Tag: Josh Hart

  • Josh Hart desabafa sobre preços absurdos dos ingressos na Final da NBA

    Josh Hart desabafa sobre preços absurdos dos ingressos na Final da NBA

    Cara, o Josh Hart falou uma coisa que todo mundo tava pensando mas ninguém tinha coragem de falar: os preços dos ingressos pros jogos 3 e 4 da Final da NBA no Madison Square Garden estão completamente fora da realidade.

    “Eu meio que queria que os preços dos ingressos não fossem tão malucos quanto estão”, disse Hart pros repórteres no domingo. E olha, quando um jogador da NBA reclama de preço de ingresso, a coisa tá séria mesmo.

    O cara foi direto ao ponto: “Sinto que muita gente que tava esperando esse momento há muito tempo infelizmente não consegue entrar no ginásio. O ingresso mais barato custa 7, 8 mil dólares. Isso é ridículo.”

    Preços que fazem você chorar

    Pra você ter uma ideia da loucura: no sábado à tarde, o ingresso mais barato pro jogo 3 tava custando mais de 9 mil dólares. NOVE MIL. Isso é mais que muito brasileiro ganha num ano inteiro, mano.

    A única “boa” notícia é que os preços baixaram um pouco porque o Trump vai assistir ao jogo 3. Não é piada — aparentemente o pessoal tá com medo da segurança maluca que vai rolar e das filas gigantescas pra entrar. Os Knicks já avisaram que o torcedor tem que chegar 2 horas antes por causa das revistas extras.

    Por causa disso, segundo o Gametime, o ingresso mais barato pro jogo 3 “baixou” pra 6 mil dólares no domingo. O mais caro? Quase 96 mil. Noventa e seis mil dólares, galera. Dá pra comprar uma casa em algumas cidades.

    E o jogo 4 tá ainda pior

    Se você acha que é loucura, espera ver os preços pro jogo 4. Como existe a chance dos Knicks serem campeões em casa (coisa que não acontece há 27 anos), o ingresso mais barato tá mais de 10 mil dólares. O mais caro? 109 mil.

    Sinceramente, isso me deixa meio triste. Quantos fãs de verdade dos Knicks conseguem pagar isso? Estamos falando de gente que acompanha o time há décadas, que sofreu junto, que nunca perdeu a esperança… e agora não pode ver o momento mais importante por causa do preço.

    Até o Adam Silver, comissário da NBA, admitiu que é “frustrante” que mais pessoas não conseguem ir aos jogos. Mas ele deu aquela resposta de executivo: “mercado é mercado”. Fácil falar isso quando você não é quem tá tentando juntar as moedas pra ver seu time jogar, né?

    E aí, o que vocês acham? Será que a NBA deveria fazer alguma coisa pra controlar esses preços, ou isso é só o “mercado funcionando”? Uma coisa é certa: essa Final tá sendo histórica também pelos preços mais absurdos que a gente já viu.

  • Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Josh Hart mita no Arsenal e faz história nas Finais da NBA

    Olha, eu já sabia que o Josh Hart era personagem, mas o cara conseguiu superar as expectativas ontem. Não só fez história nas Finais da NBA como ainda arrumou treta com o Arsenal no meio do caminho. Só pode ser ele mesmo.

    Vamos aos fatos: os Knicks venceram o Spurs no Jogo 1 das Finais e o Hart teve uma performance simplesmente absurda. Em apenas 27 minutos de quadra, o cara anotou 3 pontos, 15 rebotes, 6 assistências, 4 roubos de bola e ainda deu uma tocada. Números meio malucos, né?

    Primeiro na história a fazer isso

    E o mais doido de tudo? Hart se tornou o PRIMEIRO jogador da história a conseguir pelo menos 15 rebotes, 6 assistências e 4 roubos em um jogo de playoffs jogando menos de 30 minutos. Cara, isso é de outro mundo.

    O desempenho dele foi fundamental para os Knicks virarem um jogo que tava feio. O Spurs chegou a abrir vantagem dupla no terceiro quarto, mas aí o KAT resolveu acordar (10 dos seus 18 pontos no terceiro período) e o Brunson fechou com chave de ouro no último quarto, anotando 13 dos seus 30 pontos.

