Tag: jogo 7

  • Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Franz Wagner fora do Jogo 7: Magic pode ser eliminado sem sua estrela

    Olha, eu não acredito que chegamos nesse ponto. O Orlando Magic tinha 3×1 na série contra o Detroit Pistons e agora vai pro Jogo 7 SEM o Franz Wagner. Terceiro jogo consecutivo que o cara fica de fora por causa de uma lesão na panturrilha.

    E não é que os Pistons empataram a série? Depois de estar perdendo por 3×1, Detroit ganhou os dois últimos jogos. O mais absurdo foi o Jogo 6 na sexta – o Magic tinha 24 pontos de vantagem (VINTE E QUATRO!) e conseguiu perder. Marcaram só 19 pontos no segundo tempo. Mano, como você perde uma vantagem dessas?

    A Falta que o Wagner Faz

    Wagner se lesionou no final do Jogo 4 (que eles ganharam de 94-88) e desde então o Magic não conseguiu mais fechar a série. Coincidência? Eu acho que não. O cara era o segundo maior pontuador do time na temporada regular: 20.6 pontos, 5.2 rebotes e 3.3 assistências por jogo, acertando 35% das bolas de três.

    Nos playoffs, mesmo jogando só quatro partidas antes da lesão, ele tava fazendo 16.8 pontos por jogo. E olha que interessante – desde que ele saiu, o Magic não ganha mais.

    O Buraco no Banco

    No lugar do Wagner, quem entrou foi Jamal Cain (3 pontos) e Tristan da Silva (10 pontos) no Jogo 6. Sinceramente, não dá pra comparar. Paolo Banchero até tentou carregar o time nas costas, mas acertou só 4 de 20 arremessos. Desmond Bane fez 7/18 e Jalen Suggs… cara, 1/10 é de chorar.

    Teve um momento no jogo que o Magic errou 17 arremessos CONSECUTIVOS. Dezessete! Vocês acham que isso aconteceria com o Wagner em quadra? Eu tenho minhas dúvidas.

    A questão é que lesão na panturrilha não é brincadeira na NBA hoje em dia. Os times estão super cautelosos porque já viram muito cara que forçou e acabou rompendo o tendão de Aquiles. Melhor prevenir que remediar, né?

    Agora é domingo às 15h30 (horário de Brasília) em Detroit. Jogo 7, tudo ou nada. Será que o Magic consegue fechar sem sua segunda opção ofensiva? Ou os Pistons vão completar uma das maiores viradas da história dos playoffs?

    Eu tô torcendo pro Magic, mas confesso que tô com um frio na barriga. Perder uma série depois de estar 3×1 na frente é de doer a alma de qualquer torcedor.

  • Tatum fora do Jogo 7! Celtics na encrenca contra Philadelphia

    Tatum fora do Jogo 7! Celtics na encrenca contra Philadelphia

    Gente, que desgraça! O Jayson Tatum, estrela máxima dos Celtics, foi oficialmente cortado do Jogo 7 contra o Philadelphia 76ers por causa de rigidez no joelho esquerdo. E olha que ironia do destino — exatamente três anos atrás, foi esse mesmo cara que meteu 51 pontos nos Sixers num Jogo 7 histórico.

    Sinceramente? Eu não esperava isso. Durante o Jogo 6, o Tatum até jogou mancando mas depois falou que ia encarar o Jogo 7 de qualquer jeito. Só que a realidade bateu: na manhã de sábado, os Celtics mudaram o status dele de “disponível” para “questionável”, e agora veio a bomba — tá fora mesmo.

    Quem vai assumir o protagonismo?

    A tendência é que o Baylor Scheierman entre no quinteto titular — cara que tem potencial mas obviamente não é o Tatum. E preparem-se para ver muito mais do Jordan Walsh e uma overdose de Payton Pritchard tentando resolver as coisas.

    O Tatum vinha de uma temporada complicada, né? Só jogou 22 partidas no final da temporada regular depois de voltar de uma ruptura do tendão de Aquiles que rolou nos playoffs do ano passado. Nessa série contra Philly, ele tava com médias sólidas: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo, acertando 35.6% das bolas de três.

    A realidade cruel dos Celtics

    Mano, que inversão de script absurda. Boston entrou nessa série como favorito absoluto — não só pra passar pelos Sixers, mas pra ganhar toda a Conferência Leste. Só que aí veio a realidade: arremessos horríveis de três pontos (menos de 30% em todas as três derrotas) e o retorno do Joel Embiid pelos 76ers.

