Tag: Josh Hart

  • Josh Hart desamarra o tênis do Jimmy Fallon em pleno jogo da NBA

    Josh Hart desamarra o tênis do Jimmy Fallon em pleno jogo da NBA

    Mano, eu já vi muito jogo da NBA na vida, mas o que o Josh Hart fez ontem no Madison Square Garden foi de outro mundo. E não, não tô falando dos 8 pontos dele — tô falando da pegadinha ÉPICA que ele pregou no Jimmy Fallon durante a goleada histórica dos Knicks sobre os 76ers por 137 a 98.

    A situação foi a seguinte: Knicks metendo 40 pontos de vantagem (quarenta, gente!), Jalen Brunson destruindo tudo com 35 pontos, e o Hart decidiu que o jogo já tava ganho mesmo. Resultado? Foi lá e desamarrou o tênis do Jimmy Fallon, que tava sentadinho na courtside curtindo o massacre.

    Brunson foi o monstro, mas Hart roubou a cena

    Olha, o Brunson tá num outro nível. 35 pontos em 12 de 18 arremessos, sendo 27 só no primeiro tempo. O cara literalmente decidiu o jogo antes do intervalo. Mas convenhamos — todo mundo vai lembrar mesmo é do Hart desamarrando o tênis do apresentador mais famoso da TV americana.

    E o melhor de tudo? O Fallon é fã roxo dos Knicks há décadas. Se tem alguém que sabe apreciar uma boa brincadeira, é ele. Imagina só a felicidade do cara vendo o time dele massacrando os rivais da Filadélfia e ainda sendo “vítima” de uma pegadinha dos próprios jogadores.

    Sixers chegaram cansados e pagaram o preço

    Sinceramente, não deu nem para ter dó dos 76ers. Os caras chegaram em Nova York depois de um Game 7 sufocante contra os Celtics no sábado, enquanto os Knicks tiveram dias extras de descanso. A diferença ficou clara desde o primeiro quarto.

    Hart fechou a noite com 8 pontos, 8 rebotes, 6 assistências, 3 roubos de bola e 1 toco. Mas como a própria NBA brincou nas redes sociais: ele liderou o time em “tênis desamarrados”. Genial.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar 2 a 0 na quarta-feira? Com esse clima no Madison Square Garden e os 76ers ainda sentindo o baque, eu não duvido de mais uma exibição dominante. O Hart promete mais pegadinhas?

  • Wemby vai explodir nos playoffs? Veja as picks do DFS pra hoje

    Wemby vai explodir nos playoffs? Veja as picks do DFS pra hoje

    Cara, que segunda-feira absurda nos aguarda! Os playoffs da NBA esquentaram de vez e a galera do fantasy basketball já tá se preparando pra lucrar com os jogaços de hoje.

    Temos Knicks x 76ers às 22h (horário de Brasília) e logo depois Spurs x Timberwolves às 23h30. Primeiro jogo das séries de segunda rodada, ou seja: tensão máxima e craques em quadra.

    Wemby é a aposta principal

    O Mike McClure — monstro do DFS que já ganhou mais de 2 milhões de dólares — botou o Victor Wembanyama como pick principal. E olha, eu concordo 100% com a escolha.

    O francês tá cotado a $10.800 no DraftKings e $12.400 no FanDuel. Meio salgado? Talvez. Mas pensa só: o cara teve uma concussão na primeira rodada contra os Blazers, perdeu uns jogos, e agora tá voltando com tudo pra enfrentar Minnesota.

    Na temporada regular o Wemby foi simplesmente DEFENSIVO PLAYER OF THE YEAR. Média de 25 pontos, 11.5 rebotes, 3.1 assistências e 3.1 tocos por jogo. É brincadeira esse moleque.

    E sabe o que mais? Minnesota tá lidando com lesões importantes no elenco. Perfeito pro Wembanyama dominar o garrafão e entregar números gordos no fantasy.

    Josh Hart: o coringa barato

    Agora a jogada inteligente do McClure foi incluir o Josh Hart dos Knicks. Por $6.000 nos dois sites, o cara é praticamente um presente.

    Na primeira rodada ele fez 10.2 pontos, 9.2 rebotes e 4.3 assistências de média. Não vai dar triple-double nem nada, mas contribui em pelo menos quatro categorias estatísticas. E olha, contra os 76ers ele pode muito bem explodir — principalmente se o Embiid não estiver 100%.