    Arsenal levou invertida do nada

    Mas aí que vem o melhor da história. Durante o media day antes do Jogo 2, fizeram uma pergunta sobre futebol pro Hart e o cara simplesmente destruiu o Arsenal. “Arsenal não é humilde. Eles já ganharam uma Champions League alguma vez? Há quanto tempo eles existem? Nunca ganharam isso? Tá. Londres é azul, nunca vermelha. Chelsea que é time.”

    Sinceramente, não esperava essa. O cara tá nas Finais da NBA, faz um jogo histórico e ainda arruma tempo pra zoar um time inglês. Esse é o Josh Hart que a gente conhece e ama (risos).

    E aí, vocês acham que o Hart mantém esse nível no Jogo 2? Porque pelo jeito que ele tá inspirado, capaz de quebrar mais uns recordes por aí. O Jogo 2 rola hoje às 22h30 e promete ser quente.

  • Josh Hart desabafa sobre banco no Knicks: ‘Será que sou ruim?’

    Josh Hart desabafa sobre banco no Knicks: ‘Será que sou ruim?’

    Cara, o Josh Hart do Knicks foi bem transparente numa entrevista recente. O cara admitiu que quando foi pro banco no começo desta temporada, rolou aquela crise existencial que todo jogador passa.

    “Teve momentos que cheguei em casa pensando: ‘Cara, será que sou ruim? Será que não sei jogar basquete?’” — e olha, essa sinceridade é rara de ver na NBA.

    A realidade crua do banco

    Hart, de 31 anos, não escondeu que quando seus minutos diminuíram, bateu aquela insegurança. E sinceramente? Isso é mais comum do que imaginamos. Quantas vezes não vemos jogadores perdidos quando saem da rotação?

    Mas o que me impressiona no Hart é a maturidade. Em vez de ficar remoendo, ele usou isso como combustível: “Como posso melhorar pra não passar por isso de novo?” Essa mentalidade separa os bons dos grandes.

    O mais interessante é que agora ele até fica de boa quando vai pro banco. No jogo 1 contra o Hawks nos playoffs, ele saiu da rotação e ficou feliz vendo Atlanta jogar bem. Mano, isso é evolução mental!

    Do banco aos playoffs históricos

    E olha só a reviravolta: Hart virou titular em todos os 14 jogos dos Knicks nestes playoffs. O time tá a apenas quatro vitórias do primeiro título desde 1973 — isso é MUITO tempo, galera.

    Na minha visão, esse papo do Hart mostra o que realmente importa: ego ou campeonato? Ele escolheu o time. E vocês acham que essa mentalidade vai ser fundamental na reta final?

    Porque no fim das contas, se o Knicks levantar aquele troféu depois de 50 anos, ninguém vai lembrar se o Hart jogou 35 ou 15 minutos. Vão lembrar que ele ajudou a quebrar uma das maiores secas da NBA.

  • Finais da NBA 2026: Spurs x Knicks promete ser absurda

    Finais da NBA 2026: Spurs x Knicks promete ser absurda

    Cara, que loucura. As Finais da NBA de 2026 começam na quarta-feira em San Antonio e esse confronto entre Spurs e Knicks tem TUDO pra ser uma das melhores séries que a gente já viu. Talvez até uma clássica mesmo.

    Olha, eu tô aqui analisando os matchups e sinceramente? Vai ser xadrez puro entre Mike Brown e Mitch Johnson. Os dois técnicos vão ter que se superar pra ganhar essa. E pela forma como os times se encaixam, eu apostaria todas as fichas que vai pra sete jogos.

    O grande dilema do Wemby: dentro ou fora do garrafão?

    A real é que tudo gira em torno do Victor Wembanyama. E a pergunta que não quer calar: onde ele vai atuar? Porque olhando os jogos contra o OKC, a matemática é simples — quando ele jogou dentro do garrafão, os Spurs ganharam. Quando ficou na linha dos 3, perderam.

    O problema é que o Wemby ainda não tem aquele movimento certeiro, sabe? Às vezes ele se apaixona pelo arremesso de 3, outras vezes parece que tá jogando numa cesta de criança, enterrando em todo mundo. Mas ele não é forte o suficiente ainda pra forçar posições mais próximas da cesta.

    A estratégia vai ter que ser correr pra transição e atacar antes dos Knicks se organizarem. Porque se deixar eles montarem a defesa… aí complica. E tem outro detalhe: ele VAI precisar acertar alguns arremessos de 3 nessa série. Não tem jeito.

    Josh Hart vai aguentar a pressão?