    E agora? Agora é Jogo 7 sem o principal jogador do time.

    Vocês acham que os Celtics conseguem se virar sem o Tatum? Porque, sinceramente, vai precisar de um milagre coletivo. Pritchard vai ter que jogar o jogo da vida dele, e a defesa precisa ser perfeita. Porque enfrentar Embiid e companhia sem sua estrela máxima… cara, tá complicado demais.

  • Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Pistons fazem milagre e viram de 24 pontos na série contra Magic

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Detroit Pistons acabaram de protagonizar uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, e olha que eu já vi muita coisa nessa vida de fã.

    24 pontos de desvantagem. VINTE E QUATRO. No intervalo era 60-38 pro Orlando Magic, e no começo do terceiro quarto chegou a 62-38. Eu sinceramente já estava mudando de canal, achando que os Pistons iam ser eliminados em casa mesmo. Que burro eu fui.

    A noite mágica de Cade Cunningham

    Cade Cunningham simplesmente resolveu que não ia pra casa hoje. O cara marcou 32 pontos e liderou uma reação que vai entrar pros livros de história. E o mais absurdo? Os Magic erraram 23 arremessos CONSECUTIVOS. Vinte e três! Eu nunca vi uma sequência dessas na minha vida.

    Detroit fez uma corrida de 35-5, e Orlando terminou o segundo tempo convertendo apenas 4 de 37 tentativas de quadra. Onze por cento de aproveitamento! Segundo a ESPN, foi o pior aproveitamento de qualquer time em qualquer tempo desde 1997. É de chorar mesmo.

    “Detroit grit”, disse o Cade depois do jogo. “É isso que a gente fala o ano todo.” Cara, que personalidade esse moleque tem.

    Magic desperdiça chance histórica

    Olha, eu sinto pelo Magic, de verdade. Liderar por 24 pontos em casa, com a chance de fechar a série, e entregar desse jeito… deve doer demais. Desde 1996-97 que um time não perdia em casa depois de abrir 24 pontos de vantagem numa situação dessas.

    Paolo Banchero e Desmond Bane fizeram 17 cada, mas não foi suficiente. E sem o Franz Wagner machucado, fica difícil mesmo. Tobias Harris ajudou o Cade com 22 pontos numa noite que os Pistons simplesmente não quiseram morrer.

    “Quando as coisas desandam, as pessoas se separam. Esse grupo faz o oposto”, falou Duncan Robinson. E é isso aí — caráter se mostra na hora que aperta.

    Jogo 7 em Detroit com tudo em aberto

    Agora é Game 7 no domingo, em Detroit, com os Pistons favoritos por 9.5 pontos. Sinceramente? Depois dessa virada histórica, qualquer coisa pode acontecer. O momentum tá todo com Detroit.

    “Temos que fazer do jeito difícil”, disse o técnico Jamahl Mosley do Magic. E vocês, o que acham? Conseguem acreditar que os Magic ainda levam essa depois de uma entregada dessas?

    Uma coisa eu garanto: domingo vai ser jogaço. E depois do que vimos ontem, ninguém vai trocar de canal enquanto o jogo não acabar.

  • Magic desperdiça vantagem de 22 pontos e vai para jogo 7 traumatizado

    Magic desperdiça vantagem de 22 pontos e vai para jogo 7 traumatizado

    Mano, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. O Orlando Magic estava COM VINTE E DOIS PONTOS DE VANTAGEM no intervalo contra o Detroit Pistons, liderando a série por 3-2, e conseguiu entregar o jogo da maneira mais dolorosa possível. Perderam por 93-79 depois de serem massacrados por 55-19 no segundo tempo.

    Sinceramente? Eu não sei como você se recupera psicologicamente de uma dessas. É o tipo de derrota que fica na cabeça e pode destruir um time jovem como o Magic.

    O colapso mais bizarro que já vi

    Olha só esse dado absurdo: no quarto período, o Magic acertou APENAS UM arremesso de quadra em 20 tentativas. UM. Como é que você explica isso? Foi tipo aqueles pesadelos onde você tenta correr mas não sai do lugar.

    Jamahl Mosley, técnico do Magic, tentou passar uma de otimista depois do jogo. Ele falou que o time precisa se lembrar de como jogaram bem no primeiro tempo e que “estão no meio do caminho” — que podem encontrar uma forma de ganhar o jogo 7 em Detroit.