    Sinceramente acho que Hart é uma das melhores opções custo-benefício pra hoje. Te sobra dinheiro pra investir nos caras mais caros sem comprometer o lineup.

    E aí, vocês vão de Wemby hoje ou acham que o preço tá muito alto? Eu tô tentado a arriscar no francês, mas confesso que tô de olho também no Anthony Edwards — se ele jogar mesmo com esse problema no joelho.

    A segunda rodada sempre reserva surpresas, então qualquer aposta pode dar muito certo… ou muito errado. Mas é isso que torna tudo mais emocionante, né?

  • Hart manda a real: apelo do Embiid não vai parar invasão Knicks

    Hart manda a real: apelo do Embiid não vai parar invasão Knicks

    Cara, o Josh Hart acabou de dar aquela resposta que todo mundo estava esperando. O Joel Embiid fez um apelo dramático pros torcedores dos 76ers não venderem ingressos pros nova-iorquinos, mas o Hart simplesmente falou: “todo mundo tem preço, mano”.

    E olha, ele não tá errado não.

    A invasão de 2024 ainda dói

    Vocês lembram do que rolou há dois anos? Os torcedores dos Knicks praticamente transformaram a Xfinity Mobile Arena (antiga Wells Fargo Center) numa filial do Madison Square Garden. Era “MVP! MVP!” pro Jalen Brunson ecoando pela Filadélfia inteira. O Embiid ficou pistola na época: “Isso me irrita pra caramba, principalmente porque Philly é considerada uma cidade esportiva”.

    Agora, antes do jogo 1 das semifinais da Conferência Leste, o Hart mandou a real no treino de domingo: “Espero que seja parecido, porque os torcedores dos Knicks viajam. São provavelmente os melhores da NBA quando o assunto é viajar e ir nos jogos. Pode até ser mais barato fazer isso do que ir pro Garden”.

    Embiid tentou de tudo (até ofereceu grana)

    Depois que os 76ers viraram aquela série absurda contra os Celtics (estavam perdendo de 3-1!), o Embiid fez um apelo desesperado: “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês. Precisamos de vocês”.

    E não parou por aí. O cara literalmente ofereceu pagar as contas dos torcedores: “Se vocês precisam de dinheiro, eu pago pra vocês”.

    Na moral? Respeitei a atitude, mas o Hart só confirmou o que todo mundo já sabia que ia acontecer.

    Os 76ers até tentaram ser espertos, limitando a venda de ingressos apenas pra residentes da região da Filadélfia (baseado no endereço do cartão de crédito). Mas convenhamos — isso não vai parar ninguém no mercado secundário.

    Por que os nova-iorquinos sempre ganham essa guerra

    Hart explicou numa boa: “O lado bom dos nova-iorquinos, cara, é que eles são persistentes. Eles não ligam, mano. Vão fazer isso. E pra muita gente, tudo gira em torno do dinheiro”.

    E faz sentido total. Ingresso no Madison Square Garden custa uma fortuna comparado com a Filadélfia. São só 90 minutos de carro. Claro que vão invadir!

    “Os nova-iorquinos são apaixonados pelos Knicks e vão aparecer pra demonstrar amor”, completou o Hart.

    Sinceramente? Acho que vai ser aquela guerra linda de torcidas. Os 76ers tentaram de tudo — desde apelo emocional até oferecer dinheiro —, mas no final das contas, paixão e economia sempre vencem essas barreiras administrativas.

    E vocês, acham que os torcedores dos Knicks vão conseguir dominar Philly de novo? Eu aposto que sim.

  • Hart mandou o técnico calar a boca: ‘Eu fico nele, não me tira!’

    Hart mandou o técnico calar a boca: ‘Eu fico nele, não me tira!’

    Cara, o Josh Hart é simplesmente diferente. O maluco literalmente xingou o técnico assistente dos Knicks porque não queria sair de cima do CJ McCollum. E olha só o que ele falou depois: “O cara cai e faz média de 30 pontos nos dois primeiros jogos? Nem ferrando.”

    Isso que eu chamo de orgulho de defensor, mano.

    O momento que mudou tudo

    Nos primeiros dois jogos da série contra os Pelicans, McCollum estava voando — quase 30 pontos por jogo, destruindo qualquer um que aparecesse na frente dele. Hart viu aquilo e pensou: “Não, não vai rolar assim não.”

    Aí no final do Jogo 3, quando o técnico quis tirar ele da marcação do McCollum, Hart perdeu a linha. Foi direto na sala dos técnicos e mandou a real: “Eu fico nele. Não me tira dele. Eu vou marcar ele.”