    Cara, esse é um ponto que pode definir tudo. Os Spurs fizeram a mesma coisa com o Alex Caruso contra o OKC — deixaram o Wemby colar nele pra poder ajudar na defesa. E olha só: Caruso meteu 61% dos 3 pontos nos três primeiros jogos. Absurdo, né?

    O Hart teve uma temporada monstro de 3, acertando 42% (49% dos cantos!). Mas nos playoffs a coisa caiu pra 31%. Se ele conseguir acertar pelo menos uns 36-38% dos arremessos livres que vai receber, os Knicks conseguem manter ele em quadra pelos outros fundamentos que ele oferece.

    Agora, se ele não conseguir castigar essa marcação frouxa… Os Knicks vão ter que colocar o Landry Shamet e forçar cinco arremessadores em quadra. E isso obrigaria o Wemby a sair do garrafão pra marcar na linha de 3.

    E o Karl-Anthony Towns? Como vão parar ele?

    Olha, eu acho que o Towns tem uma oportunidade de ouro aqui. Fora o Wembanyama, os Spurs não são um time grande por dentro. Se eles realmente colocarem o Wemby no Hart pra ele poder ajudar na defesa, quem vai marcar o KAT?

    Na minha visão, esse pode ser o X da questão. O Towns tá numa temporada excelente e se ele conseguir dominar o garrafão quando o Wemby não tiver por perto… Pode ser o diferencial que os Knicks precisam.

    Vocês acham que os Spurs conseguem parar o ataque dos Knicks sem comprometer muito o Wembanyama? Porque sinceramente, eu tô achando que essa vai ser uma das séries mais equilibradas dos últimos anos. E quem errar menos nos detalhes leva a taça.

  • Os Knicks viraram uma comédia e todo mundo tá amando

    Os Knicks viraram uma comédia e todo mundo tá amando

    Cara, eu nunca pensei que ia falar isso na vida, mas os Knicks estão sendo simplesmente irresistíveis. E olha que eu torço contra eles há décadas, né? Mas essa turma conseguiu fazer algo que parecia impossível: transformaram uma temporada de NBA em uma comédia de amigos que você não consegue parar de assistir.

    O Josh Hart chegou numa coletiva de imprensa comendo pizza. PIZZA. Na coletiva oficial da Conferência Leste! O cara é tipo aquele amigo que não tem filtro nenhum e sempre fala cada uma que você fica sem reação. E foi exatamente isso que rolou quando o Karl-Anthony Towns (que os caras apelidaram de “Big Bodega” – apelido sensacional, por sinal) ouviu o Hart mandar uma dessa sobre estatísticas.

    Hart e suas pérolas

    “Estatísticas são como postes de luz para um bêbado. Você pode se apoiar nelas, mas elas não vão te levar pra casa”, disse o Hart. Mano, o KAT tirou os óculos e ficou com aquela cara de “esse cara não falou isso mesmo”. Foi épico!

    E não para por aí. O Mike Brown, técnico deles, quando perguntaram sobre qual time ele preferia enfrentar nas finais, respondeu na maior naturalidade: “Se fosse o San Antonio, eu economizaria uma grana porque minha família mora lá. Não precisaria comprar passagem de avião”. Sinceramente, quem não ama uma resposta dessas?

    A química dos caras de Villanova

    O que mais me impressiona é a química entre Jalen Brunson, Josh Hart e Mikal Bridges. Três caras que se conheceram na faculdade e agora estão a quatro vitórias do título da NBA. É literalmente um filme da Disney, só que acontecendo na vida real.

    O Brunson não fica atrás do Hart nas palhaçadas. Quando o Josh machucou o tornozelo, o que o Jalen fez? Mandou ele “andar que passa”. Amor fraternal do tipo que só irmão faz mesmo. E esses dois têm um podcast juntos – imagina as conversas que devem rolar ali.

    Olha, eu tenho que admitir uma coisa: eles estão destruindo todo mundo em quadra também. São 11 vitórias seguidas com a maior diferença de pontos da história da NBA (temporada regular ou playoffs). Chegaram às finais pela primeira vez desde 1999 com o melhor rating ofensivo E defensivo dos playoffs.

    Vocês acham que dá pra manter esse clima descontraído nas finais? Porque uma hora a pressão vai apertar, né? Mas se tem uma coisa que essa temporada me ensinou é que nunca devemos subestimar o poder de uma boa amizade. E pizza na coletiva, óbvio.