    “A capacidade de fazer isso no primeiro tempo é algo em que vocês podem se apoiar um pouco — a mentalidade defensiva, compartilhar a bola no ataque, movimentar ela, fazer as cestas. Então vocês estão em algum lugar no meio. E acho que isso é algo que temos que registrar e entender”, disse Mosley.

    Mosley vai ter que ser criativo pra motivar essa galera

    Lembra quando o Magic perdeu no play-in pro Philadelphia 76ers? Mosley mostrou vídeos dos jogadores na época da faculdade pra motivar o time, e funcionou — eles destruíram o Charlotte Hornets na sequência.

    Agora ele vai precisar de algo ainda mais forte. Como é que você levanta o moral de um grupo que entregou uma vantagem de 22 pontos em um jogo que poderia ter fechado a série?

    Detroit fez um trabalho monstruoso de pressionar o Magic e tirar eles do ritmo. Aceleraram o jogo, bagunçaram as jogadas preparadas do Orlando. Foi uma clínica de como virar um jogo.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue se recuperar pra ganhar em Detroit? Ou essa derrota vai ficar na cabeça e acabar com as chances deles? Porque olha, jogo 7 fora de casa depois de uma entregada dessas… complicado demais.

  • Cade Cunningham vira herói dos Pistons: ‘Nunca desista’

    Cade Cunningham vira herói dos Pistons: ‘Nunca desista’

    Gente, o que eu vi na sexta-feira foi simplesmente absurdo. Os Detroit Pistons estavam mortos e enterrados contra o Orlando Magic, perdendo por 60-38 no terceiro quarto. VINTE E DOIS PONTOS de diferença. Qualquer um normal teria jogado a toalha, mas não o Cade Cunningham.

    O cara simplesmente disse “não” pro destino e carregou os Pistons nas costas pra uma virada histórica: 93-78 pro Detroit. Uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs recentes, sinceramente.

    O show do Cunningham

    32 pontos e 10 rebotes. Double-double maestral quando mais importava. Depois do jogo, o jovem soltou uma frase que já virou meme: “Never say die” (Nunca desista). E olha, ele provou isso na prática.

    Lembram do Jogo 5? Cunningham meteu 45 pontos quando os Pistons estavam 3-1 na série. Quarenta e cinco! O moleque de 22 anos simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada morrer ali.

    Na minha opinião, é isso que separa os grandes jogadores dos medianos — essa capacidade de aparecer quando tudo parece perdido.

    Jogo 7 vai ser guerra

    Agora é aquela parada: Jogo 7 em Detroit, casa lotada, tudo ou nada. Os números dos Pistons nessa série não são nada animadores — só 29% nas bolas de três e uns 20 turnovers no Jogo 4 que quase me fizeram chorar de nervoso.

    Mas sabe o que importa? A defesa funcionou na segunda etapa do Jogo 6. Só 12 pontos permitidos em 20 minutos. Tobias Harris ajudou com 22 pontos e 10 rebotes, Ausar Thompson também pegou 10 rebotes. O time finalmente apareceu quando precisava.

    Vocês acham que os Pistons conseguem fechar em casa? Porque se depender só da garra do Cunningham, eu tô começando a acreditar que sim. O cara tem aquela mentalidade Kobe Bryant de “mamba mentality” — nunca desiste, nunca aceita a derrota.

    Domingo vai ser daqueles jogos que a gente lembra pra sempre. E conhecendo o Cunningham, ele não vai deixar a temporada morrer fácil.

  • Barrett manda tabela maluca e força jogo 7 contra os Cavs

    Barrett manda tabela maluca e força jogo 7 contra os Cavs

    Mano, que jogaço maluco rolou em Toronto ontem à noite! O RJ Barrett simplesmente decidiu que a temporada dos Raptors não ia acabar ainda — e fez isso da forma mais absurda possível.

    Imagina a cena: Raptors perdendo por 110-109 na prorrogação do jogo 6, com 1.2 segundo no relógio. A temporada praticamente enterrada, né? Aí o Barrett pega a bola, arremessa um triplo meio desesperado e… a bola quica QUATRO VEZES na tabela antes de cair dentro da cesta.

    A mesma tabela mágica de 2019

    E olha que louco: foi exatamente na mesma cesta onde o Kawhi Leonard fez aquele arremesso histórico contra o Philadelphia em 2019. Quatro quiques também! Parece que tem alguma mágica rolando naquele aro do Scotiabank Arena, sinceramente.