    E funcionou, né? Os Knicks viraram a série e avançaram. Hart conseguiu dar trabalho pro McCollum e o time todo engrenau.

    KAT assumindo o protagonismo

    Uma coisa que me chamou atenção foi como o Karl-Anthony Towns finalmente assumiu o protagonismo que a gente esperava dele. Hart até comentou sobre isso — KAT fez dois triple-doubles nos últimos três jogos da série. Absurdo.

    “Ele consegue arremessar, jogar com a bola na mão e passar muito bem”, disse Hart. E é isso mesmo. Towns sempre teve esse potencial, mas parecia que faltava aquela confiança, aquela atitude de ‘eu que mando aqui’.

    O técnico Mike Brown também elogiou as mudanças ofensivas que fizeram depois do Jogo 3. Basicamente, eles pararam de complicar e deixaram os caras jogarem com mais liberdade, explorando as qualidades individuais.

    Agora é descansar e ver o circo pegar fogo

    Enquanto isso, os Knicks estão de boa assistindo Celtics e Sixers se matando no Jogo 7. O Jalen Brunson já mandou o recado: “É bom comemorar as vitórias, mas não podemos deixar isso se estender. Temos que focar. Acordar amanhã e partir para a próxima.”

    Sabedoria pura do garoto.

    Ah, e o Mitchell Robinson tomou uma multa de 50 mil dólares por uma briguinha com o Dyson Daniels. Nada demais, só os ânimos exaltados dos playoffs mesmo. O importante é que não foi suspenso.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem aproveitar esse embalo e chegar longe nos playoffs? Porque se o Hart continuar com essa intensidade na defesa e o Towns mantendo esse nível ofensivo, vai dar trabalho pra qualquer um.

  • Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Josh Hart machucado: Knicks podem ter problema sério no Jogo 6

    Olha, quando você menos espera, sempre aparece uma lesão para complicar tudo. Josh Hart está listado como “questionável” para o Jogo 6 contra os Hawks, e sinceramente? Isso pode virar um baita problema para os Knicks.

    O cara saiu de quadra faltando 6:27 para o final do Jogo 5 — que por sinal foi uma surra histórica de 126 a 97 — e não voltou nem para o banco. Deu para ver ele segurando as costas durante o jogo, e agora tá aí: contusão na lombar.

    O problema não é só a ausência do Hart

    Hart pode até estar errando uns arremessos nessa série, mas cara, o que ele tá fazendo defensivamente é absurdo. A grande sacada dos Knicks foi colocar ele para marcar o CJ McCollum — e funcionou perfeitamente. Finalmente conseguiram parar aquele monstro que tava destruindo tudo nos primeiros jogos.

    Se o Hart não jogar, como é que fica? O plano defensivo para o McCollum vira uma dor de cabeça gigante. E vocês sabem como é: numa série de playoffs, essas pequenas mudanças podem decidir tudo.

    Mike Brown até tentou algumas coisas diferentes no Jogo 5. Colocou Towns e Mitchell Robinson juntos em quadra — coisa que ele evitava fazer porque achava que dava problemas defensivos. Mas funcionou: nos cinco minutos que jogaram juntos, os Knicks aumentaram a vantagem.

    Veteranos mandando no pedaço

    Uma coisa que achei interessante foi o Brown falando sobre como deixa os veteranos participarem das decisões. “É um grupo veterano, eles já passaram por muita coisa juntos”, disse ele. “Se eles falam ‘vamos treinar em tal horário’ ou ‘vamos assistir os vídeos agora’, eu escuto.”

    Faz sentido, né? Quando você tem um grupo maduro que já se entende, às vezes é melhor dar essa liberdade mesmo. E pelo jeito tá funcionando — estão a uma vitória de eliminar os Hawks na primeira rodada.

    A real é que os Knicks estão numa situação boa: 3-2 na série, jogando em casa, e com momentum total depois dessa goleada. Mas basquete é basquete — qualquer coisa pode acontecer, ainda mais se ficarem sem uma peça importante como o Hart.

    E aí, vocês acham que os Knicks fecham a série mesmo sem o Hart? Ou os Hawks conseguem forçar um Jogo 7?

  • Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Josh Hart foi o monstro defensivo que salvou os Knicks no jogo 4

    Cara, se você só olhar as estatísticas do Josh Hart no jogo 4, não vai entender nada. Os números não saltam aos olhos, mas o cara foi simplesmente FUNDAMENTAL para os Knicks empatarem a série contra os Hawks em 2-2.