  • Hart zoando: ‘Se o Wemby me marca é porque sou bom jogador’

    Hart zoando: ‘Se o Wemby me marca é porque sou bom jogador’

    Cara, o Josh Hart é um personagem mesmo. O cara vai enfrentar o Victor Wembanyama nas Finais da NBA e ainda consegue fazer piada com a situação. Quando perguntaram sobre a possibilidade de ser marcado pelo francesão nas Finais entre Knicks e Spurs, a resposta foi genial.

    “Quer dizer que o único DPOY unânime da história vai me marcar? Acho que é um bom sinal pra mim, né? Significa que sou um jogador bem bom” — disse Hart, claramente se divertindo com a situação.

    A realidade por trás da brincadeira

    Olha, por mais engraçado que tenha sido, o Hart tá certo em uma coisa: se um cara de 2,24m que ganhou o prêmio de melhor defensor por unanimidade vai ter que se preocupar com você, é porque você realmente incomoda.

    E o Hart incomoda mesmo. Nos playoffs até agora, o cara tá fazendo 11,4 pontos, 8,6 rebotes e 4,6 assistências por jogo. Pra um cara de 1,96m estar pegando mais de 8 rebotes por partida nos playoffs é simplesmente absurdo. É o segundo maior reboteiro do time!

    Com o Mitchell Robinson machucado (dedo mindinho quebrado — que azar), o Hart pode mesmo ter que enfrentar Wembanyama no garrafão em alguns momentos. E sinceramente? Eu quero ver essa batalha. Hart sempre jogou maior que sua altura, o cara é pura raça.

    Knicks x Spurs: o confronto que ninguém esperava

    Depois de varrer as duas últimas séries e vencer 11 jogos seguidos nos playoffs, os Knicks chegaram às Finais. Do outro lado, os Spurs eliminaram o Thunder no sábado e garantiram vaga na decisão.

    Vocês acham que Hart vai mesmo conseguir incomodar Wemby? O francês pode ter 2,24m, mas o Hart tem algo que não se mede: coração de leão. “Eu entro em quadra e jogo do jeito que o jogo precisa. Se for pra pontuar, beleza. Se for pra defender e pegar rebote, beleza também”, completou Hart.

    O Jogo 1 das Finais acontece na quarta-feira, 3 de junho, às 21h30, em San Antonio. Os dois primeiros jogos são no Texas, depois a série vai pra Nova York. Se os Knicks conseguirem o título, seria o primeiro desde 1973 — mais de 50 anos de jejum!

    Enfim, uma coisa é certa: Hart vai dar trabalho. E se o Wembanyama tiver mesmo que se preocupar com ele, talvez o cara tenha razão — realmente significa que ele é um baita jogador.

  • Josh Hart brinda com vinho após Knicks massacrarem os Cavs

    Josh Hart brinda com vinho após Knicks massacrarem os Cavs

    Cara, tem coisa mais massa que comemorar uma classificação pra final da NBA tomando um vinhozinho na coletiva? Josh Hart simplesmente decidiu que ia celebrar da forma mais elegante possível depois dos Knicks destruírem os Cavaliers por 130-93 no jogo 4, fechando a série em 4×0.

    O cara apareceu na entrevista coletiva com um boné dos Knicks escrito “NBA Finals”, roupa social e uma taça de vinho na mão. Sinceramente? Respeito total. Depois de uma temporada tão doida quanto essa, o homem merece comemorar.

    A turma de Villanova dominando

    E não foi só o Hart não. Mikal Bridges e Jalen Brunson, seus ex-companheiros de Villanova, estavam lá também comemorando. Esses três juntos nos Knicks é algo que eu nunca pensei que ia ver, mas que tá funcionando absurdamente bem.

    “Eu não acho que alguma coisa mudou do dia pra noite”, disse Hart quando perguntaram sobre a sequência de 11 vitórias após ficarem atrás por 2-1 contra os Hawks na primeira rodada. “Este é um time que não tem ego.”

    Momento comédia na coletiva

    Mas o melhor momento foi quando Hart zoou um repórter que tava comendo chicken wings durante a entrevista. Mano, imagina a cena: o cara tentando fazer pergunta com os dedos sujos de molho!

    “Eu tô vendo, não fala nada”, disse Brunson quando perceberam.