    O Tyrese Haliburton até zoou no Twitter falando que “parecia familiar” — lembrando da bola maluca dele no ano passado contra os Knicks nas finais do Leste. Quando até os outros jogadores da liga ficam impressionados, você sabe que foi coisa de outro mundo.

    Cavs entregaram de bandeja

    Mas vamos falar sério: os Cavaliers meio que se auto-sabotaram nessa última jogada. Dennis Schröder com a bola, 18 segundos no relógio, só precisava segurar… aí vai e faz um passe maluco pro Evan Mobley na lateral da quadra. Mobley perde a bola, Toronto recupera, e o resto é história.

    Cara, Cleveland tinha TUDO pra fechar a série em casa. Tinham uma vantagem de 11 pontos entrando no último quarto! Mas playoff é isso aí — qualquer bobeira pode custar a temporada inteira.

    Agora é tudo ou nada em Cleveland

    Jogo 7 de volta em Cleveland, e sinceramente? Vai ser um teste mental gigantesco pros Cavs. Como você recupera psicologicamente depois de perder um jogo desses? E os Raptors vão com aquela confiança de quem já morreu e ressuscitou.

    Uma curiosidade: todos os jogos dessa série foram vencidos pelo time da casa até agora. Se a lógica se mantiver, Cleveland leva. Mas depois de um milagre desses… sei lá, vocês acham que os Raptors conseguem quebrar essa sequência?

    Barrett fez 28 pontos no jogo, mas foram esses três que vão ficar pra história. Às vezes o basquete é inexplicável mesmo — e foi exatamente isso que rolou em Toronto.

  • Barrett enterra arremesso de 3 milagroso e Raptors forçam jogo 7!

    Barrett enterra arremesso de 3 milagroso e Raptors forçam jogo 7!

    Gente, eu ainda tô processando o que acabei de ver. RJ Barrett simplesmente decidiu que ia salvar a temporada do Toronto Raptors com UM DOS ARREMESSOS MAIS ABSURDOS que eu já vi na minha vida. O cara acertou um de 3 na prorrogação que bateu no aro, subiu pro céu e desceu direto na cesta pra dar a vitória por 112-110 sobre os Cavaliers e forçar o jogo 7.

    Olha, não vou mentir — eu achei que o Toronto tava morto quando o Donovan Mitchell fez aquela bandeja com 33 segundos restantes na prorrogação. Cara botou Cleveland na frente, 110-108, e parecia que era isso. Mas aí veio o Barrett com essa bomba de 3 que até hoje eu não acredito que entrou.

    A bola quicou igual ao lance histórico do Kawhi

    Sério, essa jogada me lembrou na hora do arremesso do Kawhi Leonard em 2019 contra o Philadelphia — aquela que quicou umas quatro vezes na beirada antes de entrar e que levou os Raptors pro título. A mesma energia, o mesmo drama, a mesma sorte absurda que só existe nos playoffs.

    Barrett fechou com 24 pontos e 9 rebotes, acertando 4 de 12 de três. Ok, não foi a melhor noite dele de longe, mas quando importou ele apareceu. Scottie Barnes foi o monstro da noite com 25 pontos, 14 assistências e 7 rebotes — um verdadeiro triple-double que quase foi.

    Cleveland quase conseguiu a virada épica

    O que me impressiona é como Cleveland conseguiu voltar pro jogo depois de ficar atrás praticamente o tempo todo. Donovan Mitchell estava sumido no primeiro tempo (só 7 pontos), mas acordou no quarto período e terminou com 24. Evan Mobley foi ainda melhor: 26 pontos, 14 rebotes e fez a cesta que empatou o jogo no tempo regulamentar.

    James Harden adicionou 16 pontos, mas tava claramente sofrendo — 5 de 14 nos arremessos. Vocês acham que a idade tá pesando? Sinceramente, eu acho que sim.

    Toronto começou muito bem, especialmente no segundo quarto quando abriu 13-2 na parcial e chegou a liderar por 10 pontos no intervalo. Os caras acertaram 9 de 18 de três no primeiro tempo (50%!), enquanto Cleveland só conseguiu 5 de 18 (28%). A diferença tava gritante.

    Agora é tudo ou nada no jogo 7

    O mais louco dessa série é que o mando de quadra tá sendo respeitado religiosamente — todos os jogos foram vencidos pela equipe da casa. Se a lógica continuar, Cleveland tem a vantagem no domingo jogando em casa.

