

    O que vocês acham? Será que essa virada histórica pode levar os Sixers longe nos playoffs? Porque quebrar uma maldição dessas não é pouca coisa. Depois de 42 anos apanhando dos Celtics, finalmente conseguiram dar o troco na hora que mais importava.

  • Embiid finalmente vence os fantasmas do passado em jogo 7 histórico

    Embiid finalmente vence os fantasmas do passado em jogo 7 histórico

    Cara, eu vou ser sincero com vocês: eu não acreditava que ia rolar. Quando vi o Embiid dobrado na quadra, segurando o short de cansaço, pensei “lá vamos nós de novo”. Mais uma temporada que ia terminar em frustração pro MVP que nunca conseguiu passar da primeira rodada contra Boston.

    Mas que reviravolta absurda, hein?

    Os Sixers fizeram história ontem à noite ao vencer os Celtics por 109-100 no jogo 7, em Boston mesmo, virando uma série que estava 3-1 contra eles. Vou repetir porque isso é surreal: 3-1 virou 4-3. Contra os Celtics. Em Boston. Com Embiid vindo de uma apendicectomia de emergência.

    A volta mais improvável do ano

    Olha, quando soube que o Embiid tinha sido operado às vésperas dos playoffs, pensei “acabou, mais um ano perdido”. O cara já tinha perdido 150 jogos nas últimas três temporadas, e agora uma cirurgia de apêndice? Parecia roteiro de filme dramático.

    Mas o monstro voltou e fez 34 pontos, 12 rebotes e 6 assistências em 39 minutos de quadra. Trinta e nove minutos! Quem acompanha a carreira dele sabe que isso é quase um milagre considerando o histórico de lesões.

    O mais louco? Ele se tornou o primeiro jogador da história da NBA a perder três jogos de uma série de sete e ainda assim marcar mais de 100 pontos totais. Média de 28 pontos em apenas quatro jogos. Absurdo.

    Os fantasmas de Boston finalmente exorcizados

    Vocês sabiam que a última vez que os Sixers ganharam dos Celtics nos playoffs foi em 1982? Oitenta e dois! E o Embiid? Estava 0-3 em jogos 7 na carreira. Zero vitórias em três chances.

    Até o técnico dos Celtics, Joe Mazzulla, admitiu depois do jogo: “O que mudou nesta série foi que Joel Embiid voltou e eles se tornaram um time completamente diferente”.

    Simples assim. Sem drama, sem desculpa. O cara reconheceu a grandeza do adversário.

    Na minha visão, essa vitória vale muito mais que estatísticas. Embiid sempre carregou esse peso de ser o MVP que nunca passou da primeira rodada, de ser frágil demais nos momentos decisivos. Ontem ele mostrou que quando está saudável (ou pelo menos funcionando), é praticamente imparável.

    E agora? O trabalho não acabou

    Claro que a festa é merecida, mas o Embiid ainda tem contas a acertar. Ele continua sendo o único MVP da história que nunca chegou às finais de conferência. E adivinhem quem vem por aí? Os Knicks, que despacharam os Hawks em seis jogos e foram o único time do Leste que não precisou de jogo 7 na primeira rodada.

    Mas cara, se os Sixers conseguiram virar uma série 3-1 contra Boston, quem é que vai duvidar deles agora? Eu, sinceramente, estou começando a acreditar que esse pode ser o ano do Embiid finalmente quebrar todas as maldições.

    E vocês, acham que os Sixers têm moral pra chegar nas finais da conferência? Ou será que a sorte acaba contra os Knicks?

  • Tatum pode desfalcar o Celtics no Jogo 7 contra os 76ers

    Tatum pode desfalcar o Celtics no Jogo 7 contra os 76ers

    Mano, que tensão! A seis horas do tip-off do Jogo 7 mais esperado da temporada, o Celtics solta que Jayson Tatum está como “questionável” para enfrentar os 76ers. O cara que carrega esse time nas costas pode não jogar por causa de uma rigidez no joelho esquerdo.

    Olha, eu vi o Jogo 6 na sexta e já achei estranho quando o Tatum saiu no terceiro quarto e ficou pedalando na bike pelos corredores. Na época pensei “cara tá descansando porque o jogo já era”, mas pelo jeito a coisa era mais séria do que parecia.