    “Você não entra aqui chupando os dedos”, completou Hart enquanto a galera morria de rir. “Você tem que fazer pergunta e foi buscar chicken wings? Jamais. Você não ganha nada. Mas esses wings estão batendo forte.”

    A situação toda foi hilária, mas também mostra como esse time tá relaxado e confiante. E olha, depois de varrer os Cavs dessa forma, eles têm todo o direito de estar.

    De banco para protagonista

    Hart teve uma montanha-russa nessa série. Foi pro banco no jogo 1 (aquela virada histórica de 22 pontos dos Knicks), mas voltou com tudo no jogo 2: 26 pontos em 10-21 do campo. O cara provou que esse time tem profundidade absurda.

    E falando em profundidade, Landry Shamet meteu 11-12 de três pontos nas finais da conferência. Onze de doze! Isso é quase desrespeitoso com a defesa adversária.

    Agora os Knicks vão esperar pra saber quem enfrentam na final. Thunder e Spurs tão empatados 2-2, então vai ser decisão mesmo. E aí, vocês acham que os Knicks conseguem levar o título depois de tantos anos? Eu tô começando a acreditar nessa história toda.

    Uma coisa é certa: se chegarem lá, a festa vai ser épica. E provavelmente com mais vinho envolvido.

  • Brunson expulsa Josh Hart de entrevista e viraliza na web

    Brunson expulsa Josh Hart de entrevista e viraliza na web

    Cara, que momento! O Jalen Brunson mal tinha terminado de levantar o troféu da Conferência Leste e já estava protagonizando uma das cenas mais engraçadas que eu vi nos playoffs.

    Olha só a situação: os Knicks acabaram de DESTRUIR o Cavaliers por 130-93, completando uma varredura histórica na final da Conferência Leste. Primeira vez na Finals desde 1999, galera! E o que acontece? O Josh Hart, que é amigo de longa data do Brunson desde os tempos de Villanova, resolve se intrometer na entrevista pós-jogo.

    A amizade que todo mundo queria ter

    Vocês já viram aqueles amigos que não conseguem ficar longe um do outro? É exatamente essa a vibe do Brunson e do Hart. O cara tava ali do lado da repórter, sorrindo que nem bobo, esperando pra aparecer na TV nacional. Só que o recém-coroado MVP da final da Conferência Leste não tava afim de dividir os holofotes.

    A reação do Brunson foi PERFEITA. Antes mesmo da repórter fazer a primeira pergunta, ele olhou pro Hart e mandou um “sai fora” clássico, apontando o dedo. E o melhor? O Hart levantou as duas mãos em rendição, tipo “beleza, beleza, a entrevista é sua”, e saiu de cena rindo.

    New York está em êxtase

    Sinceramente, acho que esse momento mostra exatamente por que esse time dos Knicks é tão especial. A química entre esses caras é absurda. Eles se divertem juntos, brigam juntos, e agora vão pra Finals juntos.

    E vocês, o que acharam dessa? Eu não consigo parar de rir com a cara do Hart sendo “expulso” pelo próprio amigo. É esse tipo de momento que faz a gente lembrar que, no fim das contas, são só caras normais realizando o sonho de uma vida inteira.

    Agora é aguardar pra ver se essa dupla de Villanova consegue trazer o primeiro título da NBA pro Madison Square Garden desde 1973. Vai ser jogaço!

  • Knicks já tinham meta própria antes de Dolan falar em Finals

    Knicks já tinham meta própria antes de Dolan falar em Finals

    Cara, quando o Josh Hart fala que “é bom a gente chegar nas Finals ou vamos ser trocados”, você sabe que o cara tá zoando. Mas por trás da piada tem uma pressão real que os Knicks já sentiam muito antes do James Dolan abrir a boca.

    O dono dos Knicks quebrou dois anos de silêncio em janeiro pra mandar a real: “Chegar nas Finals, nós absolutamente temos que fazer isso.” Mas olha só, na minha visão, esse pessoal de Nova York já estava com essa sede toda independente do patrão falar alguma coisa.

    A pressão já tava lá desde sempre

    O Karl-Anthony Towns foi cirúrgico quando falou sobre isso: “Nós todos já tínhamos essa aspiração de qualquer forma, então não precisávamos ouvir isso porque todos queríamos esse momento.” E faz sentido, né? Depois de chegarem nas finais de conferência ano passado e não passarem, qual seria o próximo passo natural?