    Mas eu tô com uma sensação que Toronto pode quebrar essa sequência. Barrett mostrou personalidade quando a pressão apertou, Barnes tá jogando num nível absurdo e o time todo parece acreditar que pode surpreender.

    E aí, quem vocês acham que leva esse jogo 7? Eu tô genuinamente curioso pra ver se os Raptors conseguem repetir a magia de 2019 ou se Cleveland vai mostrar que veio pra ficar nos playoffs.

  • Rockets podem forçar Jogo 7 contra os Lakers? A decisão é hoje!

    Rockets podem forçar Jogo 7 contra os Lakers? A decisão é hoje!

    Mano, chegamos no momento da verdade. Os Rockets estão com a faca no pescoço contra os Lakers e hoje à noite pode rolar aquele Jogo 7 que todo mundo quer ver — ou o fim da temporada em Houston. E sinceramente? Eu tô nervoso só de pensar.

    A coisa tá assim: eliminação ou vai-ou-racha no Toyota Center. Os caras de Houston precisam ganhar de qualquer jeito pra forçar o sétimo jogo, e olha, não vai ser moleza não. Do outro lado tem LeBron James fazendo LeBron James things — mesmo aos 41 anos o cara ainda é um monstro absurdo.

    O que esperar dos Rockets hoje?

    Reed Sheppard na armação vai ter que mostrar que aguenta a pressão dos playoffs. O moleque tem talento, mas playoffs é outro nível, galera. Amen Thompson e Tari Eason vão ter que aparecer na defesa — esses dois são energia pura quando tão ligados.

    Jabari Smith Jr. precisa acertar os arremessos de 3. Simples assim. E o Alperen Sengun? Cara, esse turco é muito técnico, mas vai ter que se virar contra o Deandre Ayton no garrafão. Não vai ser fácil.

    Lakers com veteranos experientes

    Do lado dos Lakers, além do King James, tem Austin Reaves que tá jogando demais nesses playoffs. Marcus Smart na defesa é sempre um problema pra qualquer armador. E o Rui Hachimura? Japonês tá consistente, não dá mole.

    O negócio é que playoff é isso aí — ou você aparece ou vai pra casa. Houston jogando em casa tem que usar a torcida a favor. Toyota Center lotado fazendo barulho pode ser o diferencial que eles precisam.

    Vocês acham que os Rockets conseguem forçar esse Jogo 7? Eu confesso que tô meio cético, mas futebol… digo, basquete é uma caixinha de surpresas. Se o Sengun resolver destruir por dentro e o Smith acertar umas bombasde 3, quem sabe?

    O jogo rola às 21h30 (horário de Brasília) e vai passar no Amazon Prime. Já prepararam a pipoca? Porque ou vai ser uma noite histórica em Houston ou o fim da linha mesmo.

  • Sixers x Celtics no Jogo 7: a rivalidade mais insana da NBA

    Sixers x Celtics no Jogo 7: a rivalidade mais insana da NBA

    Cara, quando eu vi que Philadelphia e Boston iam decidir tudo num Jogo 7 no domingo, não pude deixar de sorrir. Não existe rivalidade mais maluca que essa na NBA — e os números provam isso.

    Esses dois times já se enfrentaram em OITO Jogos 7 ao longo da história. Oito! E agora vem o nono. Sinceramente, parece que o destino sempre conspira pra esses caras se encontrarem no momento mais tenso possível.

    O mais louco? Boston lidera por 6-2 nesses confrontos decisivos. Mas olha só que estatística bizarra: os Celtics têm o RECORDE de vitórias em Jogos 7 na história da NBA (27), enquanto os Sixers… bem, eles têm o recorde de derrotas (12). Meio cruel, né?

    1965: O roubo mais famoso da história

    Teve um lance em 1965 que até hoje os torcedores do Celtics ficam arrepiados só de lembrar. Boston ganhando por um ponto, cinco segundos no relógio, Philadelphia com a posse. Aí o John Havlicek — monstro — intercepta o passe e o locutor quebra tudo gritando: “Havlicek roubou a bola! Havlicek roubou a bola!”

    E o Wilt Chamberlain? O cara fez 30 pontos e 32 rebotes na DERROTA. Imagina a frustração.

    1981: Bird começando a lenda

    Aqui é onde a coisa fica interessante pra nós que acompanhamos essa rivalidade. Philadelphia estava ganhando por 3-1 na série — praticamente com um pé na final. Mas os Celtics não desistiram nunca.