    Olha, eu acompanho essa série desde o começo e posso falar: os Knicks finalmente acordaram na defesa. E quem estava no meio de tudo? O Hart. O técnico Mike Brown não economizou elogios depois da vitória por 114-98 em Atlanta.

    Canivete suíço na defesa

    “Josh estava realmente bom na marcação individual”, disse Brown. “Ele tem pés rápidos, é forte e quando se concentra, se concentra mesmo.” E cara, isso ficou mais do que claro no jogo.

    Os Hawks fizeram apenas 41% dos arremessos de quadra e uns ridículos 24,4% nas bolas de três. Nineteen turnovers que os Knicks converteram em 21 pontos. É ou não é defesa?

    O mais impressionante é como eles usaram o Hart. O cara marcou tanto o Jalen Johnson quanto o CJ McCollum durante o jogo – e foi efetivo nos dois. Sinceramente, achei genial essa estratégia de rodar ele pela quadra conforme a necessidade.

    Efeito dominó na defesa

    Sabe o que mais me chamou atenção? Como a intensidade defensiva do Hart contagiou o time inteiro. O OG Anunoby explicou perfeitamente: “Isso facilita, porque me dá mais tempo para rodar em direção ao aro e decidir se o armador vai parar o dribble ou partir pro garrafão”.

    E vocês viram como os Hawks gostam de correr? Pois é, no jogo 4 eles fizeram apenas SETE pontos de contra-ataque. Sete! A maioria ainda veio no lixo do final do jogo.

    O Hart mesmo admitiu que não estava acertando os arremessos: “Não tenho feito cestas. Então preciso encontrar uma forma de ser impactante”. Mission accomplished, my friend.

    Olha, se os Knicks querem ter alguma chance nessa série (e olha que eu tô torcendo), precisam que o Hart mantenha esse nível defensivo. Porque quando ele pressiona a bola assim, o time todo fica mais confiante. O Jalen Brunson resumiu bem: “Ele faz o que pedem dele 9,5 vezes em 10”.

    Agora é ver se conseguem manter essa consistência defensiva. Porque até aqui, essa foi de longe a melhor atuação defensiva dos Knicks nos playoffs. E o Hart foi o cara que fez tudo acontecer.

  • Josh Hart travou McCollum e KAT fez história nos Knicks

    Josh Hart travou McCollum e KAT fez história nos Knicks

    Cara, que jogo foi esse dos Knicks contra o Hawks! Eu tava aqui mordendo as unhas porque era literalmente vida ou morte no jogo 4, e os caras entregaram tudo. Josh Hart simplesmente decidiu que o CJ McCollum não ia jogar basquete ontem à noite.

    O técnico Mike Brown botou o Hart pra marcar o McCollum desde o primeiro minuto, e mano… foi um clinic defensivo. O cara limitou McCollum a míseros 8 pontos nos primeiros 20 minutos. Oito! Um jogador que normalmente mete 20+ por jogo ficou completamente perdido. Hart tem esse pé ligeiro e quando ele trava na defesa, não tem conversa.

    KAT fez o que tinha que fazer

    Com o Jalen Brunson meio sumido (acontece até com os melhores), alguém precisava assumir a responsa. E quem foi? Karl-Anthony Towns. O cara não só assumiu como fez HISTÓRIA — primeiro triple-double da carreira nos playoffs!

    Sinceramente, eu já tava cansado de ver o Towns sendo subutilizado o ano todo. Quantas vezes a gente não gritou na TV: “Passa a bola pro Towns!” Pois é, no sábado finalmente passaram. Resultado? 10 pontos e 4 assistências só no primeiro quarto. Definiu o tom do jogo ali mesmo.

    O Hart falou uma coisa depois do jogo que me chamou atenção: “Ele é um hub”. Perfeito. O Towns não é só um cara alto que arremessa de 3 — ele distribui, cria jogadas, abre o jogo. Precisavam usar isso melhor o tempo todo.

    OG Anunoby tá voando

    E o OG Anunoby? Meu amigo, esse cara tá num nível absurdo nestes playoffs. Liderou o time com 12 pontos no primeiro tempo, fechou com 22 e 10 rebotes. Quase 9 rebotes por jogo na série — isso é 4 a mais que a média dele na temporada regular!