    O que rolou de verdade

    Segundo o próprio Tatum explicou após o Jogo 6, a perna dele travou um pouco no terceiro quarto. “Vocês provavelmente viram quando eu fui para trás, me viram na bike, minha perna estava meio rígida quando voltei no terceiro quarto”, falou ele. Na real, todo mundo achou que era só estratégia mesmo, já que o Celtics estava ganhando fácil.

    O mais louco é que na quinta-feira, logo após o jogo, o Tatum disse que esperava jogar no sábado. Joe Mazzulla, o técnico, confirmou isso numa coletiva na sexta. O cara nem apareceu no relatório oficial de lesionados do time.

    E agora, quem joga?

    Se o Tatum realmente não rolar, o Celtics vai ter que se virar. As opções são Baylor Scheierman ou Jordan Walsh assumindo a titularidade. Payton Pritchard, que é o terceiro maior pontuador do time na temporada, também pode ganhar uma chance no quinteto inicial.

    Sinceramente? Sem o Tatum num Jogo 7 contra os 76ers seria um pesadelo. O cara é o cérebro ofensivo desse Celtics, é quem resolve os jogos difíceis. Claro que o time tem outras peças — o Jaylen Brown tá voando, o Pritchard sempre aparece — mas perder seu melhor jogador numa partida decisiva é complicado demais.

    Do lado dos 76ers, Paul George também apareceu como “provável” por doença. Pelo menos não é só o Celtics com problemas de última hora.

    E aí, pessoal, acham que o Tatum aguenta jogar mesmo mancando? Ou será que é melhor preservar para os playoffs mesmo? Jogo 7 às 19h30, horário de Brasília. Vai ser tenso!

  • Tatum fora do Jogo 7! Celtics em pânico antes da decisão

    Tatum fora do Jogo 7! Celtics em pânico antes da decisão

    Gente, eu não acredito no que acabou de acontecer. Jayson Tatum FOI CORTADO do Jogo 7 contra os Sixers. Isso mesmo, o cara que é a alma dos Celtics não vai jogar na partida mais importante da temporada.

    A bomba explodiu menos de duas horas antes do jogo começar. Os Celtics anunciaram que Tatum desenvolveu uma “rigidez no joelho esquerdo” — o mesmo problema que o tirou do Jogo 6 faltando quatro minutos pro terceiro quarto acabar. Na real, eu vi ele com gelo na panturrilha durante o jogo, então rolou uma confusão danada sobre qual era a lesão de verdade.

    O pesadelo dos Celtics continua

    Cara, que sequência bizarra. Boston estava 3-1 na série, praticamente com um pé nas finais de conferência. Aí o Tatum se machuca no Jogo 6, eles perdem por 106-93, e os Sixers conseguem forçar esse Jogo 7 maldito. E agora? Sem o principal jogador deles.

    O mais louco é que depois do Jogo 6, Tatum ainda estava confiante: “Minha perna estava só um pouco rígida quando saí de quadra”, disse ele. “Era a outra perna, não a que machuquei ano passado. Não estava muito preocupado.” Até o técnico Joe Mazzulla garantiu na sexta: “Ele vai jogar.”

    Mentira. Não vai mesmo.

    O histórico de lesões pesa

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa situação toda me deixa preocupado com o Tatum a longo prazo. O cara perdeu os primeiros 62 jogos desta temporada se recuperando de uma ruptura no tendão de Aquiles direito, sofrida nos playoffs de 2025. Agora é o joelho esquerdo — na perna oposta.

    Os especialistas já estão especulando que pode ser compensação física. Sabe como é, né? Quando você machuca uma perna, acaba sobrecarregando a outra sem perceber. E o corpo cobra a conta mais cedo ou mais tarde.

    Antes da lesão, Tatum estava fazendo uma série monstro: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo, com 47.5% de aproveitamento nos arremessos. Boston tinha saldo positivo de 28 pontos quando ele estava em quadra. Agora vai ter que virar sem ele.

    Quem salva os Celtics agora?

    Com Tatum fora, provavelmente Baylor Scheierman ou Jordan Walsh vão assumir o posto. Payton Pritchard, terceiro maior pontuador do time na temporada, também pode entrar no quinteto titular.

    Mas vamos combinar: por melhor que esses caras sejam, ninguém substitui o Tatum. É como tirar Neymar da seleção antes de uma final de Copa — dá pra ganhar? Dá. Mas fica muito mais difícil.

    Vocês acham que os Celtics conseguem superar essa sem o astro? Eu tô aqui torcendo, mas confesso que a confiança balançou legal. Jogo 7 às 19h30, pela NBC. Vai ser de roer as unhas.