    Larry Bird simplesmente resolveu virar protagonista de filme. No Jogo 7, 23 pontos, 11 rebotes, 5 assistências e a cesta da vitória. Boston ganhou por 91-90 e foi campeão naquele ano. Que jogador era esse Bird, meu Deus.

    A única vez que deu certo pros Sixers

    Em 1982, finalmente os Sixers conseguiram a revanche. Mesma situação: perdendo por 3-1, forçaram o Jogo 7. Só que dessa vez, jogando em Boston — no famoso Boston Garden —, Philadelphia destruiu.

    Andrew Toney meteu 34 pontos e 6 assistências, Dr. J adicionou mais 29. Foi a ÚNICA vez na história que Philadelphia ganhou um Jogo 7 fora de casa contra Boston. A única!

    Vocês acham que domingo pode ser a segunda? Porque olha, depois de décadas acompanhando essa rivalidade, eu aprendi uma coisa: quando esses dois se encontram num Jogo 7, prepare o coração. Vai ser guerra até o último segundo.

    E o mais engraçado é que não importa como chegaram até ali — se foi uma temporada dominante ou uma classificação apertada. No Jogo 7, tudo vira pó. É mano a mano, raça pura. Por isso que essa é a rivalidade mais insana da NBA.

  • 76ers fazem história contra Celtics — será que quebram a maldição?

    76ers fazem história contra Celtics — será que quebram a maldição?

    Olha, eu confesso que não esperava isso. Ninguém em Boston, ninguém na Filadélfia, e muito menos a imprensa acreditava que os Sixers iam dar trabalho pros Celtics nos playoffs. Mas aqui estamos — jogo 7 neste sábado em Boston. É surreal.

    Se você conhece alguma coisa sobre os 76ers (eu sinto muito por você), provavelmente sabe que eles são especialistas em decepcionar há décadas. Principalmente contra os Celtics. Como o próprio Joel Embiid falou há uns anos atrás: isso nem é rivalidade, é humilhação pública mesmo.

    A maldição dos números

    Os dados são brutais, cara. A última vez que a Filadélfia ganhou uma série dos Celtics foi em 1982. Mil novecentos e oitenta e dois! Reagan era presidente dos Estados Unidos. Na história TODA da franquia, eles nunca bateram Boston sem ter Wilt Chamberlain ou Dr. J no elenco. Estamos em 2026. É constrangedor demais.

    Os Sixers viraram praticamente os Washington Generals nessa história — existem só pra apanhar dos caras de verde e branco. Todo mundo pensou que ia rolar de novo, porque sempre rola. Só que dessa vez… cara, eles tão fazendo Boston suar a camisa.

    Embiid ressuscitou no momento certo

    E o mais absurdo? Joel Embiid voltou poucas semanas depois de tirar o apêndice. O maluco fez cirurgia e já tava lá mergulhando atrás da bola solta, fazendo flexão de braço comemorando double-double. Em três jogos, ele tá com média de 26 pontos, 8 rebotes e 7.3 assistências. Jogando quase 36 minutos por partida!

    Sinceramente, se tem uma coisa que o Embiid sempre quis foi jogar basquete. O problema é que ele vive machucado. Jogou só 38 partidas essa temporada e perdeu 150 jogos nos últimos três anos. A lista de contusões dele parece prontuário médico: paralisia de Bell, duas fraturas orbitais, dois meniscos rompidos, ligamento do polegar… e agora um apêndice que ficou lá em Houston.

    Mas ele tá lá, inteiro. “Tô cansado de perder pra eles”, disse depois do jogo 6. E olha, eu acredito. O cara chamou Boston de “supertime” — e não tá errado não.

    Jogando sem pressão (finalmente)

    A real é que os Sixers tão jogando com dinheiro da casa agora. Ninguém esperava nada, então qualquer coisa é lucro. Já ganharam duas em Boston — imagina o choque nas duas cidades! É irreconhecível do que a gente normalmente vê dessa franquia nos playoffs.

    Vocês acham que eles conseguem quebrar essa maldição de 44 anos? Eu tô começando a acreditar, não vou mentir. Se o Embiid conseguir manter esse nível e o resto do time não travar (como sempre trava), pode rolar o impensável.

    Sábado vai ser histórico de qualquer jeito. Ou os Sixers finalmente vencem essa parada e fazem a Filadélfia explodir de alegria, ou mantêm a tradição de quebrar o coração dos fãs. Knowing them… bom, vocês sabem como é.