    Na minha visão, ele tá sendo o melhor Knick nesta série toda. Nos três primeiros jogos: 20 pontos de média com 56% de aproveitamento. E aqueles 8 de 15 de 3? Monstro demais.

    O que mais me impressiona é que quando o Brunson não tá no seu melhor dia, os outros caras aparecem. O José Alvarado saindo do banco e fazendo a diferença, o Hart travando na defesa, o OG dominando dos dois lados… É assim que se ganha playoff.

    Agora vem o jogo 5 e a pergunta que não quer calar: como é que vão marcar o McCollum dessa vez? Porque se ele acordar, a coisa complica. Vocês acham que o Hart consegue repetir aquela performance defensiva?

  • Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Hart assume: Knicks estavam desesperados no jogo 4 contra Hawks

    Cara, o Josh Hart foi direto ao ponto depois da vitória dos Knicks sobre os Hawks por 114-98 no sábado. Sem papas na língua, o cara admitiu que o time estava com “senso de urgência” — e olha, quando um jogador fala isso abertamente, você sabe que a coisa estava feia mesmo.

    “Havia um senso de urgência ali, perdendo por 2-1. Entregamos dois jogos que deveríamos ter vencido”, disse Hart para os repórteres. E sinceramente? Ele tem razão total. Os Knicks tinham tudo para estar na frente nessa série, mas se complicaram sozinhos.

    Hart comandou a reação defensiva

    O que mais me impressionou foi como o Hart liderou pelo exemplo na defesa. O cara estava em todo lugar no State Farm Arena — roubou duas bolas, forçou 10 turnovers logo no início, e deixou o técnico dos Hawks, Quin Snyder, achando que ele estava marcando o time inteiro ao mesmo tempo.

    Mike Brown, técnico dos Knicks, não economizou nos elogios: “Quando ele se concentra, ele se concentra. Sua atividade defensiva, especialmente na pressão na bola, foi fabulosa esta noite”.

    E vocês viram aquelas jogadas? O Hart roubando a bola e convertendo do outro lado da quadra. É esse tipo de energia que faz a diferença nos playoffs.

    Agora é manter a pressão no jogo 5

    Mas o Hart foi esperto — ele sabe que ganhar um jogo não resolve nada. “Tivemos esse senso de urgência desde o começo e agora temos que estar prontos para ter esse senso de urgência desde o começo no jogo 5”, falou.

    E é isso mesmo. Voltar para o Madison Square Garden com a série empatada em 2-2 é uma coisa, mas manter essa mesma intensidade é outra completamente diferente. Os Knicks não podem relaxar agora.

    Hart marcou 10 pontos e ficou a apenas um rebote do double-double, mas o que realmente importou foi sua liderança nos dois lados da quadra. Foi um dos cinco jogadores dos Knicks a marcar dois dígitos — quando o time todo contribui assim, fica difícil parar.

    Agora é ver se os Knicks conseguem levar essa mesma sede de vitória para casa. O que vocês acham? Eles conseguem fechar a série no MSG ou vão deixar escapar de novo?

  • Hart sem palavras após noite desastrosa custou vitória dos Knicks

    Hart sem palavras após noite desastrosa custou vitória dos Knicks

    Cara, eu vi muita coisa ruim no basquete, mas a cara do Josh Hart ontem à noite depois daquele jogo foi de partir o coração. O cara simplesmente travou na hora H e custou a vitória pros Knicks contra os Hawks, 109-108.

    Olha, o Hart não é qualquer um não. Estamos falando de um jogador que virou peça fundamental desse time de Nova York, um dos melhores defensores da liga que ainda por cima sabe distribuir a bola. Mas ontem? Simplesmente sumiu do mapa.

    Uma noite para esquecer

    Os números não mentem: 1 de 9 nos arremessos, sendo 0 de 4 do perímetro. Em 40 minutos de quadra — que é praticamente o jogo inteiro — o cara conseguiu apenas 2 pontos. Dois. É o tipo de estatística que você olha duas vezes pra ter certeza que não tá sonhando.

    E o mais impressionante é que Hart tinha chegado aos dois dígitos nos dois primeiros jogos da série. Aí você vai ver o cara que sempre aparece nas horas importantes simplesmente travando quando o time mais precisava dele.

    “Eles simplesmente não entraram. Achei que o arremesso do canto ia entrar. Eu tenho que acertar esses arremessos”, disse Hart pros repórteres depois do jogo. Dá pra ver na cara dele que tava destruído.