    O que mais me chama atenção é QUANDO o Dolan resolveu falar. Foi em janeiro, logo depois dos Knicks passarem por uma fase horrível — perderam 9 de 11 jogos. Imagina só: o cara quebra o silêncio justamente quando o time tava parecendo mais uma várzea do que um candidato ao título.

    Timing perfeito… ou péssimo?

    “A temporada regular é cheia de altos e baixos”, disse o Towns. E ele tá certo. Mas sinceramente? Aquela sequência ruim veio na pior hora possível. O torcedor de Nova York não é conhecido pela paciência, e quando as coisas começam a desandar por lá, a coisa fica feia rapidinho.

    Hart foi esperto na resposta dele. Disse que não era pressão extra porque “esse é o objetivo que todos nós meio que temos.” Claro que quando o chefão fala, a coisa pesa um pouco mais, mas esses caras já estavam com fome de chegar longe.

    E vocês, acham que essa pressão pública do Dolan ajudou ou atrapalhou? Eu sinceramente acho que foi mais um combustível pro fogo que já tava aceso. Quando você demite o Thibodeau depois de chegar nas finais de conferência, já tá mandando o recado bem claro: “não é mais suficiente”.

    A mentalidade mudou

    O mais interessante é ver como eles enxergam aquela sequência ruim como algo que os fortaleceu. “Nos ajudou a crescer e ficar mais unidos”, falou o Towns. É aquela história: ou você vira farinha, ou sai mais forte da situação.

    Agora, com os Knicks brigando pra valer nas finais de conferência, parece que tanto a pressão interna quanto a cobrança do Dolan podem ter dado certo. A cidade de Nova York já mostrou que fica louca quando o time vai bem — imaginem se chegarem realmente nas Finals?

    Uma coisa é certa: não importa se a cobrança veio do dono ou deles mesmos. O que vale agora é entregar o que prometeram.

  • Hart não quer saber de festa: ‘A série não acabou’

    Hart não quer saber de festa: ‘A série não acabou’

    Mano, que frieza do Josh Hart. Enquanto todo mundo já tava comemorando a vitória de 121-108 dos Knicks sobre os Cavs no sábado, o cara simplesmente andou pela quadra com aquela postura de quem ainda tem trabalho pra fazer.

    E quando os repórteres se aproximaram esperando alguma declaração animada, Hart soltou essa pérola de três palavras: “A série não acabou”. Pronto. Não quis nem saber de sorrisinho pras câmeras.

    Cara, eu admiro essa mentalidade. O time tá 3-0 na série, dominando completamente os Cavaliers, mas o Hart tá com a cabeça no lugar certo. Sabe que em playoff NBA qualquer relaxada pode dar ruim.

    Knicks dominaram em Cleveland

    Olha só a situação: os Cavs estavam jogando em casa pela primeira vez numa final de conferência em quase 10 anos. Tinha até o Travis Kelce e a Taylor Swift na primeira fila torcendo pros donos da casa. Mas nem assim rolou.

    O Karl-Anthony Towns começou destruindo logo no primeiro quarto – 11 pontos, incluindo uma fadeaway absurda por cima do James Harden que foi de lascar. KAT meio que sumiu depois (só mais 2 pontos), mas aí que tá a beleza desse time dos Knicks: todo mundo contribui.

    Hart mesmo fez 12 pontos, quase um double-double (faltou só um rebote), mas onde ele realmente brilhou foi na defesa. Quatro roubadas de bola! E ainda distribuiu 5 assistências. Jogador completo, monstro.

    Brunson comandando o show

    Mas quem realmente carregou o piano foi o Jalen Brunson com seus 30 pontos. O cara tá numa fase absurda nos playoffs. Mikal Bridges ajudou com 22, OG Anunoby com 21… É isso aí, basquete coletivo funcionando na sua melhor forma.

    E pra vocês terem uma ideia da dominância: são cinco vitórias consecutivas fora de casa por 10+ pontos de diferença. Sinceramente, eu não esperava essa superioridade toda dos Knicks, mas eles tão jogando um basquete lindo de assistir.

    Agora é torcer pra que Hart mantenha essa frieza e o time feche a série no próximo jogo. Porque cara, ver os Knicks nas finais da NBA depois de 27 anos seria algo histórico mesmo. E aí, vocês acham que rola o 4-0 ou os Cavs conseguem pelo menos uma vitória em casa?