    Um arremesso mudaria tudo

    E sabe o que é mais cruel? Bastava UM arremesso a mais pra história ser completamente diferente. Os Knicks perderam por apenas um ponto, então qualquer uma daquelas bolas que rimaram na cesta do Hart teria mudado o resultado.

    O time de Nova York ainda se ferrou mais quando Jalen Brunson perdeu uma bola no finalzinho que poderia ter sido a cesta da vitória. Aí o CJ McCollum apareceu do outro lado e mandou a que decidiu o jogo pro Atlanta.

    Pelo menos outros caras apareceram. OG Anunoby foi monstro com 29 pontos, Brunson fez 26 apesar do erro final, e Karl-Anthony Towns cravou um double-double com 21 pontos e 17 rebotes. Mas não adiantou nada se o Hart, que sempre resolve na defesa e na distribuição, simplesmente não conseguiu acertar nem uma bandeja.

    Agora é reagir ou morrer

    A realidade é crua: os Knicks estão com a corda no pescoço. Se perderem o próximo jogo, vão estar 3-1 pra baixo na série, e aí já era. Vocês acham que o Hart consegue se recuperar psicologicamente dessa?

    Na minha opinião, é exatamente esse tipo de jogo que separa os grandes jogadores dos medianos. O Hart sempre foi confiável, sempre apareceu quando precisava. Agora é ver se ele consegue esquecer essa noite horrível e voltar a ser o jogador que conhecemos no jogo 4.

    Porque, sinceramente, os Knicks não podem se dar ao luxo de ter o Hart sumido mais uma vez. Não com os Hawks jogando desse jeito e aproveitando cada vacilo do adversário.

  • Bridges manda real: Knicks têm que levar ‘fogo’ pro jogo 3

    Bridges manda real: Knicks têm que levar ‘fogo’ pro jogo 3

    Cara, que dor no peito deve ter sido aquele final do jogo 2 pros Knicks. Liderando tranquilo no último quarto e ver os Hawks virarem nos minutos finais… É de dar vontade de quebrar a TV.

    Mikal Bridges perdeu a cesta no último segundo que daria a vitória, mas não tá com papinho de derrotado não. Na coletiva de quarta-feira, antes da equipe embarcar pra Atlanta, o cara foi direto ao ponto sobre o que precisa rolar no jogo 3.

    A lição da derrota dolorida

    “Você sempre quer melhorar numa vitória, mas às vezes você precisa de uma derrota pra mergulhar fundo nas coisas que não tá fazendo bem”, falou Bridges. E olha, ele tem razão. Os Knicks dominaram dois tempos e meio, aí relaxaram completamente.

    O problema foi claro: perderam completamente a intensidade física no segundo tempo. Josh Hart, que fez um double-double massa com 15 pontos e 13 rebotes, botou o dedo na ferida: “Sinto que não tivemos aquela fisicalidade que tivemos no jogo 1 e no primeiro tempo.”

    Quando você perde essa pegada na NBA, meu amigo, o bicho pega. Os Hawks conseguiram ditar o ritmo do próprio ataque em vez de serem pressionados. Hart foi certeiro: “Esse é um jogo que devíamos ter ganhado.”

    Fogo na estrada pode ser a solução

    Agora a parada fica interessante. Com a série empatada 1-1, os Knicks perderam a vantagem de casa que tanto lutaram pra ter durante a temporada regular. Mas Hart tem uma visão diferente sobre jogar fora de casa nos playoffs.

    “Quando você vai pra estrada, são só os caras do vestiário e mais ninguém. Às vezes jogar fora de casa meio que ajuda vocês se unirem mais”, explicou Hart. E faz sentido — sem a pressão da torcida em casa, às vezes o time consegue se concentrar melhor no básico.

    O que mais me impressiona é a mentalidade desse grupo dos Knicks. Hart deixou claro que ninguém tá pensando em estatística individual: “Não ligamos pra pontos, toques na bola, minutos, nada disso. Estamos focados em ganhar o jogo.”

    Bridges prometeu que vão levar “aquele fogo” pro próximo jogo. E precisa mesmo, porque os Hawks mostraram que sabem como fazer uma virada. Basquete é um esporte de corridas, como Hart mesmo disse — você pode estar ganhando de 12, 14 pontos e de repente tá perdendo.

    O jogo 3 rola quinta-feira às 19h em Atlanta. Vocês acham que os Knicks conseguem recuperar a vantagem, ou os Hawks vão aproveitar a casa cheia pra abrir 2-1 na série?